A plasticidade dos pombos está de acordo com a teoria da evolução?

PomboFonte

Charles Darwin criou muitas variedades de pombos. Alguns tinham cristas na cabeça com formas fora do “comum”, enquanto que outros tinham padrões cromáticos únicos na sua plumagem. Darwin tentou usar estes exemplos superficiais de reprodução artificial sob direcção humana como forma de dar apoio à cientificamente falsa noção de que a natureza transformou um tipo básico noutro totalmente distinto.

[ed: Darwin, tal como os religiosos evolucionistas actuais, realmente acreditava que processos inteligentes que transformam pombos em pombos são evidência em favor da tese que defende a capacidade de forças não-inteligentes de transformar répteis em pombos. Isto são coisas que só um evolucionista consegue acreditar; as pessoas normais rapidamente olham para esta alegação e vêem logo que uma não implica a outra.]

Hoje, os mais de 350 tipos de pombos da rocha continuam a exibir a plasticidade das características desta áve. Um estudo recente localizou a origem dos pombos modernos, e apesar dos investigadores terem reportado os mesmos erros e as mesmas falsas histórias que Darwin, três detalhes-chave do seu trabalho claramente dão apoio às verdadeiras origens do pombo, tal como reportadas no Livro de Génesis.1

O primeiro detalhe está relacionado com a biogeografia e à extensiva comparação das semelhanças do ADN exibindo padrões na migração dos pombos (começando no Médio Oriente). O estudo apareceu online no Science Express, e o autor principal e cientista na Universidade de Utah, Michael Shapiro, disse:

Algumas destas raças só abandonaram o Médio Oriente há algumas décadas e elas têm estado por lá provavelmente há centenas se não milhares de anos. Se nós apurarmos que outras raças de pombos têm uma afinidade genética muito próxima com eles, então podemos inferir que estes últimos pombos provavelmente também tiveram a sua origem no Médio Oriente. Foi exactamente isto que nós fizemos.2

E é precisamente isso que seria de esperar se os pombos, tal como todos os outros animais, descendessem e tivessem migrado da Arca de Noé que poisou no Médio Oriente (…).3, 4

Os pesquisadores não colocaram qualquer ênfase no segundo ponto que confirma a criação tal como descrita em Génesis. Embora o ser humano esteja a cruzar pombos há milhares de anos, eles permanecem como pombos. Segundo aquilo que se sabe a partir dos dados dos cruzamentos, do ADN e dos fósseis, os pombos sempre foram pombos. Este ponto contradiz o título que a Nature usou na sua reportagem da pesquisa:

“ADN dos Pombos Confirma que Darwin Estava Certo”5

Excepto que não confirma. O ADN dos pombos não fornece qualquer tipo de evidência de algum tipo de relacionamento genético com qualquer outro tipo de ave, o que contradiz as alegações de Darwin duma imaginária descendência comum entre todas as aves. A constância do tipo-pombo confirma a descrição da criação tal como manifesta no Livro de Génesis visto que o Criador afirmou que a reprodução das aves seria “conforme a sua espécie“. Para além disso Génesis 7 especifica que pares de aves foram levadas para a Arca de Noé.7

Um terceiro detalhe revelado pelos pesquisadores centra-se no facto de um único gene “agir como um interruptor On-Off para criar uma crista na cabeça, quando mutante, e nenhuma crista quando está normal.” A crista na cabeça, formada com as penas que se encontram na parte anterior do pescoço do pombo e que cresce para cima e não para baixo, é uma característica que adorna 80 das 350 raças de pombos. “Foi observada uma associação perfeita entre o gene mutante e a presença da crista na cabeça.2 Este interruptor genético tem todas as propriedades de design e não características dum traço com origens aleatórias.

Ao contrário de eventos aleatórios naturais, um engenheiro teria pensado em fazer tal variação nas características facilmente disponível usando um mecanismo genético directo (tal como uma pequena modificação de ADN). Para além disso, um engenheiro teria feito isso tendo em vista um propósito. A Universidade de Utah reconhece que a crista na cabeça desempenha um papel na atracção sexual dos pombos.  Pesquisas futuras podem ajudar a determinar se isto é mais um exemplo duma “mutação” que ocorre por design.8

Muitas outras variedades de pássaros, resultantes de cruzamentos naturais ou artificias, geram características espectacularmente distintas que lhes permitem preencher virtualmente todos os ecossistemas e glorificar o Senso Artístico do Criador.

Estes detalhes em torno da biologia dos pombos estão todos de acordo com a Bíblia. Senão vejamos:

1. Segundo a sua genética, os pombos tiveram a sua origem no Médio Oriente, confirmando o relato histórico do Dilúvio de Noé.

2. Os pombos que os cientistas estudaram não revelaram qualquer indício de transmutação rumo para qualquer outra criatura que não o pombo visto que eles se reproduzem “segundo a sua espécie.”6

3. Um interruptor genético eficiente e elegante aponta para um Engenheiro

* * * * * * *
Os evolucionistas são livres para acreditar que répteis evoluíram para pombos, ou que animais terrestres passaram a ser baleias (sim, os evolucionistas REALMENTE acreditam nisso). O problema só começa quando eles qualificam isso de “ciência” e defendem que quem se opõe a esses mitos é “anti-ciência”.
Referências

  1. Shapiro, M.D. et al. Genomic Diversity and Evolution of the Head Crest in the Rock Pigeon. Science Express. Posted online before print, January 31, 2013.
  2. Mutant Gene Gives Pigeons Fancy Hairdos. The University of Utah press release, January 31, 2013.
  3. For example, genetic clues trace small dog origins to the Middle East. See Thomas, B. Small Dogs Came from the Middle East. Creation Science Update. Posted on icr.org March 9, 2010, accessed February 8, 2013.
  4. In fact, the Mountains of Ararat are near the geographic center of earth. See Morris, H. M. 1973. The Center of the Earth. Acts & Facts. 2 (2).
  5. Humphries, C. Pigeon DNA proves Darwin right. Nature News. Posted on natue.com January 31, 2013, accessed February 6, 2013.
  6. Genesis 1:21.
  7. Genesis 7:14-16.
  8. Borger, P. 2010. An Illusion of Common Descent. Journal of Creation. 24 (2): 122-127.

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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8 Responses to A plasticidade dos pombos está de acordo com a teoria da evolução?

  1. WatchMaker says:

    Ia responder extensivamente a este artigo, mas tenho trabalho a fazer, por isso respondo resumidamente.

    A vossa crença é que serve de parede para não compreenderem que uma década de selecção “não natural” de características de pombos pode apoiar a evolução numa escala de tempo imensamente maior. Obviamente que em 10 anos, os cruzamentos entre pombos nunca originariam nenhuma alteração profunda ao ponto de “deixarem de ser pombos”. Estes não estavam a ser selecionados segundo nenhuma vantagem ambiental sobre os restantes. Apenas por características específicas de beleza.

    Também deixo aqui isto, para alguém que esteja interessado:
    http://www.ucl.ac.uk/mace-lab/publications/articles/2013/Mendez_AJHG13_DeepY.pdf

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  2. yann says:

    Olá Mats, conheci seu site a pouco tempo e gostei muito.
    Seus argumentos e provas cientificas são muito interessantes, mostra realmente se Deus não existisse nada existiria e que TUDO não nasce do NADA.
    Já li alguns dos seus post , entro aqui todos os dias para ver se tem algo novo.
    PARABÉNS CARA.
    FIQUE COM DEUS!!!

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  3. Saga says:

    Matts , se tiver alguma coisa contra esse video

    eu ficaria grato em que compartilhasse. Se a principio não tem, sugiro que corra atrás, para que fique avisado e mais preparado quando seus rivais usarem a mesma linha….

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    • Ana Silva says:

      Não conheço o autor deste vídeo que está bastantee interessante. Mas acho que ele poderia focar-se mais sobre a importância da pressão na formação dos fósseis e no tempo necessário para que ocorra este processo (algo que ele refere, por exemplo quando se refere ao Everest).

      Para o caso de o vídeo ser visto por leigos talvez não fosse pior apresentar a definição de pressão (força aplicada por unidade de área) para tornar mais explícita a importância daa pressão na formação de fósseis..

      Tomando como exemplo o fóssil do lagarto, as diferentes camadas que o autor do vídeo refere foram compactadas devido à pressão exercida pelas camadas superiores. Este é um processo que demora o seu tempo.

      Também os cristais no fóssil da tartaruga só se formaram devido à pressão (como aliás o autor refere).

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  4. O que que aconteceu Mats? Vc tá parado a uma semana, vc vai parar de postar? Está trabalhando muito? Continue agindo e postando a favor do criacionismo. Avise quando puder, abraço.

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  5. rsrsrs vc fez uma postagem nova 10 segundos depois de eu fazer a minha postagem sobre se vc sumiu, q bom q vc voltou, já tava achando estranho.

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  6. Ana Silva says:

    Mats:

    O autor da fonte do post publicado pelo Mats refere que “um terceiro detalhe revelado pelos pesquisadores centra-se no facto de um único gene “agir como um interruptor On-Off para criar uma crista na cabeça, quando mutante, e nenhuma crista quando está normal.”, e conclui que “um engenheiro teria pensado em fazer tal variação nas características facilmente disponível usando um mecanismo genético directo”, como “desempenha[r] um papel na atracção sexual dos pombos”.

    O autor da fonte do Mats conclui que “pesquisas futuras podem ajudar a determinar se isto é mais um exemplo duma “mutação” que ocorre por design.” Mas quem ler o artigo científico da Science Express referido no post do Mats, muito provavelmente irá concluir que este não deverá ser “mais um exemplo duma “mutação” que ocorre por design”, que não é boa ideia apresenta-lo como tal e que não são necessárias “pesquisas futuras” para chegar a essa conclusão.

    Os autores do artigo científico “Genomic Diversity and Evolution of the Head Crest in the Rock Pigeon” determinaram que os pombos com crista apresentam uma mutação no gene EphB2. Essa mutação corresponde a uma única substituição de uma base de DNA. O gene “normal” tem uma base de cistina que no gene “mutado” é substituído por uma base de timina.

    A cistina e a timina são ambas purinas e são moléculas quase idênticas entre si, com excepção de uma pequena parte. Este tipo de substituição pontual (cistina por timina) é um erro de DNA bastante comum. Em geral é corrigido, mas nem todos estes erros são corrigidos a tempo, como é provado pela existência de cancros em muitas espécies animais e até em plantas.

    O gene mutado da crista é recessivo, ou seja só se manifesta num pombo se este receber o gene mutado de ambos os pais. Assim o primeiro pombo, ou pombos, a ter um gene mutado não apresentava crista, porque tinha apenas um gene mutado que é recessivo. Foi preciso alguns pombos com um gene mutado se terem cruzado entre si para que algumas das suas crias (uma em cada quatro) tenham recebido o gene mutado de ambos os pais e desenvolvido a crista.

    Se os pombos que receberam o gene mutado de ambos os pais forem considerados mais “atraentes” terão mais sucesso reprodutivo, terão mais descendência a quem passam sempre o seu gene mutado. Isto acontece mesmo que essa descendência receba um gene normal e como tal não tenha crista. Este facto, por si só, garante que após poucas gerações de pombos com crista o gene mutado se irá espalhar pela população de pombos.

    Ou seja, a presença do gene mutado nos pombos pode perfeitamente ser explicada como resultando de um acaso (uma mutação “ao acaso”) num gene que, uma vez tendo a possibilidade de se “manifestar”, se espalhou porque tornava os pombos (e apenas os pombos com dois genes mutados) “mais sexys”, garantindo-lhes mais parceiros e maior número de descendência. A existência de cristas nos pombos não exige/requere a actuação de um designer inteligente.

    Na verdade seria mais “inteligente” que a mutação criasse um gene dominante, de forma a que o portador do gene mutado tivesse sempre uma crista. Um gene recessivo corre maior risco de desaparecer sem ter a oportunidade de se “manifestar”.

    De certeza que o Mats e a sua fonte, o Institute Creation Research, conseguem encontrar melhores exemplos de potencial actuação de um designer inteligente do que a mutação que cria o gene recessivo da crista dos pombos, uma mutação que pode ser facilmente explicada como um exemplo “que resulta do acaso”.

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