Será que o ferro pode salvar a mitologia dos “milhões de anos”?

Por Calvin Smith (1)

Tecido macio de dinossauro presente em ossos fósseis? Quase todos os palestrantes da CMI observaram os olhos incrédulos presentes nas caras das pessoas à medida que fotos dum artigo de 2005 da revista Science eram apresentadas num ecrân. Estas fotos mostram ramificações de vasos sanguíneos transparentes e flexíveis, bem como glóbulos vermelhos, junto de ligamentos macios e elásticos provenientes dum osso de dinossauro supostamente com 65 milhões de anos. As descobertas fantásticas da paleontóloga Drª Mary Schweitzer agitaram o mundo da ciência.

Depois de terem sido feitos testes rigorosos e os dados terem sido verificados, muitos evolucionistas passaram a admitir agora a existência de tal tecido macio de dinossauro (e material orgânico) não só em um ou dos espécimes, mas em mais de 30. (2). Eles têm agora que explicar como é que estruturas extraordinariamente delicadas poderiam ficar preservadas durante um incrivelmente longo período de tempo.

Celulas_OsseasE não é só o tecido macio de dinossauro, mas também a presença de proteínas delicadas tais como o colagénio, hemoglobina, osteocalcina, (3,4) actina, e a tubulina que eles têm que explicar. Tudo isto são moléculas complexas que, de modo contínuo, tendem a deteriorar para moléculas mais simples. Paralelamente, e em muitos casos, existem detalhes minuciosos na matriz óssea, com células ósseas com aparência microscopicamente intacta (osteócitos) a revelar um detalhe incrível

Schweitzer conseguiu também recuperar fragmentos duma molécula ainda mais frágil e complexa: o ADN, que foi extraído de células ósseas com marcadores a indicarem a sua fonte de tal forma que é muito provável que seja ADN de dinossauro. (5) Outras pessoas reportaram a presença do Carbono-14 (que decai rapidamente) nos ossos de dinossauro, embora se saiba que depois de 1 milhão de anos, não deveria restar nem um átomo. (6)

Mais ainda, descobertas recentes adicionais mostram tecido macio de dinossauro em amostras que são (segundo as suas próprias pressuposições) muitos milhões de anos mais antigas que as presentes na descoberta original de 2005 por parte da Drª Schweitzer. Tal como um artigo declara:

Os pesquisadores analisaram também outros fósseis em busca da presença de tecido macio e encontraram-no presente em cerca de metade da suas amostras originárias do Período Jurássico, que durou desde há 145,5 milhões de anos atrás até 199,6 milhões de anos. (7)

Um problema enorme para o paradigma evolutivo

Acreditar que proteínas possam durar dezenas de milhões de anos requer uma fé enorme. Segundo uma notícia da revista cientifica com o nome de “The Biochemist”, mesmo que o colagénio fosse armazenado à temperatura de 0º Celsius, não se esperaria que ele durasse nem 3 milhões de anos. (8). Mas tal é o poder do paradigma evolutivo que leva muitos escolher acreditar no impossível em vez de aceitar as implicações mais óbvias – que tais amostras não são tão antigas como eles pensam que são.

Um artigo da National Geographic com o título de “Many dino fossils could have soft tissue inside” (9) revela que a comunidade centífica espera encontrar, no futuro, muitos outros exemplos de tecido macio de dinossauro. Há ja muitos anos que estes factos têm sido uma pedra no seu sapato visto que os mesmos são incrivelmente difíceis de explicar dentro da linha temporal evolutiva (que gira em torno dos “milhões de anos”).

Escusado será dizer isto, mas estes factos ajustam-se na perfeição dentro linha temporal Bíblica (Terra Jovem) visto que estes fósseis são inquestionavelmente restos de criaturas enterradas durante o Dilúvio de Génesis, que ocorreu há cerca de 4,400 anos atrás.

Embora esta informação não tenha sido escondida, ela também não tem sido amplamente promovida nos museus ou nos populares programas científicos – e claramente não tem sido promovida junto da imprensa mainstream. De facto, a maioria das pessoas comuns encontra-se totalmente desconhecedora da presença de tecido macio de dinossauro nos fósseis, e de maneira nenhuma este sigilo pode ser surpreendente: se as rochas e os fósseis não têm milhões de anos, isso é o fim da teoria da evolução.

Previsivelmente, alguns evolucionistas não perderam tempo e começaram a tentar desacreditar os dados. A Drª Schweitzer, embora seja uma evolucionista, embora da versão fideísta teísta, (10), salientou:

Houve uma pessoa que reviu os dados e que disse não se importar com o que os mesmos mostravam visto que ele sabia que o que eu estava a descobrir não era possível….. Eu escrevei de volta e perguntei, “Então diga-me, que tipo de dados lhe haveriam de convencer?” Ele disse, “Nenhum dado!” (11)

(Certamente que este não foi um comentário científico por parte do revisor.)

Como responder?

“Bio-filme! É bio-filme!” Desesperados por uma resposta para estas evidências contundentes, alguns evolucionistas alegaram que os vasos sanguíneos que a Drª Schweitzer havia encontrado nada mais era que bio-filme – algo produzido por pela acção bacteriana mais recente. (12)

Esta alegação foi ocasionalmente gritada por parte de cépticos durante apresentações levadas a cabo pela CMI. Para além disso, blogues, sites e salas de conversação anti-criacionistas usavam esta resposta como a resposta prontinha a ser usada sempre que os criacionistas avançavam com este tópico.

Mas mesmo que os vasos sanguíneos tivessem bio-filme, isto dificilmente poderia explicar a presença de proteínas e do ADN. (13). De qualquer das formas, no entanto, só muito raramente é que o “bio-filme” é, actualmente, usado como resposta visto que a própria Schweitzer foi capaz de apresentar um argumento poderoso em favor da tese de que os vasos sanguíneos não eram bio-filmes. (14)

Uma nova forma de explicar as coisas?

Mias recentemente têm aparecido uma gama de artigos de nível popular alegando que a Drª Schweitzer pode ter encontrado a resposta. Ela já havia proposta esta solução há algum tempo, nomeadamente de que o ferro pode ter ajudado na  preservação do tecido macio de dinossauro, ajudando no cruzamento e na estabilização das proteínas, bem como agindo como um anti-oxidante. (15) Ela testou de modo ostensivo esta ideia, e eis aqui dois excertos de um desses artigos que ajudam a resumir esta nova hipótese:

“Novas pesquisas provenientes da North Carolina State University mostram que o ferro pode desempenhar um papel na preservação de tecido antigo presente dentro dos fósseis de dinossauro, mas também evitar que eles sejam detectados.”

“A mais recente pesquisa de Mary Schweitzer mostra que a presença de hemoglobina – a molécula que tem ferro e que transporta o oxigénio para os glóbulos vermelhos – pode ser a chave tanto na preservação como na ocultação as proteínas originais antigas dentro dos fósseis.” (16)

E estes comentários provenientes doutro artigo explicam as coisas de maneira mais clara, e nele Schweitzer diz:

Estes radicais livres (17) causam a que as proteínas e a membranas celulares se amarrem em nós… Basicamente, funcionam como formaldeído. O formaldeído, obviamente, preserva o tecido funcionando fazendo ligações, ou cruzamentos, nos aminoácidos que formam as proteínas, o que causa a que essas proteínas fiquem mais resistentes à deterioração. (18)

No seu artigo técnico, Schweitzer alegou:

A hemoglobina (HB) aumentou a estabilidade do tecido mais de 200 vezes – de aproximadamente 3 dias para mais de 2 anos a temperatura ambiente (25°C). (19)

A impressão pública.

A força deste argumento encontra-se na sua simplicidade. A pessoa comum pode pensar:

Oh, entendi. O ferro opera como um agente preservador tal como o formaldeído – o produto que os cientistas usam para embalsamar algumas coisas. É como aqueles animais que se encontram preservados dentro dos jarros nos laboratórios. Portanto, o ferro que se encontra no sangue dos dinossauro deve ter preservado o material orgânico. E, mais do que eu, os cientistas sabem do que falam e portanto, o tecido macio dos dinossauros agora faz sentido.

Isto é, na verdade, bem estratégico. Ao anunciarem isto como uma “resposta”, os evolucionistas apanham os criacionistas despreparados, diminuindo assim o impacto do argumento [da existência de tecido macio dentro de fósseis alegadamente com “milhões de anos”].

A partir de agora, a pessoa comum muito provavelmente não ficará surpreendida quando se deparar com o facto de tecido macio de dinossauro ser encontrado dentro dos fósseis, pensando assim que os cientistas evolucionistas já têm uma explicação para esse dado. “Os criacionistas são loucos por pensarem que os dinossauros morreram recentemente!”

Perguntas

No entanto, mesmo sob um escrutínio moderado, a explicação de Schweitzer é rapidamente desmontada. No seu artigo, ela discute experiências que parecem ser totalmente não-representativas das condições sob as quais estes restos de dinossauro foram, na verdade, preservados. Em vez disso, ela descreve o que se resume a “o melhor e o pior cenário” para a preservação de tecido macio.

Eles embeberam um grupo de vasos sanguíneos de avestruz com um líquido rico em ferro feito de glóbulos vermelhos e outro grupo foi embebibo com água. Os vasos sanguíneos deixados dentro de água transformaram-se em algo totalmente confuso no espaço de alguns dias. Os vasos sanguíneos embebidos em restos de glóbulos vermelhos ficaram reconhecíveis passados que estavam 2 anos depois de ficarem à temperatura ambiente. (20)

Ao lermos o material suplementar no seu artigo, parece que foi usada hemoglobina pura, e não células lisadas e outros materiais que poderiam imitar o que estaria presente dentro duma carcaça dum animal. (Vasos sanguíneos embebidos em hemoglobina preparada em laboratório dificilmente é representativo de ossos em decomposição).

VasosSeria interessante saber o quão realista é um extracto concentrado de hemoglobina quando comparado com o mundo real. Embora a hemoglobina irrealisticamente concentrada possa preservar por algum tempo, não quer dizer que a solução natural de hemoglobna irá agir da mesma forma. De facto, tecido rico em células sanguíneas, tais como os pulmões ou as guelras, frequentemente deterioram-se rapidamente. Um exemplo infame são as guelras do tubarão-frade que apodrecem e criam uma forma parecida com a dum plesiossauro. (21)

Para além disso, a sugestão de que, como os vasos sanguíneos permaneceram “reconhecíveis” durante dois anos, isso demonstra que eles podem durar 30 milhões de anos, exige um fenomenal salto cognitivo.

Não é plausível que o ferro possa ser tão bom preservante como o formaldeído, que forma directamente ligações cruzadas covalentes entre as correntes de proteína, algo que o ferro não consegue fazer. Mas mesmo que estejamos dispostos a conceder que o ferro tem o mesmo poder preservador (apenas por uma questão de discussão), que motivos temos nós para esperar que o formaldeído possa preservar tecido mole, bem como estruturas celulares detalhadas, durante milhões de anos?

Os embalsamadores de corpos humanos reconhecem de forma franca que o seu uso do formaldeído tem como propósito atrasar – e não prevenir – o implacável processo de decomposição. Há muito tempo que se suspeita que o embalsamado corpo de Lenine seja uma fraude – ou tenha sido modificado – devido ao facto de ter tão “boa aparência” depois de terem passado apenas 90 anos de exposição pública. Mesmo assim, fotos mais recentes mostram o corpo distintivamente mais “irregular” do que em fotos mais antigas.

É bem possível que a hemoglobina da experiência de Schweitzer tenha “avinagrado” os vasos sanguíneos de modo a que nem as bactérias nem os enzimas tenham tido a possibilidade de degradá-los. Isto requer uma solução concentrada do agente “avinagrador” (normalmente, sal e condições ácidas). Se esta é a explicação verdadeira, então uma solução diluída, tal como aquela que é normalmente encontrada nos tecidos, nunca iria funcionar.

Embora uma solução concentrada possa preservar os vasos sanguíneos durante os dois anos em que foram observados, isso não seria suficiente para uma período de tempo maior. Devido aos milhões de anos, mesmo a ausência duma degradação enzimática ou bacteriana não faria qualquer diferença. O ADN e as proteínas eventualmente sucumbem à química natural, especialmente a química que gira em torno das interacções com a água. Os próprios evolucionistas já reconhecerem isto:

Depois da morte da célula, os enzimas começam a degradar as ligações entre os nucleotídeos que formam a “espinha dorsal” do ADN, e os micro-organismos aceleram a decomposição. A longo prazo, crê-se que as reacções com a água sejam responsáveis pela maior parte da degradação das ligações. A água subterrânea é quase omnipresente, e devido isso, o ADN presente nas amostras ósseas deveriam, em teoria, decompor-se à um ritmo estabelecido. (22)

Outro problema para a Drª Schweitzer é o ambiente de enterro. Um artigo declarou:

Se a hemoglobina estivesse contida num osso num ambiente arenoso, mantendo-o seco e isolada dos micróbios, a preservação torna-se mais provável. (23).

Reforçando este ponto, outro artigo diz:

Eles também estão enterrados em arenito, que é poroso e pode canalizar para fora as bactérias e os enzimas que de outro modo poderiam degradar o osso. (24)

No entanto, a mesma porosidade que supostamente iria “canalizar” para fora as bactérias e os enzimas iriam mais rapidamente expôr ossos à penetração da água durante esses milhões de anos, acelerando assim a decomposição.

Mas de qualquer forma, mesmo supondo que não há exposição à água, à radiação, às bactérias ou aos ataques enzimáticos, aferições feitas à taxas de decomposição do ADN no osso mostram que o ADN nunca poderia sobreviver os alegados 65 milhões de anos desde extinção dos dinossauros. Mesmo congelado à temperatura de –5°C, o ADN deveria ter-se desintegrado completamente para os seus tijolos de construção individuais em menos de 7 milhões de anos:

No entanto, mesmo sob as melhores condições de preservação à temperatura de –5°C, o nosso modelo prevê que nenhuma ligação intacta (comprimento médio = 1 bp [par de bases]) restará no “cadeia” de ADN depois de 6,8 milhões de anos. Isto revela a extrema improbabilidade de ser capaz de amplificar um fragmento de ADN com 174 bp dum osso do Cretáceo com 80-85 milhões de anos. (25)

Uma experiência

Outra forma de salientar este problema para os crentes nos milhões de anos, mesmo que os argumentos de “canalização” possam resolver o problema da água, e mesmo que o ferro seja tão bom preservador como o formaldeído, é levando a cabo a seguinte experiência mental (tem que ser mesmo mental devido à barreira práctica que nem várias vidas humanas seriam suficientes para colocar a experiência em práctica):

Peguem num espécime preparado num laboratório, coloquem-no num jarro cheio de formaldeído (mesmo assumindo a integridade total do jarro/selo, etc), e depois coloquem-no no chão envolto em numa rocha; para melhorar as coisas, mantenham o meio ambiente congelado à temperatura de 0ºC. Mesmo assim, esse preparado estaria sujeito à degradação termodinâmica das molécula complexas e frágeis.

Mesmo a tais temperaturas de congelação, os átomos e as moléculas dentro dum composto estão sempre em movimento. Se antes da descoberta da Drª Schweitzer um cientista tivesse dito esperar encontrar nesta experiência vasos sanguíneos, estruturas celulares frágeis, ADN e proteínas passados que estivessem 70 milhões de anos, esse cientista estaria, na melhor das hipóteses, a convidar o escárnio, e na pior das hipóteses, uma avaliação psiquiátrica.

Existem bons motivos científicos por trás dos comentários de Schweitzer de 2010 (em vídeo):

Quando pensamos nisso, as leis da química, da biologia e tudo o mais que sabemos dizem que tudo isto já deveria ter desaparecido e ter-se decomposto por completo. (26)

Portanto, o que foi que a Drª Schweitzer realmente conseguia demonstrar com as suas observações em torno do “ferro”? Ela demonstrou que o ferro dentro dos glóbulos vermelhos aparentemente têm algumas qualidades que podem contribuir para a preservação de tecido macio – pelo menos se os mesmos forem artificialmente concentrados. Na verdade, longe de ser uma ameaça para o criacionismo Bíblico, a experiência de Schweitzer pode muito bem ser um ponto a favor, visto que demonstra como coisas tão frágeis podem durar durante milhares de anos.

Antes desta última experiência, nós já havíamos comentado as suas propostas:

Na verdade, tudo isto é razoável dentro duma perspectiva criacionista Bíblica até este ponto. As taxas de decaimento de algumas proteínas são compatíveis com uma idade na ordem dos 4,500 (desde o Dilúvio), mas não são compatíveis com os milhões de anos. No entanto, e levando em conta o quão facilmente as bactérias as podem atacar, observar não só as proteínas mas também as micro-estruturas celulares depois de 4,500 ainda é surpreendente.

Estas ideias podem ajudar a explicar a sobrevivência após os milhares de anos, mas eles parecem ser totalmente pouco plausíveis para os milhões de anos….visto que as propostas de preservação mencionadas em cima não conseguem parar a degradação normal levada a cabo pela água (hidrólise) com o passar das vastas eras (27,28)

Conclusão?

As notícias recentes propondo o ferro como o preservante são indicadores de que os evolucionistas estão a tomar nota das coisas, e que a informação de que existem quantidades enormes de tecido macio dentro de criaturas supostamente com milhões de anos está a ficar fora de controle. Os evolucionistas sabem que eles têm que confrontar este tópico de tecido macio de dinossauro de forma directa, mas as suas respostas até agora têm sido tudo menos convincentes.

Provavelmente a lição mais importante disto tudo é o poder do paradigma, isto é, da ideologia dos milhões de anos. A resposta científica directa perante tal descoberta seria confiar nas leis e nas observações da ciência que indicam que a degradação num período de tempo muito mais curto, e então colocar seriamente em causa os “milhões de anos”.

No entanto, devido a dominante religião secular dos dias de hoje, tal conclusão teria o impacto ideológico duma ogiva nuclear. Um mundo que se criou a ele mesmo é essencial para esta religião, e essa religião desesperadamente e absolutamente precisa dos milhões de anos. Devido a isso, perante estas evidências, e como forma de dar a este sistema de crenças algo a que se agarrar, a busca desesperada por um mecanismo continua – mesmo que tal mecanismo seja parcialmente plausível.

~ ~ ~ http://bit.ly/1C5Tw3j

Referências e notas:

1. The input and assistance of several colleagues is acknowledged and appreciated, particularly Dominic Statham, Jonathan Sarfati, and Carl Wieland.
2. Catchpoole, D., Double-decade dinosaur disquiet, Creation 36(1):12–14, 2014; creation.com/dino-disquiet.
3. Other researchers had found osteocalcin ‘dated’ to 120 Ma: Embery G. and six others, Identification of proteinaceous material in the bone of the dinosaur Iguanodon, Connective Tissue Res. 44 Suppl 1:41–6, 2003. The abstract says: “an early eluting fraction was immunoreactive with an antibody against osteocalcin.”
4. Sarfati, J., Bone building: perfect protein, J. Creation 18(1):11–12, 2004.
5. Schweitzer, M.H. et al, Molecular analyses of dinosaur osteocytes support the presence of endogenous molecules, Bone, 17 October 2012 | doi:10.1016/j.bone.2012.10.010.
6. Wieland, C., Radiocarbon in dino bones: International conference result censored, creation.com/c14-dinos, 22 January 2013.
7. Pappas, S., Controversial T. Rex soft tissue find finally explained, livescience.com/41537-t-rex-soft-tissue.html, 26 November 2013.
8. Nielsen-Marsh, C., Biomolecules in fossil remains: Multidisciplinary approach to endurance, The Biochemist 24(3):12–14, June 2002; http://www.biochemist.org/bio/02403/0012/024030012.pdf.
9. Many dino fossils could have soft tissue inside, Oct 28 2010,news.nationalgeographic.com/news/2006/02/0221_060221_dino_tissue_2.html.
10. Catchpoole, D., and Sarfati, J., ‘Schweitzer’s Dangerous Discovery’, creation.com/schweit, 19 July 2006. A fideist is one who believes by ‘blind faith’ regardless of evidence, often disparaging those who seek to use evidence in showing that Christianity is reasonable..
11. Yeoman, B., Schweitzer’s Dangerous Discovery, Discover 27(4):37–41, 77, April 2006.
12. Kaye, T.G. et al., Dinosaurian soft tissues interpreted as bacterial biofilms, PLoS ONE 3(7):e2808, 2008 | doi:10.1371/journal.pone.0002808. .
13. Wieland, C., Dinosaur soft tissue and protein—even more confirmation! J. Creation 23(3):10–11, 2009; creation.com/schweit2.
14. Wieland, C., Doubting doubts about the Squishosaur, creation.com/squishosaur-doubts.
15. Schweitzer, Ref. 5.
16. Iron Preserves, Hides Ancient Tissues in Fossilized Remains, NC State University, November 26, 2013, news.ncsu.edu/releases/schweitzer-iron/.
17. These are atoms, molecules or ions with unpaired outer electrons, which makes them highly chemically reactive.
18. Pappas. Ref. 7.
19. Her technical paper is Schweitzer, M.H. et al., A role for iron and oxygen chemistry in preserving soft tissues, cells and molecules from deep time, Proceedings of the Royal Society, B: Biological Sciences 281(1775):20132741, 27 November 2013 | doi: 10.1098/rspb.2013.2741.
20. Pappas. Ref. 7.
21. Jerlström, P. and Elliot, B., Letting rotting sharks lie: Further evidence that the Zuiyo-maru carcass was a basking shark, not a plesiosaur, J. Creation 13(2):83–87, 1999; creation.com/plesiosaurs2.
22. Kaplan, M., DNA has a 521-year half-life [at 13.1°C]: Genetic material can’t be recovered from dinosaurs—but it lasts longer than thought, Nature News, 10 October 2012, doi:10.1038/nature.2012.11555 (Comment on Allentoft et al. Ref. 25).
23. Iron Preserves, Hides Ancient Tissues in Fossilized Remains, NC State University, November 26, 2013, news.ncsu.edu/releases/schweitzer-iron/
24. Pappas. Ref. 7. .
25. Allentoft, M.E. et al., The half-life of DNA in bone: measuring decay kinetics in 158 dated fossils, Proc. Royal Society B 279(1748):4724–4733, 7 December 2012 | doi:10.1098/rspb.2012.1745.
26. Nova Science Now, May 2010, http://www.cross.tv/21726
27. Compare Sarfati, J., Origin of life: the polymerization problem, J. Creation 12(3):281–284, 1998; creation.com/polymer.
28. Sarfati, J., DNA and bone cells found in dinosaur bone, J. Creation 27(1):10–12, 2013; creation.com/dino-dna.

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11 Responses to Será que o ferro pode salvar a mitologia dos “milhões de anos”?

  1. ade155 says:

    Caro, se tecidos moles são encontrados em fósseis de dinossauros o que precisa ser revisto é apenas o tempo de preservação possível para eles, não a teoria da evolução em si, ou seja, existem processos naturais que evitam a degradação destas estruturas, simples assim, certo?

    Se ater a um detalhe destes e achar que com isto desmorona a teoria da evolução e a teoria geológica de que a terra tem bilhões de anos, que é baseada em FATOS incontestáveis, é muita ingenuidade.

    No dia em que forem encontrados fósseis de animais modernos na mesma camada de rocha onde estão os fosseis de dinossauro, por exemplo, aí sim poderá ser contestada a teoria da evolução.

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    • Alberto says:

      Parabéns, cometeu a falácia Red Herring.

      Like

    • Dalton says:

      Resumindo o comentário da figura acima: como a evolução é um FATO, a inconsistência mostrada no artigo é relacionada à preservação do material.
      Afinal como a evolução é um FATO, ela nunca estará errada, mesmo que a evidência material mostre que o que a teoria prega está errado.

      Like

    • derekentes says:

      Leia Sobre o dilúvio, ai você verá por que não estão juntos. E leia mais sobre dinossauros, e a TE não é incontestável, assim como a Teoria Criacionistas, também é! Não se pode ter certeza absoluta na ciencia. Mas as evidencias hoje apontam para a criação

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  2. Adan says:

    Muito bom, parabéns

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  3. Raul says:

    Mats
    Por que não estão todos os fósseis de todas as camadas contendo tecidos moles? Se foi tudo há apenas 4.500 anos, porque não são todos os fósseis? E aliás, sobre os 6000 anos e o dilúvio há 4.500: acho que tu sabe que não são cálculos baseados no método científico e sim em uma interpretação específica de Gênesis, certo?

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  4. jephsimple says:

    Mostrando a fragilidade lógica dos argumentos evos/ateus e afins…

    Faltou ajuda dos universitários para os defensores do universo incriado😉

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  5. Gabriel Morais Azevedo says:

    Nas escolas e universidades o engano evolucionista foi propagado, doutrinando milhões e milhões de pessoas ao redor do mundo.
    Aos poucos as mentiras do evolucionismo estão vindo à tona.
    Pense “fora da caixa”… Saia da Matrix!!!

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  6. Gabriel Morais Azevedo says:

    https://youtu.be/gcEiWV-GHgg a farça da teoria da evolução

    Liked by 1 person

  7. Raul says:

    Mats
    Até eu estou começando a questionar a TE, porque esta não está me dando respostas satisfatórias para muitas coisas. Outra é a mente e a razão humanas não fazem sentido algum à luz da TE, além de esta rebaixar drasticamente o valor do homem, mas mesmo assim uma coisa notável é que o homem se tornou no que é pelo próprio mérito e poderia se tornar até mesmo um deus, colocando o Senhor como um impotente e inútil. Também que a TE se sustenta mais em bases filosóficas do que científicas e os tão pronunciados fósseis de transição não fazem sentido porque aparecem com suas partes já formadas e o registro fóssil não mostra o gradualismo evolutivo em que mudanças ligeiras ocorrem de geração para geração, culminando numa macroevolução. Essa é a minha conclusão.
    A paz do Senhor!

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  8. Marcio says:

    Ótimo texto. Peço licença para divulgar mais um texto sobre o mesmo assunto.
    https://noticiasbiblia.wordpress.com/2016/01/30/privado-cientistas-encontram-carne-e-sangue-em-fossil-de-dinossauro/
    Paz de Cristo.

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