Comunicando com as abelhas e fragilizando o darwinismo

Cercaram-me como abelhas, mas apagaram-se como fogo de espinhos; pois no Nome do Senhor as despedacei.
Salmo 118:12

Em Junho de 1989 os cientistas reportaram terem conseguido pela primeira vez usar a linguagem das abelhas para comunicar com elas. Há já algum tempo que os cientistas sabiam como interpretar a “dança” das abelhas. Segundo se sabe, esta “dança” é usada pelas abelhas “batedoras” para comunicar às abelhas recolectoras a localização de fontes de alimentação.

Os pesquisadores decidiram levar a cabo experiências para confirmar se o seu entendimento em torno da comunicação das abelhas estava correcto. Mas como é que nos dirigimos a uma abelha e confirmamos que ela entendeu o que dissemos? Os cientistas decidiram que a única forma seria construir uma abelha-robô através da qual seria possível comunicar.

As primeiras tentativas não funcionaram muito bem: os modelos robóticos iniciais foram atacados viciosamente pelas abelhas. Após várias tentativas, os cientistas conseguiram por fim construir uma abelha-robô aceite pelas demais.

Estes pesquisadores, que descrevem a linguagem das abelhas como elegante e precisa, aprenderam o suficiente para comunicar com sucesso a localização duma fonte de alimentação nas redondezas às abelhas verdadeiras.

Apesar do seu sucesso, os pesquisadores são cautelosos ao afirmar que há ainda muito que aprender. Mas estas pesquisas podem um dia tornar possível controlar as abelhas de modo a enviá-las para um sítio específico que precise de polinização.

Nenhuma referência foi feita à teoria da evolução nem foi dito como uma firme fé na mesma poderia de alguma forma aprimorar o nosso conhecimento em torno da linguagem das abelhas.

No entanto, apesar da total irrelevância da teoria da evolução para a ciência, existe um significativo (mas minoritário) número de pessoas que religiosamente defende que sistemas de informação podem aparecer como o efeito de eventos aleatórios, irracionais, sem propósito e sem direcção. As evidências em favor desta hipótese fazem-se notar pela ausência.

Conclusão:

Este tipo de pesquisas demonstram de forma cabal que a teoria da evolução está em contradição com a ciência. Poderia a linguagem das abelhas ser o resultado de milhões de anos de mutações aleatórias filtradas pela selecção natural? Como é que ela sobreviveu antes de “evoluir” esta dança?

Para haver comunicação é necessário, no mínimo, a existência 1) dum emissor, 2) uma linguagem comum e 3) um receptor. Mesmo que uma das abelhas “aprendesse” a dançar como forma de indicar uma localização, este avanço só se fixaria na população se houvesse outra abelha por perto que falasse a mesma linguagem gestual/corporal. Como é que isto evoluiu através de mutações aleatórias?

Mas por mais espantoso que seja o facto de nós humanos aprendermos a linguagem das abelhas para podermos comunicar com elas, o maior gesto de comunicação alguma vez visto pelo Homem ocorreu quando o Próprio Deus tomou a forma dum Homem, e viveu entre nós durante cerca de 3 décadas, preparando assim o caminho para que um dia possamos subir com Ele para a Glória Eterna quando a nossa alma se separar do corpo físico.

Aqueles que estão em Cristo, certamente subirão com Ele para as mansões celestiais porque está escrito “porquanto teve por Fiel Aquele que lho tinha prometido.(Hebreus 11:11).

Aqueles cujas transgressões não foram perdoadas enquanto era possível, e morreram nas suas transgressões, certamente que descerão com o inimigo das nossas almas para a prisão eterna.

Então [O Filho de Deus] dirá, também, aos que estiverem à Sua esquerda: Apartai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e os seus anjos

Mateus 25:41

Este é o “decreto do Altíssimo(Daniel 4:24) e ele certamente se cumprirá. A pergunta é: de que lado estás tu?


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Salmo 139:14 - Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras
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5 Responses to Comunicando com as abelhas e fragilizando o darwinismo

  1. jefferson says:

    Olá Mats,
    Eu postei no meu blog um artigo interessantíssimo sobre os tentilhões http://jephmeuspensamentos.wordpress.com/predicoes-falhadas-de-darwin-parte-4/ … numa série de 14 artigos ,o evolucionismo darwinista leva uma “surra” do D.I que se opõe as “Predições falhadas de Darwin” com fonte original do D.I blogspot .

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  2. Joel Filho says:

    Legal, o evolucionismo é a pior farsa que já existiu no mundo!

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  3. eia says:

    Falhou completamente o alvo.

    Entendermos a comunicação das abelhas não prova rigorosamente nada a favor ou contra a evolução biológica.

    Se estamos a falar do aparecimento de meios de comunicação, estes não surgem na sua forma final (se é que existe uma forma final) do nada. Os meios de comunicação vão se transformando gradualmente ao longo do tempo. De formas muito simples, para formas gradualmente mais complexas.

    A evolução da linguagem humana é um exemplo muito bem conhecido (e estudado) deste processo. Os escritos medievais eram muito mais simples, com menor vocabulário, menor estrutura sintáctica e gramatical que os escritos dos tempos modernos.

    O mesmo processo se pode verificar na evolução de meios de comunicação não verbal, como a pintura por exemplo. As pinturas rupestres são muitíssimo mais simples, quer em estilo, quer em técnica, quer em materiais utilizados, que toda a panóplia que constitui a pintura moderna.

    Em nenhum dos casos nenhum ser humano se lembrou de criar uma super-estrutura comunicacional do nada. As nossas estruturas comunicativas foram criadas ao longo de diversas gerações, cada uma delas acrescentando qualquer coisa às estruturas já existentes.

    Mais ainda, estas alterações graduais à forma como comunicamos foram criadas por agentes individuais a trabalhar de forma independente, e não por desenho de uma inteligência centralizada. Não existiu em nenhum momento da história “conselhos de sábios” a ditar a forma como as línguas iriam ser modificadas. Se o Português de hoje é diferente do Português medieval (e diferente do latim que lhe deu origem), tal deve-se às alterações que cada geração de falantes de Português foi introduzindo na linguagem, e não a uma qualquer decisão de uma qualquer autoridade. Existe uma excepção a esta observação: o latim. Como o latim é uma língua morta, não tem qualquer falante nativo, e como tal não tem qualquer evolução natural há cerca de 1000 anos. Para remendar este problema, o Vaticano tem um “conselho de sábios” que regularmente “decide” a forma de como o latim deve ser alterado ao longo do tempo. Esta é no entanto a excepção, em todas as outras línguas (as vivas, naturalmente), a sua alteração é determinada gradualmente pelas pessoas que as falam, sem qualquer intervenção de uma autoridade linguística.

    Acresce ainda que as línguas não se modificam de forma isolada, elas influenciam-se umas às outras e no fundo crescem umas com as outras. Os exemplos são muito abundantes. A emergência de línguas crioulas é o perfeito exemplo desta interligação e interdependência entre as línguas. E este crescimento das línguas reflecte também as populações que as falam e a sua cultura.

    Passando agora às abelhas, não é preciso surgir do nada uma abelha emissora que saiba toda a complexa “dança”, e por coincidência, surgir uma outra abelha receptora capaz de interpretar toda a complexa “dança”. Tal como nas linguagens humanas, é apenas necessário surgir algo que as outras abelhas consigam interpretar recorrendo ao seu bom senso. A partir do momento em que essa primeira ligação seja formada, quer a linguagem, quer os seus aderentes [leia-se: o seu comportamento] se modificam mutuamente, criando linguagens cada vez mais complexas e cada vez mais interligadas. No mundo das linguagens humanas, nada disto é inédito. Aconteceu diversas vezes ao longo da história. Ou acha que quando os descobridores portugueses encontraram os indígenas da costa africana, sabiam falar a sua língua? Ou que quando os romanos invadiram a península ibérica também falavam as línguas nativas? Houve um processo de aprendizagem e adaptação gradual ao longo do tempo, e esse processo (amplamente documentado ao longo da história) produziu línguas novas e crescentemente complexas. Se um dia aterrarem marcianos na praça do município e apontarem para o sol e disserem Ph’tang, toda a gente perceberá o que querem dizer. Não é preciso conhecermos a linguagem marciana para estabelecermos uma primeira ligação linguística básica. Mas, com o passar do tempo essa ligação vai ganhar cada vez mais complexidade à medida que formos capaz de interpretar mensagens cada vez mais complexas e abstractas.

    Em jeito de conclusão: A evolução da comunicação (em particular da comunicação humana, que está amplamente documentada) não prova ou desprova a evolução biológica, mas é uma boa analogia do modelo evolutivo biológico.

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  4. jephsimple says:

    Não sei se a nóticia é antiga mas acabei de ler e achei muito interessante e relevante ,quando o assunto são mutações aleatórias … aliás na evolução tudo é aleatório [se calhar até a “dança” das abelhas é assim,tudo aleátório e com o passar dos milhões “bummm” taí as abelhas se comunicando]

    Diversos agentes químicos, como aldeídos presentes na fumaça do cigarro ou em poluentes urbanos e industriais, produzem uma série de compostos no organismo humano, conhecidos como adutos, que são capazes de induzir mutações no DNA e podem causar o desenvolvimento do câncer.

    Para medir e quantificar esses adutos, que em níveis elevados estão associados a diversos tipos de câncer, pesquisadores do Instituto de Química (IQ) da Universidade de São Paulo (USP) estão utilizando técnicas ultrassensíveis como a espectrometria de massas.

    Alguns dos resultados do Projeto Temático, realizado com apoio da FAPESP, foram apresentados no 4º Congresso BrMASS, realizado pela Sociedade Brasileira de Espectrometria de Massas em dezembro, em Campinas (SP).

    De acordo com Marisa Helena Gennari de Medeiros, professora do IQ e coordenadora do projeto, seu grupo de pesquisa tem conseguido detectar e quantificar adutos produzidos por aldeídos (eteno adutos) tanto em células humanas em cultura como em tecidos do fígado, cérebro e pulmão de ratos expostos à poluição.

    “Dentre as técnicas que têm sido utilizadas, a espectrometria de massas é atualmente a mais importante e eficiente para se detectar como quantificar adutos no DNA”, disse.

    (…)…Parte dos resultados da pesquisa foi publicada no Journal of The American Chemical Society e pode ser usada para explicar os mecanismos associados à exposição ao composto químico e os riscos de câncer.

    “Esclarecemos a formação, que era bastante controversa, desse aduto por meio do acetaldeído, produto genotóxico ambiental. O produto formado é um aduto de DNA comprovadamente mutagênico e produzido também pela oxidação metabólica do álcool etílico”, disse Medeiros.

    Segundo ela, o interesse pela pesquisa dos etenos adutos começou a ser despertado nas últimas décadas quando surgiram diversos casos de um câncer primário do fígado (hepatocarcinoma) muito raro entre trabalhadores de uma indústria de plástico nos Estados Unidos.

    Ao investigar a origem da doença, os especialistas identificaram na época que se devia à exposição dos operários a compostos cancerígenos, como o cloreto de vinila e o uretano, utilizados na fabricação de polímeros.

    Em 1992, cientistas conseguiram medir a formação de etenos adutos produzidos por cloreto de vinila em tecidos do fígado, pulmão e rim de ratos e dos trabalhadores da indústria de plástico norte-americana expostos ao composto químico. A partir de então, iniciou-se uma busca por técnicas ultrassensíveis para conseguir medir e quantificar esses adutos in vivo.

    “Esses adutos promovem a transição e a substituição de pares de bases do DNA. Já são conhecidos sistemas para repará-los em mamíferos e em extratos de células de ratos”, disse Medeiros.

    Atualmente, a cientista coordena outro Projeto Temático com apoio da FAPESP.

    O artigo [13C2]- Acetaldehyde Promotes Unequivocal Formation of 1,N2-Propano-2′-deoxyguanosine in Human Cells (doi: 10.1021/ja2004686), de Medeiros e outros, pode ser lido por assinantes do Journal of The American Chemical Society em http://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/ja2004686

    fonte : http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/pesquisadores-identificam-compostos-capazes-de-induzir-mutacoes-no-dna-15012012-3.shl

    Eu pergunto quais fatores externos seriam capazes de provocar mutações benéficas nos seres vivos primitivos?Poderia um animal terrestre sofrer uma mutação por reações químicas eu seu contato assíduo com a água e ao longo dos anos se transformar em uma baleia?…que tipo de mutação poderia provocar tal fato?Como o darwinismo pode prever isto se tudo é aleatório?

    Sem mais,
    P.t. Saudações evolucionistas!

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  5. daniel says:

    ai coitado,então por acaso as abelhas desenvolveram isto?claro,a magica da evolução aconteceu,pra mim não existe diferença entre evolução e a princesa e o sapo,da disnep.

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