Para onde foi toda a água do Dilúvio?

Tartarugas fossilizadas: Evidência em favor do Dilúvio de NoéSegundo o evolucionista Bill Butler, “A maior ficção geológica que os Criacionistas subscrevem é o Dilúvio de Noé” (2002). A ideia de que a água cobriu toda a Terra,  incluindo os montes e as montanhas mais altas (Génesis 7:19-20), é supostamente impensável e impossível . Os evolucionistas levantam várias questões quando revelam a sua descrença no Dilúvio de Noé e uma dessas questões foi levantada por Butler no seu artigo, “Creationism = Willful Ignorance” [“Criacionismo = Ignorância Voluntária”]. Diz Butler:

Se a superfície terrestre foi coberta com 8840 metros adicionais de água, como é que nos livramos dela?

Se o Monte Evereste atinge os 8840 metros de altura, então alegadamente a Bíblia indica que as águas do Dilúvio superaram essa marca – aproximadamente 7 metros acima do ponto mais alto do Monte Evereste (Génesis 7:20). Se isso realmente aconteceu, para onde foi toda a água do Dilúvio?Primeiro que tudo, a Bíblia é mais específica quando fala de Quem causou a redução da altura da água do que para onde especificamente se dirigiram as águas. Génesis 8:1,3 diz

e Deus fez passar um vento sobre a terra, e aquietaram-se as águas. . . . E as águas tornaram de sobre a terra continuamente, e ao cabo de cento e cinquenta dias as águas minguaram.

Anos mais tarde, o Profeta Isaías trouxe à lembrança a forma como YAHWEH comparou a promessa que Ele havia feito com Israel com a promessa de que “as águas de Noé não inundariam mais a terra” (Isaías 54:9). Embora estas passagens não nos digam de modo específico para onde se dirigiram as águas de Noé, para o Cristão que acredita na inspiração da Bíblia tal revelação deveria ser adequada: Deus fez algo com as águas do Dilúvio.

Segundo: a crença do céptico (de que a quantidade de água que actualmente existe sobre a Terra não é suficiente para que o Dilúvio reportado na Bíblia tenha mesmo ocorrido) fundamenta-se em suposições inválidas. A verdade é que não sabemos a altura que as montanhas tinham durante os dias de Noé, nem sabemos a profundidade que os vales oceânicos tinham por essa ocasião.

Portanto, não podemos saber a quantidade de água que existia durante o Dilúvio de Noé. O Salmo 104:6-8 indica que, a dada altura do passado, Deus estabeleceu novas altitudes e novas profundidades para os montes e para os vales da Terra. Dirigindo os seus comentários a YAHWEH, o salmista proclamou:

Tu a cobres com o abismo, como com um vestido: as águas estavam sobre os montes;
À Tua repreensão fugiram, à voz do Teu trovão se apressaram.
Sobem aos montes, descem aos vales, até ao lugar que para elas fundaste.

Da mesma forma que Deus milagrosamente alterou a topografia terrestre durante a Semana da Criação (Génesis 1:9-13), e tal como Ele milagrosamente enviou as águas do Dilúvio sobre a Terra, aparentemente Deus também milagrosamente causou a que as águas do Dilúvio baixassem de nível.O mundo antideluviano muito provavelmente era vastamente diferente da Terra actual (vêr 2 Pedro 3:6).

HimalaiasÉ bem provável (e razoável de se acreditar) que as montanhas dos dias de Noé eram muito menores que, por exemplo, as altitudes que o Monte Evereste ou o Monte McKinley têm hoje em dia. Tendo isso em conta, as águas do Dilúvio não teriam que alcançar os 8840 metros de altura de modo a cobrir toda a Terra.

Sabemos, segundo a Palavra do Criador, que as águas cobriram todas as montanhas do mundo, mas nós não sabemos a altura que essas montanhas tinham durante a época do Dilúvio. (Curiosamente, fósseis marinhos foram encontrados perto do topo do Monte Evereste, confirmando que essa parte do monte esteve coberta de água.)

Conclusão:

Fossa das MarianasPara onde foi toda a água do Dilúvio? A resposta mais lógica à luz das Escrituras parece ser aquela que defende que Deus ajustou a topografia terrestre de modo a que o nível de água baixassse. A maior parte da água do Dilúvio provavelmente recuou para as partes mais profundas das trincheiras oceânicas – vales que, em algumas partes, chegam a ter uma profundidade que pode atingir os 11.000 metros (“A Fossa das Marianas é o local mais profundo dos oceanos, atingindo uma profundidade de 11.034 metros”).

LÊR TAMBÉM: O Dilúvio de Noé cobriu os Himalaias?

Apologetics Press

REFERÊNCIAS

Butler, Bill (2002), “Creationism = Willful Ignorance

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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181 Responses to Para onde foi toda a água do Dilúvio?

  1. Paulo says:

    Não é muito extremista a idéia de toda a terra ter ficado inundada? Na realidade, não é, não. De fato, a terra ainda está inundada até certo ponto. Setenta por cento dela está coberta por água e apenas 30 por cento dela é terra seca. Além disso, 75 por cento da água potável da terra está presa em geleiras e nas calotas polares. Se todo este gelo fosse derreter-se, o nível do mar ficaria muito mais elevado. Cidades tais como Nova Iorque e Tóquio desapareceriam.
    Além disso, A Nova Enciclopédia Britânica diz: “A profundidade média de todos os mares foi calculada em 3.790 metros, uma cifra consideravelmente maior do que a elevação média da terra acima do nível do mar, que é de 840 metros. Se a profundidade média for multiplicada pela sua respectiva área de superfície, o volume do Oceano Mundial será 11 vezes superior ao da terra acima do nível do mar.” ( The New Encyclopædia Britannica, 1987, Vol. 25, p. 124.)

    Portanto, se tudo fosse nivelado — se os montes fossem achatados e as profundas bacias marítimas enchidas — o mar cobriria a terra inteira numa profundidade de milhares de metros.

      Para o Dilúvio poder acontecer, as bacias marítimas antediluvianas devem ter sido mais rasas e os montes mais baixos do que agora. É isto possível? Pois bem, certo compêndio diz: “Onde agora se elevam montes a alturas estonteantes, antigamente, há milhões de anos, estendiam-se oceanos e planícies numa monotonia plana. . . . Os movimentos das placas continentais fazem a massa terrestre elevar-se a uma altura em que apenas os mais resistentes animais e plantas podem sobreviver, e, no outro extremo, mergulhar e jazer em esplendor oculto bem abaixo da superfície do mar.” (Wonders of Nature, editado por Claus Jürgen Frank, 1980, p. 87.) Visto que os montes e as bacias marítimas se elevam e abaixam, é evidente que, em certa época, os montes não eram tão altos como agora e as grandes bacias marítimas não eram tão fundas.
    O que aconteceu com as águas inundantes após o Dilúvio? Elas devem ter drenado para as bacias marítimas. Como? Os cientistas acreditam que os continentes repousam sobre enormes placas. O movimento destas placas pode causar mudanças no nível da superfície da terra. Em alguns lugares, atualmente, há grandes abismos subaquáticos de mais de 10 km de profundidade nos limites das placas. (The New Encyclopædia Britannica, 1987, Vol. 9, p. 505.) É bem provável que — talvez causado pelo próprio Dilúvio — essas placas se tenham movido, o fundo do mar se tenha abaixado e se tenham aberto grandes valas, permitindo que a água drenasse da massa terrestre.

    Então o Dilúvio não se trata de apenas questão de fé, mas existe evidências de que realmente aconteceu.

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  2. Excelentes informações Mats. Creio também que, considerando o grande volume de sedimento que as águas trouxeram dos continentes, as fossas submarinas deveriam ser bem mais profundas antes do cataclisma.

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  3. lucas says:

    E quanto as calotas polares? Parte da água poderia estar lá.

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    • mila says:

      Parte dessa agua pode estar congelada:
      ” Deus juntou os mares num lugar só e guardou os oceanos em reservatórios.” Salmos 33.7
      Creio que esses reservatorios seriam as geleiras polares. Se eu fosse Davi ha mais de mil anos atras, tambem nao saberia como descrever de outra forma um lugar onde ha grande reserva de agua congelada.

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  4. Saga says:

    Eu acho que é picaretagem será que depois de todos esses anos ainda não aprenderam que o Criacionismo não diz que “as águas cobriram o Everest” ? Eu acho que é de proposito, será que realmente esses evolucionistas “desmentem” o seu “rival” sem nem ter a menor do que eles ensinam? Nunca vi na vida um criacionista dizer que acredita que as águas subiram mais de 8000 m, mas já vi 324678748758 evolucionistas, céticos e ateus dizerem que o criacionismo ou a religião cristã é absurda e seus adeptos tem de crer num mito ridículo e impossível de um “diluvio que cobriu os 8000 do Everest” e que “um velho teve de ir buscar e por mais de 10 milhões de animais num barquinho”.

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    • WatchMaker says:

      E eu acho que os criacionistas já começavam a apresentar evidências do que dizem, para além de “Godidit”.

      Que evidências possuem para o número de “proto”- animais que caberiam no barco? Que evidências possuem para dizer que a Terra era mais plana ou os mares mais profundos? Novamente pergunto se sabem o que é o Ónus da prova.. É que vocês criticam os métodos de datação, mas pelo menos estes existem. Já dizer “Deus fez” e está escrito na Bíblia serve tanto como nada.

      BTW Mats, porque fui censurado no outro comentários dirigido ao Azetech? Por tê-lo chamado de arrogante (e explicado porquê) ou porque estava lá alguma coisa que não conseguias refutar?

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      • Mats says:

        E eu acho que os criacionistas já começavam a apresentar evidências do que dizem, para além de “Godidit”.

        Se tu “inteligentemente” achas que todas as evidências dos criacionistas se limitam a “Godidit”, então tens sérios problemas de leitura e compreensão. Leste alguma coisa deste e de outros blogues?

        Que evidências possuem para o número de “proto”- animais que caberiam no barco?

        Qual é o número de animais que estava na arca? Sabes?

        Que evidências possuem para dizer que a Terra era mais plana ou os mares mais profundos?

        O poder explicativo dessa posição. (Eu acho que tu nem sabes o que “poder explicativo” ou “explanatório” quer dizer).

        Novamente pergunto se sabem o que é o Ónus da prova.. É que vocês criticam os métodos de datação, mas pelo menos estes existem.

        E o facto de existirem automaticamente os torna científicos? Ora, o criacionismo também existe. LOGO, usando a tua “lógica”, isso é suficiente.

        Já dizer “Deus fez” e está escrito na Bíblia serve tanto como nada.

        Felizmente ninguém aqui é burro dessa forma para limitar os seus argumentos para essas estupidez. Agora, se tu pensas assim, então não estás a fazer nada neste blogue (visto que não consegues ler porcaria nenhum que se escrve aqui).

        Edte foi o teu último comentário neste blogue. Adeus e não voltes.

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  5. Ana Silva says:

    Mats:

    A existência de fosseis marinhos em montanhas como os Himalaias e os Alpes é facilmente explicada pela tectónica de placas. Esta teoria está bem fundamentada em factos, como o movimento detectado e medido das placas e os sismos.

    Ao defender a hipótese de um dilúvio global, o post do Mats baseia-se em suposições que fundamenta baseando-se exclusivamente na autoridade da Bíblia. Isso não é (fazer) Ciência.

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    • Azetech says:

      Ana Silva

      Seja bem vinda novamente.
      Gostaria, se possível, concluir nosso debate que ficou em aberto (referente a existência do suposto “acaso” absoluto).

      A existência de fosseis marinhos em montanhas como os Himalaias e os Alpes é facilmente explicada pela tectónica de placas. Esta teoria está bem fundamentada em factos, como o movimento detectado e medido das placas e os sismos.

      Ana, esta “teoria” está fundamentada na crença uniformitarista, ou seja, se crê que os eventos e mudanças que ocorrem hoje, sempre ocorreram na mesma escala.
      Como se comprova empiricamente que este princípio é real? Como se comprova empiricamente que em um determinado período NUNCA ocorreu uma catástrofe universal que alterou TODA estrutura do planeta?

      Ao defender a hipótese de um dilúvio global, o post do Mats baseia-se em suposições que fundamenta baseando-se exclusivamente na autoridade da Bíblia. Isso não é (fazer) Ciência.

      Tu acusas os criacionistas bíblicos, por direcionar a explicação das evidências, fundamentados nos relatos bíblicos, mas ao mesmo tempo embasa a explicação das mesmas evidências fundamentados na crença a priori uniformitarista?

      Está a utilizar dois pesos e duas medidas?

      Onde está a ciência em afirmar a priori que os eventos que ocorrem hoje sempre foram os mesmos no passado? Onde está a ciência em uma visão que preconceituosamente descarta uma teoria simplesmente por ser catastrofista?

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      • Ana Silva says:

        Mats:

        Tenho conhecimento da existência de vários relatos e de mitos de dilúvios. Acredito que sejam relatos de acontecimentos reais, feitos pelos descendentes de pessoas que sobreviveram a grande cataclismos, mas apenas a dilúvios locais.

        Aceito isso também porque existem provas físicas que parecem acompanhar estes relatos. E existe pelo menos um lugar no mundo em que é possível a ocorrência de um grande dilúvio no futuro, o lago Nyos nos Camarões. O lago Nyos ocupa o interior de uma grande caldeira e existe a possibilidade real de uma das paredes desta caldeira ceder, permitindo a libertação de toda a água do lago sobre os terrenos vizinhos. Tecnicamente isto é um dilúvio, um que pode ter consequências muito graves.

        Acredito que o Génesis relata um dilúvio real, com consequências terríveis para os habitantes da zona afectada. Mas, tendo em consideração os registos geológicos da Terra, não posso aceito que o dilúvio descrito no Génesis tenha sido global. Os registos geológicos terrestres contrariam a existência de um tal cataclismo.

        Acredito que qualquer dilúvio, ocorrendo em qualquer local na Terra, deixaria uma grande marca nos sobreviventes criando histórias cujos descendentes perpetuariam ao longo do tempo, porque um grande dilúvio é um acontecimento raro, com consequências terríveis e inesquecíveis. Portanto é mais do que natural vários povos e culturas terem relatos e mitos de dilúvios. A existência destes relatos não é, por si só, uma confirmação da existência de um dilúvio universal, apenas a confirmação de diferentes dilúvios locais.

        “Vocês evolucionistas têm uma “lógica” curiosa: vocês olham para as semelhanças entre os animais e erradamente dizem que há uma parente comum, mas olham para as inúmeras semelhanças entre os relatos do Dilúvio, e afirmam que não têm um “parente” comum. Vocês são muito incoerentes.”

        Não percebo a lógica desta sua frase, confesso. Até porque em nenhum dos meus comentários a este post fiz qualquer referência a animais ou a teorias que explicam a sua diversidade (como a noção de todos os seres vivos actuais terem um ascendente comum). Eu estou a falar APENAS sobre a impossibilidade de ter ocorrido um dilúvio global terrestre.

        Um dilúvio, se não estou enganada, é uma inundação. Segundo o dicionário que consultei os dilúvios (também) são a consequência de grandes chuvadas contínuas. O movimento tumultuoso de um grande volume de água num curto espaço deixa marcas inconfundíveis, facilmente identificáveis. Como disse, NÃO existem provas geológicas de um dilúvio universal. As provas geológicas de dilúvios que existem indicam que estes não têm uma concordância temporal.

        Não sei o que é um evolucionista, sinceramente. Espero que não seja um nome feio porque isso quereria dizer que o Mats me estaria a insultar, indo contra as suas próprias regras (“Todos os comentários contendo demagogia, insultos […] e pura idiotice, serão apagados.”).

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      • Ana Silva says:

        Azetech:

        Desculpe só agora ter visto este seu comentário.

        “Ana, esta “teoria” está fundamentada na crença uniformitarista, ou seja, se crê que os eventos e mudanças que ocorrem hoje, sempre ocorreram na mesma escala.” Como disse a noção de uniformitarismo defendida por Lyell não é aceite como tal pela comunidade científica actual.

        Eu, pessoalmente, também não “defendo” o uniformitarismo. Baseio-me no que conheço dos registos geológicos.

        “Como se comprova empiricamente que em um determinado período NUNCA ocorreu uma catástrofe universal que alterou TODA estrutura do planeta?” Pelo que pude perceber a análise do registo geológico (rochas, fósseis e afins) revela que existiram várias catástrofes ao longo da existência da Terra.

        Existem indícios de que existiram várias catástrofes que atingiram a Terra ao longo da sua existência. Por exemplo meteoritos (que criaram crateras ainda hoje visíveis do espaço) e supervulcões como a caldeira de Yellowstone tiveram uma grande influencia global sobre a Terra, criando alterações climáticas dramáticas, com consequências muito, muito mais graves do que um dilúvio.

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    • Mats says:

      A existência de fosseis marinhos em montanhas como os Himalaias e os Alpes é facilmente explicada pela tectónica de placas. Esta teoria está bem fundamentada em factos, como o movimento detectado e medido das placas e os sismos.

      Sim, e ?

      Ao defender a hipótese de um dilúvio global, o post do Mats baseia-se em suposições que fundamenta baseando-se exclusivamente na autoridade da Bíblia. Isso não é (fazer) Ciência.

      Quem foi que disse que a nossa crença no Dilúvio “baseia-se em suposições que fundamenta baseando-se exclusivamente na autoridade da Bíblia” ?

      Existem várias evidências que confirmam o Dilúvio

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      • Ana Silva says:

        Mats:

        “Existem várias evidências que confirmam o Dilúvio”. Penso que não.

        O que existe é ” várias evidências que confirmam” vários dilúvios ocorridos em diferentes partes do mundo em diferentes alturas.

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      • Mats says:

        O que existe é ” várias evidências que confirmam” vários dilúvios ocorridos em diferentes partes do mundo em diferentes alturas.

        E com um elevado grau de semelhanças:

        https://darwinismo.wordpress.com/2012/12/13/porque-e-que-quase-todas-as-culturas-mundiais-possuem-uma-tradicao-em-torno-dum-diluvio-global/

        É muito mais lógica inferir que se está a falar do mesmo evento.

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      • Ana Silva says:

        Mats:

        “O que existe é ” várias evidências que confirmam” vários dilúvios ocorridos em diferentes partes do mundo em diferentes alturas.”

        “E com um elevado grau de semelhanças”. Claro, porque são dilúvios. É suposto os dilúvios terem consequências semelhantes, que permitem a sua identificação à posteriori como dilúvios.

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      • Mats says:

        “O que existe é ” várias evidências que confirmam” vários dilúvios ocorridos em diferentes partes do mundo em diferentes alturas.”

        “E com um elevado grau de semelhanças”. Claro, porque são dilúvios. É suposto os dilúvios terem consequências semelhantes, que permitem a sua identificação à posteriori como dilúvios.

        Quando se encontram vários níveis de semelhanças que vão para além do evento em si (Havia uma família favorecida, foram avisados antecipadamente, o dilúvio o castigo pela maldade do homem, a catástrofe nada mais que um dilúvio, dilúvio global, sobrevivência garantida através dum barco, animais salvos, animais desepenharam um papel, sobreviventes aterraram numa montanha, pássaro enviado para fora da embarcação, menção dum arco-íris, sobreviventes ofereceram um sacrifício, 8 pessoas foram salvas, etc) ficamos a ideia de que estamos a falar do mesmo evento, e não de vários eventos localizados.

        Vocês evolucionistas têm uma “lógica” curiosa: vocês olham para as semelhanças entre os animais e erradamente dizem que há uma parente comum, mas olham para as inúmeras semelhanças entre os relatos do Dilúvio, e afirmam que não têm um “parente” comum. Vocês são muito incoerentes.

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  6. Azetech says:

    Mats

    “Watchmaker disse”: Mats, porque fui censurado no outro comentários dirigido ao Azetech? Por tê-lo chamado de arrogante (e explicado porquê) ou porque estava lá alguma coisa que não conseguias refutar?

    Então o Watchmaker me chamou de arrogante? LOL🙂 Sem comentários.
    Os Naturalistas começas a ficar sem argumentos e partem para o Ad Hominem.

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  7. Azetech says:

    Ana Silva

    O que existe é ” várias evidências que confirmam” vários dilúvios ocorridos em diferentes partes do mundo em diferentes alturas.

    Ana, isso ocorre pois a tua cosmovisão é fundamentado nas idéias postuladas de Charles Lyell.
    Então, sob o “óculos” do uniformitarianismo e dos propostos “milhões de anos” enxerga estas evidências, utilizando como a ÚNICA EXPLICAÇÃO, vários “dilúvios” locais.
    Porém se não utilizar estes “óculos”, não negando a possibilidade de uma catástrofe universal, o dilúvio global se enquadra perfeitamente as evidências encontradas.

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    • Ana Silva says:

      Azetech:

      Não sei o que é uma “cosmovisão”. Pessoalmente baseio-me nos conceitos de energia, calor, corrente de convecção, temperatura, pressão, força, força de atrito que, entre outros, são importantes na apresentação na tectónica de placas.

      Se, em qualquer altura, o movimento das placas fosse muito mais rápido as “marcas” deixadas nos registos geológicos seriam diferentes. Aliás, se não estou enganada, as “marcas” nos registos geológicos permitem determinar a velocidade a que as marcas se moviam na altura em que as rochas se formaram.

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      • Azetech says:

        Ana Silva

        Cosmovisão é a maneira a priori de pensar e embasar a explicação de um evento.

        Tu possui nitidamente a mesma cosmovisão embasada na proposta de Charles Lyell.
        Fundamentado neste pressuposto, utilizas a os conceitos de energia, calor, corrente de convecção, temperatura, pressão, força, força de atrito que, entre outros, que TAMBÉM fundamentam-se nesta mesma cosmovisão.

        Nós não possuímos esta cosmovisão, pelo fato de não crermos no princípio uniformitarianista. Nosso princípio é fundamentado no CATASTROFISMO UNIVERSAL, logo utilizamos os conceitos de de energia, calor, corrente de convecção, temperatura, pressão, força, força de atrito que, entre outros. embasados neste princípio.

        Não penses que APENAS a explicação fundamentado no pressuposto de Lyell é a ÚNICA.
        A explicação para as MESMAS evidências, também possuem outro modelo explicativo que discordam das teses de Lyell.
        O fato que que não conheces (ou não aceitas) outra explanação que não sejam formatados no uniformitarianismo.

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      • Ana Silva says:

        Azetech:

        “Tu possui nitidamente a mesma cosmovisão embasada na proposta de Charles Lyell.”.
        Acho que Lyell não conhecia e não defenderia a teoria das placas, uma teoria que só foi apresentada em meados do século XX, várias décadas depois da sua morte.

        “Não penses que APENAS a explicação fundamentado no pressuposto de Lyell é a ÚNICA.” Claro que não. Nem é, como referi, aquela que é defendida actualmente pela comunidade científica.

        “Nós […] utilizamos os conceitos de energia, calor, corrente de convecção, temperatura, pressão, força, força de atrito que, entre outros. embasados neste princípio.” Os conceitos científicos não são “utilizados”, Azetech. Ou estão de acordo com o que é observado, ou o que é observado terá de ser reinterpretado.

        “A explicação para as MESMAS evidências, também possuem outro modelo explicativo que discordam das teses de Lyell.” Qual? A teoria das hidroplacas?

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  8. Azetech says:

    Ana Silva

    Acho que Lyell não conhecia e não defenderia a teoria das placas, uma teoria que só foi apresentada em meados do século XX, várias décadas depois da sua morte.

    Na verdade Lyell defendia que a Terra era muito mias antiga, e que as mudanças graduais que ocorrem hoje, sempre ocorreram no passado (descartando o catastrofismo universal)
    Este tipo de pensamento que permeou os acadêmicos (principalmente os naturalistas), que os levaram a elaborar teorias sobre este alicerce.

    “laro que não. Nem é, como referi, aquela que é defendida actualmente pela comunidade científica.”

    A comunidade científica não possui um consenso universal, logo esta narrativa sobre as placas tectônicas possuem explanações diferentes.
    As teorias fundamentadas sob a base uniformitarianista é uma e sobre a base catastrofista é outra.

    Os conceitos científicos não são “utilizados”, Azetech. Ou estão de acordo com o que é observado, ou o que é observado terá de ser reinterpretado.

    Discordo. Conceitos científicos são elaborados em alguns pilares. Estes por sua levam a uma interpretação que por fim determinam a uma explanação. Logo para se adotar um tipo de explanação, os conceitos que a embasaram deverão se utilizados, para que a interpretação esteja em acordo com os mesmos.

    Qual? A teoria das hidroplacas?

    Com certeza. A teoria das hidroplacas (mais aceita entre a comunidade científica não “Lyellista Darwinista” ), é uma das explanações vigentes. Ela é a concorrente principal das teorias das placas tectônicas, fundamentados pela cosmovisão uniformitarianista.

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    • Ana Silva says:

      Azetech:

      A teoria da hidroplacas, do que eu conheço, tem muitas, muitas falhas.

      A que me faz mais confusão é a formação dos cometas e dos asteroides a partir do material lançado para o espaço. O sistema solar é constituído por inúmeros asteroides, presentes não só na cintura de asteroides. Júpiter e Saturno, por exemplo, têm uma legião de asteroides que acompanham estes planetas na sua trajectória. Para além disso os cometas têm duas origens, a cintura de Kuiper e a nuvem de Oort. A Terra teria de ter perdido muito material, rochas poeira e água, para formar todos estes astros.

      Só a energia necessária para elevar todo este material e leva-lo para fora da Terra é “giga-mega” imensa (iria cozer todos os seres vivos e colocar a água terrestre em ebulição).

      Para além disso os asteroides que conhecemos (os meteoritos que atingem a Terra, por exemplo) têm constituições demasiado diferentes entre si (e diferentes dos granitos e dos basaltos terrestres) para terem todos a mesma fonte.

      Uma estrutura feita de uma placa de granito sustentada por colunas sobre uma placa de basalto com água a preencher o espaço entre placas é altamente instável e duvido que se conseguisse aguentar 1000 a 2000 anos sem rachas. Mais ainda,a constituição do granito e do basalto varia conforme os locais onde essas rochas são recolhidas.

      A formação de rochas calcárias exigem condições de tempo e pressão que não estão de acordo com o que a explicação dada pela teoria das hidroplacas. Esta teoria também não explica de forma satisfatória a existência de fósseis de animais marinhos microscópicos nessas rochas.

      Desconfio que mais pode ser apresentado como razão para que a teoria das hidroplacas não pode ser aceite como uma teoria científica, tendo em conta os conhecimentos actuais de ciência. Mesmo um aluno do secundário “cursando” disciplinas de ciências naturais (geologia, física e química) sabe explicar porque é que a teoria das hidroplacas não é satisfatória na explicação dos fenómenos físicos em geral e no registo geológico terrestre em particular.

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      • Azetech says:

        Ana Silva

        A teoria da hidroplacas, do que eu conheço, tem muitas, muitas falhas.

        Pois é Ana, falaste tudo, a teoria da hidroplacas que TU conheces.
        Agora levanto a questão, QUANTO conheces dela?

        Pergunto pois as suas dúvidas primarias não remetem a quem entende do assunto abordado, por exemplo:

        formação dos cometas e dos asteroides a partir do material lançado para o espaço.”

        Achas que a teoria fala da origem de TODOS cometas e asteroides existentes no sistema solar?
        Está enganada, ela propõe a formação de asteroides sob a PROXIMIDADE da Terra, e não a longa distância como propuseste.

        Só a energia necessária para elevar todo este material e leva-lo para fora da Terra é “giga-mega” imensa (iria cozer todos os seres vivos e colocar a água terrestre em ebulição).

        Não necessariamente. A temperatura poderia até aumentar com a ruptura, porém a era glacial gerada pelo mesmo tornaria a temperatura Terrestre amena novamente.

        Percebo que nesta parte, está a considerar um ponto da teoria e ao mesmo tempo a desconsiderar outros pontos.
        Creio que desconsideras não por desonestidade, mas sim por um desconhecimento do mesmo.

        Uma estrutura feita de uma placa de granito sustentada por colunas sobre uma placa de basalto com água a preencher o espaço entre placas é altamente instável

        Concordo plenamente que seria instável se as colunas estivessem situada sobre a placa de basalto com água sem que houvesse PRESSÃO.

        Portanto não consideraste (ou não conheceste) que a teoria explica que a estabilidade é possível devido a pressão adquirida entre as colunas, onde fariam a camada de água altamente salina (mais densa que o normal), atua-se como uma amortecedor natural, permitindo que a temperatura permanecesse a mesma e a estabilidade fosse constante (muito maior que as placas tectônicas de hoje)

        e duvido que se conseguisse aguentar 1000 a 2000 anos sem rachas

        Esta tua dúvida pode ser comprovado empiricamente?
        Digo pois suas dúvidas são muito subjetivas e PARCIAIS.
        Por exemplo, tu duvidas que colunas totalmente estáveis, sob uma atmosfera estável, situado em camadas estáveis (“amortecedor” natural compostos por águas salinas) não suportaria 1000 a 2000 anos sem uma rachadura, porém tu, sem nenhuma sombra de dúvida (sem nenhuma mesmo) afirmas que uma vez no passado a vida surgiu SOZINHA do inorgânico por processos naturais, mesmo quando uma lei científica (Lei da Biogêneses) refutou tal pensamento.

        Portanto Ana, suas dúvidas pessoais são irrelevantes, e se não puderes comprova-los (visto que as mesmas são parciais e seletivas) não terão valor.

        A formação de rochas calcárias exigem condições de tempo e pressão que não estão de acordo com o que a explicação dada pela teoria das hidroplacas.

        Discordo. A teoria das hidroplacas explica satisfatoriamente a formação de rochas calcárias, assim como sua função desempenhada na estabilidade do mega-continente.

        O problema de estar tão repulsiva a esta proposta, é que a mesma se choca com todo preceito a priori que tu, formaste ao aderir como crença o “Lyellismo”
        Com outras palavras, está resistente a quebras de paradigmas.

        Esta teoria também não explica de forma satisfatória a existência de fósseis de animais marinhos microscópicos nessas rochas.

        Discordo. Ela explica satisfatoriamente a existência de fósseis de animais marinhos microscópicos nessas rochas. A fase de ruptura e inundação ilustram muito bem o motivo pelo qual estes seres são encontrados meio a estas rochas.

        Desconfio que mais pode ser apresentado como razão para que a teoria das hidroplacas não pode ser aceite como uma teoria científica

        Novamente vemos uma parcialidade em sua desconfiança, visto que nem de longe desconfia como uma teoria tão refutada e ultrapassada pelos dados científicos (Teoria evolutiva), ainda continua vigente como “científica”

        Mesmo um aluno do secundário “cursando” disciplinas de ciências naturais (geologia, física e química) sabe explicar porque é que a teoria das hidroplacas não é satisfatória na explicação dos fenómenos físicos em geral e no registo geológico terrestre em particular.

        Se o aluno estiver doutrinadamente a pensar como tu, crendo por fé em um pressuposto (uniformitarianismo) sem ao menos desconfiar dele, com certeza. (principalmente se o mesmo estiver a fé intrínseca, o naturalismo filosófico)

        Porém se o mesmo aluno estiver aberto a quebra de paradigmas, aberto aos dados científicos, assim como a análise das evidências, creio que no ensino primário ele já abandonaria este modelo e aderia ao modelo catastrofista.

        Ana, como podemos ver em seus comentário, não conheces muito da teoria. Indico então este livro para que, se houver interesse, conheça mais sobre ela:

        “In the Beginning: Compelling Evidence for Creation and the Flood”

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      • Ana Silva says:

        Azetech:

        “Agora levanto a questão, QUANTO conheces dela?”

        A minha fonte principal sobre a teoria das hidroplacas é este site.
        http://www.creationscience.com/onlinebook/IntheBeginningTOC.html

        A partir do índice posso escolher os temas que mais me interessa. Conheço o autor, Walter Brown e o livro “In the Beginning: Compelling Evidence for Creation and the Flood” apenas de nome.

        “[A teoria das hidroplacas] propõe a formação de asteroides sob a PROXIMIDADE da Terra, e não a longa distância”. Como assim? Como é que a teoria das hidroplacas identifica e distingue os asteroides que se formaram na Terra dos outros?

        “A temperatura poderia até aumentar com a ruptura, porém a era glacial gerada pelo mesmo tornaria a temperatura Terrestre amena novamente.” Como assim? O que quer dizer com esta frase?

        “A teoria explica que a estabilidade é possível devido a pressão adquirida entre as colunas, onde fariam a camada de água altamente salina (mais densa que o normal), atua-se como uma amortecedor natural, permitindo que a temperatura permanecesse a mesma e a estabilidade fosse constante (muito maior que as placas tectônicas de hoje)”. Como assim?

        Confesso, Azetech, que não compreendi de todo a explicação anterior. Como é que a “água altamente salina (mais densa que o normal), [atua] como uma amortecedor natural”? Porque é que a sua salinidade torna a camada de água melhor amortecedora? Porque é que a temperatura permanece constante?

        “Esta tua dúvida (estabilidade da placa de granito durante mais de 2000 anos) pode ser comprovado empiricamente?” Pode. É tudo uma questão de forças (em particular o peso da placa de granito) e de pressão (criada sobre a água pela placa de granito). E depois existe o problema de a pressão exercida sobre a água pela placa de granito não ser uniforme, visto que a espessura da placa de granito não é constante (porque, pelo que pude perceber, a Bíblia não tem indicação da não existência de montanhas e de mares antes do dilúvio).

        Quanto à questão da formação das rochas calcárias, terei de rever as minhas notas. Do que me lembro, o problema maior da teoria das hidroplacas na explicação da formação das rochas calcárias está relacionada com falhas a nível do conceito de equilíbrio químico.

        “Porém tu, sem nenhuma sombra de dúvida (sem nenhuma mesmo) afirmas que uma vez no passado a vida surgiu SOZINHA do inorgânico por processos naturais.”

        Surpreende-me, Azetech. A que propósito é que foi buscar isso agora? O que é que isso tem a ver com a veracidade da teoria das hidroplacas como teoria científica?

        Quem não o conhecesse bem, Azetech, poderia pensar que o Azetech está a tentar desviar a atenção [a minha, pelo menos] para outro tema não relacionado com a teoria das hidroplacas.

        Centre-se, Azetech. Foque-se, por favor, no tema agora em discussão. O que está em discussão AGORA é APENAS a teoria das hidroplacas e a sua capacidade para explicar o registo geológico da Terra e, pelo menos, a formação de parte do sistema solar.

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  9. Azetech says:

    Ana Silva

    Como disse a noção de uniformitarismo defendida por Lyell não é aceite como tal pela comunidade científica actual.

    Discordo. Este conceito a priori é bem difundido nos meios acadêmicos hoje, principalmente pela “bancada Darwinista”. Ele é utilizado para “comprovar” a suposta vasta idade da Terra, assim como a suposta evolução.

    Baseio-me no que conheço dos registos geológicos.

    Conhecimento fundamentado no princípio uniformitarianista.

    Pelo que pude perceber a análise do registo geológico (rochas, fósseis e afins) revela que existiram várias catástrofes ao longo da existência da Terra.

    O “Revelar” só é possivel se haver alguma pressuposição a priori. No seu caso a pressuposição é a crença de que o planeta é velho e que as mudanças ocorreram lentamente.

    Existem indícios de que existiram várias catástrofes que atingiram a Terra ao longo da sua existência.

    Concordo. Que existem catástrofes naturais que ocorrem o tempo, disso não temos dúvida. Porém também ha indícios, tanto geológico, paleontológico e até mesmo histórico, que ocorreu uma grande inundação universal.

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    • Ana Silva says:

      Azetech:

      “Este conceito a priori é bem difundido nos meios acadêmicos hoje, principalmente pela “bancada Darwinista””

      Dê uma prova, Azetech, por favor.

      “O “Revelar” só é possível se haver alguma pressuposição a priori.” Olhe que não. As rochas “revelam” as consequências das forças que são exercidas e da pressão que sofrem ao longo do tempo. É possível replicar estes efeitos em laboratório utilizando modelos.

      “Porém também há indícios, tanto geológico, paleontológico e até mesmo histórico, que ocorreu uma grande inundação universal.”

      Quais? Pode dar exemplos?

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      • Azetech says:

        Ana Silva

        “O “Revelar” só é possível se haver alguma pressuposição a priori.” Olhe que não. As rochas “revelam” as consequências das forças que são exercidas e da pressão que sofrem ao longo do tempo. É possível replicar estes efeitos em laboratório utilizando modelos.

        Pois bem Ana, até mesmo nesta frase proferida por ti vemos uma cosmovisão a priori.
        Quer um exemplo?
        Que “forças” naturais fizeram o Grand Canyon? Quanto tempo levou?

        Quais? Pode dar exemplos?

        Poxa Ana, já é nosso segundo debate sobre a teoria das hidroplacas, a segunda vez que me levanta esta questão, e pela segunda vez digo que o Mats já fez as devidas postagens referente as evidências. Ainda não leste o post dele que trata deste assunto?

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      • Ana Silva says:

        Azetech:

        O Grand Canyon, pensava eu, foi moldado pela água e pelo vento. Não conheço bem o processo que levou à formação do Grand Canyon, embora tenha lido que o grande responsável por esta formação dos Estados Unidos é o rio Colorado. Terei de pesquisar melhor.

        Á falta de melhor conhecimento vou aceitar, Azetech, a sua explicação. Mas a existência de uma estrutura moldada por um dilúvio não é, por si só, indicação de que existiu um dilúvio à escala universal. Pelo que pude compreender existem, aliás outras formações que indiciam a ocorrência de dilúvios em vários locais da Terra. A questão é que esses dilúvios são localizados e ocorreram em tempos diferentes.

        “Mats já fez as devidas postagens referente as evidências. Ainda não leste o post dele que trata deste assunto?” Por acaso não. Pode indicar-me o link?

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  10. Azetech says:

    Ana Silva

    Como assim? Como é que a teoria das hidroplacas identifica e distingue os asteroides que se formaram na Terra dos outros?

    Entendeste tudo errado. Não é que se formaram na terra dos outros mas sim que a Terra formou asteroides expelidos do mesmo.
    Os meteoros que bombardearam a lua, por exemplo, é uma das explanações mais plausível do que o modelo cosmológico “naturalista” proposto. Porque? Simples, os registros de impactos demonstrados na lua estão com a face voltada para Terra. Se os meteoros viessem de fora,
    atingiriam a terra primeiro e não a lua.
    Foi neste sentido que a teoria propõe a origem dos cometas e meteoros PRÓXIMOS a Terra, e não os cometas e meteoros que situam proximos a Jupter como absurdamente afirmaste.

    “A temperatura poderia até aumentar com a ruptura, porém a era glacial gerada pelo mesmo tornaria a temperatura Terrestre amena novamente.” Como assim? O que quer dizer com esta frase?

    A faze de ruptura de fato fez a temperatura aumentar. Isso de fato ocasionou ebulição das águas próximas, exterminando qualquer forma de vida presente. Porém o calor deveu-se APENAS no local próximo a ruptura e não no planeta todo (como alegaste). Isso ocorreu pois a camada de água ao chegar a atmosfera, desceu em forma de gelo e neve, causando a era glacial e devolvendo uma temperatura equilibrada nos pontos que estavam quentes.

    Confesso, Azetech, que não compreendi de todo a explicação anterior. Como é que a “água altamente salina (mais densa que o normal), [atua] como uma amortecedor natural”?

    Não entendo o motivo de espanto. Não sabia que a água, somado com a pressão é o amortecedor natural mais potente que existe na terra? Qualquer engenheiro mecânico poderá confirmar o que estou lhe dizendo. Os amortecedores hidráulicos são os melhores que existem, sendo até mesmo superiores aos amortecedores de molas.

    Veja este vídeo e entenderá o que estou a dizer:

    Porque é que a sua salinidade torna a camada de água melhor amortecedora?

    Porque o sal a torna mais densa.

    Porque é que a temperatura permanece constante?

    Porque as placas servem de isolante térmico natural

    Pode. É tudo uma questão de forças (em particular o peso da placa de granito) e de pressão (criada sobre a água pela placa de granito).

    Não necessariamente. Se o peso for distribuído uniformemente (como a teoria propõe), não há problema nenhum.

    E depois existe o problema de a pressão exercida sobre a água pela placa de granito não ser uniforme, visto que a espessura da placa de granito não é constante (porque, pelo que pude perceber, a Bíblia não tem indicação da não existência de montanhas e de mares antes do dilúvio).

    Primeiro, quem aqui falou de Bíblia?
    Segundo a teoria proposta pressupõe as camadas da terra uniformes, sem montanhas altas e sem vales profundos (semelhantemente a camada externa de marte). Sob este cenário, as duas colunas poderiam muito bem estarem estáveis sem nenhum problema e permanecerem intactas em longas e longas eras.

    A que propósito é que foi buscar isso agora? O que é que isso tem a ver com a veracidade da teoria das hidroplacas como teoria científica?

    Apenas fiz esta nota para demonstrar que a tua desconfiança é extremamente parcial e seletiva. Logo ela é irrelevante.

    a teoria das hidroplacas e a sua capacidade para explicar o registo geológico da Terra e, pelo menos, a formação de parte do sistema solar.

    Formação de parte do sistema solar? Onde tiraste isso? A Teoria em momento nenhum tenta explicar a formação do sistema solar. O máximo que ela faz, externamente a Terra, é explicar a origem dos meteoros e cometas que atingiram a lua, cujo a face está voltada para a mesma e qual seu modelo não forneceu nenhuma proposta satisfatória. (pois como eu disse anteriormente, a Terra serviria de escudo para meteoros vindo de fora)

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    • Ana Silva says:

      Azetech:

      “Os registros de impactos demonstrados na lua estão com a face voltada para Terra”. A face da Lua virada para a Terra tem menos impactos de meteoros visíveis. Pode confirmar no site seguinte, onde são apresentados, lado a lado, as duas faces da Lua.
      http://pt.wikipedia.org/wiki/Lua .

      “A fase de ruptura de fato fez a temperatura aumentar.” Penso que a temperatura da água já era consideravelmente elevada antes de ser libertada, tendo em conta a pressão exercida pela placa de granito.

      “A teoria proposta pressupõe as camadas da terra uniformes, sem montanhas altas e sem vales profundos (semelhantemente a camada externa de Marte)”. Marte não é nada plano, mesmo desconsiderando os quatro grandes vulcões que tem. Pode confirmar no site da Google com o mapa de Marte.
      http://www.google.com/mars/

      “Não sabia que a água, somado com a pressão é o amortecedor natural mais potente que existe na terra?” Não, não sabia. Está a referir-se à aplicação da lei de Pascal para a criação de prensas hidráulicas e de freios de disco?

      Sei que quanto mais denso for um líquido menos compressível é. Sei que, segundo a lei de Pascal, uma alteração de pressão num ponto de um líquido num contentor fechado leva a uma alteração igual em todo o líquido presente nesse contentor. Ou seja, por exemplo, se for exercida uma força sobre uma superfície do líquido, o aumento de pressão em todo o líquido do contentor é igual ao aumento de pressão na zona onde é exercida a força.

      A água, por si só, não é um bom amortecedor, com qualquer amante de mergulhos em piscinas sabe por experiência própria (muitas vezes dolorosa). Mas os líquidos (em geral óleos e não água) podem ser utilizados em sistemas de travagem e/ou amortecimento, tendo por base de funcionamento a lei de Pascal.

      No entanto a Lei de Pascal refere-se a alterações de pressão, as quais não deveriam ocorrer na água encerrada na câmara formada pelas placas de granito e de basalto referidas pela teoria das hidroplacas, visto que “a teoria proposta pressupõe as camadas da terra uniformes, sem montanhas altas e sem vales profundos”.

      Portanto volto a perguntar: Como é que a “água altamente salina (mais densa que o normal), [atua] como uma amortecedor natural”? E, já agora, um “amortecedor” do quê? Do peso da placa de granito? Do movimento desta placa? Também não percebi o que quer dizer com a expressão “a estabilidade é possível devido a pressão adquirida entre as colunas”.

      “Formação de parte do sistema solar? Onde tiraste isso?” Ao consultar a “minha” fonte fiquei com a impressão que o autor da teoria das hidroplacas considera que, pelo menos, os asteroides da Cintura de asteroides tiveram origem na Terra, consequência do mesmo mecanismo que criou o dilúvio. Portanto, segundo a teoria das hidroplacas, a formação da cintura de asteroides (uma parte do sistema solar) terá ocorrido em consequência do mesmo mecanismo que provocou o dilúvio.

      Diz o resumo do site http://www.creationscience.com/onlinebook/Asteroids2.html#wp4922287
      “Forças de arrasto provocadas pelo vapor de água e forças de impulso produzidas pelo efeito radiométrico concentraram os asteroides na zona agora conhecida como cintura de asteroides. Todos os chamados “vagabundos do sistema solar” (asteroides, meteoroides e cometas) resultaram dos eventos explosivos no início do dilúvio”.

      Nota: Esteve correcto, Azetech, no seu reparo quanto à minha referência à Bíblia. Não voltará a acontecer, a menos que o Azetech lhe faça também alguma referência.

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    • Penso que o primeiro que se deu ao trabalho de analisar a “teoria” das hidroplacas foi um cristão.

      Walter Brown demonstrou a impossibilidade deste cenário através de simples leis da física.

      Uma parte que eu acho particularmente divertida é a deriva continental às velocidades propostas e as consequências na pobre arca de Noé.

      Nada que incomodasse muito o bom do Noé. A libertação de água subterrânea a 5 quilómetros de profundidade, com a pressão e temperatura que tinha que ter, ia enviar a arca até à órbita de Júpiter e bastante bem cozinhada.

      Claro que estes pequenos pormenores apenas fazem impressão a cientistas maculados pelo naturalismo e uniformismo.

      Claro que isto não é nada de novo para os YEC. Sabem perfeitamente que a “teoria” das hidroplacas nunca passou duma hipótese infirmada.

      A resposta a isto deve ser algo do género :

      Ah …mas a evolução ….ninguém estava lá no dilúvio para ver….as leis da física eram outras….

      É boa ciência para uma tese em Teologia mas pobrezita em física ou geologia.

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      • Azetech says:

        João Melo

        A libertação de água subterrânea a 5 quilómetros de profundidade, com a pressão e temperatura que tinha que ter, ia enviar a arca até à órbita de Júpiter e bastante bem cozinhada.

        Até Jupiter não, mas até a Lua talvez ( brincadeira🙂 ) .
        Porém para isso, a Arca deveria estar EM CIMA da rachadura.
        Os relatos bíblicos e topográficos revelam que Não, pois a arca situava em um lugar bem seguro, distante das rachaduras.

        as leis da física eram outras….

        LOL Acho que está a confundir teoria das hidroplacas com a Teoria do Big Bang.

        Quem utilizou o termo “Leis físicas estranhas e desconhecidas” no livro “Universo numa casca de nós”, para inferir-se a origem do universo via Big Bang, foi um dos teus ídolos Stephen Hawking.
        A teoria das hidroplacas são explicadas por leis bem conhecidas.

        Agora, não deixa de ser interessante o comentário de Stephen Hawking: “Leis físicas estranhas e desconhecidas”.
        Ora, mas o que são “Leis físicas estranhas e desconhecidas”???

        Em minha concepção “Leis físicas estranhas e desconhecidas” nada mais é do que um MILAGRE

        Poderia dizer, que o relato Bíblico apresentado em Josué onde Deus “Parou o sol”, (onde o mesmo afirma categoricamente que foi e será ÚNICO evento em toda história), ocorreu através de “Leis físicas estranhas e desconhecidas”.

        O maná caiu do céu no deserto via “Leis físicas estranhas e desconhecidas”.

        Poderia dizer também que o Relato da ressurreição de Cristo e ascensão ao céu, ocorreu através de “Leis físicas estranhas e desconhecidas”.

        É interessante que, ao ser utilizado este termo para uma explosão que gera universo, vocês não se espantam, achando até mesmo comum. Porém quando o mesmo ocorre ao relatar um evento bíblico, chega a ser uma “blasfêmia” a vossos ouvidos.

        Por um acaso vocês acham as vossas “Leis físicas estranhas e desconhecidas” mais importante que as nossas ?😀

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  11. Azetech says:

    Ana Silva

    A face da Lua virada para a Terra tem menos impactos de meteoros visíveis. Pode confirmar no site seguinte, onde são apresentados, lado a lado, as duas faces da Lua.

    Ok, mas qual é a relevância? Se houvesse uma ÚNICA cratera no lado visível da lua, a mesma deveria ser explicada. A Teoria das hidroplacas a explica muito mais satisfatoriamente (em minha opinião) do que as teorias “Lyellistas”.

    Penso que a temperatura da água já era consideravelmente elevada antes de ser libertada, tendo em conta a pressão exercida pela placa de granito.

    Concordo. Porém ela se manteria constante (como disse anteriormente) e não quente o suficiente para ebulir todo planeta.

    Marte não é nada plano, mesmo desconsiderando os quatro grandes vulcões que tem. Pode confirmar no site da Google com o mapa de Marte.

    Comparado com a Terra, Marte é plana. O Número de montanhas existentes lá, é “de se contar nos dedos”, porém em nossa Morada, a história é outra.
    Se ventos conseguem criar montanhas altas e vales profundos aqui, porque o mesmo não ocorreu em Marte? Porque 50 % das montanhas dela se formaram em CRATERAS (provavelmente devido choque de asteroide) 40% sob vulcões e outros 10 % possuem um tamanho não maior que um planalto de médio porte?
    Porque as rochas sedimentares de marte não possuem a mesma camada estratigráfica igual ao da Terra, mesmo se observarmos seu “Grand Canyon” (Valles Marineris) ? Porque elas em marte não se subdivide em camadas bem alinhadas?

    Sei que quanto mais denso for um líquido menos compressível é.

    Exato. Porém se o fluido possuir a densidade ideal ele não se tornará nem menos e nem mais compressível.

    A água, por si só, não é um bom amortecedor, com qualquer amante de mergulhos em piscinas sabe por experiência própria (muitas vezes dolorosa).

    Depende de sua utilidade. No caso da piscina (exemplo pelo qual usaste), concordo plenamente. Isso ocorre pois a tensão superficial da água atua como uma “parede”, que ao impactar com a pele de alguém que mergulhou, trás uma sensação não muito agradável.

    Porém esta mesma tensão, em nada assemelha ao papel da pressão de duas placas continentais, onde funcionavam como amortecedor natural e tão pouco se assemelhava pela densidade do mesmo.

    Como a placa continental não fica a mergulhar de “barriga” em uma placa com água doce, qual é a relação dela com a piscina?
    Não percebo qual lógica e relação utilizaste neste argumento.

    Mas os líquidos (em geral óleos e não água) podem ser utilizados em sistemas de travagem e/ou amortecimento

    Perfeito Ana. Entendes agora a importância da viscosidade da água salina como amortecedor natural?
    Aqui mesmo responde a tua pergunta que fizeste anteriormente

    “Porque é que a sua salinidade torna a camada de água melhor amortecedora?””

    Agora, eu não percebo porque me levanta a questão se tu mesmo tens a resposta?

    tendo por base de funcionamento a lei de Pascal.

    Mas o que tem a haver a Lei de Pascoal com o cenário proposto da teoria das hidroplacas? Nem ao menos há uma alteração de pressão, (pois o supercontinente era relativamente homogênico e estável). Não percebo a relação

    No entanto a Lei de Pascal refere-se a alterações de pressão, as quais não deveriam ocorrer na água encerrada na câmara formada pelas placas de granito e de basalto referidas pela teoria das hidro-placas, visto que “a teoria proposta pressupõe as camadas da terra uniformes, sem montanhas altas e sem vales profundos”.

    Concordo. Por isso mais acima estranhei utiliza-lo em um local pelo qual não opera esta lei.
    Seria o mesmo que eu citasse a lei de Mendel para referirmos a força gravitacional.

    Portanto volto a perguntar: Como é que a “água altamente salina (mais densa que o normal), [atua] como uma amortecedor natural”?

    Esta resposta foi dada por ti mesmo mais acima.

    E, já agora, um “amortecedor” do quê? Do peso da placa de granito? Do movimento desta placa?

    Ambos

    Diz o resumo do site http://www.creationscience.com/onlinebook/Asteroids2.html#wp4922287
    “Forças de arrasto provocadas pelo vapor de água e forças de impulso produzidas pelo efeito radiométrico concentraram os asteroides na zona agora conhecida como cintura de asteroides. Todos os chamados “vagabundos do sistema solar” (asteroides, meteoroides e cometas) resultaram dos eventos explosivos no início do dilúvio”.

    Pelo que entendo desta mesma frase, os asteroides, meteoroides e cometas originarados pelo dilúvio, se aglomeraram na cintura de asteroides (a não ser aqueles que se chocaram com a lua).
    Ela não diz que TODOS “vagabundos do sistema solar” foram formados no dilúvio, mas sim que os formados SE AJUNTARAM no cinturão.

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    • CuriosoCetico says:

      Bom dia a todos,
      Deparei-me com este site “interessante” enquanto pesquisava coisas.
      E vou ter de meter o bodelho.

      “Se houvesse uma ÚNICA cratera no lado visível da lua, a mesma deveria ser explicada.”
      Comentador Azetech, ainda há dias a nasa mostrou uma filmagem que captou um meteoro a atingir a lua… No lado visível a partir da Terra. (http://www.wafb.com/story/22290984/meteorite-explosions-on-moon-caught-on-nasa-camera). Estará a querer insinuar que também este meteoro foi originado da Terra?
      Sabe que estando a lua relativamente perto da Terra, numa escala cósmica, elas não estão assim tão perto..

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    • CuriosoCetico says:

      Porque as rochas sedimentares de marte não possuem a mesma camada estratigráfica igual ao da Terra
      Estará a querer insinuar que segundo a teoria mainstream da criação do Sistema Solar que Marte deveria ter exatamente as mesmas camadas que a Terra? Ou simplesmente está a querer dizer que não existem camadas estratigráficas em Marte?
      Poderá verificar neste artigo que de facto existem camadas em marte.

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  12. Ana Silva says:

    Azetech:

    “Ok, mas qual é a relevância?” A Lua “mostra” a mesma fase para a Terra há milhares de anos. Se a Lua já existia na altura do dilúvio não deveria ser a face virada para a Lua a mais marcada com crateras? De onde vieram os meteoritas que marcaram a face oculta da Terra? Porque não afectaram a Terra da mesma forma?

    “Porque as rochas sedimentares de marte não possuem a mesma camada estratigráfica igual ao da Terra, mesmo se observarmos seu “Grand Canyon” (Valles Marineris) ? Porque elas em marte não se subdivide em camadas bem alinhadas?”

    Porque Marte não tem um núcleo suficientemente quente para manter as correntes de convecção que permitem o movimento das placas que compõem a sua superfície. Porque não tem atmosfera e grandes massa de água (mas, indicam as fotografias, já teve).

    Só falei em Marte, Azetech, porque referiu este planeta. Tirando os quatro grandes vulcões, Marte tem desníveis de pelo menos 6 km, o que é bastante para um planeta da sua dimensão. Este desnível também é, segundo as suas próprias indicações, Azetech, demasiado grande para manter uma estrutura como a proposta pela teoria das hidroplacas. Por isso não compreendi a sua referência a Marte.

    “Mas o que tem a haver a Lei de Pascoal com o cenário proposto da teoria das hidroplacas? Nem ao menos há uma alteração de pressão […]. Não percebo a relação.” Pois. Eu também não percebi. Porque é a lei de Pascal (e não a capacidade de amortecimento da água) que está por detrás das prensas hidráulicas e dos travões de disco e do mecanismo apresentado no vídeo que indicou.

    “Os líquidos (em geral óleos e não água) podem ser utilizados em sistemas de travagem e/ou amortecimento” mas apenas PORQUE estes sistemas têm por base a lei de Pascal!

    Volto a repetir: os sistemas de travagem e/ou amortecimento BASEIAM-SE na lei de Pascal, baseiam-se em VARIAÇÕES de pressão. Não são, por isso, aplicáveis à teoria das hidroplacas.

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  13. Um exercício para o fim de semana :

    Dada uma massa de água de 1 km de altura coberta por uma massa de granito de 10 km de espessura uniforme sobre a superfície da terra.

    Tendo em conta o gradiente térmico qual a temperatura e pressão da água ?

    Qual a temperatura da superfície da terra se esta massa de água se libertasse ?

    É um bom exercício para dar trabalho à maquina de calcular.

    PS

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    • Azetech says:

      João Melo

      Na verdade, desconsideraste uma variável em sua segunda questão:

      Qual a temperatura da superfície da terra se esta massa de água se libertasse e se a mesma descesse em forma de camadas espessas de Neve ?

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      • Nisso tens razão. A terra iria arrefecer. Até porque a queda de tais placas de granito e a descompressão súbita iria provocar fenómenos vulcânicos globais. Se estes numa primeira fase iriam contribuir para um maior aquecimento ao longo do tempo os gases de estufa e toda a água da terra sob a forma de vapor acabariam por provocar um arrefecimento gradual e até permitir água sob a forma de liquido.

        Numa primeira fase mesmo com a pressão causada por uma atmosfera composta por vapor de água, metano e o ar que conhecemos era pouco provável haver água liquida na superfície. A camada gasosa sobre o planeta iria expandir bastante o que aumentava a pressão à superfície mas não penso que mesmo assim permitisse água liquida.

        Gelo ou neve só numa altura tal que mais provavelmente se perderia no espaço. E em contacto com a atmosfera de baixa altitude tornava-se vapor.

        Repara que a expansão de água para vapor aumenta o volume de cerca de 840 vezes. As velocidade dos ventos causados pela expansão súbita de água seria em muitos do casos muito superior à velocidade de escape da gravidade.

        Temos portanto a arca cozinhada esmagada por ventos e pressões que – salvo melhor opinião – nem o mais extremo dos estrematófilos tinha tempo de vida para dizer ai.

        Seria possível pelo menos teoricamente que muito tempo depois a terra voltasse a ter temperaturas compatíveis com a vida.

        Nem sei bem como fazer estes cálculos.

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  14. Azetech says:

    Ana Silva

    A Lua “mostra” a mesma fase para a Terra há milhares de anos. Se a Lua já existia na altura do dilúvio não deveria ser a face virada para a Lua a mais marcada com crateras?

    Não necessariamente. Existem várias possibilidades que explicam o motivo pelo qual as marcas da Lua poderia ser menores na face voltadas para a Terra::
    º Os objetos celestes produzidos pelo dilúvio, poderia não ter sido em grande escala. Poucos deles poderiam ter atingido a Lua e poucos ter vagado ao cinturão de asteroides
    º O Mega-continente, no momento da ruptura, poderia não estar virado diretamente para ela, fazendo com o que apenas uma parcela dos meteoros originados tenham se chocado com a Lua
    º Os objetos celestes, na sua grande maioria, poderiam ter um tamanho ínfimo para se produzir um crateras na Lua. Apenas alguns de magnitudes maiores, causaram as crateras que vemos hoje.
    Percebes, vários eventos poderiam ter ocorrido para que a lua tivesse apenas uma pequena parcela das “Marcas” de choque de meteoros. Porém mesmo que houvesse APENAS uma marca, seria um grande problema explicativo para o SEU modelo proposto, e não o meu.

    De onde vieram os meteoritas que marcaram a face oculta da Terra? Porque não afectaram a Terra da mesma forma?

    Face oculta da TERRA? como assim face oculta da Terra? Eu só conheço a face oculta da lua. Seria a ela que referiste? Se caso for, as marcas dos meteoritos afetaram a a face oculta da lua vieram do espaço, e só não afetaram a terra pois sua atmosfera a protegeu (como ocorre hoje)
    Mas esta explicação entra em concordância até mesmo com a sua cosmovisão.

    Porque Marte não tem um núcleo suficientemente quente para manter as correntes de convecção que permitem o movimento das placas que compõem a sua superfície.

    Não necessariamente. Se as camadas estratigráficas fossem formados pelos ventos, Ela teria subdivisões iguais ao da Terra (independentemente do calor do núcleo e da atmosfera). Porém o fato das camadas estratigráficas existirem na Terra e não em Marte é porque em Marte NUNCA houve um diluvio universal.

    Porque não tem atmosfera e grandes massa de água (mas, indicam as fotografias, já teve).

    Desculpe-me mas as fotografias não “indicam” nada. Elas demonstram APENAS o que existe HOJE. A estimativa do passado cabe a CRENÇA a priori e a cosmovisão seguida.

    Volto a repetir: os sistemas de travagem e/ou amortecimento BASEIAM-SE na lei de Pascal, baseiam-se em VARIAÇÕES de pressão. Não são, por isso, aplicáveis à teoria das hidroplacas.

    Mas eu sei que não são aplicáveis a teoria das hidro-placas, por isso não fiz menção a ela. Quem relacionou a Lei de Pascoal ao debate sobre a teoria das hidroplacas foi TU. Só não entendi o motivo.

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    • Ana Silva says:

      Azetech:

      “vários eventos poderiam ter ocorrido para que a lua tivesse apenas uma pequena parcela das “Marcas” de choque de meteoros. Porém mesmo que houvesse APENAS uma marca, seria um grande problema explicativo para o SEU modelo proposto, e não o meu.”

      Não percebi este seu comentário. A existência de crateras de impacto em ambas as faces da Lua não são problema nenhum para o “meu” modelo, muito pelo contrário. São uma indicação de que a Lua tem bem mais de 10.000 anos de vida. A Lua tem mais crateras de impacto na sua face oculta do que na face visível, um facto que apoia ainda mais este “meu” modelo.

      O facto de a Lua ter sempre a mesma face virada para a Terra é consequência da rotação sincronizada da Lua, ou seja, para a Lua o tempo de rotação é igual ao tempo de translação (sensivelmente 28 dias). Todos os astros que orbitam outros astros têm tendência para ter uma rotação sincronizada, incluindo a Terra. Mas este é um processo moroso, mesmo no caso da Lua.

      Caso domine o inglês pode encontrar mais informação sobre o processo de rotação sincronizada no site http://www.princeton.edu/~achaney/tmve/wiki100k/docs/Tidal_locking.html.

      Se viu a fotografia da face oculta da lua no site http://pt.wikipedia.org/wiki/Lua, pode confirmar que esta face tem mesmo muito mais crateras de impacto do que o lado visível da lua. Isso tem uma certa lógica, visto que a face visível da Lua, estando sempre virada para a Terra, está mais protegida.

      Existe outra razão para o lado visível ter menos crateras, a actividade vulcânica. O lado visível da Lua tem mares lunares, vastas áreas cobertas de “lava solidificada”. Esta lava cobriu todos os vestígios de impactos de crateras.

      “O fato das camadas estratigráficas existirem na Terra e não em Marte é porque em Marte NUNCA houve um diluvio universal.” Isso é uma questão de interpretação, Azetech. Outra forma de interpretar esse facto é a formação de camadas de sedimentação ao longo do tempo.

      As fotografias de Marte mostram formações semelhantes aos deltas de rios terrestres observadas em fotografias tiradas por satélites orbitando a Terra. É esse facto que leva os astrónomos a defender que houve uma altura em que Marte tinha muita água.

      “Mas eu sei que não são aplicáveis a teoria das hidro-placas, por isso não fiz menção a ela. Quem relacionou a Lei de Pascoal ao debate sobre a teoria das hidroplacas foi TU. Só não entendi o motivo.”

      Não fui eu que introduzi a lei de Pascal, Azetech. Eu só falei nela porque me pareceu que o Azetech está a fazer uma confusão relativamente à acção “amortecedora” da água na teoria das hidroplacas.

      Mas penso que não me terei explicado bem. Se foi esse o caso desde já peço desculpa.

      O que quero dizer é que o funcionamento das prensas hidráulicas e dos travões de disco dos carros BASEIAM-SE na lei de Pascal. Como o próprio Azetech refere, a lei de Pascal não é aplicável na teoria das hidroplacas. Por isso não tem lógica, Azetech, fazer referência a prensas hidráulicas e a travões de disco dos carros, sistemas que se baseiam na lei de Pascal, quando se refere à água contida entre as duas placas conforme descrito pela teoria das hidroplacas.

      O líquido utilizado em sistemas de travagem/amortecimento como o travão de disco do carro não é um líquido “amortecedor. Pelo contrário, estes sistemas baseiam-se no facto de o líquido utilizável ser muito pouco compressível.

      Os líquidos não são, por si só, “amortecedores”. Mas o facto de um líquido, quando confinado a um espaço fechado, actuar da forma descrita pela lei de Pascal permite que o líquido seja utilizado para criar sistemas de travagem/amortecimento.

      Tomando como exemplo um travão de disco de um carro. Este sistema (descrito de uma forma muito simplista) é constituído por um tubo com duas extremidades. Uma das extremidades é o pedal de travão e a outra é o pistão que trava o disco.

      Quando o condutor “carrega” no pedal do travão exerce uma força sobre essa extremidade e a pressão do líquido dessa zona aumenta. Como o líquido actua da forma descrita pela lei de Pascal, o aumento de pressão sentido na extremidade do pedal de travão é transmitida a todo o líquido. Isso quer dizer que o líquido perto da extremidade do travão passa a ter uma pressão maior, exercendo uma força sobre o pistão. O pistão é empurrado contra o disco e trava-o.

      Portanto sistemas de travagem/amortecimento como o travão de disco dos carros, que utilizam líquidos “amortecedores” não podem servir de exemplo para descrever a acção da água contida entre as duas placas descritas pela teoria das hidroplacas. Porque os sistemas de travagem/amortecimento se baseiam na variação de pressão de um líquido, algo que, como o Azetech referiu, não pode acontecer à água entre as placas de acordo com a teoria das hidroplacas.

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  15. Azetech says:

    João Melo

    Se estes numa primeira fase iriam contribuir para um maior aquecimento ao longo do tempo

    Não necessariamente. O Aquecimento, assim como seu resfriamento foi em um espaço curto de tempo. Isso ocorreu pois o evento desta magnitude teve efeitos devastadores e rápidos.

    os gases de estufa e toda a água da terra sob a forma de vapor acabariam por provocar um arrefecimento gradual e até permitir água sob a forma de liquido.

    Não necessariamente. As calotas de gelos, originados pelo líquidos que atingiram a extratosfera (que no princípio eram mais “resistentes” ) caíram em grande escala, gerando o que vocês chamam de “Era glacial”. Isso fez o resfriamento ser mais intenso e consequentemente, rápido.

    Numa primeira fase mesmo com a pressão causada por uma atmosfera composta por vapor de água, metano e o ar que conhecemos era pouco provável haver água liquida na superfície.

    Mas quem disse que a atmosfera do planeta evoluído era composto pelos mesmos componentes que conhecemos em nossa atmosfera decaída? Qual é a sua base?

    Gelo ou neve só numa altura tal que mais provavelmente se perderia no espaço.

    Não necessariamente. Se a camada atmosférica fosse mais “resistente” (como disse antes), ela manteria o liquido e as placas de gelo dentro da Terra. ela se sacrificaria perdendo sua “resistência” porém, grande parte do gelo não sairia daqui. (somente uma porcentagem que se tornaram meteoros e cometas)

    Repara que a expansão de água para vapor aumenta o volume de cerca de 840 vezes. As velocidade dos ventos causados pela expansão súbita de água seria em muitos do casos muito superior à velocidade de escape da gravidade.

    Não necessariamente. A velocidade do vento seria barrado pela atmosfera (diferente da atual), fazendo-a perder velocidade.

    Temos portanto a arca cozinhada esmagada por ventos e pressões que – salvo melhor opinião – nem o mais extremo dos estrematófilos tinha tempo de vida para dizer ai.

    Pior que não. Com seus equívocos anacrônicos corrigidos, temos uma Arca estável em um clima estável, com total possibilidade para a sobrevivência da vida (Relembrando, que a constituição física do passado eram SUPERIORES ao de hoje), porém em um ambiente diferente, mas habitável.

    Seria possível pelo menos teoricamente que muito tempo depois a terra voltasse a ter temperaturas compatíveis com a vida.

    Não necessariamente. No cenário correto com os elementos corretos (bem diferente do que apresentaste, por sinal) a terra se resfriava a medida que se aquecia, logo o clima, em aproximadamente 1 ano, estaria estável novamente, permitindo que a vida seguisse o seu curso (com algumas diferenças é claro)

    Nem sei bem como fazer estes cálculos.

    Mas os cálculos são fáceis. Basta eliminar as falhas que cometeste para chegar a um resultado.
    Pelo que percebi, neste pequeno comentário, as suas falhas foram:

    Presumir erroneamente que o efeito da catastrofre duraria longos períodos.
    Presumir erroneamente que a atmosfera do mundo evoluído era o mesmo que o mundo hoje
    Presumir erroneamente que a constituição física dos seres, eram os mesmos de hoje.

    Gostaria de entender qual parâmetro utilizaste para chegar a estas conclusões. Poedria revelar a nós para destrincharmos item por item?

    Começaremos pela primeira:
    Porque achas que uma catástrofre daquela magnitude (que alterou TODA estrutura do planeta) produziriam seus efeitos a longo prazo? Onde está a lógica?
    Se a mudança é intensa, intensa também são seus efeitos. Como uma mudança rápida poderia gerar efeitos longos?

    Segundo:
    Que base utilizaste para estimar a atmosfera vigente no período pré-diluviano?

    Terceiro:
    Que base utilizou para estimar a composição física dos seres vivos?

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    • Ora vamos então imaginar como seria o dilúvio de acordo com a hipótese das hidroplacas.

      Temos um lençol de água a grade profundidade coberto por uma tampa de granito. A água encontra-se a elevada pressão e temperatura. Mantém-se no estado liquido por causa da elevada pressão. Como numa panela de pressão.

      A camada de granito parte-se e a água é libertada. Expande-se transformando-se em vapor. Se a pressão atmosférica fosse igual à actual o vapor expandir-se-ia cerca de 800 vezes. Fosse qual fosse a pressão atmosférica e a composição da atmosfera a expansão seria muito grande.

      A não ser claro que a atmosfera fosse já de água. O que é claro tornava redundante o dilúvio.

      A expansão ia empurrar a atmosfera existente em todas as direcções a grande velocidade. Parte perdia-se no espaço. Alguma parte ia circular ao longo da terra.

      Do ponto de vista do Noé ele pouco ou nada se iria aperceber.

      Teria que estar num local em que não houvesse água subterrânea. Sob crosta sólida.

      Quando a massa de água se soltasse ia transformar-se em vapor e expandir-se em todas as direcções. Como se fizéssemos explodir uma panela de pressão numa cozinha.

      A atmosfera existente, fosse qual fosse a sua composição, ia ser empurrada pela massa de vapor de água. O vapor de água ia funcionar como um centro de altíssimas pressões provocando ventos que iam fazer um ciclone grau 5 parecer uma suave brisa de Verão.

      O Noé iria sentir primeiro um vento constituído pela atmosfera primitiva. Depois vapor de água a velocidades inimagináveis.

      Certamente a velocidade de expansão seria superior à do som pelo que nem ia ouvir nada. O ruído causado pela mega explosão só ia chegar ao Noé depois de ele ter sido atingido por ventos de milhares de quilómetros por hora.

      Se ele e as bichezas sobrevivessem à passagem da antiga atmosfera esperava-os vapor de água aquecido a velocidades supersónicas.

      Ia demorar muito tempo a condensação da água. A temperatura do vapor iria gradualmente baixar por irradiação para o espaço.

      Repara que o autor da hipótese das hidroplacas não era um geólogo. Por ignorância ou de má fé não teve em conta o gradiente geotérmico e certamente não tinha panela de pressão.

      Este é apenas o maior problema das hidroplacas. Há outros menores mas que também a inviabilizam.

      Os efeitos das marés na tampa de granito e na água subterrânea, a espessura necessária para o granito aguentar elevações de terreno, a energia libertada por continentes a deslocarem-se a grandes velocidades etc.

      Penso que só a energia libertada pelo vapor de água foi suficiente para afastar definitivamente as hidroplacas para as hipóteses descartadas.

      Nota final:

      Repara que mesmo que a composição da atmosfera fosse muito densa de forma a permitir água liquida acima dos 100 graus o problema mantinha-se.

      Em vez de levar com vapor de água levava com água super aquecida e a grande velocidade.Além dos ventos…..

      Era a sopa completa.

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      • Azetech says:

        João Melo

        Ora vamos então imaginar como seria o dilúvio de acordo com a hipótese das hidroplacas.

        Será mesmo que imaginará o cenário correto desta vez? Veremos a seguir:

        Temos um lençol de água a grade profundidade coberto por uma tampa de granito. A água encontra-se a elevada pressão e temperatura. Mantém-se no estado liquido por causa da elevada pressão. Como numa panela de pressão.

        Nem começaste a tua frase e já cometeste um erro logo de início.
        Porque achas que o fluido estaria em uma temperatura elevada semelhante a uma panela de pressão?
        De onde surgiu esta pressuposição? Da teoria das hidroplacas é que não foi.

        A camada de granito parte-se e a água é libertada. Expande-se transformando-se em vapor.

        Não necessariamente. Se o fluido estivesse em ebulição internamente as placas, talvez. Porém, segundo a teoria, a temperatura em seu interior era constante e amena, e se ocorresse um aumento, seria somente devido atrito do fluído com a pressão do ar no momento da ruptura. porém este aumento de temperatura seria rapidamente contido pela “era glacial”.

        A atmosfera existente, fosse qual fosse a sua composição, ia ser empurrada pela massa de vapor de água. O vapor de água ia funcionar (…)

        Percebe que seu “argumento” principal fundamenta-se exclusivamente em uma suposta temperatura elevada do fluido no interior das hidroplacas? Sem esta temperatura exorbitante (que infundadamente alegas existir), todo seu argumento iria por “água abaixo”😉

        Repara que o autor da hipótese das hidroplacas não era um geólogo. Por ignorância ou de má fé não teve em conta o gradiente geotérmico e certamente não tinha panela de pressão.

        Gradiente Geotérmico?? O_o?? Ah.. está explicado o motivo pelo qual levaras a crer que a temperatura do fluido era elevado.
        Pois bem, vemos aí outros dois equivocos de sua parte:

        1º Não consideraste que a placa inferior atuava como “isolante térmico” ao fluído.
        2º Não consideraste a PROFUNDIDADE que situava estas placas, que segundo a teoria, ficava PROXIMA a crosta.

        Percebes então que a ignorância ou ma fé não parte dele, mas sim daqueles que moldam um cenário diferente do proposto, simplesmente para facilitar a refutação (Criando uma Falácia do Homem de Palha)

        Este é apenas o maior problema das hidroplacas.

        Bom, se este motivo é o “maior”, então não há o menor problema em aceita-la como plausível, visto que este suposto problema, não foi fundamentado no cenário real, mas sim em um equivoco.

        Há outros menores mas que também a inviabilizam.
        Quais? Seriam estes “menores” semelhante em conceito ao “maior” que apresentaste?

        Penso que só a energia libertada pelo vapor de água foi suficiente para afastar definitivamente as hidroplacas para as hipóteses descartadas.

        Pois bem, pensas errado. Digo pois no cenário apresentado não há vapores na intensidade que afirmas.
        Teus dois equivocos (Isolante térmico e profundidade) afastaram definitivamente teu argumento contra a teoria das hidroplacas para “refutações” descartadas.😀

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    • CuriosoCetico says:

      Tenho uma dúvida quanto ao ponto de vista YEC quando se fala na suposta diferença entre a Terra “antes e depois”.
      Relembrando, que a constituição física do passado eram SUPERIORES ao de hoje

      Esta afirmação baseia-se em que evidências? Ou seja, o Azetech parece gostar de usar o argumento de que antes não era como agora. Mas em que se baseiam essas afirmações?
      Especialmente essas que pediu ao João para explicar:
      Presumir erroneamente que a atmosfera do mundo evoluído era o mesmo que o mundo hoje
      Basicamente não há evidências para que a atmosfera tenha sido assim tão diferente há 4000-5000 anos do que é agora

      Presumir erroneamente que a constituição física dos seres, eram os mesmos de hoje.
      Porquê erroneamente? Que dados e provas utiliza para apoiar esta afirmação?

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      • Azetech says:

        Curioso Cético

        Esta afirmação baseia-se em que evidências? Ou seja, o Azetech parece gostar de usar o argumento de que antes não era como agora. Mas em que se baseiam essas afirmações?

        Veja bem, Se estamos a debater a teoria, deveria-mos seguir o modelo que a mesma apresenta.

        Por exemplo, vocês tem fé no modelo simbólico da terra primitiva rica em amônia e metano (muito embora as descobertas recentes , publicadas na revista Nature, provam que a atmosfera da Terra primitiva era dominada pelos compostos RICOS em oxigénio encontrados na nossa atmosfera atual, incluindo água, dióxido de carbono e dióxido de enxofre, refutando esta crença), para embasar a crença na Abiogênese (JAMAIS observada na história humana).

        Vocês tem fé que na explosão primordial, “leis físicas estranhas e desconhecidas” (Stephen Hawking – “Universo numa casca de nós”) formaram o universo que conhecemos hoje.

        Vocês tem fé que as mudanças que ocorrem hoje sempre ocorreram no passado (descartando a catástrofre global) seguindo as doutrinas de Charles Lyell.

        Perceba que para cada modelo, existem suas pressuposições NÃO COMPROVADAS EMPIRICAMENTE, logo por estas pressuposições, conseguimos explicar as evidências encontradas hoje.

        O Modelo da Teoria das hidroplacas, assim como qualquer teoria ciêntífica, fundamenta-se também em algumas pressuposições. Mesmo que nestas pressuposições não há uma evidência empírica que a corrobore.

        Mas se está a questionar este modelo científico, aparentemente por utilizar pressuposições não empíricas, como comprova EMPIRICAMENTE as pressuposições que crê ser verdadeiras? Existe alguma?

        Basicamente não há evidências para que a atmosfera tenha sido assim tão diferente há 4000-5000 anos do que é agora

        E há alguma evidência que ela foi sempre a mesma, corroborando a sua pressuposição?

        Porquê erroneamente? Que dados e provas utiliza para apoiar esta afirmação?

        E porque verdadeiramente? Que dados utilizas para comprovar que os seres foram mais inferiores no passado?

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      • Carlos says:

        A presunção de que os seres eram superiores geneticamente vem da seleção natural que mostra que características que passam alguma desvantagem ou desperdício de energia num determinado cenário ou tempo tem menor chances de serem passadas à novas gerações. Isto pode parecer colaborar com a teoria da evolução, mas a teoria evolutiva não apresenta este caráter deletério, que é o que se pode observar empiricamente. Assim a teoria evolutiva tem que apresentar um mecanismo eficaz para criar características complexas nos seres vivos, tendo assim uma adição na complexidade genética, o que nunca foi observado e não cabe em estatísticas de bilhões de anos.

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  16. Azetech says:

    Ana Silva

    A existência de crateras de impacto em ambas as faces da Lua não são problema nenhum para o “meu” modelo, muito pelo contrário.

    Ainda digo que não. As crateras existente no lado observável da lua cria um problema para seu modelo explicativo, visto que a Terra serviria de escudo e as crateras não deveriam existir.

    São uma indicação de que a Lua tem bem mais de 10.000 anos de vida.

    Não percebo este comentário. Como as crateras indicariam tempo? Onde está a relação Tempo VS Crateras?

    A Lua tem mais crateras de impacto na sua face oculta do que na face visível, um facto que apoia ainda mais este “meu” modelo.

    E porque apoiaria mais o seu modelo? A Teoria das hidro placas o proíbe choque externo de meteoros a lua, em sua face oculta?
    Digo que a existência de crateras no lado visivel da lua ainda continua sendo um problema para seu modelo.

    O facto de a Lua ter sempre a mesma face virada para a Terra é consequência da rotação sincronizada da Lua, ou seja, para a Lua o tempo de rotação é igual ao tempo de translação (sensivelmente 28 dias).

    Ok, mas qual é a relevância desta explanação com as crateras da Lua?

    Se viu a fotografia da face oculta da lua no site http://pt.wikipedia.org/wiki/Lua, pode confirmar que esta face tem mesmo muito mais crateras de impacto do que o lado visível da lua. Isso tem uma certa lógica, visto que a face visível da Lua, estando sempre virada para a Terra, está mais protegida.

    Ok, isso eu concordo. Mas qual é a relevância desta explanação? Ainda não demonstraste o motivo pelo qual afirmaste que o teu modelo explanatório é superior ao meu referente as crateras existentes na face VISÍVEL da Lua.

    O lado visível da Lua tem mares lunares, vastas áreas cobertas de “lava solidificada”. Esta lava cobriu todos os vestígios de impactos de crateras.

    Ora Ana, então tu mesmo respondeste a teu próprio questionamento feito a mim:

    “”Se a Lua já existia na altura do dilúvio não deveria ser a face virada para a Lua a mais marcada com crateras?””

    Então além dos meus posicionamentos:

    “º Os objetos celestes produzidos pelo dilúvio, poderia não ter sido em grande escala. Poucos deles poderiam ter atingido a Lua e poucos ter vagado ao cinturão de asteroides
    º O Mega-continente, no momento da ruptura, poderia não estar virado diretamente para ela, fazendo com o que apenas uma parcela dos meteoros originados tenham se chocado com a Lua
    º Os objetos celestes, na sua grande maioria, poderiam ter um tamanho ínfimo para se produzir um crateras na Lua. Apenas alguns de magnitudes maiores, causaram as crateras que vemos hoje.”

    Acrescento este último que falaste.

    Porém esta tua explanação leva a piorar a situação do teu modelo explicativo, visto que se as crateras de mais impactos foram encobertos, mais choques ocorreram. porém se a Terra serve de “escudo” para ela, como houveram estes choques?

    Isso é uma questão de interpretação, Azetech. Outra forma de interpretar esse facto é a formação de camadas de sedimentação ao longo do tempo.

    Então agora concordas comigo quando digo que a cosmovisão a priori interage com a explanação das evidências?
    Percebes? Em uma mesma evidência, temos explanações totalmente opostas

    As fotografias de Marte mostram formações semelhantes aos deltas de rios terrestres observadas em fotografias tiradas por satélites orbitando a Terra. É esse facto que leva os astrónomos a defender que houve uma altura em que Marte tinha muita água.

    Pois eu, assim como tu, digo que é uma questão de interpretação. Outra forma de se interpretar esta evidência, é que as semelhanças dos deltas são simples coincidências, visto que em Marte NUNCA houve-se água.

    Não fui eu que introduzi a lei de Pascal, Azetech. Eu só falei nela porque me pareceu que o Azetech está a fazer uma confusão relativamente à acção “amortecedora” da água na teoria das hidroplacas.

    Negativo Ana. Só demonstrei que um fluido viscoso torna-se um excelente “amortecedor”, se empregado da maneira correta.

    Por isso não tem lógica, Azetech, fazer referência a prensas hidráulicas e a travões de disco dos carros, sistemas que se baseiam na lei de Pascal, quando se refere à água contida entre as duas placas conforme descrito pela teoria das hidroplacas.

    Ora, mas em momento nenhum inferi aquele exemplo as Hidroplacas. Apenas demonstrei que o fluido, se empregado da maneira correta, possui capacidades de amortecer impacto ou estabilizar uma superfície.

    O líquido utilizado em sistemas de travagem/amortecimento como o travão de disco do carro não é um líquido “amortecedor. Pelo contrário, estes sistemas baseiam-se no facto de o líquido utilizável ser muito pouco compressível.

    Pois é. Para ser pouco compressível, deverá ser denso. Então a salinidade da água que a torna densa a faz uma melhor “amortecedora”.
    Este exemplo respondeu a tua questão: “”Como é que a “água altamente salina (mais densa que o normal), [atua] como uma amortecedor natural”?””

    Portanto sistemas de travagem/amortecimento como o travão de disco dos carros, que utilizam líquidos “amortecedores” não podem servir de exemplo para descrever a acção da água contida entre as duas placas descritas pela teoria das hidroplacas. Porque os sistemas de travagem/amortecimento se baseiam na variação de pressão de um líquido, algo que, como o Azetech referiu, não pode acontecer à água entre as placas de acordo com a teoria das hidroplacas.

    Mas isso eu sei Ana. Só não compreendo o motivo pelo qual inferiste a Lei de Pascoal no debate. Seria motivada pelo vídeo que apresentei? Seria motivada pela a errônea impressão que a postei para comparar com as Hidro-placas?

    Voltarei ao questionamento que fizeste:
    “”Como é que a “água altamente salina (mais densa que o normal), [atua] como uma amortecedor natural”?”

    Perceba que em momento nenhum levantaste um questionamento sobre as hidroplacas. O teu questionamento foi referente a ação amortecedora de um fluído.

    Eu em resposta:

    “”Não sabia que a água (com densidade alta), somado com a pressão é o amortecedor natural mais potente que existe na terra?”” e mostrei o vídeo.

    Perceba que em MOMENTO NENHUM inferi aquele exemplo as hidroplacas, mas sim a sua questão “Como é que água altamente salina como uma amortecedor natural”

    Nesta caso, a Lei de Pascoal coube bem, visto que segundo esta lei, um fluido torna-se de fato um amortecedor.

    Porém a Lei foi restrita a sua pergunta PONTUAL, e não ao contexto que estávamos a debater (Teoria das hidroplacas).

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    • Ana Silva says:

      Azetech:

      A existência de crateras de impacto em ambos os lados da Lua indica que esta está vulnerável a impactos de meteoros. O facto de existirem mais crateras de impacto na face oculta da Terra deve-se a duas coisas: esta face está mais vulnerável e tem menos mares lunares.

      Atingir uma rotação síncrona, para qualquer astro, é um processo moroso. Leva muito tempo a acontecer. Este processo é explicável pela mecânica clássica e podem ser feitos cálculos. foi por isso que referi a rotação síncrona da Lua, porque não poderia ter acontecido em 10.000 anos.

      “Só não compreendo o motivo pelo qual inferiste a Lei de Pascoal no debate. Seria motivada pelo vídeo que apresentei? Seria motivada pela a errônea impressão que a postei para comparar com as Hidro-placas?” Exacto, foi por isso.

      “O teu questionamento foi referente a ação amortecedora de um fluído.” Foi.

      “Nesta caso, a Lei de Pascoal coube bem, visto que segundo esta lei, um fluido torna-se de fato um amortecedor.” Segundo esta lei APENAS.

      “Porém a Lei foi restrita a sua pergunta PONTUAL, e não ao contexto que estávamos a debater (Teoria das hidroplacas).” Novamente estamos de acordo.

      Portanto, volto a perguntar :
      1. Se a lei de Pascal se refere a variações de pressão;
      2. se APENAS “segundo esta lei um fluido torna-se de fato um amortecedor”;
      3. se a teoria de hidroplacas requer que não ocorram variações de pressão na água entre as placa…

      Como é que a “água altamente salina (mais densa que o normal), [atua] como uma amortecedor natural”?

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    • CuriosoCetico says:

      Azetech, estará porventura a ignorar os meus posts com evidências recentes contra o que afirma?

      a Terra serviria de escudo e as crateras não deveriam existir
      Como já referi, veja este artigo. Caso tenha problemas com o inglês, posso tentar resumir/traduzir para si.

      em Marte NUNCA houve-se água
      Como consegue fazer esta afirmação, realçando a palavra “NUNCA”? Tem mais conhecimento que todos os cientistas que estudam o planeta em questão? É que as evidências claramente apontam para o outro lado.

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  17. Azetech says:

    Ana Silva

    A existência de crateras de impacto em ambos os lados da Lua indica que esta está vulnerável a impactos de meteoros.

    Certo. Isso eu sei. Este evento também está de acordo com a Teoria das hidroplacas.
    Mas o problema para a “tua” explicação não é a presença de crateras no lado oculto da Lua, mas sim a presença de crateras no lado VISÍVEL dela, onde a Terra serviria de escudo.
    Neste Ponto que a Teoria das hidroplacas é superior a “sua” teoria.

    Atingir uma rotação síncrona, para qualquer astro, é um processo moroso. Leva muito tempo a acontecer.

    Isso é uma questão de interpretação Ana. A outra é que a rotação da lua, logo em sua origem, sempre permaneceu nesta estrutura orbital.

    Este processo é explicável pela mecânica clássica e podem ser feitos cálculos. foi por isso que referi a rotação síncrona da Lua, porque não poderia ter acontecido em 10.000 anos.

    Ok, Segundo a INTERPRETAÇÃO proporcionado pela “mecânica clássica” (que só para relembrar, não possui comprovação empírica deste evento), os “milagrosos” milhões de anos fizeram a lua estar em sincronia com a Terra.

    Certo, mas levanto a questão, o que isso influencia a presença de crateras no lado VISÍVEL da Lua?
    O Foco do problema segundo “seu” modelo, são as crateras no lado visível, algo que para a teoria das hidroplacas, são plenamente normais.

    “Só não compreendo o motivo pelo qual inferiste a Lei de Pascoal no debate. Seria motivada pelo vídeo que apresentei? Seria motivada pela a errônea impressão que a postei para comparar com as Hidro-placas?” Exacto, foi por isso.

    Entendo. Então desculpe-me por não ter sido mais específico, deixando margem para esta má interpretação. Meu exemplo foi específico a sua questão sobre os efeitos “amortecedores” de um fluido, e não diretamente com as hidro-placas.

    “Nesta caso, a Lei de Pascoal coube bem, visto que segundo esta lei, um fluido torna-se de fato um amortecedor.” Segundo esta lei APENAS.

    Não necessariamente. Se a pressão for contínua, não havendo alteração, o fluido continuará sendo “amortecedor” da mesma forma.

    Portanto, volto a perguntar :
    1. Se a lei de Pascal se refere a variações de pressão;
    2. se APENAS “segundo esta lei um fluido torna-se de fato um amortecedor”;
    3. se a teoria de hidroplacas requer que não ocorram variações de pressão na água entre as placa…

    Existe um erro em teu conceito. Este erro está expresso nesta tua frase em uma ÚNICA palavra: “2. se APENAS “segundo esta lei um fluido torna-se de fato um amortecedor”

    Não é “apenas” na variação de pressão que um fluido torna-se um “Amortecedor”. Se a pressão for contínua (como um amortecedor automotivo pressionado), o fluido mantem a sua característica.
    A Lei de Pascoal refere-se a VARIAÇÃO. Porém a mesma não nega as propriedades “amortecedoras” se o fluido estiver em intensa pressão se perdem.

    Então respondendo (novamente) a esta tua questão: “Como é que a “água altamente salina (mais densa que o normal), [atua] como uma amortecedor natural?”

    R: A torna melhor “amortecedora” pois o sal faz da água um fluido mais denso.

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    • Ana Silva says:

      Azetech:

      “O problema para a “tua” explicação não é a presença de crateras no lado oculto da Lua, mas sim a presença de crateras no lado VISÍVEL dela, onde a Terra serviria de escudo. Neste Ponto que a Teoria das hidroplacas é superior a “sua” teoria.”
      .
      A face visível da Lua está “virada” para a Terra, o que a poderá proteger do impacto de muitos meteoritos. Mas não está imunes a esses impactos, como foi provado a 6 de Maio de 2006 e a 17 de Março de 2013. Nestes dois dias a Lua foi alvo de dois impactos de meteoritos na face visível e ambos os impactos foram registados. Portanto não existe razão para considerar que a presença de crateras de impacto na face visível da Lua demostra que “a teoria das hidroplacas é uma teoria “superior” a qualquer outra.

      “Não é “apenas” na variação de pressão que um fluido torna-se um “Amortecedor”. Se a pressão for contínua (como um amortecedor automotivo pressionado), o fluido mantem a sua característica. A Lei de Pascoal refere-se a VARIAÇÃO. Porém a mesma não nega as propriedades “amortecedoras” se o fluido estiver em intensa pressão se perdem.”

      Não percebi esta explicação, Azetech. De todo. Pode explicar melhor?

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      • Azetech says:

        Ana Silva

        Não percebi esta explicação, Azetech. De todo. Pode explicar melhor?

        Certo. Vamos usar como exemplo, vídeo que apresentei.
        A Lei de Pascoal se aplicaria a mudanças de pressão, entre compressão e descompressão.
        No Amortecedor hidraulico, a bola vermelha ao cair, teve se impacto amortecido. Porém ao ter o impacto amortecido, a pressão do fluído, inserido no amortecedor, aumentou.

        Agora, se ninguém tirasse a Bola, e ela permanecesse comprimindo o amortecedor, o fluido não perderia suas características de “Amortecer” impacto, mas se tornaria “uma” com a bola.

        Isso daria estabilidade e resistência no apoio da bola, fazendo-a ESTÁVEL.

        Na teoria das hidroplacas o processo é semelhante. Quando as placas comprimiram o fluído, e pelo fato delas não possuírem mudanças topográficas ao ponto de alterar a pressão em pontos isolados, a camada de água salina (fluido), tornou-se “um” com as hidroplacas. Então assim, como um fluido sobre pressão, proporcionava estabilidade e resistência em sua base, não permitindo que a mesma “rachasse”
        Entendeste agora o motivo pelo qual as placas não se rachariam neste cenário proposto?

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      • Ana Silva says:

        Azetech:

        Num sistema como o do vídeo o líquido não amortece a queda. Parece, mas não amortece. Porque para esse sistema funcionar o líquido tem de ser quase incompressível. O líquido está contido num contentor com duas extremidades movíveis uma onde “aterra” a bola e outra na base do cilindro. Quando a bola “terra” o peso da bola é a força que faz aumentar a pressão do líquido. O aumento de pressão, conforme explicado pela lei de Pascal, é “sentido” na outra extremidade que é empurrada para baixo (se observar com atenção o vídeo verifica o amortecedor hidráulico se encontra suspenso).

        A mobilidade das duas extremidades é fundamental para que o sistema funcione: se não fosse a mobilidade das duas extremidades o choque da bola estragaria o contentor com líquido.

        Pense no que aconteceria se a mesma bola caísse sobre um contentor igual ao do sistema mas rígido, em que as extremidades são amovíveis.

        O Azeteche indica que “a camada de água salina (fluido), tornou-se “um” com as hidroplacas.” Mas a sua analogia, Azetech, só funcionaria se ambas as placas fossem movíveis. E na teoria das hidroplacas nenhuma das placas (as extremidades) é movível.

        Se ler qualquer texto que explique o funcionamento de um amortecedor hidráulico (como o que aparece no vídeo), de uma prensa hidráulica ou de um travão de disco existe sempre uma referência ao facto de estes sistemas se basearem na lei de Pascal.

        Não acredito que este comentário o faça mudar de ideias. Espero por isso que confirme por si próprio, por exemplo pela consulta de sites que explicam como funcionam os amortecedores hidráulico, as prensas hidráulicas ou os travões de disco.

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  18. Eu não sou criacionista da terra jovem. No entanto acho que vocês pegam no geral mal nos problemas por se tentarem apoiar na ciência.

    Vocês tem um Deus que é omnipotente e um relato que é a Bíblia que querem demonstrar que é absolutamente correcta.

    Eu se fosse criacionista da terra jovem responderia assim quanto ao dilúvio.

    O universo é regido por leis cientificas que os cientistas vão mais ou menos entendendo. No entanto Deus é omnipotente. Pode fazer tudo o que quiser.

    O dilúvio:

    Deus mandou Noé fazer uma arca como diz o Genesis:

    Pode a arca comportar os animais, a comida, ter ar, aguentar um dilúvio ?

    Pode. Deus é omnipotente e assim o quis

    Para onde foi a água, de onde veio ?

    Deus é omnipotente.

    Agora misturar ciência com isto é que me parece disparate do grosso.

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    • João Melo,

      O dilúvio:

      Deus mandou Noé fazer uma arca como diz o Genesis:

      Pode a arca comportar os animais, a comida, ter ar, aguentar um dilúvio ?

      Pode. Deus é omnipotente e assim o quis

      Ao falar isso você já esquece que Deus mandou Noé fazer a arca com todas as medidas ideais para caber todas as espécies de animais, já preparada sobre essa questão do ar e comida.

      Esse blogue já fala muito sobre isso e acredito que você já deve ter lido e muito (e como sempre vem falando as mesmas coisas já refutadas).

      Agora misturar ciência com isto é que me parece disparate do grosso.

      Por que?

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      • Azetech says:

        Adalberto Felipe

        Como podemos ver, o João Melo faz a SUA forma, os dados científicos, e segundo SUA exclusiva interpretação as transforma incompatível com o SEU entendimento (quase nulo) que possui da bíblia e teorias criacionistas.
        Em suma, ele faz sua própria interpretação sobre tudo, fazendo também a sua refutação logo em seguida.
        Assim fica fácil🙂

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      • Ana Silva says:

        Adalberto:

        “Agora misturar ciência com isto é que me parece disparate do grosso.”

        “Por que?” Talvez porque o Deus da Bíblia pode fazer milagres. E quando Deus faz milagres as leis da Natureza ficam suspensas.

        Porque há-de Deus sujeitar-se às mesmas leis (as leis da Natureza) que o Homem?

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      • Azetech says:

        Ana Silva

        Talvez porque o Deus da Bíblia pode fazer milagres. E quando Deus faz milagres as leis da Natureza ficam suspensas.

        Não percebi este comentário, Qual é a relação entre a onipotência de Deus e o ato de fazer milagres, com uma incompatibilidade com a ciência? O que uma coisa tem a haver com outra?

        Porque há-de Deus sujeitar-se às mesmas leis (as leis da Natureza) que o Homem?
        Não percebi este também. O que queres dizer?

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    • Azetech says:

      João Melo

      Eu não sou criacionista da terra jovem. No entanto acho que vocês pegam no geral mal nos problemas por se tentarem apoiar na ciência.

      João Melo, como podemos ver a inconsistência parte de ti ao interpretar ERRONEAMENTE as teorias propostas.
      Tu montas um cenário errôneo, distorcendo a proposta, faz uma refutação em cima do cenário que fizeste (completamente diferente da teoria apresentada), e diz que as TEORIAS não entram em concordância possuem argumentos científicos. Ora, mas não as teorias que não possuem, mas sim seu HOMEM DE PALHA de criaste, que não possui NENHUMA concordância com o mesmo.

      Vocês tem um Deus que é omnipotente e um relato que é a Bíblia que querem demonstrar que é absolutamente correcta.

      Farei a mesma pergunta a tí como fiz a Ana:
      Quem aqui falou em Bíblia?
      Estamos debatendo a teoria das hidroplacas, que mesmo sendo catastrofista, não tem relação com a Bíblia.

      Eu se fosse criacionista da terra jovem responderia assim quanto ao dilúvio.
      O universo é regido por leis cientificas que os cientistas vão mais ou menos entendendo. No entanto Deus é omnipotente. Pode fazer tudo o que quiser

      Se tu fosse um criacionista deste tipo, te chamaria de ignorante.

      A resposta correta é:
      O universo é regido por informação aperiódica funcional, elaborado diretamente por uma mente superiora inteligente. Os cientístas estão descobrindo pouco a pouco quais são os mecanismos do universo assim como a lógica que o D.I utilizou para cria-las.

      O dilúvio:
      Deus mandou Noé fazer uma arca como diz o Genesis:
      Pode a arca comportar os animais, a comida, ter ar, aguentar um dilúvio ?
      Pode. Deus é omnipotente e assim o quis
      Para onde foi a água, de onde veio ?
      Deus é omnipotente.
      Agora misturar ciência com isto é que me parece disparate do grosso.

      Que visão mais simplista e pobre intelectualmente referente a bíblia e os dados científicos. Não és atoa que sois naturalista.
      João Melo, os dados científicos estão em plena concordância com os relatos bíblicos.
      Este site, a vários anos tem evidenciado isso.

      Por sua vez, as doutrinas naturalistas que vocês creem ser verdadeiras, exigem uma grande criatividade e “malabarismos” para se estabelecer aos dados. Mesmo assim, existem grandes inconsistências e lacunas lógicas não preenchidas.

      Ou és muito ingênuo para não enxergar isso, ou és muito crente, com uma fé descomunal (a ponto de dar inveja a vários Cristãos) para ignorar tais aberrações entre o naturalismo filosófico e a REALIDADE.

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  19. Azteck

    Explica lá como é que uma massa de água de 1 km de espessura contida a quilómetros de profundidade coberta por uma placa de granito está a uma temperatura amena. O granito até é bom isolante logo por esse lado a água perdia pouco calor. Estava em contacto com o interior da terra que é bastante quente : a temperatura sobe cerca de 1 grau por cada 30 metros.

    A água sendo um liquido ia girar livremente criando pressão adicional e atrito contra a placa de granito. Não podia haver qualquer vulcão activo que chegasse à superfície se a água tivesse um ponto de escape lá se ia a pressão e …catrapumba….

    Nem podia haver tremores de terra nem deriva continental.

    Além do mais a cobertura de granito sofria deformações por acção das marés que ainda iam acumular mais calor na água aprisionada.

    Era a super panela de pressão.

    Não era mais simples apelar para uma série de milagres sucessivos ?

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  20. CuriosoCetico says:

    Azetech

    Por exemplo, vocês tem fé no modelo simbólico da terra primitiva rica em amônia e metano(…)
    Não sei porque diz “vocês tem fé” em… Foi proposto que a atmosfera primitiva era rica em amónia e metano, originando teorias sobre como poderia ter surgido a vida no nosso planeta.
    No entanto, como a ciência é um processo evolutivo sempre em busca da verdade, as investigações nessa área continuaram. Dando origem a esse estudo que referiu.
    Estudo esse que evidenciou que a atmosfera primitiva seria bastante semelhante à actual (o que introduz mais problemas para a teoria da atmosfera diferente “pré-diluvio”).
    Dito isto, apenas pessoas desinformadas das descobertas mais recentes poderão referir a atmosfera de amónia e metano em algum argumento. A questão aqui é que independentemente do que as pessoas possam dizer, ultimamente os dados e evidencias obtidas é que servem de argumento.
    E aqui se vê uma grande diferença entre ciência a sério e pseudociência baseada em dogmas religiosos.

    Vocês tem fé que na explosão primordial (…)
    Novamente não se trata de fé, mas dos dados e evidências que existem. Recentemente foram divulgados os dados obtidos pelo satélite Planck, que parecem cada vez mais corroborar a teoria do big bang. Dados esses que ainda serviram para ajustar a idade do universo, como as percentagens dos seus constituintes.
    Acredito quer antes de Newton, a física por detrás da queda de maçãs era vista como algo “estranha e desconhecida”. Não concorda com isto? Lá porque os físicos não sabem explicar hoje, não quer dizer que tenha sido magia. Existem exemplos disso ao longo da história da humanidade.

    (…)assim como qualquer teoria ciêntífica, [a teoria das hidroplacas] fundamenta-se também em algumas pressuposições(…)
    Desculpe discordar com esta afirmação no sentido em que toda a teoria é baseada em pressuposições dogmáticas do cristianismo. Aliás, praticamente toda a teoria trata de pressuposições, porque evidências não há.
    Não é assim que se faz ciência. Não se parte de uma conclusão (mundo criado há ~7000 anos, dilúvio universal há ~4000) e passa-se para uma série de pressuposições que expliquem essas conclusões, dizendo que é uma teoria.
    Nesta situação, se pensar bem, chega-se a um argumento circular.

    E há alguma evidência que ela [atmosfera] foi sempre a mesma, corroborando a sua pressuposição?
    Aparentemente há, no estudo que o próprio Azetech referiu.

    E porque verdadeiramente? Que dados utilizas para comprovar que os seres foram mais inferiores no passado?
    Eu nunca disse que seriam inferiores.
    Mas como não há evidências que estes seriam diferentes, devemos assumir que estes tenham sido idênticos.
    Especialmente a questão de que os carnívoros actuais terem sido criados como herbíveros é um tema que me traz bastante confusão.

    Peço desculpa desde já pelo tamanho deste comentário.
    Bom fim de semana a todos🙂

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  21. Azetech says:

    Ana Silva

    Num sistema como o do vídeo o líquido não amortece a queda. Parece, mas não amortece.

    Discordo Ana. No vídeo o liquido amortece sim a queda. Ela não pode ser a UNICA responsável pelo amortecimento, porém sem o fluido, não haveria “amortecimento”. Se o fluido fosse substituído por areia, pode ter certeza que o resultado seria outro.

    Mas a sua analogia, Azetech, só funcionaria se ambas as placas fossem movíveis. E na teoria das hidroplacas nenhuma das placas (as extremidades) é movível.

    Ana, infelizmente, por mais que falaste inúmeras vezes, não entendeste a analogia não foi referente as HIDROPLACAS mas sim quanto o efeito “amortecedor” que um fluido pode ter.

    Tu me perguntaste ““Como é que a “água altamente salina (mais densa que o normal), [atua] como uma amortecedor natural?”” Eu citei um exemplo. Ponto.

    Tu não me perguntaste “Como um fluido não permitiria as placas se partirem” (algo também respondido por mim.)

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    • Ana Silva says:

      Azetech:

      “Se o fluido fosse substituído por areia, pode ter certeza que o resultado seria outro.” Claro que sim, porque a lei de Pascal só é aplicável a fluidos e não a sólidos nem a materiais como a areia.

      “Tu me perguntaste ““Como é que a “água altamente salina (mais densa que o normal), [atua] como uma amortecedor natural?”” Eu citei um exemplo. Ponto.”

      Finalmente!

      Sim, Azetech, apresentou um exemplo de um líquido a “actuar” como amortecedor. Eu acrescentei outro, o travão de disco. Mas NENHUM destes sistemas funciona como a água presa entre as placas (de acordo com o modelo da teoria das hidroplacas), seja essa água “altamente salina” ou não.

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      • Azetech says:

        Ana Silva

        Sim, Azetech, apresentou um exemplo de um líquido a “actuar” como amortecedor. Eu acrescentei outro, o travão de disco. Mas NENHUM destes sistemas funciona como a água presa entre as placas (de acordo com o modelo da teoria das hidroplacas), seja essa água “altamente salina” ou não.

        Não necessariamente. O Fluído ainda continua com suas propriedades “amortecedoras”, mesmo não “atuando” dentro do processo revelado através da Lei de Pascoal.
        Apesar do exemplo do amortecedor hidráulico não se enquadrar a teoria das hidro placas, a Água presa entre as elas, somados com a força da pressão, continua com suas características de “amortecimento” (independentemente da diferenciação ou não da pressão)
        Se a mesma for salina, melhor ainda, pois tornará o fluido mais denso.

        Isso ocorre porque ela possui intrinsecamente esta capacidade.
        Uma prova disso é que se outro elemento, como areia fina por exemplo, tentasse trocar de lugar com ela no amortecedor hidráulico, o amortecimento seria nulo.
        Porque isso ocorre? Simples, a Areia, mesmo sob pressão, não possui intrinsecamente as propriedades “amortecedoras” que o fluido denso possui. Pascoal sabia disso, logo ele não utilizou areia fina em sua experiência, sabendo que o mesmo não teria o efeito que um fluido tem. Então como tu mesmo disse: “”Claro que sim, porque a lei de Pascal só é aplicável a fluidos e não a sólidos nem a materiais como a areia.””,

        Contudo, se a teoria das hidroplacas pressupor que no lugar de um fluido denso (produzido por uma mistura de água e sal) entre as placas, fosse grãos de areia, certamente seria insustentável presumir que as placas não se “rachariam”. Porém como o Lençol que protegia a camada superior era composta por um fluido denso, as placas duraram tranquilamente até o evento que as fizeram rachar e gerar o que gerou (sendo observável até os dias de hoje).

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      • Ana Silva says:

        Azetech:

        As voltas que dá, Azetech, para tornar qualquer seu argumento válido… É admirável.

        “[O] exemplo do amortecedor hidráulico não se [enquadra na] teoria das hidro placas”. Bravo! É isso que eu tenho tentado dizer-lhe há vários dias.

        “A areia, mesmo sob pressão, não possui intrinsecamente as propriedades “amortecedoras” que o fluido denso possui.”

        Na verdade a areia fina, se devidamente bem compactada, talvez fosse um melhor material para encher o espaço entre as duas placas. O sistema seria estável, dispensaria (muito provavelmente) colunas a “ligar” as duas placas, e seria muito menos sensível a rachas na placa superior.

        Mesmo que a placa superior colapsasse iria apenas abater-se para baixo. A placa não explodia para fora. Este facto permitiria que toda a estrutura se mantivesse “funcional”.

        Aliás, este sistema de construção é a base das estradas de alcatrão, por exemplo.

        Claro, como já disse, muito depende também da pressão a que se encontrasse a areia entre as placas . Não sei se o peso de uma placa de granito com 10 km de espessura não criaria uma pressão tal que fundisse a areia. Nesse caso a areia tornar-se-ia num fluido, tão ou mais denso que a “água salina”…

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  22. Azetech says:

    Ana Silva

    As voltas que dá, Azetech, para tornar qualquer seu argumento válido… É admirável.

    Não vejo desta forma. Se perceberes meu argumento não mudou em nada. Eu apenas efetuo a mesma explicação, de maneiras diferentes, para facilitar seu entendimento.

    “[O] exemplo do amortecedor hidráulico não se [enquadra na] teoria das hidro placas”. Bravo! É isso que eu tenho tentado dizer-lhe há vários dias.

    Mas Ana, quem relacionou a Lei de Pascoal as hidroplacas foi TU . Desde o princípio tenho dito que a mesma não se enquadra, pelo simples motivo das placas não proporcionarem variações de pressão.
    Apenas utilizei o exemplo do vídeo para demonstrar as características de “amortecimento” que um fluido pode ter, se for empregado da maneira correta.

    Na verdade a areia fina, se devidamente bem compactada, talvez fosse um melhor material para encher o espaço entre as duas placas.

    Não vejo desta forma. A Areia fina não possui as mesmas características de “liga” entre suas partículas como um fluido possui. Em pressão, ela também não possui a capacidade de absorver impactos, pois quanto mais comprimida ela fica, mais resistente e DURA ela se torna (Como o vidro, por exemplo)

    O sistema seria estável, dispensaria (muito provavelmente) colunas a “ligar” as duas placas, e seria muito menos sensível a rachas na placa superior.

    Mas a estabilidade foi proporcionado pelo fato de haver FLUIDO entre as hidroplacas, e não um elemento rígido (como areia compactada).
    O Fluido suportaria dilatações e manteria as placas estáveis. Sem contar que seu efeito “isolante termico” proporcionaria a superfície uma temperatura amena.
    Até o presente momento não justificaste o motivo pelo qual, as hidroplacas se romperiam pelo fato de conter em sua estrutura um fluido “amortecedor”.

    Mesmo que a placa superior colapsasse iria apenas abater-se para baixo. A placa não explodia para fora. Este facto permitiria que toda a estrutura se mantivesse “funcional”.

    Primeiro, sobre a estrutura que ela estava, sem um agente externo, ela não se romperia.
    Segundo, A sua estrutura proporcionava equilíbrio nas placas, juntamente com uma temperatura amena na superfície.
    Terceiro, se a mesma posuisse areia compactada (vidro) em seu interior, a estabilidade na placa superior tornaria-se inviável, visto que se romperia a todo momento pela dilatação.

    Não percebo Ana as supostas vantagens que areia compactada (vidro) poderia ter sobre o fluido composto de Agua + Sal

    Aliás, este sistema de construção é a base das estradas de alcatrão, por exemplo.

    Coloque esta estrada a 16 Km abaixo da superfície (Profundidade proposta pela teoria das hidroplacas) e veja se a mesma possuirá a mesma integridade que possui ao estar no topo.
    Apenas 5 km de pressão a faria romper.

    Claro, como já disse, muito depende também da pressão a que se encontrasse a areia entre as placas . Não sei se o peso de uma placa de granito com 10 km de espessura não criaria uma pressão tal que fundisse a areia. Nesse caso a areia tornar-se-ia num fluido, tão ou mais denso que a “água salina”…

    Não creio que isso seja possível. A pressão de uma placa de granito com 10km de espessura, a uma profundidade de 16 km, e pela característica da Areia em “isolar” o calor ser inferior a um fluido denso, e pela sua característica de “liga” também ser diferente, creio que neste cenário ela se tornaria em vidro, rompéndo-se a todo instante, trazendo instabilidade as hidroplacas.
    O Fluido denso, composto de água + sal + pressão ainda é a melhor opção para este cenário.

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    • Azetech says:

      Nota: Não tome a palavra “Vidro” como literal, pois para que a areia torna-se seria necessário um alto calor e um “derretimento” de suas partículas. Tome esta palavra simbolizando a “dureza” que areia possuirá ao ser compactada.

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    • Ana Silva says:

      Azetech:

      “Apenas utilizei o exemplo do vídeo para demonstrar as características de “amortecimento” que um fluido pode ter, se for empregado da maneira correta.”

      A forma correcta é tirando proveito da lei de Pascal, Azetech. Apenas assim. É isso que acontece no amortecedor hidráulico. E, como reconheceu, Azetech, a água entre as placas não funciona como um líquido amortecedor da mesma forma que o líquido num amortecedor hidráulico.

      Volto a dizer: para a água funcionar como líquido amortecedor tem de ser em sistemas utilizando a lei de Pascal.

      “Em pressão, ela também não possui a capacidade de absorver impactos, pois quanto mais comprimida ela fica, mais resistente e DURA ela se torna”. Não percebo o que quer dizer com esta frase.

      “Até o presente momento não justificaste o motivo pelo qual, as hidroplacas se romperiam pelo fato de conter em sua estrutura um fluido “amortecedor”.” Em primeiro lugar tenho sérias dúvidas de que a água entre as duas placas, “salina” ou não, se comportaria como um “fluido amortecedor”.

      Mas o mais importante é a pressão a que a água entre as placas estaria sujeita, devido ao peso exercido pela placa de granito. O próprio autor da teoria considera que a água estaria no estado de líquido super-crítico. E refere que esta água no estado super-crítico iria corroer as placas.

      “O Fluido suportaria dilatações e manteria as placas estáveis.” Dilatações do quê? Das placas? E o que provocaria as dilatações? Qual a amplitudes dessas dilatações? O granito suportaria essas dilatações sem rachar?

      “Sem contar que seu efeito “isolante termico” proporcionaria a superfície uma temperatura amena.” Esta parte eu não percebi de todo.

      “Não tome a palavra “Vidro” como literal, pois para que a areia torna-se seria necessário um alto calor e um “derretimento” de suas partículas. Tome esta palavra simbolizando a “dureza” que areia possuirá ao ser compactada.”

      Azetech, o que significa para si pressão? É que a pressão a que qualquer material é sujeito quando sobre o peso da placa de granito com 10km de espessura é bem grande e impede a areia de ser manter no estado sólido.

      Eu “[tomo] a palavra vidro como literal”, Azetech, não tenha dúvidas. Porque à pressão a que estaria sujeita entre as placas a areia fundia e transformava-se em ´”vidro” líquido.

      “O Fluido denso, composto de água + sal + pressão ainda é a melhor opção para este cenário.” Água ou areia entre as placas, não tenha dúvidas Azetech, o que teria era um FLUIDO. A areia seria um fluido ainda mais denso que a água com sal e como tal, segundo a sua lógica, Azetech, seria um melhor “líquido amortecedor”.

      Nota: O seu raciocínio envolvendo o conceito de pressão parece por vezes um pouco confuso, Azetech. Fala do efeito da pressão a que se encontra o material entre as placas, mas depois fala da acção desse mesmo material quase como se este estivesse à pressão atmosférica. Como quando utiliza a expressão ““dureza” que areia possuirá ao ser compactada.”

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      • Azetech says:

        Ana Silva

        A forma correcta é tirando proveito da lei de Pascal, Azetech. Apenas assim.

        Não Ana, não é “apenas ” assim. Um fluido possui em sua característica atributos de “amortecimento”. Isso ocorre pois a sua composição, juntamente com a sua liga, permite esta “elasticidade” (Diferentemente de grãos de areia)
        Logo, mesmo quando não há alteração de pressão, mas se o fluido estiver comprimido, sua característica se mantém.

        E, como reconheceu, Azetech, a água entre as placas não funciona como um líquido amortecedor da mesma forma que o líquido num amortecedor hidráulico.

        Não Ana, quem diz isso é tu deturpando minhas palavras. Nunca neguei o atributo “elástico” de um fluido estando entre duas placas de pressão, que permite o amortecimento, Quem negas é TU . Apenas disse que a Lei de Pascoal não se aplica no caso das hidroplacas, e não que o atributo de amortecimento ocorre APENAS inserido nas características que envolve a lei.
        Com outras palavras, o fluido não atua como amortecedor EXCLUSIVAMENTE na descrição da lei, mas sim que ele possui INTRINSECAMENTE a capacidade de amortecimento.

        Volto a dizer: para a água funcionar como líquido amortecedor tem de ser em sistemas utilizando a lei de Pascal.

        Errado Ana. um fluido em sí, possui intrinsecamente a capacidade de amortecimento, inserido ou não nas variáveis que classifica a Lei de Pascoal.
        Este é o ponto de discordância que temos.
        Tu diz que não e eu digo que sim.

        “Em pressão, ela também não possui a capacidade de absorver impactos, pois quanto mais comprimida ela fica, mais resistente e DURA ela se torna”. Não percebo o que quer dizer com esta frase.

        Pesquise sobre Areia Stishovita e entenderá o que estou a dizer.

        É que a pressão a que qualquer material é sujeito quando sobre o peso da placa de granito com 10km de espessura é bem grande e impede a areia de ser manter no estado sólido.

        Pior ainda. Se sugere que a areia é um melhor amortecedor em um estado não sólido, se esqueceste que a mesma em estado “liquido” é VIDRO.

        Em primeiro lugar tenho sérias dúvidas de que a água entre as duas placas, “salina” ou não, se comportaria como um “fluido amortecedor”.

        Só porque as hidroplacas não se enquadram na lei de Pascoal?
        Acreditas mesmo que se a mesma estiver sob a pressão de duas placas ela perderá o efeito?
        Não Ana, não é assim que acontece. Um fluido, somado com a pressão, independentemente da variação, não perde suas características de “amortecimento”

        Água ou areia entre as placas, não tenha dúvidas Azetech, o que teria era um FLUIDO. A areia seria um fluido ainda mais denso que a água com sal e como tal, segundo a sua lógica, Azetech, seria um melhor “líquido amortecedor”.

        Ana, como areia em estado líquido seria um melhor amortecedor se o mesmo neste estado é vitrificado?
        Ele se tornaria mais rígido que as próprias placas, e se partiria com facilidade.
        De jeito nenhum. Um fluido composto com água e sal ainda seria um melhor amortecedor do que areia comprimida.

        O seu raciocínio envolvendo o conceito de pressão parece por vezes um pouco confuso, Azetech. Fala do efeito da pressão a que se encontra o material entre as placas, mas depois fala da acção desse mesmo material quase como se este estivesse à pressão atmosférica.

        Ana, se ha alguma confusão, é de sua parte por complicar um argumento simples proferido por mim.
        A pressão que me refiro é referente as placas com o fluido. (muito embora a pressão atmosférica possa contribuir para que a pressão das placas sobre o fluido aumente)

        Ana não percebo onde queres chegar. Por um acaso dizes que areia comprimida é um melhor substituto para as hidroplacas do que um fluido denso constituído de água e sal? é isso?

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  23. Azetech e Ana:

    De qualquer forma se fosse água nas quantidades propostas pela hipótese das hidroplacas estaria a uma temperatura elevada.

    Era a panela de pressão global. Quando se libertasse ficava tudo cozido a vapor. Mesmo com um remendo de a água estar sobre um material mau condutor do calor. Uma camada de material com milhares de quilómetros de comprimento e largura e de espessura de alguns quilómetros de nada adiantava. Podemos, ignorando a espessura, dizer que 50% da massa dessa camada estava em contacto com a fonte de calor. O calor passava rapidamente.

    Por isso é que ninguém leva a sério esta hipótese.

    Penso que nem o autor a apresentou para escrutínio fora do âmbito religioso.

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    • Azetech says:

      João Melo

      Criticaste o engenheiro Walter Brown por supostamente não conhecer de geologia mas cometeste um grave erro em pressupor um cenário totalmente errôneo do que a teoria apresenta. (Demonstrando não possuir o mínimo conhecimento dela)

      A proposta das hidroplacas pressupõe uma camada de até no MAXIMO 16 Km de profundidade.
      Isso é o TOPO da Litosfera (que possui até 450 km), próximo a SUPERFÍCIE Terrestre.

      Considerando que fosse APENAS água (descartando o efeito de isolante térmico das hidroplacas e a densidade elevada causado pelo sal) sua temperatura nem estaria a 40ºC nesta profundidade.

      Para o fluido entrasse em ebulição, (caso fosse APENAS água), de acordo com o mapa Geotérmico, ela deveria se situar no mínimo a 50 Km de profundidade, e para atingir o cenário catastrófico que propuseste, deveria no mínimo estar no início do Manto a 410 km de profundidade, com mais de 1200°C

      Percebeste a aberração que fizeste por propor um cenário tão irreal ao apresentado.

      Nem ao menos procuraste entender o que a Teoria fala para tentar efetuar uma refutação.

      Por causa deste teu desconhecimento, cria um cenário conforme a tua imaginação, não se comparando em nada do que a teoria propõe, e faz uma refutação em cima dela
      Então na verdade não está a refutar a teoria mas sim o próprio “homem de palha” (Falácia) que criaste.

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      • Azetech says:

        Corrigindo os valores, a litosfera possui uma camada de até 125 Km, e o cenário catastrófico que presumiste deveria estar no mínimo a 125km, no final dela, com mais 1300°C

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    • Ana Silva says:

      João:

      Tem razão em relação à analogia da panela de pressão.

      Existem outras questões interessantes, que demonstram que a teoria das hidroplacas não pode ser considerada uma teoria científica.

      Para começar existe o problema de como e porquê se desenvolveu na Terra uma estrutura como a descrita pela teoria das hidroplacas: duas placas, uma mais interior constituída de basalto e outra, mais externa, constituída de granito e suportada por colunas; o espaço entre as placas cheio de água.

      Depois existe o grande problema imposto pela placa de granito. O granito não é propriamente um material maleável. Uma estrutura como a proposta pela teoria das hidroplacas sofre grandes tensões, quer criadas pela rotação da Terra, quer pelas forças de maré (que, como o nome indica são responsáveis pela existência das marés). Estas tensões vão, pelo menos, criar problemas nas colunas que suportam a placa de granito.

      A analogia com a panela de pressão deve-se à pressão criada na água pelo peso da placa granito, que segundo a teoria das hidroplacas teria pelo menos 10 km de espessura. Pelo que pude perceber a pressão criada pela placa tornaria toda a água lá dentro um líquido super-crítico com uma temperatura muito elevada. O próprio autor da teoria das hidroplacas refere que esta água teria um efeito corrosivo sobre as placas, desgastando-as.

      Existe ainda a questão pertinente de que, para que ainda assim o sistema de placas mantivesse um mínimo de estabilidade, a placa de granito não podia ter variações na espessura. Ou seja a superfície terrestre teria de ser completamente plana. Qualquer monte, vale ou depressão (cheia ou não de água) seria uma fonte de fissuras na placa de granito.

      Finalmente existe a questão dos depósitos de calcário e de sal que supostamente se iriam formar na câmara de água. Segundo a teoria das hidroplacas os depósitos de calcário despedaçaram-se durante o processo que levou ao diluvio e misturaram-se com os restos de animais marinhos, para formar as rochas calcárias que conhecemos actualmente. Já os depósitos de sal não se terão despedaçado e, pelo que pude perceber, não se misturaram nem com os depósitos de calcário nem com os restos de animais marinhos. Porquê esta diferença entre calcário e sal, se tiveram a mesma origem e sofreram os mesmos processos mecânicos?

      Muito falta ainda dizer relativamente à formação e libertação para o espaço de milhões e milhões de asteroides e cometas, sobre toda a energia necessária para a criação destes astros e toda a energia libertada aquando da libertação da água entre as placas. E também sobre o movimento “ultrarrápido” das placas após o dilúvio que levou à formação de montanhas e de oceanos. E sobre muito mais, de certeza.

      Todos estes pontos eu ainda não consegui debater com o Azetech porque andamos teimosamente focados na definição de “líquido amortecedor” e na sua relação com a lei de Pascal.

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      • Azetech says:

        Ana Silva

        Tem razão em relação à analogia da panela de pressão.

        Não Ana, ele não tem.

        Existem outras questões interessantes, que demonstram que a teoria das hidroplacas não pode ser considerada uma teoria científica.

        Pelo que pude ver, está equivocada. A teoria está plausivelmente embasado em evidências, e seu conteúdo é mais sólido do que a “teoria” da Abiogênesis por exemplo.
        Logo, para ti que considera a abiogênesis científica, quem não se apoia a bases sólidas, mas tenta descartar a Teoria das hidroplacas que possui evidências que a corrobora.

        Vemos uma parcialidade e desonestidade sobre o assunto?

        Para começar existe o problema de como e porquê se desenvolveu na Terra uma estrutura como a descrita pela teoria das hidroplacas: duas placas, uma mais interior constituída de basalto e outra, mais externa, constituída de granito e suportada por colunas; o espaço entre as placas cheio de água.

        A Teoria não revela a origem, mas sim os acontecimentos após a sua formação.
        Se isso é um problema que deva descartar a teoria, então deveria-mos fazer o mesmo com o darwinismo, onde não revela como originou a primeira célula, mas sim explica do ponto que a mesma já estava pronta.

        Vemos dois pesos e duas medidas?

        Depois existe o grande problema imposto pela placa de granito. O granito não é propriamente um material maleável. Uma estrutura como a proposta pela teoria das hidroplacas sofre grandes tensões, quer criadas pela rotação da Terra, quer pelas forças de maré (que, como o nome indica são responsáveis pela existência das marés). Estas tensões vão, pelo menos, criar problemas nas colunas que suportam a placa de granito.

        O fluido “amortecedor” que situa entre as placas, suportaria com facilidade as tensões ocasionadas pela maré assim como a rotação do UNIVERSO (visto que não comprovaste empiricamente que de fato a terra está a girar).
        Se o “fluido” fosse areia, então estaria a concordar contigo.

        A analogia com a panela de pressão deve-se à pressão criada na água pelo peso da placa granito, que segundo a teoria das hidroplacas teria pelo menos 10 km de espessura.

        Para que a analogia funcionasse, o calor deveria estar acima dos 100ºC. Para isso elas deveriam situar no mínimo 50 Km de profundidade. Como a teoria propõe que as Hidroplacas estariam no MAXIMO 16 km, o fluido não teria profundidade suficiente para aquecer o fluido a ponto de fazer eboli-lo, logo este cenário e analogia estão errôneas.

        Pelo que pude perceber a pressão criada pela placa tornaria toda a água lá dentro um líquido super-crítico com uma temperatura muito elevada. O próprio autor da teoria das hidroplacas refere que esta água teria um efeito corrosivo sobre as placas, desgastando-as.

        Se o fluido proporcionava algum desgaste (segundo autor), não seria pela temperatura.
        Poderia por gentileza indicar a fonte para ver se a interpretaste corretamente, visto que uma vez já equivocaste ao interpretar as formações dos objetos celeste que a teoria descreve.

        Existe ainda a questão pertinente de que, para que ainda assim o sistema de placas mantivesse um mínimo de estabilidade, a placa de granito não podia ter variações na espessura. Ou seja a superfície terrestre teria de ser completamente plana. Qualquer monte, vale ou depressão (cheia ou não de água) seria uma fonte de fissuras na placa de granito.

        Ora, mas isso é bem evidente na teoria, visto que a mesma afirma que altas montanhas e profundos lagos originaram-se APÓS o Dilúvio.
        Logo, o cenário proposto antes do diluvio permitiria placas estáveis, sem fissuras.

        Finalmente existe a questão dos depósitos de calcário e de sal que supostamente se iriam formar na câmara de água. Segundo a teoria das hidroplacas os depósitos de calcário despedaçaram-se durante o processo que levou ao diluvio e misturaram-se com os restos de animais marinhos, para formar as rochas calcárias que conhecemos actualmente. Já os depósitos de sal não se terão despedaçado e, pelo que pude perceber, não se misturaram nem com os depósitos de calcário nem com os restos de animais marinhos. Porquê esta diferença entre calcário e sal, se tiveram a mesma origem e sofreram os mesmos processos mecânicos?

        Não percebi este comentário. O Calcário foi proveniente das rochas, ja o sal era um fluido misturado com a água dentro das câmaras. Como afirma que ambos tiveram as mesmas origens e sofreram os mesmos processos mecânicos?

        Muito falta ainda dizer relativamente à formação e libertação para o espaço de milhões e milhões de asteroides e cometas, sobre toda a energia necessária para a criação destes astros e toda a energia libertada aquando da libertação da água entre as placas. E também sobre o movimento “ultrarrápido” das placas após o dilúvio que levou à formação de montanhas e de oceanos. E sobre muito mais, de certeza.

        O que seria este “muito falta ainda dizer”, e como isso invalidaria uma teoria científica?
        Segundo tua lógica, se não houver a explicação completa logo é descartado?
        O Big Bang está completo? A Abiogêneses está completa? A Teoria Macro-evolutiva está completa? Todas estas teorias que tu chamas de científicas estão todas perfeitas e completas sem nada a dizer?

        Dois pesos e duas medidas novamente?

        Todos estes pontos eu ainda não consegui debater com o Azetech porque andamos teimosamente focados na definição de “líquido amortecedor” e na sua relação com a lei de Pascal.

        Ana, quem “empacaste” em uma suposta lei, que nem mesmo fiz referência foi TU
        Para mim, o assunto estava encerrado a muito tempo, melhor, para mim ele nem teria iniciado.

        Pelo que pude perceber de seus comentários Ana, não está preocupada em desvendar a verdadeira explicação para as evidências, mas sim embasar cegamente o que crês, e descartar a priori o que não crês. (mesmo que utilize de “dois pesos e duas medidas” , o que para mim é muito desonesto)

        A tua parcialidade ficou muito bem destacada nestas palavras que proferiste, principalmente quando apoiaste uma suposição errônea (refutado pela ciência) de um “irmão de fé” (João Melo)

        Como poderei levar a sério uma pessoa assim?

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  24. Variação da temperatura com a profundidade, no interior da Terra.

    Em média, a temperatura aumenta cerca de 3ºC por cada 100 m de profundidade, podendo este valor variar de região para região.

    Estudos recentes vieram demonstrar que, até certa profundidade (aproximadamente 20 metros), a temperatura no interior da Terra não se altera – zona de temperatura constante. A partir deste limite, a temperatura aumenta com a profundidade, de um modo rápido até cerca dos 700 km, e depois mais lentamente.

    A profundidade a que é preciso descer para que a temperatura do interior da Terra se eleve um grau é designada grau geotérmico e corresponde a 33 metros.

    16.000 metros / 33 = 485 graus.

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    • Azetech says:

      João Melo

      Em média, a temperatura aumenta cerca de 3ºC por cada 100 m de profundidade, podendo este valor variar de região para região.

      Não é tão simples assim.

      Para se calcular o grau geotérmico, é necessário considerar alguns fatores:
      1) Condutibilidade térmica das rochas
      2) Proximidade do foco térmico, por exemplo, um vulcão
      3) Pstrutura das rochas (as camadas inclinadas apresentam um grau geotérmico mais curto que as horizontais)
      4) Morfologia (o grau geotérmico aumenta nas serras, ao contrário dos vales).
      5) Pressão atmosférica

      Como podemos ver, fizeste teus cálculos sem considerar a condutibilidade térmica das hidroplacas, onde possuía um fluido que atuava como Isolante térmico, sem considerar a estrutura da rochas (granito e do basalto) a morfologia da superfície (sem vales e altas montanhas), sem considerar a pressão atmosférica (aproximandamente 6 atm) e o principal, sem considerar os 10 km das placas e 1 km do lençol do fluido possuiam

      Como sei que desconsideraste todas estas constantes? Simples, devido este teu comentário:
      “Estudos recentes vieram demonstrar que”

      Estudos RECENTES ????? Como assim recentes??? Não estamos a presumir um evento do passado que continha uma estrutura totalmente diferente da atual?

      Novamente vemos o “aliado” fiel dos “refutadores” da teoria das hidroplacas: ANACRONISMO

      Como tens certeza que o cálculo de 3º por cada 100m era correto no cenário antigo?

      Poderia nos fornecer todos os dados de todas as constantes que utilizaste para calcularmos melhor?

      A profundidade a que é preciso descer para que a temperatura do interior da Terra se eleve um grau é designada grau geotérmico e corresponde a 33 metros.
      16.000 metros / 33 = 485 graus.

      Considerando o cenário ATUAL (Muito diferente do ambiente evoluído, descrito na teoria), e considerando a ALGUNS locais atuais (Principalmente em montanhas e áreas vulcãnicas), pode até ser este valor de 485ºC a 16.000M.

      Mas lembrando que este valores não são constantes HOJE (pois há várias características de região para região que interferem nos resultados) e considerando de descartaste uma gama de características descritas na teoria, como sabes que a temperatura do fluido expresso na teoria que remete o PASSADO (com estruturas totalmente diferentes de hoje) ultrapassava 400ºC ???

      Poderia nos fornecer todos os dados de todas as constantes que utilizaste para calcularmos melhor?

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  25. É de novo o apelo ao milagre e inversão do ónus da prova:

    1) o grau geotérmico é médio como a hipótese das hidroplacas implica um lençol de água sob o globo essa seria a temperatura média. A pressão atmosférica elevada não tinha importância relevante para a temperatura do interior da terra. Estar ou não a água sobre um material pior ou melhor condutor do calor não faria diferença.

    A grosso modo uma placa de material mau condutor com uma dimensão de milhares de quilómetros em duas direcções e de escassos quilómetros de altura teria quase 50% do volume encostado à fonte quente. Ia entrar em equilíbrio térmico quase imediatamente.

    De qualquer modo não há qualquer indicio que a atmosfera fosse outra. No entanto para o caso é irrelevante.

    Quanto à parte do grau geotérmico concordas comigo que no cenário que conhecemos água a essa profundidade seria a panela de pressão perfeita-

    Como não conhecemos qualquer mecanismo, não existe qualquer pálido indicio, nenhum estudo e nem a menor evidência que a temperatura interna da terra tenha sofrido alterações de tão grande monta, que a transmissão de calor e o comportamento dos materiais fosse diferente das actuais penso que podemos arrumar a hipótese das hidroplacas para a gaveta das hipóteses não confirmadas.

    Se conseguires demonstrar que o grau geotérmico há 4500 era diferente do actual então força.

    Até lá é a hipótese da grande panela de pressão.

    PS.

    O grau geotérmico não é um modelo. Há registos, até no Brasil, bastante confiáveis.

    PS 2

    Se quiseres podemos especular quais seriam as consequências para a o planeta da libertação da água.

    Bom domingo

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    • Azetech says:

      João Melo

      É de novo o apelo ao milagre e inversão do ónus da prova:

      O ônus cabe a quem faz a afirmação. se tu afirmas que a teoria das hidroplacas é inconsistente, és tu que deverás apresentar as provas que embasem tua acusação

      1) o grau geotérmico é médio como a hipótese das hidroplacas implica um lençol de água sob o globo essa seria a temperatura média.

      O Grau Geotermico não é médio, ele varia de região para região, dependendo da Condutibilidade térmica das rochas, Proximidade do foco térmico, Estrutura das rochas, Morfologia do terreno, etc..
      Isso ocorre HOJE, com as medições efetuadas HOJE.

      A pressão atmosférica elevada não tinha importância relevante para a temperatura do interior da terra.

      Uma variação entre 1,2 ATM e 0,8 ATM (medidas encontradas hoje), certamente não influenciará na temperatura do solo. Porém uma pressão de 6 ATM , impactaria diretamente no resultado.
      Porque isso aconteceria? Simplês, a esta pressão atmosférica, as nuvens iriam literalmente para o solo (por isso não chovia no cenário pré-diluviano) umidificando muito mais, e consequentemente esfriando a superfície. Isso criaria um foco térmico negativo. Como as hidroplacas estavam próximos ao solo, a temperatura das camadas seriam diminuídas para baixo, impactando no resultado da temperatura do líquido.

      Estar ou não a água sobre um material pior ou melhor condutor do calor não faria diferença.

      Faz total diferença. Por exemplo, se o fluido (não é água) estivesse sob a base de quartzo (excelente condutor de temperatura), ele seria mais susceptíveis a mudanças de temperatura, logo qualquer foco térmico a sua proximidade, faria o fluido equiparar a sua temperatura.
      Como a proposta das hidroplacas indica camadas compostas por Basalto e Granito (péssimos condutores de temperatura), a temperatura do fluido demoraria muito mais as mudanças de temperatura.

      A grosso modo uma placa de material mau condutor com uma dimensão de milhares de quilómetros em duas direcções e de escassos quilómetros de altura teria quase 50% do volume encostado à fonte quente. Ia entrar em equilíbrio térmico quase imediatamente.

      Este é o detalhe, qual fonte quente? O centro da terra fica milhares de km de profundidade, e até o momento seu núcleo estava estável (sem abertura para vulcões). O solo por sua vez, sofria a pressão da atmosférica que proporcionava umidade constante, fazendo que o solo fosse mais “fresco”.
      Qual fonte de calor utilizas no cenário proposto?

      De qualquer modo não há qualquer indicio que a atmosfera fosse outra. No entanto para o caso é irrelevante.

      Primeiro, ausência de evidência não é evidência de ausência. Até que se prove ao contrário, a hipótese é válida.
      Segundo, a Pressão atmosférica elevada, impactaria diretamente no foco térmico, logo ela é relevante para a Teoria.

      Quanto à parte do grau geotérmico concordas comigo que no cenário que conhecemos água a essa profundidade seria a panela de pressão perfeita

      No cenário ATUAL , dependendo das constantes (Condutibilidade das rochas, variações de terreno, etc..), pode até ser que sim. Porém comparar o cenário hoje com um cenário que remete ao PASSADO proposto na teoria, é cometer um ANACRONISMO.

      Como não conhecemos qualquer mecanismo
      Conhecemos sim, está expresso na teoria.

      não existe qualquer pálido indicio, nenhum estudo e nem a menor evidência que a temperatura interna da terra tenha sofrido alterações de tão grande monta

      Também não existe nenhum estudo e nem a menor evidência que a temperatura interna da terra NÃO tenha sofrido alterações.

      que a transmissão de calor e o comportamento dos materiais fosse diferente das actuais

      Também não existe nenhum estudo e nem a menor evidência que a transmissão de calor e o comportamento dos materiais fosse IGUAIS das actuais.

      penso que podemos arrumar a hipótese das hidroplacas para a gaveta das hipóteses não confirmadas.

      Seria a mesma “gaveta” da hipotese do Big Bang? da Abiogênese? da Macro-evolução?
      Não se esqueça que NENHUMA destas hipóteses que crês ser verdadeira, foram confirmadas. Não se esqueça que todas elas, contêm várias propostas não observadas, e pior, várias propostas REFUTADAS pelos dados ciêntíficos.
      Gostaria que depois que terminássemos este debate, comente as falhas e refutações de cada uma delas?

      É interessante a parcialidade e fanatismo que vocês apresentam diante daquilo que crê e diante do que não crê. Nem mesmo ficam envergonhados ao demonstrar “dois pesos e duas medidas” tão descaradamente.
      Achas mesmo que vossos pensamentos influenciará alguma coisa? Mesmo que por ad nausean e apelo ao ridículo tentem minar as nossas pesquisas, jamais conseguirão faze-las parar.

      Se conseguires demonstrar que o grau geotérmico há 4500 era diferente do actual então força.

      Mas quem aqui está debatendo a a comprovação do grau geotérmico? por enquanto estamos a falar da plausibilidade, DENTRO DO CENÁRIO PROPOSTO, da teoria das hidroplacas.
      Comprovar ou não se o grau geotérmico alterou, é irrelevante.

      Até lá é a hipótese da grande panela de pressão.

      Bom, se preferes se enganar, imaginando esta teoria como “hipótese da grande panela de pressão”, seja feliz. Agora se queres refuta-la, deverá apresentar argumentos mais sólidos e utilizar o CONTEXTO PROPOSTO PELA TEORIA, evitando o ANACRONISMO.

      O grau geotérmico não é um modelo. Há registos, até no Brasil, bastante confiáveis.

      Mas ninguém aqui negou a confiabilidade dos registros. Apenas eles são IRRELEVANTES ao cenário do PASSADO proposto pela teoria das hidroplacas.

      Se quiseres podemos especular quais seriam as consequências para a o planeta da libertação da água.

      No cenário ATUAL ou no cenário completamente diferente, proposto na teoria das hidroplacas?

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      • Por acaso quem teria de demonstrar que a sua hipótese poderia passar a teoria seria o autor. Nunca o fez e nunca apresentou a escrutínio o seu trabalho.

        Nós ou qualquer pessoa pode reflectir sobre isso.

        Vamos começar do inicio.

        E passo a passo.

        Segundo Brown, por volta de 4.500 anos atrás, a Terra teria apresentado características diferentes das atuais, com pressão atmosférica elevada (aproximadamente 6 atm), relevo de baixas altitudes e oceanos menos profundos e de baixa salinidade. Também teria possuído um único supercontinente e um lençol de água subterrâneo homogêneo de aproximadamente 1 km de espessura, com cerca de metade da atual quantidade de água dos oceanos, que se situaria cerca de 15 km abaixo da superfície.

        Essa cobertura era de granito segundo o autor.

        A densidade do granito é aproximadamente 2600 Kg por m3.
        A resistência do granito à compressão horizontal varia entre 150 MPa e 300 MPa.

        Temos assim que a coluna de granito aguentaria no máximo uma coluna de altura de 11.766 Km e no mínimo 5.883 Km.

        Acima destes valores o granito não aguenta a pressão e racha e decompõem-se. Como esta sobre água que e menos densa estes pedaços iam cair no fundo.

        A massa de água teria de se encontrar a esta profundidade.

        Se estamos a apresentar uma hipótese perante este problema temos duas soluções :

        Reformulamos a hipótese de acordo com as observações ou a abandonamos.

        O que sugeres ?

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      • Ana Silva says:

        Azetech:

        “Também não existe nenhum estudo e nem a menor evidência que a transmissão de calor e o comportamento dos materiais fosse IGUAIS das actuais.”

        Não percebi bem o que quer dizer com isso. A menos que considere que as leis da física tenham sido alteradas de forma radical durante ou após o dilúvio a sua frase, Azetech, não faz sentido.

        Se considera que as leis da física tenham sido alteradas de forma radical, Azetech, em quê que se baseia?

        O calor é uma forma de transferência de energia que ocorre sempre do sistema com maior temperatura para o sistema com menor temperatura até que ambos os sistemas fiquem à mesma temperatura, quando é atingido o equilíbrio térmico.

        Não é conhecido qualquer isolante térmico perfeito, ele não é possível de acordo com as leis da física. Caso o líquido entre as placas esteja a uma temperatura superior à temperatura á superfície terrestre (como parece ser, inclusive, aceite pelo autor da teoria das hidroplacas) então existiria sempre uma transferência de calor do líquido para o exterior.

        O mesmo é verdadeiro para a transferência de calor entre o centro da Terra e a água entre as placas.

        “Qual fonte de calor utilizas no cenário proposto?” A fonte de calor é o núcleo da Terra. O núcleo da Terra é consideravelmente mais quente do que a sua superfície existe e sempre existiu uma transferência de energia do centro da Terra para a superfície.

        “A esta pressão atmosférica, as nuvens iriam literalmente para o solo (por isso não chovia no cenário pré-diluviano) umidificando muito mais, e consequentemente esfriando a superfície.”

        Em quê que se baseia para dizer que a pressão atmosférica já foi suficientemente alta para “as nuvens iriam literalmente para o solo “?

        Porque é que “as nuvens iriam literalmente para o solo” com uma pressão alta?

        Nota: Em geral a utilização do argumento de que “não existe nenhum estudo e nem a menor evidência ” de que as condições fossem iguais é uma espécie de “fuga” utilizada à falta melhor argumento. Não recomendo a sua utilização.

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  26. Ana Silva,

    “Por que?” Talvez porque o Deus da Bíblia pode fazer milagres. E quando Deus faz milagres as leis da Natureza ficam suspensas.

    Porque há-de Deus sujeitar-se às mesmas leis (as leis da Natureza) que o Homem?

    Deus está acima da natureza, mas isso não significa que Ele pode suspender a natureza para fazer milagres, pelo contrário.

    Do jeito que o João falou, dá a impressão que não se pode usar ciência nem para falar sobre o tamanho da arca e sobre os animais que cabiam nela que não eram milhões igual muita gente pensa. Deus em sua sabedoria mandou Noé fazer a arca com as medidas certas, pois sabia a quantidade de animais e as maneiras para estocá-los junto com os alimentos lá.

    Porque há-de Deus sujeitar-se às mesmas leis (as leis da Natureza) que o Homem?

    Deus não sujeita as leis da natureza, afinal Ele é quem criou as leis da natureza, assim como as da física, da gravidade, etc., e as usa para fazer milagres, então por que ele iria se sujeitar a lei que Ele mesmo criou?

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    • jephsimple says:

      Olá caro Adalberto …

      Desculpe entrar na conversa …. rs ….

      Mas nesses ultimos dias tenho pensado sobre Deus e milagres, eu particularmente não fui agraciado com milagres, senão uma vez ou outra orei a Deus e de imediato fui curado de uma incomoda dor de cabeça …. sem auxílio de analgésico … enfim, não precisei de cura divina … mas vi com meus próprios olhos uma pessoa curada de Aids, de cancer, fora as nuvens de testemunhos de cura ….

      O que eu penso a esse respeito? O milagre em si não é “natural” … ou seja, o individuo não será curado de uma aids se não houver uma intervenção de um D.I. … a medicina tem buscado o combate a aids, se com sucesso, não sei, mas a medicina já consegui muitos avanços significativos devido a inteligencia que possuímos …

      A bíblia relata casos como o da mulher hemorrágica:

      “Aconteceu que certa mulher, que, havia DOZE ANOS, vinha sofrendo de uma hemorragia; e MUITO PADECERA À MÃO DE VÁRIOS MÉDICOS, TENDO DESPENDIDO TUDO QUANTO POSSUÍA, sem, contudo, nada aproveitar, antes, pelo contrário, indo a pior, TENDO OUVIDO A FAMA DE JESUS, vindo por trás dele, por entre a multidão, tocou-lhe a veste. Porque, dizia:
      “SE EU APENAS LHE TOCAR AS VESTES, FICAREI CURADA”. E logo se lhe estancou a hemorragia, e sentiu no corpo estar curada do seu flagelo. Jesus reconhecendo imediatamente que dele saíra poder, virando-se no meio da multidão, perguntou: Quem me tocou nas vestes? Responderam-lhe seus discípulos: Vês que a multidão te aperta e dizes: Quem me tocou? Ele porém olhava ao redor para ver quem fizera isto. Então, a mulher, aterrorizada e tremendo, cônscia do que nela se operara, veio, prostrou-se diante dele e declarou-lhe toda a verdade. E ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz e fica livre do teu mal. Marcos cap. 5 versículos 25 a 34.

      Oras para esta mulher, não houve uma SOLUÇÃO NATURAL E NEM A INTERVENÇÃO DE UM D.I. HUMANO!

      Então a mulher apelou para algo que transcendia a natureza e a capacidade e inteligência humana !

      Ela apelou para o criador do código genético [sem nem mesmo ter noção disto]… O criador do código genético consertou toda a informação que dentro dela estava corrompida…

      Eu [particularmente] creio que o mal tem acesso a informação genética e ele é quem causa toda sorte de desordem genética, isso se deve a corrupção do homem no Éden!

      As doenças , sejam quais forem possuem uma causa tbm sobrenatural, e existem aquelas que o D.I humano pode intervir, mas há outras que ele não pode, algumas ele poderá solucionar futuramente, outras , não poderá, e sempre surgirá uma nova praga,doença, mazela, pq o mal não cessá em fazer o que ele veio fazer, a saber roubar,matar e destruir!

      Assim o será até Deus restabelecer seu Reino de perfeita ordem e disciplina, enquanto isso, apenas os que apelam para fé poderão ser livres de males que a medicina e o mundo natural não pode solucionar!

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      • Nada disso é errado.

        Um pastor, bruxo, curandeiro, mãe de santo curar um gay, alguém que já está desenganado pelos médicos, AIDS, dores difusas e até câncer não é errado nem parece contrário ao senso comum.

        Dentro dum contexto religioso e sem que haja diagnóstico antes e depois.

        Seria muito disparatado um pastor ou bruxo perante uma fractura exposta em que o osso rompeu a carne invocar poderes sobrenaturais para que o osso voltasse ao sítio ou pedir para fazer crescer um membro amputado. Muito menos curar um síndrome de Down.

        Aqui já não estaríamos a falar de comportamentos orientados para a realidade mas de delírios.

        A religião, salvo algumas excepções, até tem bom senso. Pedem-se milagres mas sabe-se à partida que há limites. Nenhum crente pede restauração de membros e nenhum bruxo ou pastor se propões a isso.

        Milagres sim mas que , como as bebidas alcoólicas, devem ser consumidas com moderação.

        E podem ter a certeza: uma congregação – por mais milagres que faça – se tiver uma amputação durante o culto o mais indicado é levar o fiel ao hospital e tentar um reimplante.

        Os milagres parecem discriminar amputados , fracturas expostas e tudo o resto que seja mais visível.

        Os caminhos de Éxu são insondáveis…

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    • Ana Silva says:

      Adalberto:

      “Deus não sujeita as leis da natureza, afinal Ele é quem criou as leis da natureza, assim como as da física, da gravidade, etc., e as usa para fazer milagres, então por que ele iria se sujeitar a lei que Ele mesmo criou?”

      Estamos de acordo, então.

      “Deus em sua sabedoria mandou Noé fazer a arca com as medidas certas, pois sabia a quantidade de animais e as maneiras para estocá-los junto com os alimentos lá.”

      Para mim não é importante discutir as características da arca e a sua capacidade para receber os animais, porque se era vontade de Deus proteger Noé, a sua família e os animais presentes na arca então nada de mal lhes poderia acontecer.

      Sem desrespeito para ninguém, a arca poderia até ser feita de papel, se era vontade de Deus proteger Noé, a sua família e os animais presentes na arca.

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      • Ana Silva:

        Estamos de acordo, então.

        Não sei se você está de acordo não, porque no começo você disse: Talvez porque o Deus da Bíblia pode fazer milagres. E quando Deus faz milagres as leis da Natureza ficam suspensas.

        Para mim não é importante discutir as características da arca e a sua capacidade para receber os animais, porque se era vontade de Deus proteger Noé, a sua família e os animais presentes na arca então nada de mal lhes poderia acontecer.

        Não era SÓ essa a vontade de Deus.

        Sem desrespeito para ninguém, a arca poderia até ser feita de papel, se era vontade de Deus proteger Noé, a sua família e os animais presentes na arca.

        e passarinhos podem evoluir para dinossauros, quando há circunstâncias que fazem a isso, não é?

        A arca poderia ter sido feita até de água, assim como Deus poderia nos criar com olhos onde ficam os nossos ombros e orelhas onde fica o nosso nariz, mas não faria sentido criar uma arca feita de papel, do mesmo jeito que não faria sentido Deus criar o ser humano com olhos no lugar do ombro e orelhas no nariz.

        Deus quer o melhor para nós, Ana Silva e criou o ser humano perfeito. Do mesmo jeito que Deus escolheu a melhor alternativa na época de Noé, pois Ele sabia perfeitamente bem das leis da natureza, sobre os animais que Ele criou e como fazer a arca. Para quê fazê-la de papelão, sendo que papelão nunca iria resistir a isso, precisando de intervenção a todo momento?

        Se tivesse feito assim, muita gente ao ler a bíblia iria pensar Deus só faz milagres assim, como uma fada que toca a varinha e o desejo se realiza. Deus sabe muito bem dessas coisas, não quer que pensemos dessa maneira, achando que milagre é como uma fada com sua varinha, logo é mais um ponto para a bíblia ao vermos que deu a melhor alternativa à Noé.

        Claro que podem haver milagres incríveis, como o citado pelo jephsimple e alguns outros na bíblia, mas muitos também envolvem crer e saber também que milagre é saber muitas vezes ouvir e aproveitar as oportunidades como a que Noé teve.

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      • Azetech says:

        Ana Silva

        Para mim não é importante discutir as características da arca e a sua capacidade para receber os animais, porque se era vontade de Deus proteger Noé, a sua família e os animais presentes na arca então nada de mal lhes poderia acontecer.

        Mas qual é o problema em desvendar os fatos ocorridos no relato? Qual o problema em ampliar o conhecimento entendendo-o melhor?
        Com o avanço da ciência, os relatos lá contidos ficaram cada vez mais claros, e hoje podemos visualizar os eventos que ocorreram no passado. (sem dizer que podemos explicar as evidências que encontramos hoje)
        Não percebo este comentário. Por um acaso está a incentivar os cristãos a aderirem a “preguiça intelectual” ?

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  27. Adalberto:

    Desculpe se me expressei mal.

    Uma coisa é ciência outra é teologia.

    Quando Dawkins diz que tal teoria ou fenómeno demonstra que o Deus dos cristãos não é trino ou que Ganesha não pode existir está a afirmar disparates.

    A essência, vontades, gostos e desgostos dos deuses é âmbito da teologia.

    A ciência utiliza outro método.

    Para a ciência o universo é estudado como se nenhuma entidade não humana e inteligente existisse.

    Isto não resulta de qualquer preconceito metodológico. A ciência não é “Vishnufóbica” , não nega nem afirma extra-terrestre, não foge com horror do Islão ou do cristianismo.

    Como não é conhecida, até à data, qualquer efeito mensurável deste tipo de entidades age-se como se não existissem.

    Quando e se se conhecer um efeito melhor explicado por uma ou mais destas entidades aí já entra no domínio da indagação cientifica.

    O que eu critico é estar a tentar validar uma tese em teologia forçando dados da ciência para tentar – apelando a enganos e a mistificações – validar uma tese teológica.

    A forma como deve ser interpretado o Génesis é uma questão teológica. Deve ser discutido teologicamente.

    E como podes ver os argumentos que misturam ciência com biologia baseam-se normalmente em :
    Citações fora do contexto. (encontrada pele de dinossáurio fresca ! )

    Invenções puras e simples (Nasa encontra a falta dum dia)

    “teorias” pseudo-cientificas apresentadas fora do meio académico. (hidroplacas)

    Apelo à autoridade: (Newton era criacionista)

    Eu penso que as igrejas tem todo o direito de não serem incomodados quando, no âmbito do seu culto, manifestam a sua fé por mais esdrúxula que ela seja. Se alguns Muçulmanos acreditam que Maomé viajou num cavalo alado para Jerusalém tem todo o direito de protestarem essa fé na Mesquita.

    Já não concordo que tentem que se ensine que os Pégasos (cavalos alados) são seres reais, que há provas disso e que é naturalismo discriminar os bichos.

    Cada oficial no seu oficio.

    Só isso.

    E eu também tenho o meu sistema de crenças mas não as tento validar cientificamente.

    A fé ou existe ou não existe.

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    • Azetech says:

      João Melo

      Para a ciência o universo é estudado como se nenhuma entidade não humana e inteligente existisse.

      MENTIRA. Isso não é ciência, mas sim NATURALISMO FILOSÓFICO.
      O “Pai” do método científico (Francis Bacon) era cristão, logo esta tua afirmação é pura “propaganda enganosa”

      Como não é conhecida, até à data, qualquer efeito mensurável deste tipo de entidades age-se como se não existissem.

      MENTIRA. O jargão da Ciencia forense, atuamente empregado na ciencia filosófica e empirica é:
      “Ausência de evidência, não é evidência de ausência”

      O que eu critico é estar a tentar validar uma tese em teologia forçando dados da ciência para tentar – apelando a enganos e a mistificações – validar uma tese teológica.

      MENTIRA. A tua critica baseia-se A PRIORI em descartar TUDO que não possua o NATURALISMO FILOSÓFICO. Com isso, qualquer estudo que contenha implicações no design inteligente, é descartado logo de início, independentemente da plausibilidade ou não.

      Já não concordo que tentem que se ensine que os Pégasos (cavalos alados) são seres reais, que há provas disso e que é naturalismo discriminar os bichos.

      DESONESTIDADE. Vocês tentam nos enfiar goela abaixo CRENÇAS sem NENHUMA COMPROVAÇÃO,como se fossem verdades absolutas que uma explosão gerou universo, “lama” virou vida e “amebas” viraram gente, e não querem que ninguém discorde??
      Isso é que eu chamo de ditadura intelectual.

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      • jephsimple says:

        Concordo contigo em gênero, número e grau!

        Muitos deram um status para o naturalismo que nada tem a ver com a ciência…

        Não chega a ser um problema para uma pessoa disposta a arriscar seu pressuposto, eu quando comecei a me envolver nesse debate ateísmo, Deus, biologia, universo, física, não tive medo de arriscar meu pressuposto teísta e sempre procurei lidar com a verdade de fatos , procurei verificar se o ateísmo fazia sentido, se o darwinismo fazia sentido, se o naturalismo fazia sentido, mesmo que isso seria colocar em risco minha cosmovisão, meu pressuposto teísta!

        E ao passar o tempo comecei a perceber que a minha fé só se fortaleceu, comecei a perceber que minha posição faz sentido, percebi que o naturalismo, ao contrário dq antes ME PARECIA, algo restritamente científico, lógico, honesto; é na verdade apenas um pressuposto filosófico e não deixa de ser um tanto subjetivo, assim como há coisas em minha posição que são subjetivas…

        Particularmente para mim o naturalismo é vazio, qndo; claro, ele é usado na intenção de tirar a fé das pessoas, afinal as pessoas pensam sim, qm tem sua fé confrontada todos os dias , sabe dq eu estou falando; ele é um sofisma fácil de se detectar, claro, qndo acessamos blogs como este aqui, entre outros que são um contra ponto do naturalismo.

        E por fim, eu entendo que nem todos vão arriscar seu pressuposto naturalista, mas outros o farão e cedo ou tarde conhecerão a vida, o caminho e a verdade.Se não fosse assim o evangelho não seria espalhado pelo mundo, assim como o fermentoem pouca quantidade leveda toda a massa; enfim o evangelho começou sendo perseguido já no ventre de Maria, mas ele passou por tudo e todos, uns creram outros duvidaram, uns abraçaram o evangelho , outro o desprezaram … e será assim… até o fim … então eu não me admiro e nem espero que todos deixem seus pressupostos de lado e abracem o evangelho, um cristão sabe, que este mundo dorme um profundo sono, e que os dias da grande tribulação estão as portas, e um dos sinais seria a apostasia, a iniquidade se multiplicando [de forma que nós cristão gememos e não suportamos vivermos felizes neste mundo], e o amor se esfriando no interior de QUASE todos os seres humanos, onde a vida , o respeito não vele nem 25 centavos…

        Só peço a Deus que ele alcance aqueles que sinceramente querem uma nova vida e se encontram perdidos, doentes [espiritualmente falando] pelos quatro canto do mundo … aqueles que são auto suficientes, são tão felizes e despreocupados [e nem estão doentes] … que enfrentem a grande tribulação … quem sabe não enxerguem sua pobreza e nudez?

        É isso!

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      • Como não é conhecida, até à data, qualquer efeito mensurável deste tipo de entidades age-se como se não existissem.

        MENTIRA. O jargão da Ciencia forense, atuamente empregado na ciencia filosófica e empirica é:
        “Ausência de evidência, não é evidência de ausência”

        ————————-

        Por isso é que a ciência não se opõe à religião.

        A ausência de evidência que Shiva, Jeová, Thor, Jupiter, Manitou ou qualquer outra divindade existam não é prova da sua não existência.

        Se alguns deles ou mesmo todos existirem a sua existência não depende de os conhecermos ou não.

        Apenas que são conhecidos efeitos causados por elas.

        Ninguém de bom senso afirma que Odin não existe e que Thor e o seu filho.

        Ausência de evidência não é evidência de prova.

        O que não conhecemos é qualquer efeito causado por eles.

        Portanto em termos práticos é como se não existissem

        Só isso.

        Por isso há tantos cientistas católicos (big bang), Hindus (mecânica quântica), judeus, muçulmanos, ateus, espíritas ,etc e etc.

        Quando e se se relacionar uma entidade assim com um efeito aí podemos passar à sua analise.

        PS:

        Não há nenhuma teoria sobre a origem da vida. Há um sem número de hipóteses. Nenhuma delas é uma teoria.

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    • João Melo:

      Para a ciência o universo é estudado como se nenhuma entidade não humana e inteligente existisse.

      Não, isso não é ciência e creio que você que comenta aqui a anos sabe que isso é puro naturalismo.

      Isto não resulta de qualquer preconceito metodológico. A ciência não é “Vishnufóbica” , não nega nem afirma extra-terrestre, não foge com horror do Islão ou do cristianismo.

      (…) Quando e se se conhecer um efeito melhor explicado por uma ou mais destas entidades aí já entra no domínio da indagação cientifica.

      Lá vem você novamente, sem enjoar nunca de citar outros deuses… se foi Genesha, Vinush ou outros deuses que você tanto cita é irrelevante. O assunto aqui é que as evidências apontam para um Deus. Qual deles é um assunto a discutir depois (embora seja bem fácil descobrir qual Deus que é: o Verdadeiro e Único, da bíblia).

      O que eu critico é estar a tentar validar uma tese em teologia forçando dados da ciência para tentar – apelando a enganos e a mistificações – validar uma tese teológica.
      A forma como deve ser interpretado o Génesis é uma questão teológica. Deve ser discutido teologicamente.

      Se vários povos do mundo tem relatos do dilúvio, são encontrados fósseis no monte Everest, alguns povos relatam mais ou menos Noé e sua família, há evidências de que um grande dilúvio separou a Inglaterra e muito mais, por que não descartar o Dilúvio Bíblico? Por que não descartar Deus? Por que ainda pensar naturalisticamente?

      Citações fora do contexto. (encontrada pele de dinossáurio fresca ! )

      Mais a própria ciência diz que tecidos e materiais orgânicos não sobrevivem por milhões de anos e no entanto foi encontrado tecidos e materiais fresco em peles de dinossauros.

      Invenções puras e simples (Nasa encontra a falta dum dia)

      Esse é um velho hoax e ninguém, a não ser um mal informado cita isso não. Do mesmo jeito que existem hoax no meio evolucionista.

      “teorias” pseudo-cientificas apresentadas fora do meio académico. (hidroplacas)

      Que você não está refutando assim como várias outras postadas nesse blog e no do Sabino.

      Apelo à autoridade: (Newton era criacionista)

      Ninguém está falando isso. Pelo contrário são os ateus que vem com apelo a autoridade, citando inúmeros cientistas ateus, usando ela (através da teoria da evolução) para “provar” que Deus não existe e falar mal do cristianismo em geral.

      Já não concordo que tentem que se ensine que os Pégasos (cavalos alados) são seres reais, que há provas disso e que é naturalismo discriminar os bichos.

      Não tem ninguém ensinando nada de Pégasos. Não venha com afirmações absurdas.

      E sim o naturalismo não é ciência, não pode ser provado e discrimina quaisquer intervenções.

      Cada oficial no seu oficio.
      Só isso.

      Aí, o naturalismo é verdade absoluta e tem que ser sempre assim, não é?

      E eu também tenho o meu sistema de crenças mas não as tento validar cientificamente.

      Ah, tenta vai…

      A fé ou existe ou não existe.

      Em debates a gente vê pessoas falando coisas tão óbvias que fica difícil entender o que quiseram dizer com isso.

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  28. Azetech says:

    João Melo

    Ora,ora, ora, mas desististe de tentar refutar a Teoria utilizando o grau geotérmico e agora partes para a composição mineralógica?? Por um acaso percebeste que daquela “pedra não saía leite” e está a tentar outra estratégia? Hehehe isso é que eu chamo de atirar para todos os lados. (E da-lhe clubecetico.org em seus comentários não?😉 )

    Mas tudo bem, sem problema. Falaremos da composição da rocha então🙂

    (Só espero que quando colocar a prova as “teorias” que crê ser verdadeiras, tenha o mesmo esmero em defende-las do mesmo modo que tens ao tentar desesperadamente refutar a Teoria das hidroplacas)

    A densidade do granito é aproximadamente 2600 Kg por m3.
    A resistência do granito à compressão horizontal varia entre 150 MPa e 300 MPa. (…)
    Temos assim que a coluna de granito aguentaria no máximo uma coluna de altura de 11.766 Km e no mínimo 5.883 Km.
    Acima destes valores o granito não aguenta a pressão e racha e decompõem-se.

    Para iniciarmos, falaremos sobre esta rocha.
    O que é o granito? Basicamente é uma rocha composta de outras rochas, ou seja, um compilado de quartzo, feldspato, micas, anfibolas, piroxenas e olivina, fundidas pelo calor extremamente elevado.

    A distribuição das rochas que a formaram, interagem diretamente sua característica, como densidade, durabilidade.
    Por exemplo, se o granito possuísse mais porcentagem de Anfíbolas (Densidade entre 2,9 e 3.8.) e menos porcentagem Olivina (densidade entre 2,55 a 2,65), o granito possuiria uma densidade maior .
    Se possuísse uma porcentagem menor de Anfíbolas e mais porcentagem de Olivina, ele possuiria uma densidade menor .
    Outro exemplo bem observável é a coloração dos granitos, onde os mais claros possuem menor quantidade de ferro-magnesiano (diferentemente dos escuros).

    Seu processo de fundição (quando as rochas estão se unindo para forma-la), elementos voláteis, como por exemplo , vapor d´água, cloretos, hidrogênio, flúor e outros, que estão envolvidos nos processos, também impactam diretamente em sua densidade e durabilidade.

    O Calor necessário para fundir os elementos (que varia entre 650ºC a 1560 °C) também são essenciais para sua densidade e durabilidade.

    Como podemos ver, a formação do granito depende de uma gama de variáveis.
    Apenas sobre estes comentários vemos três:

    º Calor
    º Matéria prima
    º Elementos volateis

    Hoje, presenciamos a formação do granito em lavas de vulcões, então este valor em densidade pelo qual afirmaste acima, são fundamentado nestes parâmetros coletados HOJE .

    Porém na proposta da Teoria das hidroplacas, elas estavam formadas e bem distantes dos vulcões, logo sua origem não estavam vinculados com magma.

    Então levanto a minha questão, quais parâmetros utilizaste para medir a densidade do granito proposta pela teoria?
    Teria os números do calor, teor da matéria prima e quantidade de elementos voláteis para posicionar com precisão que as placas suportavam no máximo uma coluna de altura de 11.766 Km e no mínimo 5.883 Km e que acima destes valores não aguenta a pressão e se racharia.

    Ou simplesmente utiliza-se dos dados coletados HOJE obtidos por VULCÕES para remeter ao passado pelo qual VULCÕES não participaram do processo?

    Hum…. sinto “cheiro” de Anacronismo novamente não?
    Será que utilizaste novamente de uma falha lógica grotesca para validar um argumento?

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    • Ana Silva says:

      Azetech:

      A partir das suas palavras, Azetech, é possível, então concluir que o granito da placa de granito poderá não ser exactamente granito, mas sim uma rocha muito parecida com o granito. Ou um granito especial. Ou uma coisa do género.

      Coloca-se então uma pergunta pertinente: Em que se baseia a teoria das hidroplacas quando descreve as características da placa de granito?

      Outra pergunta pertinente é: Quais as características (constituição, etc.) da placa feita de “granito” que permitem a sua estabilidade, sem rachas?

      É que qualquer racha na placa de granito teria consequências letais para a estabilidade do sistema de placas porque a água entre as placas encontra-se sobre grande, grande pressão (para não falar de estar a elevadas temperaturas) .

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      • Azetech says:

        Ana Silva

        A partir das suas palavras, Azetech, é possível, então concluir que o granito da placa de granito poderá não ser exactamente granito, mas sim uma rocha muito parecida com o granito. Ou um granito especial. Ou uma coisa do género.

        Digamos que o granito pertencente na placa era seu “tipo básico”, ou seja, o granito primordial, originado em um ambiente diferenciado, que precedeu os granitos que vemos hoje, gerados no ambiente atual.

        Coloca-se então uma pergunta pertinente: Em que se baseia a teoria das hidroplacas quando descreve as características da placa de granito?

        Baseia-se no granito que se originou antes dos granitos que conhecemos hoje, sob condições INEXISTENTES neste tempo.

        No periodo prédiluviano, devido outra estrutura do planeta, a “liga” dos elementos rochosos, assim como os metais, eram diferenciados dos de hoje.
        Por exemplo, se analisarmos na arqueologia, o Martelo de Kingoodie (algo que a vossa “ciencia” descarta a priori por não se enquadrar na fé darwinista) possui a liga do metal diferenciado de tudo que se conhece hoje (ainda sendo um “mistério” para os arqueólogos evolucionistas)

        Outra evidência muito clara referente a liga das rochas, são os achados pré-diluvianos de instrumentos cirúrgicos feitos de Lydite, onde novamente os “perdidos” arqueólogos darwinistas não sabe quem fez e como fez esse material, mas tem convicção que é impossível ser elaborados instrumentos destes nos dias de hoje.

        Então como vemos, as evidências arquológicas também corroboram meu argumento, visto que os achados arqueológicos do passado, seriam impossível ser originados sobre as condições atuais.

        Outra pergunta pertinente é: Quais as características (constituição, etc.) da placa feita de “granito” que permitem a sua estabilidade, sem rachas?

        Provavelmente com a mesma constituição de hoje, porém com sua “fundição” diferenciada de acordo com o ambiente do passado, visto que não foram os “vulcões” de hoje que a elaboraram.

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      • Azetech says:

        Ana Silva

        É que qualquer racha na placa de granito teria consequências letais para a estabilidade do sistema de placas porque a água entre as placas encontra-se sobre grande, grande pressão (para não falar de estar a elevadas temperaturas).

        Que o fluido se encontrava em grande pressão, isso é bem provavel. Porém que a mesma se encontrava em elevadas temperaturas, dado as circunstâncias vigentes no planeta pré-diluviano, seria bem improvável.
        Qual base fundamenta para imaginar que o fluido se encontrava em alta temperatura? Quais são os dados que utilizaste para calcular tal temperatura?

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      • Ana Silva says:

        Azetech:

        “Qual base fundamenta para imaginar que o fluido se encontrava em alta temperatura?” A pressão a que a água estava. O próprio autor considera que a água, nessas condições estaria no estado de líquido super-crítico. Para a água entre as placas estar neste estado tem de ter um elevado valor de temperatura e de pressão.

        “Digamos que o granito pertencente na placa era seu “tipo básico”, ou seja, o granito primordial, originado em um ambiente diferenciado, que precedeu os granitos que vemos hoje, gerados no ambiente atual.”

        Pelo que diz no seu comentário, Azetech, posso deduzir que não se conhece a composição do bloco de granito. Então porquê dizer que é granito? Como se sabe que a placa era feita de granito? Em que é que se baseia a teoria das placas para fazer estas afirmações?

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  29. Azetech:

    Portanto já avançamos um pouco.

    Ainda estamos muito longe de chegar sequer à água.

    A camada de 16 km mais superficial da terra era formada por uma rocha desconhecida na actualidade. Chamemos-lhe mineral X. Essa rocha tinha que ter as seguintes propriedades:

    Uma excepcional resistência à compressão. Dificilmente rachava.

    Granito já sabemos que não podia ser. Nenhuma rocha conhecida aguentava uma coluna deste tamanho, portanto também não é nenhuma rocha conhecida

    Para onde foi essa grande quantidade do material X?
    Porque não temos qualquer amostra dele agora ?

    É que a hipótese prevê que esta rocha seja o principal constituinte da crosta.

    Acho que para avançarmos temos de resolver este problema.

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    • Azetech says:

      João Melo

      Portanto já avançamos um pouco.

      Será mesmo? veremos nos comentários abaixo:

      Ainda estamos muito longe de chegar sequer à água.

      Água??? Pelo que eu saiba a teoria não cita nada sobre água. Ela faz citação sobre um fluido viscoso, composto de água e sal.
      Pelo visto não avançamos nada.

      A camada de 16 km mais superficial da terra era formada por uma rocha desconhecida na actualidade.

      Como assim desconhecida? Tu não conheces o Granito?

      Chamemos-lhe mineral X.

      Tu podes chamar. Eu continuarei a chama-la de granito.

      Essa rocha tinha que ter as seguintes propriedades:
      Uma excepcional resistência à compressão. Dificilmente rachava.

      Não necessariamente. O granito “produzido” em outra era da terra, teria a resistência necessária para aguentar seu comprimento (que a própósito não está muito distante da resistência hoje).

      Granito já sabemos que não podia ser.

      Quem diz és tu. Eu digo que o granito “forjado” por lavas vulcânicas não pode ser. (afinal, nem mesmo vulcão existia naquele periodo) Porém o granito “forjado” no inicio do planeta, suportou bem seu comprimento.

      Para onde foi essa grande quantidade do material X?

      Que material X? Não existe material X. Temo apenas o granito.
      Se é a ele pelo qual se refere,me espanto muito levantar esta questão, visto que a teoria explana muito bem que o mesmo fundiu-se aos continentes.

      Porque não temos qualquer amostra dele agora ??

      Ué, Não encontramos granito nos continentes? Como dizes que não temos?

      Não percebi onde queres chegar. É assim que tentas “refutar” a teoria? Levantando questionamentos já respondidos pela própria teoria?
      Isso não refuta nada, mas simplesmente demonstra que não a conhece.

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  30. Ana:

    Quer ver que a gente ainda consegue compor as hidroplacas e chegarmos mesmo a uma teoria ?

    Já cheiro a fama, a gloria e o dinheiro……

    Ainda falta muito para andar. Nem saímos ainda da camada superior.

    Penso que é este o caminho certo, não é ?

    Não avançar para o passo seguinte sem ter resolvido o anterior.

    Para já falta-nos saber que material era e como podemos confirmar.

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    • Azetech says:

      João Melo

      Quer ver que a gente ainda consegue compor as hidroplacas e chegarmos mesmo a uma teoria ?

      Não precisa compô-la, pois a mesma já está pronta.
      Basta apenas conhece-la. (algo que tu, demonstrar não ter)

      Já cheiro a fama, a gloria e o dinheiro…

      Se queres fama, glória e dinheiro, tente validar a hipótese da abiogêneses ou pelo menos, encontrar evidências para torna-la uma teoria.
      Caso consiga, realmente terá muito dinheiro.

      Para já falta-nos saber que material era e como podemos confirmar.

      Ora, mas o material já sabemos. É o granito.
      Agora se tu não a aceita simplesmente para empacar no meio do caminho, fique a vontade.😉

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      • Azetech says:

        João Melo

        Observando teus comentários, não deixei de notar que assim como não compreendeste corretamente a teoria, também não compreendeste meu argumento.
        Para facilitar teu entendimento farei uma duas analogias, uma para o teor da matéria prima e outra para a “fundição” da mesma:

        1º Teor da matéria prima presente no Granito.

        Tua afirmação é que se o teor da matéria prima que formou o granito, fosse diferente do que é hoje, então esta rocha não seria mais granito.
        Isso não é verdade. Ela continuaria sendo granito, porém no princípio o granito era mais “puro” em sua composição.

        Pegaremos o ouro, por exemplo. Temos o ouro de 28k e de 18k.
        O de 28k é um ouro mais puro que o de 18k. Porém os dois “ouros”, não deixam de ser ouro simplesmente porque um é mais puro que o outro.
        Então minha colocação foi a seguinte, o granito “primordial” era mais puro que o granito de hoje, ou seja, o granito primordial seria metaforicamente o Ouro de “24k”, e o granito de hoje seria o Ouro de “18k”
        Porque cheguei a esta conclusão? simples, o granito primordial teve outra forma de origem do que os granitos de hoje tem. Os granitos de hoje são formados por vulcões (ou temperaturas similares), já o granito primordial, não, pois vulcões não existiam naquela época.

        2º Nível de fundição do elemento.
        A tua afirmação é que se o granito não possuísse as mesmas características de fundição que se possui hoje (temperatura e elementos voláteis) ele não seria granito.
        Isso não é verdade. Ela continuaria sendo granito, porém no princípio o granito era mais resistente.
        Pegamos por exemplo o metal.
        Se um mesmo metal for fundido corretamente, (temperatura, resfriamento, compressão, etc.., corretos) permitindo que a liga ficasse mais compacta, ela se tornaria mais resistente.
        Em contrapartida se o MESMO metal tivesse fundido de forma errônea ( temperatura, resfriamento e compressão, etc.. errôneos), ele teria resistência inferior ao mesmo metal que foi fundido corretamente.
        Porém mesmo ambos tendo níveis diferentes de fundição, ele NÃO DEIXAM DE SER METAL.
        Então minha colocação foi a seguinte, o granito “primordial” era mais resistente que o granito de hoje, ou seja, o granito primordial seria metaforicamente o Metal bem fundido, e o granito de hoje seria o metal mal fundido.
        Porque cheguei a esta conclusão? simples, pelo mesmo motivo que citei acima referente a composição, ou seja, o granito primordial teve outra forma de origem do que os granitos de hoje tem. Os granitos de hoje são formados por vulcões (ou temperaturas similares), já o granito primordial, não, pois vulcões não existiam naquela época.

        Agora vem a questão, onde foi parar o granito “primordial”?
        Simples, com a catástrofe global, e a movimentação das hidroplacas, ele se desfez e se uniu as outras rochas dos continentes.
        Hoje encontramos este granito? SIM.

        Percebes agora o teu equivoco em chamar o mesmo granito de material X? Seria o mesmo que eu dizer que o ouro de 24k não é ouro e o metal bem fundido não é metal e nomea-los de Material X.

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    • Ana Silva says:

      João:

      “Ainda falta muito para andar. Nem saímos ainda da camada superior.”

      Verdade. Só a camada superior é já um poço cheio de incógnitas.

      “Penso que é este o caminho certo, não é ? Não avançar para o passo seguinte sem ter resolvido o anterior.”

      Devagar se vai ao longe.

      “Para já falta-nos saber que material era e como podemos confirmar.”

      Não ser possível determinar a constituição da placa superior acaba por ser utilizado como uma espécie de desculpa pelos defensores da teoria das hidroplacas. Sem se conhecer a constituição da placa superior não é possível determinar a sua densidade e a sua flexibilidade. Sem se saber isso é sempre possível defender esta teoria.

      Conhecer as propriedades da placa superior é fundamental para verificar a teoria das hidroplacas. Principalmente a densidade, para se poder determinar a densidade a que estava a água/água salina/líquido compressor. E a flexibilidade, para saber até que ponto a placa resistia à pressão da água entre as placas e à força das marés.

      Mas, mesmo assim, o material que constituía a placa superior tinha de ser realmente especial.

      Existem dois pormenores que considero muito interessantes na teoria das hidroplacas: as características da água entre as placas e a criação de asteroides e cometas.

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  31. Azetech says:

    Ana Silva

    A pressão a que a água estava. O próprio autor considera que a água, nessas condições estaria no estado de líquido super-crítico. Para a água entre as placas estar neste estado tem de ter um elevado valor de temperatura e de pressão.

    Mas onde está a relação em “super-crítico” com temperatura elevada? Pelo que saiba o autor não deixa explícito a suposta temperatura elevada do fluido. Então a frase: “neste estado tem de ter um elevado valor de temperatura e de pressão” é mera interpretação sua.

    Pelo que diz no seu comentário, Azetech, posso deduzir que não se conhece a composição do bloco de granito.

    Compilado de quartzo, feldspato, micas, anfibolas, piroxenas e olivina, fundidas pelo calor extremamente elevado, não compõe o granito?
    Caso esteja errado me corrija por favor.

    Então porquê dizer que é granito?

    Porque a Teoria propõe uma rocha ígnea, cujo seja resultado da fusão de quartzo, feldspato, micas, anfibolas, piroxenas e olivina?

    Como se sabe que a placa era feita de granito?

    Da mesma forma que a Teoria Evolutiva “sabe” do suposto “ser” primordial que gerou outros seres e da mesma forma que a teoria do Big Bang “sabe” do átomo primordial que gerou o universo.
    Esta pergunta me faz questionar se tu realmente conhece o significado científico da palavra TEORIA .

    Em que é que se baseia a teoria das placas para fazer estas afirmações?

    Nas evidências geológicas, antropológicas e arqueológicas encontradas hoje.

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    • Ana Silva says:

      Azetech:

      “Onde está a relação em “super-crítico” com temperatura elevada?”

      Para atingir o estado de líquido supercrítico a água terá de ter uma pressão mínima de 374 ºC e uma pressão de 218 atm.

      De relembrar que (se não me falha a memória) é o próprio autor da teoria das placas que defende que a água entre as placas se encontra no estado de líquido supercrítico.

      Finalmente, a água no estado supercrítico perde a sua capacidade de manter iões dissolvidos. Visto que um sal (no sentido lato) é constituído por iões, não consigo perceber como é que a água entre as placas é “salina”.

      O Azetech diz que a teoria das hidroplacas se baseia “nas evidências geológicas, antropológicas e arqueológicas encontradas hoje.” Quais?

      Nota: Novamente peço-lhe, Azetech, que se foque no tema em debate nestes cometários, a teoria das hidroplacas. Trazer à conversa outras teorias pode ser visto como fraqueza, como uma incapacidade em defender a sua posição.

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      • Azetech says:

        Ana Silva

        “Onde está a relação em “super-crítico” com temperatura elevada?”
        Para atingir o estado de líquido supercrítico a água terá de ter uma pressão mínima de 374 ºC e uma pressão de 218 atm.

        Primeiro, não era água, mas sim um fluido composto de água e sal.
        Segundo, 374 °C não é elevado ao ponto de ebulir o planeta todo, principalmente quando a “era glacial” a refrigerava.
        Novamente levanto a questão, Onde está a relação em super-crítico com a temperatura elevada proposta pelo João?

        Finalmente, a água no estado supercrítico perde a sua capacidade de manter iões dissolvidos. Visto que um sal (no sentido lato) é constituído por iões, não consigo perceber como é que a água entre as placas é “salina”.

        Não necessariamente. Se o fluido estiver em uma atmosfera aberta, sem nenhuma pressão (ou pressão relativamente baixa), pode até ser. Porém se a mesma estiver enclausurada (como a teoria propõe), com uma pressão de uma placa em cima, a pressão as mantém unidas.

        Teu exemplo é semelhante ao evaporar a água do mar e o sal não se misturar a evaporação. Porém teu erro é desconsiderar que a evaporação ocorre em uma atmosfera ABERTA.
        Se manter ambos em um enclausuramento, sob uma pressão constante, mesmo que a temperatura esteja a 100000000000000000000º C os elementos ficarão coesos, mantendo a sua estrutura inicial.

        Trazer à conversa outras teorias pode ser visto como fraqueza, como uma incapacidade em defender a sua posição.

        E quando simplesmente se abandona o debate, o que é considerado? cobardia?
        Se for assim eu espero ansiosamente para que algum dia retomes a tua coragem, e finalizemos nossos debates referente aos seguintes temas, pelo qual abandonaste:

        º Existência do acaso absoluto
        º Plausibilidade dos métodos de datação (rochas em especial)

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      • Ana Silva says:

        Azetech:

        “374 °C não é elevado ao ponto de ebulir o planeta todo”. Pois. Mas se ler o meu comentário verificará que eu não disse isso. Eu disse apenas que a temperatura da água tinha de ser elevada. 374 ºC é uma temperatura elevada.

        “374 °C não é elevado ao ponto de ebulir o planeta todo, principalmente quando a “era glacial” a refrigerava.” Não percebi o que quer dizer com esta frase.

        “Onde está a relação em super-crítico com a temperatura elevada proposta pelo João?” Se o João se estava a referir à água dentro das placas a “temperatura elevada proposta pelo João” é 374 ºC. Esta temperatura é elevada para os padrões humanos, é suficiente para cozer qualquer ser vivo.

        “Porém se [o fluido] mesma estiver enclausurado (como a teoria propõe), com uma pressão de uma placa em cima, a pressão as mantém unidas.” Confesso que não percebi o que quer dizer com esta frase.

        “Se o fluido estiver em uma atmosfera aberta, sem nenhuma pressão (ou pressão relativamente baixa), pode até ser.” Não compreendi o que quer dizer com “atmosfera aberta”.

        Para a água, salina ou não, se encontrar no estado supercrítico tem de se encontrar a uma pressão de pelo menos 218 atm (218 vezes a pressão atmosférica). Isto acontece independentemente de essa pressão ser criada por uma placa de 10 km de espessura ou por outra coisa qualquer.

        “Se manter ambos em um enclausuramento, sob uma pressão constante, mesmo que a temperatura esteja a 100000000000000000000º C os elementos ficarão coesos, mantendo a sua estrutura inicial.” Se estivesse a uma temperatura tão elevada a matéria nem sequer estará sob a forma de moléculas, estará no estado de plasma. Como tal eu não utilizaria este exemplo.

        Ignorando a questão da temperatura, o que quer dizer com “elementos ficarão coesos, mantendo a sua estrutura inicial”?

        Pelo que pude perceber do que li sobre a teoria das hidroplacas, esta teoria defende que os iões presentes na água foram-se precipitando, formando depósitos de sal e de calcário. Estes depósitos, segundo a teoria das hidroplacas, estariam já formados aquando da quebra da placa de granito.

        P.S: “E quando simplesmente se abandona o debate, o que é considerado? cobardia?” Tenho a certeza, Azetech, que não é por considerar “cobarde” quem “abandona o debate” que o Azetech vai tomar essa posição ou demostrar fraqueza.

        Portanto volto a pedir-lhe, Azetech, que se foque no tema AGORA em debate, a teoria das hidroplacas.

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  32. Portanto dizes tu que a cobertura dos 16 quilómetros era constituída por granito que tinha o dobro da resistência máxima do actualmente encontrado.

    Ora como actualmente não encontramos este tipo de granito podemos inferir uma de duas coisas:

    Temos de abandonar a hipótese porque não existe tal granito.

    Ou

    O granito original sofreu uma alteração total que lhe alterou as suas características

    Temos assim que encontrar um mecanismo que transforme radicalmente as características de rochas.

    Esse mecanismo não pode implicar, como é óbvio, transformações que impliquem condições impossíveis para a vida na terra.

    A mais óbvia seria o refundimento do maciço de 16 quilómetros a altas temperaturas.

    Temos, portanto, que descobrir qual o processo que poderia alterar todo o granito original (chamemos-lhe granito X) de forma a transforma-lo no granito que conhecemos sem deixar qualquer amostra conhecida de granito X.

    Temos de ter um processo que altere a resistência para metade duma rocha e que actue em toda a rocha conhecida.

    Os granitos utilizados e bem datados nas construções humanas (romanos 2000 anos, egípcios 5000-6000 anos) mantém as mesmas características. Logo essa transformação teve de ser rápida e em toda a massa do granito X. O factor tempo parece não ter influência.

    Temos um problema adicional e que sendo a crosta constituída por este granito X dada a sua elevada dureza (bastante próxima do diamante) seria muito difícil senão impossível de trabalhar.

    Como conciliar esta rigidez com os artefactos encontrados ?

    Onde foi desencantar o bom do Noé o piche para calafetar a arca ?

    Qual é a tua proposta ?

    PS

    Não há nenhuma teoria sobre a origem da vida. Há apenas hipóteses.
    E certamente quem conseguir uma teoria sobre a origem da vida vai ficar muito famoso.que

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    • Azetech says:

      João Melo

      Portanto dizes tu que a cobertura dos 16 quilómetros era constituída por granito que tinha o dobro da resistência máxima do actualmente encontrado.

      Não, eu não disse isso.
      Copiarei novamente minhas palavras do comentário anterior. Peço para que as leia atentamente desta vez:

      “”Não necessariamente. O granito “produzido” em outra era da terra, teria a resistência necessária para aguentar seu comprimento (que a própósito não está muito distante da resistência hoje).””

      Temos de abandonar a hipótese porque não existe tal granito.
      Ou
      O granito original sofreu uma alteração total que lhe alterou as suas características

      Falsa dicotomia.
      Eu partí para a terceira opção: Ela SE DISSOLVEU as rochas na movimentação dos continentes. (algo bem observado hoje pelas evidências)

      Os granitos utilizados e bem datados nas construções humanas (romanos 2000 anos, egípcios 5000-6000 anos)

      Métodos de datações inválidos. A 6000 anos atrás nem egípcios existiam.

      Temos um problema adicional e que sendo a crosta constituída por este granito X dada a sua elevada dureza (bastante próxima do diamante) seria muito difícil senão impossível de trabalhar.

      Isso és tu quem diz ou está declarando que eu fiz esta afirmação?
      Se tu dizes, está a se equivocar, porém se tu afirmas que EU deixei claro este tipo de raciocínio, declaro que está a cometer a falácia do homem de palha.

      Em momento nenhum proferi uma suposta dureza próxima ao diamante.

      Não há nenhuma teoria sobre a origem da vida. Há apenas hipóteses.
      Hipóteses que, visto de passagem, refutados TOTALMENTE pelos dados científicos.

      Observação: Peço para que ao efetuar uma tentativa de refutação, façam com o SENTIDO REAL de minhas palavras. Tentar deturpa-las simplesmente para facilitar seu argumento, é por demais desonesto e falacioso (sem contar é claro, que fica redundante eu sempre precisar explicar mais de uma vez a mesma coisa)

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  33. Azetech: e Ana :

    Para acabarmos com isto duma vez vamos lá analisar as hidroplacas em cenários diferentes.

    Segundo o autor da coisa a terra seria assim:

    Uma atmosfera mais densa que a actual.

    Mares, terras, florestas à superfície.

    Uma camada de 16 km dum granito primordial que não racha e aguenta a pressão sem partir.

    800 metros de água salgada.

    A dado momento a camada superior rompe.Como se trata dum solido com milhares de quilómetros em duas dimensões e uns escassos 16 altura podemos compara-lo a uma lamina muito delgada. Esta suspenso das camadas inferiores da terra pela pressão que a agua exerce.

    Aqui podemos imaginar três cenários:

    A agua aprisionada esta a uma temperatura e portanto pressão tão elevadas que faz explodir a camada de granito. É a panela de pressão que rebenta. Noé cozido a vapor e explodido.

    A água não tem pressão e temperatura suficiente para explodir tudo. Sai sob a forma de vapor, coze tudo por transferência térmica, provoca ventos de milhares de quilómetros. A camada de granito sem o suporte da pressão fragmenta-se e afunda deixando como no tetris mal jogado grandes cavidades. A água da superfície se estivesse liquida escoava-se por grandes fendas.

    A agua esta a uma temperatura amena mas a grande pressão. Nos primeiros momento pela fenda iria jorrar agua. Com a diminuição abrupta da pressão a camada de granito fracturava-se e repetia o cenário anterior. A água da superfície assim como os materiais mais plásticos iam escorrer pelas fendas e perder-se. O ciclo da água continuava mas a água das chuvas ia perder-se pelas fendas.

    Não consigo é ver no cenário proposto nem um diluvio nem sobreviventes.

    Não são estes os cenários ?

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    • Azetech says:

      João Melo

      Não são estes os cenários ?

      Não. Tem mais um cenário pelo qual desconsideraste (propositalmente ou desonestamente), e sempre a desconsiderá, independentemente do quão plausível ela seja (pois a tua fé exige isso):

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  34. Homem de Deus:

    A água estava a grande pressão porque estava confinada. Quando a camada superior de rocha se fracturou alguma água escapou pela brecha. Isso faz diminuir a pressão. Quando a pressão baixa a água deixa de sair.

    Ora o que mantém a rocha em cima da água é unicamente a pressão. Faltando este apoio a camada de rocha cai. Repara que é uma camada finíssima. Milhares de quilómetros em duas dimensões e só 16 de espessura. Como o espaço onde vai cair ainda por cima é menor que o o que ocupava antes, a terra é esférica, fosse qual fosse o material de que fosse feita, ia fragmentar-se. Os fragmentos seriam desde o tamanho de grãos de areia até ao tamanho continental. Entre estes blocos iam formar-se grandes cavidades.

    A água da superfície e no geral os elementos mais móveis : areias e terras iam escoar-se pelas rachas. A superfície seria bastante irregular e é claro que é possível que em alguns locais se formassem alguns lagos. No entanto esta estrutura seria bastante instável. Cada placa que ruísse ia obrigar a reagrupar as outras. Portanto os hipotéticos lagos não deveriam ter uma longa vida. Claro que isto originaria uma libertação de energia de tal grandeza (a queda de 16 km de granito aproximadamente 800 metros) que o calor libertado e a vibração não seriam compatíveis com a vida.

    A única forma de haver água em quantidades à superfície seria sob a forma de gelo ou gás

    Claro que em pouco tempo geológico (alguns milhões de anos) os movimentos tectónicos iriam acabar com todos os buracos e a agua regressaria à superfície.

    Porque é que achas que o autor nunca apresentou o trabalho ?

    As hidroplacas podem fazer um bom efeito perante uma audiência crédula, como um esquema em pirâmide, mas não passam um crivo mais apertado.

    Eu não te quero aborrecer mas de facto não há qualquer maneira de salvar as hidroplacas. E o ICR tem fundos que nunca mais acabam. Achas que não gastaram algum dinheiro e tempo com as hidroplacas ?

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    • Azetech says:

      João Melo

      Hã ???????O_o !!!!! Que comentário foi esse??? Não entendeste NADA do que a teoria propõe ou simplesmente ignoraste TUDO????
      Eu sei que seu desespero em rejeitar qualquer coisa que não corrobore a tua fé é grande, porém ignorar 100% que a teoria diz, é demais insensato e desonesto (contigo mesmo).
      Todas suas questões foram respondidas. Caso queira mais detalhe veja este link:
      http://www.creationscience.com/onlinebook/

      Porque é que achas que o autor nunca apresentou o trabalho ?

      Hã ???????O_o !!!!! quem disse isso???
      O PhD Walter Brown é o mais conceituadíssimo proponente do criacionismo científico. Assim como Darwin foi para vocês, ele foi para os cientistas não “Lyelistas”.
      A Teoria das hidroplacas ficou conhecida no mundo todo por causa dele.
      Ele tem “tirado o sono” de muitos geólogos darwinistas, pois consegue explicar o que eles não explicam.
      Que mundo tu vives?😀

      As hidroplacas podem fazer um bom efeito perante uma audiência crédula

      Crédula?? quem disse??? Pelo contrário, a teoria das hidroplacas é identificado pelo público CÉTICO , pelo qual não possuem fé em Darwin ou em Lyell.
      Os crédulos JAMAIS aceitarão a teoria. (A não ser que reconheçam que Darwin e Lyell estavam errados).

      Eu não te quero aborrecer mas de facto não há qualquer maneira de salvar as hidroplacas.

      Salvar de que? Ela nunca esteve em perigo. Quem precisa de forças para se salvar é a geologia “Lyelista” e o darwinismo, que com o passar do tempo tem caído em descrédito cada vez mais.
      Mesmo que tentem imputar a fé obrigatoriamente nos ensinos seculares, mais pessoas tem rejeitado tal doutrina.

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      • CuriosoCetico says:

        Azetech,
        eu estava para preparar uma resposta completa a este seu comentário, mas estou sem tempo (e paciência). No entanto vou só dizer umas coisas:

        (…)A Teoria das hidroplacas ficou conhecida no mundo todo por causa dele(…)
        Isto não é apresentar um trabalho científico. Ele publicou a hipótese dele num livro dele, sem escrutínio “forasteiro”. Onde estão artigos ou livros revistos onde apareça a hipótese das hidroplacas? Repare que eu uso o termo correcto, pois nem de uma teoria científica se trata, mas sim de uma série de pressupostos encadeados que geram uma hipótese. As únicas fontes de informação disponíveis são de publicações privadas dele, tanto em livro/DVDs/blogs/sites ou de outros autores criacionistas (aqui autores são entendidos como simples blogueiros ou de ramos científicos não relacionados).

        PS: Não sei o que quer dizer com darwinismo, que com o passar do tempo tem caído em descrédito cada vez mais., mas suponho que está a querer dizer que a teoria da evolução está a ser descreditada. Se é isso, gostaria que me apresentasse os dados que corroboram isso. E estou a falar de dados a sério e não obtidos à porta de uma igreja evangélica por parte de crentes sem formação.

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      • Azetech says:

        Curioso Cético

        Isto não é apresentar um trabalho científico. Ele publicou a hipótese dele num livro dele, sem escrutínio “forasteiro”.

        Se tens fé nisso, seja feliz🙂

        Onde estão artigos ou livros revistos onde apareça a hipótese das hidroplacas?

        Hipótese de fato não aparece. Porém a teoria está bem descrita em sites e revistas NÃO NATURALISTAS

        Repare que eu uso o termo correcto, pois nem de uma teoria científica se trata, mas sim de uma série de pressupostos encadeados que geram uma hipótese.

        Se tens fé nisso, seja feliz🙂

        As únicas fontes de informação disponíveis são de publicações privadas dele, tanto em livro/DVDs/blogs/sites ou de outros autores criacionistas (aqui autores são entendidos como simples blogueiros ou de ramos científicos não relacionados).

        Se tens fé nisso, seja feliz🙂

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  35. Azetech says:

    Ana SiIva

    Esta temperatura é elevada para os padrões humanos, é suficiente para cozer qualquer ser vivo.
    Se o mesmo estiver inserido ao fluido, 100ºC seria o suficiente.
    Porém deveríamos considerar algum ser vivo dentro da camada de fluído (algo que a Teoria não propõe)

    Mas falando de calor, o próprio autor respondeu esta questão. A resposta se encontra na própria fonte que me indicaste: http://www.creationscience.com/onlinebook/HydroplateOverview6.html
    Diz o seguinte:
    2. A temperatura aumentou com a profundidade para dentro da terra. Água subterrânea de cerca de 10 quilômetros abaixo da superfície da Terra teria sido extremamente quente. Será que nem toda a vida na Terra ter sido escaldada se que a água inundou a terra?

    Resposta: Não. Calor geotérmico de hoje é um resultado da inundação. Para entender o porquê e ver por que a vida não foi escaldado, é preciso primeiro entender oscilação das marés e água supercrítica (ACS) (…)

    A restante da explicação se encontra no site

    Para a água, salina ou não, se encontrar no estado supercrítico tem de se encontrar a uma pressão de pelo menos 218 atm (218 vezes a pressão atmosférica). Isto acontece independentemente de essa pressão ser criada por uma placa de 10 km de espessura ou por outra coisa qualquer.

    E para o sal se separar da água a pressão não deveria existir e a atmosfera deveria ser “aberta”
    Como exemplo da evaporação do sal.

    e estivesse a uma temperatura tão elevada a matéria nem sequer estará sob a forma de moléculas, estará no estado de plasma. Como tal eu não utilizaria este exemplo.

    Porém o plasma seria uniforme, composto por sal e água. Como tu afirmaste que seria impossível haver coesão entre sal e água em uma temperatura elevada, sob pressão, mesmo a 100000000000000000000º C os dois elementos ficariam coesos (independentemente do estado)
    O exemplo foi perfeito.

    Não ser possível determinar a constituição da placa superior acaba por ser utilizado como uma espécie de desculpa pelos defensores da teoria das hidroplacas. Sem se conhecer a constituição da placa superior não é possível determinar a sua densidade e a sua flexibilidade. Sem se saber isso é sempre possível defender esta teoria.

    Na verdade ocorreu uma falha minha onde preciso me retratar.
    A teoria não propõe uma profundidade de 16 km, mas sim 10 km.
    A prova está aqui: http://www.creationscience.com/onlinebook/HydroplateOverview6.html
    Com 10 km, até mesmo o granito atual poderia suportar a pressão.

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    • Ana Silva says:

      Azetech:

      “E para o sal se separar da água a pressão não deveria existir e a atmosfera deveria ser “aberta””. Continuo sem perceber muito bem o que quer dizer com “aberta” neste contexto.

      Numa salina a céu aberto a água salgada evapora lentamente. A maior responsável por isso é a energia do Sol (que é transferida para as moléculas de água). A medida que a água evapora a concentração de sal fica cada vez maior até que atinge o valor de solubilidade do sal na água. A partir deste valor o sal começa a precipitar, formando depósitos no fundo.

      A solubilidade do sal em água depende da temperatura e da pressão a que a água se encontra. A céu aberto a água salgada encontra-se sobre a pressão de 1 atm, que é a pressão que o ar exerce ao nível do mar. Se enchesse totalmente um contentor com água salgada e aquecesse esse contentor aconteceria exactamente a mesma coisa, desde que conseguisse manter a pressão constante.

      “Como tu afirmaste que seria impossível haver coesão entre sal e água em uma temperatura elevada, sob pressão, mesmo a 100000000000000000000º C os dois elementos ficariam coesos (independentemente do estado)”.

      O que quer dizer com “coeso”? Está a referir-se ao facto de o sal ser solúvel em água no estado supercrítico? Pelo que pude ler a água no estado de líquido supercrítico deixa de ter capacidade de dissolver sais, incluindo o sal de cozinha. Portanto se a água entre as placas era um líquido supercrítico então não podia ter grandes quantidades de sal dissolvido.

      Pode confirmar que a água no estado de líquido supercrítico é um mau solvente para sais com uma pesquisa na internet.

      “A teoria não propõe uma profundidade de 16 km, mas sim 10 km.”. Se consultar os meus comentários pode confirmar que eu sempre utilizei o valor de 10 km para a espessura da placa de granito. Mas o site que indicou, Azetech, refere que a espessura da placa exterior era de 10 milhas, pouco mais de 16 km. Portanto, de acordo com esse site 16 km é um valor mais correcto do que 10 km para a espessura da placa de granito.

      “Com 10 km, até mesmo o granito atual poderia suportar a pressão.” O que quer dizer quando utiliza a palavra “pressão” nesta frase, Azetech? Refere-se á pressão da água
      ou às forças de maré?

      A maior dificuldade na teoria das hidroplacas é que um sistema como o descrito, uma placa de granito suportada por um líquido e por colunas, é um sistema altamente instável. Qualquer pequena racha seria catastrófica, um facto que parece ser defendido pelo autor no site que referiu no seu comentário, Azetech.

      No site referido por si, Azetech, é referido que o processo que levou ao dilúvio começou com “uma pequena racha” e que “forças básicas” levaram a que essa racha se propagasse ao longo do planeta.

      Para garantir o mínimo de estabilidade do sistema proposto pelas hidroplacas a placa de granito teria de ser o mais lisa possível. Mas, no mesmo site o autor também indica que a sua teoria não exige que a placa de granito seja lisa e que na verdade teria lagos, mares de pequena profundidade e montanhas com até 5000 pés (cerca de 1500 metros, um décimo da espessura indicada pelo autor para a placa). Mesmo numa placa com uma espessura de 16 km estes mares e montanhas tornariam a placa ainda mais instável e capaz de sofrer rachas.

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      • Azetech says:

        Ana Silva

        Pelo que pude ler a água no estado de líquido supercrítico deixa de ter capacidade de dissolver sais, incluindo o sal de cozinha. Portanto se a água entre as placas era um líquido supercrítico então não podia ter grandes quantidades de sal dissolvido.

        Não necessariamente. Como disse anteriormente, se houver pressão e enclausulamento (como a teoria das hidroplacas propõe) os elementos ficariam coesos.

        Isso ocorreria pois o enclausuramento mais a pressão não permitiria a vazão suficiente que os elementos se separassem.

        Teu exemplo é semelhante ao evaporar a água do mar e o sal não se misturar a evaporação. Porém teu erro é desconsiderar que a evaporação ocorre em uma atmosfera ABERTA.
        Se manter ambos em um enclausuramento, sob uma pressão constante, mesmo que a temperatura esteja a 100000000000000000000º C os elementos ficarão coesos, mantendo a sua estrutura inicial.

        Pelo que pude ler a água no estado de líquido supercrítico deixa de ter capacidade de dissolver sais, incluindo o sal de cozinha. Portanto se a água entre as placas era um líquido supercrítico então não podia ter grandes quantidades de sal dissolvido.

        Faça o teste empírico. Coloque uma quantidade de sal e água em uma panela de pressão “transparente”, bloqueie a tua vasão, aqueça a uma temperatura de 500°C e veja o que acontece.
        Veja se o sal ficará “separadinho” perfeitamente do fluido, (como afirmas) ou se ambos ficarão coesos em uma solução supercrítica (como eu afirmo.)

        A maior dificuldade na teoria das hidroplacas é que um sistema como o descrito, uma placa de granito suportada por um líquido e por colunas, é um sistema altamente instável.

        Não necessariamente. Se o peso for distribuído uniformemente (como a teoria propõe), não haveria problema nenhum.
        Sem contar é claro da ação do fluido (composto de sal e água), que serviria como um ótimo amortecedor natural contra as forças das marés.
        Não sabia que água (principalmente salgada, por ser mais densa), somado com pressão é um ótimo amortecedor natural?

        Para garantir o mínimo de estabilidade do sistema proposto pelas hidroplacas a placa de granito teria de ser o mais lisa possível.

        Não necessariamente. A estabilidade seria mantida se não houvesse altos relevos e montanhas.(algo proposto pela teoria).
        Como a teoria propõe montanhas e vales de baixo relevo, distribuídos proporcionalmente, em uma placa com uma espessura de 10 milhas (1 609,344 Metros) estes diferenças na superfície seriam insignificantes para torna-la instável e produzir rachas.
        A suposta superfície plana (semelhante a um espelho) pelo qual tu propõe ser necessário para não haver rachas, é mera especulação.

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  36. Azetech says:

    Ana Silva

    Não percebi bem o que quer dizer com isso. A menos que considere que as leis da física tenham sido alteradas de forma radical durante ou após o dilúvio a sua frase, Azetech, não faz sentido.

    Está a confundir as teorias. Quem apela para “leis físicas estranhas e desconhecidas” (Stephen Hawking – “Universo numa casca de nós”) que não operam hoje e formaram o universo, é a teoria do Big Bang.
    Minha colocação foi voltada para a estrutura dos elementos e sua fusão. Em momento nenhum referí a lei que opera sobre eles.

    Por exemplo, eu citei duas evidências arqueológicas (que deliberadamente vocês ignoraram) de materiais pelo qual foram produzidos em uma circunstância pelo qual não se produziriam hoje (Martelo de Kingoodie e Instrumentos cirúrgicos de Lydite).
    Mostrei evidências REAIS catalogadas em museus, e não especulações sem confirmações.

    Não é conhecido qualquer isolante térmico perfeito, ele não é possível de acordo com as leis da física. Caso o líquido entre as placas esteja a uma temperatura superior à temperatura á superfície terrestre (como parece ser, inclusive, aceite pelo autor da teoria das hidroplacas) então existiria sempre uma transferência de calor do líquido para o exterior.

    Pode não existir isolante perfeito, porém existe isolantes melhores uns dos outros.
    Por exemplo se estiver em uma casa cujo telhado for de metal, ela dificilmente terá sua temperatura interna muito diferente da externa. Porém se a mesma casa possuir um telhado de madeira, a circunstância será outra.

    O mesmo é verdadeiro para a transferência de calor entre o centro da Terra e a água entre as placas.

    Porém esta transferência, devido constituição das placas, eram lentas. Se a mesma fosse constituída de puro quartzo, a transferência seria muito mais rápida.

    O núcleo da Terra é consideravelmente mais quente do que a sua superfície existe e sempre existiu uma transferência de energia do centro da Terra para a superfície.

    Mas qual é a distância entre o núcleo da terra e a superfície no ambiente proposto? Quanto de energia seria transferido?
    Outra coisa, a própria teoria propõe que o grau geotérmico que conhecemos hoje ocorreu devido a inundação.
    Esta proposta eu encaminhei a ti no link anterior.

    Em quê que se baseia para dizer que a pressão atmosférica já foi suficientemente alta para “as nuvens iriam literalmente para o solo “?

    Simule uma atmosfera de 6 ATM e verá.

    Em geral a utilização do argumento de que “não existe nenhum estudo e nem a menor evidência ” de que as condições fossem iguais é uma espécie de “fuga” utilizada à falta melhor argumento. Não recomendo a sua utilização.

    Se perceber esta foi minha resposta a um questionamento levantado da mesma forma. Por um acaso aconselhaste seu “irmão” a não utilizar o mesmo argumento? Ou simplesmente por ele professar a mesma fé que tu, ignoraste a falha dele?

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  37. Azetech

    Mais uma vez:

    A cobertura só se mantinha sobre a água porque esta estava a grande pressão. Rachada a camada superior a água (fosse qual fosse o estado, temperatura e iões presentes) como estava a alta pressão ia subir e a pressão baixar.

    Rachavas a tampa da panela de pressão. Só saia a água toda num cenário explosivo.

    Perdida a pressão a camada superior perdia o apoio e rachava e caia em milhões de pedaços.

    Caia o espaço que fora preenchido pela água. Fragmentava-se para se acomodar.

    A energia libertada era imensa. A energia potencial duma massa sabe Deus com que densidade, que ocupava toda a superfície da terra, com uma espessura de quilómetros a cair algo menos de 800 metros.

    Pouco importa se a água subia toda ou em parte. Uma rachadela do tamanho da terra como propõe o modelo nem fazia subir tanta água assim. A pressão baixava muito rapidamente.

    No entanto isso pouco importa.

    A água da superfície ia perder-se nos intresticios.

    A água de baixo que subisse ia fazer-lhe companhia.

    Enche uma garrafa de areia e pedrinhas e vais ver a agua que se consegue la meter. Era o que acontecia.

    As rachadelas seriam mais comuns onde houvesse mares e montanhas. A cobertura por baixo destes pontos estava sujeito a mais stress.

    Qual a duvida quanto a este cenário ?

    Podemos depois discutir se a água estava quente ou frio. Este cenário é, salvo melhor opinião, incompatível com um dilúvio e muito possivelmente com a vida como a conhecemos

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    • Azetech says:

      João Melo

      Por mais que tente explicar detalhadamente a teoria, parece que não está a entender minha explicação.

      Tu sempre tendes a formar um cenário imaginário, elaborado pela tua criatividade, ignorando toda minha explanação.
      Por mais que explique um cenário vigente, tu sempre vens com outro cenário.

      Tu não refuta o cenário proposto, simplesmente a “invalida” porque tu propõe outro cenário que pelo teu achismo julgas ser verdadeiro.

      Percebes? Até o presente momento “invalidaste” o cenário da teoria das hidroplacas porque criaste um cenário irreal, que mesmo sem comprovar, crê ser verdadeiro.

      Este cenário que elaboras, é uma mistura do cenário da hidroplacas (Walter Brown), com o cenário das placas tectônicas (Charles Lyell), misturando com os dados do PRESENTE, desconsiderando os dados do passado e assim por diante.

      É uma “salada de fruta” composto por criatividade e anacronismo, e pior, diz que esta salada de fruta é o cenário proposto pela teoria.
      Tu se diz entender da teoria mais do que quem a elaborou😀

      Assim fica difícil debater, não é mesmo?

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  38. Azetech:

    Portanto, como vês, os pressupostos básicos das hidroplacas não são realistas.

    Claro que não passaria em qualquer universidade ou instituto credível. Repara que a ciência embora dividida em diversas ciências é coerente entre si. Isto é, a idade da terra, por exemplo, é alvo de estudo e tem consequências para diversos ramos da ciência.

    Os geólogos, antropólogos, historiadores, químicos, físicos, biólogos, etc socorrem-se uns dos outros para conseguirem os dados.

    A determinação da idade dum artefacto no âmbito da história pode muitas vezes socorrer-se de outras ciências para conseguir uma melhor datação do objecto. Se ele tiver, por exemplo, material orgânico o historiador pode socorrer-se de outras ciências. É comum haver dúvidas da datação de objectos. Por exemplo : sabe-se que a esfinge é bastante anterior à construção das pirâmides. Não se sabe a data de construção da esfinge mas pelo desgaste do material sabemos que é bastante mais antiga que a grande pirâmide que foi construída cerca de 2500 AC. Esta datação relativa foi conseguida graças à física, química e geologia Como a esfinge não tem material orgânico da época o C 14 não funciona.

    Recentemente foi possível datar por C14 muitos artefactos do antigo Egipto e os historiadores tiveram de mudar algumas datas. Ate nem foram de grande monta, algumas datas recuaram um pouco no tempo, mas vieram corroborar a maioria das datas.Afinal dinastia mais antigas ainda eram mais antigas.

    Certamente no futuro será possível datar com uma precisão que agora nos parece ficção cientifica.

    Portanto, como vês as ciências completam-se umas às outras. Não faz sentido pretender fazer uma teoria isolada do resto do corpo da ciência.

    As hidroplacas podem ser uma boa teoria em teologia. Isso, é claro, é competência de teólogos.

    Leva as hidroplacas a uma faculdade de geologia duma universidade católica e vais ver o que te dizem.

    Podes depois acusar os jesuítas de serem naturalistas, ateus e evolucionistas.

    A César o que e de César e a Deus o que é de Deus. Isto é não confundas fé, religião e ciência.

    A Bíblia pode dizer-te como se vai para o céu mas não como funciona o céu.

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    • Azetech says:

      João Melo

      Portanto, como vês, os pressupostos básicos das hidroplacas não são realistas.

      LOL 🙂 . Tu formas um homem de palha, do tamanho do “Empire States”, alega que esta explicação é defendida pela teoria das hidroplacas, e julga não ser realista. Obviamente o “bonecão” criado pela sua imaginação não são realista, pois para elabora-las, fizeste uma “salada de Fruta”.
      Porém a Teoria das hidroplacas, descrita neste site: http://www.creationscience.com/onlinebook/ explica muito bem a realidade que vivemos. A explicação é muito mais plausível com os fatos, embasado pelas evidências e não tem tantas incoerências e lacunas como a teoria secular evolucionista.

      Claro que não passaria em qualquer universidade ou instituto credível.

      O que é um instituto credível segundo a tua visão? E aquele que prega o evolucionismo e Lyellismo como um fato?
      Se for assim, de fato não passaria em nenhum instituto “credível” segundo a tua fé.
      Agora quanto as universidades, a Teoria das hidroplacas é amplamente ensinada em universidades não seculares que fizeram pacto com o Naturalismo.
      Se assim não fosse, não existiria evolucionistas desesperados em tentar coagir o ensino desta teoria, apelando até mesmo em tribunais LOL

      Repara que a ciência embora dividida em diversas ciências é coerente entre si. Isto é, a idade da terra, por exemplo, é alvo de estudo e tem consequências para diversos ramos da ciência.

      Quem precisa reparar é tu, que muitas vezes confundes ciência empírica (operacional) com a ciência histórica (filosófica)

      Portanto, como vês as ciências completam-se umas às outras. Não faz sentido pretender fazer uma teoria isolada do resto do corpo da ciência.

      Mas quem aqui está a fazer uma teoria isolada do resto do corpo da ciência? Por um acaso és tão alienado ao seu darwinismo ao ponto de crer que que não existem, geólogos, antropólogos, historiadores, químicos, físicos, biólogos, etc, criacionistas?

      Crê mesmo que a teoria das hidroplacas não é embasada por outros âmbitos científicos? Tens fé que ela está sozinha?

      Se de fato for, aconselho a se atualizar mais. A hegemonia evolucionista nestas disciplinas é coisa do passado.
      Com a crescente dissenção do darwinismo, mais e mais ciêntístas, de âmbitos diversificados, tem se oposto a esta proposta secular.

      As hidroplacas podem ser uma boa teoria em teologia. Isso, é claro, é competência de teólogos.

      Isso és tu quem diz. Se tens fé nisso, seja feliz🙂

      Leva as hidroplacas a uma faculdade de geologia duma universidade católica e vais ver o que te dizem.

      Porque católica? Porque não Presbiteriana ou Adventista?

      Podes depois acusar os jesuítas de serem naturalistas, ateus e evolucionistas.

      Agora está a defender a Igreja Católica? LOL.
      Por um acaso está a alegar que o que as universidades católicas ensinam, é um fato?
      Vais tornar-se devoto de Ave Maria ?😀

      A César o que e de César e a Deus o que é de Deus. Isto é não confundas fé, religião e ciência.

      Com todo perdão e respeito, mas vou rir. hahahahahahaha
      Não achas que está a decair tão profundamente ao ponto de deturpar a própria bíblia para trazer um sentido para teu argumento.
      Achas mesmo que levarei a sério este comentário?

      A Bíblia pode dizer-te como se vai para o céu mas não como funciona o céu.

      Creio que pior do que ver um evolucionista a defender evolução, é ver um crente naturalista “filosofar” sobre os relatos bíblicos.
      Qual é a relevância deste comentário com a Teoria da Hidroplacas?

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  39. BRUNO says:

    http://clubecetico.org/forum/index.php?topic=2237.5;wap2. post de um criacionista da terra antiga refutando a ideia das hidroplacas.

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  40. Azeteck:

    “Teoria das hidroplacas é amplamente ensinada em universidades ”

    Quais ?

    “Porque católica? Porque não Presbiteriana ou Adventista?”

    Porque as universidades católicas tem reconhecimento cientifico e de qualidade em todo o mundo. As “licenciaturas” em “ciências” de “universidades” alternativas de astrologia, Adventistas e cia não tem reconhecimento no meio académico e cientifico. Não basta comprar uma placa a dizer oniversidade para se fazer uma universidade….

    O video que indicas e que fará bom efeito numa “universidade” alternativa não explica, como é óbvio, porque é que a placa de granito não caia. Este é logo o problema inicial. Como já te mostrei não consegues encontrar uma forma da placa e da água não cairem. A culpa não é tua. Não consegues tu nem ninguém. Nem é preciso discutir a temperatura da água nem nada. O pressuposto inicial cai logo.

    Se encontrares uma solução para a queda do granito e da água envia cópia para o ICR…

    Duvido mas ….

    Não tentes aplicar lógica nem ciência ao criacionismo.

    Limita-te a dizer que há provas irrefutaveis, que muitos cientistas corroboram, que há artigos excepcionais, que o meio académico anda excitadissimo com as hidroplacas, que renomanisimas universidades já abandonaram a tecnonica de placas….

    Não caias é na asneira de tentar apresentar evidências….

    Aprende com o Mats.

    Vês como ele reaje à pele dos dinossaurios ?

    Ele afirma que os dinos viveram há pouco tempo porque foi encontrada pele fresca.

    Perante as evidências que não é pele fresca mas fosilizada não vem com vã argumentação.

    Afirma que a prova dos dinos serem recentes é a pele fresca

    Tu vens argumentar e tentas aplicar lógica….

    Anda lá vê lá se consegues encontrar uma forma da placa de granito, a água da superficie, Noé e a arca não cairem todos…..

    A única resposta criacionista a esta questão será : a macro-evolução….o bigbang….atéismo….pele jovem pronta a fazer carteiras de dino….muitos cientistas….

    Bom fim de semana…..

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    • Azetech says:

      João Melo

      Quais ?

      Adventistas, Presbiterianas, Batistas, Wesleyanas, Luteranas, etc..

      Porque as universidades católicas tem reconhecimento cientifico e de qualidade em todo o mundo.

      LOL, agora está a defender as universidades católicas? Aposto que se ela não defendesse o teu precioso evolucionismo, com certeza a chamaria de meio acadêmico não licenciado.

      Na verdade foi o catolicismo que começou o sistema universitário. Isso não significa que devo me ajoelhar perante todas as doutrinas que ela estipula.

      A Igreja romana sempre teve o costume de agradar a massa aderindo ao sincretismo de idéia. Isso não seria muito diferente hoje, visto que o evolucionismo é mais comercial.

      As “licenciaturas” em “ciências” de “universidades” alternativas de astrologia, Adventistas e cia não tem reconhecimento no meio académico e cientifico.

      Está a comparar astrologia com universidades adventistas??
      Isso é que eu chamo de um desespero argumentativo LOL😀
      Se tens fé nisso que acabou de falar, seja feliz.

      Não basta comprar uma placa a dizer oniversidade para se fazer uma universidade….

      Segundo a tua fé, para ser universidade deverá se pregar o evolucionismo. Fora isso, não é universidade.

      O video que indicas e que fará bom efeito numa “universidade” alternativa não explica, como é óbvio, porque é que a placa de granito não caia. Este é logo o problema inicial. Como já te mostrei não consegues encontrar uma forma da placa e da água não cairem. A culpa não é tua. Não consegues tu nem ninguém. Nem é preciso discutir a temperatura da água nem nada. O pressuposto inicial cai logo.

      Não adianta expor a ti que esta tua pressuposição é fundamentada em um homem de palha. Tu criaste um cenário débil, para facilitar a refutação.

      Mas tudo bem, quem sou eu para questionar a fé de alguém. Se crê nisso, seja feliz.
      Se te faz feliz imaginar que o dilúvio é um mito (assim como a bíblia) e que um dia o universo se auto-surgiu sozinho, e a vida surgiu sozinha na lama, é uma opção de crença. O livre arbítrio é seu para se crer no que quiser.

      Particularmente eu acho que está a jogar teu intelecto na “lata do lixo” por crer em algo absurdo, mas tudo bem, cada um é responsável por si mesmo.

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  41. Azetech says:

    João Melo de Sousa

    Explica lá como é que a placa não caía….:)

    Está a brincar comigo não🙂
    Não não leste nada do que tenho dito até o momento? Não leste nada do link pelo qual demonstrei?
    De que adianta repetir tudo de novo se continuarás fechando os olhos ao seu bel prazer?

    A Resposta de como as placas não caiam foi dada, (quer aceites ou não).

    Agora, quanto a teoria pelo qual tens fé ser verdadeira, não passa nos testes crivos para serem considerados científicos.

    Quer uma prova? Vamos para a primeira questão:

    Segundo a hipótese das placas tectônicas, como se explica árvores de cabeça para baixo, baleias fossilizadas poli-estratificacionalmente?

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    • Não fujas ao assunto🙂

      Explica lá como é que perdida a pressão que segura a placa de granito ela fica a levitar…

      Estás a seguir os meus conselhos quanto à argumentação mas não tentes ensinar o padre nosso ao vigário….;)

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      • Azetech says:

        João Melo

        Não fujas ao assunto

        Ora, mas não estou a fugir. Simplesmente estou em paciência de repetir as mesmas coisas pela Enésima vez.
        Caso desejas ver minhas respostas, consulte os posts anteriores.

        Agora, quanto as camadas estratigráficas servirem de ampulheta natural (segundo vossa fé), Não tens nada a acrescentar?

        Como se explica árvores de cabeça para baixo, baleias fossilizadas poli-estratificacionalmente?

        Vamos lá João Melo, não fuja de uma questão simples.

        Se a hipótese das placas tectônicas, é tão magnifica e perfeita como afirmas, e se a maioria da comunidade científica (segundo o que crês), a aceita como um fato comprovado, como ficaria esta evidência que refuta este modelo?

        Creio que deves ter uma explicação para isso, não? Afinal, se considera esta hipótese viável, e considera a hidroplacas inviável, devo presumir que há um motivo por detrás não?
        Qual motivo é esse? a análise dos dados ou uma preferência pessoal?

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  42. Em nenhum dos teu comentários explicas como é que as placas de granito sem a pressão levitavam. Se fui eu que não vi faz copy past.

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  43. Azetech says:

    João Melo

    Como se explica árvores de cabeça para baixo, baleias fossilizadas poli-estratificacionalmente?

    Vais responder ou simplesmente ignorará a pergunta?

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  44. É uma boa maneira de não responderes.

    Repara que o devias ter feito antes.

    Agora estás tu a tentar responder como é que o darwinismo não responde….e mais a segunda lei da termodinâmica….

    isso era antes. Nunca devias ter deixado a discussão chegar ao cerne da questão.

    Oh Homem!

    Eu pergunto ´, tendo em conta que queres defender as hidroplacas como é que aquela tralha não caia ?

    Vale past e copy ou que tu quiseres.

    PS:

    Eu já perdi algum tempo a tentar encontrar algo que possibilitasse que não caísse e não há forma de resolver o caso.

    A única forma de resolver o problema é mesmo apelar a um milagre extra não contado na bíblia.

    Não tentes em armar-te ao aprendiz de feiticeiro.

    Já na história das baratas caíste em aceitar mutações benéficas.

    Toma atenção na prudência do Mats. Vê o que os tipos do ICR publicam.

    Não caias na asneira de vir com argumentos lógicos.

    E por mais que penses nada impedia que as placas caíssem , não é ?

    Ou tens alguma ideia genial que nem ao ICR lembrou ?

    rsrsrsrsrs

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    • Azetech says:

      João Melo

      Pelo visto está a fugir da questão.
      Tudo bem, sem problema. Eu sei que esta é uma evidência, assim como várias, pelo qual colocam o alicerce evolucionista abaixo.

      Mas pelo menos tu és honesto contigo mesmo em concordar que os fósseis poli estratigráficos refutam a fé na “ampulheta” natural, ou simplesmente fecha os olhos voluntariamente?

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  45. Luiz says:

    Olavo de Carvalho

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  46. Luís :

    O que tem o vídeo a ver com as hidroplacas ou o dilúvio ?

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  47. Azetech:

    Nós estava mos a discutir a hipótese das hidroplacas.

    Coloquei uma questão que me parece pertinente :

    Caíndo a pressão eu não encontro razão para a placa superior não cair.

    Antes de partir para outra qualquer discussão penso que esta deve ficar esclarecida.

    Não deste, nem me parece que haja, razões para que tal queda não aconteça.

    Quando acabarmos com isto podemos passar a outro ponto.

    Senão mistura-se tudo.

    Argumenta lá como é que a placa superior não caía. Se não houver argumento possível temos de concordar que s hipótese das hidroplacas não tem pernas para andar.

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    • Azetech says:

      João Melo

      Nós estava mos a discutir a hipótese das hidroplacas.

      Não estávamos não. Falávamos sobre a TEORIA das hidroplacas.
      Hipotese e teoria, cientificamente falando são duas coisas distintas.

      Uma hipótese não tem embasamento em evidências.
      Já a Teoria é amplamente fundamentada nelas.

      Como vemos, as Hidroplacas é amplamente observada pelas evidências da Física, Geologia, Antropologia, História e Arqueologia, logo é muito complexa para ser apenas uma hipótese.

      Coloquei uma questão que me parece pertinente :
      Caíndo a pressão eu não encontro razão para a placa superior não cair.
      Antes de partir para outra qualquer discussão penso que esta deve ficar esclarecida.

      Esta questão foi discutida exaustivamente. Porém se não entendeste, infelizmente nada posso fazer.

      Quando acabarmos com isto podemos passar a outro ponto.

      Por mim o assunto está finalizado. Podemos agora falar da hipótese que fundamenta a tua fé, ou ao contrário de mim, não terás coragem de aprofundar sobre esta crença, temendo que a mesma seja derrubada?

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      • Ana Silva says:

        Azetech:

        Desculpe estar a insistir no mesmo que o João, mas estive a ler os vossos comentários e não consegui encontrar o seu comentário, onde explica como a placa de granito se manteve depois da saída da água.

        Pergunto isto também porque, pelo que li da teoria das hidroplacas, era suposto as placas se terem degradado após a saída da água.

        Ainda dentro da teoria das hidroplacas, mas relativamente à formação de cometas e de asteroides, encontrei um texto interessante da Creation Research Society Quarterly, onde o Dr. Danny Faulkner, um astrónomo, defende que algumas ideias importantes defendidas pela teoria das hidroplacas não são possíveis, ou sequer apoiadas pelo que é conhecido actualmente.

        Pode ler o artigo aqui: http://www.creationresearch.org/crsq/articles/49/49_3/CRSQ%20Winter%202013%20Faulkner.pdf

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  48. Como vês não se consegue fazer das hidroplacas uma teoria.

    Nem tu nem ninguém consegue um mecanismo que evite a queda da placa de granito mal a pressão desça.

    Dizer que já foi demonstrado não mostrando a demonstração não é muito válido, não é ?

    Tu dizes que há essa demonstração mas como não a apresentas …..

    Se o erro é meu e é possível que a placa levitasse sem a pressão diz lá como.

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  49. Ana:

    O meu ponto é que o granito está spoiado na água sob pressão. Perdida a pressão porque há a tal fenda o granito cai.

    Fica rachado em milhões de pedaços e a água liquida e sedimentos msis plásticos da superfície iam escapar se pelas rachadelas.

    Isto para nem falar na energia libertada pela queda de pkacas do tamanho planetario centenas de metros.

    Penso que sem resolver esta questão inicial – que invalida tudo o resto – nem adianta avançar.

    O azetech diz que tem uma solução mas não diz qual é.

    Os sites criacionistas que vi nem afloram esta questão.

    Eu francamente também não consigo perceber imaginar nada que faça a placa levitar.

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    • Ana Silva says:

      João:

      Confesso que para mim a parte mais “interessante” da teoria das hidroplacas é forma como explica a formação de asteroides e de cometas (até porque até hoje não consigo perceber porque é que o autor sente a necessidade de utilizar esta teoria para explicar a existência desses astros).

      Também é “interessante” a energia libertada durante a libertação da água e a energia necessária para ejetar o material da Terra para o espaço. E ainda a transformação automática da água em vapor super aquecido quando é libertada por entre as rachas.

      Finalmente não consegui perceber a explicação da teoria das hidroplacas para a formação das rochas calcárias.

      E ainda não li nem um quinto da informação disponibilizada em http://www.creationscience.com/onlinebook/

      Quanto ao que sustentou a placa de granito após a saída da água, terei de ler com mais cuidado o site indicado pelo Azetech.

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  50. Azetech says:

    Ana Silva

    Desculpe estar a insistir no mesmo que o João, mas estive a ler os vossos comentários e não consegui encontrar o seu comentário,

    Estranho não e lembrar. Abordei incessantemente este tema contigo.
    Até mesmo indiquei este link que abordava este assunto: http://www.creationscience.com/onlinebook/HydroplateOverview7.html

    Mas aproveitando o ensejo e utilizando teu empenho em auxiliar o João, poderia também ajuda-lo na questão que envolvem os fósseis poli-estratigráficos? Tenho muito interesse em qual é a resposta que vocês utilizam para explicar esta evidência que a refuta por completo esta metodologia de crença.

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    • Ana Silva says:

      Azetech:

      Irei ver o link que refere com mais atenção.

      Confesso que não sei o que são fósseis poli-estratigráficos. Admitida esta minha ignorância, espero que compreenda que prefiro não debater aquilo de que nada sei.

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      • Azetech says:

        Ana Silva

        Fósseis poli-estratigráficos é um grande problema para quem professa a fé no “relógio” geológico.

        Isso ocorre pois evidências de Baleias e Árvores (de cabeça para baixo), foram encontrados verticalmente em várias camadas.

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  51. Azetech says:

    Ana Silva

    Ainda dentro da teoria das hidroplacas, mas relativamente à formação de cometas e de asteroides (…)

    Se a tua questão foi direcionada a sustentação das placas, qual é a relevância dos meteoros?
    Não percebi esta ligação.

    Pode ler o artigo aqui: (…)

    Tens também algum artigo que explique o motivo de existir fósseis poli-estratigráficos (como de árvores de cabeça para baixo), ou o motivo de haver camadas faltantes no Grand Canyon?

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    • Azetech says:

      Ana Silva

      Ah, me esqueci de mais um ponto, tens também algum artigo que explique o motivo pelo qual o Grand Canyon possui camadas perfeitamente alinhadas e visíveis e o “Grand Canyon” de Marte não? (se ambos, teoricamente sofreram o mesmo processo)

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      • CuriosoCetico says:

        Azetech, mas eu já lhe tinha apontado um artigo para o caso das camadas de Marte:
        http://photojournal.jpl.nasa.gov/catalog/PIA12507

        Para além de outro sem número de artigos que linkei aqui sobre outros temas que o Azetech tema em dizer que “NÃO PODE”…

        Porem resolveu ignorar-me por completo:/

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      • Ana Silva says:

        Azetech:

        “… Se ambos, teoricamente sofreram o mesmo processo.”

        Erosão por água. Pelo menos foi o que aconteceu com o Gand Canyon, na Terra. E existem evidências da existência de grandes quantidades de água em Marte (fotografias de deltas e os próprios “canyons” de Marte).

        Quanto ao artigo sobre a explicação da teoria das Hidroplacas para a origem de cometas, este foi escrito por um astrónomo criacionista (por isso o escolhi). No artigo são apresentadas várias razões que impedem a teoria das Hidroplacas de ser aceitável como uma teoria científica. Mas, é verdade, o artigo não versa “o motivo de existir fósseis poli-estratigráficos”.

        Como já disse anteriormente, tenho de confessar a minha total ignorância sobre o conceito de “fósseis poli-estratigráficos”, pelo que não vou contesta-lo, Azetech, sobre isso.

        Claro que mesmo que se a teoria da s hidroplacas consiga explicar os “fósseis poli-estratigráficos”, não consegue explicar convenientemente muitas outras coisas, várias das quais já foram debatidas ao longo dos comentários neste post e no artigo que indiquei.

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      • jephsimple says:

        Diogo,

        Achei este artigo interessante :

        Florestas petrificadas. Fossilização rápida.

        Acreditava-se que só através de um processo lento de milhares ou milhões de anos a madeira se tornava pedra. Mas afinal parece que não tem que ser assim, a petrificação rápida tem sido demonstrada quer por experiências de petrificação de pedaços de madeira bem sucedidas em laboratório, quer pela observação no meio natural em “tempo real” de florestas dos nossos dias a ficarem petrificadas em apenas alguns anos.

        http://designinteligente.blogspot.com.br/2007/09/florestas-petrificadas-fossilizao-rpida.html

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  52. Vamos então resumir o que já foi dito sobre as hidroplacas:

    A terra era constituída por uma camada de granito sobre a qual existiam montanhas e mares. Esta camada de granito assentava em água sobre grande pressão. Por baixo da água existia uma camada de basalto que isolava a água e a impedia de aquecer e explodir o granito.

    Para isto ser viável são necessários vários argumentos ad hoc e pouco crediveis mas que vamos dar como bons:

    O granito não aguentava a pressão do seu próprio peso logo era um granito especial.

    Nunca houve um tremor de terra.

    As crateras de meteoros são todas posteriores. Qualquer grande metoro partia o granito.

    O granito aguentava as marés, a fricção com a agua e a compressão das montanhas.

    Duma forma qualquer o granito acompanhava a rotação
    Da terra.

    A camada de basalto sob a agua isolava a do calor. Nenhum material conhecido mesmo o gacuo absoluto o faria.

    Aplicados estes argumentos ad hoc, e francamente com poucos pés e cabeça, temis que a camada de granito se rompe:

    Para que houvesse sobreviventes temos de arranjsr mais dois argunentos had hoc que nem sei como podem ser :

    Perdida a pressão as placas caíam e matavam toda a gente.

    A diferença de pressão de muito menos que meia atmosfera provoca ventos de centenas de quilómetros por hora. Um centro de altas pressões na falha de centenas ou milhares de atmosferas …….

    Sem inventar dois argumentos had hoc para resolver usto na há soluções.

    Alguém tem ideias ?

    Ana: qualquer dos cenários podis criar cometas. Nao havia era nada não ninguém para os ver. Parece que nisto as hidroplacas não falham. Ia haver meteoros aos molhos. Um deles era a arca.

    De qualquer parece-me que o processo era indolor.

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  53. Azetech says:

    Ana Silva

    Erosão por água. Pelo menos foi o que aconteceu com o Gand Canyon, na Terra.

    Que o da Terra originou-se por água e que o de Marte não, isso não tenho duvida.
    Somente um desgaste RÁPIDO ocorrido com um fluxo da água intenso, poderia ter provocado tais erosões (como observamos constantemente na natureza)

    Já o “Grand Canyon” de Marte, provavelmente foi originado por uma ruptura na crosta.

    Porém a minha questão foi levantado a respeito das feições geológicas, mas sim sobre as camadas Estratigráficas .
    Se a mesma origina-se de forma gradual, (Milhões e milhões de anos), porque em Marte não possuímos camadas tão bem delineadas como aqui na Terra?

    E existem evidências da existência de grandes quantidades de água em Marte (fotografias de deltas e os próprios “canyons” de Marte).

    Então encontrou-se água em marte? Em que quantidade?

    Quanto ao artigo sobre a explicação da teoria das Hidroplacas para a origem de cometas, este foi escrito por um astrónomo criacionista (por isso o escolhi). No artigo são apresentadas várias razões que impedem a teoria das Hidroplacas de ser aceitável como uma teoria científica.

    Deixe ver se entendi, então se em uma teoria que aborda diversos temas, tem um tema em especial é errôneo, devemos desconsiderar TODA teoria? É deste modo que pensas?

    O Foco da teoria é a explicação das características geológicas da Terra. Secundariamente ela aborda como tema a origem de cometas/meteoros que atingiram a lua.
    Então mesmo que comprovado errôneo o tema em relação aos cometas/meteoros, devemos desconsiderar o tema referente as características geológicas da terra (que é desvinculado com os meteoros)?

    Não achas este argumento meio apelativo não?

    Nenhuma teoria científica é perfeita, e sabes muito bem disso (Afinal a Evolução e Big Bang existem incoerências grotescas em sua constituição).
    Se for assim, somente porque uma teoria não é perfeita não devemos chama-la de científica?

    Porque a T.E e Big Bang, segundo vossa argumentação, é considerado científica, se ambas possuem características positivas e negativas semelhante a Hidroplacas, que por sua vez não é considerado científico?

    Dois pesos e duas medidas ou equivoco em interpretar a palavra CIÊNCIA como sinônimo de NATURALISMO FILOSÓFICO ?

    Claro que mesmo que se a teoria da s hidroplacas consiga explicar os “fósseis poli-estratigráficos”, não consegue explicar convenientemente muitas outras coisas, várias das quais já foram debatidas ao longo dos comentários neste post e no artigo que indiquei.

    Defina “convenientemente” e “outras coisas”.

    A Teoria das hidro-placas explica TODAS as feições geológicas da Terra, incluindo fósseis (algo pelo qual a teoria das placas tectônicas não faz satisfatoriamente).
    Apenas alguns pontos isolados e fora do contexto (cometas e meteoros) ela explica com um certo grau de dúvida.

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    • Ana Silva says:

      Azetech:

      “Então encontrou-se água em marte? Em que quantidade?” A prova de que uma zona foi formada por acção da água não exige que essa água ainda esteja presenta hoje em dia, Azetech. Basta lembrar-se dos vales europeus criados por glaciares que hoje em dia não existem.

      Não sei confirmar se se encontrou ou não água em Marte. Mas encontraram-se em Marte formações geológicas muito semelhantes a formações geológicas terrestres “moldadas” pela água, como os “canyons” que o Azetech referiu e deltas.

      “Somente um desgaste RÁPIDO ocorrido com um fluxo da água intenso, poderia ter provocado tais erosões (como observamos constantemente na natureza).” Não me parece, Azetech. Também observamos erosões de desgaste lento.

      “A minha questão foi levantado a respeito das feições geológicas, mas sim sobre as camadas Estratigráficas. Se a mesma origina-se de forma gradual, (Milhões e milhões de anos), porque em Marte não possuímos camadas tão bem delineadas como aqui na Terra?”.

      Marte possui camadas estratigráficas Azetech, como pode confirmar com uma pesquisa rápida no Google (eu fi-lo utilizando a palavra chave “Stratigraphy in Mars”). Existem também fotografias tiradas por sondas em Marte (como a Viking, por exemplo).

      O que quer dizer. Azetech, com “camadas tão bem delineadas”? É que, pelo que pude perceber, várias fotografias de Marte apresentam camadas estratigráficas claramente distintas.

      O que impede a teoria das hidroplacas de ser considerada uma teoria científica não são pequenos pormenores, Azetech. Esta teoria está cheia de falhas importantes que não consegue realmente explicar cientificamente.

      Mesmo que se considere que a estrutura das duas placas com uma camada de água intermédia existia “porque sim”, existem muitos pormenores da teoria das hidroplacas que não são explicáveis cientificamente, vários das quais já foram aqui indicadas. Alguns exemplos são:
      1º – como é que a estrutura se mantem estável durante algumas centenas de anos antes do primeiro rombo.
      2º – características da água quando é libertada.
      3º – energia associada à libertação da água.
      4º – condições “meteorológicas” criadas pela libertação da água.
      5º – libertação de material para o Espaço, formação de asteroides e cometas e formação da cintura de asteroides.
      6º – formação de estruturas calcárias.
      7º – formação “rápida” (em perto de um ano) das estruturas geológicas terrestres (como as cadeias montanhosas dos Alpes e dos Himalaias e a crista oceânica do Atlântico).
      8º – quantidade de água final, após a estabilização da Terra.
      9º – formação de isótopos radioactivos.

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  54. Vamos lá a ver um desafio à ana, mats, jephsimple, azetech ou a quem quer que seja.

    Um argumento, mesmo muito pouco credível, que possa sustentar esta questão.

    Não vale é milagre.

    É batota.

    Eu atiro a toalha. Não consigo inventar nada.

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  55. Azetech says:

    Ana Silva

    A prova de que uma zona foi formada por acção da água não exige que essa água ainda esteja presenta hoje em dia, Azetech. Basta lembrar-se dos vales europeus criados por glaciares que hoje em dia não existem.

    Então a evidência que supostamente “prova” a existência de água em Marte NÃO É a água?
    Ana, com todo respeito a sua crença, mas quanto esta afirmação, sou 1.000% Cético.
    Só serei convencido que houve água em Marte se o mesmo for encontrado (e que não sejam resquícios de asteroides)

    Não me parece, Azetech. Também observamos erosões de desgaste lento.

    Porém as observações de erosões por desgastes lentos em riachos é acompanhado pelas erosões da CHUVA e VENTOS nos LEITOS , nivelando as margens, não deixando permanecer em forma de Canyons.
    Se um riacho transformou aquele Canyon em milhões e milhões de anos, sem o nivelamento das margens, isso significa que em milhões e milhões de anos não ventou e tão pouco choveu.

    Por um acaso para validar seu argumento, está a defender que no período da formação do Grand Canyon não houve-se chuva e nem ventos no local?

    Marte possui camadas estratigráficas Azetech, como pode confirmar com uma pesquisa rápida no Google (eu fi-lo utilizando a palavra chave “Stratigraphy in Mars”). Existem também fotografias tiradas por sondas em Marte (como a Viking, por exemplo).

    Ora, mas isso eu sei. Nunca duvidei EXISTIR camadas geológicas lá, até mesmo porque o planeta é formado por rochas diferenciadas e repleto de vulcões.

    Porém há uma diferença gritante entre as camadas estratigráficas de Marte (composto por erupções vulcânicas e formações rochosas) com as camadas da Terra (formado por água e sedimentos)
    A minha questão não foi a respeito de sua existência mas sim de sua CARACTERÍSTICA
    Perceba minha pergunta:

    Se a mesma origina-se de forma gradual, (Milhões e milhões de anos), porque em Marte não possuímos camadas tão bem delineadas como aqui na Terra?

    É que, pelo que pude perceber, várias fotografias de Marte apresentam camadas estratigráficas claramente distintas.

    Mas que existem camadas distintas isso eu também sei. Isso é óbvio pois o planeta não é composto por uma classe de rochas, e também não é isento de vulcões.

    O ponto que eu destaquei foi seu FORMATO LINEAR , algo visível APENAS na Terra.
    Se ambas as camadas tivessem o mesmo processo de formação (sedimentos + Vento + Tempo, muito tempo) as camadas de Marte seriam SEMELHANTES aos da Terra.
    Porém como vemos pelas imagens, elas não são.

    Esta diferença, como disse no comentário acima, deve-se porque os processos que sedimentações foram distintos (Aqui água e lá vulcões), e não semelhante, como afirmam (Aqui tempo+sedimentos, lá tempo + sedimentos)

    (..) existem muitos pormenores da teoria das hidroplacas que não são explicáveis cientificamente

    Deixe ver se entendi. então segundo a tua visão, se uma teoria não explica 100% dos eventos ela não é científica?
    Digo pois os pontos que abordou, (de 1 a 9 ) foram explicado pela teoria. Agora só porque não achaste uma explicativa em 100% ela não é científica?
    Por um acaso achas mesmo que a T.E e o Big Bang explicam tudo em 100%?
    Quer que faça uma lista?
    Só para a T.E, eu tenho de “bate e pronto” 550 questões não respondidas.
    Então se eu selecionar 9 destas 550, devo excluir a teoria toda?

    Ana, com todo respeito, a tua opinião é extremamente e visivelmente parcial. Tu utilizas sem nenhuma vergonha, dois pesos e duas medidas.
    Quando uma teoria não evolucionista não responde todas as questões, ela é a-científica
    Quando uma teoria evolucionista não responde todas as questões, é comum, pois a “ciência” está sempre a evoluir.

    De fato a tua opinião sobre o que é científico ou não, pelo nível de parcialidade que possui, é irrelevante.

    Observação: Se utilizar o mesmo rigor para determinar o que é científico ou não, para a teoria, amplamente embasado por evidências, chamado Teoria das hidroplacas, para as “suas” teorias científicas, com total certeza digo que não ficará UMA sem que seja descartado como científica (segundo tua visão)
    Como diz o Meu Senhor Jesus Cristo:

    Antes de tirar o cisco dos olhos do próximo, retire primeiramente a TRAVE que está em teus olhos

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    • Ana Silva says:

      Azetech:

      “Só serei convencido que houve água em Marte se o mesmo for encontrado (e que não sejam resquícios de asteroides).” Certo. Posso então deduzir que o Azetech não aceita a existência de vales europeus “construídos” pela acção de glaciares que já lá não estão.

      “As observações de erosões por desgastes lentos em riachos é acompanhado pelas erosões da CHUVA e VENTOS nos LEITOS , nivelando as margens, não deixando permanecer em forma de Canyons. Se um riacho transformou aquele Canyon em milhões e milhões de anos, sem o nivelamento das margens, isso significa que em milhões e milhões de anos não ventou e tão pouco choveu.”

      Olhe que não, Azetech. Eu encontro vários exemplos de estruturas geológicas que foram moldadas pelo vento e pela chuva que não são planas, mas sim bem escarpadas. Nos EUA existem também várias estruturas moldadas por agentes erosivos para lá do Gran Canyon. Não tenho dúvidas de que essas estruturas também existem no Brasil.

      “O ponto que eu destaquei foi seu FORMATO LINEAR , algo visível APENAS na Terra.” Não percebi o que quer dizer com “formato linear”.

      “Se ambas as camadas tivessem o mesmo processo de formação (sedimentos + Vento + Tempo, muito tempo) as camadas de Marte seriam SEMELHANTES aos da Terra.” Eu vi algumas fotografias de Marte. As camadas parecem ter, pelo menos a nível visual, muitas semelhanças com as terrestres.

      “Deixe ver se entendi. então segundo a tua visão, se uma teoria não explica 100% dos eventos ela não é científica?” Não, claro que não Azetech. Nenhuma teoria científica é 100% perfeita.

      O problema é que a teoria das hidroplacas “quebra” muitas leis naturais. A nível de transferência de energia, por exemplo. Para além disso teoria das hidroplacas exige a ocorrência de acontecimentos impossíveis (como a formação de asteroides, cometas e – descobri recentemente – até de isótopos radioactivos). Os nove pontos que lhe referi, Azetech, são exemplos de ocorrências absolutamente impossíveis ou de que não existem indícios de terem acontecido da forma descrita pela teoria das hidroplacas.

      Nota: Mas uma vez lembro-lhe, Azetech, que este debate está centrado na teoria das hidroplacas, e não na teoria da evolução ou no big-bang.

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      • Azetech says:

        Ana Silva

        Posso então deduzir que o Azetech não aceita a existência de vales europeus “construídos” pela acção de glaciares que já lá não estão.

        Eu aceito perfeitamente a existência dos vales Europeus. (Até mesmo porque são observáveis).
        Agora quando dizes que o mesmo originou-se pela “era” Glacial, em milhões e milhões de anos, discordo totalmente.

        Digo que os mesmos foram originados em um período curto em decorrência de uma enchente global.

        Olhe que não, Azetech. Eu encontro vários exemplos de estruturas geológicas que foram moldadas pelo vento e pela chuva que não são planas, mas sim bem escarpadas.

        Cite um.

        Nos EUA existem também várias estruturas moldadas por agentes erosivos para lá do Gran Canyon. Não tenho dúvidas de que essas estruturas também existem no Brasil.

        Ana, que existem estruturas em formatos escarpados, isso eu não tenho dúvida. Porém ao se presenciar a sua formação, todas as vezes é decorrente de uma “enxurrada” ou uma correnteza muito rápida, em um espaço muito curto de tempo.
        Se o mesmo fosse longo aos milhões e milhões de anos, a erosão das chuvas e dos ventos nivelariam os leitos.

        As camadas parecem ter, pelo menos a nível visual, muitas semelhanças com as terrestres.

        Ana, achar as camadas estratigráficas do Valles Marineris com a do Grand Canyon semelhantes, é o mesmo que achar o Sol e a lua iguais.
        As diferenças são nítidas. O Valles Marineris é uniforme, sem NENHUMA camada estratigráfica visível. É como se possuísse um bloco uniforme e partisse ao meio.
        Já o Grand Canyon possui camadas perfeitamente visualizadas, uma sobrepondo a outra. É como se tivesse um “sanduíche” de camadas e partisse ao meio.

        Creio que as camadas estratigráfica que analisaste em Marte foi referente as originadas por vulcões, onde os sedimentos são posicionado em camadas, um após o outro (dependendo da quantidade de erupções).
        Neste caso devo ressaltar que mesmo assim, a formação delas é RÁPIDA.

        O problema é que a teoria das hidroplacas “quebra” muitas leis naturais. A nível de transferência de energia, por exemplo.

        Descreva esta lei e diga onde ocorre a quebra.
        Até o presente momento não observei nenhuma quebra das leis naturais, pelo contrário, ela entra em harmonia.

        Porém a “teoria” do Big bang, está em um estágio muito pior, pois o mesmo fundamenta-se em “Leis físicas estranhas e desconhecidas” para iniciar, “quebrando” muitas leis naturais como por exemplo a 1º da Termodinânica, e o Momento Angular

        Mas com certeza estas quebras de leis não é nenhum problema para ti, não estou certo? Tu possui a convicção que o Big Bang é científico mesmo se chocando com muitas leis universais.

        Para além disso teoria das hidroplacas exige a ocorrência de acontecimentos impossíveis

        Na verdade não. A “teoria” evolutiva sim possui elementos impossíveis de ocorrer.

        Barrow e Tipler (Físicos evolucionistas ) no livro “The Antropic cosmological Principle” listaram 10 passos da ao longo do curso da evolução humana, cada um tão improvável que o outro, que antes de UM acontecer, o Sol deixaria seu estado e incineraria a Terra.

        Por exemplo, eles calcularam a probabilidade do genoma ter aparecido naturalmente algo entre 4 elevado a -180 elevado a 110.000 e 4 elevado a 360 elevado a 110.000.

        Tens noção o que isso significa?

        Mas com certeza estas improbabilidades não é nenhum problema para ti, não estou certo? Tu possui a convicção que o T.E é científica mesmo se mostrando impossível de acontecer.

        Nota: Mas uma vez lembro-lhe, Azetech, que este debate está centrado na teoria das hidroplacas, e não na teoria da evolução ou no big-bang.

        Não Ana, o Debate está centrado em tua PARCIALIDADE em definir o que é científico ou não de acordo com teu bel prazer.
        Novamente digo, se queres descredibilizar a Teoria das hidroplacas, chamando-a de a-científica devido os motivos que apresentaste, deverás jogar no lixo todas as teorias que acreditas ser verdadeira, visto que as inconsistências delas é um UNIVERSO, se comparado a “Lua” que é as “inconsistências” das Hidroplacas.

        Com outras palavras as falhas que as teorias naturalistas apresentam são infinitamente maiores. Mesmo com tantos cientistas crentes na evolução trabalhando arduamente sobre elas, não conseguem diminuir os problemas crassos que todas possuem.

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  56. Azetech:

    Newton afirmou que viu mais longe porque estava sentado em ombros de gigantes.

    As diversas ciências desde o século XVII até à data tem por métodos diferentes mas convergentes entre si chegado a evidências duma terra e universos muito antigos.

    A física, história, química, antropologia, astrofísica, biologia, semiótica, sociologia, biologia, geologia, vulcanismo, história da arte, egiptologia , etc e etc
    Concordam numa terra muito antiga. E nada de dilúvio há 4500 anos.

    Inclusivamente qualquer uma destas ciências pode demonstra, por métodos diferentes, a idade longa da terra.

    Se a terra tivesse 6000 anos e tivesse havido um dilúvio há 4500 todas as teorias científicas que temos estariam erradas. Em todas as áreas do saber. Só se salvava a matemática. E a história da matemática estava errada…..

    Ora isso leva-a duas hipóteses:

    Todos os cientistas, todas as universidade, todos os laboratórios estão ha duzentos anos a laborar no kesmo erro ? Todos is investigadires, os premios Nobel, os técnicos da nasa, do mit e de Harvard estão assim tão errados ?

    Todas as teorias científicas desde a relatividade, à egiptologia, geologia, etc estão erradas por milhares de milhões de anos ?

    Esta hipótese parece-me remota.

    Porque não se todos chegam à mesma conclusão admitir que muito dificilmente estarão todos errados e a chegarem, por meios tão diferentes a mesma conclusão ?

    Repara : se perguntares a um egiptologo sobre o diluvio ha 4500 ele diz que nessa altura estava a construir-se pirâmides.

    Se perguntares a um vulcanolgo se é possível que os vulcões conhecidos tenham apenas 6000 anos ele diz- te que não é possível.

    Um astrofísico diz te que a luz das estrelas demorou muito mais de 6000 anos a ca chegar.

    Um historiador fala-te de culturas com milhares de anos.

    Um biólogo diz te que se is fósseis das rochas sedimentares fossem todos vivos ao kesmo tempo nao havia oxigénio.

    Um físico diz te que se is elementos radioactivos decaissem mais rapido a terra derretia.

    E por ai fora.

    Para invalidares tudo isto terias de ter uma sólida formação em ciência eescrevere uma nova teoria .

    Oproblema que eu vejo é que cada ano que passa mais evidências se acumulam de terra antiga….

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    • Azetech says:

      João Melo

      As diversas ciências desde o século XVII até à data tem por métodos diferentes mas convergentes entre si chegado a evidências duma terra e universos muito antigos.

      João, fizeste um apelo a uma autoridade, porém não demonstraste objetivamente quais evidências são estas.
      Até o momento, falamos do C14, porém pelo que percebemos a mesma se estabelece em bases não empíricas, fundamentado exclusivamente em (Uniformitarianismo Atmosférico)

      A física, história, química, antropologia, astrofísica, biologia, semiótica, sociologia, biologia, geologia, vulcanismo, história da arte, egiptologia , etc e etc
      Concordam numa terra muito antiga. E nada de dilúvio há 4500 anos.

      Corrigindo, a física, história, química, antropologia, astrofísica, biologia, semiótica, sociologia, biologia, geologia, vulcanismo, história da arte, egiptologia , etc e etc EVOLUCIONISTAS concordam numa terra muito antiga e nada de dilúvio, porém a física, história, química, antropologia, astrofísica, biologia, semiótica, sociologia, biologia, geologia, vulcanismo, história da arte, egiptologia , etc e etc CRIACIONISTAS concordam com um dilúvio e nada de uma terra muito antiga.

      Teu equivoco é imaginar que o modelo que adotou como fé (Naturalismo), é a única explicativa das evidências encontradas. Tu ignoras deliberadamente o fato de haver “concorrência” para o tal (no caso a visão criacionista)

      Inclusivamente qualquer uma destas ciências pode demonstra, por métodos diferentes, a idade longa da terra.

      E dentro destas mesmas ciências, porém com a cosmovisão não evolucionista, é demonstrado, por métodos diferentes, a idade jovem da terra.

      Se a terra tivesse 6000 anos e tivesse havido um dilúvio há 4500 todas as teorias científicas que temos estariam erradas. Em todas as áreas do saber.

      Se for as áreas FILOSÓFICAS, com a cosmovisão naturalista darwinista, sim, estão todas erradas (não totalmente, pois existem alguns pontos em comum)

      Todos os cientistas, todas as universidade, todos os laboratórios estão ha duzentos anos a laborar no kesmo erro ? Todos is investigadires, os premios Nobel, os técnicos da nasa, do mit e de Harvard estão assim tão errados ?

      Vamos separar o joio do trigo. Uma coisa é a ciência filosófica outra coisa é a ciência operacional.
      Em teu comentário, aparentemente pareces confundir os conceitos.
      Tens alguma dúvida no que na ciência é operacional e empírico que na ciência é filosófico e histórico? Gostaria que te explicasse melhor?

      Todas as teorias científicas desde a relatividade, à egiptologia, geologia, etc estão erradas por milhares de milhões de anos ?

      Se tiverem o conceito evolucionista a priori (Fé), sim, estão errados.

      Repara : se perguntares a um egiptologo sobre o diluvio ha 4500 ele diz que nessa altura estava a construir-se pirâmides.

      Se o historiador possuir a fé evolucionista, certamente afirmará isso. Porém se demonstrar as arquiteturas Megalíticas (Puma Punku, Ballbeck, etc), assim como os artefatos “misteriosos” (Martelo de Kingoodie, instrumentos cirúrgicos de Lydite, etc..) com a visão embasada em fé que ele possui (Evolucionismo), ele terá de apelar para ET´s para que estas evidências façam sentido.

      Já para um historiador que descrê em Darwin, aceitando o fato da humanidade no princípio (Antes do dilúvio) possuir uma capacidade física e mental SUPERIORES aos de hoje, TODAS evidências se encaixariam perfeitamente (incluindo o dilúvio), sem a necessidade ao apelo de ET´s .

      Se perguntares a um vulcanolgo se é possível que os vulcões conhecidos tenham apenas 6000 anos ele diz- te que não é possível.

      Se o mesmo possuir a fé evolucionista, de fato dirá ser impossível. Porém se o mesmo descrer da evolução (e sua cronologia), dirá que os vulcões, em sua maioria surgiram DEPOIS do dilúvio.

      Um astrofísico diz te que a luz das estrelas demorou muito mais de 6000 anos a ca chegar.

      Se o astrofísico crer na explosão de um ponto que gerou todo universo, ele confundirá anos luz com tempo e dirá que 6000 anos é muito pouco. Porém se um astrofísico não possuir a fé no Big Bang, mas aceitar a criação especial, saberá que anos luz simboliza TAMANHO, e que a sua origem foi instantânea com uma idade aparente.

      Um historiador fala-te de culturas com milhares de anos.

      Na verdade a idade máxima COMPROVADA por documentos históricos é de 4000 anos. Além disso, é mera especulação.

      Um biólogo diz te que se is fósseis das rochas sedimentares fossem todos vivos ao kesmo tempo nao havia oxigénio.

      Não percebi este comentário.

      Um físico diz te que se is elementos radioactivos decaissem mais rapido a terra derretia.

      Logo logo debateremos dobre este tema.

      Para invalidares tudo isto terias de ter uma sólida formação em ciência eescrevere uma nova teoria .

      Se a ciência pelo qual se refere for a FILOSÓFICA com pressuposição evolucionista, de fato deverá modificar seus conceitos. porém se a mesma for OPERACIONAL, é indiferente visto que o empirismo científico independe se o universo e o mundo foi gerado em 100.000.000.000.000.000.000.000.000 de anos ou em 1 ano.

      Oproblema que eu vejo é que cada ano que passa mais evidências se acumulam de terra antiga….

      Ora, se de fato se acumula, mostre UMA. Até o presente momento as “evidências” que demonstraste, foi explanação de fé fundamentado em princípios incertos.

      Gostaria de iniciar o debate sobre a “Infalível”, “Perfeita” e “soberana” datação de rochas que tanto vocês se apegam para validar a vossa fé?

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  57. Queres uma evidência de terra antiga recorrendo apenas a ciência do século XIX?

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  58. E sem saíres de casa. Procura imagens de alta resolução de monumentos em granito datados:

    A piramide de gize cerca de 4500 anos. Muralhas romanas com cerca de 2000 anos.

    Vais ver as marcas de erosão mais avancadas na mais antiga.

    Compara com a erosão de montes graniticos.

    Compara agora pedras graníticas que estão expostas ao mar por milhares de anos : procura capela do senhor da pedra em Portugal.

    Que conclusão tiras ?

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  59. Fabiano says:

    As águas do dilúvio não foram pra lugar nenhum. Elas se acomodaram a nova topografia da terra. De que forma? Com os oceanos mais profundos, mais água caberia. Simples.

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  60. DeivisRs says:

    Já li uma revista de 1997 dizendo que a água que causou o dilúviu pode ter sido um derretimento violento das calotas polares devido a algum tipo de convulsão solar periódica,e que ainda não se normalizou totalmente e quando se normalizar vai ocorrer outra era glacial.E na mesma revista houve várias opiniões de cientistas estrangeiros podendo sugerir que a queda de um cometa carregado de água do tipo Ceres ou Vesta, caiu no polo norte da Terra destruindo a calota polar originando a super cratera depressão que há abaixo do polo norte do nosso planeta.As águas escoaram por toda o território da Ásia destruindo o solo hoje onde se encontra a Rússia,Casaquistão,Azerbajão,Afeganistão,Mongólia,China,parte do Oriente Médio e Àfrica do Norte e também América do Norte.Os níveis oceânicos eram muito mais baixos que os de hoje,prova disto são ruinas encontradas no fundo do mar Mediterrâneo,na costa da África Oriental,India e China sem contar os Sambaquis submersos a 90m de profundidade na costa oceânica do Brasil.Ainda a destruição de lagos de água doce por água salgada proveniente de oceanos na região de Israel,Jordânia,Grécia e Iraque.

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  61. michel says:

    Muito bom o seu blog, este tema do dilúvio é extremamente interessante só que eu nunca tinha vista nenhuma explicação científica plausível de onde veio a agua e para onde ela foi depois do dilúvio.
    A melhor explicação que eu ví até hoje e que corrobora com a bíblia é a teoria das Hidroplacas que parece que não é muito difundida no Brasil seria bom vocês fazerem uma matéria sobre este teoria.

    http://noticias.gospelprime.com.br/cientista-cristao-apresenta-novas-provas-do-diluvio-biblico/

    http://www.creationism.org/portuguese/DrHovindSem6_PT.txt

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  62. Daniel Rodrigues says:

    a água do diluvio não foi pra nem um lugar ela se transformou em três partes.. sólido,líquido e gasozo…

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  63. bacana says:

    falarão tanto, e não convenceram de nada .
    se Deus criou ” Adão e Eva” como os primeiros habitantes da terra.
    onde entram os animais pre-históricos . Que viverão há milhares de ano a traz ?

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    • Miguel says:

      Não há “animais pré-históricos”. Se vais fazer perguntas, ao menos tenta entender o que a Bíblia diz.

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  64. Antonio Emilio says:

    O diluvio existiu sim e as provas estão próximo a cidade de NUUK in GReenland Vejam as coordenadas do Google Earth 63.30840301513672, -54.589298248291016 .se ainda restarem duvidas Dobrem os joelhos e peçam uma orientação espiritual do criador.

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  65. Thiago says:

    Só pra acabar com a graça deste blog.
    Se ocorresse um dilúvio a nível mundial, nem mesmo as espécies resgatadas num navio conseguiriam sobreviver depois disso, pois as mudanças climáticas após o dilúvio seriam catastróficas, o planeta estaria quase totalmente esterilizado, sobreviveriam apenas bactérias e plantas marítimas resistentes.

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    • Lucas says:

      Se ocorresse um dilúvio a nível mundial, nem mesmo as espécies resgatadas num navio conseguiriam sobreviver depois disso, pois as mudanças climáticas após o dilúvio seriam catastróficas, o planeta estaria quase totalmente esterilizado, sobreviveriam apenas bactérias e plantas marítimas resistentes.

      TEns alguma evidência para esta tua posição de fé?

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    • Antonio says:

      Sim Tiago ! O diluvio existiu sim e as provas estão bem evidentes para quem tenha um pouco de habilidade para compreender !Veja as minhas fotos do google Earth proximo de Nuuk in Greenland !

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  66. Cientistas da Universidade de Alberta no Canadá descobriram uma molécula de água aprisionada num diamante, achado em Mato Grosso (Brasil), e depois de dois anos de estudos da tal molécula, que foi submetida aos mais modernos meios de análise, chegaram a conclusão no mês passado, 13.10.2014, que no interior da terra, de 400/600 km de profundidade, existe água para cobrir toda a face da terra.
    Até agora, só era possível detectar esta molécula em raras pedras vindas em meteoritos ou destroços de cometas.
    Este estudo foi transcrito na revista Nature, e está no meu site, no artigo “Dilúvio Universal”, e será acrescentado na reedição do meu livro “Fim dos Tempos: o Encoberto Descoberto.

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  67. jack says:

    Watchmaker, você tem noção do tamanho da arca? Você pensa que era apenas um barquinho de uns 2,5 m de altura e uns 5 m de comprimento? Pois você está enganado. Na arca caberia um prédio de 67 andares com cada andar possuindo 200 m2, ou então caberia 3.970 carros do modelo corsa ou seja quase 4000 corsas. O volume da arca era de aproximadamente 41.000 m3. Portanto, o espaço na arca era imenso. Compartilhando um video sobre o assunto: 4 – Os animais na arca. Criacionismo cientifico. …: http://youtu.be/wAGQvje8YxU

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  68. CG says:

    Amigo, o evereste cresce 6.1~ Metros/ano. Isso da 1500~ metros/26000 anos. Levando em conta que a arca de noé, para ser ”totalmente verdadeira”, seria necessaria a escrita para relatar os fatos,(vimos na historia de ‘300’, seria nescerraria mais de uma fonte para comprovar) a escrita surgiu a 6000~ anos. Logo, desde que a escrita foi inventada, o evereste cresceu apenas 350~ metros. Se quisermos tirar toda a credencial da historia, e dizer que quando aconteceu nao havia escrita, e esse ”fato” foi passado de boca a boca por milênios(oque abre MUITA vaga pra exageros) Se a arca de Noé tivesse acontecido a 26000, 52000 anos, o evereste ainda seria inacreditavelmente alto, pelo menos 5km de altura. Além de, outra coisa que ”prova” que a arca nao é um fato, existe uma estimativa de 8.7 Milhões de especies no nosso planeta, cerca de 2.2 milhões dessas especies sejam de criaturas marinhas, ainda haverias 6.5 milhões de de seres para botar na arca, levando em conta que são pares, 13 milhões dentro de um barco.

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    • Anderson says:

      CG,

      Tem algum problemas nas suas afirmações.
      Primeiro a história não registra todos os fatos. E muitos dos registros já se perderam pela ação do tempo, pelas guerras ou apropriações ilegais. Também não podemos nos basear na uniformidade de taxa de crescimento do monte Everest pois quem nos pode garantir que este sempre cresceu de maneira uniforme? Já que não existiram no passado eventos catastróficos que modificassem o relevo de nosso planeta de forma rápida e grandiosa? Se não foi o dilúvio, como há várias evidências que relatam, inclusive relatos de muitas tribos da antiguidade, então pode ter sido mais intensa atividade vulcânica (afinal, o planeta era mais “quente” no passado e tinha mais atividade vulcânica, necessária para o surgimento “espontâneo” da vida segundo a hipotética interpretação naturalista), pode ter sido também chuva de meteoros, e outros. Então, cuidado quando fizeres afirmações baseado em hipóteses e dados incompletos.
      Segundo é que tu considerou estimativas. Pelo mesmo motivo de antes, é impossível saber ao certo quantas eram as espécies no passado. Além do que, se Noé colocou na arca os animais, certamente eles eram os terrestres e os voadores, que não sobreviveriam ao dilúvio. Também temos que pensar que Noé não tinha necessidade de colocar animais adultos (maiores) na arca, ele poderia colocar filhotes.
      Sobre os seres aquáticos, não vemos talvez tantos porque dados os impactos no ecossistema que causou o dilúvio, então podemos também imaginar que não restaram tantos após ele. Considere tanto tempo de chuva, bloqueio do sol (40 dias), movimento das águas e da terra, e a desorientação que isso causou aos animais, também a morte dos seres mais básicos da cadeia alimentar, etc. Então é perfeitamente plausível que muitos dos grandes peixes tenham perecido, além de outras espécies que necessitavam de “CNTP” para sobreviverem.

      Abraços,

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  69. Se nos olharmos hoje para tudo que vemos no planeta com as novas descobertas fica claro que não podemos afirmar que existiu ou não ,embora não seja possível ter existido no tempo relatado ainda existe muita coisa que não sabemos. A agua do planeta pode sim ter sim
    ocupado uma boa parte da superfície da terra. Nos temos já confirmados estudos que afirmam que mais de 100 toneladas de objetos vindo do espaço “meteoros ,cometas etc.. caem na terra todo o ano . Esses objetos durante alguns milhões de anos podem alterar a força gravitacional e mudar a composição e a posição dos elementos como conhecemos hoje. A terra é muito sensível e qualquer pequena mudança de massa pode mudar também muita coisa. Alguns experts russos dizem que a terra funciona como uma espécie de maquina de lavar girando em torno do seu eixo e que os elementos como oxigênio hidrogênio ,ozônio etc ficam para cima de nos ,sem muita influencia na gravidade da terra ,mas outros elementos mais pesados como ferro ,cobre, chumbo, ouro e os mais pesados ficam mais para o centro da terra conforme a densidade década um. O oxigênio que fica acima junto com o hidrogênio formam agua H2O que é mais pesada e fica agarrada ao solo da terra aumentando ainda mais a gravidade. é bom lembrar que usamos o nosso ponto de vista para medir a gravidade e seus efeitos. Essa teoria da formação de agua na terra cobrindo o continente é aceita por alguns ,que acreditam que o nível dos mares subiram aproximadamente uns 30 ou 40n metros. Se assim foi , a agua deveria ser mais salgada e mais densa como no mar vermelho. e não seria possível navegar com os navios que temos hoje. e não poderia haver a Arca na forma de barcos normais como hoje.

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