A ciência médica depende da teoria da evolução?

MedicinaPode um médico fazer o seu trabalho de forma satisfatória sem que ele tenha fé na teoria da evolução? Algumas pessoas alegam que, sem um conhecimento aprofundado da teoria da evolução, o médico não está pronto para fazer o seu trabalho. Por exemplo, o geneticista Theodosius Dobzhansky alegou que “Nada na biologia faz sentido sem ser à luz da teoria da evolução“. O Dr. Charlie Webb (médico) afirmou que “A teoria da evolução é a base da biologia, e a biologia é a base da medicina. Quando se mexe com a teoria da evolução, está-se a mexer com algo importante.

Há alguns atrás o Dr. Michael Dini (professor de Biologia na “Texas Tech University”) tinha sentimentos tão fortes em torno deste assunto que se recusou a escrever cartas de recomendação para os estudantes de medicina que se recusavam a aceitar a teoria da evolução como um facto. De acordo com o seu site, “O tema unificador dentro da Biologia é a teoria da evolução [ed: não, não é], que inclui a micro e a macro-evolução (que se extende a TODAS as espécies). Como é que alguém que não aceita a mais importante teoria da Biologia pode desempenhar uma tarefa profissional que depende tanto da Biologia?“Para além disto, o Dr Dini afirmou que o estudante deve responder à pergunta “Como é que achas que a espécie humana se originou?” com uma referência sincera à teoria da evolução.

Apesar destas opiniões, muitos avanços na ciência médica foram feitos por cientistas que não aceitavam a teoria da evolução. Por exemplo, a crença de Louis Pasteur (Cristão) de que, na natureza, a vida biológica só poderia vir de outra vida biológica, levou à formulação da Lei da Biogénese, refutando assim a crença evolucionista da geração espontânea. As suas descobertas serviram de base para invenções tais como a pasteurização e a vacina contra a raiva e carbúnculo

Outros proeminentes criacionistas na área da medicina foram Joseph Lister (que foi pioneiro na promoção dos princípios da cirurgia anti-séptica), e o Dr. Raymond Damadian (inventor do scanner de ressonância magnética).

Dr. David Menton, que ensinou anatomia na “Washington University School of Medicine”, disse o seguinte sobre a relação entre a teoria da evolução e a medicina:

Estudo da MedicinaSe a teoria da evolução fosse colocada de parte, não haveria qualquer tipo de impacto negativo dentro da medicina uma vez que essa teoria não desempenha qualquer papel no ensino ou na práctica da mesma. Isto não quer dizer que não há profissionais de medicina que não subscrevem a teoria da evolução, ou que ela não é mencionada durante as palestras. De facto, de tempos a tempos ela é mencionada, mas pelas palestras que já participei, quando a teoria da evolução é mencionada, ela é citada de passagem – quase como uma confissão de fé – sem contribuir em nada para o tópico.

Os professores não podem perder muito tempo com a teoria da evolução uma vez que eles têm verdadeiro conhecimento médico para passar aos estudantes, e perder tempo com especulações evolutivas é um desperdício. Se removermos a teoria da evolução do nosso estudo, não há nada no domínio da ciência empírica que não pode ser feito de forma progressiva.

Acreditar na teoria da evolução não faz dum profissional um melhor médico. Pelo contrário, aceitar a teoria da evolução levanta uma questão básica: “Porque é que um evolucionista se tornaria num médico?”

Segundo o dogma evolutivo, a primeira forma de vida auto-organizou-se de modo espontâneo, e posteriormente (através das mutações e da selecção natural) lentamente começou a evoluir para um organismo mais complexo que, eventualmente, gerou o ser humano. O progresso evolutivo que aconteceu em todas etapas só pôde ocorrer quando os novos organismos venceram a competição com os organismos inferiores (isto é, os menos evoluídos) pelo acesso aos limitados recursos.

A chave para o sucesso evolutivo é a morte dos organismos inferiores.

Ir para uma escola médica dedicar a vida a ajudar os mais fracos entre nós (de modo a que eles possam sobreviver e continuar a competir pelos recursos existentes) é a última coisa que um evolucionista consistente faria. Do ponto de vista evolutivo, o homem nada mais é que um degrau na escada evolutiva, e um ser que está em evolução para algo “melhor”.

Médico e BebéSe o processo evolutivo é algo de bom, e ele formou o homem no processo de criar algo melhor no futuro, porque é que um evolucionista ajudaria os mais fracos a sobreviver? Não é a práctica da medicina um trabalho que é feito contra a força primária do progresso biológico? Se a evolução verdadeiramente é a chave para o progresso, então o médico interfere com o progresso evolutivo ao ajudar os “menos aptos” a sobreviver a se reproduzirem.

O próprio Darwin entendeu a contradição que existe entre a medicina e a teoria da evolução:

Com os selvagens, os fracos de corpo e mente são rapidamente eliminados; e aqueles que sobrevivem normalmente exibem um vigoroso estado de saúde. Por outro lado, nós homens civilizados, fazemos todos os possíveis para limitar o processo de eliminação: construímos asilos para os imbecis, os mutilados e os doentes; instalamos leis para os pobres; e os nossos homens dentro da medicina fazem todos os esforços para salvar a vida de todos até ao último momento.

Existem razões para acreditar que a vacinação preservou milhares com vida que, devido à sua fraca constituição, teriam sucumbido à varíola. Devido a isto, os membros mais fracos das sociedades civilizadas propagam o seu tipo.

Qualquer pessoa que já participou na criação de animais domésticos saberá que isto [a preservação dos mais fracos da sociedade através da medicina] deve ser altamente prejudicial para a raça humana. É surpreendente como a necessidade de cuidados, ou cuidados mal direccionados, leva à degeneração das raças domésticas; mas, exceptuando o caso do ser humano, ninguém é tão ignorante para permitir que os seus animais mais defeituosos se reproduzam.

MédicoA ajuda que nós sentimos necessidade de disponibilizar para os mais desamparados é em grande parte um resultado incidental no nosso instinto de simpatia, originalmente adquirido como parte dos instintos sociais, mas posteriormente prestados na maneira indicada previamente e de modo mais terno e mais amplamente difundida. Para além disso, nós não podemos controlar a nossa simpatia sem deteriorar a parte mais nobre da nossa natureza. . . . Nós temos, portanto, que suportar os inquestionáveis maus efeitos da sobrevivência e propagação dos mais fracos. 8

Portanto, a cosmovisão evolutiva não só é desnecessária para a práctica da medicina, como na verdade contrária à natureza humanitária da profissão médica.

A visão Bíblica explica a origem da doença e da morte como parte da Maldição que Deus instalou no universo como consequência da Queda. No entanto, Deus continua a ter um amor infinito pelo ser humano, permitindo que se desenvolvam esforços para aliviar o nosso sofrimento através da ciência médica. Quando o médico ajuda os carenciados, contrariamente ao que a teoria da evolução ensina ele não está a agir contra a força motora do progresso evolutivo, mas sim a reduzir os efeitos dum universo amaldiçoado como consequência do nosso pecado.

Conclusão:

Respondendo à pergunta que serve de título ao post, não existe motivo algum que justifique o ensino da ciência médica a um evolucionista. Um evolucionista coerente tem que ser contra a medicina uma vez que o propósito primário desta área é ajudar aqueles cuja existência e reprodução é – segundo o evolucionismo – danosa para a espécie humana como um todo.

Portanto, em vez do Dr Dini exigir que os seus alunos acreditem na teoria da evolução, ele tem que perguntar aos alunos evolucionistas o porquê deles quererem estudar medicina.

Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demónios: de graça recebestes, de graça dai.” – Mateus 10:8

Fonte

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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14 Responses to A ciência médica depende da teoria da evolução?

  1. Alexandre Garcez says:

    Vocês pecam demais nos conceitos científicos. O Darwinismo Social não é aceito cientificamente, foi duramente criticado pelo próprio Darwin, criticar ele não significa criticar a Teoria da Evolução, que é algo completamente diferente. Aconselho melhor pesquisa científica, leitura de artigos (em portais como o CAPES, BVS, etc) e um pouco menos de fontes Gospels, ou seja, já voltadas para cristãos e não pessoas entendidas de ciência.

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  2. Um médico que desconheça a T.E. é no mínimo aterrorizante para um doente. A primeira dúvida que me ocorria é se era médico ou homeopata ou coisa do género. E onde diabos é que se tinha formado. Para me passar umas receitas é como o outro.

    Não me ia abrir de certeza…..

    Um engenheiro não precisa de ter em conta a curvatura da terra para desenhar um prédio mas se não sabe que a terra é redonda….

    O médico para ter o grau tem de ter um certo número de conhecimentos em ciência. Conhecimentos que pode nem nunca ter de usar mas que tem de dominar matemática, biologia, história da medicina, etc e etc.

    Outra situação totalmente diferente é ele distinguir perfeitamente as suas crenças pessoais quando trabalha e numa situação religiosa apresentar crenças bizarras.

    Isso já é aceitável.

    Ao domingo na missa acredita que pão e o vinho se transubstanciam mas como médico sabe que um padre que tenha intolerância ao gluten tem de ter cuidado com as hóstias que transubstancia.

    Durante um culto evangélico acredita que a terra tem seis mil anos e que não evolução. Como médico sabe que não é assim.

    Agora se diz que hóstias com gluten como se transubstanciam não são um problema já a música é outra.

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    • Azetech says:

      João Melo

      Um médico que desconheça a T.E. é no mínimo aterrorizante para um doente.

      Creio que não. Mais aterrorizante para um doente seria este médico ser ateu, crendo que lama virou vida sozinho em um ambiente estéril, e amebas viraram seres humanos, consequentemente valorizando a vida tanto quanto se valoriza um pedaço de madeira.
      Isso sem dúvida seria atormentador🙂

      Observação: Isso sem contar se o paciente estiver, segundo a fé darwinista do médico, for classificado como um ser inferior (por exemplo um portador de deficiência física). Então além de ficar atormentado, ele ficaria preocupado, visto que se o médico precisar utilizar seus órgãos para salvar outro ser humano que segundo sua fé, considere mais evoluído, sem nenhum peso na consciência não hesitaria em fazer (Menguele que o diga)

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    • Azetech says:

      João Melo

      O médico para ter o grau tem de ter um certo número de conhecimentos em ciência. Conhecimentos que pode nem nunca ter de usar mas que tem de dominar matemática, biologia, história da medicina, etc e etc.

      Mas quem disse que a ciencia operacional, comprovada empiricamente, se equipara a ciencia filsófica sobre uma suposta origem humana?
      O que uma coisa tem a haver com outra?
      Está a confundir alhos com bugalhos.

      O Dr Marc Kirschner, (fundador do Departamento de Biologia Sistemática, na Universidade de Harvard) uma vez disse em uma entrevista no “Boston Globe” (23 de outubro 2005):

      “De fato, durante os últimos cem anos, praticamente toda a biologia progrediu independentemente da teoria da evolução, exceto a própria biologia evolucionária. A Biologia Molecular, a Bioquímica e a Fisiologia não tiveram em conta a teoria da evolução”

      O Dr. Skell, concordando com a afirmação acima disse na revista (Forbes 23 de fevereiro de 2009)

      “É o nosso conhecimento da operacionalidade das formas de vida – e não especulações sobre a forma como elas surgiram há milhões de anos – que é essencial para os médicos, veterinários, agricultores”

      Para ser honesto a fé na Teoria da Evolução impede o avanço científico, pois induzem erroneamente especialistas a crer em algo incorreto, como por exemplo a suposta inutilidade do Apêndice e Amígdalas (que até então, era crido, de acordo com a fé “evolucionária”, como órgãos vestigiais sem NENHUMA função no organismo)

      João, sinceramente levanto uma questão, és tão fanático nesta religião darwinista que não consegue enxergar os fatos, ou simplesmente ignora por vontade própria, tentando se enganar propositalmente?

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  3. A.Porto says:

    Darwin diante das suas das suas dúvidas tinha sempre na boca a frase:” não tenho dificuldade em acreditar…
    Isso é como dar de ombros a algo intransponível.
    Medicina independe da teoria da evolução.

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  4. Paulo says:

    Não consigo ver em que a Teoria da Evolução é útil para a medicina. Certamente qualquer médico formado tem conhecimento dela, mas o estudo da anatomia humana e as funções dos diversos órgãos me parece descomprometida com a T.E.

    Creio que pouco importa para quem está precisando de ajuda médica se evoluímos de animais simiescos ou se fomos criados. A não ser, é claro, que a vontade de viver e de ter propósito na vida pende mais para o lado de quem tem fé do que para quem acha que é produto do acaso.

    Antes da T.E. já existiam médicos muito competentes, comprometidos com o a saúde pública e que ajudaram a salvar milhares de vidas.

    Depois da T.E, surgiu um sentimento animalesco em muitos profissionais, que encaram muitas vezes seus pacientes como meros pedaços de carne, sem sentimentos, sem personalidade e às vezes como meras cobaias para novos experimentos.

    A meu ver, a T.E. não contribui em nada para a medicina, apenas deturpa o verdadeiro valor e significado da vida humana.

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    • Dalton says:

      A T.E. ocorre tão lentamente, segundo os cientistas, que é irrelevante ao médico conhecimento da mesma. Estudar o corpo inteiro é garantia de conteúdo eficaz para tratamento por uns bons milhares de anos, então não há razão pra médico ou qualquer biólogo se preocupar com T.E a não ser que seja pesquisador de T.E.

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  5. jephsimple says:

    Concordo com a irrelevância do neo darwinismo para a medicina.

    E concordando com o Dalton, com o Paulo …

    “A chave para o sucesso evolutivo é a morte dos organismos inferiores.”

    Essa afirmação é demasiada simplista, trivial por parte dos neo darwinistas.

    Eu acredito que exista sim competição entre os seres vivos, e que muitas vezes a lei do mais forte impera …

    Mas olhando de forma cuidadosa esse mundo “competitivo”, eu não entendo que os seres superiores ou mais adaptados vão eliminando naturalmente os “menos” adaptados” vistos como inferiores… O que eu vejo é um equilíbrio muito delicado neste mundo “competitivo”, o “predador” precisa da “caça” a “caça” do “predador”, esse equilíbrio pode eliminar indivíduos mas preservara as duas espécies, o desiquilíbrio para qqr lado a longo prazo pode manter um número alto de indivíduos mas vai acabar eliminando-os .

    Isso é só um exemplo, podemos citar uma mecânica por detrás deste mundo “competitivo”

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  6. Hezio says:

    A teoria da evolução está para a biologia assim como a matemática está para a engenharia. É perfeitamente possível exercer a engenharia sem a matemática, porque para quase tudo existe normas, tabelas, ábacos e gráficos que podem ser usados. São como receitas de bolo; faz assim que dá certo. Entretanto, um engenheiro assim não entenderá o que está fazendo. Apenas saberá que se usar aquele valor tabelado dará certo. Não será muito diferente de um mestre de obras. Você contrataria um engenheiro assim para desenvolver um projeto para você?
    Da mesma forma, um médico pode exercer a medicina sem conhecer bulhufas sobre a TE, vai saber muito de biologia, mas não vai entendê-la. Será que ele entenderá o motivo pelo qual um antibiótico com o tempo não fará mais efeito sobre certos agentes patológicos? Ou porquê a humanidade tem tantos problemas de coluna? Ou porque a obesidade é hoje um problema de saúde pública no mundo? Sem etender as causas sob um amplo espectro não haverá solução ou cura eficaz para quase nada. Eu dispenso os serviços de um médico assim!
    Tanto engenheiros que desprezam a matemática quanto médicos que desprezam a teoria da evolução para a sua formação não passarão de profissionais medíocres e incapazes de criar qualquer coisa; de inovar, de desenvolver novas metodologias, enfim, de produzir soluções criativas e eficazes para os próprios problemas profissionais que enfrentam.
    Essa história de dizer que “areditar na evolução não faz um médico melhor” e que não vale a pena perder tempo ensinando algo “inútil” expõe uma pofunda ignorância e desprezo para com a ciência. Teorias científicas não são algo para se acreditar ou desacreditar, a ciência não é um sistema de crenças. Também demonstra uma mentalidade pobre, onde prevalesce o caráter utilitarista das coisas; de que tudo tem que servir para um fim imediato, de preferência para ganhar dinheiro. Isto só contribui para formar aquelas pessoas que só conhecem o que está relacionado com a própria pofissão, sendo autênticos analfabetos em qualquer outro assunto.
    A teoria da evolução não deixará de ser importante e nem os agentes patológicos dixarão de evoluir porque contraria dogmas religiosos estabelecidos.

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    • jephsimple says:

      “Is evolution important to science?

      I asked John what he thought of the necessity of evolution for doing biological research.

      ‘Institutional science has systematically “evolutionized” every aspect of human thought. Contrary to popular thinking, this is not because evolution is central to all human understanding, but rather has arisen due to a primarily political and ideological process. Consequently, in the present intellectual climate, to reject evolutionary theory has the appearance of rejecting science itself. This is totally upside down.

      ‘An axiomatic statement often repeated by biologists is: “Nothing makes sense in biology, except in the light of evolution”. However, nothing could be further from the truth! I believe that apart from ideology, the truth is exactly the opposite: “Nothing makes sense in biology except in the light of design”.

      ‘We cannot really explain how any biological system might have “evolved”, but we can all see that virtually everything we look at has extraordinary underlying design .

      ‘I am not aware of any type of operational science (computer science, transportation, medicine, agriculture, engineering, etc.), which has benefited from evolutionary theory. But after the fact, real advances in science are systematically given an evolutionary spin. This reflects the pervasive politicization of science.'”

      John Sanford … ex evolucionista.

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      • philgeland says:

        There is a politicization of science but there is a politicization of religion either. The time is right for both sides to get a grip and have a real talk instead of insulting each other.

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  7. Hezio says:

    Rejeitar o conhecimento científico não é uma maneira muito inteligente de defender uma religião. Quem faz isso está simplesmente mostrando um comportamento tendencioso, ou seja; insinuando que só é útil aquela parte da ciência que não contraria suas crenças e seus dogmas religiosos. Existe sim um desiner na natureza, mas ele já é um velho conhecido dos biólogos; chama-se “seleção natural”. Ele explica de uma maneira muito mais coerente, consistente e e convincente todo o aparente projeto dos seres vivos.

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    • Mats says:

      A selecção natural, como o próprio nome indica, SELECCIONA; nada é criado com a selecção natural.

      https://darwinismo.wordpress.com/2012/06/23/o-papel-da-seleccao-natural-no-mundo-real/

      Rejeitar o conhecimento científico não é uma maneira muito inteligente de defender uma religião. Quem faz isso está simplesmente mostrando um comportamento tendencioso, ou seja; insinuando que só é útil aquela parte da ciência que não contraria suas crenças e seus dogmas religiosos.

      Concordo. Por isso é que blogues como este existem – para mostrar aos evolucionistas que “Rejeitar o conhecimento científico não é uma maneira muito inteligente de defender uma religião”. Pode ser que eles te leiam e ganhem juízo.

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