Será que os cientistas criaram vida em laboratório?

Por Bert Thompson, Ph.D. e Brad Harrub, Ph.D.

Como foi que as células vivas emergiram a partir de químicos sem vida? Esta simples questão tem perturbado os evolucionistas há séculos. Por muito que eles tentem, nunca foram capazes de estabelecer um firme fundamento para a forma como os seres vivos inicialmente apareceram – um fundamento sobre o qualquer podem, então, construir a sua árvore da vida.

No passado, o modus operandi era o de ensinar o desacreditado conceito da geração espontânea, esperando que ninguém notasse que a questão da origem da vida nunca havia sido respondida, e então ensinar a teoria da evolução como se “de alguma forma” a origem da vida tivesse sido já estabelecida e confirmada. Como resultado disto, quase todos os livros escolares sobre a ciência impressos nos últimos 50 anos têm dentro de si a hoje-famosa experiência Miller-Urey de 1953.

Miller_UreyNesta experiência, Harold Urey e o seu aluno de pós-graduação Stanley Miller tentaram simular o que eles pensavam que representava as condições atmosféricas da Terra primitiva, de modo a determinar que tipo de produtos eles poderiam gerar através da adição de faíscas eléctricas (isto é, simulando um trovão). Estes mesmos livros escolares nunca deixam de mencionar que Miller e Urey foram bem sucedidos em produzir uns amino-ácidos simples – “os tijolos de construcção da vida”. A partir disto, os livros levam o aluno para um novo capítulo em torno da teoria da evolução e da origem da vida, permitindo que o aluno conclua que os cientistas conseguiram, portanto, provado que a vida pode ser gerada a partir de alguns químicos sem vida.

Esta é uma progressão lógica, e uma que, diga-se de passagem, funciona na perfeição dentro das salas de aulas. O único problema é que esta noção é totalmente falsa. Nunca aconteceu os cientistas serem bem sucedidos em produzir material vivo a partir de material sem vida. No entanto, ano após ano, o público é levado a acreditar que a base sobre a qual assenta a teoria da evolução já foi confirmado. O laureado George Wald (Harvard) admitiu:

Nós contamos esta história aos estudantes iniciantes de Biologia como se ela confirmasse o triunfo da razão sobre o misticismo. Na verdade, é quase o contrário. A posição razoável era a de acreditar na geração espontânea; a única alternativa era acreditar num único e singular acto de criação sobrenatural. Não há uma terceira posição. Devido a isto, muitos cientistas de há mais de um século escolheram olhar para a crença na geração espontânea como uma “necessidade filosófica”. É um sinal da pobreza do nosso tempo que esta necessidade já não seja apreciada. A maior parte dos biólogos modernos, havendo revisto com satisfação a queda da hipótese da geração espontânea, mas pouco dispostos a aceitar a crença alternativa da criação singular, ficam de mãos vazias. Sou de opinião de que o cientista não tem escolha senão abordar a questão da origem da vida através da hipótese da geração espontânea (1954, 191:46).

O evolucionista John Horgan concluiu que, se ele fosse um criacionista nos dis de hoje, ele focar-se-ia no tópico da origem da vida porque

…. este é de longe a escora mais fraca do chassis da biologia moderna. A origem da vida é o sonho do escritor de ciência. Ela está repleta de cientistas exóticos e teorias exóticas, que nunca são totalmente abandonadas ou totalmente aceites, mas apenas entram e saem de moda. (1996, p. 138).

Esta fraqueza dentro da biologia evolutiva não passou despercebida. De facto, o modus operandi dos evolucionistas tem sido revisto à medida que os biólogos lutam por por encontrar novas formas de “iluminar” os estudantes de biologia em torno do tópico da origem da vida. É por causa desta fraqueza dentro da biologia evolutiva que o próprio Stanley L. Miller se recusa a deixar que a ideia da geração espontânea caia no esquecimento. Na edição de Setembro de 2002 da “Proceedings of the National Academy of Sciences”, o Dr. Miller e os seus colegas descreveram a forma como eles obtiveram compostos bio-orgânicos utilizando monóxido de carbono como um componente no seu modelo da atmosfera (ver Miyakawa, et al., 2002). Tal como diz o antigo adágio, “tenta, tenta outra vez.” E, como aparente pelos quase 50 anos que se passaram desde a sua experiência inicial, Miller parece determinado em espremer a vida a partir de químicos sem vida.

No entanto, por mais que ele tente, Miller está a lutar por uma causa perdida. Ha mais de 25 anos atrás, Robert Jastrow ressalvou:

Segundo esta história, todas as árvores, todas as laminas de erva, e todas as criaturas nos mares e na terra evoluíram a partir dum aparentado filamento de matéria molecular preguiçosamente à deriva numa piscina amena. Que evidências concretas apoiam esta espantosa teoria da origem da vida? Não há nenhuma. (1977, p. 60).

E esta verdade não mudou nada, tal como Klaus Dose de forma tão apropriada ressalvou:

Mais de 30 anos de experiências em torno da origem da vida no campo da evolução química e molecular levaram a uma melhor percepção, e não solução, da imensidão do problema que a origem da vida na Terra é. Actualmente, todas as discussões em torno das teorias principais, bem como experiências neste campo, ou terminam num impasse, ou numa confissão de ignorância (1988, 13[4]:348).

A vida sempre se originou de outra vida, e matéria sem vida nunca gerou material com vida. De facto, os cientistas reconhecem a veracidade duma lei biológica – a Lei da Biogénese – que declara precisamente este facto.

A FAMOSA EXPERIÊNCIA MILLER-UREY

Miller_Urey_ExperienciaO exemplo mais famoso de tentativa de se criar a vida a partir daquilo que não tem vida foi a experiência levada a cabo por Miller e Urey. Usando um sistema de frascos de vidro, estes dois cientistas tentaram simular as “condições atmosféricas primordiais”. Eles passaram faíscas eléctricas através duma mistura de água, amónia, metano, hidrogénio. No entanto, a sua experiência foi levada a cabo com a ausência de oxigénio (algo que os próprios evolucionistas agora admitem que não reflecte as condições atmosféricas da Terra primordial) visto que eles sabiam que o oxigénio rapidamente oxidaria qualquer amino-ácido que fossem formados – impedindo desde logo a formação de qualquer matéria viva. Na base do aparato encontrava-se uma armadilha, aí colocada para capturar qualquer tipo de molécula que fosse produzida pela reacção. Esta armadilha impedia que os recém-formados químicos fossem destruídos pela próxima descarga eléctrica.

Durante a primeira tentativa, e depois de uma semana de descargas eléctricas nas câmaras de reacção, os lados das câmaras ficaram escurecidas, e a mistura líquida transformou-se para um vermelho nebuloso. O produto predominante era uma substância preta e pegajosa composta por numerosos átomos de carbono “amarradas” juntas, naquilo que era essencialmente alcatrão (um incómodo comum nas reacções orgânicas). Miller foi capaz de produzir uma mistura que continha dois amino-ácidos simples que são os tijolos de construção das proteínas. No entanto, a altamente elogiada experiência Miller-Urey não produziu nenhum dos tijolos de construção fundamentais para a vida. Em vez disso, ele produziu 85% alcatrão, 13% ácido carbólico, 1.05% glicina, 0,85% alanina, e traços de outros químicos.

Muitos cientistas hoje acreditam que a atmosfera primitiva da Terra teria feito a síntese de moléculas orgânicas virtualmente impossível, de acordo com as condições simuladas na experiência Miller-Urey. Por exemplo, a NASA reportou que uma “atmosfera redutora” [livre de oxigénio] nunca existiu, embora a experiência tenha assumido uma atmosfera desse tipo (Levine, 1983). Os cientistas aperceberam-se entretanto que a radiação ultra-violeta da luz solar é destrutiva para qualquer vida em desenvolvimento. Falando sobre os produtos gerados pela experiência Milller-Urey, o evolucionista Robert Shapiro declarou:

Vamos resumir. A experiência levada a cabo por Miller produziu o alcatrão como o produto mais abundante. Existem cerca de cinquenta pequenos compostos orgânicos que são chamados “tijolos de construção”. Apenas dois destes cinquenta ocorreram entre os produtos preferenciais da experiência Miller-Urey (1986, p. 105).

Para além disso, descobertas recentes voltaram a causar a que os evolucionistas declarassem que a vida foi “criada”. Na edição de Junho de 2000 da revista Science, Gerard Wong e os seus colegas reportaram um mecanismo através do qual os químicos poderiam-se auto-organizar de forma a criar túbulos com a aparência de fitas que são semelhantes às paredes celulares ds bactérias. (288:2035). Esta descoberta levou alguns a sugerir que a “vida artificial” foi criada, quando nada disso ocorreu.

O que ocorreu foi que os pesquisadores simplesmente misturaram a actina (proteína que disponibiliza o enquadramento estrutural para as células) com lipossomas especiais de modo a criar cápsulas com membranas de actina, que é um passo gigantesco para a “criação d vida”. A molécula actina não contém ADN, não metaboliza de modo activo, e não se reproduz, e desde logo, está bem longe de estar “viva”. A organização espontânea não é o mesmoo que a geração espontânea. Portanto, embora esta composto membranoso seja de facto semelhante à membrana de plasma que rodeia a maioria das células – devido ao facto dla se poder organizar em três camadas distintas, incluindo uma camada intermédia de lípido – ela não tem nenhuma das qualidades que os cientistas identificam como vida.

Num outro estudo similar, Jeffrey Hartgerink e os seus colegas reportaram que haviam criado um osso sintético auto-montado (2001). Usando a auto-montagem induzida por ph, estes cientistas foram capazes de formar um composto que pode, qualquer dia, substituir uma camada óssea doente. Estas moléculas sintéticas organizam-se para fibras que “causam” a que os minerais cresçam por cima delas – o que nos aproxima mais da altura em que seremos capazes de construir melhores dispositivos protéticos. As agências noticiosas foram rápidas a descrever esta descoberta como “osso feito pelo ser humano”.

No entanto, mesmo que os cientistas tenham sido capazes de construir estrutura óssea, isso, por si só, não é “vida”. Um osso colocado por cima duma mesa de aço é de pouco uso para o empreendimento que busca criar matéria viva a partir de matéria sem vida. O osso artificial não é capaz de se reproduzir, e sem irrigação sanguínea, ele rapidamente morre. Uma análise mais cuidadosa da notícia revela que os laços dentro desta matriz fibrosa podem ser revertidos (reduzindo os persulfuretos de volta a tióis). Será que isto tem a aparência de tecido vivo com o qual nós estamos acostumados?

Noam Lahav ressalvou:

Sob algumas condições redutoras, a acção de Miller e Urey não produz amino-ácidos, e nem produz os químicos que podem servir de predecessores a outros importantes tijolos de construção biopolímeros. Logo, ao colocar em causa a crença duma atmosfera redutora, nós colocamos em causa a própria existência da “sopa pré-biótica”, com a sua riqueza de compostos orgânicos biologicamente importantes. Mais ainda, até hoje, nenhum tipo de evidência geoquímica em favor da existência foi publicada. De facto, um certo número de cientistas colocaram em causa o conceito da sopa pré-biótica, apontando para o facto de que, mesmo que ela tenha existido, a concentração de tijolos de construção orgânicos dentro dela teria sido demasiado pequena para ser de alguma forma significativa para a evolução pré-biótiva (1999, pp. 138-139).

O facto é que a vida procede sempre de vida pré-existente – facto que fecha de forma final o caixão onde descansa a teoria da evolução.

Fonte

* * * * * * * *

Como se pode ver pelo artigo, 1) a experiência de Miller é cientificamente irrelevante como evidência em favor duma origem natural da vida, 2) a discussão em torno da origem da vida está totalmente ligada à validade da teoria da evolução, 3) o falhanço dos modelos evolutivos em favor da origem da vida naturalista leva a que os evolucionistas tentem, em desespero, separar a discussão em torno da origem da vida da teoria da evolução em si.

O total falhanço dos modelos evolutivos para a origem da vida são um forte indício de que a teoria da evolução biológica também é falsa.

Origem_Da_Vida_Evoluçao

Eu [Deus] fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu Grande Poder e com o Meu Braço Estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos.
Jeremias 27:5


Referências:

1.Dose, Klaus (1988), “The Origin of Life: More Questions than Answers,” Interdisciplinary Science Reviews, 13[4]:348.
2. Hartgerink, Jeffrey D., Elia Beniash, and Samuel I. Stupp (2001), “Self-Assembly and Mineralization of Peptide-Amphiphile Nanofibers,” Science, 294:1684-1688, November 23.
3. Horgan, John (1996), The End of Science (Reading, MA: Addison-Wesley).
4. Jastrow, Robert (1977), Until the Sun Dies (New York: W.W. Norton).
5. Lahav, Noam (1999), Biogenesis: Theories of Life’s Origins (Oxford, England: Oxford University Press).
6. Levine, J. (1983), “New Ideas About the Early Atmosphere,” NASA Special Report, No. 225, Langley Research Center, August 11.
7. Miyakawa, Shin, Hiroto Yamanashi, Kensei Kobayashi, H. James Cleaves, and Stanley L. Miller (2002), “Prebiotic Synthesis from CO Atmospheres: Implications for the Origins of Life,” Proceedings of the National Academy of Sciences, 99:14628-14631, November 12.
8. Shapiro, Robert (1986), Origins—A Skeptics Guide to the Creation of Life on Earth (New York: Summit).
9. Wald, George (1954), “The Origin of Life,” Scientific American, 191[2]:44-53, August.
10. Wong, Gerard C.L., Jay Tang, Alison Lin, Youli Li, Paul Janmey, and Cyrus Safinya (2000), “Hierarchical Self-assembly of F-Actin and Cationic Lipid Complexes: Stacked, Three-Layer Tubule Networks,” Science, 288:2035-2039, June 16.

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Salmo 139:14 - Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras
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8 Responses to Será que os cientistas criaram vida em laboratório?

  1. SAL says:

    “No passado, o modus operandi era o de ensinar o desacreditado conceito da geração espontânea, esperando que ninguém notasse que a questão da origem da vida nunca havia sido respondida, e então ensinar a teoria da evolução como se “de alguma forma” a origem da vida tivesse sido já estabelecida e confirmada. Como resultado disto, quase todos os livros escolares sobre a ciência impressos nos últimos 50 anos têm dentro de si a hoje-famosa experiência Miller-Urey de 1953. “

    Esta passagem é a que destacarei porque ela mostra claramente que a ciência (com C grande) está refém de um grupo de cientistas que deliberadamente promovem aquilo que sabem que não corresponde à verdade do resultado das suas experiências laboratoriais, nem do que se observa no mundo natural. E tudo por se oporem a Deus Criador. Assim são culpados de manipularem resultados, de promoverem a mentira e de doutrinarem nas escolas e nas universidades milhares de pessoas que passam a acreditar numa mentira por confiarem na idoneidade dessas pessoas. Espiritualmente é totalmente satânico e não é à toa que o Senhor Jesus Cristo nos informa que o diabo é homicida desde o princípio por ser o pai da mentira, porque não há nada mais satânico do que saber que se está a mentir, promover uma mentira como se fosse uma verdade e ainda de a ensinar os outros ao se firmar na reputação académica e na aparência de grande cientista.

    Serve para a pseudo ciência como serve para a religião, pois tal como a pseudo ciência é produzida pelos cientistas, também a baixa espiritualidade é produzida por religiosos. A religião não salva ninguém da mesma forma que a pseudo ciência não produz factos científicos.

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  2. Isaias says:

    Mesmo que os aminoácidos resultantes dos experimentos (pro-je-tos) de Miller fossem aminoácidos essenciais e mesmo que tais aminoácidos dessem origem a um ser vivo (o que não ocorreu), tais resultados provariam apenas que a vida surgiu mediante a um pro-je-to. CRIAR um projeto/experimento para provar que a vida surgiu sem projeto é o cúmulo da insanidade. É refutar a si mesmo; É paradoxal.

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  3. Victor says:

    A origem da vida nada tem a ver com a teoria da evolução. Nós, evolucionistas teístas, consideramos que Deus deu origem à primeira forma de vida e, a partir dela, usou a evolução para dar origem às espécies.

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    • Lucas says:

      A origem da vida nada tem a ver com a teoria da evolução. Nós, evolucionistas teístas, consideramos que Deus deu origem à primeira forma de vida e, a partir dela, usou a evolução para dar origem às espécies.

      Como é que Deus pode ter “usado” um processo que nunca aconteceu?

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    • jephsimple says:

      Victor,

      A que Deus (?) você se refere?

      E aonde esta, que esse (?) Deus (?), que você se refere, criou a primeira forma de vida?E depois por essa surgiram as demais???

      A Bíblia sequer fala sobre bactérias… Mas se um evento especial como a vida aconteceu como dizem os evos teístas, então por que isso não esta escrito na Bíblia mesmo que sem pormenores?Ou seja, a informação de que o Criador criou a primeira forma de vida invisível e por ela passaram a existir as demais???

      E esse modus operandi divino ? Ele criou a primeira forma via inteligencia e programou as demais formas para evoluir?

      Ou ele programou apenas a primeira forma? E deixou a evolução cega cuidar do resto???

      “A origem da vida nada tem a ver com a teoria da evolução.”

      É claro que a TCE [vulgo TE] tem a ver com a origem da vida, por que a TCE é sobre a vida e a vida tem que ter uma origem. A TCE tem que dizer qual foi o primeiro ser vivo que existiu para ele evoluir, e tem que dizer se foi ou não acidental.

      Apesar da TCE ter a ver com a origem da vida, vcs realmente separam esses dois eventos.

      Mas o que pega é que a origem da vida tem muito a ver não com origem da vida em si, tem a ver com origem de informação, e informação que a mente humana nunca teve acesso, ou nunca criou tão sofisticada, tal como a biológica.

      Esse link fala um pouco sobre informação:
      http://salvomag.com/new/articles/salvo30/conservation-of-information.php

      Falar apenas sobre como organismos pré existentes [ou seja com designs prontos] mudam ao longo do tempo e dão origem a novos designs não dão apoio ao materialismo, ao naturalismo, não ajuda o papai Darwin que queria destruir a crença num criador dos seres vivos, e como podemos inferir hoje: O criador da informação biológica.

      Mas ele falhou e os evos tbm falharam pois eles nada podem falar sobre a origem da vida, a origem da informação, a não ser sobre historinhas imaginárias que nada tem a ver com a própria informação real.

      O materialismo é uma explicação de extrema pobreza, é tão ridículo, irracional que a unica saída para os materialistas, naturalistas é NEGAREM a informação. Oras eles negam a informação, é de seu costume, pois a muito que negam o design, por sua antipatia a um designer. Isso não tem a ver com ciência, com investigação objetiva, são mentes que são materialistas a priori, apenas isso.

      Muito me admira teístas crerem nessa explicação sem pé nem cabeça que contaminou a biologia.

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    • Marco Túlio says:

      Mas onde estão os famosos fósseis de transição? Onde estão aplicadas micro e macromolecularmente a teoria darwinista? Onde estão os elos perdidos?

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  4. jephsimple says:

    “Desde Darwin, no entanto, temos vindo a entender que um processo totalmente natural e sem direção, variação aleatória ou seja, além de seleção natural, contém tudo o que é necessário para gerar níveis extraordinários de não-aleatoriedade. Os seres vivos são, na verdade maravilhosamente complexos, mas totalmente dentro do intervalo de uma estatística poderosa, fenômeno inteiramente mecânico. ” – David Barash, professor de evolução pago por dólares, de impostos [Contribuintes dos EUA] na Universidade de Washington.

    O que meus neurônios bateram agora na minha cabeça foi o teacher falar em níveis extraordinários de NÃO-ALEATORIEDADE, MARAVILHOSA COMPLEXIDADE E ESTATISTICA. Exatamente aquilo que torna o neo darwinismo tão frágil, ridículo , não tendo nenhum apoio do método científico. 😀

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  5. harmo1979 says:

    Não conseguiram provar a abiogênese até agora?

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