Aviões deveriam se parecer com pássaros? Sim!

“Ou voa o gavião pela tua inteligência, estendendo as suas asas para o sul?”
Jó 39:26

O texto do site “Inovação Tecnológica” tem a seguinte frase:
Os aviões modernos voam bem mas, do ponto de vista da eficiência do combustível, eles teriam muito a ganhar se parecessem um pouco mais com os pássaros.

Por outras palavras, o ser humano, com toda a sua inteligência, sofisticação e engenharia não consegue chegar perto do fabuloso design que Deus criou.

Lendo notícias como estas, fica difícil de entender a posição de certos anti-religiosos que gritam histéricos não haver evidências para a existência de Deus. Se eles puserem de lado os livros de Dawkins e companhia, e abrirem livros científicos (e lê-los com uma mente crítica) eles irão encontrar incontáveis evidências para a existência de Deus.

Claro que isto assume que o homem anti-religioso se interessa pelas evidências, mas isso é refutado pelo simples facto dele ser anti-religioso.

Aviões-pássaros?

Embora ambos voem, aviões não se parecem muito com pássaros – a menos que você esteja imaginando um pássaro muito estranho ou um avião muito esquisito.

Mas será que aviões deveriam se parecer com pássaros? Ou, de outro modo, haveria algum benefício se o desenho dos aviões se aproximasse um pouco mais da aparência de um pássaro?

Geoffrey Spedding, da Universidade do Sul da Califórnia (EUA), e Joachim Huyssen, da Universidade Nordeste (África do Sul), acreditam que sim.

O objetivo dos dois engenheiros era descobrir formas de fazer com que os aviões consumam menos combustível. Para isso, eles abandonaram o desenho tradicional do “tubo com asas” e voltaram à estaca zero.

Sustentação e arrasto

Os pesquisadores projetaram uma aeronave simples e modular em três configurações: uma asa voadora individual, então asas mais um corpo e, em seguida, asas mais corpo e uma cauda.

Foram analisados os fluxos de ar em vários ângulos em relação às asas, corpo e cauda, em busca de formas de obter a maior sustentação – importante para o transporte de cargas – e o menor arrasto – importante para uma maior eficiência do combustível.

Os pesquisadores estabeleceram que, para qualquer proposta dada, em termos de capacidade de carga, autonomia etc., o melhor avião seria aquele que gerasse o menor arrasto possível.

As asas voadoras se mostraram a base fundamental ideal, mas impraticáveis – é difícil colocar carga e pessoas lá dentro. Então eles adicionaram um corpo para minimizar o arrasto e, mais importante, uma pequena cauda, que serve essencialmente para anular os distúrbios aerodinâmicos criados pelo corpo.

Cauda mínima

Infelizmente, a presença de um corpo diminui a sustentação e aumenta o arrasto. Em termos teóricos, isso pode ser resolvido com a adição de uma “cauda mínima”.

Uma cauda mínima em relação às que os aviões atuais possuem – mas o resultado é que os aviões ficam muito mais parecidos com os pássaros.

Alguns anos atrás, um planador com cauda mínima foi testado com sucesso em voo, mas protótipos maiores para aviões comerciais nunca foram construídos.

“O ponto mais importante é que podemos estar desperdiçando grandes quantidades de combustíveis fósseis ao voar em aeronaves com projetos fundamentalmente sub-ótimos,” diz Spedding.

“No mínimo, podemos mostrar que existe um projeto alternativo que é aerodinamicamente superior. Existe agora um imperativo para aprofundar esses projetos, e talvez outros, que poderão fazer uma diferença significativa para o nosso padrão global de consumo de energia,” conclui ele.

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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