Olavo: Deus Existe? A quem cabe o ônus da prova?

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"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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9 Responses to Olavo: Deus Existe? A quem cabe o ônus da prova?

  1. Demorou para postar isso, hein, Mats?

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  2. Mats says:

    Marcos,

    Demorou para postar isso, hein, Mats?

    lol

    Nem sempre é possível postar as sugestões na altura em que mos são enviados.

    Abraço.

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  3. É um bom argumento popular. Uma manipulação semântica que pode “provar” tudo e mais alguma coisa.

    É uma variante dos argumentos da homeopatia:

    Os nossos resultados não podem ser testados pelo método cientifico porque são holisticos.

    Ele afirma que existe pelo menos uma entidade cujos efeitos ou existência não pode ser testada. Essa entidade (ou entidades) não tem efeitos detectáveis por qualquer meio no nosso universo mas são necessárias à sua existência.

    Neste sentido concordo que não é possível “provar” que não existam. No entanto dado que não tem qualquer efeito mensurável. Tem exactamente o efeito dum dragão, ou mil milhões de dragões, invisíveis numa garagem.

    Posso continuar a estacionar lá carros sem me preocupar com os mil milhões de dragões invisíveis e sem efeitos visíveis.

    No sentido que Olavo defende concordo que podem existir mil milhões de biliões de deuses por átomo de hidrogénio. Nada a opor. Como não tem efeitos nem podem ser detectados podemos agir como se eles não existissem.

    O mesmo se aplica aos ET´s da cientologia, das almas penadas, dos espiritos do espiritismo ou de outra coisa qualquer.

    Como não tem efeitos nem podem ser medidos percebemos o mundo sem equacionar estas miríades de entidades.

    Será é disparate pegado tentar adivinhar características ( tem inteligência, gostam disto, fazem aquilo) de coisas não mensuráveis.

    Sem as negarmos é claro.

    Quem sabe não existe mesmo Oxum ? ou Omulum? Ou mesmo os Et´s da cientologia.

    No entanto não deixa de ser uma boa argumentação para fazer efeito:

    Apela à autoridade, ao saber, usa calão, mistura filosofia com cachaça e acaba discutindo futebol. Como diria Chico Buarque.

    As questões de Olavo eram pertinentes há duzentos anos. Nem foram fáceis de resolver.

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  4. A tua argumentação, João de Melo Sousa, é bastante primária.

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  5. Sérgio Sodré says:

    Os filósofos estão divididos relativamente a quem deve pertencer o ónus da prova.
    Se a crença em Deus for considerada como algo próprio da natureza humana e não inculcada nas pessoas por fanáticos religiosos, então o ónus da prova cabe aos fanáticos ateus.
    Caso essa crença não decorra da natureza intrínseca do homem, então caberá aos crentes o ónus da prova e tentar mostrar Deus como o Ser necessário, enquanto os ateus tentam refutar Deus como causa incausada necessária.
    Além disto, haverá ainda a obrigação de definir o conceito de Deus, de um lado e do outro (os ateus têm também de definir aquilo em que não acreditam).
    O problema também passa pela possibilidade da existência de um Deus que não se enquadre nas definições apriorísticas, o que aumenta a complexidade da questão.

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  6. Não existe essa divisão na filosofia, Sérgio Sodré.

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  7. De qualquer maneira o tal Olavo é bastante fofo.

    Será gay ?

    rrssrrsrsrs

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  8. Marcos:

    Explica lá como se eu fosse uma loira muito burra…

    Conta lá como é que eu fui primário.

    E como é que o tal Olavo, com duzentos anos de atraso, é tão fenomenal.

    Ahhh ! Bom!

    Pois!

    Outra conversa que isto é terreno perigoso e mentira da grossa.

    Compreendo perfeitamente.

    Quando não se quer seriedade nem vale a pena começar a conversa

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  9. Sérgio Sodré says:

    O filósofo cristão mais significativo em termos de argumentar no sentido de colocar o ónus da prova do lado dos ateus pode ser que seja Alvin Plantinga, que tentou provar que Deus era auto-evidente e que por isso não havia que mostrar evidências aos ateus. Deste modo tentou inverter o ónus da prova referindo que a crença em Deus era uma crença básica do homem.

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