A Bíblia fala de dinossauros?

Por John D. Morris, Ph.D.

Quando eles são inicialmente expostos ao modelo criacionista da história da Terra, os Cristãos e os não-Cristãos normalmente fazem a mesma questão: “E então e os dinossauros?” Parece que décadas de lavagem cerebral evolucionista levou muitas pessoas a equivaler os dinossauros com a teoria da evolução.

Dinossauro_SauropodePara além disso, há já muito tempo que os dinossauros têm sido uma ferramenta eficaz para o ensino do dogma evolutivo, mas se eles realmente existiram, então duma forma ou doutra eles ajustam-se ao quadro Bíblico.

A Bíblia diz que todas as coisas foram criadas durante os seis dias da semana da criação (Êxodo 20:11, etc), incluindo os dinossauros. Os reptilíneos dinossauros foram (por definição) animais terrestres que foram criados por no Sexto Dia sob a categoria dos “os animais selvagens” (Génesis 1:24,25).

Houve também répteis marinhos enormes criados no Quinto dia (versículo 21). Juntamente com todos os animais e com a humanidade, eles foram criados para serem vegetarianos (versículos 29 e 30), visto que não havia morte antes de Adão e Eva se rebelarem contra Deus.

Dos muitos fósseis de dinossauros que são encontrados, quase todos exibem evidências de terem sido exclusivamente vegetarianos. Muitos dos tipos de fósseis de dinossauro realmente têm dentes afiados, garras afiadas, placas de blindagem, etc, muito provavelmente usados para uma variedade de propósitos defensivos ou ofensivos.

Claro que os cientistas nunca sabem com toda a certeza os hábitos alimentares dum animal quando tudo o que têm são pedaços de animais mortos como objectos de estudo, e para além disso a maior parte dos dinossauros são extremamente fragmentários, normalmente nada mais que partes dum único osso.

Muitos animais vivos actualmente têm dentes afiados que são usados estritamente para fins pacíficos, mas sabe-se o suficiente sobre os dinossauros para se ter uma forte ideia de que alguns eram carnívoros.

A Bíblia não diz quando foi que eles obtiveram essa habilidade, mas certamente que há pistas. Quando Adão e Eva se rebelaram, Deus pronunciou uma terrível maldição de morte sobre toda a criação.

Ao fazê-lo, Ele não só cumpriu a Sua promessa de que eles começariam a morrer (Génesis 2:17), como evidentemente alterou a composição genética de cada “tipo” de modo a que os seus descendentes passassem a ser, para sempre, diferentes. Deus alterou a estrutura corporal de Eva (3:16), das plantas (v.18), e também dos animais (v. 14).

Provavelmente foi por esta altura que os dinossauros adquiriram partes corporais criadas com propósitos agressivos ou de defesa. Isto pode ser uma especulação com dimensões consideráveis, mas é preciso levar em conta que o pecado estraga tudo, e decorrido que estava um curto período de tempo, toda a criação se encontrava corrompida (Génesis 6:11,12,7).

Deus disse a Noé para trazer para dentro da Arca um par de cada tipo de animal terrestre, incluindo, obviamente, os dinossauros (7:15). Reconhecendo que, como répteis, os dinossauros continuariam a crescer para o resto da sua vida, implicando que os mais velhos seria os maiores, havia espaço suficiente dentro da Arca para os dinossauros mais jovens.

Logo, os dinossauros que se encontravam dentro da Arca muito provavelmente eram jovens adultos, não maiores que uma vaca muito provavelmente.

Mas o mundo que veio a existir depois do Dilúvio era muito diferente do mundo pré-Diluviano, com muito menos vegetação, mais frio, com clima mais duro, e evidentemente os dinossauros foram gradualmente morrendo.

Dinossauro_Mokele_MbembeÉ provável que eles tenham sido caçados até à sua extinção, algo que é indicado pelas muitas lendas de dragões cujas descrições assemelham-se muito com a descrição de dinossauros.

De qualquer forma, a história Bíblica tem explicações para os dinossauros – a sua criação, o seu estilo de vida, e a sua extinção.

Os pais Cristãos são assim encorajados a usar os dinossauros como forma de ensinar as verdades Bíblicas.

– http://goo.gl/rjub96

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"Contempla agora o Beemoth, que Eu fiz contigo, que come a erva como o boi." (Job 40:15)
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61 Responses to A Bíblia fala de dinossauros?

  1. Ana Silva says:

    Pequena correcção:

    Onde está: “Deus alterou a estrutura corporal de Eva (3:16), das plantas (v.18), e também dos animais (v. 18).”…

    … o versículo referente aos animais é, segundo o texto original, Génesis 3:14.

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  2. Ana Silva says:

    “Se [os dinossauros] realmente existiram, então duma forma ou outra eles ajustam-se à quadro Bíblico”

    Esta frase resume TODO o objectivo do texto: como adaptar a realidade à narrativa do Génesis (e dos outros Livros da Bíblia) de modo a que possa ser interpretada como verdade inerrante. Desta vez baseado num “apelo à ignorância”.

    Um exemplo é a forma como Morris trata o “aparentemente” delicado tema dos hábitos alimentares dos animais “pré-queda”.

    Primeiro diz: “Dos muitos fósseis de dinossauros que são encontrados, quase todos exibem evidências de terem sido exclusivamente vegetarianos.”

    Logo a seguir contradiz-se: “Muitos dos tipos de fósseis de dinossauro realmente têm dentes afiados, garras afiadas, placas de blindagem, etc, muito provavelmente usados para uma variedade de propósitos defensivos ou ofensivos.”

    “Claro” que esta contradição é apenas “aparente”. Porque Morris conclui logo a seguir:

    “Claro que os cientistas nunca sabem com toda a certeza os hábitos alimentares dum animal quando tudo o que têm são pedaços de animais mortos como objectos de estudo”.

    E ai está. Esta frase resume toda a argumentação do texto. É um “apelo à ignorância”, um “argumentum ad ignorantiam”: Como os cientistas não conseguem provar que os animais carnívoros (dinossauros ou outros) sempre foram carnívoros é possível imaginar qualquer cenário que se enquadra com os factos conhecidos, incluindo o que é narrado no Génesis. Como Morris defende: “certamente que há pistas”.

    Ou seja, o desconhecimento permite construir qualquer “história”.

    Continuando a sua narrativa baseada em “lendas” e em mais um apelo à ignorância, Morris “explica” o fim dos dinossauros: “É provável que eles tenham sido caçados até à sua extinção.”

    A sério? Parece-em algo surpreendente. Porquê caçar dinossauros? Muitos dinossauros conhecidos são animais possantes, enormes e perigosos. Como Morris refere pelo menos duas vezes, têm características “muito provavelmente usad[as] para uma variedade de propósitos defensivos ou ofensivos”. Decerto existiam animais de porte mais pequeno e mais fáceis de caçar. Porque é que esses animais não se extinguiram primeiro?

    “Os pais Cristãos são assim encorajados a usar os dinossauros como forma de ensinar as verdades Bíblicas.”

    Certo. Basta pois apelar à ignorância e “construir” uma história.

    Pessoalmente não o recomendo. Não vão mais tarde as crianças e os jovens “ver” os pais como fontes não-fiáveis de informação e virar-se para outras fontes, quiçá mais “evolucionistas”.

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    • Lucas says:

      Ana

      “Se [os dinossauros] realmente existiram, então duma forma ou outra eles ajustam-se à quadro Bíblico”

      Esta frase resume TODO o objectivo do texto: como adaptar a realidade à narrativa do Génesis (e dos outros Livros da Bíblia) de modo a que possa ser interpretada como verdade inerrante.

      Se a pessoa sabe que a Bíblia é a Palavra de Deus (que é o caso do autor do texto), e que os dinossauros realmente existiram, então faz sentido que a Bíblia tenha uma explicação para a sua origem (tal como para a origem de todos os outros animais). Não entendo qual é o espanto da Ana. Pelos vistos a Ana vai construir mais um famoso espantalho e tentar destruí-lo.

      Primeiro diz: “Dos muitos fósseis de dinossauros que são encontrados, quase todos exibem evidências de terem sido exclusivamente vegetarianos.”

      Logo a seguir contradiz-se: “Muitos dos tipos de fósseis de dinossauro realmente têm dentes afiados, garras afiadas, placas de blindagem, etc, muito provavelmente usados para uma variedade de propósitos defensivos ou ofensivos.”

      Não há contradição nessa duas frases (há menos que a Ana tenha uma definição especial para a palavra “contradição”).

      “Claro” que esta contradição é apenas “aparente”. Porque Morris conclui logo a seguir:

      “Claro que os cientistas nunca sabem com toda a certeza os hábitos alimentares dum animal quando tudo o que têm são pedaços de animais mortos como objectos de estudo”.

      Deve ser bem “aparente” mesmo porque não há contradição entre as frases.

      E ai está. Esta frase resume toda a argumentação do texto. É um “apelo à ignorância”, um “argumentum ad ignorantiam”: Como os cientistas não conseguem provar que os animais carnívoros (dinossauros ou outros) sempre foram carnívoros é possível imaginar qualquer cenário que se enquadra com os factos conhecidos, incluindo o que é narrado no Génesis. Como Morris defende: “certamente que há pistas”.

      A “argumentação do texto” não é um “apelo à ignorância”. O próprio texto diz que “dos muitos fósseis de dinossauros que são encontrados, quase todos exibem evidências de terem sido exclusivamente vegetarianos”. Que parte de “dos muitos fósseis de dinossauros que são encontrados, quase todos exibem evidências de terem sido exclusivamente vegetarianos” é que a Ana qualifica de “apelo à ignorância”?

      Os “factos conhecidos” e o peso das evidências, aliados à Narrativa Bíblica (que o autor considera fiável) e ao facto da dentição nem sempre estar de acordo com a IMAGINADA dieta do animal, faz-nos ver que não há “ignorância” aceitar que os dinossauros eram originalmente herbívoros. Chama-se a isto uma inferência lógica com base no que se sabe, e não um “apelo à ignorância”.

      Ou seja, o desconhecimento permite construir qualquer “história”.

      O conhecimento é que nos faz aceitar que os dinossauros eram herbívoros originalmente. O facto “dos muitos fósseis de dinossauros que são encontrados, quase todos exibem evidências de terem sido exclusivamente vegetarianos” só vem aumentar o peso da alegação Bíblica que, repito, é considerada fiável por quem escreveu o texto.

      Continuando a sua narrativa baseada em “lendas” e em mais um apelo à ignorância

      As únicas “lendas” que se notam são as que você cria na sua cabeça.

      Morris “explica” o fim dos dinossauros: “É provável que eles tenham sido caçados até à sua extinção.”

      A sério? Parece-em algo surpreendente. Porquê caçar dinossauros?

      Porque não?

      Muitos dinossauros conhecidos são animais possantes, enormes e perigosos.

      Deve ser por isso que ninguém caça elefantes, nem baleias e nem qualquer tipo de animal “possante, enorme e perigoso”. Só se caçam coelhos e poucos mais. (Nada de alces e rinocerontes).

      Decerto existiam animais de porte mais pequeno e mais fáceis de caçar. Porque é que esses animais não se extinguiram

      primeiro?

      Porque é que os antigos deveriam caçar os animais que a Ana pensa que se deveriam caçar primeiro? Os Ameríndios caçavam bufalos mas também caçavam outros animais (embora o búfalo seja um animal “possante, enorme, e perigoso”, que segundo a Ana, nunca deveria ter sido alvo de caça alguma. Ou entendi mal?)

      “Os pais Cristãos são assim encorajados a usar os dinossauros como forma de ensinar as verdades Bíblicas.”

      Certo. Basta pois apelar à ignorância e “construir” uma história.

      A unica pessoa com alegações ignorantes é a Ana por não entender um argumento simples. O próprio texto que a Ana deveria ter lido diz “muitos fósseis de dinossauros que são encontrados, quase todos exibem evidências de terem sido exclusivamente vegetarianos” mas a Ana chama de “apelo à ignorância” dizer que os dinossauros cuja dieta não se saiba com toda a certeza quase de certeza eram vegetarianos, e que a Palavra de Deus (e quem escrevou o texto de cima aceita a Bíblia como

      Autoridade sobre o passado) fala que todos os animais eram vegetarianos).

      “Apelo à ignorância” seria eu dizer algo do tipo mais evolucionista como “eu não sei nada, não tenho dados nenhuns, não tenho motivos para pensar assim, mas vou

      aceitar que é como eu digo porque acho melhor assim”.

      O Morris faz o contrário, usando que ELE aceita como autoritário:

      1. Muitos fósseis de dinossauros que são encontrados, quase todos exibem evidências de terem sido exclusivamente vegetarianos”

      2. A Fonte que ele aceita como autoritária diz que todos os animais eram herbívoros.

      3. A dentição dum animal nem sempre reflecte a dieta.

      Mas para a Ana, tudo isto é “apelo à ignorância”.

      Pessoalmente não o recomendo. Não vão mais tarde as crianças e os jovens “ver” os pais como fontes não-fiáveis de informação e virar-se para outras fontes, quiçá mais “evolucionistas”

      Quais “fontes evolucionistas”? Aquelas que defendem que estes animais evaporaram-se há 65 milhões de anos atrás (dependendo do evolucionista com quem se fala, a data varia e o método de “extinção” também), embora nós tenhamos vários testemunhos arqueológicos, textuais e fósseis que eles viveram bem depois dessa dada imaginativa? Pessoalmente, se essa é a alternativa, então os pais podem e devem mostrar aos filhos como os dinossauros se enquandram perfeitamente na Bíblia na qual eles já acreditam.

      Mats

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      • Ana Silva says:

        Mats:

        [Antes de mais peço desculpa pela extensão deste meu comentário. Tentarei ser mais resumida de futuro]

        Diz o Mats: “Se a pessoa sabe que a Bíblia é a Palavra de Deus […] e que os dinossauros realmente existiram, então faz sentido que a Bíblia tenha uma explicação para a sua origem (tal como para a origem de todos os outros animais).”

        Não contesto isso, Mats. Uma pessoa que aceita a Inerrância da Bíblia como a maior fonte de autoridade forçosamente aceita que a Bíblia tem a resposta para tudo e que tudo terá de estar de acordo com o que está na Bíblia.

        Isso em nada contraria o que eu disse no meu comentário anterior. Repito: Toda a argumentação do texto postado se baseia num “apelo à ignorância”, em que ignorância corresponde a desconhecimento.

        Recordo as palavras de Morris:
        “CLARO que os cientistas NUNCA SABEM COM TODA A CERTEZA os hábitos alimentares dum animal quando tudo o que têm são pedaços de animais mortos como objectos de estudo”.

        A expressão “os cientistas nunca sabem com toda a certeza” é um apelo à ignorância: como os cientistas não “sabem com toda a certeza”, podemos construir a história que quisermos.

        Um defensor da Inerrância da Bíblia pode adaptar o que “os cientistas nunca sabem com toda a certeza” à informação contida na Bíblia. É isso que Morris faz neste texto.

        O Mats foca-se na frase de Morris “Dos muitos fósseis de dinossauros que são encontrados, quase todos exibem evidências de terem sido exclusivamente vegetarianos.” Mas esquece-se, Mats, de que Morris NÃO APRESENTA, em nenhum lado no texto, qualquer informação, dado ou facto que corrobore essa frase. Não, Morris limita-se a “apelar à ignorância” de que “os cientistas nunca sabem com toda a certeza”.

        O Mats diz: “Não há contradição nessas duas frases”.

        Relembro o que escreveu Morris.

        Uma frase diz que “quase todos [os fósseis de dinossauros] exibem evidências de terem sido exclusivamente vegetarianos”.

        A outra, que se segue IMEDIATAMENTE a seguir, diz “: “Muitos dos tipos de fósseis de dinossauro realmente têm dentes afiados, garras afiadas, placas de blindagem, etc, muito provavelmente usados para uma variedade de propósitos defensivos ou ofensivos.”

        “Dentes afiados, garras afiadas, placas de blindagem” são coisas que os animais que hoje conhecemos usam para atacar ou para se defenderem do ataque de outros animais. Isso indicia uma relação de predador-presa, ou seja indicia que existiam predadores (=carnívoros).

        A interpretação que faz desta secção do texto de Morris é sua, Mats. Tem direito a ela. Mas tem de aceitar que, escrita como está, esta secção leva a que muitos leitores sintam que Morris se está a contradizer (ou seja que Morris está a “dizer o contrário do que tinha afirmado”, a “apresentar incoerência entre ditos sucessivos”).

        O Mats diz: “Deve ser por isso que ninguém caça elefantes, nem baleias e nem qualquer tipo de animal “possante, enorme e perigoso”. Só se caçam coelhos e poucos mais. (Nada de alces e rinocerontes).”

        Está apenas a dar mais força ao meu argumento, Mats.

        Elefantes, alces e rinocerontes, e, já agora, bisontes e mamutes são todos animais menos possantes que tiranossauros rex, saurópodes ou mesmo estegossauros. Um elefante macho adulto tem menos de 4 metros de altura, um bisonte adulto não chega a tanto. Um alce tem perto de dois metros de altura e um rinoceronte ainda menos. Nenhum destes animais tem grandes garras dentes cortantes ou placas ósseas que lhes permita, mesmo feridos, criar ferimentos mortais em quem se tente aproximar.

        O tiranossauro rex tinha 4 metros de altura, dentes e garras formidáveis capazes de perfurar pele e de rasgar músculo, muito mais fáceis de manusear e bem mais mortíferas que as também perigosas presas de elefante. Os saurópodes podiam ter mais de 20 metros de altura. Mesmo os “pequenos” estegossauros, herbívoros com “apenas” 4 metros de altura, possuíam placas ósseas para protecção e tinham uma cauda com quatro espinhos que “impunham respeito”.

        Portanto “porquê caçar dinossauros?” Porque não escolher antes animais de porte mais pequeno e mais fáceis de caçar? Porque é que elefantes, alces, rinocerontes e bisontes não se extinguiram primeiro e existem ainda hoje?

        Conclui o Mats: “para a Ana, tudo isto é ‘apelo à ignorância’”.

        Verdade. E uma característica importante das crianças e jovens é a curiosidade. E uma característica importante dos jovens é a revolta contra fontes de autoridade. Algo importante e a ter em conta.

        Por isso, e porque as “fontes evolucionistas” apresentam algumas provas concretas na sua defesa de que os dinossauros “evaporaram-se há 65 milhões de anos atrás” (uma definição super simplista e algo errónea, não Mats?) eu continuo a não recomendar que os “pais Cristãos” sejam “encorajados a usar os dinossauros como forma de ensinar as verdades Bíblicas”…

        … não vão mais tarde as crianças e os jovens, movidos pela sua curiosidade e/ou pela sua revolta contra a autoridade, “ver” os pais como fontes não-fiáveis de informação e virar-se para outras fontes.

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      • Lucas says:

        Ana,

        Diz o Mats: “Se a pessoa sabe que a Bíblia é a Palavra de Deus […] e que os dinossauros realmente existiram, então faz sentido que a Bíblia tenha uma explicação para a sua origem (tal como para a origem de todos os outros animais).”

        Não contesto isso, Mats. Uma pessoa que aceita a Inerrância da Bíblia como a maior fonte de autoridade forçosamente aceita que a Bíblia tem a resposta para tudo e que tudo terá de estar de acordo com o que está na Bíblia.

        Muito bem. Então o resto do comentário não tem razão de ser. Se alguém sabe que a Bíblia tem a verdadeira história da Terra, faz todo o sentido explicar os dinossauros segundo a Bíblia. Aihda bem que estamos de acordo.

        O Mats diz: “Não há contradição nessas duas frases”.

        Relembro o que escreveu Morris.

        Uma frase diz que “quase todos [os fósseis de dinossauros] exibem evidências de terem sido exclusivamente vegetarianos”.

        A outra, que se segue IMEDIATAMENTE a seguir, diz “: “Muitos dos tipos de fósseis de dinossauro realmente têm dentes afiados, garras afiadas, placas de blindagem, etc, muito provavelmente usados para uma variedade de propósitos defensivos ou ofensivos.”

        “Dentes afiados, garras afiadas, placas de blindagem” são coisas que os animais que hoje conhecemos usam para atacar ou para se defenderem do ataque de outros animais. Isso indicia uma relação de predador-presa, ou seja indicia que existiam predadores (=carnívoros).

        “Defender de outros animais” não significa “comer o animal do qual se defende”. Um herbívoro pode-se defender dum leão usando os seus chifres mas ele não se via alimentar do leão. Para além disso, há animais com “Dentes afiados” ou “garras afiadas” ou “placas de blindagem” que são herbívoros. O urso panda tem a dentição essencialmente idêntica a dos ursos polares, mas um é carnívoro e outro é essencialmente (mas não exclusivamente) herbívoro.

        Lembre-se: a dentição não é forma absoluta para se saber a dieta dum animal.

        O Mats diz: “Deve ser por isso que ninguém caça elefantes, nem baleias e nem qualquer tipo de animal “possante, enorme e perigoso”. Só se caçam coelhos e poucos mais. (Nada de alces e rinocerontes).”

        Está apenas a dar mais força ao meu argumento, Mats.

        Elefantes, alces e rinocerontes, e, já agora, bisontes e mamutes são todos animais menos possantes que tiranossauros rex, saurópodes ou mesmo estegossauros.

        Não interessa. A Ana diz que há animais menos possantes que os dinossauros que se podem caçar. Eu digo que há animais ainda menos possantes que os búfalos e que as baleias que se podem caçar. Qual é o critério que a Ana usa para “este pode ser caçado” e “aquele não”? Ou será que a Ana determinou que os dinossauros nunca se podem caçar porque a Ana determinou que eles são demasiado grandes para serem caçados?

        Já agora, a Ana assume que “caçar dinossauros” significa automaticamente “caçar T-rex adultos”. A Ana esquece-se que TODOS os dinossautros nascem PEQUENOS e depois crescem. Se eu quisesse matar um T-rex, certamente que não esperaria que ele crescesse.

        Outra coisa que a Ana erradamente assume é que TODOS os dinossauros são gigantescos como o Beemonte citado na Bíblia ou o T-rex, quando o tamanho médio dos dinossauros é bem inferior a esse (algumas pessoas dizem até que o tamanho médio dos dinossauros era o de um carneiro).

        Ou seja, o problema não é o que Morris diz, mas o que a Ana decidiu que ele TEM que dizer. O problema são as suas expectativas não-justificadas.

        Por fim:

        Um elefante macho adulto tem menos de 4 metros de altura, um bisonte adulto não chega a tanto. Um alce tem perto de dois metros de altura e um rinoceronte ainda menos. Nenhum destes animais tem grandes garras dentes cortantes ou placas ósseas que lhes permita, mesmo feridos, criar ferimentos mortais em quem se tente aproximar.

        E qual é a dimensão das baleias? Para quê caçar baleias quando se podem caçar golfinhos? (Este é o SEU argumento, não o meu).

        Mats

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      • Ana Silva says:

        Mats:

        “Se alguém sabe que a Bíblia tem a verdadeira história da Terra, faz todo o sentido explicar os dinossauros segundo a Bíblia.”

        Recorrendo a apelos à ignorância? Como forma de convencer crianças e jovens da Inerrância da Bíblia? Sinceramente não recomendo.

        Aliás é o próprio Mats que diz sobre os meus comentários: “O problema são as suas expectativas não-justificadas.” O que o leva a achar, Mats, que uma criança ou um jovem, seres muito mais curiosos por aquilo que os rodeia do que eu (que já não sou jovem há muitos anos), não terão expectativas bem maiores que as minhas?

        ““Defender de outros animais” não significa “comer o animal do qual se defende””.

        Como já referi, Mats, essa é a sua interpretação do texto que postou e tem direito a ela. Mas, volto a repetir, isso não quer dizer que outros leitores vejam uma contradição na argumentação de Morris. Pelas razões que também já referi. E o Mats não apresentou nenhum argumento que contrarie esta possibilidade.

        “Qual é o critério que a Ana usa para “este pode ser caçado” e “aquele não”? Ou será que a Ana determinou que os dinossauros nunca se podem caçar porque a Ana determinou que eles são demasiado grandes para serem caçados?”

        É verdade que nem todos os dinossauros tinham o tamanho e eram tão perigosos como os tiranossauros, os saurópodes e os estegossauros. Mas ainda assim, são conhecidas muitas espécies de dinossauros grandes e perigosos. Porque é que desapareceram TODOS? Porque é que os homens escolheram caçar até à extinção (também) os dinossauros grandes e mortíferos? Porque é que não escolheram apenas perseguir os dinossauros mais pequenos?

        Com toda a sua argumentação, Mats, na verdade ainda não conseguiu responder a esta pergunta.

        “Para quê caçar baleias quando se podem caçar golfinhos? (Este é o SEU argumento, não o meu).”

        Um animal vale não só pela sua carne, Mats. A baleia é um dos melhores exemplos disso.

        Uma baleia é bem mais valiosa do que (o seu peso em) golfinhos.

        Até meados do século XX havia muito material que as baleias forneciam em grandes quantidades e os golfinhos não, como a gordura (que era usada tanto como alimento como enquanto combustível), o âmbar de baleia (usado na produção de perfumes) e as barbas de baleia (material muito importante antes de existirem plásticos). Para além disso o facto de as baleias, ao contrário dos peixes, respirarem directamente ar torna-as “mais fáceis” de caçar (dito de uma forma muito simplista, depois de lançado o arpão é tudo uma questão de paciência, de esperar que a baleia fique exausta).

        Nota:
        Surpreende-me um pouco este seu comentário sobre as baleias, Mats. Existiram realmente razões comerciais muito importantes para a caça à baleia até meados do século XX (mas não tanto agora, felizmente). Eu não referi o exemplo das baleias antes porque eu pensei que soubesse isto. Afinal a caça artesanal ao cachalote aconteceu nos Açores até há algumas décadas.

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      • Lucas says:

        Ana,

        “Se alguém sabe que a Bíblia tem a verdadeira história da Terra, faz todo o sentido explicar os dinossauros segundo a Bíblia.”

        Recorrendo a apelos à ignorância? Como forma de convencer crianças e jovens da Inerrância da Bíblia? Sinceramente não recomendo.

        é só para mostrar que a existência de dinossauros não é problema para a Bíblia. A existência RECENTE de dinossauros é que é um problema fatal para a teoria da evolução.

        ““Defender de outros animais” não significa “comer o animal do qual se defende””.

        Como já referi, Mats, essa é a sua interpretação do texto que postou e tem direito a ela. Mas, volto a repetir, isso não quer dizer que outros leitores vejam uma contradição na argumentação de Morris. Pelas razões que também já referi. E o Mats não apresentou nenhum argumento que contrarie esta possibilidade.

        A Ana não mostrou qualquer “contradição”.

        É verdade que nem todos os dinossauros tinham o tamanho e eram tão perigosos como os tiranossauros, os saurópodes e os estegossauros. Mas ainda assim, são conhecidas muitas espécies de dinossauros grandes e perigosos. Porque é que desapareceram TODOS?

        Quem disse que desapareceram todos? Segundo o Morris, que defende que existiram dinossauros até bem depois do Dilúvio, a MAIOR parte pode ter sido extinta, mas não todos:

        1. Os dinossauros da Papua Nova Guiné http://wp.me/pbA1e-2iR

        2. Os dinossauros no túmulo do Bispo Bell http://wp.me/pbA1e-2h9

        3. Será que os Aborígenes viram dinossauros? http://wp.me/pbA1e-2fi

        4. Ciência confirma que dinossauros viveram recentemente http://wp.me/pbA1e-1oh

        Porque é que os homens escolheram caçar até à extinção (também) os dinossauros grandes e mortíferos? Porque é que não escolheram apenas perseguir os dinossauros mais pequenos?

        Provavelmente viram alguma vantagem em caçar os maiores.

        Com toda a sua argumentação, Mats, na verdade ainda não conseguiu responder a esta pergunta.

        Respondi.

        “Para quê caçar baleias quando se podem caçar golfinhos? (Este é o SEU argumento, não o meu).”

        Um animal vale não só pela sua carne, Mats. A baleia é um dos melhores exemplos disso. Uma baleia é bem mais valiosa do que (o seu peso em) golfinhos.

        Então use esse argumento em relação aos dinossauros maiores e os menores.

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      • Bem, seria imensamente vantajoso para os animais servirem-se dos seus apetrechos naturais para caçar, e pelo que vemos agora, isso normalmente acontece.

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      • Lucas says:

        Maria

        Bem, seria imensamente vantajoso para os animais servirem-se dos seus apetrechos naturais para caçar, e pelo que vemos agora, isso normalmente acontece.

        Tal como o urso panda usa as suas poderosas patas e os seus caninos afiados para caçar……..bambu.

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      • Eu não disse que não havia excepções. Mas olhe que é normal isso acontecer.

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      • Além disso, tecnicamente eles são omnívoros, pois raramente (note bem, “raramente”) comem outra coisa que não plantas.

        (http://pt.wikipedia.org/wiki/Ailuropoda_melanoleuca#Dieta_e_h.C3.A1bitos_alimentares)

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      • seja como for, tendo em conta o risco-benefício, não faz sentido que os humanos tenham quase extinto os dinossauros, caçando-os.

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      • Lucas says:

        seja como for, tendo em conta o risco-benefício, não faz sentido que os humanos tenham quase extinto os dinossauros, caçando-os.

        E os mamutes?

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      • Aliás, só pelo risco em si, o sucesso não estava nem próximo de ser garantido. Quem acabaria morto, provavelmente seriam os humanos. 

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      • Lucas says:

        Aliás, só pelo risco em si, o sucesso não estava nem próximo de ser garantido

        Quem é que vai à caça com a ideia de “sucesso garantido”?

        Quem acabaria morto, provavelmente seriam os humanos. 

        Por isso é que ninguém caçava mamutes. E nem caçam bisontes. Nem baleias. Nem nenhuma animal acima dos [inserir aqui peso máximo permitido pela Maria>]

        Mats

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      • Não é isso Mats-. Acha que com pouca probabilidade de sucesso, eram os dinossauros que acabavam extintos. Acha?
        Quanto ao resto, nem compare…

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      • Lucas says:

        Não é isso Mats-. Acha que com pouca probabilidade de sucesso, eram os dinossauros que acabavam extintos. Acha?
        Quanto ao resto, nem compare…

        Fiquei sem resposta: e os mamutes?

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      • O Mats quer mesmo comparar dinossauros com mamutes? velociraptores, tyranossaurus-rex? A sério, Mats?

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      • Lucas says:

        Maria

        O Mats quer mesmo comparar dinossauros com mamutes? velociraptores, tyranossaurus-rex? A sério, Mats?

        Na ausência dum critério teu, eu posso usar os mamutes. Lembra-te do que eu disse a Ana: nem todos os dinossauros eram como o T-Rex. e para se caçar um dinossauro, nem sempre é preciso esperar até à idade adulta.

        Portanto, a menos que tenhas um critério válido, eu vou usar o mamute.

        Mats

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      • Ana Silva says:

        Mats:

        “A existência RECENTE de dinossauros é que é um problema fatal para a teoria da evolução.”

        Não há nada que prove a existência recente de dinossauros. A existência de tecidos moles preservados não é, em si só um indício de que os fósseis são recentes. Existem muitos factores que podem favorecer a preservação destes tecidos.

        “A Ana não mostrou qualquer “contradição”.”

        Acho que podemos concordar em discordar, Mats.

        Eu expliquei porque é que as declarações de Morris podem parecer uma contradição. O Mats não concorda e está no seu direito. Mas foi o Mats, não eu, que não conseguiu explicar/provar a sua posição.

        “Segundo o Morris, que defende que existiram dinossauros até bem depois do Dilúvio, a MAIOR parte pode ter sido extinta, mas não todos. […] Os dinossauros da Papua Nova Guiné.”

        Ninguém, senão alguns locais, viu tais animais ou sequer vestígios deles. Lembro-me desse post e, se não estou em erro, os relatos referem-se a ilhas que são demasiado pequenas não só para sustentar animais de grandes dimensões (e uma população que terá forçosamente de ter mais de 20 indivíduos para poder sobreviver ao longo de gerações) mas para que animais de tais dimensões não tenham sido vistos por mais ninguém.

        E deixou-me algo curiosa, Mats. Posso, seguindo o seu raciocínio, depreender que o Mats aceita como provada a existência de todos os animais especiais que apenas foram vistos por algumas pessoas, mas sobre os quais não existem mais nenhuma evidência para lá desses relatos? Ou seja, o Mats aceita a existência do big foot, do yeti e do monstro do lago Ness, entre outros?

        “Os dinossauros do túmulo do bispo Bell” e os “dinossauros dos aborígenes”…

        Todos os povos têm os seus mitos. Muitos mitos implicam animais mitológicos. Os gregos, por exemplo, defendiam a existência de sereias, ciclopes, centauros e quimeras, seres que tinham uma influência importante no destino de alguns heróis mitológicos gregos. Existem desenhos e descrições escritas destes seres mitológicos preservados desse tempo. O Mats está a defender que sereias, ciclopes, centauros e quimeras realmente existiram?

        Pelo menos para os ciclopes e para as quimeras existe uma explicação simples: ossadas de mamutes e de outros animais existentes nas terras habitadas pelos gregos antigos, que foram interpretadas como correspondentes a animais mitológicos. O mesmo poderá (ou não) ter acontecido noutros locais.

        “Então use esse argumento em relação aos dinossauros maiores e os menores.”

        O Mats está a defender que os dinossauros poderiam ter sido caçados por outras razões que não a sua carne? Até poderia ser, porque não, se tivessem vivido na mesma altura. Animais mais velhos e doentes, por exemplo.

        Claro que isso, por si só, não seria suficiente para provocar a sua extinção, como prova a existência da grande maioria de animais que se sabe terem sido caçados pelo Homem.

        Realço no entanto um facto importante. Sobre todos os animais caçados pelo Homem antes do advento das espingardas e demais pistolas existem provas do consumo da sua carne e do uso de outros materiais. Não apenas os desenhos mas também restos de ossos roídos, esculturas, jóias e outros artefactos de ossos, peles, etc.. O mesmo não se pode dizer para os dinossauros. Na verdade não existe nenhuma prova concreta de que pessoas e dinossauros alguma vez tenham convivido. Apenas lendas e desenhos e a interpretação de animais míticos como sendo “dinossauros”.

        E como provam as sereias, os ciclopes, os centauros, as quimeras e até os unicórnios, lendas e desenhos por si só não provam a existência de animais, míticos ou não.

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      • Miguel says:

        Ana,

        “A existência RECENTE de dinossauros é que é um problema fatal para a teoria da evolução.”

        Não há nada que prove a existência recente de dinossauros.

        1. Os dinossauros da Papua Nova Guiné http://wp.me/pbA1e-2iR
        2. Os dinossauros no túmulo do Bispo Bell http://wp.me/pbA1e-2h9
        3. Será que os nossos antepassados usaram fósseis para retratar os dinossauros? http://wp.me/pbA1e-2fz
        4. Será que os Aborígenes viram dinossauros? http://wp.me/pbA1e-2fi
        5. Ciência confirma que dinossauros viveram recentemente http://wp.me/pbA1e-1oh
        6. O que se sabia sobre dinossauros estava errado (outra vez) http://wp.me/pbA1e-xC
        7. A ligação entre “dragões” e dinossauros http://wp.me/pbA1e-ov

        A existência de tecidos moles preservados não é, em si só um indício de que os fósseis são recentes. Existem muitos factores que podem favorecer a preservação destes tecidos.

        Até esses outros “muitos factores” terem algum tipo de suporte científico, ficamos com a explicação mas económica: os tecidos macios/moles existem porque os animais viveram recentemente.

        “A Ana não mostrou qualquer “contradição”.”

        Acho que podemos concordar em discordar, Mats.

        Eu expliquei porque é que as declarações de Morris podem parecer uma contradição. O Mats não concorda e está no seu direito. Mas foi o Mats, não eu, que não conseguiu explicar/provar a sua posição.

        A Ana é que tem que mostrar a “contradição”.

        “Segundo o Morris, que defende que existiram dinossauros até bem depois do Dilúvio, a MAIOR parte pode ter sido extinta, mas não todos. […] Os dinossauros da Papua Nova Guiné.”

        Ninguém, senão alguns locais, viu tais animais ou sequer vestígios deles.

        E..?

        Lembro-me desse post e, se não estou em erro, os relatos referem-se a ilhas que são demasiado pequenas não só para sustentar animais de grandes dimensões (e uma população que terá forçosamente de ter mais de 20 indivíduos para poder sobreviver ao longo de gerações) mas para que animais de tais dimensões não tenham sido vistos por mais ninguém.

        O facto das ilhas serem “demasiado pequenas” (segundo o critério arbitrário que a Ana estabeleceu) não invalida a existência desses animais. Acho que é melhor a ana voltar a ler esse post: http://wp.me/pbA1e-2iR

        E deixou-me algo curiosa, Mats. Posso, seguindo o seu raciocínio, depreender que o Mats aceita como provada a existência de todos os animais especiais que apenas foram vistos por algumas pessoas, mas sobre os quais não existem mais nenhuma evidência para lá desses relatos?

        Não.

        A diferença é que existem muitas outras evidências dos relatos que os locais reportaram. Nós sabemos que tais animais existiram, sabemos parcialmente dos seus hábitos, sabemos que outras culturas também os viram e documentaram como históricas, temos fósseis para confirmar a sua recente existência, e, acima de tudo, temos a Palavra de Deus a falar do mesmo animal.

        Logo, o paralelo com mitos não se aplica.

        Todos os povos têm os seus mitos. Muitos mitos implicam animais mitológicos.

        Mas os dinossauros não são animais mitológicos. Nós sabemos que existiram, e aparentemente, parece que ainda há alguns poucos por aí.

        “Então use esse argumento em relação aos dinossauros maiores e os menores.”

        O Mats está a defender que os dinossauros poderiam ter sido caçados por outras razões que não a sua carne? Até poderia ser, porque não, se tivessem vivido na mesma altura. Animais mais velhos e doentes, por exemplo. Claro que isso, por si só, não seria suficiente para provocar a sua extinção, como prova a existência da grande maioria de animais que se sabe terem sido caçados pelo Homem.

        Mas ninguém defendeu que a causa única da extinção foi a caça. MAs nós sabemos que a caça pode causar a extinção de animais (pequenos ou grandes).

        Na verdade não existe nenhuma prova concreta de que pessoas e dinossauros alguma vez tenham convivido.

        A Ana pode repetir este mantra o quanto quiser, que ele não se torna verdade. Nós temos evidências suficientes para concluir que o ser humano e os dinossauros co-existiram.

        Ou será que a Ana tem algum dificuldade [ideológica] em identificar estes animais como dinossauros?

        O problema da Ana (que é consequência da sua fé evolucionista) é que a Ana não pode aceitar de maneira nenhuma nada menos que fotos de dinossauros como forma de ver que os dinossauros sempre viveram lado a lado com o ser humano.

        O peso das evidências é tão gigantescto (em favor da co-existência) que só uma rejeição filosófica (e não científica) pode explicar o facto de ainda haver pessoas que negam o óbvio: dinossauros sempre viverem lado a lado com os seres humanos.

        Mats

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      • Ana Silva says:

        Mats:

        “A Ana é que tem que mostrar a “contradição”.

        Já o fiz, Mats. Nos meus dois primeiros comentários. Até expliquei porque é que as afirmações de Morris eram contraditórias entre si recorrendo à definição de “contradição” (como aliás o próprio Mats tinha pedido).

        Será mesmo necessário repeti-lo?

        “O facto das ilhas serem “demasiado pequenas” […] não invalida a existência desses animais.”

        Por acaso existem provas em contrário. Em geral, nas ilhas pequenas os animais de maiores dimensões, particularmente os herbívoros, têm tendência para “serem mais pequenos”. É uma forma destes animais se adaptarem ao limite de comida disponível. E que ao contrário dos animais “continentais”´, um animal numa ilha pequena não tem alternativas quando uma fonte de alimento desaparece. Sem comida por alguns dias, o animal morre.

        E existe sempre a outra questão: como é que uma ilha com um comprimento de até 5 km consegue sustentar uma população de animais grandes? Tendo em conta que tem de existir pelo menos dois adultos e uma ou outra cria viável, um avô ou outro (não vamos sequer falar no problema levantados pela falta de diversidade genéticas em populações tão pequenas) …

        “A diferença é que existem muitas outras evidências dos relatos que os locais reportam.”

        Quais? O texto postado não as refere.

        Não vi nenhuma referência a rastos (pegadas) ou indícios de que os animais se alimentam (excrementos, por exemplo, algo que um herbívoro larga em abundância). Para os ‘big foots’ existem não só relatos e desenhos, mas também fotografias e pegadas.

        E o que Mats defende deveria aplicar-se por igual a todas as lendas, incluindo as gregas, não? Então porque não existirem também sereias, os ciclopes, os centauros, as quimeras e até os unicórnios?

        Ou, dos animais que referi, só existem unicórnios porque os mesmos são referidos na Bíblia?

        Ou então será que as lendas gregas não são “de fiar”? Se sim, porquê?

        “O problema da Ana (que é consequência da sua fé evolucionista) é que a Ana não pode aceitar de maneira nenhuma nada menos que fotos de dinossauros.

        Olhe que não, Mats. Contento-me com excrementos e pegadas frescas. Talvez já seja pedir muito umas ossadas (como as que existem para o mamute e para o alce-Irlandês).

        Seria interessante também que alguma instituição criacionista criasse uma comissão para estudar o assunto. Tenho a certeza que pelo menos a Fundação John Templetion não se importaria de financiar este projecto.

        Mais importante, a mesma frase (embora adaptada) parece aplicar-se melhor a si, Mats:
        “O problema do Mats (que é consequência da sua fé na Inerrância da Bíblia) é que o Mats não pode aceitar de maneira nenhuma nada que não esteja literalmente de acordo com a Bíblia.”

        Estou errada?

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      • Miguel says:

        “O facto das ilhas serem “demasiado pequenas” […] não invalida a existência desses animais.”

        Por acaso existem provas em contrário. Em geral, nas ilhas pequenas os animais de maiores dimensões, particularmente os herbívoros, têm tendência para “serem mais pequenos”.

        Eu acho que a Ana não leu o texto que eu dei no meu último comentário.

        “A diferença é que existem muitas outras evidências dos relatos que os locais reportam.”

        Quais? O texto postado não as refere.

        Mais uma vez:

        1. Os dinossauros da Papua Nova Guiné http://wp.me/pbA1e-2iR
        2. Os dinossauros no túmulo do Bispo Bell http://wp.me/pbA1e-2h9
        3. Será que os nossos antepassados usaram fósseis para retratar os dinossauros? http://wp.me/pbA1e-2fz
        4. Será que os Aborígenes viram dinossauros? http://wp.me/pbA1e-2fi
        5. Ciência confirma que dinossauros viveram recentemente http://wp.me/pbA1e-1oh
        6. O que se sabia sobre dinossauros estava errado (outra vez) http://wp.me/pbA1e-xC
        7. A ligação entre “dragões” e dinossauros http://wp.me/pbA1e-ov

        E o que Mats defende deveria aplicar-se por igual a todas as lendas, incluindo as gregas, não?

        Não.

        Então porque não existirem também sereias, os ciclopes, os centauros, as quimeras e até os unicórnios?

        Ou, dos animais que referi, só existem unicórnios porque os mesmos são referidos na Bíblia?

        “Unicórnio” quer dizer “animal com um corno” ou pelo menos com um corno mais proeminente. E, sim, nós temos também descrições históricas e ACTUAIS de interacção com animais assim.

        “O problema da Ana (que é consequência da sua fé evolucionista) é que a Ana não pode aceitar de maneira nenhuma nada menos que fotos de dinossauros.

        Olhe que não, Mats. Contento-me com excrementos e pegadas frescas. Talvez já seja pedir muito umas ossadas (como as que existem para o mamute e para o alce-Irlandês).

        E animais que não andam em terra mas no mar, também aceita “excremento e pegadas frescas”?

        Seria interessante também que alguma instituição criacionista criasse uma comissão para estudar o assunto. Tenho a certeza que pelo menos a Fundação John Templetion não se importaria de financiar este projecto.

        Quem tem que fazer isso são os evolucionistas, porque a existência de dinossauros (e a sua consequente co-existência com os humanos) é um problema para vocês e não para nós.

        Mais importante, a mesma frase (embora adaptada) parece aplicar-se melhor a si, Mats:
        “O problema do Mats (que é consequência da sua fé na Inerrância da Bíblia) é que o Mats não pode aceitar de maneira nenhuma nada que não esteja literalmente de acordo com a Bíblia.”

        Note-se que a Ana não refutou o que eu disse. A Ana não aceita evidências que demonstrem a co-existência entre humanos e dinossauros, e como forma de permanecer na auto-imposta prisão ideológica, pede “requerimentos” que nem de perto nem de longe são “suficientes” para se determinar de forma suficiente que existem dinossauros.

        Estou errada?

        Está certa que a Bíblia é a nossa pressuposição, tal como o naturalismo e a evolução são as suas. A diferença é que a nossa pressuposição é conformada pelas observações, enquanto que as suas são colocadas em causa até por muitas pessoas que as subscrevem.

        Para acabar, isto são dinossauros ou não?




        Mats

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      • Ana Silva says:

        Mats:

        “Eu acho que não leu o texto que eu dei no meu último comentário.”

        Por acaso li. Li até, também, na altura em que o texto foi publicado. Fiz comentários a esse post e tudo.

        “E animais que não andam em terra mas no mar, também aceita “excremento e pegadas frescas”?”

        Todos os animais descritos no post foram vistos também em terra firme, mesmo que alguns tenham mergulhado. Logo o meu pedido de “excrementos” e de pegadas continua aceitável.

        Mas confesso que me tinha falhado um pormenor interessante do texto:

        “Alphones descreveu o animal como tendo um longo pescoço, uma cauda e 4 patas, tendo as patas traseiras mais longas que as da frente, e os pés tendo a aparência dos pés de pato. Estima-se que o comprimento do animal seja à volta de 4 metros desde as patas dianteiras até à cauda, com uma altura de 2 ou 3 metros.”

        Um animal com “pés com 4 metros desde as patas dianteiras até à cauda, com uma altura de 2 ou 3 metros” e com “pés tendo a aparência dos pés de pato”. Tenho mesmo pena que ele não tenha sido encontrado.

        Esse animal sustenta todo o seu corpo em “pés com a aparência de pés de pato”? Espectacular.

        “A existência de dinossauros (e a sua consequente co-existência com os humanos) é um problema para vocês [evolucionistas].”

        Os cientistas que aceitam a teoria da evolução aceitam a existência de dinossauros na actualidade. Um grupo bem grande de dinossauros, até. Chamam-lhes “aves”.

        Portanto porque iriam esses cientistas temer a existência de outros dinossauros?

        “A Ana não aceita evidência que demostrem a co-existência entre humanos e dinossauros.”

        Verdade. Assim como eu não aceito a existência de big foots, yetis, monstros do lago Ness, sereias, ciclopes, centauros, quimeras e unicórnios, apesar de todas as “evidências” que existem sobre estes animais, incluindo descrições, figuras, fotografias e pegadas.

        Não aceito a existência destes seres porque não existem provas concretas e consistentes da sua existência. Assim como não existem provas concretas da “co-existência entre humanos e dinossauros”.

        E desculpe repeti-lo, Mats, mas não consegui ainda perceber porque é que o Mats aceita tudo o que possa parecer a descrição de “co-existência entre humanos e dinossauros”, mas que tudo o resto NÃO pode ser verdadeiro.

        Se o big foot tivesse um aspecto “dinossaurico” o Mats já aceitava a sua existência?

        Ou se o big foot fosse referido na Bíblia o Mats já aceitava a sua existência?

        “Para acabar, isto são dinossauros ou não?”

        Os animais da primeira figura até poderiam se identificados como saurópodes, não fora os cornos.

        A segunda figura parece-me um rinoceronte estilizado.

        Na terceira figura a cabeça do boneco à esquerda parece mesmo um dodo (mas é só a cabeça, aceito, e uma ave não tem dentes) e o boneco à direita parece ter uma carapaça de tartaruga e por isso parece-me uma tartaruga. E este boneco também parece ter uma faca numa das mãos.

        Finalmente a última figura parece-me um javali com uma crista (sim, eles existem).

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      • Lucas says:

        Os cientistas que aceitam a teoria da evolução aceitam a existência de dinossauros na actualidade. Um grupo bem grande de dinossauros, até. Chamam-lhes “aves”.

        Aves não são dinossauros. (Bem, pelo menos no mundo real. No mundo evolucionista, tudo é possível.)

        Portanto porque iriam esses cientistas temer a existência de outros dinossauros?

        Porque a co-existência de dinossauros com humanos mostrade forma clara que os vossos métodos de datação não funcionam.

        “A Ana não aceita evidência que demonstrem a co-existência entre humanos e dinossauros.”

        Verdade. Assim como eu não aceito a existência de big foots, yetis, monstros do lago Ness, sereias, ciclopes, centauros, quimeras e unicórnios, apesar de todas as “evidências” que existem sobre estes animais, incluindo descrições, figuras, fotografias e pegadas.

        Mas é a Ana que coloca co-existência de dinossauros e a existência de “big foots, yetis, monstros do lago Ness, sereias, ciclopes, centauros, quimeras e unicórnios” ao mesmo nível, sem no entanto demonstrar o paralelo.

        Não aceito a existência destes seres porque não existem provas concretas e consistentes da sua existência.

        Existem várias “provas concretas” em favor da co-existência de humanos e de animais que hoje chamamos de dinossauros.

        E desculpe repeti-lo, Mats, mas não consegui ainda perceber porque é que o Mats aceita tudo o que possa parecer a descrição de “co-existência entre humanos e dinossauros”, mas que tudo o resto NÃO pode ser verdadeiro.

        Porque não há “provas concretas” de “big foots, yetis, sereias, cíclopes, centauros” etc, e nem de peixes a evoluírem para pescadores, répteis para pássaros, etc..

        Se o big foot tivesse um aspecto “dinossaurico” o Mats já aceitava a sua existência?

        Se o big foot tivesse um aspecto mais meio-termo entre símio e humano, a Ana já aceitaria como um “elo perdido”?

        Ou se o big foot fosse referido na Bíblia o Mats já aceitava a sua existência?

        Não sei o que é um “big foot” no seu entendimento.

        “Para acabar, isto são dinossauros ou não?”

        Os animais da primeira figura até poderiam se identificados como saurópodes, não fora os cornos.

        São dinossauros presentes num túmulo do final da Idade Média. A Ana aceita isto como evidência da co-existência entre humanos e dinossauros, ou a Ana vai rejeitá-las por não estarem de acordo com a sua fé evolucionista?

        A segunda figura parece-me um rinoceronte estilizado.

        É outro dinossauro pintado há séculos atrás.

        Na terceira figura a cabeça do boneco à esquerda parece mesmo um dodo (mas é só a cabeça, aceito, e uma ave não tem dentes) e o boneco à direita parece ter uma carapaça de tartaruga e por isso parece-me uma tartaruga. E este boneco também parece ter uma faca numa das mãos.

        Não tem a mínima aparência dum dodo mas sim de outro dinossauro.

        Finalmente a última figura parece-me um javali com uma crista (sim, eles existem).

        Javalis não têm nas costas o que aquele animal claramente tem.

        Resumindo, tudo isto são imagens desenhadas por pessoas que viram animais que hoje chamamos de dinossauros. As mais destruidoras são as que se encontram num túmulo do Bispo Bell , que até hoje nenhum evolucionista foi capaz de explicar como é que as pessoas do final da Idade Média poderiam saber da estrutura física (e não só óssea) dos mesmos.

        Claro, a resposta é simples: eles sabiam como eram os dinossauros porque eles viram dinossauros. Mas os evolucionistas não aceitam esta explcação com amplo fundamento arqueológico, cultural, científico e até religioso porque…..isso contradiz a sua fé. Só isso. Nada mais.

        Isto é o que passa por “ciência”.

        Leia isto: http://storiesfromthediogenesclub.blogspot.pt/2007/07/strange-beasts-on-bishop-bells-tomb.html

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      • E as pessoas que desenham o yeti e o monstro do lock ness também o viram. O último até está bem documentado num episódio dos ficheiros secretos e, quanto ao primeiro, está na múmia III. E como não tenho nada que fazer vou desenhar um bigfoot.

        Até já.

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      • Lucas says:

        E as pessoas que desenham o yeti e o monstro do lock ness também o viram.

        Ainda bem para quem acredita neles.

        O último até está bem documentado num episódio dos ficheiros secretos e, quanto ao primeiro, está na múmia III. E como não tenho nada que fazer vou desenhar um bigfoot.

        Série e filme com forte “costela” evolucionista, por sinal. Não é de estranhar, porque por trás de quase toda a superstição encontra-se um evolucionista.

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      • Já para não falar de que as “semelhanças com dinossauros” são bastante subjectivas e quanto muito superficiais. 

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      • Lucas says:

        Já para não falar de que as “semelhanças com dinossauros” são bastante subjectivas e quanto muito superficiais. 

        São mais objectivas que as “semelhanças” entre o ser humano e as bactérias, ou entre répteis e áves. Mas tudo bem. Quem sou eu para me colocar entre uma mulher e a sua religião?

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      • Lucas says:

        Parece que alguns evolucionistas ficam com problemas de visão quando lhes interessa. Os animais que se seguem são claramente dinossauros, mas eles (ou elas neste caso), não querem ver:






        Mats

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      • «São mais objectivas que as “semelhanças” entre o ser humano e as bactérias, ou entre répteis e aves. Mas tudo bem.» Oh Mats, não misture alhos com bugalhos – as semelhanças com bactérias são genéticas e a um nível superficial em termos celulares e aves não são répteis, apenas são aparentados, mas existem mais semelhanças do que parece à 1ª vista, ao contrário desses desenhos e dos dinossauros. O primeiro tem orelhas e não cornos, ao contrário do espécime a que o compararam, parecendo-se com um estranho cruzamento entre mamífero e réptil. O segundo como diz a Ana, bem que podia ser um javali. O 3º, bom… sem comentários, e o quarto tem as patas da frente muito mais compridas que as detrás (julgo que ser-lhe-ia difícil mexer-se e aguentar-se nas 4 ou mesmo nas duas patas com essa rica fisionomia) e normalmente nos dinossauros isso seria ao contrário. Quanto aos últimos, a fisionomia na primeira imagem é estranhíssima e ainda mais é a daquele que é meio réptil meio pato.

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      • Miguel says:

        «São mais objectivas que as “semelhanças” entre o ser humano e as bactérias, ou entre répteis e aves. Mas tudo bem.»

        Oh Mats, não misture alhos com bugalhos – as semelhanças com bactérias são genéticas

        Claro que são. Pelo menos é nisso que tu acreditas.

        e a um nível superficial em termos celulares e aves não são répteis, apenas são aparentados, mas existem mais semelhanças do que parece à 1ª vista

        Mais uma vez, claro que existem. O fiel que vê o tal big foot, ou o yeti, também vê “semelhanças”.

        ao contrário desses desenhos e dos dinossauros.

        Sim, porque tu não sabes que animal é este, certo?

        Sinceramente. Vocês evolucionistas são ridículos na vossa rejeição das evidências que estão bme à vossa frente.

        O primeiro tem orelhas e não cornos, ao contrário do espécime a que o compararam, parecendo-se com um estranho cruzamento entre mamífero e réptil.

        A sério? Este animal é “cruzamento entre mamífero e réptil”?

        O segundo como diz a Ana, bem que podia ser um javali.

        ISto é um “javali” para ti?

        Honestamente, nem o muçulmano mais fanático tem a fé dum evolucionista. Mas continua a “não saber” que animais são esses.

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      • Nota: o braquiossauro tem as pernas da frente mais curtas, mas isto não é um braquiossauro, e não tenho a certeza se eram tão mais curtas assim.

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      • Adenda: Quanto a ser objectiva ou subjectiva, parece-me que toda a comunidade científica vê as semelhanças, no entanto a minúscula minoria que são os criacionistas tentam é encontrar racionalizções (um tanto absurdas) para estas.

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      • Miguel says:

        Adenda: Quanto a ser objectiva ou subjectiva, parece-me que toda a comunidade científica vê as semelhanças

        A mesma “comunidade científica” que aceitou o Piltdown Man, o Nebraska Man, e os embriões de Haeckel?

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      • Mats, não desvie o assunto. E o animal é provavelmente um javali. Já são 2 pessoas a dizer a mesma coisa.

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      • Miguel says:

        Mats, não desvie o assunto. E o animal é provavelmente um javali. Já são 2 pessoas a dizer a mesma coisa.

        http://en.wikipedia.org/wiki/Argumentum_ad_populum

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      • Mats o meu argumento não era “isto é verdade porque 2 pessoas disserem”. É apenas para lhe mostrar que não é nada de tão descabido como o seu tom desdenhoso parece querer implicar. Eu aceito que haja outras pessoas que cheguem aqui e me digam o nome de outro animal qualquer, até porque, a meu ver, uma criança faria melhor e isto é tudo um bocado subjectivo. O verdadeiro problema está em querer usar isto como prova conclusia de que existiram dinossauros nesse tempo.

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      • Lucas says:

        Mats o meu argumento não era “isto é verdade porque 2 pessoas disserem”. É apenas para lhe mostrar que não é nada de tão descabido como o seu tom desdenhoso parece querer implicar.

        O facto de duas evolucionistas terem “dificuldade” em ver que os animais das imagens são dinossauros não quer dizer que isso não é descabido.

        Eu aceito que haja outras pessoas que cheguem aqui e me digam o nome de outro animal qualquer, até porque, a meu ver, uma criança faria melhor e isto é tudo um bocado subjectivo.

        Só é subjectivo para os crentes nos milhões de anos e/ou para os evolucionistas. Qualquer pessoa vê que são dinossauros.

        O verdadeiro problema está em querer usar isto como prova conclusiva de que existiram dinossauros nesse tempo.

        Ninguém quis usar estas imagens como “prova conclusiva de que existiram dinossauros nesse tempo” mas sim como mais uma peça no meio de todas as outras que mostram que os evolucionistas estão errados quando dizem que os dinossauros não co-existiram com os seres humanos.

        E não, não é por “acreditar” na TE que eu acho isso.

        É precisamente por acreditares na teoria da evolução.

        Não tenho problema nenhum, desde que apresentadas evidências em que tenha sobrevivido uma linhagem de dinossauros (para além das aves, que são descendentes “directas”).

        Ou seja, tu queres-te colocar como juíza do que te é apresentado, e “avaliar” o que a tua filosofia de vida de impossibilita de aceitar.

        O Mats é um grande cientista e artista, construtor de espantalhos.

        Não.

        Mats

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      • Isto não é para dizer que retiro o que disse, antes pelo contrário, a minha interpretação não é descabida ou estranha, uma vez que o desenho é propício à mesma.

        E não, não é por “acreditar” na TE que eu acho isso. Não tenho problema nenhum, desde que apresentadas evidências em que tenha sobrevivido uma linhagem de dinossauros (para além das aves, que são descendentes “directas”).

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      • Mats: «”Não tenho problema nenhum, desde que apresentadas evidências em que tenha sobrevivido uma linhagem de dinossauros (para além das aves, que são descendentes “directas”).” – Ou seja, tu queres-te colocar como juíza do que te é apresentado, e “avaliar” o que a tua filosofia de vida de impossibilita de aceitar» – Impossibilita de aceitar? Antes pelo contrário, acabei de explicar exactamente que é possível. A sua “interpretação” do que eu disse é que é perfeitamente descabida.

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    • Mats: «Ninguém quis usar estas imagens como “prova conclusiva de que existiram dinossauros nesse tempo” mas sim como mais uma peça no meio de todas as outras que mostram que os evolucionistas estão errados quando dizem que os dinossauros não co-existiram com os seres humanos.» – Ai não? então, ainda é pior do que pensava. É que o resto são mais imagens do mesmo género, lendas (lendas! tais como as do yeti e tantas outras), e falsificações (ou pelo menos equívocos) de pegadas de dinossauros junto com pegadas humanas… e o Mats ainda continua a aceitá-las como evidências decentes. Muito bem. E não, a interpretação de que não são dinossauros não é estranha nem descabida – como eu disse, as imagens são propícias a isso. Basta ver que a sua opinião, Mats, nada tem de unânime. É subjectivo. Elas não são claras. São dadas a várias interpretações, sendo uma delas a do javali. Uma coisa descabida, por exemplo, seria dizer que aquilo é um homem ou uma árvore, uma estrela do mar, ou algo assim.

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      • Miguel says:

        É que o resto são mais imagens do mesmo género, lendas



        “Lendas”.
        😉

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  3. Anderson says:

    Acredito que o texto não acrescentou muita coisa relevante. Fato é que o passado é visualizado muito mais pela fé em determinada explicação do que pela ciência. O que o texto procurou mostrar é que não dá para desconsiderar que há uma explicação criacionista para a questão dos dinossauros, mas cabe a cada um considerar todo o “resto” para ver em que lado da balança pesa esse argumento.

    Uma coisa que a Bíblia não afirma é o trecho “Deus alterou…”, pois Deus não altera nada. Tudo o que Ele faz é perfeito e não necessita de alterações devido a determinadas circunstâncias.
    A maldição por Ele pronunciada não é a ação direta de Deus mas sim a onisciência d’Ele de saber o preço de sua criação se afastar d’Ele por vontade própria (Is 59:2), com Ele respeitando a nossa liberdade, pois de Deus não provém nenhuma mal, Ele só é fonte de Luz, e não de trevas.
    Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta….
    Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança.
    ” Tg 1:13,17
    Logo, foi o pecado (Satanás) que mudou, e continua mudando, a criação de Deus para que os homens não se lembrem d’Ele e do Seu caráter de amor.

    Abraços,

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  4. carlos cardoso says:

    O que impede os criacionistas de pensar que os dinossauros se extinguiram antes do dilúvio? Parece-me mais simples do que essa de os dinossauros embarcados na arca serem do tamanho de vacas.
    As citações bíblicas estão algo incoerentes: não existe Gen 2:27 (o capitulo 2 só tem 25 versículos) O original cita Gen 2:17 e está mal citado porque aqui Deus ameaça Adão que ele, não toda a criação, morrerá se comer do fruto proibido.
    Gen 3:14 também está mal citado pois aqui trata-se da maldição da serpente, sem nenhuma referência aos outros animais.
    Finalmente Ex 20:10 é a instituição do Shabbat e não diz de maneira nenhuma que todas as coisas foram criadas durante os seis dias da semana da criação.
    Para pessoas que se reclamam da Bíblia acho que a conhecem muito mal…

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    • Lucas says:

      O que impede os criacionistas de pensar que os dinossauros se extinguiram antes do dilúvio?

      Porque temos evidências de que eles continuaram a existir depois do Dilúvio.

      Finalmente Ex 20:10 é a instituição do Shabbat e não diz de maneira nenhuma que todas as coisas foram criadas durante os seis dias da semana da criação.

      Êxodo 20:11 (e não 10) diz que ” todas as coisas foram criadas durante os seis dias da semana da criação”.

      Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou. – Êxodo 20:11

      Ou isso, ou então deves ter em mente outros “seis dias da criação”.

      Mats

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      • Gonçalves says:

        Porque temos evidências de que eles continuaram a existir depois do Dilúvio.

        Que evidências? Me mostre as tais “evidências”. Todas as evidências indicam que os dinossauros se extinguiram há 65 milhões de anos e que humanos só viram dinossauros em fósseis.

        Lamento, mas vocês criacionistas não têm evidência alguma. É por isso que perdem todas as batalhas nos tribunais, é por isso que as escolas ensinam somente o evolucionismo, e não o criacionismo, é por isso que os periódicos e as conferências sérias rejeitam todos os artigos contrários à evolução e é por isso que os criacionistas são chamados de pseudocientistas e impedidos de trabalhar como pesquisadores em universidades e institutos de pesquisa.

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      • Lucas says:

        Porque temos evidências de que eles continuaram a existir depois do Dilúvio.

        Que evidências? Me mostre as tais “evidências”.

        1. Os dinossauros da Papua Nova Guiné http://wp.me/pbA1e-2iR

        2. Os dinossauros no túmulo do Bispo Bell http://wp.me/pbA1e-2h9

        3. Será que os nossos antepassados usaram fósseis para retratar os dinossauros? http://wp.me/pbA1e-2fz

        4. Será que os Aborígenes viram dinossauros? http://wp.me/pbA1e-2fi

        5. Ciência confirma que dinossauros viveram recentemente http://wp.me/pbA1e-1oh

        6. O que se sabia sobre dinossauros estava errado (outra vez) http://wp.me/pbA1e-xC

        7. A ligação entre “dragões” e dinossauros http://wp.me/pbA1e-ov

        É por isso que perdem todas as batalhas nos tribunais, é por isso que as escolas ensinam somente o evolucionismo, e não o criacionismo,

        Não é bem por isso:

        1. Evolucionistas admitem censurar críticas a teoria da evolução – http://wp.me/pbA1e-2SL

        2. Escola despede cientista por colocar em causa os milhões de anos – http://wp.me/pbA1e-2OK

        3. Protegendo a teoria da evolução – http://wp.me/pbA1e-2CI

        4. Porque é que os evolucionistas recorrem à censura? – http://wp.me/pbA1e-2AM

        5. Evolucionistas atacam o ensino da ciência – http://wp.me/pbA1e-2A9

        6. Escondendo as evidências contraditórias – http://wp.me/pbA1e-2z8

        7. É a censura uma forma válida de fazer ciência? – http://wp.me/pbA1e-2qU

        8. Evolucionista recorre à censura como forma de defender a sua fé em Darwin – http://wp.me/pbA1e-27f

        9. Jornal “científico” censura artigo que fragiliza naturalismo – http://wp.me/pbA1e-1Tf

        10. Porque é que os evolucionistas recorrem à censura? – http://bit.ly/1ghc6cN

        11. Jornal “científico” censura artigo que fragiliza naturalismo – http://bit.ly/O99AP0

        12. A censura como forma de defender paradigmas seculares – http://bit.ly/1ghcs32

        13. A Censura Como Forma de Defender a Teoria da Evolução – http://bit.ly/1mqFbYn

        é por isso que os periódicos e as conferências sérias rejeitam todos os artigos contrários à evolução

        Também não é por isso: A Censura Como Forma de Defender a Teoria da Evolução – http://bit.ly/1mqFbYn

        e é por isso que os criacionistas são chamados de pseudocientistas e impedidos de trabalhar como pesquisadores em universidades e institutos de pesquisa.

        Ser chamado de “pseudo-cientista” por quem acredita que piolhos e evolucionistas têm um parente comum não é uma ofensa.

        Mats

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      • Mats

        “”Ser chamado de “pseudo-cientista” por quem acredita que piolhos e evolucionistas têm um parente comum não é uma ofensa.””

        Hehehehe, gostei desta frase. A utilizarei quando evolucionistas vierem com comentários pejorativos à cientistas criacionistas.

        Farei apenas um adendo no final:

        “”Ser chamado de “pseudo-cientista” por quem acredita que piolhos e evolucionistas têm um parente comum não é uma ofensa, é um ELOGIO “”

        .

        rsrsrs😀

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  5. Cícero says:

    Este link de dinossauro “brasileiro” é apenas mais uma PROVA, um FATO irrefutável dos fantasiosos “milhões” de anos e dos métodos de adivinhação dos religiosos darwinistas.
    Humanos e dinossauros poderiam estar LADO A LADO NA MESMA CAMADA GEOLÓGICA quase a superfície!!!
    http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/01/morador-de-cidade-do-interior-de-sao-paulo-encontra-fossil-de-dinossauro.html

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    • Gonçalves. says:

      Isso é só mais uma fraude criacionista.

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      • Cícero says:

        Bela desculpa! reconheço que é a única falácia nonsense que tu poderias mencionar…

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      • Gonçalves says:

        Os criacionistas fizeram tantas fraudes que fica impossível saber quando estão dizendo a verdade. O homem de Piltdown é pouco perto de todas as fraudes criacionistas.

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      • Lucas says:

        Os criacionistas fizeram tantas fraudes que fica impossível saber quando estão dizendo a verdade. O homem de Piltdown é pouco perto de todas as fraudes criacionistas.

        1. Define o que é uma fraude.
        2. Lista as “fraudes” dos cientistas criacionistas.

        Mats

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      • Ana Silva says:

        Mats:

        Não sei se pode falar em fraudes (“actos de má-fé praticados com o objectivo de enganar ou prejudicar alguém”; “burla”) científicas feitas por criacionistas visto que estes parecem realizar pouca investigação científica própria. O que os criacionistas mais fazem é reinterpretar os factos à luz da Inerrância da Bíblia.

        O que alguns criacionistas (incluindo, infelizmente, autores escolhidos pelo Mats) também parecem fazer com alguma frequência é quote-mining.

        Mas tal como muitos cientistas britânicos do início do século XX acreditaram no homem de Piltdown, vários criacionistas acreditaram na fraude do rio Paluxy (incluindo, ao que parece, o próprio John D. Morris) e na fraude da caveira de Calaveras ao longo do século XX.

        Like

    • Ana Silva says:

      Cícero:

      Nada na notícia indica que humanos e dinossauros poderiam estar lado a lado na mesma camada. Apenas que uma pessoa não especialista identificou correctamente um fóssil na rocha.

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      • Cícero says:

        Ana,
        E qual a impossibilidade de um fóssil humano estar ali também??!! Podes provar que seria impossível??

        Convenhamos, o importante é o fato e a possibilidade real de dinossauros e humanos estarem ali juntinhos…!

        Outro caso:
        “Um fêmur rosado gigantesco, maior do que uma pessoa, surge na superfície da terra. As vértebras fossilizadas, ossos de pernas e braços e o crânio de um hadrossauro espalham-se pelo local da escavação.”
        http://opiniaoenoticia.com.br/sem-categoria/grandes-descobertas-de-fosseis-de-dinossauros-na-china/

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      • Ana Silva says:

        Cícero:

        Desculpe perguntar, Cícero, mas sabe como se formam fósseis? Sabe porque é que animais fossilizados “aparecem” à superfície da rocha?

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      • Cícero says:

        Ana,

        Algumas causas podem faze-los “aparecer” à superfície, como eventos tectônicos, ou nenhuma causa.
        Mas as duas opções são perfeitamente compatíveis para dinos e humanos na mesma camada.

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