O que foi que Heródoto, Ulysses Aldrovandus, Plínio o Velho, e Marco Polo viram que coloca em causa os mitológicos “milhões de anos”?

Heródoto_Ulysses_Aldrovandus_Plínio_o_Velho_Marco_PoloPor Autor do Site “Forbidden History”

Todos eles viram dinossauros. Sim, dinossauros nos registos históricos escritos. Existem numerosos registos de dinossauros nos registos históricos das imensas culturas antigas do  mundo. A palavra normalmente usada nos dias de hoje para descrever criaturas reptilíneas extremamente granes é “dinossauro”, palavra criada em 1841 por um cientista Britânico chamado Sir Richard Owen como forma de descrever lagartos gigantes recém-descobertos [na altura] no registo fóssil. Antes de 1841, a palavra inglesa normalmente usada para descrever lagartos gigantes era a palavra “dragão”.

Certamente que com o passar dos séculos, o dragão foi romantizado, mas quando olhamos de volta para o registo histórico de todas as culturas do mundo, descobrimos histórias de homens a ver e a matar dragões.

Dito isto, quem são os homens no topo deste post? Da esquerda para a direita, eles são Heródoto, Ulysses Aldrovandus, Plínio o Velho, e Marco Polo. Todos eles registaram terem visto diferentes tipos de criaturas que eles deram o nome dragões. Para se ler o que eles registaram, usem os links associados a cada um dos nomes.

“Mas eu pensava que os dinossauro tinham desaparecido há 65 milhões de anos!!!”

A dada altura da minha vida, também eu pensei assim. Mas depois comecei a aprender mais sobre as evidências que são suprimidas devido a um viés comum por parte de geólogos, antropólogos, arqueólogos, e por parte de pessoas com uma opiniao elevada de si. O viés por eles mantido deve-se as seguintes pressuposições:

1. A Terra tem milhões de anos (ou mesmo millhares de milhões).
2. Os dinossauros morreram há milhões de anos atrás.

Estas pressuposições impedem-lhes de serem objectivos na avaliação do que quer que seja relacionado à história, geologia e arqueologia antigas. Estas pessoas com um alta opinião de si mesmas presumem que os historiadores e os escritores do passado regularmente acrescentavam informação falsa no que toca a observações simples que, por vezes, incluiam informação bastante detalhada de grandes criaturas répteis.

Deixem-me dar um exemplo do viés do qual eu falo. No link que se segue (American Museum of Natural History), e pelo menos até 19 de Janeiro de 2010, sob o título “Dragões e Dinossauros”, lê-se o seguinte:

… com o seu tamanho enorme, forma reptilínea, dentes e garras ameaçadoras, alguns dragões podem ser facilmente tomados como primos do Tyrannosaurus Rex. Os dinossauros vivos não inspiraram a ideia dos dragões – eles haviam morrido muito antes das pessoas terem aparecido para os observar.

Dragoes_Nomes_MundoO escritor parece bastante seguro dessa declaração. Até ficamos com a ideia de que ele é que se encontrava por lá, a observar as coisas. Estes homens [Heródoto, Ulysses Aldrovandus, Plínio o Velho, Marco Polo,] eram pessoas inteligentes e com conhecimento, para além de serem competentes em fazer observações científicas. Eles não tinham razão alguma para mentir, e o que eles escreveram poderia ser avaliado pelos contemporaneos. Estes homens viram dinossauros.

Os dragões foram registados através de toda a história antiga, e os registos históricos parecem referir-se a eles como criaturas vivas reais. Quase todas as culturas do mundo  têm registos históricos e lendas que incluem dragões. Todas as culturas tinham nomes para estes répteis enormes, e alguns dos nomes mais comuns para os mesmos podem ser vistos no quadro ao lado.

Histórias de dragões são quase universais por todas as antigas culturas. Onde foi que este conceito global se originou, e porque é que o mesmo é universal entre culturas que se encontravam separadas por continentes? Como seria possível sociedades antigas espalhadas um pouco por todo o mundo descrever, registar, pintar, engravar, costurar e esculpir estas criaturas com este grau de uniformidade se elas não tivessem visto com os seus olhos essas criaturas?

Vejam o filme Forbidden History para aprender mais sobre este assunto fascinante. Vejam as evidências por vocês mesmos.

A Bíblia, que já se provou como sendo um dos mais precisos registos da história antiga que temos hoje em dia, também regista informação relativa aos dragões, e também menciona o leviatã, o beemonte, a serpente fabulosa [cockitrice], a serpente de bronze, a serpente voadora – todos isto animais que se ajustam a descrição de répteis “pré-históricos” e agora extintos. (…)

– http://bit.ly/1QxUWfA

* * * * * * *

Como nós temos o cuidado de dizer aqui no blogue, as evidências históricas, arqueológicas, geológicas e culturais de que os dinossauros (“dragões”) viveram lado a lado com os seres humanos não irão mudar a religião dos evolucionistas visto que a sua posição não é efeito das evidências mas sim da sua escolha pessoal em acreditar nos pressupostos listados em cima nos pntos 1) e 2).

O que interessa reter em relação a estas eviudências é que o Cristão não precisa de evitar ou minimizar a discussão sobre os milhões de anos visto que as evidências estão todas do seu lado. A Bíblia, que é Infalível e 100% certa, diz que o ser humano foi criado na mesma semana literal que os outros animais, e os registos históricos confirmam que, até bem pouco tempo atrás, o ser humano e os dinossauros (“dragões”) viveram lado a lado.

Portanto, nós Cristãos, temos as evidências históricas e científicas do nosso lado enquanto que os anti-Cristãos nada mais têm que a sua auto-destrutiva raiva contra Deus e as suas desilusões emotivas. Mas isso já é problema deles e não nosso.

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"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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15 Responses to O que foi que Heródoto, Ulysses Aldrovandus, Plínio o Velho, e Marco Polo viram que coloca em causa os mitológicos “milhões de anos”?

  1. Gabriel Morais Azevedo says:

    a crença de que os combustíveis fósseis são combustíveis originado de fósseis de dinossauros e de répteis e anfíbios , e que esse processo demoraria milhões de anos para o ocorrer comprovando o chamado Tempo profundo acabou de desabar http://oglobo.globo.com/economia/engenheiros-americanos-transformam-alga-em-petroleo-em-menos-de-uma-hora-11113211

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    • Vasco says:

      Atenção, o que desabou foi “o tempo necessário para isso ocorrer” e não a crença de que vieram de animais e plantas soterrados.

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    • Sofia F says:

      Se deixar gotas de água caírem numa rocha, ela será furada passado bastante tempo, mas posso furar muito mais rapidamente a rocha com ferramentas. Por eu ter furado a rocha em pouco tempo, não quer dizer que com as gotas não demorou imenso mais tempo.

      Para se fazer o petróleo sintético, é necessário um reactor que aplica uma temperatura de 350 graus Célsios e uma pressão de 20.600.000 Pascals. A ideia do reactor é usar a teoria consensual sobre como o petróleo é formado de forma mais intensa e expedita, mas se enterrarem algas debaixo de uma montanha, mesmo em terreno vulcânico, não vão fazer petróleo para usarem.

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  2. Sofia F says:

    Plínio, Heródoto, Ulisses e Marco Polo não escreveram descrições de animais que correspondem dragões. Passo explicar o mais abreviadamente e convincente possível:

    As palavras latinas e gregas que são traduzidas para “dragão” são declinações de “draco” e “drakone”, que significa: serpentes enormes e exóticas. Os dragões foram ilustrados em vasos como serpentes gigantes. Os romanos usavam estandartes chamados “draco” que tinham forma de cobras. A constelação de Draco é representada como uma serpente. Na própria Bíblia, Satanás, é chamado de “dragão, a serpente original”.

    Nos capítulos XII e XII, de “História Natural”, Plínio, o Velho, descreve os ataques do dragão da seguinte forma: trepa facilmente árvores de onde se atira para o elefante, “consegue facilmente envolver-se no elefante com as suas dobras, e enrolar-se neles com as suas espirais”, enfia-se nas narinas do elefante, ataca-lhe os olhos e morre esmagado por ele enquanto entrelaçado.

    Não existiram dinossauros com esqueletos que permitissem enrolar-se, nem com uma cabeça tão pequena que entrasse numa narina da tromba e com uma cauda comprida para prender as patas do elefante. Além disso os dinossauros trepadores eram tetanuros, com a cauda rígida, por isso não podiam enrolá-la. A cobra-real, pelo contrário, consegue enrolar-se, trepar facilmente coqueiros e matar elefantes mordendo a tromba. Pode atingir mais de 6 metros de comprimento.

    Heródoto não disse que viu serpentes vivas com asas: viu apenas os ossos (“I saw bones of serpents and spines”) e que ouviu histórias de árabes e egípcios sobre animais pequenos em árvores com corpos de serpentes marinhas com asas.

    A descrição de Marco Polo é mais interessante e difícil de explicar. Ele disse que há cobras e serpentes com entre 3 e 9 metros de comprimento. O estranho é as patas pequenas perto da cabeça com 3 garras cada uma, mas considerando o resto, não há justificação para concluir de que se trata de um dinossauro conhecido. Parece mais corresponder a lindworms. Repara que Ulysses Aldrovandus descreveu um minúsculo dragão, que ele tinha esmagado com o pé, como tendo duas patas e movendo-se como uma cobra. Pode ter sido algo parecido com um Bipes biporus.

    Cumprimentos.

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    • Vasco says:

      Libdworms é a mesma coisa que dragões, apenas um nome diferente. Quanto ao Marco Polo, ele descreve igualmente as enormes pegadas que esses animais deixavam quando iam beber água aos rios, e como os caçadores seguiam essas pegadas para os caçar.

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      • Sofia F says:

        Vasco, não são “Libdworms”, são “lindworms”, e não são qualquer dragão: são dragões serpentinos da mitologia nórdica com apenas duas patas, geralmente sem asas. O dragão Fáfnir, mencionado na obra de Wagner “O Anel dos Nibelungos”, é um exemplo.

        Li o capítulo 49 todo do 2º livro das Viagens de Marco Paulo e não vejo qualquer menção a pegadas.

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  3. Lucas Silva says:

    Impossível, pois hoje já sabemos que alguns dinossauros evoluíram para aves, e que hoje é possível reverter o processo da evolução, acordar genes que foram extintos a milhões de anos, os cientistas estão focados em criar proteínas que possam destruir os genes que impedem os genes antigos de agir, assim devolvendo rabo, as mãos, focinho e dentes, os cientistas já sabem também que escamas evoluíram para penas, isso foi testado em galinhas em um laboratório e funcionou, eles conseguiram transformar as escamas nos pés das galinha em penas, atualmente Jack Horner e sua equipe estão trabalhando, em recriar estas características em uma galinha, nesse link tem um documentário que conta todos esse processos e mostra os embriões com dentes e rabo(vejam apartir dos 21:33): https://www.youtube.com/watch?v=F4WxhF0Sh00
    e este Jack Horner explica como montar um dinossauro(tem legendas em português): https://www.youtube.com/watch?v=0QVXdEOiCw8
    A evolução das aves não é mais discutida entre os cientistas e é uma das maiores evidências da evolução, acredito em Deus e não acho que isso atrapalhe, afinal, porque não podemos acreditar nos dois?

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    • Lucas says:

      acredito em Deus e não acho que isso atrapalhe, afinal, porque não podemos acreditar nos dois?

      Porque uma é o contrário da outra (e uma está errada enquanto que a outra está certa).

      Mats.

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    • Vasco says:

      E alguns dinossauros alimentavam-se de aves. Já foi descoberto um fóssil com 3 na barriga. E os 3 eram pássaros mesmo e não um híbrido lagarto com penas. Ou seja, as aves evoluiram dos dinossauros num tempo em que alguns dinossauros já comiam pássaros plenamente evoluídos. Dia a dia a teoria caminha para o colapso. Irá durar mais 10 ou 15 anos com muita sorte.

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      • Lucas Silva says:

        Onde vc viu isso que dinossauros se alimentavam de aves? não achei isso em nenhum lugar parece mais uma mentira sensacionalista, é consenso entre os cientistas que as aves vieram dos dinossauros.

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      • Sofia F says:

        Vasco, não estou a perceber esse teu raciocínio.

        Essas três aves eram confúcios e considera-se que surgiram no início do período do Cretáceo (há cerca de 120 milhões de anos). Considera-se que o arqueopterix, uma ave com cauda, dentes e garras, surgiu pelo início do final do período do Jurássico (anterior ao Cretáceo), há 150 milhões de anos. Antes do Jurássico, houve o Triásico, de onde teriam surgido os dinossauros, incluíndo bípedes, há 225 milhões de anos.

        Vamos supor que um animal come outro animal da mesma família ou do mesmo género (ex: um leão que come um gato, ou uma cobra que come outra espécie de cobra): isso prova que não tiveram um antepassado comum, ou que a espécie de um não deu origem à outra espécie?

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    • Anderson says:

      Completando o que o Lucas disse.
      Se você crê em um deus que precisa do processo natural de seleção natural para criar as coisas então você crê em um deus que mata para criar e se torna assim o maior assassino do Universo.
      Esse não é o Deus da Bíblia que diz que criou todas as coisas pelo poder da Sua Palavra, instantaneamente e não ao longo de “milhões de anos”.

      Anderson.

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  4. Vasco says:

    A respeito dos meus comentários anteriores, quero salientar que sou agnóstico, e interesso-me por diversos temas. Não tenho a intenção de comprovar ou não a existência de Deus. Aliás neste momento ando a ler Michael Behe, Remy Chauvin, Daniken,
    Charroux e algumas coisas raelianas. Os evolucionistas que se cuidem porque já estão a surgir grupos e cientistas (alguns ateus) que começam a duvidar seriamente da evolução. E o tema dos dragões e dinossauros é muito abordado.

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  5. Vasco says:

    Ha um livro do Daniken que tem a foto de uma pedra com um dinossauro gravado. Atenção, não são as pedras de ica. Essa pedra pertence ao falecido padre Crespi de Cuenca, Equador. Faz parte de vários presentes que os índios da região ofereciam ao padre como agradecimento pela sua generosidade e humildade. As peças incluem vários objectos em ouro, escritas desconhecidas antigas, desenhos de pirâmides, elefantes, etc. São peças antigas e não fraudes, aliás só um tolo iria dar ouro a outra pessoa, a não ser que tivesse a certeza do valor da peça e confiança na pessoa a quem fez a oferenda.

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  6. Vasco says:

    Os povos antigos, inclusive na idade media, usavam o termo “serpente” para se referirem aos répteis em geral, e não apenas a cobras. Daí a confusão que se faz hoje em dia ao ler esses textos. Se estiver escrito serpente voadora imaginamos logo uma cobra com asas e não um pterodactilo.

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