Previsão científica feita em 1984 confirma Génesis e criação recente

Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou
Êxodo 20:11

O planeta Mercúrio fornece muitas pistas em favor da sua singular e recente criação. Por exemplo, a sua densidade e composição não estão de acordo com os modelos evolutivos planetários, e a geologia da sua superfície, bem como o seu campo magnéticos, estão demasiado activos para terem milhares de milhões de anos.1, 2, 3

Novos dados provenientes veículo espacial com o nome de MESSENGER — que tem estado a investigar a densa superfície de Mercúrio desde 2004 — confirmou outra previsão científica – feita há 28 anos atrás (1984) – baseada no modelo Bíblico.

O cientista criacionista D. Russell Humphreys descreveu o seu modelo e as suas previsões no Creation Research Society Quarterly (CRSQ), escrevendo que um dia mais tarde, os cientistas encontrariam magnetização remanescente nas rochas da crosta mercuriana. Na altura, o Dr Humphreys escreveu:

As rochas ígneas mais antigas de Mercúrio ou Marte têm que possuir uma magnetização natural remanescente, tal como as rochas lunares possuem.4

“Remanescente” refere-se ao magnetismo prolongado ou duradouro (inglês: “lingering”). As rochas da crosta mercuriana capturaram algum do magnetismo planetário quando arrefeceram e solidificaram para aquilo que é hoje uma planície vulcânica no norte.

Segundo o modelo criacionista do Dr. Humphreys, os campos magnéticos planetários eram mais fortes imediatamente após terem sido criados a partir da água – há cerca de 6,000 anos atrás – e a sua força têm vindo a diminuir desde então.

Analisando as novas observações, 28 anos depois, quão acertadas foram as previsões do físico criacionista?

O magnetómetro da sonda espacial analisou o magnetismo das rochas vulcânicas da crosta mercuriana das regiões nortenhas do planeta, e os resultados, que foram apresentados na 43ª “Lunar and Planetary Science Conference” em Março de 2012, revelaram que Mercúrio tinha “um campo magnético residual” que provavelmente era “uma magnetização remanescente adquirida durante o período em que o campo magnético de Mercúrio se encontrava no lado oposto da polaridade, e provavelmente mais forte, que o campo magnético actual.” 5

Num fórum online criado para os cientistas criacionistas, (CRSnet), Humphreys escreveu:

Fico feliz pelo facto da magnetização da crosta de Mercúrio uma vez que está de acordo com mais uma das minhas previsões detalhadas no meu artigo de 1984 presente no artigo do CRSQ em torno dos campos magnéticos dos planetas. A parte que se referia a Marte foi cumprida há uma década atrás, e agora foi a vez da parte que se refere a Mercúrio.6

O modelo criacionista de Humphreys – o modelo que apresentou as mais-tarde-cumpridas previsões em torno da magnetização de Mercúrio – assumiu a idade do universo inferida pela Bíblia, bem como assumiu as origens aquáticas do universo. 7, 8

Tal como as outras previsões que mais tarde se confirmaram, a crosta magnética de Mercúrio está de acordo com a Criação tal como Génesis a revela.

Fonte

* * * * * * *

Durante estes 28 anos muitos cépticos criticaram as suas previsões e gesticularam os seus dedos acusadores contra o Dr. Russ Humphreys. O tempo, esse eterno revelador, veio dar razão ao cientista ao mesmo tempo que refutou os crentes nos milhões de anos.

A questão agora é: uma vez que a ciência parece estar de acordo com a Terra Jovem, com que cara ficam todos os “Cristãos” que defendem que o universo tem “milhões e milhões de anos”?

Se a sua escolha pelo modelo naturalista em torno da idade do universo era consequência da sua aderência ao que eles pensavam serem “factos científicos”, será que eles irão, agora, mudar a sua opinião, confessar o seu pecado por terem duvidado de Deus, e proclamarem a Verdade da criação, tal como claramente revelada em Génesis e Êxodo 20:11?

Ou será que continuarão a acreditar nos mitológicos “milhões de anos”, apesar da ciência e da Bíblia mostrarem que a Terra é muito mais recente do que o tempo necessário para o processo evolutivo?

A minha crença pessoal é a de que eles – os “Cristãos ” que duvidam do que Deus disse em Génesis 1 e Êxodo 20:11 – continuarão a acreditar que o universo tem milhões de anos, independentemente das evidências, demonstrando assim que não era a ciência que os levava a escolher os milhões de anos e a rejeitar a Bíblia.

Em relação aos ateus evolucionistas, estes dados científicos não se ajustam à sua visão naturalista do mundo, e como tal os mesmos vão ser rejeitados como “conspirações criacionistas” ou “más interpretações”. É muito fácil ser-se evolucionista quando se rejeitam os dados da ciência.

Referencias

  1. Thomas, B. Messenger Spacecraft Confirms: Mercury Is Unique. ICR News. Posted on icr.org July 28, 2011, accessed June 14, 2012.
  2. Thomas, B. Mercury’s Fading Magnetic Field Fits Creation Model. ICR News. Posted on icr.org October 26, 2011, accessed June 14, 2012.
  3. Thomas, B. Mercury’s Surface Looks Young. ICR News. Posted on icr.org October 24, 2011, accessed June 14, 2012.
  4. Humphrey’s, D. R. The Creation of Planetary Magnetic Fields. Creation Research Society Quarterly. 21 (3).
  5. Purucker, M.E. et al. 2012. Evidence for a Crustal Magnetic Signature on Mercury from MESSENGER Magnetometer Observations. 43rd Lunar and Planetary Science Conference, Woodlands, TX: Lunar and Planetary Institute, 1297.
  6. Comment posted June 11, 2102 by D. Russell Humphreys on CRSnet, an online creation science forum hosted by the Creation Research Society.
  7. See: Johnson, J.J.S. 2008. How Young Is the Earth? Applying Simple Math to Data Provided in Genesis. Acts & Facts. 37 (10): 4.
  8. For example, 2 Peter 3:5 describes earth as having been formed “standing out of the water.”

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Salmo 139:14 - Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras
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15 Responses to Previsão científica feita em 1984 confirma Génesis e criação recente

  1. daus says:

    Contagem regressiva para o acobertamento…

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  2. gabrielbhk says:

    Mats, parabens pelo site!
    Estou me bacharelando em astrofisica pela Caltech (California Institute of Technology) e sou um Cristao!
    Tenhoo uma amiga fazendo o mesmo q eu, soh q em Harvard (Tabata Amaral, pode pesquisar – isso sim eh evidencia, ehhe) q tbm eh crista
    Grande abraco e q Deus continue te abencoando

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  3. eia says:

    “Segundo o modelo criacionista do Dr. Humphreys, os campos magnéticos planetários eram mais fortes imediatamente após terem sido criados a partir da água – há cerca de 6,000 anos atrás – e a sua força têm vindo a diminuir desde então.”

    Ora acontece que os campos magnéticos planetários não têm origem na água. Têm origem em correntes eléctricas que se geram no núcleo externo (que é composto de metal líquido) quando este gira. (vide: http://en.wikipedia.org/wiki/Earth%27s_magnetic_field#Earth.27s_core_and_the_geodynamo).

    Os campos magnéticos dos planetas regularmente alteram a sua polarização, o que leva a diminuições e aumentos de “força” regulares. (vide: http://en.wikipedia.org/wiki/Geomagnetic_reversal#Character_of_transitions).

    Quando material ferromagnético é sujeito a um campo magnético, as suas “partículas magnéticas” alinham-se na direcção desse campo. (vide: http://en.wikipedia.org/wiki/Magnetism#Magnetic_domains). É este fenómeno que permite que depois de esfregarmos um imane sobre um pedaço de ferro, esse ferro adquira as propriedades do imane. É isto que é a magnetização remanescente. As “partículas magnéticas” (na verdade chamam-se domínios) alinharam-se de acordo com o campo magnético externo e continuaram alinhadas depois desse campo magnético desaparecer.

    Aquilo que a sonda MESSENGER mediu, foi que a magnetização de rochas na superfície de Mercúrio era contrária ao actual campo magnético. Ou seja existiu pelo menos um fenómeno de reversão magnética na história de Mercúrio. É preciso notar que só a reversão é um fenómeno que dura 1000 a 10 000 anos. Em média ocorre uma inversão a cada 450 000 anos. Esta descoberta apenas prova que o núcleo de Mercúrio foi em tempos activo e NADA prova sobre os 6 000 anos desde a criação.

    P.S. – Das fontes apresentadas, apenas uma não é de uma publicação criacionista. Essa publicação apenas diz que existiu no passado de Mercúrio pelo menos uma inversão da polaridade do seu campo magnético. Não diz mais do que isto (bom, tem mais umas considerações sobre o vulcanismo em Mercúrio, mas isso não tem grande relevância nesta discussão). As outras fontes que apresenta carecem de credibilidade científica.

    P.P.S. – Russ Humphreys continua enganado pois o que se criticava na altura era a sua noção de que o magnetismo (e os planetas) tinham de alguma forma sido gerados pela água. Essa critica permanece válida. O fenómeno de magnetização das rochas de acordo com o campo magnético planetário e a inversão desse campo de vez em quando é conhecida desde os anos 20 do século XX (vide: http://en.wikipedia.org/wiki/Geomagnetic_reversal#History). Nenhum cientista nos anos 80 acharia estranho encontrar magnetização remanescente em Mercúrio (ou em qualquer outro planeta rochoso).

    Se esta descoberta provou alguma coisa foi que Humphreys estava errado. Humphreys diz que o campo magnético tem vindo a diminuir continuamente desde a criação. Ora o que se descobriu foi magnetização com a polaridade oposta ao actual campo magnético: ou seja o campo magnético de Mercúrio teve de diminuir, inverter a polaridade, e crescer novamente até ao nível actual, o que viola a ideia da diminuição contínua de Humphreys.

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    • Mats says:

      eia,

      “Segundo o modelo criacionista do Dr. Humphreys, os campos magnéticos planetários eram mais fortes imediatamente após terem sido criados a partir da água – há cerca de 6,000 anos atrás – e a sua força têm vindo a diminuir desde então.”

      Ora acontece que os campos magnéticos planetários não têm origem na água.

      Os planetas têm origem aquática.

      Aquilo que a sonda MESSENGER mediu, foi que a magnetização de rochas na superfície de Mercúrio era contrária ao actual campo magnético.

      E que ainda existia um magnetismo, que é o ponto da previsão do Dr Russ Humpreys. Segundo a cosmologia evolutiva, esse magnetismo já deveria ter desaparecido. Uma vez que não desapareceu, podemos concluir que Mercúrio não tem milhões de anos.

      <É preciso notar que só a reversão é um fenómeno que dura 1000 a 10 000 anos. Em média ocorre uma inversão a cada 450 000 anos. Esta descoberta apenas prova que o núcleo de Mercúrio foi em tempos activo e NADA prova sobre os 6 000 anos desde a criação.

      Só o facto da superfície ainda estar com magnetização natural remanescente confirma que o planeta não tem os milhões de anos imaginados pelos evolucionistas. Isto está de acordo com a Bíblia, que postula uma Terra Jovem, e em desacordo com os mitológicos “milhões de anos”.

      O fenómeno de magnetização das rochas de acordo com o campo magnético planetário e a inversão desse campo de vez em quando é conhecida desde os anos 20 do século XX (vide: http://en.wikipedia.org/wiki/Geomagnetic_reversal#History). Nenhum cientista nos anos 80 acharia estranho encontrar magnetização remanescente em Mercúrio (ou em qualquer outro planeta rochoso).

      No entanto, só um cientista criacionista, com base na Bíblia, é que fez essa previsão. É sempre a mesma coisa. Sempre que um cientista criacionistas faz uma previsão que é mais tarde confirmada pelas observações, os evolucionistas dizem sempre que “já se sabia” ou “nenhum cientista acharia estranho”.
      Mostra-me aí a lista de cientistas não-criacionistas a fazerem este tipo de previsão ANTES do Humpreys. Mostra-me só um,

      Se esta descoberta provou alguma coisa foi que Humphreys estava errado. Humphreys diz que o campo magnético tem vindo a diminuir continuamente desde a criação.

      Quem estava errado era quem duvidava que existiria magnetismo remanescente nas rochas à superfície, isto é, os evolucionistas. O MESSANGER confirmou Russ Humphreys.

      Ora o que se descobriu foi magnetização com a polaridade oposta ao actual campo magnético: ou seja o campo magnético de Mercúrio teve de diminuir, inverter a polaridade, e crescer novamente até ao nível actual, o que viola a ideia da diminuição contínua de Humphreys.

      Russ diz que o núcleo de Mercúrio tem um magnetismo que está a decrescer, e que as rochas possuem magnetismo que não deveria estar lá, se o sistema solar tem “milhões de anos”. Ponto final. As observações confirmam isso.

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  4. bell says:

    Existem fontes que não sejam criacionistas e que suportem a confirmação do título?

    Pergunto porque dessa forma teríamos imparcialidade. As referências mencionadas tem viés.

    [[ Não há “viés” em fazer uma previsão científica em 1984, e ela ser confirmada em 2012. ]]

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  5. eia says:

    Mats,

    “Os planetas têm origem aquática. ”

    Por favor forneça fontes credíveis que comprovem esta teoria.

    “E que ainda existia um magnetismo, que é o ponto da previsão do Dr Russ Humpreys. ”

    Errado. O campo magnético de Mercúrio já tinha sido medido em 1974 (10 anos antes da “previsão” de Humphreys) pela Mariner 10 (vide:http://en.wikipedia.org/wiki/Mercury%27s_magnetic_field).

    O ponto da previsão de Humphreys era o decaimento contínuo do campo magnético. Para ter existido uma inversão na polaridade do campo (que foi agora demonstrada pela MESSENGER) o campo magnético de Mercúrio teria que diminuir, inverter-se e aumentar novamente até ao seu estado actual, o que é contrário à previsão de decréscimo contínuo de Humphreys.

    “No entanto, só um cientista criacionista, com base na Bíblia, é que fez essa previsão.”

    Não é particularmente impressionante prever algo que já tinha sido descoberto há 10 anos.

    “Mostra-me aí a lista de cientistas não-criacionistas a fazerem este tipo de previsão ANTES do Humpreys. Mostra-me só um”

    Qualquer membro da equipa que trabalhou na Mariner 10, que mediu em 1974 o campo magnético de Mercúrio.

    “Segundo a cosmologia evolutiva, esse magnetismo já deveria ter desaparecido.”

    Errado. A “cosmologia evolutiva” como a coloca, prevê (e já mediu no nosso planeta) que alguns tipos de magnetização remanescente dure milhões de anos (vide:http://en.wikipedia.org/wiki/Thermoremanent_magnetization).

    “Só o facto da superfície ainda estar com magnetização natural remanescente confirma que o planeta não tem os milhões de anos imaginados pelos evolucionistas.”

    Erradíssimo. Enquanto existir campo magnético (e Mercúrio tem um campo magnético), existirá magnetização remanescente. Mesmo depois desse campo magnético cessar, a magnetização remanescente permanecerá durante muito tempo. Por isso é que ela é chamada de remanescente, porque perdura para além da aplicação do campo magnético. (vide:http://en.wikipedia.org/wiki/Remanence)

    “Quem estava errado era quem duvidava que existiria magnetismo remanescente nas rochas à superfície, isto é, os evolucionistas.”

    Errado novamente. O Mats parece não compreender muito bem o que é o magnetismo remanescente. Não é uma coisa rara, ou um fenómeno pouco conhecido. É aliás um fenómeno muito comum. Sempre que guarda informação no disco rígido do computador, ela está a ser guardada sob a forma de magnetização remanescente (vide: http://en.wikipedia.org/wiki/Hard_disk_drive#Magnetic_recording). A magnetização remanescente é utilizada em inúmeras aplicações (e é uma consequência indesejada em muitas outras). Sempre que estiver na presença de campos magnéticos em contacto com materiais ferromagnéticos, vai ter magnetização remanescente. A existência de magnetização remanescente nas rochas do planeta já é conhecida à quase 100 anos (desde os anos 20, como disse na minha outra mensagem). Não é um fenómeno novo ou surpreendente.

    “Russ diz que o núcleo de Mercúrio tem um magnetismo que está a decrescer, e que as rochas possuem magnetismo que não deveria estar lá, se o sistema solar tem “milhões de anos”. Ponto final. As observações confirmam isso.”

    Mercúrio tem campo magnético -> A magnetização remanescente deveria lá estar. Ponto final.

    As provas mostram uma inversão da polaridade do campo magnético de Mercúrio. Só há uma forma de esta inversão ter ocorrido: o campo de Mercúrio teve de, no seu passado, diminuir, inverter-se e aumentar para os níveis actuais. Isto contradiz a ideia de Humphreys de decréscimo contínuo do campo magnético. Ponto final.

    Tendo em conta que os processos de inversão do campo magnético são lentos, as observações indiciam que Mercúrio é antigo. Ponto final.

    P.S. A inexistência de magnetização remanescente é que poderia servir de indício de uma criação recente e espontânea. Se um planeta tem campo magnético e as suas rochas não apresentam magnetização remanescente, isso quer dizer que essas rochas não foram criadas sob o efeito de um campo magnético. Isto estaria de acordo com a ideia de que essas rochas teriam sido criadas espontaneamente por um processo imediato, ao invés de serem consequência de um processo natural e gradual.

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    • Mats says:

      eia,

      “Os planetas têm origem aquática. ”
      Por favor forneça fontes credíveis que comprovem esta teoria.

      O que são “fontes credíveis” na tua visão do mundo?

      “E que ainda existia um magnetismo, que é o ponto da previsão do Dr Russ Humpreys. ”

      Errado. O campo magnético de Mercúrio já tinha sido medido em 1974 (10 anos antes da “previsão” de Humphreys) pela Mariner 10 (vide:http://en.wikipedia.org/wiki/Mercury%27s_magnetic_field).

      Medir o campo magnético não é o mesmo que dizer que tipo ou qual a intensidade do mesmo. As previsões de Russ Humphreys não só afirmam a mesma como dizem qual a intensidade da mesma com base no modelo Bíblico. Foi isso que ele fez, e foi isso que a ciência demonstrou:

      “Mercury’s decay rate is so rapid that some future probe could detect it fairly soon. In 1990 the planet’s magnetic moment should be 1.8 percent smaller than its 1975 value [measured by the Mariner 10 spacecraft].

      ‘Magnetic moment’ above is a measure of the strength of the source of a magnetic field. No spacecraft visited Mercury in 1990, but at the above rate, Mercury’s magnetic moment would be expected to be about 4 percent lower in 2008 than it was in 1975.8 That is a very rapid decrease for something as big as a planet’s magnetic field.”

      E foi isso que foi observado.

      O campo magnético de Mercúrio confirma Génesis e a Terra Jovem.

      http://creation.com/mercurys-magnetic-field-is-young

      “NASA scientists expected it to have zero strength. They found it has 1% of Earth’s.”

      https://trutherator.wordpress.com/2012/07/19/creation-scientist-russ-humphreys-predicted-magnetic-field-strength-for-uranus-neptune-mercury-nasa-way-off/

      O ponto da previsão de Humphreys era o decaimento contínuo do campo magnético.

      Não só isso, mas também a intensidade que ele teria se a idade do sistema solar fosse o aludido pela Bíblia.

      Para ter existido uma inversão na polaridade do campo (que foi agora demonstrada pela MESSENGER) o campo magnético de Mercúrio teria que diminuir, inverter-se e aumentar novamente até ao seu estado actual, o que é contrário à previsão de decréscimo contínuo de Humphreys.

      Mostra aí esse dado, porque acho que estás a fazer confusão.

      “No entanto, só um cientista criacionista, com base na Bíblia, é que fez essa previsão.”

      Não é particularmente impressionante prever algo que já tinha sido descoberto há 10 anos.

      Não previram o ritmo de decaimento nem a intensidade. O cientista criacionista, sim, usando o modelo Bíblico.

      “Mostra-me aí a lista de cientistas não-criacionistas a fazerem este tipo de previsão ANTES do Humpreys. Mostra-me só um”

      Qualquer membro da equipa que trabalhou na Mariner 10, que mediu em 1974 o campo magnético de Mercúrio.

      Mostra-me aí eles a fazerem a mesma previsão que o Russ em relação ao decaimento e a intensidade.

      “Segundo a cosmologia evolutiva, esse magnetismo já deveria ter desaparecido.”
      Errado. A “cosmologia evolutiva” como a coloca, prevê (e já mediu no nosso planeta) que alguns tipos de magnetização remanescente dure milhões de anos (vide:http://en.wikipedia.org/wiki/Thermoremanent_magnetization).

      E a intensidade que a NASA esperava que não se confirmou devido ao seu viés evolutivo?
      https://trutherator.wordpress.com/2012/07/19/creation-scientist-russ-humphreys-predicted-magnetic-field-strength-for-uranus-neptune-mercury-nasa-way-off

      “Só o facto da superfície ainda estar com magnetização natural remanescente confirma que o planeta não tem os milhões de anos imaginados pelos evolucionistas.”

      Erradíssimo. Enquanto existir campo magnético (e Mercúrio tem um campo magnético), existirá magnetização remanescente.
      ~

      E a intensidade?

      “Russ diz que o núcleo de Mercúrio tem um magnetismo que está a decrescer, e que as rochas possuem magnetismo que não deveria estar lá, se o sistema solar tem “milhões de anos”. Ponto final. As observações confirmam isso.”

      Mercúrio tem campo magnético -> A magnetização remanescente deveria lá estar. Ponto final.

      As provas mostram uma inversão da polaridade do campo magnético de Mercúrio. Só há uma forma de esta inversão ter ocorrido: o campo de Mercúrio teve de, no seu passado, diminuir, inverter-se e aumentar para os níveis actuais. Isto contradiz a ideia de Humphreys de decréscimo contínuo do campo magnético. Ponto final.

      Incrível que apesar de ele estar “errado”, ele acertou nas intensidades ao mesmo tempo os “acertados” falharam por completo. O mesmo aconteceu com Marte, e o mesmo vai continuar a acontecer.

      A inexistência de magnetização remanescente é que poderia servir de indício de uma criação recente e espontânea. Se um planeta tem campo magnético e as suas rochas não apresentam magnetização remanescente, isso quer dizer que essas rochas não foram criadas sob o efeito de um campo magnético. Isto estaria de acordo com a ideia de que essas rochas teriam sido criadas espontaneamente por um processo imediato, ao invés de serem consequência de um processo natural e gradual.

      Por acaso nem é preciso isso. Basta dizer a taxa de decaimento com base no modelo Bíblico, e explicar o mesmo, ficando assim com uma previsão (e confirmação) da linha temporal Bíblica. E, claro, dizer o valor. Russ fez isso, e acertou. Os evolucionistas usaram os mitológicos milhões de anos, e falharam.

      http://creation.com/jason-lisle-vs-eugenie-scott-on-cnn

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  6. bell says:

    “Não há “viés” em fazer uma previsão científica em 1984, e ela ser confirmada em 2012.”

    O viés não é temporal, mas sim de conteúdo citado (as 08 referências).

    Das 08 fontes citadas apenas uma não é criacionista (como mencionou eia).

    Sem imparcialidade fica difícil criticar construtivamente.

    [[ Usando a mesma “lógica”, somos obrigados a rejeitar tudo o que está escrito numa fonte evolucionista uma vez que há viés evolucionista ]]

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  7. bell says:

    “Usando a mesma “lógica”, somos obrigados a rejeitar tudo o que está escrito numa fonte evolucionista uma vez que há viés evolucionista”

    Não é questão de lógica, mas sim de imparcialidade. Se cientistas criacionistas e não criacionistas dão suporte ao texto, então só uma fonte não criacionista é pouco. Deveria haver outras fontes não criacionistas que suportem as mesmas conclusões dos criacionistas.

    [[ Então enquanto cientistas evolucionistas e não-evolucionistas não confirmarem o que os evolucionistas postulam, vamos ter que rejeitar as suas palavras. ]]

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    • daus says:

      Bell como você pode falar de imparcialidade diante da óbvia PARCIALIDADE que ideologias carregam? Todas a evidências existentes servem tanto para os criacionistas quanto evolucionistas, a diferença está na interpretação da evidência e aí, cada um puxa a sardinha para o seu lado…

      Se quer imparcialidade, não a encontrará em defensores de x ideologia…

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  8. Traduzindo o que o Mats disse;

    Não há fontes credíveis.

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  9. bell says:

    “Então enquanto cientistas evolucionistas e não-evolucionistas não confirmarem o que os evolucionistas postulam, vamos ter que rejeitar as suas palavras.”

    Postulado: Na lógica tradicional, um axioma ou postulado é uma sentença ou proposição que não é provada ou demonstrada e é considerada como óbvia ou como um consenso inicial necessário para a construção ou aceitação de uma teoria. Por essa razão, é aceito como verdade e serve como ponto inicial para dedução e inferências de outras verdades (dependentes de teoria). Fonte: Wikipedia.

    1 + 1 = 2 ; voçê pode aceitar ou rejeitar isso, mas independentemente da sua decisão, ela não deixa de ser verdade. As nossas contas bancárias dependem disso.

    “Todas a evidências existentes servem tanto para os criacionistas quanto evolucionistas…”

    Para ser levado a sério dos pontos de vista biológico, econômico e tecnológico, para citar alguns, não.

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  10. jephsimple says:

    Como andarão dois juntos,se não houver concordância entre eles ?

    Como duas interpretações,duas cosmovisões diferentes podem andar juntas? Não tem jeito …ou fomos planejados,nós,toda a vida e o universo …por uma mente super inteligente,um Ser infinito … ou somos acidentes cósmicos,químicos, aleatórios;uma desorganização total …

    É isto ! Duas vizões completamente diferentes da realidade!

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  11. Luís J says:

    O Dr Humphreys propôs um teste para o seu modelo: as inversões magnéticas deveriam ser encontradas em rochas que se sabe terem arrefecido em dias ou semanas. Por exemplo num fluxo de lava pouco espesso, o exterior arrefeceria primeiro e registaria o campo magnético terrestre numa direção; o interior arrefeceria posteriormente e registaria o campo noutra direção.
    Três anos depois desta previsão, os destacados pesquisadores Robert Coe e Michel Prévot descobriram um estrato de lava pouco espesso que teve que arrefecer em 15 dias e tinha 90º de inversão registados continuamente. E não foi algo fortuito – oito anos mais tarde, registaram uma inversão ainda mais rápida. Isto foram notícias espantosas para eles e para o resto da comunidade evolucionista, mas um forte suporte para o modelo de Humphrey.
    http://creation.com/the-earths-magnetic-field-evidence-that-the-earth-is-young

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  12. Luís J says:

    Ups, faltava mencionar que o meu comentário era em resposta a
    “Tendo em conta que os processos de inversão do campo magnético são lentos, as observações indiciam que Mercúrio é antigo. Ponto final.” – obrigado

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