Como funcionam os “métodos de datação”

Mamute Datação

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"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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10 Responses to Como funcionam os “métodos de datação”

  1. Os mamutes não viveram há milhões de anos. E há seis mil anos ainda havia mamutes….

    Aliás não estão mineralizados como seria o esperado se tivessem milhões de anos. Estão congelados.

    A legenda teria de ser ao contrário.

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  2. Vitor Silva says:

    Apenas mais um exemplo de um argumento circular, cortesia do mundo naturalista-materialista:
    “Interpretamos os dados que descobrimos à luz das nossas pressuposições sobre esses mesmos dados”
    também visto na teoria da evolução com relação aos registos fósseis que se encontram
    “interpretamos os registos fósseis à luz daquilo que achamos ser a teoria da evolução, e não à luz do que estes dados realmente nos mostram”

    Nada de novo portanto.

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  3. Dalton :
    Datação carbono 14, dendrocronologia, tipo de flora encontrada nos estômagos, não mineralização, congelamento das amostras, artefactos humanos feitos de parte de mamutes, inexistência no registo fóssil anterior, entre outras

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    • Azetech says:

      João Melo

      Ainda utilizando o Ad Nausean para “comprovar” sua crença?
      Achas mesmo tornará os métodos de datação pelo qual baseia tua “certeza”, verdadeira simplesmente ao ficar repetido-as?
      Quantas vezes debatemos a respeito dos “Maravilhosos” e “Perfeitos” métodos de datação evolucionista? Quantas vezes nós (eu, Mats, Jephsimple, etc..) demonstramos exaustivamente que os mesmos possuem PRESSUPOSTOS INCERTOS FUNDAMENTADOS EM FÉ ?
      Não percebes que está a tentar “corroborar” a tua fé com OUTRA FÉ ?

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  4. Os métodos são distintos. As metodologias também. Baseam-se em fenómenos muito diferentes mas bem estudados

    Parece muito improvável que haja sistemática coincidência.

    Se tiverem dúvidas peçam explicações detalhadas a especialistas de qualquer ramo da ciência e de qualquer instituto ou universidade.

    Nas vossas cidades deve haver museu de história natural, faculdade de física, de química ou história.

    Qualquer um deles, por métodos muito diferentes vos demonstra as datas.

    Não acreditarem já não é problema deles…

    Uma sugestão: a universidade pontifícia tem muito bons técnicos no assunto.

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  5. Azetech says:

    João Melo

    Os métodos são distintos. As metodologias também.

    Os metodologia é estipulada conforme a pressuposição. Se há algum método pelo qual não suporta a pressuposição, ele é automaticamente descartado.
    Logo todos os métodos pelo qual demonstram uma Terra Jovem é simplesmente ignorado.

    Parece muito improvável que haja sistemática coincidência.

    Não há coincidência. Mesmo os métodos sendo selecionados “a dedo” (descartando a priori os outros pelos quais não concordam com o pressuposto),tratando-se de uma idade NÃO OBSERVADA (Acima de 2000 anos) há discrepância perfeitamente visíveis entre os mesmos.
    Cada método apresenta uma idade, sendo ela milhões (ou bilhões) de anos para mais ou para menos.
    Este cenário pelo qual tu julgas existir (ou pelo menos tenta transmitir) é utópico, não refletindo a realidade.

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  6. Azetech:

    É a tua opinião. Como te disse ,e podes comprovar falando com eles, os técnicos das diversas ciências chegam a resultados muito consistentes.

    Vais à universidade da tua zona de residência, na área de ciência que mais te agradar, e podes aprender e contestar tudo.

    Penso que te seria útil tentares percebe os fundamentos duma qualquer ciência antes de continuarmos a discussão.

    Para mim torna-se difícil explicar-te porque as hidroplacas violam as regras básicas da física.

    Digo isto sem qualquer ironia e com a maior das franquezas.

    Se queres mesmo perceber como estas coisas funcionam faz um curso médio de ciência. Pode ser história e foca-te na história antiga.

    Porque se não é me muito difícil argumentar.

    Eu falo de alhos e tu de bugalhos.

    Se queres fazemos passo a passo uma análise das hidroplacas outra vez e a cada passo dou-te as fontes ondes podes ver o que está implícito.

    Isso acho que nos ia facilitar a discussão.

    É que, desculpa a franqueza, em muitos casos trata-se da tua parte de insuficientes conhecimentos de ciência.

    Certamente vens duma área de letras e daí um certo viez na análise de ciência.

    Como te digo se queres uma boa experiência seria a análise das hidroplacas passo a passo com as fontes científicas que to permitam compreender.

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  7. Sérgio Sodré says:

    Mamutes com milhões de anos, nomeadamente o mamute lanoso da imagem… Ao menos leiam um pouco sobre os mamutes antes de inventarem o que os cientistas dizem…

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    • Aniello says:

      Antes de criticar é preciso conhecer o modelo. O gênero Mammuthus surgiu na África a aproximadamente 5 milhões de anos atrás, e foi extinto aproximadamente a 12.000 anos atrás, com excessão de pequenos grupos de mamutes lanosos anões, que sobreviveram até a 1700 anos atrás.

      Encontrar mamutes lanosos anões de 3000 anos atrás não contradiz em nada o entendimento que temos sobre a evolução do mamute, tampouco lança dúvidas sobre os métodos de datação.

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