Duas razões científicas para não acreditar nos “milhões de anos”

Lagarto_AmbarPor Brian Thomas

O “Museu de Âmbar” na cidade mexicana com o nome de “San Cristóbal de las Casas” tem uma nova amostra. Acontece com frequência o âmbar preservar insectos, mas esta amostra contém uma lagartixa inteira. Esta descoberta única confirma duas tendências encontradas junto dos fósseis descobertos em âmbar.

O local da descoberta situa-se perto do estado de Chiapas na parte sul do México, região onde a colecção de âmbar tornou-se numa actividade económica-chave. A Fox News Latino reportou esta descoberta espantosa, que não só preserva o corpo inteiro do vertebrado, mas preserva também algum do tecido macio original da criatura.(1)

A “Creation Science Update” reportou em 2008 a descoberta duma lagartixa encapsulada em âmbar. Embora tenha sido datada com “100 milhões de anos”, ela era idêntica às lagartixas modernas e instantaneamente duplicou o alegado tempo de permanência deste animal no planeta Terra. (2) Essa descoberta confirmou uma tendência clara: os animais encontrados em fósseis de âmbar são notavelmente semelhantes aos seus parentes ainda vivos.

Embora algumas plantas, protistas e insectos – ou apenas e só as suas variedades – aparentemente encontram-se extinto, muitas formas claramente identificáveis – incluindo aranhas, levedura, cabelo, formigas, moscas, borboletas, algas, amebas e até ácaros das galhas – são facilmente reconhecidas. (3,4,5,6)

Uma segunda tendência presente nos fósseis encapsulados em âmbar – tendência que o fóssil Mexicano também confirma – centra-se nas idades estipuladas. Atribuir idades na ordem dos “milhões de anos” para estes achados gera o problema (ainda por resolver) de se explicar a preservação do tecido em excelentes condições, para além de todas as estruturas corporais, durante os alegados milhões de anos que supostamente se passaram deste que a forma de vida foi presa em âmbar.(7)

A Fox News Latino citou Francisco Riquelme (Universidade Autónoma Nacional do México) descrevendo o espécime em âmbar como, “um animal completo e articulado que preservou também restos de tecido macio e da pele”.(1)

Como é que isto pode ser verdade, se levarmos em conta que “espécimes encontrados no estado têm um mínimo de 23 milhões de anos porque essa é a idade do âmbar que foi extraído dos depósitos dos municípios de Simojovel, Huitihupan, El Bosque, Pueblo Nuevo, Palenque, Totolapa e Malpaso?“(1) Afinal, o tecido das lagartixas é feito de proteínas e estudos científicos demonstraram claramente que as proteínas transformam-se em pó após alguns milhares de anos – especialmente sob temperaturas tropicais.(8)

Tal como os bioquímicos originais e o tecidos corporais intactos encontrados em depósitos de âmbar um pouco por todo o mundo, esta lagartixa retém as suas qualidades muito bem conservadas. Se ele tivesse os imaginários “milhões de anos”, o tecido corporal certamente se teria transformado em pó.

Obviamente, se este tipo de fóssil se originou nos últimos milhares de anos, então o problema da idade dissolve-se.

Conclusão:

Ambas as tendências – animais que permanecem essencialmente iguais durante os mitológicos “milhões de anos” e o tecido macio que permanece neles sem mostrar qualquer indício de estar há “milhões de anos” em apodrecimento – estão de acordo com a visão Bíblica duma Terra recente e duma criação também recente.

A ciência, quando interpretada longe da mitologia dos “milhões de anos” está sempre de acordo com a Palavra de Deus.

Fonte: http://bit.ly/1c7PmQ3

Referências

1.23-Million-Year-Old Lizard Fossil Found In Mexico. Fox News Latino. Posted on latino.foxnews.com July 8, 2013, accessed July 22, 2013.
2.Thomas, B. Fossilized Gecko Fits Creation Model. Creation Science Update. Posted on icr.org September 8, 2008, accessed July 22, 2013.
3.Thomas, B. Amber-Trapped Spider Web Too Old for Evolution. Creation Science Update. Posted on icr.org November 20, 2009, accessed July 22, 2013.
4.Thomas, B. Scan of Amber-Trapped Spider Shows Recent Origin. Creation Science Update. Posted on icr.org May 27, 2011, accessed July 22, 2013.
5.Thomas, B. ’45-Million-Year-Old’ Brewer’s Yeast Still Works. Creation Science Update. Posted on icr.org August 17, 2009, accessed July 22, 2013.
6.Thomas, B. Why Do Creatures in Ancient Amber Look So Modern? Creation Science Updates. Posted on icr.org September 7, 2012, accessed July 22, 2013.
7.Thomas, B. 2010. Amber Jewelry: A Conversation Piece for Creation Evidence. Acts & Facts. 39 (9): 17.
8.Buckley, M., Collins, M.J. and 25 others. 2008. Comment on “Protein Sequences from Mastodon and Tyrannosaurus rex Revealed by Mass Spectrometry.” Science. 319 (5859): 33.

About Mats

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3 Responses to Duas razões científicas para não acreditar nos “milhões de anos”

  1. Mats eu sei que minha pergunta não tem nada a ver com a postagem, mas por favor, responda-me:
    Sou criacionista, mas tenho essa dúvida: Se houve um Dilúvio Global, como pôde sobreviver os peixes de água doce nas águas salgadas dos oceanos, que foram misturadas no Dilúvio?

    Obrigado por me responder, grato🙂 ..

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  2. Pois é, a análise cientifica honesta destrói o mito dos milhões ou bilhões de anos, essas últimas nada mais são que suposições antecipadas, ou seja, já assumem que o mundo é muito antigo, e depois tentam, na marra encaixar um modelo de datação que corrobore com a visão já adotada anteriormente. Porém, os próprios fósseis teimam em denuncia-los.

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