Era o monoteísmo a crença original da humanidade?

Por Roy L Hales

Biblia com LuzOs descrentes têm frequentemente ressalvado a exclusividade da herança Judaico-Cristã, mas as Sagradas Escrituras indicam que, no princípio, toda a humanidade conhecia o Criador. Quando Noé levou a cabo o sacrifício em Génesis 8:20-9:17 (imediatamente após o Dilúvio), toda a sua família – os antecessores de toda a humanidade – foi abençoada. Mais tarde, a humanidade fixou-se na Suméria onde construiu a Torre de Babel.

A tradição Judaica mantém que Deus ordenou que as pessoas se dispersassem e colonizassem toda a Terra mas a humanidade recusou-se. Como consequência, Deus dispersou-os.(1) Gerações posteriores do homem passaram a estar cada vez mais indiferentes ao Criador, tal como Romanos 1:21-24 descreve:

Porquanto, tendo conhecido a Deus, não O glorificaram como Deus, nem Lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos, e mudaram a glória do Deus incorruptível, em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Pelo que, também, Deus os entregou às concupiscências dos seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si.

O Criador escolheu uma só família para preservar a Sua adoração, mas mesmo quando esta família, mais tarde uma nação, veio a existir, ainda existiam profetas ao servio do monoteísmo original:

  • Quando Abraão se encontrava em Canaã, cruzou-se com Melquisedeque, o Sacerdote do Deus Altíssimo (Génesis 14:18-20);
  • Começando no capítulo 22 até ao capítulo 24, o Livro de Números descreve a forma como o profeta Balaão (da Síria ou do Irão (2)) foi consultado para amaldiçoar a descendência de Abraão pouco antes destes conquistarem Canaã.

Um estudo das numerosas tradições mundiais ecoa a ideia Escritural mencionada em cima de que, originalmente, toda a humanidade seguia o Senhor antes de enveredarem por outros caminhos. Existem muitas evidências que demonstram a perda do monoteísmo original, e a queda para o paganismo. As primordiais e principais civilizações letradas da Suméria, Egipto, Índia, China e México todas revelam sinais de haverem sido, no passado, monoteístas.

Algumas civilizações mais antigas de África, América do Norte e Japão exibiram a ideia Dum Deus Criador Único, mas para todo o propósito práctico, abandonaram a sua adoração em favor dos espíritos [ed: demónios]. No caso da Suméria, do Egipto, da Índia e do Méxio, esta viagem do monoteísmo para a adoração dos espíritos levou à adoração de muitos deuses.

MONOTEÍSMO NA SUMÉRIA, EGIPTO E ÍNDIA

As evidências em favor do monoteísmo original na Suméria, no Egipto e na Índia há já muito tempo que são conhecidas. Os arqueólogos já apuraram que, quanto mais eles recuam na história da Suméria, mais proeminente o deus do céu An se torna: devido a isto, muitos são levados a acreditar que ele era o deus único da Suméria.

Evidências em favor da adoração do “Deus Único” no Egipto são mais abundantes mas, ao mesmo tempo, mais confusas. Os hinos, tais como aquele que se segue, são abundantes na literatura Egípcia:

Um, o criador de todas as coisas, o Espírito, o Espírito oculto, o criador dos Espíritos. Ele existia no princípio, quando nada mais existia. Tudo o que foi criado, Ele criou depois de começar a existir. Ninguém sabe como O encontrar; o Seu nome é um mistério e é oculto. Os seus nomes são inumeráveis. Ele é a verdade, Ele vive na verdade, Ele é o rei da verdade. Ele é vida; através dele o homem vive; Ele dá a vida ao homem, Ele assoprou vida para as suas narinas. . . Ele mesmo é a existência; Ele não aumenta nem diminui. Ele criou o universo, o mundo. o que era, o que é, e o que ainda será … Ele ouve todos os que clamam a Ele, ele recompensa os seus servos; todos os que o reconhecem são conhecidos por Ele. Ele protege os seus seguidores.(4)

Perante uma tal abundância de deuses egípcios, muitos peritos colocaram a hipótese deles todos serem aspectos distintos “Do Tal”, ou se as variadas divindades se encontravam em competição para serem “O Tal”. (5) Do ponto de vista Bíblico, o conceito da Unidade Divina muito provavelmente permaneceu na cultura mesmo depois de estarem passados vários séculos após o abandono da adoração ao Deus verdadeiro.

A herança monoteísta da Índia está claramente manifesta na sua escritura mais antiga, o Rig Veda:

No princípio, quem nasceu? O Senhor, o Senhor Único de todas as coisas que existem, Aquele que criou a Terra, formou o céu, que dá vida e força, a quem os deuses de petição reverenciam como o DEUS ÚNICO. (6)

MONOTEÍSMO CHINÊS

Originalmente, os Chineses adoravam uma divindade cujo nome, Shang Ti, traduzido para português significa “O Senhor Supremo” ou “O Senhor do Céu”. (7) Todas as coisas foram feitas por Ele, todos os castigos e recompensas eram, invariavelmente, rastreáveis até Ele. (6) Uma análise das tradições daqueles dias, quando Ele era adorado, revela uma mistura de adoração aos espíritos e um reconhecimento do Criador não muito diferente daquele encontrado nos reinos de Israel e Judá.

A história de um homem, o imperador Ch’eng Tang (~ 1760 B.C.), destaca-se como algo muito parecido com as histórias Bíblicas. Ch’eng Tang viveu durante os últimos dias do último imperador da dinastia Hsia. Tang encontrava-se visivelmente perturbado pelos actos do seu rei, mas não tentou corrigi-lo sem antes receber um comando expresso proveniente do Céu. Foi então que uma voz veio até ele num sonho:

Ataca. Dar-te-ei toda a força que precisas; porque eu recebi do céu um mandato para ti. (9)

Foi então que Ch’eng Tang destruiu a dinastia Hsia e instalou-se como imperador.

No entanto, a sua consciência não se encontrava totalmente descansada, e por muitos anos Tang questionou-se se ele havia agido da forma correcta. Finalmente, uma seca grave veio sobre a sua terra, e Tang vestiu-se como se fosse se sacrificar, ao mesmo tempo que clamava a Deus para que “não destruas o meu povo por causa dos meus pecadosl” (10) Segundo se sabe, chuva caiu do céu nesse momento.

Ch’eng Tang pode ter seguido a Deus, da forma como ele O entendia, mas o seu exemplo é único nas crónicas Chinesas. As gerações que se seguiram deram uma atenção crescente às leis de Deus, ao mesmo tempo que se esqueciam da Sua Personalidade.

Confúcio (511-479 BC) ressalvou que, quer Deus exista ou não, a Sua adoração é benéfica para as pessoas. Foi durante o seu tempo que o título mais pessoal “Shang Ti” foi abandonado pelo mais impessoal “Tien” (Céu). (11)

MONOTEÍSMO NO MÉXICO ANTIGO

Os povos originais do México podem ter tido Um só Deus Criador. (“Peritos” variados questionam-se se Ele e a sua esposa eram entidades diferentes ou aspectos distintos do mesmo ser). Uma lenda conta a forma como Ele fez um jardim (ou uma cidade) com um Verão perpétuo e rios que fluíam. Posteriormente, Deus instalou uma árvore bonita bem no meio do jardim e ordenou aos deuses menores para não a tocarem.

Estes deuses menores desobedeceram-No e rasgaram tiras enormes da árvore no seu zelo de a desflorar. Como resultado, Deus lançou estes “deuses” para fora do jardim e deu-lhes várias tarefas para eles levarem a cabo. O primeiro casal de humanos também vivia no jardim, e foram também expulsos juntamente com estes “deuses” menores.(12)

O DEUS CRIADOR E OS VARIADOS ESPÍRITOS

A transição da sociedade monoteísta para uma que adora espíritos é ilustrada pelos variados povos antigos que ainda existem actualmente. O Povo Japonês de pele branca com o nome de Ainu, por exemplo, ainda adora o Deus Criador Único mas pensa que Ele está demasiado afastado para se interessar no ser humano; devido a isso, o povo Ainu lida com espíritos. (13)

Muitas tribos Índias Norte-Americanas acreditam que o Criador designou espíritos como intermediários entre o homem e Deus (14). As tribos Algonquin no Este do Canadá foram mais longe ao declarar que o Próprio Deus disse aos Índios para buscarem os espíritos. Esta alienação é provavelmente melhor expressa por um nativo da África Ocidental que descreve o Deus Criador da sua cultura:

Sim, Ele criou-nos, mas depois de nos ter criado, Ele abandonou-nos e não Se preocupa connosco. Porque é que nós nos preocuparíamos com Ele? Ele não nos ajuda nem nos prejudica. São os espíritos que nos podem prejudicar, e são eles quem nós tememos e com quem nós nos preocupamos.(15)

A ASCENSÃO DO PANTEÍSMO

Desde a adoração de muitos espíritos até a adoração de muitos deuses é um pequeno passo. Os Cananeus parece que estavam a meio deste processo com a sua adoração so deus supremo El ao lado de inúmeros deuses menores. O Egipto, a Suméria e a Índia todas tornaram-se culturas com muitos deuses. Os deuses do México são, aparentemente, incontáveis e são encontrados sob muitas formas e em muitas culturas. Os Chineses retiveram a ideia do Céu Único mas a vida da sua espiritualidade encontra-se no seu espiritismo e no seu ocultismo.

CONCLUSÃO:

Antigamente, todos os povos da Terra conheciam o Verdadeiro Deus, mas não O adoravam nos seus corações porque não O obedeciam. Tudo o que sobrou da sua crença ancestral são lendas. A verdadeira adoração foi transmitida até aos tempos modernos pelos descendentes de Abraão.

DeusNo entanto, mesmo quando Deus preservou a Sua adoração numa única família, em vias de se tornar numa nação, Ele não se esqueceu do resto da humanidade. Ele mesmo disse a Abraão, “na tua semente serão benditas todas as nações da Terra, porque obedeceste à Minha Voz” (Génesis 22:18). Dois mil anos mais tarde, o Próprio Deus andou na Terra sob a Forma dum Homem. Um dos seus mandamentos finais dados aos Seus discípulos centra-se nos descendentes daqueles que se desviaram Dele há imensas gerações atrás, “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura.” (Marcos 16:15)

Fonte: http://ow.ly/poEpg

NOTAS DE RODAPÉ.
1 Josephus, Antiquities of the Jews I. iv. 1.
2 The Companion Bible (KJV), (London: Samuel Bagster & Sons 1970) fn p. 212 re the whereabouts of Balaam’s hometown Pethor.
3 Rev. Wilhelm Schmitt, Primitive Revelation (St. Louis, Missouri, & London, England: Herder Book Co., 1939) pp.236-237.
4 E.A. Wallis Budge, Osiris (New Hyde Park, N.Y: University Books, 1961) p. 357.
5 Dr. Brugsch & Maspero as cited by Budge, p.140.
6 Rig Veda excerpt from Selwyn Gurney Champion & Dorothy Short, Readings from World Religions (Greenwhich, Conn., Fawcett Publ., 1951) pp. 26-27.
7 E. Allie and M. Frazer, Chinese and Japanese Religion (Philadelphia, Westminster Press, 1969) p.268.
8 Wing Tsit Chan, A Source Book in Chinese Philosophy (Princeton University Press, 1970) p.16.
S Joseph Campbell, The Masks of God: Oriental Mythology (Viking/Compass, N.Y., 1974) p.396.
10 Li Ung Be ng, Outlines of Chinese history (Peking, 1914) p.15.
11 Wing Tsit Chan, p.16.
12 Irene Nicholson, Mexican and Central American mythology (London, N.Y., Sydney, Toronto: Hamlynn Publications, 1967) pp.20,21 & Burr Cartwright Brundage, The Fifth Sun (Austin, Texas & London: University of Texas, 1979) pp.47, 48.
13 Rev. John Batchelor, The Ainu of Japan (London: The Religious Tract Society) p.252.
14 Schmitt pp.171-174 & Cottie Burland, North American Indian Anthology (London, N.Y., Sydney, Toronto: Hamlvnn Publ., 1965) pp.73, 103-106 & Diamond Jenness, The Faith of a Coast Salish Indian (B.C. Provincial Museum: Anthropology in B.C., Memoir 131 pp.35, 36.
15 Schmitt pp.171-174.
16 Nassau, Fetishism in West Africa pp. 36-37 as cited Budge p.369.

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38 Responses to Era o monoteísmo a crença original da humanidade?

  1. wiki: “de acordo com Schmidt, o monoteísmo é o mais antigo sistema religioso no mundo. Essa teoria tem sido pouco discutida e muito rejeitada nos meios acadêmicos.”

    Eu pessoalmente considero a crença nos deuses elementais (Sol, chuva, trovão) as mais antigas e esperadas de culturas tribais do mundo antigo. Não acredito no dilúvio, essa não é a questão, mas dados arqueológico sobre essas lendas remetem a muito antes da data que estimam sobre ele.
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    A religião ‘organizada’ mais antiga do mundo é o Hinduísmo. Quem garante é o teólogo Rafael Rodrigues da Silva, da Pontifícia Universidade Católica (PUC), de São Paulo. A disputa com as religiões do antigo Egito e o Zoroastrismo (surgido na Pérsia) é acirrada, mas a crença adotada por 80% da população da Índia ganha. Os primeiros textos sagrados do Hinduísmo, os Vedas, foram escritos há mais de 3 500 anos. As origens da religião, porém, têm raízes na pré-história.
    ————————————————————————————————————————-
    Antes da pré-história vamos ver a oficial religião mais antiga do mundo:
    Na primeira fase, chamada de Hinduísmo Védico, cultuava-se deuses tribais como Dyaus (deus do céu, deus supremo) que gerou outros deuses. Na segunda fase, a partir de adaptações de outras religiões, surgiu o Hinduísmo Bramânico que cultuava a trindade composta por Brahma (divindade da alma universal), Vishnu (divindade preservadora) e Shiva (divindade destruidora).
    Então está, ponto pra você, há um deus supremo gerando divindades menores na primeira versão da mais antiga religião – talvez possa ser interpretado como sendo os anjos? quem sabe…

    Mas tem a pré-história – existem tribos aborígenes de 50.000 anos com cultura e provavelmente crença em deuses elementais. Só que o povo aqui não aceita a pré-história como fato (quanto mais 50000 anos, pelo que vi aqui é criacionismo de terra-jovem), isso geraria uma discussão fora do contexto da reportagem, mas em fim – opinei.

    Mas de qualquer forma boa matéria – não concordo com a parte da interpretação religiosa ou do dilúvio porque sou ateu e sigo a ciência oficial, mas a matéria é boa em seu conteúdo analítico e histórico e é algo a se pensar – qual o modelo mais antigo de teísmo…

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    • Saga says:

      Se o Hinduísmo era a religião mais antiga, pois bem, originalmente o hinduísmo era monoteísta, alguns dizem que por trás de seu politeísmo panteísta atual ele seria monoteísta de essência até hoje, pois seus muitos deuses são diferentes formas da Trindade que é a manifestação do único Deus.

      Quanto a “pré-história”, já é dificil saber crenças religiosas de povos organizados, com escrita, templos e imagens, antes disso é quase impossivel

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    • Vinicius Monteiro says:

      Com relação a religião organizada, a primeira a existir foi a verdadeira, muito antes de os humanos existirem os anjos no céu já adoravam a Deus.
      Com relação ao dilúvio, sigamos a lógica, há muitas evidências da existência do dilúvio, por exemplo, praticamente todos os povos antigos têm uma lenda de que seus antepassados sobreviveram a um dilúvio global. Os pigmeus africanos, os celtas europeus, os incas sul-americanos — todos têm lendas similares, assim como os povos do Alasca, da Austrália, da China, da Índia, da Lituânia, do México, da Micronésia, da Nova Zelândia e de partes da América do Norte, para se mencionarem apenas algumas.
      Naturalmente, com o decorrer do tempo, as lendas foram embelezadas, mas todas elas incluem vários pormenores que indicam uma fonte comum da narrativa: Deus se irou com a iniquidade da humanidade. Ele causou um grande dilúvio. A humanidade, como um todo, foi destruída. Uns poucos justos, porém, foram preservados. Estes construíram uma embarcação em que humanos e animais foram salvos. No tempo devido, enviaram-se aves em busca de terra seca. Por fim, a embarcação pousou numa montanha. Os sobreviventes, quando desembarcaram, ofereceram um sacrifício. As semelhanças não podem ser meras coincidências.
      É de interesse notar que o caráter chinês para “navio” deriva da ideia de “oito pessoas numa embarcação”. Isto tem uma notável semelhança com o relato bíblico a respeito de Noé e sua família, oito pessoas, que sobreviveram ao Dilúvio numa arca.

      Além disso há os registros fósseis, em várias partes da terra foram encontrados restos de mamutes e de rinocerontes. Alguns destes foram encontrados em penhascos siberianos; outros foram preservados no gelo da Sibéria e do Alasca. De fato, alguns foram encontrados com alimento não digerido no estômago ou ainda não mastigado, nos dentes, indicando que morreram subitamente. Calcula-se, à base do comércio de presas de marfim, que se encontraram os ossos de dezenas de milhares de tais mamutes. Os restos fósseis de muitos outros animais, tais como leões, tigres, ursos e alces, foram encontrados nas mesmas camadas, indicando talvez que todas essas criaturas foram destruídas simultaneamente. Alguns têm indicado tais achados como prova física inequívoca duma rápida mudança no clima e duma destruição repentina causada por uma inundação universal.
      Cientistas russos conseguiram imagens detalhadas dos órgãos internos de um mamute. O animal — que tinha de 3 a 4 meses de idade quando morreu — foi encontrado intacto no gelo em Yamalo-Nenets, na região ártica russa. A tomografia computadorizada, similar à usada em humanos, mostrou que não havia lesões. Os cientistas chegaram à conclusão de que o animal provavelmente se afogou porque suas vias respiratórias e sistema digestivo estavam cheios com o que parece ser lodo. Também foram encontrados fósseis marinhos em montanhas elevadas.

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    • Vinicius Monteiro says:

      Também, o Rei Assurbanipal, da Assíria, que formou uma biblioteca de 22.000 tabuinhas de argila e outros textos, declarou: “Tive alegria na leitura de inscrições em pedra da época anterior ao dilúvio.” (Light From the Ancient Past, de J. Finegan, 1959, pp. 216, 217) Isto talvez se refira a certos relatos tradicionais a respeito do Dilúvio global, ou a registros assírios anteriores a alguma inundação local. Os únicos escritos sobre uma inundação encontrados nas ruínas do palácio de Assurbanipal são os do relato da inundação babilônica, que contém muita mitologia. Se os pagãos assírios realmente tinham algum relato ou escrito genuíno de antes do Dilúvio global não se pode determinar por enquanto, mas de qualquer forma menciona o dilúvio
      Como outro exemplo, considere a própria arca. A Bíblia descreve-a como embarcação de uns 133 metros de comprimento, com uma relação comprimento e altura de 10 por 1, e comprimento e largura de 6 por 1. Mas Noé não era construtor de navios. E, lembre-se, isso foi mais de 4.000 anos atrás! Todavia, a arca foi construída com proporções ideais para a sua função de grande caixa flutuante. De fato, modernos engenheiros navais sabem que proporções similares são próprias para a integridade e estabilidade estrutural em mar aberto. Muitos navios modernos têm proporções semelhantes, embora a escolha da relação comprimento-largura seja feita levando-se em conta a potência necessária para navegação. A arca, por sua vez, só precisava flutuar. Como deve ter sido seu desempenho?
      O modo como as embarcações reagem ao vento e às ondas é chamado de “comportamento no mar”, que também tem a ver com suas proporções. A Bíblia diz que o aguaceiro que originou o Dilúvio foi muito grande e também diz que Deus mais tarde fez com que soprasse um vento. (Gênesis 7:11, 12, 17-20; 8:1) As Escrituras não especificam a força do vento e das ondas, mas é provável que fossem muito fortes e instáveis, assim como podem ser hoje. Quanto mais o vento sopra e maior é a sua força, maior é a altura das ondas e a distância entre elas. Além disso, qualquer atividade sísmica poderia ter produzido ondas fortes.
      As proporções da arca contribuíram para a sua estabilidade, impedindo que ela emborcasse. Ela também foi projetada para suportar as forças que talvez a fizessem arfar em mar agitado. Esse movimento extremo — quando as ondas fazem uma extremidade da embarcação subir e depois descer abruptamente — seria muito desconfortável para as pessoas e os animais a bordo. Além disso, ele também exerce grande pressão numa embarcação. A estrutura tem de ser forte o suficiente para não envergar no meio quando grandes ondas suspendem ambas as extremidades ao mesmo tempo. Além disso, quando uma grande onda levanta uma embarcação no seu ponto central, deixando a proa e a popa suspensas, estas tendem a arquear. Deus disse a Noé que usasse uma proporção entre comprimento e altura de 10 por 1. Só mais tarde os construtores de navios aprenderiam a muito custo que essa relação permite suportar tais pressões.
      Bom acho que estes fatos são suficientes, além destes, existem muitos outros que comprovam a veracidade da Bíblia, e alguns nem precisamos de ir ao passado, nós estamos vendo.

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  2. Mats says:

    Quanto mais atrás nós viajamos no tempo, mas manifesto se torna que o politeísmo é uma desvirtuação do monoteísmo original. Isto está de perfeito acordo com a Palavra de Deus, e é (mais um) problema que os ateus têm que resolver (“Porque é que originalmente a humandade era monoteísta?”)

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    • Acho que temos problemas bem maiores para resolver, monoteísmo original não convence ninguém que era Deus ou Alá tal qual o politeísmo original não convence ninguém que Cronus, Zeus, Odin eram reais.
      ::Pessoalmente
      Aliás a existência de Deus nunca seria um problema pra mim, talvez até uma grande satisfação – haveria um ser para dar conforto a pessoas inocentes que sofreram a vida toda com as injustiças desse mundo que tinha tudo pra ser perfeito mas estragamos. Eu não tenho aquele ego inflado de neo-ateus, só não acredito, posso estar errado, não estou nem aí – pense logicamente, se Deus existe e me criou, me conhece melhor que eu mesmo, sabe minhas razões para ser ateu, sabe o que existe em minha mente – então pra que me preocupar em agradá-lo? vou me preocupar em seguir a minha natureza e minha forma de pensar que ele mesmo me deu – e ao contrário do que dizem, não tenho “alma vazia” nem vontade de me matar, kkk estou muito feliz do jeito que sou, com o conhecimento que desenvolvo e com o bem que já fiz a outras pessoas.

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      • Mats says:

        Acho que temos problemas bem maiores para resolver, monoteísmo original não convence ninguém que era Deus ou Alá tal qual o politeísmo original não convence ninguém que Cronus, Zeus, Odin eram reais.

        Se os evolucionistas dizem que a religião evoluiu do politeísmo para o monoteísmo, mas os dados históricos dizem exactamente o contrário, então, sim, isso é um problema grave para vocês. Isso coloca em causa toda a vossa capacidade e integridade na avaliação histórica.

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      • Os evolucionistas dizem que a religião evoluiu do politeísmo para o monoteísmo?? Ora, monoteísmo de qual povo? Politeísmo de que povo? Cada povo em seu canto criou seu próprio deus. Então havia vários povos monoteístas. Qual deus? Vocês criacionistas querem forçar a ideia de que se os povos eram monoteístas, então obviamente, eles acreditavam no mesmo “Deus” que está descrito na bíblia. Pra mim a conta é simples, a humanidade como um todo tinha vários deuses, mas cada povo isoladamente era monoteísta (se é que isso é verdade). O que isso prova? Nada, coisa alguma. Basta ver que existem povos monoteístas até hoje, mas de deuses diferentes. Basta ver o povo árabe que duvida com muita fé do seu “Deus” da bíblia e crê em Alá. E isso por que vocês acreditam que não existiram os homens das cavernas com seus deuses elementais. esses sim, tinham vários deuses.
        E essa é mais uma falácia criacionista que vive a inventar problemas insolúveis para os evolucionistas e para as pessoas como eu, que não acreditam nem numa coisa e nem noutra. E pelo verbo acreditar entenda-se, a ação de tomar algo como verdadeiro sem necessidade de provas.

        [[Muito bem. Agora lê o texto e tenta entender qual é o argumento lá presente. Depois disso, faz outro comentário. Mats]]

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      • jose domingos says:

        “se Deus existe e me criou, me conhece melhor que eu mesmo, sabe minhas razões para ser ateu, sabe o que existe em minha mente – então pra que me preocupar em agradá-lo?”

        É esse realmente o maior problema dos ateus! O Deus que os criou sabe perfeitamente porque os agrada a idéia de não existência Dele! Se ele não existe, então não existe prestação de Contas! E aí podemos pecar a vontade! como a minha natureza quer! Então irei racionalizar a não exisência de Deus, pra mim é melhor que Ele não exista! – Assim pensam os ateus, mesmo que queiram esconder esse pensamento de si mesmos!

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      • [[Muito bem. Agora lê o texto e tenta entender qual é o argumento lá presente. Depois disso, faz outro comentário. Mats]]

        Você não conseguiu (do alto da sua sabedoria) compreender um simples texto em que eu afirmo que:
        a suposta “prova” de que o monoteísmo era a crença original da humanidade não prova que o “DDDDDDeus” crido é o “DDDDDEus” que você julga existir?

        [[Não era essa a intenção do post. Vês como tu não leste o que tentaste comentar? Agora, volta a ler o texto e tenta refutar o que o texto diz. ]Esta é a tua segunda chance.]]

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      • Não interessa o que o seu texto vazio quer provar ou dizer. E sim o que TEM DE SER DITO.
        Eu disse o mesmo que escreveu o Jonatas Almeida da Silva:
        “(…) monoteísmo original não convence ninguém que era Deus ou Alá tal qual o politeísmo original não convence ninguém que Cronus, Zeus, Odin eram reais.”
        Assim como a sua bíblia também não convence que Jesus foi o Messias.
        O mais importante de tudo, que fere de morte o seu texto e que você SE ESQUIVA de comentar é que alguém só pode considerar que “o monoteísmo era a crença original da humanidade” se você varrer da história os homens das cavernas e “SEUS DEUSES” elementais. Apenas a sua fé sustenta a inexistência desses homens. Você já teve 2 chances também, caro pretensioso blogueiro!

        [[A minha fé e os dados históricos. Tens algo para contradizer isso para além de espumares da boca, raivoso?]]

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  3. Matts, mudei o domínio do meu blog, então peço que inclua ele novamente na central criacionista. Muito obrigado!
    http://questoesultimas.blogspot.com.br/

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  4. Sérgio Sodré says:

    Os dados históricos NÃO “dizem exatamente o contrário”, é preciso é ler o autores que não se baseiam basicamente na Bíblia… Não evidência conhecida entre os neandertais ou nos primeiros Cro-magnon que permita falar de monoteísmo… o que se começa conhecer aponta para a deusa-terra, o senhor das feras e forças da natureza sacralizadas, cultos dos mortos… E qual seria a religiosidade mais para trás com os pitecantropos, e os australopitecos… Decerto não começou com um Deus-criador único e transcendente….

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    • Mats says:

      Os dados históricos NÃO “dizem exatamente o contrário”, é preciso é ler o autores que não se baseiam basicamente na Bíblia…

      Quer se baseia na Bíblia ou não, o que interessa é que está de acordo com os dados: quanto mais atrás tu andas no tempo, mais se torna óbvio que o politeísmo é uma deturpação da crença monoteísta original.

      Não evidência conhecida entre os neandertais ou nos primeiros Cro-magnon que permita falar de monoteísmo

      O homem d cro-magnon era um homem normal.

      E qual seria a religiosidade mais para trás com os pitecantropos, e os australopitecos… Decerto não começou com um Deus-criador único e transcendente

      A usar a teoria da evolução para confirmar . . . a teoria da evolução? Quer dizer, eu não posso usar a Bíblia mas tu podes usar a tua teoria da evolução.
      Boa, Mike. E nem repitas o mantra de que “o consenso diz que sim, bla bla bla. Farto desse discurso andamos nós.

      FACTO: quanto mais atrás nós andamos no tempo, mais se nota que o monoteísmo era a crença original. Refuta esta posição, se fores capaz.

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      • Sérgio Sodré says:

        Se preferes ignorar a evidência fóssil dos australopitecos, pitecantropos, neandertais e apenas aceitas os cro-magnon é lá´contigo…,
        O grande estudioso das religiões Mircea Eliade (para mim o melhor que conheço) escreveu “como era de esperar, o pesquisador vê-se diante da ausência de documentos irrefutáveis ou da opacidade semântica de documentos cuja autenticidade parece assegurada” “a atividade espiritual… deixava traços frágeis… expressão de uma intencionalidade mágico-religiosa” “Devemos sempre levar em conta a multiplicidade de interpretações possíveis de um documento cuja intencionalidade mágico-religiosa é verosímil” etc…
        É mesmo assim, os sábios ficam na dúvida…,, para eles não há interpretações unívocas, .

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      • Mats says:

        Se preferes ignorar a evidência fóssil dos australopitecos, pitecantropos, neandertais e apenas aceitas os cro-magnon é lá´contigo…,

        Quais “evidências”? Aquelas que são revistas e contraditas por outros evolucionistas? O homem de Cro-Magnon era um homem normal. Só isso destrói as tuas teses.

        Mas o mais importante é não assumires a teoria da evolução no processo de demonstrares a teoria da evolução (ou um dos seus hilariantes postulados).

        O grande estudioso das religiões Mircea Eliade (para mim o melhor que conheço)

        Tu és livre para ter a tua opinião pessoal, tal o é o Mircea Eliade. Só que as vossas opiniões pessoais não anulam os factos: quanto mais recuados no tempo nos olhamos. mais o monoteísmo se afigura como a crença original da humanidade. Isto refuta as mentiras evolucionistas que alegam uma progressão do politeísmo para o monoteísmo.

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  5. Saga says:

    Essa matéria foi épica, um dos melhores daqui! De todos!

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  6. jose domingos says:

    O livro chamado “O Fator Melquisedec” corrobora com todas as idéias desse artigo. Neste livro tem até um capitulo sobre o comunismo na Russia que tbm usava o politeismo como base de sua teoria, e que foi refutada na propria Academia russa, mostrando que o monoteísmo foi a 1ª crença da humanidade! Só que essa refutação foi abafada, e os livros ainda continuam mostrando como verdade uma teoria refutada há mais de 200 anos!

    Quanto a esses alegadas ossadas de ancestrais do homem, eram apenas ossadas de descendentes de gigantes que moravam nas cavernas das regiões Edom, Moab, a Bíblia relata todos esses fatos!

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    • Sérgio Sodré says:

      José,
      “Ossadas de descendentes de gigantes”? Mas esses fósseis são de antepassados do homem atual muito mais PEQUENOS do que nós! Além de terem caraterísticas dos seus antepassados pré-humanos (que seriam ainda mais PEQUENOS do que eles).

      Mats,
      “O homem de Cro-Magnon era um homem normal. Só isso destrói as tuas teses.” Não porque se aceitas que era um homem tens de te lembrar que só entrou na Europa há 40.000 anos.

      Não acredito que tu dês ouvidos a estórias de australopitecos descendem de gigantes cavernícolas de Edom e Moab…, até o absurdo tem limites…

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      • Mats says:

        “O homem de Cro-Magnon era um homem normal. Só isso destrói as tuas teses.”

        Não porque se aceitas que era um homem tens de te lembrar que só entrou na Europa há 40.000 anos.

        Seu eu pensasse como um evolucionista, sim.

        Não acredito que tu dês ouvidos a estórias de australopitecos descendem de gigantes cavernícolas de Edom e Moab…, até o absurdo tem limites…

        Palavras interessantes para quem defende que répteis como o dinossauro evoluíram para colibris.

        “Até o absurdo tem limites”.

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      • Azetech says:

        Palavras interessantes para quem defende que répteis como o dinossauro evoluíram para colibris.
        “Até o absurdo tem limites”.

        LOL😀

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      • Sérgio Sodré says:

        “Palavras interessantes para quem defende que répteis como o dinossauro evoluíram para colibris.” (Mats)

        Há o pequeno pormenor do efeito de muitas dezenas de milhões de anos… ausente nos gigantes bíblicos….

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      • Mats says:

        Há o pequeno pormenor do efeito de muitas dezenas de milhões de anos… ausente nos gigantes bíblicos….

        Não tens o Gigante Criador mas tens o tempo-gigante. Ou seja, para ti, o tempo é o teu deus. Aquilo que a natureza não consegue fazer, o tempo faz.

        “Até o absurdo tem limites”.

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  7. jephsimple says:

    A escravidão humana ao seu próprio ego é como um câncer,muitos tem e não sabem ,outros já descobriram e estão tratando,outros ainda vão descobrir e vão escolher se querem tratar ou não. E esses que se recusarem a se tratar, quando quiser se tratar será tarde demais.

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  8. Sérgio Sodré says:

    “As evidências em favor do monoteísmo original na Suméria… há já muito tempo que são conhecidas. Os arqueólogos já apuraram que, quanto mais eles recuam na história da Suméria, mais proeminente o Deus do céu An se torna: devido a isto, muitos são levados a acreditar que ele era o Deus único da Suméria” (no texto)

    É falso. Os primeiros textos sumérios dão a primazia à Deusa Nammu (que designa o “mar primordial”) apresentada como “a mãe que gerou o Céu e a Terra) e a “avô que deu à luz todos os Deuses”.
    Nammu gerou por partenogénese o primeiro casal An (Céu) e Ki (Terra) de cuja união resultou En-lil (o Deus da atmosfera), este separou os seus pais: o Deus An levou o Céu para o alto e En-lil levou consigo a sua mãe, Ki a Terra.
    Por muito relevante que fosse An ele era um produto de Nammu e não “o Deus único da Suméria”..

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    • Mats says:

      Evidências?

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      • Sérgio Sodré says:

        “História das Ideias e Crenças Religiosas” (3 volumes) de Mircea Eliade, que foi o mais reputado historiador das religiões do seu tempo. “O mito do eterno retorno” e “o sagrado e o profano” são duas obras de grande impacto internacional, entre o muito que investigou e publicou…

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      • Mats says:

        Tu deverias ler melhor o que Mircea disse:

        “The High God
        See also: Sky father and Deus otiosus

        According to some “evolutionistic” theories of religion, especially that of Edward Burnett Tylor, cultures naturally progress from animism and polytheism to monotheism.[120] According to this view, more advanced cultures should be more monotheistic, and more primitive cultures should be more polytheistic. However, many of the most “primitive”, pre-agricultural societies believe in a supreme sky-god.[121] Thus, according to Eliade, post-19th-century scholars have rejected Tylor’s theory of evolution from animism.[122] Based on the discovery of supreme sky-gods among “primitives”, Eliade suspects that the earliest humans worshiped a heavenly Supreme Being.[123] In Patterns in Comparative Religion, he writes, “The most popular prayer in the world is addressed to ‘Our Father who art in heaven.’ It is possible that man’s earliest prayers were addressed to the same heavenly father.”[124]

        http://en.wikipedia.org/wiki/Mircea_Eliade#The_High_God

        Ou seja, ele confirma o que o texto diz: quanto mais atrás tu navegas no tempo, mais óbvio se torna o facto da crença original ter sido o monoteismo.

        Qual é a sensação de tu usares uma fonte que confirma exactamente o contrário do que tu tencionavas?

        Sinceramente.

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      • “Tu deverias ler melhor e que Mircea disse” “Sky father” (Mats)

        Passei por cima desta tua intervenção que só agora li… A questão do Deus do Céu em Mircea Eliade já foi por mim tratada antes.

        Simplesmente, o Deus do Céu NÃO É o Deus-criador transcendente…, mitos até explicam como Ele surgiu. como eu também já tinha escrito com base nos estudos de Mircea.

        O teu “sinceramente” foi prematuro…

        [[O post fala em refutar a noção evolucionista de que politeismo evoluiu para monoteísmo. As evidências DAS TUAS FONTES dizem exactamente o contrário. Eu nem me lembro de ter falado especificamente do Deus Transcendente (embora seja essa a melhor explicação para a crença original monoteísta da humanidade.

        Além disso, o “Deus do Céu” pode muito bem ser interpretado como o Deus Transcendente, Eterno, Sobrenatural. Portanto, o meu sinceramente foi ajustado.

        Repito: as evidências demonstram que a humanidade evoluiu do monoteísmo para o politeísmo, EXACTAMENTE O CONTRÁRIO do que a teoria da evolução alega.]]

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      • o “Deus do Céu” pode muito bem ser interpretado como o Deus Transcendente, Eterno, Sobrenatural.(Mats)

        Não vou contrapor o que escreveste a mais.. Apenas gostaria de defender que, nesses tempos primitivos, os homens olhavam para o Céu e este era aquilo que viam (a Abóbada Celeste), era algo de tão concreto quanto a Terra, o Trovão, o Mar… Por isso imaginavam o acasalamento entre o Deus Céu e a Deusa Terra, por exemplo… O Sobrenatural, o Transcendente eram ainda meras abstrações…, mas não vou insistir neste ponto, só me parece isso mais lógico e menos anacrónico.
        .

        [[ A noção de “tempos primitivos” (e por implicação, pessoas primitivas), é uma crença evolutiva, e a validade da teoria da evolução é o que está em causa.

        Tu não sabes a forma como os homens antigos pensavam quando olhavam para o céu; tu ASSUMES que era assim que eles pensavam. Mas repito, o que interessa reter aqui é que os dados históricos contradizem a tese evolutiva de que o politeísmo evoluiu para monoteismo uma vez que os dados revelam exactamente o contrário.]]

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  9. jephsimple says:

    “Há o pequeno pormenor do efeito de muitas dezenas de milhões de anos… ausente nos gigantes bíblicos….”

    Tens certeza que o tempo resolve ? Pois não seria o tempo uma problemática? Estás a dizer que certas adaptações demoram milhões de anos para surgirem???

    Opa!!! Como vais lidar com a complexidade irredutível dos cetáceos? Façamos assim:

    http://jephmeuspensamentos.wordpress.com/2013/10/03/como-solucionar-a-explosao-cambriana-acelere-o-velocimetro-evolucionario/

    Como sempre os dados estão SEMPRE errados… até pq a TE é um fato!

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  10. Azetech says:

    Existe um vídeo muito interessante sobre o assunto do abordado neste post:

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  11. Aliás, Sr, Mats, o senhor deveria ser honesto e admitir que o seu blog é, e por conseguinte, todos os seus “artigos”, FALACIOSOS, isso se levarmos em consideração que a finalidade de cada artigo que o senhor publica é a de provar que se a teoria da evolução está errada, temos, imediatamente que concluir que o “D’us” da bíblia existe. Ou o senhor vai negar essa falácia?


    [[Mats fala: O argumento do mal usado pelos evolucionistas tem o propósito contrário – “mostrar” que se o mal existe, então Deus não existe. O argumento do “mau design” usado pelos evolucionistas também tem o mesmo propósito – se existe “mau design”, então não foi Deus quem o fez, e logo a evolução está correcta. Se se pode usar este tipo de argumento em favor da evolução, então também se pode fazer o inverso.]]

    Seja honesto e admita que é essa a conclusão a que TODOS os seus artigos querem induzir.
    Provar que a teoria da evolução está errada não conduz imediatamente à conclusão de que “Deus” existe. É o famoso falso dilema. Falácia pura.


    [[Mats fala: Mas provar que existe “mau design” prova logo que Deus não existe, certo? Portanto, o bom design não pode ser usado a favor de Deus, mas o mau design já pode ser usado contra Ele. Vocês evolucionistas são uma piada. ]]

    Lembre-se de que o ônus de provar que o tal ente existe é de quem alega a sua existência e isso JAMAIS MUDARÁ.

    [[Mats fala: Quem afirma que Ele existe tem que provar, e quem afirma que Ele não existe também. ]]

    Todos os seus artigos, portanto, são marginais.
    Você já escreveu isso no seu blog:
    “Se uma pessoa sete o amor, a misericórdia e a graça que Deus gratuitamente dá a quem aceitar a Sua Salvação, Ele irá reformar a sua alma, alterando a forma como ele pensa e age.
    A pessoa que experimentou o dom de Deus que é a Salvação e a liberdade perante a escravatura do pecado, Deus reforma a sua alma e essa pessoa apercebe-se que escravizar outras pessoas contra a sua vontade está errado. A pessoa que, de modo genuíno, experimentou a graça de Deus, será, por sua vez, graciosa para com os outros. Essa é a prescrição Bíblica para acabar com a escravatura.”

    Vejamos… a graça que “Deus” dá… experimentação do “dom de Deus” que é a “Salvação”… alma…. “graça de Deus”… tudo isso tem comprovação científica não??

    [[Mats fala: Eu nunca disse que tinha, e ainda bem que não tem porque isso não são coisas do domínio científico (como a moral e a estética também não são, por exemplo). ]].

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  12. Jobson Alves says:

    ´É importante lembrar também que o Egito teve seu momento de monoteísmo quando um Faraó com o objetivo de evitar tantos sacrifícios institui a adoração ao deus atom entretanto esse momento só durou até a chegada do seu sucesso que fez retornar o egito ao politeismo.

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  13. Fábio Choi says:

    Ótimo texto, parabéns ao site. Há um interessante vídeo de uma palestra sobre o tema. Abraços Mats.
    God in Ancient China

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  14. Matéria lacradora, hein?
    Ainda assim tem “àtoa” pra se fazer de desentendido aqui, ou será que é dissimulação mesmo?

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