Medicina Selvagem

João 14:6
“Disse-lhes Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por Mim.”

Será possível que o teu farmacêutico possa ser um chimpanzé? Cientistas têm vindo a descobrir que muitos animais usam uma variedade de plantas e outros items para tratar das suas complicações físicas. Os animais já sabem das propriedades médicas de algumas plantas enquanto a medicina humana ainda tem que aprender sobre tal.

Recentemente um cientista reparou que uma das macacas mantidas sob o seu cuidado estava a ficar letárgica e com perda de apetite. Inferiu-se desses dados que ela havia desenvolvido algum tipo de complicação gástrica. Umas horas depois de ter ficado doente, ela começou a mastigar um arbusto que geralmente não faz parte da sua dieta. Ela mastigou a planta, engoliu o suco amargo mas cuspiu a polpa.

Quando a mesma macaca foi observada no dia seguinte, os seus sintomas haviam desaparecido e ela sentia-se melhor. Depois de alguma pesquisa, os cientistas verificaram que as tribos locais usam o suco da mesma planta para tratar complicações intestinais e perda de apetite.

Há muitas outras instâncias onde os animais aparentam ter conhecimento médico ainda não descoberto pelo homem. Por exemplo, o estudo do suco de raízes nas quais os ursos esfregam o seu pêlo mostrou que os ursos estão a usar um insecticida eficiente. Paralelamente, os cientistas observaram elefantes, macacos, pássaros e ursos a comer uma variedade de alimentos que não fazem parte da sua dieta normal, só para mais tarde descobrirem que aquilo que eles comiam era um tipo de alimento com propriedades médicas.

O mais espantoso é que os animais sabem qual é a melhor forma de ingerir o medicamento. Por exemplo, se a folha duma planta tiver um melhor efeito (como forma de matar parasitas intestinais) se fôr engolida sem mastigar, então o animal engole a folha sem a mastigar.

Conclusão:

Quem senão o Grande Médico, o Senhor Que Cura (YHWH RAPHE, Êxodo 15:26) poderia ter dado aos animais este conhecimento médico? Isto é o tipo de conhecimento que, mesmo que um macaco tivesse aprendido por si só, nunca seria passado pelos genes uma vez que aquilo que se aprende não altera a informação genética que se passa à descendência.

Tu podes aprender a falar hebraico durante a tua vida, mas isso não vai de forma nenhuma fazer com que os teus filhos nasçam a saber falar esse idioma. O mesmo se passa com actividades físicas: podes aprender a tocar piano, andar de bicicleta, ou a nadar mas isso não vai de forma nenhuma fazer com que os teus filhos nasçam a saber tocar piano, andar de bicicleta ou a saber nadar.

Aquilo que nós aprendemos não altera a informação genética passada à descendência. A única forma de se alterar a informação genética que normalmente seria passada aos filhos é algum tipo de alteração na informação que é usada para construir o novo ser humano, isto é, alterações nos ovários e na semente do homem.

É isso que geralmente acontece quando pessoas são alvo de radiações que os atinge em zonas sexuais. A informação genética aí presente (aquela que é transmitida) é perturbada e os filhos podem nascer com deficiências graves, como aconteceu nas áreas circundantes a Chernobyl.

Esta limitação ao tipo de informação que os país transmitem aos filhos impossibilita que a evolução seja explicação cientificamente credível para o fenómeno da medicina no mundo animal. Conhecimento não se transmite através do genes, e como os animais já nascem com este conhecimento, temos que inferir que este informação tem causas que estão para além do mundo natural.

A hipótese cientificamente mais sólida é que Alguém (Imaterial) ensinou estes animais como extrair benefícios médicos de certos tipos de plantas. Esta inferência científica ajusta-se perfeitamente no que o Livro de Génesis diz sobre as nossas origens:

Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.


Para o evolucionista determinado a não “permitir um Pé Divino à porta”, os avanços científicos na área da Biologia estão-se a revelar catastróficas. Para o Cristão, que juntamente com os 24 Anciãos declara “Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque Tu criaste todas as coisas, e por Tua vontade são e foram criadas“, estes dados apenas reforçam a sua fé.

Que Deus ajude a sua Igreja a mostrar ao mundo que a verdadeira ciência está de acordo com a verdadeira Fé (Cristianismo).

Referências: Cowen, Ron. 1990. “Medicine on the wild side.” Science News, v. 138. p. 280.

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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10 Responses to Medicina Selvagem

  1. Ana Silva says:

    “Quem senão o Grande Médico, o Senhor Que Cura poderia ter dado aos animais este conhecimento médico?” As suas mães. Os seus pais. A comunidade onde os animais estão inseridos.

    Todas as espécies animais que o Mats refere no post são inteligentes o suficiente para aprenderem copiando o que fazem outros elementos da sua comunidade. Como os macacos que utilizam pequenos paus para comerem formigas. Existem comunidades de chimpanzés em que todos os elementos do grupo aprendem desde muito cedo a usar este estratagema para comer formigas e comunidades de chimpanzés em que os animais não comem formigas porque dá muito trabalho (ainda não descobriram o estratagema do pau).

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  2. Mats says:

    Ana Silva,

    “Quem senão o Grande Médico, o Senhor Que Cura poderia ter dado aos animais este conhecimento médico?”

    As suas mães. Os seus pais. A comunidade onde os animais estão inseridos.

    Mas eu estou a aludir a conhecimento inato e instintiva e não a algo aprendido.

    Todas as espécies animais que o Mats refere no post são inteligentes o suficiente para aprenderem copiando o que fazem outros elementos da sua comunidade.

    Mesmo borboletas? Mesmo que saibam coisas que não possam ter aprendido com os seus?

    Como os macacos que utilizam pequenos paus para comerem formigas.

    Mas isso é passado de geração em geração, e não algo instintivo. O conhecimento médico que alguns animais possuem são instintivos e não aprendidos.

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  3. Ana Silva says:

    Tenho algumas dúvidas que a macaca que refere no post tenha tido um comportamento inato. Pode ajudar-me a tomar uma decisão final respondendo a algumas questões.

    A macaca em causa vivia em cativeiro ou foi estudada no seu meio ambiente natural? E se vivia em cativeiro duas questões: 1 – Nasceu em cativeiro ou foi capturada já adulta? 2 – Vive em cativeiro sozinha ou inserida uma comunidade com outros macacos da mesma espécie?

    Se a macaca que apresenta como exemplo vive inserida numa comunidade de macacos, em cativeiro ou não, então nada garante que o comportamento que o cientista observou seja inato.

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  4. Ana Silva says:

    Pelos vistos as borboletas monarca têm um comportamento inato que as conduzem a um sistema de medicação da sua descendência. Desconhecia este facto.

    Penso que o Mats tem consciência de que este facto pode ser explicado pela teoria de Evolução, pelo que não vou insultar a sua inteligência declarando essa explicação.

    Mais importante, a teoria de Evolução é uma teoria científica, o que quer dizer que pode sempre ser substituída por outra teoria que melhor explique os fenómenos naturais. E a Terra continuará a girar.

    “Deus fez!” pode explicar tudo e mais alguma coisa, o bom e o mau. E evita que se apresentem novas propostas de explicação. Pois se tudo resulta de intervenção divina então para quê procurar outra explicação? Para quê desenvolver a Ciência?

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  5. Ana Silva says:

    Já agora, um exemplo de como a explicação “Deus fez!” pode ser usada “ao contrário”.

    Ao longo dos séculos XIX e XX foram estudadas tribos indígenas sem contacto prévio com a Civilização. E verificou-se que muitas tribos não conheciam o Deus da Bíblia, acreditavam em mais de uma entidade divina (que podiam até ter a forma de animais), violavam as leis mais sagradas da Bíblia e atacaram os missionários que os tentaram contactar.

    Ainda assim estas tribos utilizavam plantas medicinais que os cientistas verificarem serem excelentes remédios, melhores que os conhecidos até então. Esse conhecimento médico “inato” foi-lhes transmitido pelo “Grande Médico, o Senhor Que Cura”?

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  6. Mats says:

    A afável e paciente Ana Silva responde,

    A macaca em causa vivia em cativeiro ou foi estudada no seu meio ambiente natural?

    A primeira

    E se vivia em cativeiro duas questões: 1 – Nasceu em cativeiro ou foi capturada já adulta?

    Não sei.

    2 – Vive em cativeiro sozinha ou inserida uma comunidade com outros macacos da mesma espécie?

    Não sei.

    Pelos vistos as borboletas monarca têm um comportamento inato que as conduzem a um sistema de medicação da sua descendência. Desconhecia este facto.

    A Ana ficaria surpreendida com a quantidade de informação anti-Evolução que a ciência revela. O problema é que a elite científica – toda ela crente na teoria da evolução – censura ou suprime conhecimento.

    Penso que o Mats tem consciência de que este facto pode ser explicado pela teoria de Evolução, pelo que não vou insultar a sua inteligência declarando essa explicação.

    Insulte à vontade. Qual é a explicação evolutiva para o conhecimento médico inato que alguns animais possuem?

    Mais importante, a teoria de Evolução é uma teoria científica, o que quer dizer que pode sempre ser substituída por outra teoria que melhor explique os fenómenos naturais. E a Terra continuará a girar.

    “Deus fez!” pode explicar tudo e mais alguma coisa, o bom e o mau.

    A Ana faz uma mistura de coisas distintas. Os Cristãos explicam a origem dos sistemas biológicos referindo a Deus, mas isso não implica que se apela o funcionamento dos ditos sistemas com a frase “Deus fez!”.

    O debate entre os evolucionistas e os criacionistas refere-se à origem e não ao funcionamento.

    Ao longo dos séculos XIX e XX foram estudadas tribos indígenas sem contacto prévio com a Civilização. E verificou-se que muitas tribos não conheciam o Deus da Bíblia, acreditavam em mais de uma entidade divina (que podiam até ter a forma de animais), violavam as leis mais sagradas da Bíblia e atacaram os missionários que os tentaram contactar.

    Ainda assim estas tribos utilizavam plantas medicinais que os cientistas verificarem serem excelentes remédios, melhores que os conhecidos até então. Esse conhecimento médico “inato” foi-lhes transmitido pelo “Grande Médico, o Senhor Que Cura”?

    Duas coisas:
    1) Segundo a Bíblia, originalmente o Homem tinha conhecimento do Deus Verdadeiro, mas foi perdendo com o decorrer dos séculos. Daí o paganismo, o ateísmo, o evolucionismo e outras ideologias falsas.

    2) É bem possível que eles tenham observado os animais (os tais que tem conhecimento inato) e copiado. Posteriormente, esse conhecimento foi passado através das gerações.

    Isto de forma nenhum explica como é possível os animais terem conhecimento médico específico inato. É isso que é melhor explicado com o Design Divino do que a teoria da evolução.

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  7. Ana Silva says:

    “Qual é a explicação evolutiva para o conhecimento médico inato que alguns animais possuem?” Seres vivos com uma característica que lhes permita sobreviver melhor num meio terão um maior número de descendentes, numa escala exponencial.

    “Os Cristãos explicam a origem dos sistemas biológicos referindo a Deus, mas isso não implica que se apela o funcionamento dos ditos sistemas com a frase “Deus fez!”.” Não percebi o que o Mats quer dizer com esta frase.

    Sempre pensei que os defensores do design inteligente consideram que um Ser Superior desenhou o melhor sistema para cada espécie. Ao “desenhar” um sistema o designer tem sempre de ter em consideração a sua função. Os criacionistas dizem que o designer do design inteligente é Deus.

    A sua explicação para o exemplo das tribos que apresentei é um pouco assustadora. Prefiro acreditar que Deus não iria pensar de uma forma tão “clubística” ao transmitir informação vital para a sobrevivência de pessoas.

    E já agora porque é que os animais têm um conhecimento inato e os homens das tribos não? E os descendentes de Abraão que mantiveram a sua crença no Deus da Bíblia e depois se converteram ao Cristianismo? O seu conhecimento era inato ou aprenderam com os animais?

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  8. Mats says:

    Ana Silva,

    “Qual é a explicação evolutiva para o conhecimento médico inato que alguns animais possuem?”

    Seres vivos com uma característica que lhes permita sobreviver melhor num meio terão um maior número de descendentes, numa escala exponencial.

    Mas a pergunta não é como os animais com essa característica se tornam dominantes, mas sim como surgiu essa característica inata. Como é que a evolução explica o conhecimento inato de animais, conhecimento esse que não é transmissível via ADN?

    “Os Cristãos explicam a origem dos sistemas biológicos referindo a Deus, mas isso não implica que se apela o funcionamento dos ditos sistemas com a frase “Deus fez!”.”

    Não percebi o que o Mats quer dizer com esta frase.

    Eu posso dizer que um dado carro é o resultado de design inteligente, mas ao mesmo tempo dizer que o carro funciona segundo leis mecânicas e físicas. Uma não invalida a outra.
    Semelhantemente, eu posso dizer que o sistema de visão dos seres vertebrados foi feito por Deus, mas ao mesmo tempo tentar explicar o seu FUNCIONAMENTE (não a sua origem) segundo leis da física, e bio-química.
    ORIGEM e FUNCIONAMENTO são debates distintos. A discussão entre evolucionistas e criacionistas centra-se na origem dos sistemas biológicos e não no funcionamento.

    A sua explicação para o exemplo das tribos que apresentei é um pouco assustadora. Prefiro acreditar que Deus não iria pensar de uma forma tão “clubística” ao transmitir informação vital para a sobrevivência de pessoas.

    Qual é o “clubismo” de Deus? Eis o que eu disse:

    1) Segundo a Bíblia, originalmente o Homem tinha conhecimento do Deus Verdadeiro, mas foi perdendo com o decorrer dos séculos. Daí o paganismo, o ateísmo, o evolucionismo e outras ideologias falsas.

    2) É bem possível que eles tenham observado os animais (os tais que tem conhecimento inato) e copiado. Posteriormente, esse conhecimento foi passado através das gerações.
    ……….

    E já agora porque é que os animais têm um conhecimento inato e os homens das tribos não?

    Porque é que os homens deveriam ter o MESMO conhecimento inato que os animais? O ser humano tem conhecimento inato de outras coisas. Por exemplo, não é preciso ensinar um bebé como retirar leite materno da sua mãe. Basta aproximá-lo do seio e ele começa a beber normalmente. Ninguém o ensinou mas ele sabe. É inato. Quem lhe deu esse conhecimento? Lembre-se: aquilo que nós aprendemos não é passado através dos genes.

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  9. Ana Silva says:

    “Eu posso dizer que um dado carro é o resultado de design inteligente, mas ao mesmo tempo dizer que o carro funciona segundo leis mecânicas e físicas. Uma não invalida a outra.” Concordo, complementam-se. Os designers de todos os carros têm sempre em consideração as funcionalidades do carro, pelo que têm de ter em consideração as leis físicas (a Mecânica é uma componente da Física) que explicam a forma como um carro funciona.

    O funcionamento de um equipamento/instrumento terá sempre de estar na mente do seu designer.

    A teoria da Evolução não tenta explicar a origem da Vida na Terra. Não é esse o seu objectivo.

    “Não é preciso ensinar um bebé como retirar leite materno da sua mãe. Basta aproximá-lo do seio e ele começa a beber normalmente.” É verdade. É um comportamento inato em todos os mamíferos, incluindo o Homem.

    “Segundo a Bíblia, originalmente o Homem tinha conhecimento do Deus Verdadeiro, mas foi perdendo com o decorrer dos séculos”. Se decidisse comentar esta frase já não estamos a debater questões de Ciência, estamos a debater questões de Fé e de Religião. Penso ser melhor “ficar por aqui”.

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  10. Mats says:

    Ana Silva,

    A teoria da Evolução não tenta explicar a origem da Vida na Terra. Não é esse o seu objectivo.

    Mas tenta explicar a origem (não o funcionamento) das espécies.

    “Não é preciso ensinar um bebé como retirar leite materno da sua mãe. Basta aproximá-lo do seio e ele começa a beber normalmente.”

    É verdade. É um comportamento inato em todos os mamíferos, incluindo o Homem.

    E como é que ele aprendeu isso? Lembre-se que o conhecimento não é passado pelos genes.

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