A “infalível” sabedoria humana: bebé ‘morto’ chora ao ser preparado para funeral

Um grave erro médico pode ter custado a vida de um recém-nascido, julgado erroneamente morto e enviado para uma funerária na cidade de Araxá, no estado brasileiro de Minas Gerais. Foram os funcionários da funerária que perceberam que o recém-nascido, afinal, estava vivo, quando ele, ao ser preparado para o velório e o enterro, começou a chorar, dando um enorme susto em todos ao redor.

O bebé tinha nascido ao início da tarde de terça-feira no Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Araxá, mas, pouco depois, os médicos comunicaram aos pais dele que o menino, que era prematuro, não tinha resistido e morrera. Como é habitual nesses casos, os médicos lavraram a certidão de óbito e o recém-nascido foi encaminhado para uma funerária da cidade.

Horas depois, após o choro que mostrou que estava vivo, o bebé foi novamente levado para o Hospital da Santa Casa, para espanto de todos que o tinham visto sair dali supostamente sem vida. Os médicos confirmaram, como não podia deixar de ser, que o recém-nascido estava realmente vivo, mas constataram que ele apresentava graves problemas respiratórios.

Como naquela unidade hospitalar não existe Centro de Tratamento Intensivo para crianças nem os meios necessários para atender devidamente um caso como aquele, o menino foi enviado para outro hospital numa outra cidade, o Hospital da Universidade do Triangulo Mineiro, na cidade de Uberaba, onde acabou por morrer na madrugada desta quarta-feira.

A polícia vai agora apurar se o bebé morreu devido a eventuais complicações decorrentes do parto prematuro e da saúde frágil, ou se o seu óbito foi uma consequência das muitas horas que esteve sem atendimento por ter sido considerado morto.

Fonte


Eventos como este demonstram de forma bem clara o quão limitado o nosso conhecimento é. Se em situações onde o sujeito está bem à nossa frente nós podemos determiná-lo como “morto” quando estava vivo, qual é a base lógica para se confiar nesse mesmo conhecimento humano em situações que nós não podemos testar empiricamente tais como o céu, o inferno (Mateus 25:41), criação, Dilúvio, anjos e demónios?

É o pináculo da nossa arrogância posicionarmos o homem como juiz em matérias que estão bem para além da análise empírica, especialmente quando já há Alguém com capacidade para tal. Mas como já sabemos, se há algo em que nós seres humanos somos bons é em julgar-mo-nos melhores do que realmente somos.

Para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus e Pai, e de Cristo,

Em Quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência.

Colossenses 2:3

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Salmo 139:14 - Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras
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