Escondendo as evidências contraditórias

Claramente, muitos evolucionistas ateus querem implantar algum tipo de censura no discurso científico uma vez que eles consideram o facto das evidências contra o naturalismo evolutivo estarem disponíveis ao público como algo insuportável para o seu sistema de crenças. Será que eles estão certos ao qualificarem o acesso às evidências como algo de perigoso para a teoria da evolução? Claramente, sim, e eu defendo que os estudantes tenham acesso às evidências contra e a favor da teoria da evolução (e não que recebam uma lavagem cerebral em favor da teoria da evolução).

Os evolucionistas censuram as evidências em favor da criação Bíblica e em favor da teoria científica de duas formas distintas que temos que entender:

* A primeira é a censura simples onde as apresentações honestas em favor do Criador, ou contra a teoria da evolução, são mantidas fora das escolas de um modo eficaz, geranro a impressão de que as únicas evidências que existem são aquelas que supostamente estão de acordo com a teoria da evolução.

CensuraSempre que se fica a saber que uma escola está a ensinar o Criacionismo ou o Design Inteligente, ou evidências contra o naturalismo ou contra a teoria da evolução, as organizações tais como a ACLU ameaçam as escolas com processos legais dispendiosos em termos de verbas e de tempo. (Os processos legais levados a cabo pela ACLU são subsidiados com o dinheiro dos contribuintes.) Normalmente, a ameaça é suficiente para que a escola recue. Se por acaso a escola se recusar a recuar, a ACLU avança com o processo legal e muitas vezes eles vencem.

Com a censura reforçada desta forma, se alguém tenciona disponibilizar evidências contra a teoria da evolução aos professores e aos estudantes, temos que permitir que Deus nos mostre como é que isto pode ser feito.

* Os evolucionistas superam também as evidências criando uma nova definição de ciência que torna a ciência e o naturalismo em coisas iguais, e as evidencias desnecessárias. Esta nova definição é: “A ciência é a busca por soluções naturais”, e as pessoas cuja religião é o naturalismo usam-na frequentemente.

Quando eu era criança, a ciência era a busca pela verdade e a mesma tinha que ser feita com experiências e observações que seguiam para onde quer que as evidências apontassem. A nova definição de “ciência”, que não tem qualquer interesse pela verdade, rejeita à priori todas as evidências que não estão de acordo com o naturalismo. Não interessa o quão convincentes sejam as evidências de que Deus criou o universo; se as evidências não estão de acordo com o naturalismo, então elas são declaradas “não-científicas”, e rejeitadas, apenas e só porque não estão de acordo com o naturalismo.

Esta nova definição não só é usada nos livros e nos planos escolares, mas também nos processos legais iniciados co o propósito de censurar críticas à teoria da evolução. O mais engraçado é que nem os próprios evolucionistas ateus aplicam esta definição de ciência de forma uniforme; eles só a aplicam nos casos onde os dados podem ser usados em favor do Criacionismo (ou da teoria do Design Inteligente) ou contra a teoria da evolução.

Esta definição é particularmente usada em questões que envolvem a origem da vida porque:

  • 1) Existe uma vasta gama de evidências que dão apoio à tese de que Deus criou a vida
  • 2) Não parecem existir evidências que suportem a proposição naturalista para a origem da vida.
  • 3) Mesmo que sejas um firme crente no naturalismo, ninguém te vai exigir que apliques essa crença às tuas conclusões em situações onde o designer inteligente é o ser humano (e não Deus). Como resultado, a tua ciência não será colocada em causa se tu seguires para onde te levam as evidências e rejeitares uma origem naturalista como explicação para a origem do teu carro ou do teu carrinho-de-mão. Se por acaso tu procurasses “explicações naturais” para o carro ou para o carrinho-de-mão, tornar-se-ia absurdamente ainda mais óbvio como esta nova definição de ciência é ridícula.

CruzO desejo forte e manifesto da elite naturalista é impedir que os alunos tenham a possibilidade de comparar as evidências em favor da posição que tem Deus como o Criador, com a posição que tem a natureza como a sua própria “criadora”. No fundo, no fundo, os ateus estão cientes de que se os estudantes tivessem a possibilidade de analisar as evidências sem os constrangimentos naturalistas, eles veriam claramente a Mão de Deus na génese da vida e do cosmos.

Se tu és uma ateu, pensa assim: se a teoria da evolução é assim tão suportada pelas evidências, porque é que os grupos de pressão evolucionistas não permitem que os estudantes vejam as evidências contra essa mesma teoria? Se uma pessoa tem confiança no que acredita, e sabe que o acredita está certo, porque é que essa pessoa usaria a censura para evitar críticas?

Fonte

* * * * * * *
A resposta mais ou menos padronizada dos militantes evolucionistas é alegar que se se vai ensinar o criacionismo Bíblico nas escolas, então tem que se ensinar todos os criacionismos que existem (o islâmico, o budista, etc). Esta não-resposta é mais uma tentativa de evitar o escrutínio da teoria da evolução porque:

1) Fazer currículos escolares onde são apresentadas evidências contra a teoria da evolução não implica que se ensine o Criacionismo Bíblico.
2) Da mesma forma que existem várias teorias Teístas sobre a origem da vida, também existem várias teorias evolucionistas sobre a origem da biodiversidade e origem da vida.  Porque é que, basicamente, só se ensina uma variação do evolucionismo?

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"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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27 Responses to Escondendo as evidências contraditórias

  1. nino carrico says:

    Mats voce e catolico ou protestante eu tenho essa duvida por favor nao delete

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  2. Mats :

    Fazes sempre confusão ente ID e YEC.

    O ID concorda com a premissas cientificas vigentes : TE, terra e universo muito antigos, etc e tal.

    A única particularidade que tem é que algumas estruturas biológicas parecem-lhes demasiados complexas para terem sido obra da selecção natural. Creem que em certos momentos haja uma intervenção inteligente.

    O YEC, que é o que tu defendes, é radicalmente contra o DI e o paradigma cientifico contemporâneo.

    Acreditam que o relato do gênesis é verdadeiro e postulam uma terra e universo com seis mil anos.

    Digamos que o ID apenas tem efeito em biologia. Todas as outras disciplinas cientificas são aceites pelos adeptos do ID. Não contestam a idade antiga da terra os fósseis com milhões de anos nem a História egípcia.

    Um professor de biologia pode perfeitamente abordar numa aula que há pessoas que tem esta crença. Como pode dar uma visão de YEC ou mitologia greco-romana.

    O problema está com o YEC.

    A posição YEC toca em todas as áreas da ciência. Penso que nos últimos 150 anos não há qualquer ramo da ciência que não seja contestado pelo YEC.

    Começa pela biologia, passa pela geologia, história, física, química, antropologia, astro-física, astronomia, geografia, geologia, semiótica e por aí fora. Penso que não qualquer ramo da ciência moderna que não colida com a posição YEC.

    Ora obrigar todos os professores de todas as disciplinas do secundário a fazerem menção ao YEC é que nem me parece prático.

    Obviamente que esta questão nem se levanta no ensino superior. Penso que nem tu propões que se vá levar o YEC ao ensino superior.

    Primeiro porque são poucas as pessoas que saibam que ainda há que acredite numa terra com seis mil anos.

    Depois há o problema de não haver uma ciência alternativa à que temos. Não há História YEC e História evolucionista.

    Há apenas História e pelos dados que temos nos últimos 200 anos não houve dilúvio universal.

    O paradigma da física é a relatividade e da biologia a T.E.

    Não há História, Física ou Biologia alternativas.

    É a ciência que temos.

    Há pontos menos esclarecidos ou mesmo não esclarecidos de todo em todos os ramos da ciência. As diversas ciências por cada resposta que dão levantam mil questões. É a própria natureza da ciência.

    Agora aflorar coisas como as hidroplacas ou os disparates que aquele senhor do video disse sobre a contaminação das amostras é que não cabem no ensino não é ?

    Claro que idealmente um estudante do ensino médio deverá ser capaz de infirmar estas coisas com bastante facilidade.

    Tu levantas sempre a questão da contaminação das amostras.

    A tua hipótese é :

    Não é possível usar os elementos instáveis para datar rochas porque os elementos filhos podem não ter sido resultado de decaimento mas de contaminação.

    Dados observáveis:

    Os elementos instáveis decaiem noutros elementos. Uns instáveis outros estáveis. A uma velocidade aparentemente fixa. As rochas ígneas foram fundidas e os elementos em estudo tem todos um ponto de fusão inferior aos da rocha envolvente mas muito diferentes entre si.
    Alguns elementos filhos aparecem incrustrados no elemento pai e tem dentro de si, os instáveis, também elementos filhos.
    Em certos casos pode-se além de contar os elementos filhos contar os traços de cada fissão individual.
    Os traços de fissão são consistentes com o decaimento esperado.
    Análises feitas por elementos diferentes, e com tempos de semi-vida, muito diferentes dão resultados consistentes entre si.
    Rochas diferentes apresentam valores diferentes mas consistentes dentro da mesma rocha.

    Ora a tua hipótese passa por tentar demonstrar que os elementos filhos (e netos) incrustrados no elemento pai podem ser melhor explicados por contaminação que por decaimento radioactivo.

    Como se tratam de elementos com características físicas e químicas muito diferentes uma vez derretidos não se vislumbra razão para que se juntem naturalmente. Logo se há uma contaminação sistemática e em proporções certas para cada rocha isso significa que os elementos filhos e netos estarão presentes em toda a rocha nas mesmas proporções entre si e em relação aos diversos isótopos desse elemento. Fora da presença do isótopo pai (ou pais) os filhos deverão aparecer espalhados pela rocha na mesma proporção e serem bastante comuns.

    Ora como isto não se comprova ficamos com a explicação mais simples e de acordo com as evidências.

    Os elementos filhos e netos, até prova em contrário, parecem ser resultado do decaimento de elementos instáveis. A existência dos traços de fissão vem reforçar esta certeza. A consistência de datações usando diferentes elementos com semi-vidas diferentes, e a consistência de todos os métodos de geocronologia que não se baseiam em datação radiométrica parecem indicar um grau bom de fiabilidade.

    No que respeita à constância ou não da velocidade a questão também não parece muito complexa.

    Para que os diversos métodos de datação deem resultados consistentes é necessária uma de duas coisas:

    Ou as velocidades sempre foram iguais

    Ou variaram no passado mas de tal modo que as análises actuais as dão como consistentes. Isso significa que no passado cada isótopo radioactivo tinha uma taxa diferente da actual mas de tal modo que mantenham os valores relativos entre si.
    Não tentei muito mas parece-me que há uma impossibilidade matemática. Aliás penso que ninguém apareceu com uma coisa assim.
    Há no entanto limites máximos para o decaimento.
    Não é nada provável que os traços de fissão, e portanto libertação de energia, tenham sido resultado de poucos milhares de anos. A energia daí resultante teria derretido a terra.

    Portanto, como vês, não há censura.

    Não há é ciência YEC para apresentar.

    O que é que tu dirias dum aluno do primeiro ano da licenciatura em física que não conseguisse demonstrar os erros básicos das hidroplacas ?

    Ou apontar os erros daquele simpático senhor que afirmava que os elementos iam escorrendo pelas pedras ?

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    • Mats says:

      Os elementos instáveis decaiem noutros elementos. Uns instáveis outros estáveis. A uma velocidade aparentemente fixa.

      “Aparentemente”? Mas não sabes se são ou não à uma velocidade fixa?

      Rochas diferentes apresentam valores diferentes mas consistentes dentro da mesma rocha.

      A sério?

      Ora a tua hipótese passa por tentar demonstrar que os elementos filhos (e netos) incrustrados no elemento pai podem ser melhor explicados por contaminação que por decaimento radioactivo.

      Não. A tua hipótese é que passa por justificar as crenças em relação aao decaimento dessas rochas.

      Os elementos filhos e netos, até prova em contrário, parecem ser resultado do decaimento de elementos instáveis. A existência dos traços de fissão vem reforçar esta certeza. A consistência de datações usando diferentes elementos com semi-vidas diferentes, e a consistência de todos os métodos de geocronologia que não se baseiam em datação radiométrica parecem indicar um grau bom de fiabilidade.

      Repito:

      No que respeita à constância ou não da velocidade a questão também não parece muito complexa.

      Para que os diversos métodos de datação deem resultados consistentes é necessária uma de duas coisas:

      Mas os resultados não são consistnetes.

      Ou as velocidades sempre foram iguais

      Vocês têm que provar isso.

      Ou variaram no passado mas de tal modo que as análises actuais as dão como consistentes.

      Mas elas não são consistentes.

      Portanto, como vês, não há censura.

      https://darwinismo.wordpress.com/2012/02/06/evolucionista-recorre-a-censura-como-forma-de-defender-a-sua-fe-em-darwin/

      Continuamos sem resposta às minhas perguntas.

      Essa velocidade é constante?
      Sempre foi constante?
      Qual era a quantidade original?
      Houve contaminação durante os anos?

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  3. Saga says:

    “Se tu és uma ateu, pensa assim: se a teoria da evolução é assim tão suportada pelas evidências, porque é que os grupos de pressão evolucionistas não permitem que os estudantes vejam as evidências contra essa mesma teoria? Se uma pessoa tem confiança no que acredita, e sabe que o acredita está certo, porque é que essa pessoa usaria a censura para evitar críticas?”

    Por que ele tem temem que os estudantes se tornem criacionistas ou DIzistas. Acham que uma vez que ambos lados tenham a liberdade se manifestar, os estudantes não irão aceitar o evolucionismo naturalista. É um sentimento de que a eficácia que a cosmovisão evolucionista alcançou não é gerada por ter argumentação superior e sim por ter o monopólio do jogo, se vendendo como a única opção e como dogma inquestionável do consenso de todas pessoas inteligentes. Ou seja, dependendo de doutrinação, marketing e de politica.

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  4. Mats:

    Já te respondi, com argumentos, que é muito improvável que a velocidade tenha sido diferente e quanto a improbabilidade dos resultados serem fruto de contaminação.

    Se vires bem não tens argumento nenhum em favor da contaminação e de outras velocidades no passado.

    Os valores que apresentas para fazerem algum sentido tens de mostrar como se chegou lá.

    Em ciência, ao contrário da religião, não basta afirmar que foi assim.

    Tens de demonstrar e mostrar todos os passos como se o leitor fosse uma loira burra.

    Assim são só algarismos que representam números.

    Se houve alguma medição que deu estes resultados temos de saber como foi feita, qual a metodologia, os instrumentos, em que época .

    Se houve medição deverá haver um trabalho por detrás.

    Ou foi algum amador ?

    É que faz bastante diferença. ….

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    • Mats says:

      João,

      Já te respondi, com argumentos, que é muito improvável que a velocidade tenha sido diferente e quanto a improbabilidade dos resultados serem fruto de contaminação.

      Dizer que é muito improvável não deixa de confirmar que é uma posição baseada na fé. Tu não sabes se é constante ou não. Tu IMAGINAS que é constante.

      Se vires bem não tens argumento nenhum em favor da contaminação e de outras velocidades no passado.

      Não preciso. Tu é que tens que garantir que não houve contaminação. Se houve, os vossos métodos de datação não funcionam.

      Os valores que apresentas para fazerem algum sentido tens de mostrar como se chegou lá.

      Usando os vossos métodos convencionasi de datação.

      Se houve alguma medição que deu estes resultados temos de saber como foi feita, qual a metodologia, os instrumentos, em que época .

      Exactamente a mesma metodologia usada para todas vossas datações normais.

      Resumindo,
      1) Não podes confirmar com toda a certeza que a taxa decaimento é constante.
      2) Não sabes a quantidade do produto original.
      3) Não sabes se houve ou não contaminação.

      Lembra-te: para cada uma das tuas afirmações (“a taxa é constante”, “a quantidade era tanto”, “não houve contaminação”) tens de ser capaz de oferecer algum tipo de dado que a confirme. Até agora, nem tu nem nenhum evolucionista foi capaz.

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  5. Mats:

    O melhor argumento foi a daquele vídeo. No entanto, como já demonstrei é fácil de rebater e de demonstrar que é altamente improvável.

    Como sempre te digo a “ciência” criacionista não precisa de muitos conhecimentos para se desmascarar.

    Lembra-te das hidroplacas….

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    • Mats says:

      Menos conhecimentos ainda são necessários para se ver o porquê dos vossos métodos de datação não funcionarem. Aliás, há muitos cientistas que afirmam isso mesmo. Se não fosse a censura, essa crença dos milhões de anos teria sido rejeitada há muito tempo.

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  6. Mats:

    Eu não digo que não possas eventualmente estar certo.

    O problema é que não explicas porquê.

    Os métodos tem sido usados com sucesso. Novos métodos mostram-se consistentes com estes.

    Parece , como já te demonstrei, altamente improvável que os isótopos sejam produtos de contaminação ou que as taxas de decaimento tenham sido diferentes.

    Nem percebo bem a tua dúvida.

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    • Mats says:

      João:

      Eu não digo que não possas eventualmente estar certo.

      O problema é que não explicas porquê.

      Mas eu estou a perguntar sobre o que vocês acreditam. Tu é que tens que dizer o porquê de achares que está certo em relação à datação, e justificares isso mesmo.

      Os métodos tem sido usados com sucesso. Novos métodos mostram-se consistentes com estes.

      Tu podes repetir isto quantas vezes quiseres, que eu coloco aqui a mesma imagem:


      A tua mentira não se torna verdade só porque a repetes várias vezes.

      Pior é que tens uma forma simples de evitar tudo isto: basta admitires que os vossos métodos de datação baseiam-se em crenças que não podem ser empiricamente confirmadas (como a quantidade inicial, a taxa de decaimento e a contaminação).

      Claro, ao reconheceres essas coisas, todo o vosso castelo de cartas cai por terra, mas isso já não é problema meu.

      Parece , como já te demonstrei, altamente improvável que os isótopos sejam produtos de contaminação ou que as taxas de decaimento tenham sido diferentes.

      “Parece” ? Então não sabes se houve ou não variação nas taxas, e nem sabes se houve contaminação.

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  7. Homem de Deus.

    Em ciência nunca se afirmam certezas absolutas.

    Diz-se que até evidências contrárias a 2 lei da termodinâmica parece aplicar-se sempre.

    Ninguém conseguiu um modelo que permita melhor explicar os dados por contaminação. Não há nenhum modelo que possa dar outras velocidades. Logo é lógico aceitar o que parece melhor fundamentado.

    E desculpa lá a insistência.

    Esses valores foram obtidos como ?

    Foram cumpridos os procedimentos? Em que epoca?

    Sem isso não se podem considerar os dados.

    A geocronologia tem protocolos apertados e procedimentos muito cuidadosos. Se não forem cumpridos sai asneira.

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    • Mats says:

      Homem de Deus.

      Em ciência nunca se afirmam certezas absolutas.

      Então a taxa de decaimento pode não ser constante, e pode ter havido contaminação. Como é que se pode saber?

      Diz-se que até evidências contrárias a 2 lei da termodinâmica parece aplicar-se sempre.

      Até evidências contrárias, vamos assumir que a datação evolucionista não funciona porque não há forma de saber se houve ou não contaminação, nem há forma de saber qual era a quantidade inicial de material radioactivo.

      Ninguém conseguiu um modelo que permita melhor explicar os dados por contaminação.

      Tu é que tens que dizer o porque de achares que bão houve contaminação.

      E desculpa lá a insistência.

      Esses valores foram obtidos como ?

      Com os vossos métodos de dação.

      A geocronologia tem protocolos apertados e procedimentos muito cuidadosos. Se não forem cumpridos sai asneira.

      Sem dúvida. Por isso é que as datas da datação variam tanto.

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  8. Azetech says:

    João Melo

    1) Não podes confirmar com toda a certeza que a taxa decaimento é constante.
    2) Não sabes a quantidade do produto original.
    3) Não sabes se houve ou não contaminação.)

    Se perceber, o mesmo questionamento que o Mats postou, foi o que fiz a algum tempo atrás no longo debate que tive com a Ana.
    Até hoje vocês (e os evolucionistas) não conseguiram demonstrar empiricamente que estas bases são verdadeiras, logo a “certeza” da idade de um determinado fóssil ou rocha que vocês possuem ao utilizar estes métodos, são puramente fundamentados em vossa fé.

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  9. Mats e azetech:

    É altamente improvável que os elementos filhos e netos surjam por contaminação.

    Já demonstrei antes que é fácil demonstrar que s presença destes e muito melhor eexplicada por decaimento que por uma eventual contaminação que nunca foi observada.

    Não há qualquer evidência de contaminação. As tentativas YEC de demonstrar que os resultados podem ser melhor explicados por contaminação não tem suporte em evidências. Aliás são facilmente refutaveis.

    As velocidades , como já expliquei, não podem ser ajustadas matematicamente para se adaptarem aos resultados. Nem tão rapidas que fundam a terra.

    Mats:

    Posso concluir que os números que indicas não tem qualquer suporte ?

    Claro que podem sempre dizer que de uma forma que ninguém possa observar e sem que haja qualquer evidência pode ter havido uma contaminação em quantidades constantes em cada rocha.

    É uma teoria da conspiração simpática.

    Podemos sempre dizer que a água da torneira tem uma droga dissolvida. Para cada análise negativa responde-se que não se pode provar a 100por cento que não haja lá a droga.

    Não é uma boa base para ciência.

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    • Azetech says:

      João Melo

      (..) eventual contaminação que nunca foi observada.

      Esta tua afirmação não procede. Contaminação de solo por elementos químicos pesados ocorre com um certa frequência hoje em dia, logo é observado empiricamente se analisado cientificamente.

      Quando alguns destes elementos entram em contato com a superf[icie do solo, a ação da chuva ou umidade os leva a “penetrar” em camadas inferiores (ultrapassando até mesmo camadas de rochas).
      Isso pode ocasionar contaminação do terreno (deixando-o infértil) ou até mesmo, contaminar os lençóis freáticos.
      Não faço esta afirmação embasado em achismos (como teu caso) mas em FATOS observados e comprovados.

      Isso revela que se as camadas estratigráficas originaram-se por LAMA em meio a um dilúvio universal, contaminação de camadas inferiores com elementos pesados de camadas superiores foram inevitáveis. Logo a vossa técnica que PRESSUPÕE (baseado na fé) não haver contaminação de elementos de camadas superiores, porém havendo o tal, os seus resultados iriam literalmente por “agua abaixo”.

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    • Azetech says:

      João Melo

      (…) Não há qualquer evidência de contaminação.

      Mas é claro que há (E evidência clara ainda por cima).
      O fato de haver mais elementos pesados (chumbo, argônio, etc..) em camadas inferiores do que em camadas superiores indicam que os mesmos foram “infiltrados” nas camadas abaixo.
      Se não houvesse contaminação, tanto camadas superiores como inferiores possuiriam as mesmas quantidades.

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    • Mats says:

      João Melo

      É altamente improvável que os elementos filhos e netos surjam por contaminação.

      Ninguém disse que surgem por contaminação. Tu tens que provar que não houve contaminação.

      Já demonstrei antes que é fácil demonstrar que s presença destes e muito melhor eexplicada por decaimento que por uma eventual contaminação que nunca foi observada.

      Nunca foi observado que não houve contaminação.

      Não há qualquer evidência de contaminação.

      Que tipo de evidências aceitarias? Voces mesmos dizem que há contaminação quando as datas não estão de acordo com as vossas expectativas.

      As tentativas YEC de demonstrar que os resultados podem ser melhor explicados por contaminação não tem suporte em evidências.

      Ninguém fez isso. O que nós queremos é que tu justifiques essas crenças que fazem parte da vossa “datação”.

      Mats:

      Posso concluir que os números que indicas não tem qualquer suporte ?

      Foram retiradas a partir dos vossos métodos de datação (aqueles cuja taxa de decaimento ninguém pode garantir. nem a quantidade inicial, e nem se houve ou não contaminação).

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  10. Azetech:

    Tens conhecimento de algum trabalho nesse sentido?

    É que tanto quanto eu saiba não há nenhum estudo que nos diga que haja maior concentração de elementos filhos e netos nas rochas mais antigas.

    Aparecem sim incrustados nos elementos pais. Como é de esperar no decaimento.

    Achas que se houvesse qualquer indício de contaminação o ICR não tinha feito análises e publicava os dados ?

    Repara que nem era complicado testar esta hipótese. Em rochas mais profundas o teor dos elementos filhos fora dos cristais seria similar aos valores encontrados no resto da rocha.

    Aparentemente, até evidências em contrário, os elementos filhos parecem provir do decaimento.

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    • Azetech says:

      João Melo

      É que tanto quanto eu saiba não há nenhum estudo que nos diga que haja maior concentração de elementos filhos e netos nas rochas mais antigas.

      Com esta tua afirmação, agora sou eu que levanto a questão: Tens conhecimento de como os métodos de datação radiométrica em rochas funcionam?

      As rochas ditas como “mais antigas” são aquelas pelas quais possuem maior concentração de elementos filhos e netos se comparados a seus elementos pais.
      As que possuem uma MENOR concentração, são tido como rochas jovens.

      Em resumo o método baseia-se na equivalência de concentração de isótopos pais e filhos. Quando maior a quantidade de isótopos filhos sobre os isótopos pais, segundo este método, maior é a idade da rocha.

      Aparecem sim incrustados nos elementos pais. Como é de esperar no decaimento.

      Não. Os elementos filhos não aparecem “incrustados” nos elementos pais, mas sim “incrustados” NA ROCHA pelo qual os elementos pais se localizam.

      Achas que se houvesse qualquer indício de contaminação o ICR não tinha feito análises e publicava os dados ?

      Como disse acima, O fato de haver mais elementos pesados (chumbo, argônio, etc..) em camadas de rochas inferiores do que em camadas superiores, são indícios que os mesmos foram “infiltrados” nas camadas abaixo.
      A evidência é a análise das rochas pelo qual possui mias elementos filhos em camadas profundas. (o que os levam a datar erroneamente como “mais velhas”)

      Em rochas mais profundas o teor dos elementos filhos fora dos cristais seria similar aos valores encontrados no resto da rocha.

      Que teor de elementos filhos “fora” dos cristais? Não há elementos filhos “fora” dos cristais, pelo simples motivo dos CRISTAIS serem OS PRÓPRIOS isótopos filhos (netos para ser mais específico).
      Com outras palavras, os cristais, segundo a crença, é o último estágio do decaimento radioativo.
      Ou seja, os isótopos pais “tornam-se” cristais (teoricamente) após seu decaimento.
      Não existe isótopos pais “presos” em cristais, visto que os cristais são, segundo a crença, os isótopos filhos (ou netos)

      Ah…. agora entendi teu equivoco…. tu confundes acreditando que cristais “enclausuraram” os isótopos pais.
      Isso explica a frase: “incrustados nos elementos pais” que utilizaste em teu comentário acima.

      Não, os elementos pais são encontrados incrustados nas rochas, “ao lado” dos isótopos filhos e dos cristais (que são os “netos”).

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  11. Mats:

    Quanto aos números que mostraste estamos de acordo que estão errados. Como não sabemos qual foi o método utilizado nem os instrumentos nem a época nem nada são irrelevantes.

    A tua posição é simples:

    Dizes que não se pode demonstrar a 100% uma preposição logo esta é falsa.

    Como não se pode demonstrar que todos os cisnes não tenham 8 asas logo há cisnes de 8 asas.

    Não é bem assim.

    Demonstrar uma negativa é impossível. Não te consigo demonstrar que não há uma civilização tecnológica na lua ou que o Elvis Presley não vive na Brandoa.

    O que te posso demonstrar é que é muito mais provável não haver qualquer civilização ou mesmo vida na lua e que é altamente improvável Elvis Presley estar vivo quanto mais na Brandoa.

    Na geocronologia temos de ponderar o que parece mais provável:

    1) Os diversos métodos, radiométricos ou não, são consistentes nos seus resultados. Com a passagem do tempo e inovação tecnológica tem-se refinado a qualidade dos dados. Um grande progresso foram as salas limpas que impedem contaminações da amostra.

    Estas datações são consistentes com as teorias da biologia, relatividade, cosmogenia, geologia, física, química e história.
    O decaimento radioactivo é estudado experimentalmente há mais de cem anos e é um mecanismo bem conhecido. A forma como os elemento decaiem, a forma como aparecem, o seu enclausuramento em elementos que lhe dão origem, as suas características químicas e físicas são bem conhecidas e aparecem onde devem aparecer por decaimento, nas quantidades previstas e até podemos contar os traços de fissão.

    No plano da física ou química não há qualquer explicação, fora do decaiemento radioactivo, para a sua origem e localização.

    A geocronologia é utilizada há décadas em institutos, universidades, empresas petrolíferas, empresas de mineração, na geologia, na biologia e em história. Centenas ou milhares de pessoas estão envolvidas diariamente e há décadas nesta área da ciência. Estes métodos tem sido refinados quer a nível de procedimentos quer a nível de instrumentos.

    Não surgiu no meio acadêmico ou empresarial qualquer questionamento quanto ao mecanismo básico.

    2) A geocronologia : dendrocronologia, decaimento de elementos instáveis, análise de sedimentos regulares, análise de gelos milenares, erosão da superfície, etc e etc estão todas erradas e dão todas resultados errados.

    Isto leva-nos a uma questão interessante:

    Para cientistas de áreas diferentes, utilizando métodos e ferramentas diferentes, chegarem a conclusões similares temos duas hipóteses:

    Ou há uma conspiração a nível mundial que abrange milhares de faculdades, a Nasa o MIT e a faculdade de ciências de Lisboa, as petrolíferas, os museus de História Natural e mais não sei quantos milhares de pessoas

    Ou os cientistas de todo o mundo tem uma sorte danada e chegam a esses resultados por acaso e sistematicamente.

    Francamente parece-me mais lógica a primeira hipótese.

    PS

    Agora é claro que em todas as medições há erros e fraudes. De certeza que no anedotário de qualquer laboratório haverá uma boa colecção de calinadas, contaminações, amostras trocadas e um sem número de disparates. Por isso é que os procedimentos são registados para qualquer pessoa poder confirmar os dados.

    PS2

    A datação por C14 é um poderoso instrumento forense para detectar fraudes em colecções.

    Se comprares um artefacto em madeira da II dinastia (até há alguns à venda) se os resultados de C14 forem inferiores a 4500 anos …..foste comido!

    Qualquer tribunal do mundo te aceita testes de C14 como evidência forense. Pouco importa que o vendedor alegue que nessa altura andava o bom do Noé a evitar cair nos escombros das hidroplacas…..

    Uma das técnicas de detectar carvão e produtos petrolíferos é datar as rochas. Achas que se houvesse qualquer fraude os CEO´s e accionistas das petroliferas e mineiras não tinham já apanhado a marosca ? Alguns até podem ser do Tea Party e defenderem o ensino do YEC.

    Nos assuntos sérios, que envolvem guita, não se fiam muito no ICR.

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    • Mats says:

      Mats:

      Quanto aos números que mostraste estamos de acordo que estão errados.

      Os datados com os métodos de datação que tu acreditas estão errados. Isso demonstra o quão fiável ela é.

      Como não sabemos qual foi o método utilizado nem os instrumentos nem a época nem nada são irrelevantes.

      Os mesmos de sempre

      A tua posição é simples:

      Dizes que não se pode demonstrar a 100% uma preposição logo esta é falsa.

      O que tu tens que fazer é justificar a tua fé nesses métodos de datação quando não se sabem coisas que são fundamentais para eles funcionarem.

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  12. Azetech says:

    João Melo

    Analisando teus comentários, começo a desconfiar se de fato entendes como o processo de datação ocorre na prática. Segundo pelo qual percebo em tuas palavras, a noção que tenho é que imaginas que os cientistas pegam uma rocha e analisam via microscópio, contando os elementos uma a um nos dedos.
    Não é nada disso que ocorre.
    O método na prática, de forma bem simplificada é assim:
    Pega-se duas amostras rocha, na mesma quantidade, da mesma camada estratigráfica, pelo qual deseja datar.
    Depois, as coloca separadamente em um “liquidificador”, transformando-as em uma “sopa” de rocha.
    Com as duas “sopas” separadas, coloca-se reagentes químicos para medir a quantidade de isótopos pais contidos em uma amostra, e a quantidade de isótopos filhos na outra.
    Com os resultados de ambos, adiciona-se a equação (onde foi formulado segundo as predisposições pelo qual eu e o Mats indicamos), e obtém-se (segundo a fé) a idade da rocha.

    Em suma, o método de datação, nada mais é do que a análise comparativa entre isótopos pais e filhos em uma “sopa” de lama. Ponto.

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  13. Mats,

    Este texto fala em escolas que ensinam evidências contra a teoria da evolução. Quais evidências? Dê exemplos.
    «apresentações honestas em favor do Criador» Quais? Dê exemplos (têm que ser honestas – mentiras e “quote mining” não contam).

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    • Mats says:

      Lê este blogue desde o início e deixa de ser preguiçosa.

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      • Azetech says:

        Mats

        LOL, A Maria Teodósio só pode estar brincadeira.

        O Teu blog trata especificamente em mostrar as evidências CONTRA a evolução e evidências a FAVOR do Deus bíblico e ela ainda pede para mostrar evidências? O.o?

        Como diz o ditado brasileiro: “é rir para não chorar”
        😀

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      • Mats, você conhece alguém que pode traduzir os dois videos deste site de geologia (link abaixo)? A página é fácil de compreender pelo Google Tradutor mas considero a tradução dos vídeos como fundamental para melhor compreensão desta questão de estratigrafia e formação das rochas. Segundo os experimentos, os extratos se formam lateralmente e não horizontamente, como se divulga. E se formam muito mais rápido do que se imagina.
        Penso que a tradução dos dois videos (link do lado esquerdo da página) lançaria ainda mais “lenha na fogueira”.
        http://www.sedimentology.fr/
        Aguardo teu parecer e o parecer do Azetech também pois vocês entendem destes assuntos muito mais que eu.

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