Evolucionistas admitem censurar críticas a teoria da evolução

Por Casey Luskin

Se por caso pensas que a Teoria do Design Inteligente (TDI) não está a ter um impacto dentro da ciência evolutiva, então tens que reformular esse pensamento. A mais recente publicação da Nature tem uma refutação ponto-por-ponto à questão “Será que a teoria da evolução precisa duma reformulação?”

DCF 1.0Respondendo com um “Sim, e urgentemente” encontram-se Kevin Laland (professor de biologia evolutiva e comportamental na Universidade de St. Andrews), Tobias Uller, Marc Feldman, Kim Sterelny, Gerd B. Müller, Armin Moczek, Eva Jablonka, e John Odling-Smee — alguns dos quais foram membros do ínfame “Altenberg 16.”

Dentro deste contexto, eles deram início ao que eles qualificaram de “Extended Evolutionary Synthesis” (“EES”), que é, essencialmente, uma nova sintese evolutiva que rejeita alguns princípios fundamentais do neo-Darwinismo (tais como a selecção natural como força dominante a guiar a evolução, ou a existência duma “árvore da vida”). O seu artigo contém uma admissão surpreendentemente franca: alguns cientistas evitam criticar a evolução neo-Darwiniana temendo gerar a aparência de estarem a apoiar a TDI:

O número de biólogos a apelar por uma mudança na forma como a evolução é conceptualizada está a crescer rapidamente. Um apoio forte vem de disciplinas aliadas, particularmente a biologia do desenvolvimento, mas também da genómica, epigenética, ecologia e ciências sociais. Nós apoiamos a tese de que a biologia evolutiva precisa duma revisão se por acaso ela quer obter algum tipo de benefício pleno destas outras disciplinas.

No entanto, o acto de mencionar a EES normalmente evoca uma reacção emotiva, até hostil, por parte dos biólogos evolucionistas. Com relativa frequência, discussões vitais baixam para a acrimónia, com acusações de confusão ou má-representação. Muito provavelmente assombrados com o espectro do design inteligente, os biólogos evolucionistas querem exibir uma frente unida contra aqueles que são hostis para ciência. Alguns podem temer que venham a receber menos financiamento ou reconhecimento se por acaso aqueles que se encontra do lado de fora – tais como psicólogos e biólogos do desenvolvimento – inundem a sua área cientifica.

(Kevin Laland, Tobias Uller, Marc Feldman, Kim Sterelny, Gerd B. Müller, Armin Moczek, Eva Jablonka, and John Odling-Smee, “Does evolutionary theory need a rethink? Yes, urgently,” Nature, Vol. 514:161-164 (9 de Outubro de 2014))

Esta não é a primeira vez que temos notícia deste tipo de admissão (ver aqui uma discussão). Será que devemos ficar mais encorajados com as palavras destes cientistas? Ou devemos ficar enojados? Por um lado, é perturbador ouvir que os biólogos censuram-se a eles mesmos simplesmente porque não gostam da alternativa – que eles classificam como sendo “hostis para ciência”. Isto revela que o campo da biologia evolutiva encontra-se num estado incrivelmente debilitado.

O dogmatismo em torno da teoria da evolução impede o avanço científico. Se os biólogos evolucionistas censuram-se a eles mesmos, o que é que eles fazem aos cientistas que não se alinham com a “frente unida”? A resposta está bem à nossa frente: eles marginalizam-nos, qualificando-os de “hostis para a ciência”.

Por outro lado, é encorajador ouvir a admissão de que muitos biólogos reconhecem que a síntese neo-Darwiniana falha ao não explicar os dados. Embora muitos destes biólogos busquem concepções materialistas alternativas à teoria da evolução, e rejeitem o design inteligente, muitas das críticas que eles estão a fazer são semelhantes às críticas feitas pelos defensores da TDI. Por exemplo, Laland et al. prosseguem, escrevendo:

A teoria da evolução standard [“Standard evolutionary theory” = SET] retém em larga escala as mesmas pressuposições da síntese original, e esta continua a canalizar a forma como as pessoas olham para a teoria da evolução. A história que a SET diz é simples: novas variações surgem através das mutações genéticas; a selecção natural é a causa única das adaptações (o processo através do qual os organismos se tornam bem adaptados aos seus meios ambientes). Dentro desta visão, a complexidade do desenvolvimento biológico – as modificações que ocorrem à medida que o organismo cresce e amadurece – são de importância secundária, e até de importância menor.

No nosso ponto de vista, este foco “gene-cêntrico” falha ao não levar em conta toda a gama de processos que controlam a evolução. Entre as peças em falta encontram-se a forma como o desenvolvimento físico influencia a geração de variações (viés no desenvolvimento); a forma como o ambiente molda directamente os traços dos organismos (plasticidade); a forma como os organismos modificam os meios ambientes (construção de nichos); e a forma como os organismos transmitem mais que os genes através das gerações (herança extra-genética). Para a SET, estes fenómenos nada mais são que resultados da evolução, mas para a EES elas são também as causas.

Há já muito tempo que os proponentes da TD têm vindo a dizer muitas das mesmas coisas — (…) que a noção de que o gene mudou radicalmente e a matemática inerente a genética de populações da SET, já não é sustentável.

Os proponentes da Teoria do Design Inteligente salientam também o facto de existirem muitos casos de evolução convergente na biologia, algo que se encontra em oposição às previsões do neo-Darwinismo – que alega que a evolução se baseia nas variações aleatórias e não-direccionadas. De igual modo, Laland et al. ressalvam que as “variações não são aleatórias.”

Agora, Laland et al. falham ao não reconhecerem algumas das críticas mais sérias que os próprios biólogos evolucionistas estão a fazer – que a biologia evolutiva não tem uma teoria do generativa. Mas nós já vimos ests tipo de admissão de outros defensores da EES. Por exemplo, quando a Nature cobriu a conferência dos “Altenberg 16” (2008), citou cientistas de topo a dizer coisas omo:

  • “A origem das asas e a invasão da terra…. são coisas que a teoria evolutiva pouco nos disse.”
  • “Não se pode negar a força da selecção na evolução genética . . . . . mas no meu ponto de vista, isto está a estabilizar e a melhorar formas de vida que se originaram através de outros processos.”
  • “A síntese moderna é espantosamente boa na construção dum modelo para a sobrevivência dos mais aptos, mas não é boa a construir um modelo para o aparecimento dos mais aptos. (Scott Gilbert, Stuart Newman, and Graham Budd quoted in John Whitfield, “Biological theory: Postmodern evolution?” Nature, 455: 281-284 (September 17, 2008).)

Seria bom ler admissões igualmente sérias no artigo de Laland et al., mas isso poder dar crédito ao design inteligente. O melhor mesmo é impor uma auto-censiura, certo?

Fonte: http://goo.gl/MwW7sB

* * * * * * *

Notícias como esta ressalvam o que o evolucionista Michael Ruse afirmou há anos atrás: a teoria da evolução não é uma teoria científica no verdadeiro entendimento do termo, mas sim uma filosofia materialista que se tenta validar com uma interpretação selectiva das evidências. A ciência propriamente dita não se censura a ela mesma quando se depara com evidências que não estão de acordo com uma dada teoria. A teoria da evolução, sim, o que nos faz ver a sua verdadeira natureza religiosa.

Cegos_Surdos_MudosPara nós Cristãos, o facto dos evolucionistas ocultarem os dados que não são do seu agrado (mesmo que sejam descobertos por eles mesmos) só ressalva a inimizade que a natureza caida do ser humano tem por tudo o que está relacionado com a Moral de Deus. Os evolucionistas correctamente inferem que argumentos contra a teoria da evolução são evidencias em favor da criação, e devido a isso, censuram-se a eles mesmos, e censuram as alternativas.

Portanto, se algum evolucionista afirmar que os “criacionistas não publicam artigos revistos por pares”, basta responder que isso deve-se ao facto dos evolucionistas censurarem as alternativas – e censurarem-se a eles mesmos –  sempre que as evidências não estão de acordo com o neo-Darwinismo. Os evolucionistas são livres para ter a sua fé, mas eles não são livres para chamar de “ciência” a essa mesma fé.

1Miquéias 6:12

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29 Responses to Evolucionistas admitem censurar críticas a teoria da evolução

  1. jephsimple says:

    Devo agradecer pela tradução… Aliás agradeço pelas outras tantas!

    Como o assunto é evolução, seres vivos, vida, informação. Gostaria de citar essa tradução do evolutionnews via Desafiando a Nomenklatura Científica (Enézio E. de Almeida Filho).

    Como o texto é um pouco grande vou citar em duas partes:

    10 Principais Problemas Científicos com a Evolução Química e Biológica – Parte 2/10

    Vamos presumir que o mar primordial cheio de blocos construtores de vida que existiam na Terra primeva, e de alguma maneira ele formou proteínas e outras moléculas orgânicas complexas. Teóricos creem que o próximo passo na origem da vida é que – completamente ao acaso – mais e mais moléculas complexas formaram até que algumas começaram a se autorreplicar. A partir disso, eles creem que a seleção natural darwinista tomou controle, favorecendo aquelas moléculas que eram mais capazes de fazer cópias de si mesmas. Eventualmente, eles presumem, era inevitável que essas moléculas evoluiriam maquinaria complexa – como aquela usada no código genético atual – para sobreviver e reproduzir.
    Os teóricos modernos da origem da vida explicaram como aconteceu esta ponte crucial a partir de elementos químicos para sistemas moleculares autorreplicantes? A hipótese mais proeminente para a origem da primeira vida é chamada de “Mundo RNA.” Em células vivas, a informação genética é transportada pelo DNA, e a maioria das funções celulares é feita pelas proteínas. Contudo, o RNA é capaz de tanto transportar a informação genética e catalisar algumas reações bioquímicas. Como resultado, alguns teóricos postulam que a primeira vida pode ter usado somente RNA para realizar todas essas funções.
    Mas, há muitos problemas com esta hipótese.
    Em primeiro lugar, as primeiras moléculas de RNA teriam que surgir por processos químicos não biológicos não guiados. Mas sabe-se que o RNA não é capaz de se agregar sem a ajuda de um químico de laboratório proficiente guiando inteligentemente o processo. Robert Shapiro, químico da Universidade New York, criticou os esforços daqueles cientistas que tentaram fazer RNA no laboratório, dizendo: “O defeito está na lógica – que este controle experimental pelos pesquisadores em um laboratório moderno estivesse disponível na Terra primitiva.”

    Em segundo lugar, embora tenha sido demonstrado que o RNA realiza muitos papéis na célula, não existe nenhuma evidência que pudesse realizar todas as atuais funções celular necessárias feitas pelas proteínas.

    Em terceiro lugar, a hipótese do mundo RNA não explica a origem da informação genética.
    Os defensores do mundo RNA sugerem que, se a primeira vida autorreplicante fosse baseada em RNA, teria sido necessário uma molécula entre 200 e 300 nucleotídeos de comprimento. Contudo, não existem leis químicas ou físicas conhecidas que ditar a ordem daqueles nucleotídeos. Para explicar o ordenamento dos nucleotídeos na primeira molécula de RNA autorreplicante, os materialistas precisam confiar no puro acaso. Mas as probabilidades de se especificar, por exemplo, 250 nucleotídeos em uma molécula de RNA, ao acaso é aproximadamente 1 em 10150 – abaixo do limite de probabilidade universal, ou eventos que são remotamente possíveis de ocorrer dentro da história do universo. Shapiro coloca o problema dessa maneira:

    A aparição súbita de uma grande molécula autocopiável como o RNA era extremamente improvável. … [A probabilidade] é tão extremamente pequena que a sua ocorrência, mesmo que seja uma só vez em qualquer lugar no universo visível, isso contaria como uma peça de boa sorte excepcional.

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  2. jephsimple says:

    Em quarto lugar – e mais fundamentalmente – a hipótese do mundo RNA não explica a origem do código genético. A fim de evoluir na vida baseada em DNA/proteína que existe hoje, o mundo RNA precisaria evoluir a capacidade de converter informação genética em proteínas.
    Todavia, esse processo de transcrição e tradução exige uma grande série de proteínas e máquinas moleculares – que em si mesmas são codificadas por informação genética. Isso cria um problema ovo-galinha, onde as enzimas essenciais e máquinas moleculares são necessárias para realizar a própria tarefa que as constrói.
    A Galinha e o DVD

    Para avaliarmos este problema, consideremos a origem do primeiro DVD e leitor de DVD player. Os DVDs são ricos em informação, mas sem a maquinaria de um leitor de DVD para ler o disco, processar sua informação, e convertê-la em uma figura e som, o disco seria inútil. Mas, se as instruções para construir o primeiro leitor de DVD somente fossem encontradas codificadas em um DVD? Você nunca poderia tocar o DVD para aprender como construir um leitor de DVD. Então, como surgiram o primeiro disco e leitor de DVD? A resposta é óbvia: um processo dirigido para um objetivo – design inteligente – é necessário para produzir tanto o leitor de DVD e o disco ao mesmo tempo.
    Em células vivas, as moléculas que transportam informação (ex.: DNA ou RNA) são como o DVD, e a maquinaria celular que lê aquela informação e a converte em proteínas são como o leitor de DVD. Assim como a analogia do DVD, a informação genética nunca pode ser convertida em proteínas se a maquinaria adequada. Ainda assim, nas células, as máquinas necessárias para o processamento da informação genética no RNA ou DNA são codificadas por aquelas mesmas moléculas genéticas – elas realizam e dirigem a própria tarefa que as constrói.
    Este sistema não pode existir a menos que, tanto a informação genética e a maquinaria de transcrição/tradução estejam presentes ao mesmo tempo e que ao menos as duas falem a mesma língua. O biólogo Frank Salisbury explicou este problema em um artigo no American Biology Teacher, não muito tempo depois que os funcionamentos do código genético foram descobertos pela primeira vez:
    É legal falar sobre as moléculas replicadoras de DNA surgindo em um mar de sopa, mas nas células modernas esta replicação exige a presença de enzimas adequadas. … O elo entre o DNA e a enzima é um elo altamente complexo, envolvendo o RNA e uma enzima para sua síntese em um DNA molde; ribossomos; enzimas para ativar os aminoácidos; e as moléculas transfer-RNA. … Como, na ausência da enzima final, poderia a seleção agir sobre o DNA e todos os mecanismos para replicá-lo? É como se tudo deva acontecer de uma vez: o sistema inteiro deva passar a existir como uma unidade, ou ele é imprestável. Podem até existir meios de como sair desse dilema, mas eu não os vejo no momento.
    Apesar de décadas de trabalho, os teóricos da origem da vida ainda estão perdidos quanto a explicar como que esse sistema surgiu. Em 2007, George Whitesides, químico da Universidade Harvard, ganhou a Medalha Priestley, a mais alta premiação da American Chemical Society [Sociedade Americana de Química]. Durante seu discurso recebendo o prêmio, ele ofereceu esta seguinte análise forte, republicada no respeitável journal, Chemical and Engineering News:

    A Origem da Vida. Este problema é um dos maiores problemas na ciência. Ele começa colocando a vida, e nós, no universo. A maioria dos químicos creem, como eu creio, que a vida surgiu espontaneamente de misturas de moléculas na Terra prebiótica. Como? Eu não faço a menor ideia.

    Semelhantemente, o artigo no Cell Biology International acima mencionado concluiu: “Novas abordagens para investigar a origem do código genético são necessárias. As restrições da ciência histórica são tais que a origem da vida talvez nunca seja entendida.” Isto é, elas talvez nunca sejam entendidas a menos que os cientistas queiram considerar explicações científicas dirigidas a um objetivo tipo design inteligente.

    Mais existe um problema muito mais profundo com as teorias da evolução química, bem como com a evolução biológica. Isso diz respeito não somente na capacidade para processar informação genética através de um código genético, mas a origem daquela informação.

    By : http://pos-darwinista.blogspot.com.br/2015/01/10-principais-problemas-cientificos-com_7.html

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  3. jephsimple says:

    Previsão do ID sendo confirmada… DNA Lixo é mito(Ou mesmo a melhor previsão darwinista, encontrar lixo, em sua melhor definição do que é lixo).

    Bom aí vai:
    “Do viruses make us smarter?”

    Trecho: (…)…”Por muitos anos, eles foram considerados junk DNA de nenhum uso real, um efeito colateral de nossa jornada evolutiva.
    No estudo actual, Johan Jakobsson e seus colegas mostram que os retrovírus parecem desempenhar um papel central em funções básicas do cérebro, mais especificamente na regulação de genes que sejam expressos,”…(…)

    DOI: 10.1016 / j.celrep.2014.12.004

    Só para lembrar; Dan Graur alegou que se Encode esta certo, então a evolução está errada.

    O Mats já postou aqui sobre isso e tbm podemos ver mais aqui: http://www.uncommondescent.com/junk-dna/nothing-makes-sense-in-evolution-except-in-the-light-of-junk-dna/

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  4. dvilllar says:

    Até onde um ateu militante pode chegar ?

    http://www.citizengo.org/pt-pt/15201-pela-investigacao-do-crime-ultraje-religioso-cometido-pela-atea

    Geralmente são ateus de fraldas.

    Mas há ateus adultos que recusam-se a abandonar a adolescência.

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  5. dvilllar says:

    A inferioridade intelectual (neste caso, burrice) de alguns ateus, que justifica o pavor de enfrentar os Cristãos, também é censura.

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  6. Victor says:

    Argumentos contra a evolução não são argumentos em favor da criação. Desse processo de revisão dá Teoria da Evolução surgirá uma nova Teoria da Evolução melhor e aperfeiçoada. Quanto ao criacionismo, este está morto e enterrado há 150 anos e nunca mais voltará a ser a hipótese dominante.

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    • Lucas says:

      Argumentos contra a evolução não são argumentos em favor da criação.

      https://darwinismo.wordpress.com/2011/04/18/criacao-ou-evolucao-evolucionistas-negam-este-dualismo-mas-usam-no-com-frequencia/

      Desse processo de revisão dá Teoria da Evolução surgirá uma nova Teoria da Evolução melhor e aperfeiçoada.

      É preciso ter fé.

      Quanto ao criacionismo, este está morto e enterrado há 150 anos e nunca mais voltará a ser a hipótese dominante.

      http://creation.com/creation-belief-alive-and-well-new-zealand-survey

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      • Victor says:

        No seu post sobre o dualismo criação evolução você cometeu o erro de dizer que a evolução é contra Deus, sendo que esta pode muito bem ter sido um instrumento de Deus. Até a Igreja Católica reconhece isso. Essa foi uma tentativa de negar o evolucionismo teísta? Que fundamentalismo é esse? Não me surpreende vindo de você.

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      • Miguel says:

        No seu post sobre o dualismo criação evolução você cometeu o erro de dizer que a evolução é contra Deus, sendo que esta pode muito bem ter sido um instrumento de Deus.

        Não sou eu que digo isso, mas sim os próprios evolucionistas ateus.

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    • dvilllar says:

      Victor

      “Desse processo de revisão dá Teoria da Evolução surgirá uma nova Teoria da Evolução melhor e aperfeiçoada.”

      “Revisões” nessa teoria são triviais.

      Fique tranquilo, Victor, porque sua crença é amparada por lei.

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      • Vinícius Sena says:

        ““Revisões” nessa teoria são triviais.”

        Revisões em todas as áreas da ciência são triviais. A Teoria se aperfeiçoa a cada dia. Ou tu achas que ela está do mesmo jeito de quando Darwin a revelou ao mundo?

        Agora, já que achas que revisões são coisas ruins, deverias reclamar dos criacionistas que vivem revisando o criacionismo para tentar se adequar aos fatos e não terminar por morrer de vez.

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      • Lucas says:

        Revisões em todas as áreas da ciência são triviais.

        O que acontece na teoria da evolução não são meras revisões mas reestruturações fundamentais de crenças cardinais. Por exemplo, vocês evolucionistas pensavam que o Celacanto estava “extinto”, mas a ciência refutou isso.

        Isso é uma mudança de 180 graus no que se acreditava, e não uma revisão menor. Essa é a diferença entre a ciência e a teoria da evolução.

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      • dvilllar says:

        “Agora, já que achas que revisões são coisas ruins, deverias reclamar dos criacionistas que vivem revisando o criacionismo para tentar se adequar aos fatos e não terminar por morrer de vez.”

        Revisões na ciência são bem-vindas.

        Mas o caso do evolucionismo é único: o revisionismo chega a ser cansativo.

        O Lucas já deixou bem explicado.

        Não posso responder pelos outros criacionistas; fico com A Palavra do Criador.

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    • dvilllar says:

      Victor

      “Quanto ao criacionismo, este está morto e enterrado há 150 anos…

      “… e nunca mais voltará a ser a hipótese dominante.”

      lol

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      • Vinícius Sena says:

        Recomendo que você assista “Inteligência ao Quadrado” com o tema “A ciência refuta Deus”. Se você procurar por esse último termo no youtube vai achar o debate entre Dinesh D´Souza, Ian Hutchinson, Laurence Krauss e Michael Shermer, os dois primeiros contra a proposta e os dois últimos a favor da proposta.
        Veja aqui:https://www.youtube.com/watch?v=4MY56MtnNjw

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      • dvilllar says:

        Vinícius Sena

        “Recomendo que você assista “Inteligência ao Quadrado” com o tema “A ciência refuta Deus”.

        Onde foi que a ciência refutou Deus nesse vídeo, Vinícius?

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      • Dalton says:

        @Vinícius

        Muito pelo contrário, a ciência comprova o poder e inteligência de Deus, e este blogue continuamente trás evidências disso.

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    • jephsimple says:

      “No seu post sobre o dualismo criação evolução você cometeu o erro de dizer que a evolução é contra Deus, sendo que esta pode muito bem ter sido um instrumento de Deus.”

      Um ser Poderoso, Eterno e Inteligente usaria evolução cega ? Que contradição absurda.

      Como os homens seriam indesculpáveis, se ele não deixasse bem claro sua existência nas coisas que ele criou? Afinal se a evolução é cega, sua origem tbm é cega… E a propria origem do universo se deu de forma cega, sem direção, de forma aleatória. Qm daria crédito a um deus assim tão estupido?

      “Essa foi uma tentativa de negar o evolucionismo teísta?”

      Lê isto:

      http://www.evolutionnews.org/2015/01/at_biologos_ste092841.html

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    • harmo1979 says:

      Apelo à autoridade para confirmar suas crenças, é isso que o darwinismo faz direto e reto a TE está morta desde à época de Darwin, mas só os tolos que não percebem que é impossível X virar Y em “milhões” de anos

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    • harmo1979 says:

      Sim, a TE está sendo revisada há mais de 100 anos e continuará com os grandes entraves que possui até daqui infinitos anos

      DI está surgindo, pelo contrário, tentando ganhar força e destaque na mídia, pena que os evo ateus barram nossas idéias

      TOdyynho nenéeeemmm

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  7. Victor says:

    O dogmatismo em torno da teoria da evolução impede o avanço da ciência.

    Pelo contrário. Os algoritmos evolutivos, em ciência dá computação, foram inspirados na Teoria da Evolução e têm sido muito úteis para a área de Inteligência Artificial.

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    • Dalton says:

      A inspiração para algoritmos na área de tecnologia em nada tem a ver com a paralisia científica causada pela TE no âmbito do estudo da biologia.

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    • jephsimple says:

      GAs são projetados por designers, que usam computadores projetados por designers.

      Como a TE pode servir para A.I e biomimética? …. Esses naturalistas viajam barbaridade😀

      Agente fala que design está bem na cara deles, ai eles vem e dizem que não existe nenhuma evidência de design… Depois eles querem usar suas fantasias para as áreas que requerem designers… Esta aí o porque incluírem o tribunal em vosso modus operandi ;D

      Liked by 1 person

  8. JT Ollemhebb says:

    Olá, Mats – se é que você o único administrador e autor do blog.

    Em primeiro lugar, parabenizo-lhe pelo blog. Sou também cristão e adepto/defensor do DI.

    Conheço seu blog há alguns anos, mas não o visitava com tanta frequência. Passei a ver mais seu conteúdo desde o ano passado quando o adicionei aos feeds do app Google Play Banca instalado em meu tablet.

    O que me levou a comentar aqui só agora, e especificamente neste post, foi a surpresa em ver que você também traduziu esta mesma matéria do ‘Evolution News and Views’. Minha tradução encontra-se em meu blog ‘As Origens’ (http://goo.gl/haUf5S) e, como sou brasileiro, minha versão segue as particularidades do português falado aqui do outro lado do Atlântico. Há outras traduções de artigos do ENV lá em meu blog. Só não traduzi mais textos até hoje por falta de tempo.

    É uma pena que nós que gostamos de traduzir a partir do inglês textos sobre DI, criacionismo, evolução etc. não nos integramos de forma a saber um o que o outro anda traduzindo (ou o que já foi traduzido). Antes de iniciar uma tradução, costumo fazer uma busca via Google, e em blogs conhecidos, para ver se alguém já não a fez. A criação de uma comissão de tradutores seria algo muito útil nessa área.

    Ah, e desde a criação de meu blog pus um link para seu blog lá numa das seções da coluna lateral.

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  9. jephsimple says:

    JT Ollemhebb,

    Obrigado pelo seu trabalho, estou sempre acessando o Evolution News e o uncommondescent.com

    Fico feliz em saber que vc tbm faz traduções do evolution😀

    Seu blog sera incluído em meu acervo pessoal : jephmeuspensamentos.wordpress.com

    Um abraço.

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  10. Saga says:

    Matts – http://www.criacionismo.com.br/2015/02/organismo-que-nao-evoluiu-e-prova-da.html
    Olha que noticia interessante para analisarmos os paradigmas evolucionistas.

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