Libélula “ensina” cientistas

O naturalismo evolutivo pinta-nos a imagem de que a vida nada mais é que um longa colecção de acidentes genéticos que, por sorte, resultaram nos sistemas de vida que hoje se encontram na Terra. Esta visão imaginativa da biosfera destrói o nosso sentimento de admiração em relação à sofisticada engenharia presente no mundo vivo.

Consideremos o vôo, por exemplo. Existem duas versões em relação à sua alegada evolução:

  • Um grupo de evolucionistas sugere que as áves descendem de répteis que aprenderam a voar a partir das árvores. Depois de várias tentativas e erros, o vôo apareceu. Esta interpretação é conhecida no mundo evolutivo como “arbórea“.
  • Outros evolucionistas, no entanto, defendem religiosamente que alguns répteis desenvolveram asas não para voar mas sim para perseguir insectos. Esta interpretação tem o nome de “cursorial“.

Apesar de ambas as versões evolutivas serem cientificamente deficientes – como seria de esperar – os argumentos que os defensores da posição cursorial levantam contra a interpretação arbórea são, na sua maioria, válidos, tal como os argumentos levantados pelos defensores da interpretação arbórea contra a visão cursorial o são.

Mas pior que fornecer “explicações” que nada explicam em relação à origem dos sistemas biológicos, o naturalismo evolutivo não explica o porquê de grande parte do nosso conhecimento em torno da aerodinâmica vir do estudo das áves.

Se a biosfera é o resultado de uma longa série de acidentes não-inteligentes, qual é a origem da inteligência embutida nas formas de vida? Será que forças não-inteligentes têm a capacidade de gerar sistemas com inteligência ?

Para além da total ausência de explicação evolutiva cientificamente válida para o aparecimento de apenas um sistema de vôo, os evolucionistas têm, adicionalmente, que explicar o aparecimento das várias formas de vôo presentes no mundo vivo.

Os cientistas têm aprendido muitos segredos aerodinâmicos devido ao estudo que fazem do vôo da libélula.

Os nossos melhores engenhos de elevada performance mal podem-se erigir do chão, mas a libélula pode levantar até 15 vezes o seu peso.

Segundo se sabe, isto deve-se ao facto das asas da libélula estarem construídas de modo a gerar turbilhões sobre as superfícies onde elas se encontram.

Estes turbilhões são o segredo por trás da sua incrível capacidade de elevação.

Estão-se a desenvolver planos para se aplicar este método nos equipamentos de vôo por nós construídos.

Conclusão:

Para além de ser uma evidência devastadora contra a teoria da evolução, a excelência do design presente na natureza claramente aponta para Um Criador Inteligente.

Forças não inteligentes não conseguem gerar sistemas de vôo. Se os militantes evolucionistas acham que sim, então é a sua função fornecer algum tipo de evidência em suporte dessa posição – para além do clássico “se existe, é porque evoluiu”.

Deus merece toda a Glória e louvor por 1) ter construído sistemas de vôo tão espantosos e 2) ter dado ao homem a capacidade de entender a Sua Criação.

Levantai ao alto os vossos olhos, e vede Quem criou estas coisas, Quem produz por conta o seu exército, Quem a todas chama pelos seus nomes
Isaías 40:26


“Dragonfly model for future wings.” Science Digest, Mar. 1984. p. 87.

About Mats

Salmo 139:14 - Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras
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7 Responses to Libélula “ensina” cientistas

  1. Dalton says:

    É um caso curioso. A evolução é explicada como algo aleatório, um acidente nos genes, mas os cientistas explicam que um animal evoluiu certo aspecto para atingir certo objetivo daqui a milhões de anos depois…

    Uma coisa aleatória para gerar propósito? /comofaz?

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  2. Everton Araujo says:

    Mats, vc começou falando de voo das aves e termina com libelulas, ok.

    [[ E depois?]]

    O q é uma força inteligente?

    [[ http://pt.wikipedia.org/wiki/Intelig%C3%AAncia ]]

    http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=moscas-fruta-nadam-no-ar&id=010170110516

    [[ Colocar links sem dizer o porquê? ]]

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  3. jonas says:

    Everton!
    Não sabia que eras adepto a estórias fantasiosas dos” irmãos grimm” evolucionistas.O “bater” das nadadeiras semelhantes o “bater” as asas das moscas das frutas.Estas estórias para vindicar o evolucionismo estão repletas de “milagres” muito além da razão,e o mais aterrador,com o aval de boa parte de cientistas.

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  4. Everton Araujo says:

    Nao sou adepto de nada, ja pedi para nao me rotularem. Ja pensei que esse blog fosse um oasis na blogosfera, mas nao. Sem ofensas aos que escrevem aki. A unica proposta aki é acabar com a TE e qualquer um que a apoie, por puro preconceito. Qualquer coisa que for mostrada cientificamente como um artigo, pra vcs nao serviram para nada. Ou seja, esse blog esta condenado a andar em circulos. Eu cheguei a pensar que vcs estavam em busca de informaçoes que pudessem se valer para um argumento. Parei.

    O link que postei era so para completar, sobre o voo dos insetos, coerente com o post. Vc começou falando do voo das aves e acaba com o voo das libelulas, nao tem muita ligaçao entre um e outro, ne? O resto é tudo falacias. Mais uma vez reforço que nao sou evolucionista nem sei la o q vc se rotulam. Nenhuma teoria que nao se sustenta sobrevive na ciencia atual, procurem o quanto quiser por teorias que nao sobreviveram nem uma decada.

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  5. eia says:

    Só para dizer que a grande maioria dos nossos conhecimentos de aeronáutica (nomeadamente aqueles que nos permitem voar) NADA têm de inspiração natural. São produto exclusivo do engenho humano. As formas de voo mais comuns na natureza são de asa móvel, todos os nossos aparelhos de voo usam técnicas de asa fixa ou de asa rotativa (apenas animais como esquilos voadores utilizam asas fixas, e mesmo esses apenas as usam para planar e não para voar). E não existe nada na natureza semelhante a um helicóptero. E nenhum animal voador utiliza a técnica do jacto (embora alguns animais marinhos como o polvo ou a lula o façam). E nada na natureza funciona como um foguetão.

    A aeronáutica (tal como a roda) é das invenções humanas que não deve nada à mãe natureza.

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  6. Darcy says:

    Mats,

    Toda glória ao Criador!

    “Esta visão imaginativa (naturalista) da biosfera destrói o nosso sentimento de admiração em relação à sofisticada engenharia presente no mundo vivo.”

    Esta frase me fez lembrar este trecho do livro Caminho a Cristo, de Ellen White (como o sentimento de admiração do cristão é diferenciado mesmo quando nossa observação é focada no mundo “não vivo” e não animal):

    “Poetas e naturalistas têm muito que dizer acerca da natureza; mas é o cristão quem mais sabe apreciar as belezas da Terra, porque reconhece a obra de seu Pai, e percebe Seu amor em cada flor, arbusto ou árvore. Ninguém pode apreciar plenamente a significação de montes e vales, rios e lagos, se não os olha como uma expressão do amor de Deus ao homem.”

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  7. silvia carraro says:

    Adorei matéria

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