Matança de bebés aumenta em Portugal

Mentiras como forma de avançar com a ideologia é normal entre os esquerdistas. Para eles a verdade é algo que deve ser usada apenas e só se estiver de acordo com a sua ideologia. Como raramente está, a esquerdalha tem que mentir como forma de esconder as suas diabólicas intenções.


Capa de hoje do jornal i

Segundo o jornal i o aborto legal não pára de aumentar entre nós. Os factos desmentem as palavras e os argumentos falaciosos dos defensores do SIM ao aborto, mostrando que, com a sua legalização, não só o número de abortos aumentaram, como esta prática passou a ser utilizada como meio contraceptivo.

Mais uma Lei para se lutar e revogar numa próxima legislatura porque, contrariamente ao que acontece com as crianças não nascidas vítimas de aborto, a Verdade não morre, nunca!

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"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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15 Responses to Matança de bebés aumenta em Portugal

  1. Sérgio Sodré says:

    Mas julgo que também está a aumentar o número de bebés abandonados à nascença… será que o que está a decrescer é a utilização dos métodos contraceptivos? A utilização intensa de métodos contraceptivos poderia fazer diminuir os dois fenómenos (bebés abandonados e abortos) mas as organizações religiosas parece também não verem isso com bons olhos… em que ficamos? Reforçar a repressão e prisão das pessoas envolvidas nos “dois fenómenos”? Que solução exequível sem “fantasias” irrealizáveis?

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  2. Mats says:

    Sodré,

    Mas julgo que também está a aumentar o número de bebés abandonados à nascença… será que o que está a decrescer é a utilização dos métodos contraceptivos?

    Se a matança e o abandono de bebés está a aumentar então o que está a acontecer é que a sociedade está a perder os valores morais e o sentimento em prol dos frágeis bebés. Mas também, para pessoas que acham que matar bebés é um “direito humano”, abandoná-los é um pequeno passo. Ao menos as pessoas que as abandonam deixam-nas vivas.

    A utilização intensa de métodos contraceptivos poderia fazer diminuir os dois fenómenos (bebés abandonados e abortos) mas as organizações religiosas parece também não verem isso com bons olhos… em que ficamos?

    Tens algum tipo de evidência que suporte a tese de que “a utilização intensa de métodos contraceptivos poderia fazer diminuir os dois fenómenos (bebés abandonados e abortos)” ? Na Inglaterra ateísta o que não faltam são métodos contraceptivos, mas são mortos pelo menos 200,000 seres humanos intrauterinos todos os anos.
    EM que ficamos?

    Reforçar a repressão e prisão das pessoas envolvidas nos “dois fenómenos”?

    Sim, porque são ambos cruéis.

    Que solução exequível sem “fantasias” irrealizáveis?

    Eu tenho uma ideia radical: que tal não matar bebés e punir quem os abandona à morte?

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  3. Sérgio Sodré says:

    Mats,
    Reforçar a repressão estatal e a prisão parece ser a tua solução para este e outros fenómenos que consideras imorais, nefastos, criminosos, o que quiseres… só que isso não bate certo com a defesa do cidadão e das famílias em face do Estado que muitos conservadores religiosos defendem… o reforço do poder repressivo do Estado, mesmo num gerido por princípios religiosos, acaba por ser sempre uma ameaça. Que garantias tens de que esse Estado não envereda por linhas heréticas e te tornas tu mesmo um seu potencial alvo? As ideias radicais, como dizes, podem começar bem mas nunca se sabe se evoluem bem… principalmente se esse radicalismo tiver como foco o reforço do poder repressivo do estado. Não é tão simples assim.

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  4. Mats says:

    Sodré,

    Reforçar a repressão estatal e a prisão parece ser a tua solução para este e outros fenómenos que consideras imorais, nefastos, criminosos, o que quiseres…

    Sim, eu acho que quem mata seres humanos deve ir para a cadeia (no mínimo). Tu não achas?

    só que isso não bate certo com a defesa do cidadão e das famílias em face do Estado que muitos conservadores religiosos defendem…

    Bate sim. Aliás, é uma crença Bíblica de que o Estado deve punir os criminosos.

    o reforço do poder repressivo do Estado, mesmo num gerido por princípios religiosos, acaba por ser sempre uma ameaça.

    Não é “repressão” prender quem mata seres humanos: é justiça.

    Que garantias tens de que esse Estado não envereda por linhas heréticas e te tornas tu mesmo um seu potencial alvo?

    Se o Estado se tornar “herético” não vai ser por punir quem mata seres humanos.

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  5. Sérgio Sodré says:

    Mats,
    “Na Inglaterra ateísta o que não faltam são métodos contraceptivos, mas são mortos pelo menos 200,000 seres humanos intrauterinos todos os anos.”

    A Inglaterra “ateísta” tem uma monarquia cujo chefe é cabeça de uma Igreja… a tua expressão é facciosa.

    Mas não é isso que interessa… a questão prática é como fazer campos de concentração para cerca de 200.000 mães abortivas mais os restantes responsáveis envolvidos… sendo que cada ano seria preciso fazer novos campos. Entretanto as respectivas famílias seriam destruidas e novos filhos ficariam por nascer. Dizer que a Inglaterra tem 200.000 assassinas (mais os cumplices) por anos é identificar essas pessoas com os verdadeiros criminosos comuns. É uma visão simplista da realidade e totalmente irrealista em termos de encontrar soluções válidas. Estas prisões em massa exigiriam um estado totalitário (com polícia e delatores em cada esquina)… e destruiriam a sociedade e o país… não é uma solução realista e eficaz… nem seria tecnicamente possível (faltam os largos espaços siberianos a Londres).
    Se fazer um aborto se torna igual a assassinar um cidadão então será o caos na execução da justiça… e um aumento exponencial do aborto clandestino com ainda mais mortes. Não me parece que haja uma solução única.

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  6. Mats says:

    Sodré,
    Estás a dizer então que não se deve pôr na prisão pessoas que matam outros seres humanos por motivos da falta de espaço?

    Portanto, se algum dia houver um onde infernal de roubos, nós teremos que deixar os ladrões em liberdade por falta de espaço nas cadeias?

    Não é “repressão” prender quem mata seres humanos: é justiça. Se 200, 2000 ou 200000 pessoas mataram seres humanos, então elas tem que pagar pelo assassínio.

    Tu estás a fugir ao assunto e focar na logística de manter tanta gente na prisão. Isso é secundário. O que importa é que alguém tem que pagar pela morte de pessoas. Ou achas que a prioridade do tribunal de Nuremberga foi “Bolas, onde vamos por todos estes presos?” e não “estes genocidas tem que pagar pela morte de 6 milhões de judeus” ?

    Não tentes mudar o foco da questão: aborto é matar um ser humano, e como o assassínio é crime, as pessoas que matam seres humanos devem pagar por isso.

    Se não concordas, então estás a dizer que o assassínio não é pena punível com prisão. É isso que acreditas?

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  7. Sérgio Sodré says:

    Mats,
    Estou a questionar quais as soluções Adequadas, Aceitáveis e Exequíveis, porque só as soluções que reunem estas 3 características são efectivamente soluções. O resto são meros idealismos “justiceiros” que acabam por não se traduzir em nehuma solução prática.

    “Estás a dizer então que não se deve pôr na prisão pessoas que matam outros seres humanos por motivos da falta de espaço?”
    Mas como é que se coloca se não houver espaço? Ficamos todos contentes com as palavras “vamos metê-los na prisão” e depois não metemos… E no caso vertente não se trata de prisões mas de campos de concentração ou melhor de reeducação à comunista (agora seria à cristã), pois os números envolvidos assim o exigiriam.

    Lembra-te… Solução Efectiva = Adequada (ou seja apropriada a resolver de facto o problema); Aceitável (a sociedade tem de estar de acordo com o género de solução encontrada); Exequível (as medidas têm de ser possíveis de concretização e não fantasiosas).

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  8. Karina says:

    Quanto maior a mentalidade contraceptiva, de que bebês são problemas, de que bebês acabam com a liberdade dos pais, mais e mais aberrações veremos por aí(aborto, abandono, infanticídio).

    Hoje, um casal se casa fechado a qualquer manifestação de vida e, quando ela ocorre e a esposa engravida, acham normal que não haja acolhida dessa criança, então ela será abortada, abandonada ou até jogada pela janela, como aconteceu aqui no Brasil (procurar Isabela Nardoni no Google).

    E Maria, que há mais de 2 mil anos aceitou de coração engravidar, chora copiosamente no céu por todas essas crianças mortas e rejeitadas.

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  9. Mats says:

    Sodré,

    Estou a questionar quais as soluções Adequadas, Aceitáveis e Exequíveis, porque só as soluções que reunem estas 3 características são efectivamente soluções.

    Por outras palavras, se não houver prisões, deixamos todos os assassinos em liberdade?

    O resto são meros idealismos “justiceiros” que acabam por não se traduzir em nehuma solução prática.

    Achas que defender a vida de bebés é um mero “idealismo justiceiro”? Há mais alguém na sociedade cuja vida tu não valorizes? Sei lá, os ciganos? Ou os africanos? Ou as mulheres?
    Se amanhã houver um surto de xenofobia e começarem a matar todos os chineses que há em Portugal, tu achas que se deveria prendê-los a todos, ou deixá-los em liberdade até termos uma “solução adequada, aceitável e exequível” ?

    SE não vais falar do imoralidade dum ser humano decidir se matar vidas humanas inocentes, então esta conversa não faz sentido.

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  10. Sérgio Sodré says:

    Mats,
    Queres prendê-los mas não dizes uma palavra onde prendê-los… até admites prendê-los sem haver onde… como fazias isso ninguém sabe, só com um passo de magia… lembrei-me agora, talvez os campos de futebol (mas seria aceitável pelos alienados da bola?).
    Quanto a não valorizar as mulheres, tu é que falas de 200.000 irem dentro em Inglaterra (contando 1 aborto por 1 mulher).

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  11. Mats says:

    Sodré,

    Queres prendê-los mas não dizes uma palavra onde prendê-los…

    Não é preciso dizer para onde eles devem ser presos para se vêr que os humanos não tem autoridade para tirar a vida humana inocente.

    Continuas a fugir ao assunto:

    1. Se não houver prisões, deixamos todos os assassinos em liberdade?

    2. Portanto, se algum dia houver um onde infernal de roubos, nós teremos que deixar os ladrões em liberdade por falta de espaço nas cadeias?

    3. Achas que defender a vida de bebés é um mero “idealismo justiceiro”? Há mais alguém na sociedade cuja vida tu não valorizes? Sei lá, os ciganos? Ou os africanos? Ou as mulheres?

    4. Se amanhã houver um surto de xenofobia e começarem a matar todos os chineses que há em Portugal, tu achas que se deveria prendê-los a todos, ou deixá-los em liberdade até termos uma “solução adequada, aceitável e exequível” ?

    Quanto a não valorizar as mulheres, tu é que falas de 200.000 irem dentro em Inglaterra (contando 1 aborto por 1 mulher).

    Sim, quem mata seres humanos inocentes deve ir preso. Concordas ou não?

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  12. Mats :

    Idealmente até és capaz de ter razão. Com a tecnologia e recursos que temos já deveríamos ser capazes de estar em condições para receber todas as gravidezes com alegria e nem se discutir a ideia de aborto.

    De volta ao mundo real há gravidezes indesejadas e mães que abortam voluntariamente.

    Foram tentados muitos meios de repressão. O mais eficaz até agora foi implementado pelo ditador Ceaucesco na Roménia comunista. Colocou sob suspeita todas as mulheres férteis. Mesmo com uma ditadura feroz como tinha os resultados não foram brilhantes.

    O problema que temos num estado democrático é :

    Reprimir, investigar e punir com a mesma pena de homicídio as mulheres, técnicos de saúde, etc e tal que intervenham numa IVG.
    Como uma IVG é planeada a pena aproximar-se-ia da máxima (25 anos) para todos os agentes.

    Isto depara com uma impossibilidade de reprimir com algum sucesso. O sistema judicial, as policias e as cadeias não poderiam processar mesmo uma parte insignificante dos casos.

    Com penas tão elevadas mesmo que o sistema judicial, à custa da paragem de todos os processos pendentes e esvaziando todas as cadeias para meter lá mulheres teríamos o problema da resolução de centenas de famílias desfeitas por a mãe estar presa. E o pai também porque normalmente sabe da IVG.

    Mesmo assim, prendendo 10 000 mulheres e cúmplices por ano – o mesmo número da nossa população prisional – íamos punir um número quase insignificante em relação aos abortos praticados.

    Perante este cenário podemos tomar duas atitudes:

    Proibir olhando para o lado como fizemos em Portugal durante os últimos anos. Era formalmente proibido fazia-se nos hospitais privados e públicos.

    Uma vez de 5 em 5 anos lá se levavam umas mulheres a tribunal para serem absolvidas.

    Ou aceitar que se façam e nem olhar para o lado nem tentar transformar o estado num aparelho repressivo.

    E repara que eu considero o aborto, excepto quando está em risco a vida da mãe ou a saúde do feto, errado.

    Quando um crime, por mais repugnante que seja, é cometido por um grande número de pessoas tem de se inventar uma alternativa à punição do crime individual.

    Se na Alemanha em 45 ou nos países da ex cortina de ferro fossem julgar e prender todas as pessoas que cooperaram com os regimes estavam desgraçados…

    O mesmo se passou na África do Sul depois do apartheid ou no Ruanda.

    Não se pode ter 10% da população presa.

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  13. Karina says:

    João Melo de Sousa diz: “Não se pode ter 10% da população presa.”

    Ok, pode ser. Mas pode-se dar exemplos e argumentos o suficiente para que não haja tantas mulheres a abortar. E a certeza da punição é, sem dúvidas, um bom motivo para que se pense duas vezes antes de cometer um crime.

    Saiu uma reportagem aqui no Brasil com criminosos “barra pesada”. A grande maioria repetiu que continuavam a cometer crimes porque, no Brasil, o crime compensa e não há punição séria.

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  14. Karina says:

    Aliás, já pararam pra pensar que a taxa de aborto em Portugal aumentou justamente porque deixou de ser crime?! Aquelas que nunca iriam fazer não pelo fato de ser horrendo, mas pelo simples medo de ir pra cadeia, passaram a achar legal.

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  15. Karina:

    Certamente um dos muitos factores que aumentam o número de IVG´s será o facto de ser ou não legal e qual o grau de repressão que o estado utiliza na sua repressão.

    No entanto o estado que mais reprimiu o aborto teve poucos resultados e custos sociais muito elevados. A Roménia nos tempos do ditador Ceaucesco teve a politica mais agressiva contra a IVG e podes procurar na net os resultados: orfanatos sobre lotados, imenso aborto clandestino em condições miseráveis e infanticídio.

    O que me parece é que não é feito na maior parte dos países o acompanhamento precoce de grupos de risco de gravidezes indesejadas.

    Penso que não há alternativa credível à despenalização da IVG.

    As alternativas passam por declarações de intenções mas sem uma solução prática e credível.

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