Preparando a próxima geração de evolucionistas?

LendoNo passado dia 16 de Março Kathryn Satterfield publicou um artigo com o título de “A Double Dinosaur Discovery” que exibia um periódico dirigido às crianças, Time for Kids, afiliada à revista Time. Nesse artigo Kathryn falou de duas equipas de pesquisa que, separadamente, encontraram fósseis de dinossauro na Antártica. Curiosamente, as descobertas foram feitas no espaço duma semana.

Esta “dupla descoberta” sem precedentes inquestionavelmente foi motivo de nóticia junto da comunidade científica. James Martin e William Hammer lideraram as duas equipas, e a equipa de Hammer encontrou o que parece ser um dinossauro saurópode vegetariano. Segundo o artigo, este réptil supostamente viveu há 200 “milhões de anos” atrás. Por outro lado, a equipa de Martin encontrou o que eles julgam ser um terópode, grupo que inclui carnívoros tais como o tiranossauro, e que supostamente viveu há 70 milhões de anos atrás.

Embora estas descobertas sejam interessantes, os imaginários “milhões de anos” atribuídos a elas são falsas, e como tal, deveriam ser examinadas com um olhar muito mais crítico do que o olhar com o qual os evolucionistas normalmente analisam para os dados que eles pensam ser a favor da sua teoria da evolução. Segundo a forma de pensar evolucionista, os seres humanos alegadamente não evoluíram na Terra até cerca de 4-6 milhões de anos atrás; isto separaria os humanos dos dinossauros em cerca de 60 milhões de anos.

A Bíblia, por outro lado, claramente diz que Adão e Eva foram criados no mesmo dia em foram criadas todas as outras criaturas que andavam sobre a Terra; isto obviamente inclui os dinsossauros (Génesis 1:24-31). Para além disso, muitas evidências científicas demonstram que os dinossauros e os seres humanos sempre viveram lado a lado. Este artigo escrito por Satterfield, tal como toda a descoberta fóssil, está a ser empilhada pelos evolucionistas como forma de contar uma falsa história.

Pensemos nisto de modo crítico: este artigo apareceu numa publicação dirigida a crianças, portanto o público-alvo são as crianças. Somos, portanto, levados a afirmar que a autora do artigo está a tentar influenciar as crianças de modo a que estas acreditem numa teoria da evolução que requer os milhões de anos, e que contradiz a linha temporal Bíblica.

Que tipo de impacto este tipo de artigos têm sobre as crianças? James Martin, o líder duma das equipas de pesquisa, diz as coisas de forma bem clara: “Depois de ler um livro sobre dinossauros na terceira classe, tomei a decisão de trabalhar com fósseis” (Satterfield, 2004). James Martin leu um livro na terceira classe que mudou a sua vida para sempre (e, em termos de futuro eterno, para pior). Será que as crianças que chegarem a ler o artigo da Kathryn Satterfield dirão o mesmo no futuro?

Conclusão:

Não podemos subestimar o poder dos livros, dos artigos, dos blogues e das páginas impressas; esse poder pode ser para o bem como para o mal. Para além disso, não podemos subestimar o quanto as crianças são influenciadas pelo que lêem e pelo que ouvem. É absolutamente vital disponibilizar informação científica genuína de modo a que as crianças rapidamente se apercebam que a teoria da evolução é uma religião mascarada de “ciência”, e que religião por religião, é bem mais lógico aceitar aquela que tem as evidências do seu lado.

Futuro Richard Dawkins

Futuro Richard Dawkins

Fonte

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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19 Responses to Preparando a próxima geração de evolucionistas?

  1. caiman says:

    Portanto está a defender que as crianças não deviam ir à catequese, porque isso seria “tentar influenciar as crianças”?

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    • Mats says:

      Os Cristãos não têm problemas em afirmar que estão a ensinar os seus valores morais aos seus filhos. O que se passa é que os evolucionistas estão a ensinar os seus valores morais AOS FILHOS DOS OUTROS, e com DINHEIRO DOS OUTROS.

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  2. Misaki says:

    Valores morais? Desde quando a ciência ensina valores morais? ‘-‘
    Ciência não é religião, pois não ensina a crença em um Deus e muito menos a rezar p/ ele e pedir coisas ¬¬

    Ah sim, eu até poderia ser considerada uma das crianças “influenciadas” com que você tanto se preocupa… Tenho 13 anos. Mas, na idade que esses atuais paleontólogos/cientistas/etc começaram a interessar-se sobre isso, o que me cativava mesmo era o estudo da bíblia. Acredito que para a maioria das crianças do Brasil também era isso, somos um país fortemente cristão.
    Mesmo assim, algo me fez mudar, comecei a interessar-me mais pela ciência… . Na verdade, no fundo, bem no fundo mesmo, eu ainda acredito que possa existir algum tipo de Deus… Mas, ele seria diferente do que vocês pensam que é. Apenas a minha crença nas religiões foi abalada🙂

    As crianças interessadas em ciência são minoria aqui no Brasil, calma, você ainda vai ter um enorme rebanho de ovelhas por um loooooooooongo tempo ^^
    Não, espera, o blog é português ._.
    Ok, acho que em Portugal também deve ser assim ‘-‘
    Desculpe os emoticons ¬¬

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  3. Matheus says:

    Olha, normalmente não gosto de entrar nesse tipo de discussão pois creio que simplesmente não é possível ter certeza de quase nada quando estamos falando de coisas que aconteceram há tanto tempo atrás (note que eu disse que é isso o que eu creio. Cientistas discordam. E a maior parte dos criacionistas me parece que também). Mas eu simplemente acho que você deveria ser mais cuidadoso ao escrever seus textos porque você expressa neles uma certeza que não é possível ter. Por exemplo:

    “Embora estas descobertas sejam interessantes, os imaginários “milhões de anos” atribuídos a elas são falsas”.

    Você não pode afirmar com certeza que essas datas são falsas. É a mesma coisa que eu afirmar que Deus não existe (sendo que eu não sei se isso é verdade). Existe uma pequena parte da comunidade científica que discorda dos métodos correntes de datação (mas quase tudo na ciência pode ser questionado, mas até o questionamento se provar correto…). A outra grande maioria concorda. Você está afirmando não somente que algo que é discutível é falso (de maneira que me parece até arrogante, embora que não ache que essa seja sua intenção), mas que algo que é amplamente aceito é falso. E o faz com convicção.

    Note que eu não estou querendo dizer que o que é amplamente aceito é o correto. Só estou dizendo que você deveria tomar mais cuidado ao escrever para não soar arrogante ao fazer afirmações das quais a maior parte da comunidade científica discorda (e, geralmente, com mais “evidências” do que as que você apresenta aqui). It’s all about wording. Pode começar tentando não ser categórico nas suas afirmações. (Porque ser categórico raramente ajuda a argumentação.)

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  4. Darcy says:

    Mats,

    Para os pais que desejam incentivar os filhos à pesquisa sobre os dinossauros, sem expô-los à doutrinação evolucionista (mas apresentadas, em linhas gerais, as divergências entre a Criação e a Evolução sobre o assunto), recomendo estes dois livros, preparados especialmente para os pequenos:

    Os Dinossauros
    Ruth Wheeler & Harold Coffin
    http://www.cpb.com.br/produto-176-os+dinossauros.html

    Como Surgiram os Dinossauros e por que eles Desapareceram
    Elaine Graham-Kennedy
    http://www.cpb.com.br/produto-1064-como+surgiram+os+dinossauros+e+por+que+eles+desapareceram.html

    Apenas para corroborar alguns pontos deste “post”, veja o que relata a autora do último dos livros mencionados, numa nota final na qual que ela explica por que decidiu escrever para as crianças:

    “Ao examinar essa questão, percebi que muitos dos materiais usados por nossas crianças para conhecer melhor os dinossauros foram escritos por interessados no assunto, mas que não sabiam separar os dados das interpretações. Ou então as crianças estavam lendo material preparado por evolucionistas…[…] Participei de um congresso há alguns anos em que os professores ouviram um palestrante falar que ‘não podemos pegar crianças que nasceram num lar conservador e convencê-las em um semestre de que a evolução é verdade’. Outro palestrante declarou: ‘Se convencermos as crianças do jardim da infância de duas coisas – primeiro, que os dinossauros viveram há milhões de anos, e segundo, que os dinossauros evoluíram até virarem pássaros – faremos com que sejam evolucionistas para o resto de sua vida.'”

    Um abraço!
    Darcy

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  5. WatchMaker says:

    Mats,
    Agora é moda do criacionistas da Terra jovem pegarem em alguns argumentos usados por ateus e virá-los (sem qualquer sentido, diga-se)? Portanto estás a dizer que serem publicados artigos baseados em conhecimento científico aceites pela comunidade científica em revistas PAGAS, numa secção para crianças é uma espécie de abuso? No entanto quererem meter “O Deus do cristianismo criou tudo e todos” numa sala de aulas como alternativa já não é endocrinação? Pena que haja mais religiões e versões dos mesmos deuses no mundo do que pares de meias que irei usar durante toda a minha vida, sendo que explicar todos os mitos de criação numa sala de aula iria ser um trabalho demorado. Mais vale deixar os contos de fada para outra altura, diria.

    “Os Cristãos não têm problemas em afirmar que estão a ensinar os seus valores morais aos seus filhos. O que se passa é que os evolucionistas estão a ensinar os seus valores morais AOS FILHOS DOS OUTROS, e com DINHEIRO DOS OUTROS.”
    Engraçado é que em 20 anos que estive na escola, da pré até ao mestrado, em nenhuma aula de ciências me tentaram incutir “valores morais”. Esses aprendi com os meus pais/avós/tios e restante comunidade à minha volta. Um artigo sobre o que é aceite cientificamente sobre dinossauros, num texto escrito para crianças, publicado numa revista que tem de ser comprada deverá ser algo um pouco diferente de ensinamento de “valores morais” com o dinheiro dos outros. Não concordas?

    “Posso, sim:”
    Li o inicio de cada um desses links. A maioria é “não pode porque a bíblia diz que…”; Depois há um que diz que podem haver erros na ordem de alguns milhões de anos nos métodos de datação (quando falamos de 4.5 MIL milhões de anos na idade da Terra, diria que 5,6,20 milhões não deitam por Terra as teorias); A do camarão, como o comentador referiu, não percebo porque a forma semelhante do fóssil ao do camarão actual explica o que quer que seja para além que esta espécie não tenha sofrido pressão evolutiva para prosperar no seu ambiente…
    Essas tuas “certezas” fazem de ti um dos poucos iluminados do mundo, sabes mesmo muita coisa. Já pensaste em publicar artigos revistos com essas tuas “certezas científicas”?

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    • Mats says:

      “Os Cristãos não têm problemas em afirmar que estão a ensinar os seus valores morais aos seus filhos. O que se passa é que os evolucionistas estão a ensinar os seus valores morais AOS FILHOS DOS OUTROS, e com DINHEIRO DOS OUTROS.”
      Engraçado é que em 20 anos que estive na escola, da pré até ao mestrado, em nenhuma aula de ciências me tentaram incutir “valores morais”.

      Bom para ti. Mas repara: só porque algo não aconteceu na tua vida (supostamente) não significa que não aconteça na vida dos outros. Existe vida para além das tuas experiências pessoais.

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  6. WatchMaker says:

    Ainda com a história dos valores morais.
    Supondo que eu sou cristão e acredito em toda a lenga lenga, porque não posso eu violar uma mulher? Os 10 mandamentos não falam em violações. Sei que não posso invocar o nome de Deus em vão, mas posso violar mulheres solteiras?

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    • Mats says:

      Supondo que eu sou cristão e acredito em toda a lenga lenga, porque não posso eu violar uma mulher?

      Cobiçar algo que não pertence é uma violação do Mandamento 10.

      Os 10 mandamentos não falam em violações. Sei que não posso invocar o nome de Deus em vão, mas posso violar mulheres solteiras?

      Se eu não sou casado com a mulher, a sua sexualidade não me pertence. Se sou casado, a sua sexualidade pertence-me, mas ela tem que dar consentimento.
      Tenta faz perguntas mais menos adultas porque quem fica mal visto com este tipo de “perguntas” és tu.

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      • WatchMaker says:

        Mats,
        isso é a tua interpretação do décimo mandamento, porque se ajusta àquilo que queres que se ajuste.
        “Cobiçar algo que não pertence é uma violação do Mandamento 10.”
        Então quando passo numa montra de televisões que não são minhas e “as cobiço”, estou a pecar? Nenhuma delas é minha,no entanto é essa cobiça que me leva a comprar uma (ou várias se assim o quiser).
        Para além que o décimo mandamento descreve uma série de “propriedades” físicas “do vizinho(a)”. Sexualidade muito dificilmente se encaixa nessa frase.
        Já agora quando é que os mandamentos são para seguir e quando é que não são? Se bem me recordo, há umas quantas de passagens em que os israelitas têm permissão para matar/violar os “inimigos”. Não deveria haver uma cláusula algures?

        “Bom para ti. Mas repara: só porque algo não aconteceu na tua vida (supostamente) não significa que não aconteça na vida dos outros. Existe vida para além das tuas experiências pessoais.”
        Boa resposta, o engraçado é que eu não tinha aulas privadas. Não sei quanto a ti, mas as minhas turmas no ciclo/secundário/faculdade sempre foram numerosas. Para além de que os professores não me deram só aulas a mim. E duvido que tivessem metodologias diferentes, ou então tive mesmo muita sorte, o que também é engraçado porque não acredito nessas coisas.

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      • Mats says:

        isso é a tua interpretação do décimo mandamento, porque se ajusta àquilo que queres que se ajuste.

        Isso é a “interpretação” de alguém com um cérebro funcional.

        Então quando passo numa montra de televisões que não são minhas e “as cobiço”, estou a pecar?

        São de quem?

        Para além que o décimo mandamento descreve uma série de “propriedades” físicas “do vizinho(a)”. Sexualidade muito dificilmente se encaixa nessa frase.

        Deus deixou a Bíblia para pessoas inteligentes, e não mimados da mamã que fazem birrinha infantil. Se tu tens dificuldades em entender o Mandamento 10º, não é problema meu.

        Já agora quando é que os mandamentos são para seguir e quando é que não são? Se bem me recordo, há umas quantas de passagens em que os israelitas têm permissão para matar/violar os “inimigos”. Não deveria haver uma cláusula algures?

        Da maneira como falas até parece que há algo de errado em matar os einimigos. O que é que o teu ateismo diz disso? Está certo matar inimigos? Está errado?

        E não te esqueças duma coisa: dentro do teu ateísmo não há problemas nenhuns com a cobiça. Antes de criticares o que a Bíblia diz sobre iss, tens que dizer o porquE de achares que isso é um ponto válido.
        Se não me engano, vais-te aperceber que o teu ateísmo não tem forma de condenar a cobiça e a morte dos inimigos, e isso vai ser o final deste teu “argumento”.

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  7. WatchMaker says:

    Oh Mats essa conversa de virares o bico do prego quando não gostas da pergunta é que é técnica infantil.

    “Então quando passo numa montra de televisões que não são minhas e “as cobiço”, estou a pecar?
    São de quem?”
    Já tenho direito a uma espécie de “quote mining”? Porque não pões o resto do contexto na citação e respondes a tudo? Como é que fazes para escolher comprar algo novo?Eu vejo os produtos, cobiço um mais que outro e compro se puder ou não compro. No entanto cobicei esse produto, Vou para o inferno se me esquecer de me arrepender de ter cobiçado um telemóvel e depois tê-lo comprado?

    “Deus deixou a Bíblia para pessoas inteligentes, e não mimados da mamã que fazem birrinha infantil.”
    A primeira parte dessa tua frase só pode ser irónica. Pelo que percebo de 99% dos fanáticos bíblicos, a bíblia foi escrita para ser lida, aceitar o que lá está e não questionar nem pensar mais sobre o assunto e alternativas. Dificilmente isso trata de “pessoas inteligentes”, mas apenas de escravos espirituais.
    Sim, sou mimado pela mamã. Qual o problema disso? Não posso questionar o que não faz sentido por isso? LOL Se calhar é esse o teu problema, falta de amor real, e então tens amigos imaginários a quem recorres. Podia ser pior.

    “Da maneira como falas até parece que há algo de errado em matar os einimigos. O que é que o teu ateismo diz disso? Está certo matar inimigos? Está errado?”

    Eu não ando a pregar que faço isto ou aquilo. Apenas estou a questionar o que tu e os restantes fanáticos bíblicos pregam. O meu ateísmo não tem nenhum livro que diga que devo fazer ou não fazer isto ou aquilo, nem eu ando a pregar o que é certo ou errado. Já a tua bíblia diz claramente “Não matarás” e umas páginas mais à frente diz algo do tipo “Se eles não se submeterem a ti, mata tudo e todos, excepto as virgens”. A TUA lei é que tem buracos e é essa que estou a questionar. Como referi, quando te perguntam isto gostas de virar o prego e acabas por nunca responder. Será desta?

    Se não me engano, vais-te aperceber que o teu ateísmo não tem forma de condenar a cobiça e a morte dos inimigos, e isso vai ser o final deste teu “argumento”.
    De facto o meu ateísmo não tem, os meus valores morais no entanto têm. Mas e os teus? Quando não se pode matar? E quando se pode?

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    • Mats says:

      Oh Mats essa conversa de virares o bico do prego quando não gostas da pergunta é que é técnica infantil.

      É para tu veres omo o teu ateísmo não justifica o que tu perguntas.

      “Então quando passo numa montra de televisões que não são minhas e “as cobiço”, estou a pecar?
      São de quem?”
      Já tenho direito a uma espécie de “quote mining”? Porque não pões o resto do contexto na citação e respondes a tudo? Como é que fazes para escolher comprar algo novo? Eu vejo os produtos, cobiço um mais que outro e compro se puder ou não compro. No entanto cobicei esse produto, Vou para o inferno se me esquecer de me arrepender de ter cobiçado um telemóvel e depois tê-lo comprado?

      Jovem criança, de quem são os produtos que são anunciados nos comerciais?

      “Deus deixou a Bíblia para pessoas inteligentes, e não mimados da mamã que fazem birrinha infantil.”
      A primeira parte dessa tua frase só pode ser irónica. Pelo que percebo de 99% dos fanáticos bíblicos, a bíblia foi escrita para ser lida, aceitar o que lá está e não questionar nem pensar mais sobre o assunto e alternativas.

      Tal como eu disse: Deus deixo a Bíblia para pessoas que usam a cabeça. O que tu “percebeste” explica o porquê de seres ateu.

      “Da maneira como falas até parece que há algo de errado em matar os einimigos. O que é que o teu ateismo diz disso? Está certo matar inimigos? Está errado?”

      Eu não ando a pregar que faço isto ou aquilo. Apenas estou a questionar o que tu e os restantes fanáticos bíblicos pregam.

      Porque é que andas a “questionr” se o teu ateísmo aceita todos os comportamentos morais?

      O meu ateísmo não tem nenhum livro que diga que devo fazer ou não fazer isto ou aquilo, nem eu ando a pregar o que é certo ou errado.

      Exactamente. O teu ateísmo não justifica as tuas questões.

      Já a tua bíblia diz claramente “Não matarás” e umas páginas mais à frente diz algo do tipo “Se eles não se submeterem a ti, mata tudo e todos, excepto as virgens”. A TUA lei é que tem buracos e é essa que estou a questionar.

      Qual é o problema com a contradição, rapaz? Há algum mal em escrever um livro contraditório?

      Como referi, quando te perguntam isto gostas de virar o prego e acabas por nunca responder. Será desta?

      NA verdade, quem acaba por não responder (ou insultar-me) sao aos ateuzinhos meninos da mamã. Vocês são todos iguais em qualquer parte do mundo. Não fazem a mínima ideia do que acreditam mas ainda querem ser árbitros morais de outros comportamentos morais.
      Explica lá qual é o problema com a contradição dentro da tua visão do mundo. Depois diso, justifica essa posição e diz o porqjuê de EU ter que seguir a TUA visão do que é uma “contradição”.

      Se não me engano, vais-te aperceber que o teu ateísmo não tem forma de condenar a cobiça e a morte dos inimigos, e isso vai ser o final deste teu “argumento”.
      De facto o meu ateísmo não tem, os meus valores morais no entanto têm.

      Muito bem. Como o teu ateísmo nao tem forma de condenar o comportamento alheio, não tens argumento contra a Bíblia.
      Ah, e os teus “valores morais” são vinculativos para quem não faz parte da tua pessoa? Porquê? Devo eu explicar a ti os meus valores morais? Porquê? Quem disse que os teus “valores morais” são base para criticar a Bíblia?

      Espero ansiosamente que te livres deste laço onde te meteste, e que dês mais uma resposta ateísta do tipo “Vai estudar” ou algo do género.

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      • WatchMaker says:

        Tanto texto e não me respondeste a nada, sem ser voltar a dizer o mesmo.

        “Jovem criança, de quem são os produtos que são anunciados nos comerciais?”
        Agora sabes a minha idade eh eh🙂 Os produtos deverão ser da(s) empresa(s) que os comercializam. Acabaste por não me dizer como escolhes adquirir um produto de entre vários do mesmo tipo. Pelo que dizes toda e qualquer pessoa que se deixe levar por um anúncio comercial na escolhaa de produtos está a desobedecer às regras do teu livro?

        “O que tu “percebeste” explica o porquê de seres ateu.”
        Certo. Isso e ter olhos ligados ao cérebro e um nível de humildade para perceber que a humanidade não é em nada especial.

        “Qual é o problema com a contradição, rapaz? Há algum mal em escrever um livro contraditório?”
        Uma contadição é errada. Se quiseres eu explico-te em linguagem matemática o porquê.
        Se numa página dizes NUNCA FAÇAS A e depois a seguir dizes FAZ A, sem explicares as vezes em que podes fazer A, então parece-me que há inconsistências. Seja lá do tema que estiveres a falar.

        ” Como o teu ateísmo nao tem forma de condenar o comportamento alheio, não tens argumento contra a Bíblia.”
        Volto a dizer que tu é que és o fanático que dá a importância toda a coisas “espirituais” e fantasiosas. As minhas (não)-crenças têm 0 influências nos meus valores morais e na forma como vivo a minha vida. Percebeste a nossa diferença e o porquê de não ser o meu ateísmo que me dá argumentos para o que seja?

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      • Mats says:

        Uma contadição é errada. Se quiseres eu explico-te em linguagem matemática o porquê.
        Se numa página dizes NUNCA FAÇAS A e depois a seguir dizes FAZ A, sem explicares as vezes em que podes fazer A, então parece-me que há inconsistências.

        Há algum problema moral em ser inconsistente, segundo o teu ateísmo ou a tua “moral”?

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    • Ismael says:

      WatchMaker

      Primeiro, seus argumentos são superficiais. Porque se você realmente pensar, você já sabe a resposta das suas perguntas. Como?

      Você cria uma pergunta e em cima dela monta uma resposta montada com filosofias enganosas, para que alguém o respondendo o possa ser pego. Esse é o motivo de seus questionamentos… você não vem aqui para dialogar, mas para derramar seu senso superficial de superioridade.

      Agora, segundo:

      “Então quando passo numa montra de televisões que não são minhas e “as cobiço”, estou a pecar?”

      Temos que ensinar você a tomar leite rapaz? Cobiça não é simplesmente olhar… ela tem a ver com o intuito do seu coração. Se você for puro de coração, sem mal quando olha, você não peca. Mas se você olha com o intuito de cobiçar você pega. Por acaso não está escrito: “Bem aventurado os puros de coração porque verão a Deus?” Já se questionou porque Adão e Eva andavam nus no jardim? Pela sua pergunta, não…

      Terceiro:

      Eu não ando a pregar que faço isto ou aquilo. Apenas estou a questionar o que tu e os restantes fanáticos bíblicos pregam. O meu ateísmo não tem nenhum livro que diga que devo fazer ou não fazer isto ou aquilo, nem eu ando a pregar o que é certo ou errado. Já a tua bíblia diz claramente “Não matarás” e umas páginas mais à frente diz algo do tipo “Se eles não se submeterem a ti, mata tudo e todos, excepto as virgens”.

      No jardim do Éden existiam duas árvores – vida Eterna e Conhecimento do Bem e do Mal;

      O que Deus disse que aconteceria com quem comece da árvore da Vida Eterna – Viveria Eternamente. O que aconteceria com quem comesse da árvore do Conhecimento do Bem e do mal? “É certo que morrereis se comeres desse fruto…”

      Pois bem. O homem e a mulher comeram – consequência: a morte se tornou uma realidade.

      O que eu quero dizer com isso? Quem é que tem o poder de dizer o que morre e o que vive? Deus. O mandamento do “não matarás” é para os homens, e não para Deus. E Deus no antigo testamente deu ordem para que a justiça recaísse sobre aquele povo, isto é, a morte. Percebe, ali é um mandamento direto da boca de Deus dizendo para exterminar aquele povo. Ele é quem ordena.

      Agora vamos para as virgens: elas, como despojo, seriam como esposas. E os soldados que a tomassem, deveriam cumprir os mandamentos, tanto por consentimento e tanto ao casamento. Isto é, a lei deve ser vista como um todo. Deus não diz que essas mulheres iriam se tornam prostitutas. Deve se levar em conta todo os mandamentos concernentes ao casamento e etc.

      Você não pode isolar, você deve ver o caráter de todo o velho testamento.

      E sim, aqueles eram tempos terríveis quanto a punição, porque o filho de Deus não tinha se manifestado para remissão dos pecados do povo de Israel e dos gentios. E punições de morte era comum dependendo da gravidade do pecado. No entanto você deve levar em conta que a justiça muitas vezes não se manifesta em cada história da bíblia no momento do erro, muitas vezes levam anos, milênios para acontecer. Como por exemplo: a segunda vida de Jesus para que o último ato de justiça e de juízo aconteçam.

      Cada caso, é um caso isolado…

      Você consegue enxergar? Você está criando argumentos para elevar seu orgulho e não consegue compreender coisas simples como as que eu falei a cima.

      E seu orgulho vai fazer com que tente achar maneiras de enganar e sair ganhando, mas esquece do caráter dos textos bíblicos, isto é, porque falta conhecimento. Simplesmente tenta achar textos tirando-os fora do contexto.

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  8. Azetech says:

    Mats

    Deixei um comentário para o WatchMaker. Acho que está na caixa de Spam.

    Abrçs.

    Diogo.

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Todos os comentários contendo demagogia, insultos, blasfémias, alegações fora do contexto, "deus" em vez de Deus, "bíblia" em vez de "Bíblia", só links e pura idiotice, serão apagados. Se vais comentar, primeiro vê se o que vais dizer tem alguma coisa em comum com o que está a ser discutido. Se não tem (e se não justificares o comentário fora do contexto) então nem te dês ao trabalho.

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