Cavalcanti: Homossexualismo é mais perigoso que fumar

Dr. Paul Cameron, psiquiatra norte-americano, PHD, publicou estudo sobre a expectativa de vida de homossexuais [1]. Segundo ele, a típica expectativa de vida de homossexuais sugere que suas atividades são mais destrutivas do que fumar e tão perigosas quanto usar drogas.Estudos têm demonstrado que anos de fumo encurtam a expectativa de vida do fumante de 1 a 7 anos. Mas a análise da idade de morte na Noruega e na Dinamarca para gays que estão legalmente casados sugere que se engajar em comportamento homossexual reduz a expectativa de vida em 24 anos.Conforme frisado pelo Dr. Paul Cameron: 

Dada a grandemente reduzida expectativa de vida para homossexuais, crianças na escola deveriam ser fortemente e consistentemente avisadas sobre os perigos do homossexualismo muito mais do que de fumar. Aquelas escolas que estão introduzindo currículos pró-gay necessitam repensar suas prioridades.“[2]

 

A preocupação da sociedade com riscos de saúde é legítima – eles impactam em nossos impostos e no perigo de todos à doença e ao dano. Porque nós temos cuidado com isso, fumantes são desencorajados de fumar por mais altos incrementos de segurança, com impostos em cigarros e com proibições de fumar em público. 

Essas pressões sociais motivam muitos a abandonar tais hábitos. Elas, outrossim, encorajam não-fumantes a permanecer como não-fumantes.

Homossexuais são pessoas sexualmente problemáticas se engajando em atividades perigosas. Porque nós temos cuidado com eles e aqueles que aliciam a se juntar a eles, é importante que nós nem encorajemos nem legitimemos um tal destrutivo estilo de vida.

Enfim, se precisamos de Dia Mundial sem Tabaco, precisamos muito mais de um Dia Mundial sem Homossexualismo.

 

 


[1] http://www.lifesite.net/ldn/2007/apr/07040309.html
[2] http://www.lifesite.net/ldn/2007_docs/CameronHomosexualFootpr 

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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26 Responses to Cavalcanti: Homossexualismo é mais perigoso que fumar

  1. Nuno Dias says:

    mais um roto religioso sem qualquer credibilidade

    “Fuller Theological Seminary”, “conservative Christian attitudes to sexuality”
    http://en.wikipedia.org/wiki/Paul_Cameron#Early_life_and_career

    “However Cameron’s research, public statements and legal testimony have received criticism from researchers and organizations over methodologies they view as academically dishonest and misleadin”
    http://en.wikipedia.org/wiki/Paul_Cameron#Criticism

    começo a compreender a expressão root to all evil…

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  2. Mats says:

    Nuno,

    Só falta dizer onde é que ele foi “disoneste” e “enganador”.

    Vários outros estudos confirmam o que Cameron concluiu mas pelos vistos a ciência e as estatísticas de nada servem quando estas confirmam o caracter auto-destrutivo dos comportamentos condenados por Deus.

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  3. Mats says:

    Nuno,

    Não contesto que possa haver estatísticas enganadoras. A questão é: como é que sabes que as estatísticas que apontam para a elevada incidência de SIDA estão todas erradas?

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  4. Nuno Dias says:

    Só estou a afirmar que o tal senhor não tem credibilidade nenhuma, existem referências quanto baste nos links do wikipedia que apresentei para o dizer com alguma certeza.

    Quanto às outras estatísticas que supostamente dizes que existem, analise-se com cuidado.

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  5. Mats says:

    Nuno,
    Mas tu não apontaste erro algum na metodologia do tal senhor. Tu usaste um link duma fonte pró-homossexualismo como evidência contra ele. O tal link não diz onde é que a sua metodologia falha. Aliás, nenhum esquerdista pode dar uma explicação coerente sobre os motivos que levam a que os homens homossexuais sejam mais propensos a contrair a SIDA que os heterossexuais.

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  6. Nuno Dias says:

    Mats,
    Mas tu também não fazes ideia de qual é a metodologia do tal senhor.

    Os esquerdistas também não conseguem explicar porque ser-se negro é mais perigoso do que fumar.
    http://www.webciencia.com/10_africa.htm

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  7. Mats says:

    Nuno,

    Mats,
    Mas tu também não fazes ideia de qual é a metodologia do tal senhor.

    Como é que achas que ele descobriu que os homossexuais morrem em média mais cedo que os heteressoxuais?

    Os esquerdistas também não conseguem explicar porque ser-se negro é mais perigoso do que fumar. http://www.webciencia.com/10_africa.htm

    Mas não é ser-se negro que torna a pessoa mais susceptível de morrer de SIDA: é a promiscuidade.

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  8. Leandro Ribeiro says:

    «é a promiscuidade»

    Então é a homossexualidade ou a promiscuidade? Não compreendi 😦

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  9. Mats says:

    Leandro,

    Então é a homossexualidade ou a promiscuidade? Não compreendi

    Promiscuidade, que é uma das facetas mais conhecidas e definitivas do comportamento homossexual.

    Luiz Mott, por exemplo, gaba-se de ter tido relações sexuais com…… 500 homens. Levando em conta que ele tem cerca de 60 anos, e que ele assumiu-se como homossexual aos 30, isto significa que em 30 anos ele teve 500 parceiros. Fazendo as contas, isto dá 16,6.

    Arredondando, temos 16 parceiros sexuais por ano. Ou seja, todos os meses o Luiz Mott vai para a cama com uma pessoa diferente, e há meses em que ele vai para a cama com mais do que uma pessoa.

    É esta promiscuidade que torna o comportamento homossexual tão propenso a ter disproporcionais taxas de contaminação com o HIV.

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  10. Leandro Ribeiro says:

    Ah, bom, então fico sossegado pois parece-me que nada tens contra relações homossexuais de longa duração, monogâmicas, por parte de dois indivíduos que se amam, respeitam e não praticam um estilo de vida dado à promiscuidade, certo? 😐

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  11. Mats says:

    Leandro,

    Ah, bom, então fico sossegado pois parece-me que nada tens contra relações homossexuais de longa duração, monogâmicas, por parte de dois indivíduos que se amam, respeitam e não praticam um estilo de vida dado à promiscuidade, certo?

    Donde é que depreendes das minhas palavras que eu nada tenho contra “relações homossexuais de longa duração, monogâmicas, por parte de dois indivíduos que se amam, respeitam e não praticam um estilo de vida dado à promiscuidade” ?

    A propósito, boa sorte em encontrares tal relação.

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  12. Leandro Ribeiro says:

    Não preciso de sorte: o Pedro e o Rui (nomes fictícios) estão juntos há 11 anos. Sempre moraram em casas alugadas, mas este ano decidiram comprar. Não se casaram com a alteração da lei porque, segundo as palavras deles, já estão casados há muito tempo. São monogâmicos. Conheço os dois pessoalmente. O Rui já conheço desde 2002.

    Já o Nuno conheci este ano. A minha mulher conhece-o há mais tempo. São ambos psicólogos. O Nuno (nome fictício) tem andado um pouco em baixo porque se separou do companheiro há pouco tempo. Era uma relação monogâmica. Estavam juntos há 8 anos. Moravam juntos há 6. Eu compreendo o Nuno. É muito duro quando uma relação de 8 anos termina. Ele agora quer é concentrar-se no trabalho para não pensar muito no assunto.

    E então, o Pedro, o Rui e o Nuno encontram-se numa situação de risco semelhante a fumar? 😐

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  13. Mats says:

    Leandro,

    Duas coisas:

    1) Não respondeste à minha pergunta: “Donde é que depreendes das minhas palavras que eu nada tenho contra “relações homossexuais de longa duração, monogâmicas, por parte de dois indivíduos que se amam, respeitam e não praticam um estilo de vida dado à promiscuidade” ?

    2) Estás familiarizado com o termo Solipsismo? Deixa-me dar-te um exemplo com um hipotético debate entre mim e ti:

    Mats: Leandro, na Etiópia passa-se fome, pá.
    Leandro: Ó Mats! Não se passa nada! ‘Tás maluco?!!
    Mats: Como é que sabes que não se passa fome?
    Leandro: Ora, porque eu conheço um casal (vamos lhes chamar Pedro e Rui) que vive na Etiópia que não passa fome. Como eu conheço um casal que não passa fome na Etiópia, então não se passa fome na Etiópia.

    Responde-me às duas perguntas, se faz favor.

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    • Marcia says:

      DIFERENÇAS;

      ANUS X VAGINA
      Nos seres humanos, o ânus é o orifício no final do intestino grosso por onde são eliminadas as fezes egases intestinais. Em zoologia, chama-se região anal à porção do corpo de um animal onde está localizado o ânus.No homem, trata-se de uma abertura reguladora da saída das fezes, que são constantemente empurradas pela musculatura lisa do intestino. Localiza-se entre as nádegas, sendo um orifício de pequenas dimensões.[1] Nas sociedades modernas, quando os homens defecam, geralmente limpam a região com papel higiênico[2] ou a lavam no bidê ou ducha.[3] A musculatura de suporte do ânus é a doperíneo, juntamente com os esfíncteres interno e externo da região.[4] A inervação é dada pelo nervo pudendo.[4]Também é conhecido popularmente como cu, feofó, fiofó, fiota, fiote, finfa, foba, pevide, viegas,alvado, ás de copas, fueiro, furico, oritimbó, rosca e zé de quinca, entre outros.[5]
      A vagina (do latim vagĭna, lit. “bainha”) é um canal do órgão sexual feminino dos mamíferos, parte doaparelho reprodutor, que se estende do colo do útero à vulva, dirigido de cima abaixo e de trás para frente. A cada lado da abertura externa da vagina humana há duas glândulas de meio milímetro, chamadas Glândulas de Bartholin, secretoras de um muco lubrificante na copulação.[1]Além das variações de tamanho, a vagina de uma mulher pode variar substancialmente em tamanho durante a excitação sexual, a relação sexual e o parto. A vagina também possui elasticidade e se expande tanto em comprimento e largura durante a excitação sexual, a relação sexual e durante o parto.epitélio vaginal tem um vetor do conjuntivo para dentro da luz. O vírus da AIDS quando chega no epitélio vaginal encontra um ambiente desfavorável, ele não conseguiria entrar no epitélio vaginal porque o fluxo deste, é excretor; a não ser que haja lesões no epitélio, chegando ao conjuntivo .Clitóris ou clítoris[1] (do grego κλειτορἰς – kleitorís) é, na anatomia, o nome que se dá ao órgão sexual feminino alongado e erétil, localizado na parte superior da vulva, nos mamíferos. Similar ao pénis, que é homólogo[2] ao clitóris – este, porém, não possui a divisão distal que aquele apresenta para a uretra e tem função exclusivamente no prazer sexual, mormente nos humanos, A cabeça ou glande do clitóris apresenta normalmente 8000 feixes de fibras nervosas, tendo aproximadamente o dobro do número de fibras nervosas encontradas no pênis.[5]

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      • dvilllar says:

        O ativismo gay escamoteia informações sobre os malefícios da prática do sexo anal.

        Neste vídeo, bastante esclarecedor e direto, há uma especialista explicando, com detalhes da fisiologia humana, os perigos para a saúde de quem pratica o sexo anal.

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      • brainy says:

        dvilllar, o que me está aqui a parecer é que o problema não é eles serem homossexuais, mas sim praticarem sexo anal. Li há uns tempos umas estatísticas que diziam que entre os homossexuais a prática mais comum não era o sexo anal, mas o sexo oral. Não que este não traga alguns riscos se não se usar preservativo, mas tem mais maneiras de se evitar o risco de contágio de doenças sexualmente transmissíveis do que tem de se evitar problemas relacionados à ruptura do intestino.
        Obrigado pelo vídeo, foi interessante.

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  14. Leandro Ribeiro says:

    «Responde-me às duas perguntas, se faz favor.»

    ‘Tá bem, eu respondo 😐

    1) Se calhar depreendi mal, mas pareceu-me que dizias que na questão da susceptibilidade de morrer de SIDA, o problema é a promiscuidade:

    «Mas não é ser-se negro que torna a pessoa mais susceptível de morrer de SIDA: é a promiscuidade.»

    Então achei que alguém sem um comportamento promíscuo, mesmo sendo homossexual, não partilha desse risco e não apresentaria qualquer problema segundo essa perspectiva. Perdoa-me se foi uma interpretação abusiva.

    2) O teu ponto 2 não tem propriamente uma questão, mas eu compreendi o que querias dizer, amado Mats. Pareceu-me foi que ficou tudo baralhado. Ora repara:

    – Na comunidade homossexual há comportamentos de promiscuidade?
    – Sim.
    – Isso significa que todos os homossexuais são promíscuos?
    – Não.
    – Isso significa que a homossexualidade se caracteriza pela sua promiscuidade?
    – Não.

    Passando para a Etiópia, isto ficaria assim:
    – Na Etiópia passa-se fome?
    – Sim.
    – Isso significa que toda a gente na Etiópia passa fome?
    – Não.
    – Isso significa que um etíope se caracteriza pela fome que passa?
    – Não.

    Percebes agora?

    De qualquer modo não percebo o teu espanto e desagrado, visto que os meus exemplos vieram na sequência directa do teu desafio: «A propósito, boa sorte em encontrares tal relação.» E eu encontrei, ora essa! Se não queres que eu te dê exemplos, não os peças.

    Mas agora, se me permites, coloco eu uma questão e peço-te que respondas, por favor, pode ser? É só uma 🙂

    1) Um casal homossexual, monogâmico, que não apresente comportamentos promíscuos é um caso de risco?

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  15. Mats says:

    Argumentativo e Regressado Leandro,

    1) Se calhar depreendi mal, mas pareceu-me que dizias que na questão da susceptibilidade de morrer de SIDA, o problema é a promiscuidade:

    Sim.

    «Mas não é ser-se negro que torna a pessoa mais susceptível de morrer de SIDA: é a promiscuidade.»

    Então achei que alguém sem um comportamento promíscuo, mesmo sendo homossexual, não partilha desse risco e não apresentaria qualquer problema segundo essa perspectiva. Perdoa-me se foi uma interpretação abusiva.

    Mas a tua alegação foi: “nada tens contra relações homossexuais de longa duração, monogâmicas, por parte de dois indivíduos que se amam, respeitam e não praticam um estilo de vida dado à promiscuidade”. Mas isso é falso.
    O facto de criticar a promiscuidade que há no comportamento homossexual não significa que “nada tenha” contra o comportamento homossexual quando este não é promíscuo.

    Deixa-me dar um exemplo: Imagina que há um criminoso que rouba e espanca as suas vítimas. Se eu disser “a vida criminosa torna uma pessoa mais susceptível de actos violentos”, tu não podes logicamente dizer “Mas, Mats, se um criminoso não for violento, posso então concluir que nada tens contra roubar, certo?”

    Percebes a diferença?

    Voltando ao assunto em questão: o facto de se criticar a enorme promiscuidade que há na vida homossexual (especialmente entre os homens) não implica que removendo essa propriedade, eu ou outros “nada tem” contra essa práctica sexual.

    2) O teu ponto 2 não tem propriamente uma questão, mas eu compreendi o que querias dizer, amado Mats. Pareceu-me foi que ficou tudo baralhado. Ora repara:

    – Na comunidade homossexual há comportamentos de promiscuidade?
    – Sim.
    – Isso significa que todos os homossexuais são promíscuos?
    – Não.
    – Isso significa que a homossexualidade se caracteriza pela sua promiscuidade?
    – Não.

    Mas eu nunca disse que TODOS os homossexuais são promíscuos (esse foi o teu erro), mas reafirmo que a homossexualidade é de facto caracterizada pela promiscuidade.

    Se não é assim, como é que explicas a disproporcional presença de homossexuais entre os contaminados com o HIV e a SIDA? Dá-me uma epxlicação que esteja de acordo com a medicina e as estatísticas.

    Passando para a Etiópia, isto ficaria assim:
    – Na Etiópia passa-se fome?
    – Sim.
    – Isso significa que toda a gente na Etiópia passa fome?
    – Não.
    – Isso significa que um etíope se caracteriza pela fome que passa?
    – Não.

    Mas usando a atitude solipsica que demonstraste em cima (usando o teu exemplo pessoal como forma de refutar uma alegação mais generalizada), tu acabaste por afirmar “não há promiscuidade entre os homossexuais porque eu conheço uma parceria (casal = 1 homem + 1 mulher) onde não ha promiscuidade.

    Repito, esse foi o teu erro e lógica.

    De qualquer modo não percebo o teu espanto e desagrado, visto que os meus exemplos vieram na sequência directa do teu desafio: «A propósito, boa sorte em encontrares tal relação.» E eu encontrei, ora essa! Se não queres que eu te dê exemplos, não os peças.

    Meu caro amigo solipsico, a minha pergunta era forma de tu veres que o exemplo que tu dás não é representativo da vida homossexual. Tu não podes usar um exemplo pessoal como forma de dizer “como eu conheço dois homens que não são promíscuos, ENTÃO os homosexuais não são promíscuos”. Isso era a mesma coisa que eu dizer “como eu conheço um Ribeiro que é inquisitivom então todos sáo”. 😉

    Mas agora, se me permites, coloco eu uma questão e peço-te que respondas, por favor, pode ser? É só uma 🙂

    1) Um casal homossexual, monogâmico, que não apresente comportamentos promíscuos é um caso de risco?

    Em termos de propagação da SIDA ou outra DST, não. Aliás, as instituições médicas dizem que a melhor forma de se combater a propagaçao das DST é mesmo essa:

    “A maneira mais segura de se evitar a transmissão de doenças como a sífilis, é abster-se do contacto sexual ou estar num relacionamento a longo prazo mutuamente monogâmico com um parceiro que já foi testado e de quem se sabe estar limpo de doenças.”

    https://darwinismo.wordpress.com/2010/08/17/como-combater-a-epidemia-de-dst-seguir-a-biblia/

    Agora gostaria que me desses uma razão para a desproporcional presença de portadores do virus do HIV entre os homens homossexuais. Isto é de tal modo assim que leva a que alguns bancos de sangue de alguns países não aceitem sangue doado por homens homossexuais.

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  16. leandro ribeiro says:

    Ai, Mats, até me dói a cabeça de tanta confusão que fazes :’)

    «tu acabaste por afirmar “não há promiscuidade entre os homossexuais porque eu conheço uma parceria (casal = 1 homem + 1 mulher) onde não ha promiscuidade.»

    Não, eu não afirmei nada disso (ora vai lá encontrar uma citação), mas tu és propício a confusões. Perguntei-te foi se uma parceria (olha eu a condescender) homossexual, que não apresente comportamentos promíscuos, é ou não um caso de risco. Tu não respondeste e desafiaste-me a encontrar tal exemplo – e eu encontrei. Foi só isso, amado Mats, mas por algum motivo tu achaste que eu, com esse exemplo, pretendia dizer que não há promiscuidade na comunidade homossexual. És um abusador, é o que é :’)

    Mas vamos voltar ao que importa, que tu perdes-te como uma galinha, pá.

    «1) Um casal homossexual, monogâmico, que não apresente comportamentos promíscuos é um caso de risco?

    Em termos de propagação da SIDA ou outra DST, não.»

    Então, parece-me, está resolvida a questão: se nem todos os comportamentos homossexuais são casos de risco, e se todos os comportamentos promíscuos são casos de risco, então o perigo para a saúde pública não advém da homossexualidade, mas sim da promiscuidade, certo? Podemos contactar o teu psicólogo e informá-lo de que deve corrigir as suas conclusões, certo?

    Tu elucida-me, Mats 😐

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  17. Mats says:

    Leandro,

    Não chegaste a responder a minha pergunta relativa ao desproporcional numero de contágio que há entre os que practicam actos homossexuais.

    Qual é a tua explicação para esse segmento da sociedade ser tão propício a isso? Homofobia ou ………. promíscuidade?

    Se és capaz de responder a esta pergunta – e eu sei que és – então tu vais vêr o propósito do post.
    ……

    «tu acabaste por afirmar “não há promiscuidade entre os homossexuais porque eu conheço uma parceria (casal = 1 homem + 1 mulher) onde não ha promiscuidade.»

    Não, eu não afirmei nada disso (ora vai lá encontrar uma citação), mas tu és propício a confusões. Perguntei-te foi se uma parceria (olha eu a condescender) homossexual, que não apresente comportamentos promíscuos, é ou não um caso de risco.

    Sinceramente, já nem sei porque é que me dou ao trabalho.
    Ora vamos lá a ver:

    1. O post diz pessoas envolvidas no homossexualismo tem altas incidências de DSTs. Eu digo que o motivo para isso é a promiscuidade.
    2. Tu perguntas “e se eu conhecer uma parceria que não seja promíscua”?
    3. Eu respondo “Boa sorte”
    4. Tu: “Achei!!! Na na na na!”
    5. Eu: “Muito bem. Qual é o teu argumento então?”
    6. Tu: “Err…bem…na verdade não há argumento. Eu só queria mostrar que há homossexuais que não são promíscuos”:
    7. Eu: *face-palm*

    Qual é o teu argumento, Leandro? Di-lo de forma directa para eu poder lidar com ele mais facilmente. 😀

    Tu não respondeste e desafiaste-me a encontrar tal exemplo – e eu encontrei. Foi só isso, amado Mats, mas por algum motivo tu achaste que eu, com esse exemplo, pretendia dizer que não há promiscuidade na comunidade homossexual. És um abusador, é o que é :’)

    Então tu querias mostras ao Mats que conseguias encontrar uma parceria homossexual que não é promíscua? É isso?
    Muito bem. Estou muito orgulhoso de ti. 🙂

    Mas vamos voltar ao que importa, que tu perdes-te como uma galinha, pá.

    «1) Um casal homossexual, monogâmico, que não apresente comportamentos promíscuos é um caso de risco?

    Em termos de propagação da SIDA ou outra DST, não.»

    Então, parece-me, está resolvida a questão: se nem todos os comportamentos homossexuais são casos de risco, e se todos os comportamentos promíscuos são casos de risco, então o perigo para a saúde pública não advém da homossexualidade, mas sim da promiscuidade, certo?

    Mas….o facto de nem todos os homossexuais serem promíscuos implica que o estilo de vida homossexual não é promíscuo?
    Voltaste ao solipsismo!

    Podemos contactar o teu psicólogo e informá-lo de que deve corrigir as suas conclusões, certo?

    Não, porque a vida homossexual é promíscua. Se achas que não. então dá-me um motivo para esse grupo sexual estar tão fustigado por DTSs. Isso é tanto assim que há bancos de sangue que recusam sangue dado por homens homossexuais.

    Repito: porque é que achas que isso acontece?

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  18. Mariana says:

    alguém me pode explicar a parte do ““Dada a grandemente reduzida expectativa de vida para homossexuais, crianças na escola deveriam ser fortemente e consistentemente avisadas sobre os perigos do homossexualismo muito mais do que de fumar.”?

    até parece que é uma escolha ser-se gay!

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  19. Mats says:

    Mariana,

    até parece que é uma escolha ser-se gay!

    Se ser homossexual não é um comportamento reversível, como é possível que haja tantas pessoas que tenham abandonado essa vida?

    Mesmo que não seja uma escolha, isso não a torna normal. Nascer com cancro não é uma escolha mas isso não torna o câncer normal.

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  20. Adim says:

    Não se nasce alcoolotra, nem viciado…

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    • Dalton says:

      Nem gay.
      Ou talvez você tenha feito um estudo biológico que prova que as pessoas nascem gays… estamos esperando esse estudo há tempos.

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  21. dvilllar says:

    Inegável é que a AIDS foi, no início, disseminada pelos homossexuais. A promiscuidade entre eles é comum. Após isso muitos inocentes foram vitimados.

    O preservativo chega a ser uma armadilha, pois durante o ato sexual não é a razão que está no comando.

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