Exoplanetas confirmam criação, refutam ateísmo

Como é que os planetas se formaram? Esta questão tem sido feita por naturalistas filosóficos há décadas, mas quanto mais eles sabem sobre os planetas, menos as suas teorias baseadas no naturalismo se ajustam às observações. O pior é que, devido à enorme variação entre os planetas, eles até podem nem estar a fazer a pergunta certa.

As versões mais antigas das explicações naturalistas eram baseadas na estrutura do sistema solar, com os seus 4 planetas rochosos interiores, e os 4 gigantes gasosos mais afastados do Sol.

A “Hipótese Nebulosa”, que aparecia em muitos livros escolares, foi desenvolvida por Immanuel Kant e avançada por Pierre-Simon Laplace em 1796. Eles propuseram que uma nuvem gigante em colapso “e composta por gás em rotação supostamente lançou anéis que eventualmente se condensaram e se tornaram em planetas.” 1

Esta é a teoria que, essencialmente, ainda é ensinada.2 Em termos superficiais, a teoria explica algumas das características básicas do sistema solar, como por exemplo, as órbitas arredondadas. No entanto, desde os 1700s que os astrónomos tem recolhido alguns dados que tornam a hipótese insustentável. Por exemplo, cada planeta possui uma distinta composição química que não é o que seria de esperar se os planetas se tivessem originado a partir da mesma nuvem.3

Teorias alternativas vieram e foram, mas nenhuma foi capaz de explicar como é que os planetas podem se ter formado através dum imaginado processo natural. E agora que os exoplanetas – localizados junto a sistemas fora do sistema solar – estão a ser descritos, as poucas teorias naturalistas que ainda retinham alguma plausibilidade quando aplicadas ao sistema solar, mostram-se totalmente imprestáveis quando aplicadas aos exoplanetas.

Por exemplo, um conjunto de pequenos planetas descoberto no ano de 2010 orbitando a estrela HD 10180 não se conformava com as teorias naturalistas para a formação planetária. O astrónomo francês Christophe Lovis, que descreveu formalmente o grupo num colóquio recente àcerca dos exoplanetas, disse:

Os sistemas de planetas com massas baixas como o que está em volta de HD 10180 parecem ser bastante comuns, mas a sua formação permanece um puzzle.4

Adicionado a todos estes problemas, têm sido descobertos planetas possuem órbitas retrógradas – isto é, contra a direcção rotacional das suas estrelas. Inventar mecanismos naturais que reverteram a direcção orbital destes planetas logo após terem sido formados levou à criação de modelos de formação planetária que desafiam a nossa credulidade.5

O astrónomo Geoff Marcy dirigiu-se de forma cândida a uma conferência científica e admitiu que não há modelos de formação planetária satisfatórios. Um blog da Scientific American declarou que, durante a tal conferência científica, Marcy “tratou de demolir os modelos de formação planetária prevalecentes. Os observadores de qualquer ramo da ciência tem um prazer peculiar em vêr os seus colegas teóricos entrarem em colapso choroso, mas isto acontece com uma regularidade enervante com os exoplanetas. Os modelos falharam consistentemente em prever a diversidade dos sistemas planetários existentes.6

Os sistemas planetários que tem sido descobertos “são de todas as formas e tamanhos.6 As variações nos sistemas vão desde a composição (rochosos ou gigantes gasosos), a distância entre si e as suas estrelas, movimento, forma da órbita, densidade, número, arranjo e temperatura – só para mencionar algumas distinções.

Se as forças da natureza de facto criaram estes sistemas, eles deveriam pelo menos ter algumas características em comum. No entanto, parece que cada novo sistema planetário descoberto é totalmente único. Qual é o modelo naturalista ou a teoria naturalista que pode explicar todas estas variações?

Deus explica.

Para os cristãos a diversidade dos sistemas planetários não é problemática. Se os planetas foram criados duma só vez por Deus – e não como resultado dum processo natural – então a questão “Como é que os planetas se formaram?” é um equívoco. Os planetas não se formaram como resultado de forças naturais, mas são sim o resultado de um processo criativo Sobrenatural.

A miríade de diferenças entre os planetas observados até hoje apontam para o Deus Infinito. Quanto mais o nosso conhecimento avança, mais estas palavras se confirmam:

Os céus declaram a Glória de Deus.7



Referencias

  1. Pasachoff, J. M. 1998. Astronomy: From the Earth to the Universe. Fort Worth, TX: Saunders College Publishing, 124.
  2. For example, a 1993 college textbook stated, “About 5 billion years ago, and for reasons that are not yet fully understood, this huge cloud of minute rocky fragments and gases began to contract under its own gravitational influence.” Tarbuck, E. J. and F. K. Lutgens. 1993. The Earth: An Introduction to Physical Geology, 4th ed. New York: Macmillan, 10, 12.
  3. Coppedge, D. 2008. Nebulous Hypothesis. Acts & Facts. 37 (2): 15.
  4. Malik, T. Alien Solar System Looks Strikingly Like Ours. Space.com. Posted on space.com August 24, 2010, accessed January 13, 2011.
  5. Thomas, B. Planet’s Reverse Orbit a New Twist in Old Evolutionary Story. ICR News. Posted on icr.org September 18, 2009, accessed January 13, 2011.
  6. Musser, G. Why don’t exoplanets match astronomers’ expectations? A dispatch from the American Astronomical Society meeting. Scientific American blog. Posted on scientificamerican.com January 13, 2011, accessed January 13, 2011.
  7. Psalm 19:1.

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"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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