Referências históricas aos dinossauros e como isso refuta os mitológicos “milhões de anos”

Por Paleo Group

A árvore de cedro, mencionada na Bíblia, era um símbolo de força, beleza, poder e de vida longa. Mesmo hoje, existem espécimes que têm mais de mil anos de vida. O Rei Salomão usou cedros para construir o seu magnífico Templo. e obviamente, eles não iriam usar mudas insignificantes como madeira serrada. Se esta fosse a nossa cultura e o nosso tempo, nós estaríamos a falar do poderoso carvalho.

A árvore de cedro é uma árvore que vive muito tempo. Espécimes com 1000 ou 2000 anos sem dúvida que seriam abundantes por essa altura. No Líbano ainda existem alguns dos espécimes mais bonitos. Tal como toda a gente sabe, árvores antigas são bastante largas em diâmetro; estamos a falar de diâmetros na ordem dos 3 a 6 metros.

O capítulo 40 do Livro de Jó declara que um animal monstruoso com o nome de “Beemonte” tem a cauda tal como a árvore de cedro, o que imediatamente nos faz ver que é uma cauda com um diâmetro enorme (ao contrário dos hipopótamos ou dos elefantes cujas caudas são como pequenos pedaços de corda, e que são usadas para espantar moscas). Dado isto, que animal é que Jó tinha em mente?

O Livro de Jó menciona também outro animal mortuoso no capítulo 41; eis aqui parte da descrição:

Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela….Ele reputa o ferro palha, e o cobre, pau podre….A seta o não fará fugir…..Na terra, não há coisa que se lhe possa comparar, pois foi feito para estar sem pavor”.

Podem ler os 34 versículos deste capítulo que descreve este animal impressionantemente horrível.

O Livro de Isaías, em 30:6, tem uma referência ao áspide ardente voador, para além de mencionar também vários animais conhecidos tais como os leões, víboras, burros, etc. Aparentemente, as serpentes voadoras eram animais tais como os outros, existentes naquela região do mundo e durante aquela altura.

Actualmente, não conhecemos nenhum réptil voador, mas somos de opinião que esta serpente voadora era um tipo de dinossauro que morreu há anos atrás, mas que existia durante os dias do Profeta Isaías.

Referências não-Bíblicas aos dinossauros existem por todo o lado, tal como esta que nos chega do 3º século AD:

Toda a Índia encontra-se repleta de dragões com dimensões enormes, pois não só os pântanos encontram-se cheios deles, mas também as montanhas visto não haver um único cume que não tenha pelo menos um. Os dragões do pântano são de hábitos lentos e têm cerca de 30 côvados de comprimentos [ed: +/- 13,7 metros], e não têm qualquer tipo de crista sobre as suas cabeças. (“The life of Apolonius of Tyana” Volume 1 Book 111 Flavius Philostratus translated N.Y. Macmillan Co.)

As referências dos Americanos Nativos a dinossauros e a criaturas monstruosas podem ser encontradas no livro “Fossil legends of the First Americans” (N.J. Princeton University Press)

Beowulf

A história de Beowulf é um clássico da literatura Inglesa; se por acaso vocês forem ler a história com a mente aberta, irão ver que ela se refere a um tipo de criatura terrível que não existe nos dias actuais. Por essa altura, a criatura era temida, e tinha o hábito de aparecer pela calada da noite, e matar as pessoas. Como foi que o animal foi morto? O herói agarrou os seus pequenos antebraços e arrancou-os, o que causou a que o animal sangrasse até à sua morte (Beowulf : Edited by Joseph F. Tuso W.W. Norton & Company, Inc. N.Y. 1975)

As Pedras Ica

Inca_Pedras_01Estas pedras, conhecidas como as pedras dos Inca, encontravam-se entre as centenas de pedras descobertas nos túmulos dos Inca. Durante a década 30, o Dr Cabrera começou a coleccioná-las, trabalho que foi depois continuado pelo seu filho; actualmente, ele tem mais de mil na sua posse.

Cerca de 1/3 destas pedras mostram a natureza pornográfica da cultura dos Incas, enquanto que outras pedras representam imagens de cirurgias ao cérebro. Quase um terço das pedras exibe tipos específicos de dinossauros, tais como os triceratops, estegossauros e pterossauros. A menção mais antiga a estas pedras é de 1525 quando um Padre Espanhol que viajava pela área fez perguntas em relação às pouco usuais pedras gravadas e aos animais estranhos que sobre elas estavam expostos.

Tudo isto é bastante revelador, visto que vários dinossauros com a aparência de diplodocus têm o que parecem ser folhos dérmicos. A confirmação destas características só foi reportada na revista Geology, volume 20, em 1992 (página 1068). O motivo que faz com que estas pedras tenham este nível de precisão é o facto dos Incas terem vivido entre estas criaturas, e as pedras simplesmente revelarem que estes povos antigos viram e viveram com dinossauros.

O Templo do Cambodja

Dinossauro_CambodjaEsta escultura foi encontrada na parede dum templo Cambojano, e estima-se que a mesma tenha apenas 800 anos. A escultura do estegossauro foi encontrada entre esculturas de animais selvagens comuns tais como macacos, papagaios, búfalos de água e cisnes.

Nesta escultura podem-se ver claramente as espinhas nas suas costas e como tal, não há forma de confundir estes animal com um outro.

Aparentemente as pessoas daquele tempo estavam habituadas a ver criaturas como esta e viam-nas como um animais selvagens normais.

As pessoas que se recusam a aceitar que seres humanos e dinossauros viveram lado a lado não dizem nada em relação a este achado, preferindo em vez disso ignorar por completo.

O dinossauro do Arizona

Foi feita uma expedição para o “Hava Supai Canyon” do Arizona, com o apoio do museu “Oakland California”, para examinar as imagens que se encontram por lá. A foto do lado mostra a capa do relatório feita pela expedição Doheny, mostrando uma imagem de dinossauro encontrada na parede dum desfiladeiro no “Hava Supai Canyon” no norte do Arizona. Também nesta imagem pode-se ver um elefante a atacar um homem.

Estas representações já existem há um bom tempo, e isso é evidente devido à quantidade e à condição do verniz rochoso presente nas ranhuras destas representações. O verniz rochoso demora muito tempo a se formar nas rochas do deserto. Citando uma secção do relatório:

Dinossauro_ArizonaQue os dinossauros se encontravam por perto é algo provado pelas rochas que descobrimos, e estas foram identificadas pelo sr Gilmore como pertencendo a um tipo de dinossauro carnívoro. Ests trilhos encontravam-se no “Painted Desert”…….Na mesma parede encontravam-se outras figuras de criaturas com a aparência de cabras, serpentes, e outras formas desconhecidas.

A mais espantosa destas era uma fila de símbolos, profundamente entalhada….. O verniz do deserto tinha-se começado a formar n corte., indicando uma antiguidade incrível……Se o leitor concorda que isto é um dinossauro, então temos perante nós uma das duas conclusões:

1. Ou o homem remota (no tempo Geológico) até Período Triássico, que é milhões de anos para além do que é por enquanto admitido.

2) Ou então temos “restos” de dinossauro que sobreviveram até à era dos mamíferos. Mas mesmo esta conclusão indica uma antiguidade enorme.

A pergunta que se segue é: que tipo de ser humano? Será que era o macaco com sobrancelhas baixas e baixa inteligência, o homem que desenhou esta imagem há um milhão de anos atrás, ou a mais, ou será que era um ser mais perto da nossa imagem?

O homem que as desenhou usou ferramentas. Ele teve paciência suficiente para lascar um esboço na pedra dura com uma pedra dura, e ele teve a perseverança de terminar o trabalho. Ele tinha uma visão apurada para a forma e um sentido de proporções.

Ele teve o bom julgamento de escolher um meio que preservou o seu trabalho durante as eras incontáveis, quase intocável. Ele sentiu a necessidade de criar algo que nos une aos deuses.

Referências:
1. The Doheny Scientific Expedition to the Hava Supai Canyon, Northern Arizona October and November, 1924
2. A report by the Oakland Museum Oakland California ; Sponsor and patron E.L Doheny, Samuel Hubbard Honoray Curator of Archaeology of the Oakland Museum, Charles W. Gilmore Curator of Vertebrate Paleontoloty United States National Museum (now the Smithsonian institute in Washington D.C.

O Thunnderbird

Existem muitas histórias junto das tribos Nativas Americanas que giram em torno de áves enormes que desciam, agarravam humanos distraídos, e levavam-nas para longe. Mais em baixo pode-se ver um foto do que se pensa ser um pterodáctilo tirada durante a guerra civil. Avançando para os nossos dias, ainda temos notícias de áves gigantes. Tomemos como exemplo as duas descrições que se seguem, uma de Lawndale Illinois em 1977, e outra do Alaska.

Em 1977, em Lawndale Illinois, uma áve grande pegou e levou consigo um rapaz de 10 anos por alguns metros até que os gritos assustados da mãe causaram a que a áve largasse o rapaz. O pobre rapaz, chamado, ficou tão perturbado com o incidente que o seu cabelo ficou cinzento. Ele e a sua mãe foram uma fonte de constante escárnio desde esse evento.

Mais tarde, nesse ano, a cunhada da srª Lowe, a mãe do rapaz, viu uma áve enorme a pousar sobre a sua casa móvel onde ela vive, em Bellville Illinois. A áve agitou as suas asas e depois foi-se embora, voando sobre as casas e deixando muitos residentes ofegantes e incrédulos com os seus 5 metros de envergadura. Escusado será dizer que isto foi tópico de conversa da comunidade por algum tempo. (Mysterious America; by Loren Coleman published 1983 Faber and Faber ISBN 0-571-12524-7)

O incidente do Alaska envolveu um piloto privado e um pesado equipamento de operador. O incidente foi reportado pela “CNN.com U.S. breaking news” no dia 18 de Outubro de 2002, e foi mencionada pela agência noticiosa Reuters. Citamos do artigo:

Uma áve do tamanho dum pequeno aeroplano foi alegadamente vista recentemente a voar no sudoeste do Alasca, confundido cientistas, reportou a Anchorage Daily News durante esta semana. O jornal citou residentes da povoação de Togiak e Manokotak que disseram que a criatura, tal como algo saído do filme “Jurassic Park”, tinha 14 pés (4,6 metros) de envergadura, dando-lhe o tamanho dum pequeno aeroplano.

“A princípio, pensei que fosse um daqueles antigos aviões Otter” disse Moses C. Oupchiak, de 43 anos e um operador de equipamento pesado de Togiak. “Em vez de voar na minha direcção, ele desviou-se para a esquerda, e foi então que eu vi que não era um avião.”

O Daily news, o maior diário do Alaska, disse que os cientistas não duvidam que as pessoas da região ocidental de Dillingham, tenham visto a criatura alada, mas estavam cépticos do alegado tamanho…

Outro residente local, um piloto que havia inicialmente rejeitado a notícia, disse que havia visto áve à distância de apenas 300 metros enquanto voava no seu avião. “As pessoas que se encontravam dentro do avião viram-no.”  John Bouker foi citado a dizer “ele é enorme, ele é muito mas muito grande. Vocês não haveriam de querer que os vossos filhos estivessem lá fora.” (CNN.com./U.S. news Friday October 18, 2002 Posted 10:26 AM EDT (1426GMT))

Segue-se uma foto dum pterossáurio baleado durante a guerra civil. Note-se na elevação na ponta das asas. Contrastem isso com as fotos falsas da mesma cena e irão notar nas diferenças. As fotos falsas mostram as asas totalmente no chão até às pontas.

Na foto de baixo, notem nas pontas das alas levantadas, na curva das asas, na asa completa e como ela está levantada do chão nas pontas. Contrastem isso com as fotos falsas e as asas totalmente no chão, irão ver as enormes diferenças.

Dinossauro_ThunderBirdUma vez que nós aqui no Paleo Group estamos abertos a novas evidências, e não aceitamos o rígido dogma da comunidade científica de que todos os dinossauros morreram há 65 milhões de anos atrás, podemos aceitar facilmente este dado como uma foto válida duma áve da era dos dinossauros. Se esta fosse a única notícia de dinossauros na era dos humanos, então seríamos mais cépticos. Mas há uma longa história de avistamentos de dinossauros que nós não podemos ignorar.

Representação de dinossauros num mosaico recém-descoberto

Bispo_Bell_AfricanosO mosaico que exibe um homem a interagir com um dinossauro foi encontrado colocado no chão do salão adjacente ao santuário de Fortuna Primigenia em Praeneste (Palestrina), Itália. Este mosaico disponibiliza uma evidência importante da aparência provável das pinturas triunfais Romanas usando convenções topográficas. Esta porção do Mosaico Nilótrico da Palestrina mostra humanos a enfrentar um dinossauro. Vejam o resto do mosaico neste link.

Representações de dinossauros em escavações recentes

O mosaico que exibe um homem a interagir com um dinossauro foi encontrado numa escavação na terra de Israel. A imagem que se segue mostra que as pessoas do antigo Israel ainda se sentiam ameaçadas por dinossauros vivos. Estes animais grandes foram exterminados pelo homem. Este dinossauro quase de certeza que era o ceratopsida e exibido na imagem adjacente.

Dinossauro_Israelhttp://bit.ly/1JQWX2o

* * * * * * * * *

Qual é a importância destes dados? Basicamente, os ateus evolucionistas têm usado os magníficos dinossauros que Deus criou como forma de programar as crianças a ter fé nos milhões de anos, e mal a criança é colocada no trilho errado, é mais difícil ela ver a Verdade da criação, ao mesmo tempo que é mais fácil ela aceitar a teoria da evolução (Nota: conhecem alguma evolucionista que não tenha fé nos mitológicos “milhões de anos?”).

Logo, como os dinossauros são obra de Deus, Ele merece toda a Glória por os ter criado, e Ele não pode de maneira nenhuma ver as Suas obras [dinossauros] a serem usadas contra a Sua Palavra – a Bíblia.

Uma vez que é um artigo de fé dos evolucionistas a noção de que os dinossauros “desapareceram” da Terra há cerca de 65 “milhões de anos”, as evidências da coexistência entre humanos e dinossauros provam de forma fatal que a datação evolucionista não funciona, e consequentemente, tem que ser rejeitada.

Dinossauro_BibliaDito de forma directa, se os dinossauros e os seres humanos sempre viveram lado a lado, então a Terra não tem “milhões de anos”, a teoria da evolução é falsa, e o criacionismo Bíblico (e os seus seis dias literais) estão certos. Por aqui se entende o porquê dos evolucionistas (especialmente os ateus) rejeitarem de forma brava mas anti-cientifica as evidências óbvias da coexistência entre humanos e dinossauros.

Mas, obviamente, a sua resistência é fútil; se os dinossauros realmente viverem lado a lado com os humanos (e é isso que os dados históricos mostram), os evolucionistas têm que aceitar isso e mudar de fé. Ignorar as evidências não os vai ajudar porque no fim, a Verdade vence sempre.

Para nos Cristãos, a mensagem de Deus é clara: nunca duvidar do que a Sua Palavra diz. Se Ele diz que criou o mundo em seis dias normais (Êxodo 20:11), então foi isso mesmo que Ele fez – independentemente do que os ateus ou os pseudo-Cristãos dizem.

Deus é Fiel e nós humanos, somos falhos. Deus nunca falha e nunca falhará, e a Sua Palavra é a Vida Eterna.

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"E pelejarão contra ti, mas não prevalecerão contra ti; porque Eu sou contigo, diz o Senhor, para te livrar." (Jeremias 1:19)
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7 Responses to Referências históricas aos dinossauros e como isso refuta os mitológicos “milhões de anos”

  1. Raul says:

    * Basicamente, os ateus evolucionistas têm usado os magníficos dinossauros que Deus criou… -Mats
    – Primeiramente, nem todo evolucionista é ateu, e nem todo ateu é evolucionista, e segundo que eu sei PERFEITAMENTE que Deus é o Criador e Sustentador do Universo.
    * Para nos Cristãos, a mensagem de Deus é clara: nunca duvidar do que a Sua Palavra diz. Se Ele diz que criou o mundo em seis dias normais (Êxodo 20:11), então foi isso mesmo que Ele fez – independentemente do que os ateus ou os pseudo-Cristãos dizem. – Mats
    – E por que Êxodo simplesmente não está a dar um padrão de trabalho/uma rotina? E pra ti, aliás, o que é um “pseudo-cristão”? Um cristão que não concorda com tuas loucuras?
    * Mas, obviamente, a sua resistência é fútil; se os dinossauros realmente viverem lado a lado com os humanos (e é isso que os dados históricos mostram), os evolucionistas têm que aceitar isso e mudar de fé. Ignorar as evidências não os vai ajudar porque no fim, a Verdade vence sempre. – Mats
    – Concordo plenamente que devemos passar a aceitar a coexistência entre homens e dinossauros se as evidências o mostrarem.
    * Dito de forma directa, se os dinossauros e os seres humanos sempre viveram lado a lado, então a Terra não tem “milhões de anos”, a teoria da evolução é falsa, e o criacionismo Bíblico (e os seus seis dias literais) estão certos. – Mats
    – Quanto equívoco numa única frase! A Terra não vai passar a ter 6000-10000 anos se dinossauros coexistiram com humanos, não refuta a evolução das espécies, e: os dias de Gênesis não são obrigatoriamente literais, e não diria que são seis períodos de tempo propriamente dito, então concluimos que não prova o Criacionismo da Terra Jovem.
    * Deus é Fiel e nós humanos, somos falhos. Deus nunca falha e nunca falhará, e a Sua Palavra é a Vida Eterna. – Mats
    – Ambos sabemos Ele é o Senhor, e como sendo nosso bom pastor, nada nos faltará, porém podemos cometer equívocos ligeiros e colocar a Palavra pra dizer o que ela não diz.

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  2. Raul says:

    Aliás, eu gostaria de fazer uma crítica a algumas das evidências:
    – O dinossauro do Arizona – aquilo ali também lembra bastante um animal presente na megafauna (da qual o elefante é um dos poucos sobreviventes ainda hoje): a preguiça-gigante;
    – O templo do Cambodja – aquilo é uma representação errada do estegossauro, e pode nos dizer uma coisa: interpretação errada de fósseis bem preservados;
    – Dinossauros no mosaico – são animais míticos, no caso, crocodilos-leopardo;
    – O mosaico de Israel – parece mais algum tipo de mamífero (provavelmente extinto nos dias de hoje);
    – Beowulf – É só uma lenda que gira em torno de um herói que mata um dragão, que poderíamos dizer que simplesmente é a visão de fósseis de dinossauros.

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    • Lucas says:

      Aliás, eu gostaria de fazer uma crítica a algumas das evidências:
      – O dinossauro do Arizona – aquilo ali também lembra bastante um animal presente na megafauna (da qual o elefante é um dos poucos sobreviventes ainda hoje): a preguiça-gigante;

      Prova-o.

      – O templo do Cambodja – aquilo é uma representação errada do estegossauro,

      Prova que é uma “representação errada”.

      – Dinossauros no mosaico – são animais míticos, no caso, crocodilos-leopardo;

      Prova que são animais míticos.

      – O mosaico de Israel – parece mais algum tipo de mamífero (provavelmente extinto nos dias de hoje);

      Prova.

      – Beowulf – É só uma lenda que gira em torno de um herói que mata um dragão, que poderíamos dizer que simplesmente é a visão de fósseis de dinossauros.

      Prova que a lenda tem origem em lendas.

      Espero bem que o teu próximo comentário tenha algum tipo de evidência para tudo isto que disseste aqui.

      Mats.

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  3. Jean Charles Lima says:

    Só não gostei do final, quando fala de pseudo-Cristaos… não entendo dessa forma… pra mim em particular não faz tanta diferença se o Gênesis é literal ou, como muitas partes da Bíblia, poesia ou metáfora… Há dogmas que não são salvíficos… o que é concernente à salvação é reconher-se pecador, à Jesus como Senhor e a necessidade de seu perdão! Já li teorias que “encaixam” os milhões de anos com a Bíblia, e pra ser sincero, ainda não tenho uma opinião plenamente formada co relação a isso, é nem me sinto menos Cristão por isso… Desculpem o desabafo! E que a Paz do Senhor seja sobre vós!

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    • Lucas says:

      Jean,

      Só não gostei do final, quando fala de pseudo-Cristaos… não entendo dessa forma… pra mim em particular não faz tanta diferença se o Gênesis é literal ou, como muitas partes da Bíblia, poesia ou metáfora…

      Traduzido: não faz diferença o que Deus e o contexto mostram. O que interessa é o que tu resolveste acreditar. Certo?

      Há dogmas que não são salvíficos…

      A fiabilidade da Palavra de Deus, e fé nela, é sin qua non para a salvação. Se Deus diz que fez o universo em seis dias, mas tu dizes que não, então o que é que isso mostra?

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  4. Gabriel Morais Azevedo says:

    Vs tem razão, tudo isso é coincidência e exageros de animais que apenas pareciam com dinossauros —‘

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