Nazistas, Esquerdistas e Muçulmanos unidos contra Israel

Este panfleto foi distribuído durante a conferência anti-semita “Durban I” (África do Sul).
Este ódio comum que os esquerdistas, muçulmanos e nazis nutrem para com os judeus é algo que é normal entre os “sinisteristas”. Para se ver melhor que esse termo significa vejam este link.

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"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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11 Responses to Nazistas, Esquerdistas e Muçulmanos unidos contra Israel

  1. O interessante nessa união é que o comunismo é anti-religioso, no entanto, movido pelo ódio ao “império” ele une-se a ideologia religiosa mais totalitária que existe que é o Islã. O ódio faz com que os mesmo unam-se com o “ópio do povo”, é uma aliança ridícula que demonstra muito bem o desespero das “viúvaas” do já falecido comunismo.

    Nisso tudo fico imaginando os materialistas ateístas, caso Israel e os EUA fosse mderrotados, a supremacia islâmica dominaria rapidamente a Europa, nessa caso será que eles terão coragem de declarar que “Alá é um delírio”?

    Publiquei um artigo há um tempo em meu blog, mostrando a aliança dos comunistas com os islamitas: http://olhonajihad.blogspot.com/2010/07/um-mistura-explosiva-o-comunismo-e-o.html

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  2. Mats says:

    Jefferson,

    Esta diabólica união entre os comunistas, os nacional socialistas e os muçulmanos pode ser explicado de duas formas: espiritual e ódio comum.

    1. Espiritualmente falando, é fácil de ver que as ideologias mencionadas em cima são armas usadas pelo inimigo como forma de atormentar o Povo de Deus. Os demónios podem mudar as armas, mas o propósito é sempre o mesmo.

    2. O ódio comum que os nacional socialistas, comunistas e muçulmanos tem aos judeus e aos cristãos faz com que ele estrategicamente se unam como forma de tentar destruir judeus e cristãos. Infelizmente para estas ideologias totalitárias, nem os judeus nem os cristãos vão alguma vez ser destruídos ou eliminados deste mundo. Se eles fossem ler a Bíblia e se dedicassem a estudar a HIstória, isso tornaria-se claro, mas os esquerdistas geralmente ignoram a História quando isso não lhes convém.

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  3. “Os demónios podem mudar as armas, mas o propósito é sempre o mesmo”.

    É exatamente isso! Confesso que nunca havia buscado a explicação para tal fato no campo espiritual.

    Agora quanto ao ódio, é uma aliança meio contraditório como disse anteriormente, lembro-me de uma vez ter lido um artigo no site do PSTU – que acho que foi retirado, pois já procurei, mas não encontro- que dizia que deve-se apoiar os ilamistas para a destruição do “império sionista” e após essa derrota deveria converter a sociedade islâmica em uma sociedade secular, ou seja, a estratégia da esquerda é apoiar o islamismo depois voltar-s contra eles, só que eles esquecem que não é tão fácil assim mudar preceitos em uma sociedade governada pela Sharia.

    Abraço! E parabéns pelo blog!

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  4. Sérgio Sodré says:

    “mas os esquerdistas geralmente ignoram a História quando isso não lhes convém…”

    O mesmo fazem os pró-sionistas quando lhes convém esquecer o papel de Estaline e da URSS no favorecimento da criação de Israel e no afastamento da influência britânica da Palestina.

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  5. Mats says:

    Mas os sionistas não esquecem o papel dos comunistas durante a criação de Israel NEM OS MOTIVOS por trás disso. Só quando Israel naturalmente se juntou aos EUA é que os comunistas da URSS resolveram apoiar os muçulmanos.

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  6. Adalberto Felipe says:

    Jefferson,

    Você é auto do site De olho na Jihad?

    Se é, meus parabéns, me dê um autógrafo! Te parabenizo pelo excelente trabalho que faz ao denunciar coisas que a mídia não mostra e mostrar o outro lado do islã que muitos se recusam a ver! Até mencionei o seu blog recentemente ao falar sobre um campo de concentração cristão num país mulçumano.:-/

    Os traidores e idiotas úteis do comunismo vivem colaborando para a islamização do mundo, para o aborto, para a ditadura gay, mesmo a população sendo contra e temos que continuar mostrando esses fatos.

    Sobre a mensagem que você viu no site do PSTU (partido socialista dos trabalhadores unificados – um partido esquerdista brasileiro – o que mais pode se esperar?), sei que muitos sites desses partidos esquerdistas há mensagens anti israel que são pesadas e quando encontrarmos coisas assim não podemos nos exitar em denunciá-las ao Ministério Público.

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  7. Sérgio Sodré says:

    “caso Israel e os EUA fosse mderrotados, a supremacia islâmica dominaria rapidamente a Europa”

    Foi a criação de Israel que tornou o decadente islamismo numa religião agressiva e ameaçadora para os outros.
    Quanto aos EUA não se percebe bem como seriam derrotados pelos islamitas.
    A aliança entre comunistas e islamitas ficou bem exposta quando a URSS invadiu o Afeganistão.
    Hoje todos têm um ideia de como é feita a repressão às forças islamitas no interior da Rússia…. pessoalmente não vejo os russos a serem derrotados…
    Muito menos vejo os chineses a serem derrotados pelos ugros islamitas.
    Nem a Índia será batida por qualquer país ou organização terrorista islamita.
    A eventual (mas improvável) derrota de Israel não implicaria nenhuma queda da Europa pelo Islão… sendo inclusive mais provável que diminuisse a agressividade islamita.
    O islamismo radical é um tigre de papel e está isolado no contexto mundial.
    A aproximação do fim da economia do petróleo não deixará de reduzir a importância dos países islamitas.
    Os países islamitas não produzem armamento verdadeiramente moderno nem são potências nucleares efectivas com capacidade a longa distância.
    Ainda há pouco Bush ameaçou o Paquistão de o colocar na “idade da pedra” se não cumprisse com as exigências americanas e o presidente paquistanês veio queixar-se na comunicação social disso mesmo (as armas nucleares paquistanesas de nada serviriam).
    Também um só submarino estratégico francês seria o bastante para reduzir a nada o actual potencial nuclear dos países islamitas

    Agitar o papão islamita radical para justificar um apoio incondicional a Israel é mera propaganda sionista.

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  8. Mats says:

    Sodré,

    Foi a criação de Israel que tornou o decadente islamismo numa religião agressiva e ameaçadora para os outros.

    Não, não foi. ANTES da criação de Israel os muçulmanos já tinham tentado atacar e dominar a Europa durante 1400 anos.

    Em 1929 os muçulmanos mataram os judeus que viviam em Hebron, local onde já havia judeus há milénios. Durante a segunda guerra o líder espiritual da Palestina aliou-se a Hitler para importar a “Solução Final” para o médio oriente.

    Lembra-te: 1929 e 1945 vieram ANTES da criação do Estado de Israel, como tal a tua alegação não tem base histórica.

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  9. Adalberto,

    Sou sim o editor do blog, e na medida do possível vou tentando trazer as notícias que não chegam ao Brasil, apesar que não é fácil acompanhar, pois as ações dos extremistas acontecem todo dia em uma velocidade impressionante, e como por enquanto levo o blog sozinho, não dar para publicar tudo, portanto, tento trazer o principal. Obrigado por acompanhar o blog!

    Sodré,

    Israel é apenas a primeira meta dos extremistas, o Islã é uma ideologia não apenas totalitária, mas também expansionista. O mundo “não islâmico” tem problemas de compreender que tudo no islamismo é ao mesmo tempo, religioso e político. No islamismo, eles não fazem separação entre estado e religião. Quando nossos governos estão lidando com um governo Islâmico, na verdade eles estão lidando com uma entidade religiosa. Ou seja, no Islã, proteger o estado é proteger a religião e vice versa.

    Diz a Sura 9:29:

    ‘Combatam aqueles que não acreditam em Allah, nem no Dia do Juízo, nem proíbem o que Allah e seu Mensageiro proibiram, nem seguem a religião da verdade, mesmo que eles sejam Povos do Livro, até que eles paguem a Jizya (imposto por cabeça) em reconhecimento da superioridade (do Islam), e se submetam’.

    Portanto, a missão dos islamistas é islamizar o mundo, no entanto, eles estão empenhados em vencer os EUA e Israel, mas sem esses inimigos o mundo é a meta. Recentemente o líder do partido governista da Turquia declarou:

    “…o papel da Turquia é espalhar o Islão na Europa , para ter de volta Al-Andalus e vingar a derrota no cerco de Viena em 1683…”

    Kaddafi também já havia dito torcer pela Turquia na Onu para que ela fosse o Cavalo de Tróia islâmico.

    Esse exemplo da Turquia demonstra o real objetivo islâmico. Basta olharmos para Europa atual, a islamização avança de uma forma praticamente irreversível, hoje por exemplo já podemos considerar a Catalunha como uma república islâmica.

    Deixo uma reportagem feita pelo “España e Libertad” que fala sobre o assunto: http://olhonajihad.blogspot.com/2010/11/rumo-ao-al-andalus-islamizacao-da.html

    Abraços!

    P.S: Fazia tempo que não achava um espaço com debates construtivos e sem ofensas. A partir de hoje serei assíduo.

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  10. Sérgio Sodré says:

    Mats,
    Eu referia-me não ao longínquo passado expansionista islamita, mas sim ao mundo islamita que foi ultrapassado pela revolução industrial ocidental e depois até submetido pelo imperialismo colonizador… o islão estava decadente no séc. XIX e XX quando Israel foi criado. Ninguém o considerava já uma ameaça. A última potência islamita poderosa (mas já em decadência) a Turquia otomana fora esmagada e desmantelada e secularizada no final da 1ª Guerra. Que perigo representavam as forças islamitas em 1947 em termos mundiais? Nenhum…

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  11. Mats says:

    Sodré,

    Eu referia-me não ao longínquo passado expansionista islamita, mas sim ao mundo islamita que foi ultrapassado pela revolução industrial ocidental e depois até submetido pelo imperialismo colonizador… o islão estava decadente no séc. XIX e XX quando Israel foi criado.

    Então o que estás a dizer é que os muçulmanos não tinham os MEIOS para exercitar a natureza violenta da sua fé, e não que a sua religião não fosse de facto violenta.

    Ninguém o considerava já uma ameaça. A última potência islamita poderosa (mas já em decadência) a Turquia otomana fora esmagada e desmantelada e secularizada no final da 1ª Guerra. Que perigo representavam as forças islamitas em 1947 em termos mundiais? Nenhum.

    Pergunta aos judeus que viviam em Hebron e que foram massacrados até à extinção.

    Lembra-te que o teu ponto foi o de que Israel CRIOU a agressividade islâmica. Israel não criou a agressividade islâmica. Os muçulmanos apenas não tinham os meios para exercitá-la (o ocidente cristão tinha superado o médio oriente).

    Ma se acharam com meios, eles voltaram a fazer o que sempre fizeram durante 1400 anos: atacar os não-muçulmanos.

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