Camarão com “360 milhões de anos” idêntico ao actual

A PhysOrg mostra a foto dum “antigo” camarão (encontrado em Oklahoma) junto a um camarão vivo. Eles são idênticos mas o artigo alega que o fóssil tem “360 milhões de anos” – o mais antigo decápode de sempre.

O fóssil de camarão ainda contém uma delicada preservação dos músculos da sua cauda, “extremamente raro nos fósseis“. O artigo alega que o organismo está tão bem preservado porque poisou no fundo do mar em águas ácidas fracas em oxigénio e que “foi enterrado rapidamente“.

Em relação ao significado do achado, um dos cientistas da Universidade Kent State alega que:

O fóssil é um passo importante no desvendar da evolução dos decápodes. No entanto, mais achados são necessários.


Chamar este animal complexo de “uma passo importante no desvendar da evolução dos decápodes” é a mesma coisa que encontrar um prédio totalmente formado, com canalização, electricidade, metal na sua estrutura e com mobília no seu interior e dizer que o mesmo é um passo importante no desvendar da evolução dos prédios mas que mais achados são necessários.

O que é preciso desvendar aqui é o mito que a teoria da evolução é. Será que ninguém na comunidade evolutiva faz as questões relevantes num caso como o citado em cima?

  • Como é que se explica que um animal que alegadamente viveu há mais de 300 milhões de anos é virtualmente idêntico ao actual?
  • Onde está a evolução?
  • Quando se diz que este fóssil foi enterrado rapidamente, não será isso evidência para um evento catastrófico?
  • Não está esse facto (juntando a muitos outros) em concordância com o Dilúvio de Noé?
  • Quando animais com mais de “300 milhões de anos” são virtualmente idênticos aos actuais, não será altura de se questionarem os métodos de datação convencionais?

Enfim, há tantas perguntas que podem ser feitas que é de estranhar os auto-denominados “defensores da ciência” não colocarem nenhuma. Mas todos sabemos o porquê disso. Eles não querem fazer perguntas relevantes devido ao valor da teoria da evolução.

Eles sabem que a teoria não sobrevive a análise cientifica e como tal, preferem regurgitar o que quer que os órgãos de informação evolutivos reportam. É mais fácil assim.

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3 Responses to Camarão com “360 milhões de anos” idêntico ao actual

  1. Nuno Dias says:

    Como é que se explica que um animal que alegadamente viveu há mais de 300 milhões de anos é virtualmente idêntico ao actual?
    semelhanças de limites de corpo

    Onde está a evolução?
    não é obrigatório que o fóssil seja ascendente directo dos actuais camarões

    Quando se diz que este fóssil foi enterrado rapidamente, não será isso evidência para um evento catastrófico?
    Talvez.

    Não está esse facto (juntando a muitos outros) em concordância com o Dilúvio de Noé?
    se tivesse existido um dilúvio TODOS os fósseis encontrar-se-iam na mesma camada geológica

    Quando animais com mais de “300 milhões de anos” são virtualmente idênticos aos actuais, não será altura de se questionarem os métodos de datação convencionais?
    Qual é o problema em terem semelhanças com os actuais?

    Não há qualquer problema em colocar questões. Há é o problema em forçar as respostas para baterem certo com um livro com 2000 anos.

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  2. Mats says:

    Nuno,

    “Como é que se explica que um animal que alegadamente viveu há mais de 300 milhões de anos é virtualmente idêntico ao actual?”

    semelhanças de limites de corpo

    Como é que sabes disso?

    “Onde está a evolução?”

    não é obrigatório que o fóssil seja ascendente directo dos actuais camarões

    Pior ainda. Como é que o camarão actual “convergiu” para um constituição corporal practicamente idêntica de um animal que nem pode ser seu ascendente?

    “Quando se diz que este fóssil foi enterrado rapidamente, não será isso evidência para um evento catastrófico?”

    Talvez.

    Ainda bem que concordas que existem algumas evidências para o Dilúvio.

    “Não está esse facto (juntando a muitos outros) em concordância com o Dilúvio de Noé?”

    se tivesse existido um dilúvio TODOS os fósseis encontrar-se-iam na mesma camada geológica

    Porquê?

    “Quando animais com mais de “300 milhões de anos” são virtualmente idênticos aos actuais, não será altura de se questionarem os métodos de datação convencionais?”

    Qual é o problema em terem semelhanças com os actuais?

    Levanta questões sobre a idade da Terra. Se em 65 milhões de anos os dinossauros alegadamente vieram e foram, e os mamíferos vieram, é difícil de acreditar que em 350 milhões de anos estes pequenos animais tenham ficado essencialmente na mesma.

    Não há qualquer problema em colocar questões. Há é o problema em forçar as respostas para baterem certo com um livro com 2000 anos.

    Não é preciso “forçar”: as coisas já batem certo.
    Se “não há problemas em colocar questões”, porque é que só os criacionistas é que as colocam?

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  3. Nuno Dias says:

    é difícil de acreditar que em 350 milhões de anos estes pequenos animais tenham ficado essencialmente na mesma.
    a informação que possuis sobre o animal fossilizado não te permite dizer isso. Apenas estás a assumir pois reparas que têm um aspecto semelhante.
    O conceito que penso que tens errado é o “acumular de informação” ao longo do tempo. A informação genética não se trata como algo semelhante à programação em java, não existe um acumular de linhas. Uma melhor analogia é o código binário em que 10010100 representa algo e 10010110 algo diferente. E é este alterar de bits que faz nova informação.
    Pode é acontecer que a capacidade de escrita aumente e se coloque mais informação.
    No caso de camarão, porque não considerar que nunca houve pressões evolutivas para que diferentes códigos genéticos prevalecessem? Haviam desenvolvido um corpo que conseguiu suportar as várias alterações ao longo destes milhões de anos.
    No caso do pelicano, em que defendi o contrário, parece-me que existe uma diferença significativa nas necessidades de sobrevivência e capacidades de reprodução de cada uma.

    E isto também é evolução das espécies. As grandes e pequenas variações.

    Estou em crer que em nada aquele fóssil é familiar com os actuais camarões. Os artrópodes assumem milhentas formas.

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