Seis motivos para não acreditar na suposta evolução do tubarão

Tubarão2Por Frank Sherwin

Durante uma visita recente ao “Clearwater Marine Aquarium” da Flórida, olhei para dentro do tanque que continha um conjunto de animais, incluindo o elegante e formidável tubarão, e pensei na frase de Theodosius Dobzhansky, “Nada na Biologia faz sentido sem ser à luz da teoria da evolução“.(1) Vamos testar esta declaração olhando de forma mais pormenorizada para as pesquisas evolutivas em torno do tubarão – da cauda até aos seus dentes.

1. Dentes

O paleoantropólogo Peter Ungar admitiu que não existe qualquer tipo de consenso evolutivo mesmo quando se fala de aspectos básicos dos dentes do tubarão:

Durante os últimos anos, testemunhamos uma efervescente actividade em redor das pesquisas focadas na origem, ou nas origens, dos dentes dos vertebrados. Embora este trabalho se encontre em progresso, os detalhes do quando, onde, porquê e como foi que os dentes inicialmente apareceram ainda continuam a evitar uma posição consensual. De facto, não há a menor concordância mesmo em aspectos fundamentais, tais como a forma como nós definimos o que é um dente.(2)

2. Maxilas

No ano de 2002, o evolucionista Philippe Janvier fez uma consideração importante:

Considerando estes factos, podemos questionar se esta teoria [arcos branquiais modificados] ainda tem alguma credibilidade, e se uma explicação mais parcimoniosa
não pode ser que as maxilas sempre foram maxilas. (3)

Uma década mais tarde, Kenneth Kardong falou da mortalha em volta da suposta origem evolutiva das maxilas:

Essas pesquisas estão, actualmente, a usar sondas moleculares e genéticas, mas até agora elas têm produzido resultados efémeros e até contraditórios.

Combinando isto com o relatório de Ungar em redor dos dentes, estas fontes evolutivas indicam que “não há a menor concordância mesmo em aspectos fundamentais” da origem dos dentes, “as maxilas sempre foram maxilas”, e que os estudos têm “produzido resultados efémeros e até contraditórios”.

3. Classificação Geral

Mesmo que olhemos para os tubarões de uma forma mais generalizada, quer seja como membro da filo Cordata – que inclui mamíferos, aves, anfíbios, répteis e peixes vertebrados – ou como craniados – animais com crânios ossudos – isto não melhora os relatórios evolutivos. Kardong afirmou que “a discordância em torno da origem dos cordatas tem sido comum.” (5)

4. Olhos

E quando se estudam os outros aspectos da anatomia dos tubarões, especialmente os seus olhos pretos e sem vida, tudo o que os cientistas [evolucionistas] disponibilizam são especulações. No seu livro “Evolution’s Witness: How Eyes Evolved”, Ivan Schwab escreveu que não consegue estabelecer uma data para quando os olhos “apareceram” pela primeira vez. (6)

5. Barbatanas

E que dizer das barbatanas dos tubarões – o sinal de aviso do fim que se aproxima para todos aqueles que cruzam o seu caminho? Edwin Colbert e os autores afiliados qualificaram a origem das barbatanas “um problema ainda por resolver”. (7)

6. Peixes

Se recorrermos a termos mais básicos, e examinarmos o tubarão apenas como um peixe (Elasmobranchii), até um livro inteiro dedicado à zoologia escrito por Cleveland Hickman, Jr. e pelos colegas, deixa-nos só com um comentário vago:

Os peixes têm uma ascendência antiga, havendo descendido dum desconhecido protocordado nadador há cerca de 550 milhões de anos atrás. (8)

Será mesmo que a biologia é mesmo sem sentido “excepto à luz da teoria da evolução“? Segundo o autor John Long, “O mistério em volta da forma como os tubarões evoluíram ainda permanece.” (9) Ou seja, segundo eles mesmos, as explicações dos evolucionistas não são nem definitivas nem conclusivas em relação à origem do tubarão.

Ao contrário dos evolucionistas, os criacionistas têm uma explicação melhor para o facto das “maxilas sempre terem sido maxilas” e para a espantosa estrutura dos tubarões. Essa explicação, que vem do “Deus vivo, que fez o céu, e a terra, e o mar, e tudo quanto há neles” (Actos 14:15), resolve todos os problemas que rodeiam a origem dos dentes, das maxilas e das barbatanas.

Fonte

* * * * * * *

Note-se que saber a origem dum sistema não é o mesmo que explicar o seu funcionamento. É comum entre os militantes evolucionistas evitarem a questão do COMO é que um sistema “emergiu” falando do seu funcionamento. Mas isso é totalmente ilógico, visto que o ponto de debate entre cientistas criacionistas e cientistas evolucionistas não é a operacionalidade mas a origem dos sistemas de vida.

Tubarão_Criado_Por_Deus
Referências
1.Dobzhansky, T. 1973. Nothing in biology makes sense except in the light of evolution. The American Biology Teacher. 35: 125-129.
2.Ungar, P. S. 2010. Mammal Teeth. Baltimore, MD: Johns Hopkins University Press, 73.
3.Janvier, P. 2002. Early Vertebrates. Oxford: Clarendon Press, 258.
4.Kardong, K. V. 2012. Vertebrates: Comparative Anatomy, Function Evolution, 6th ed. New York: McGraw Hill, 246.Ibid, 74.
5.Schwab, I. R. 2012. Evolution’s Witness: How Eyes Evolved. New York: Oxford University Press, 39.
6.Colbert, E. H., M. Morales and E. C. Minkoff. 2001. Colbert’s Evolution of the Vertebrates, 5th ed. New York: Wiley-Liss, Inc., 51.
7.Hickman, C. et al. 2011. Integrated Principles of Zoology, 15th ed. New York: McGraw-Hill, 520.
8.Long, J. A. 2010. The Rise of Fishes: 500 Million Years of Evolution, 2nd ed. Baltimore, MD: Johns Hopkins University Press, 92.

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Salmo 139:14 - Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras
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5 Responses to Seis motivos para não acreditar na suposta evolução do tubarão

  1. Matheus, ateu e atento says:

    A falta de respostas para a origem do tubarão segundo a TE não a desmerece. Todos nós vemos que a ciência tem suas limitações, um exemplo disso é que o câncer não tem cura. Mas isso não quer dizer que a medicina nem a ciência são erradas. Assim, não quer dizer que ainda não foram descobertas as evidências da evolucão do tubarão, que a teoria da evolução esteja errada mesmo porque existem muitas outras provas de que a TE está correta.

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  2. Matheus, ateu e atento says:

    Para completar meu comentário, essas evidências mostram que a TE está certa e que um Deus criador e todo poderoso não é necessário.

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    • Carlos says:

      Que evidências?
      E a medicina e a ciência lidam com eventos observáveis para depois especular e tentar provar algo sobre eles. Agora a TE começa suas especulações sobre um evento jamais visto, uma espécie surgindo de outra. Ou pelo menos um mecanismo surgindo duma mutação genética.

      Engraçado a parte de que os peixes vem certamente de um ascendente comum antigo, mas que este é desconhecido. Eis o mistério da fé. Acredita-se piamente que eles tiveram um ancestral comum, mas não pode-se mostrar qual, como e quando.

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      • Dalton says:

        Pois é, nem sei pq chamam isso de ciência, a TE não é capaz de mostrar suas bases pela indução, e usa apenas a dedução utilizando paradigmas de fé (exemplo: ancestral comum desconhecido) para “criar” assertividade.

        E Matheus, se a TE não consegue chegar a uma conclusão sobre a evolução do tubarão (e de todas as outras espécies… -.-) então também não pode afirmar que evoluíram até que provem seu ponto. Portanto, a falha em trazer argumentos plausíveis em favor da teoria é sim um ponto contra a mesma.

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    • Azetech says:

      Matheus

      Para a sua infelicidade e desespero, mesmo se a Macro-evolução fosse um fato (o que está muito, mas muito longe de ser), o papel de Deus para direcionar o processo não seria descartado, pelo contrário, ele seria ESSENCIAL :

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