É a teoria da evolução uma religião?

Por Dr Tommy Mitchell e Monty White

Estamos certos que muitas pessoas irão achar estranho a pergunta que serve de título a este capítulo.  Certamente que a evolução centra-se na origem e no desenvolvimento das formas de vida na Terra; de que forma é que isso estão relacionado com a religião? A evolução é ciência, certo? E é-nos dito que a ciência tem que estar à parte da religião – pelo menos nas salas de aulas! Bem, vejamos se teoria da evolução cumpre os requisitos de ciência genuína e não duma crença religiosa. Para apuramos isso, temos que definir alguns termos.

O que é a ciência?

Ciencia_MicroOs criacionistas são frequentemente acusados de serem “anti-científicos” ou pseudo-científicos, a mesmo tempo que aqueles que promovem a teoria da evolução assumem o manto de “cientistas de verdade”. Mas o que é a ciência? Segundo o American Heritage Dictionary, a ciência é a “observação, identificação, descrição, investigação experimental, e explicação teórica dum fenómeno.” (1) Ou, dito duma forma mais simples, a ciência envolve observar coisas do mundo real e tentar explicar a forma como elas funcionam. A palavra chave aqui é observação.

Os criacionistas acreditam na genuína “ciência observacional”, às vezes chamada de “ciência operacional”. Todos os dias disfrutamos dos benefícios da ciência observacional. Quer seja a voar num avião, ver uma doença curada pelas maravilhas da ciência moderna, ou a escrever este livro num portátil d era especial, nós estamos a ser beneficiados com a tecnologia que aplica a genuína ciência observacional. segundo as necessidades do mundo real. Estes triunfos da ciência existem no presente e podem, portanto, sujeitas à examinação e investigação.

Outro tipo de ciência é conhecida como “ciência histórica”, por vezes chamada de “ciência das origens”. A ciência histórica é aquela onde se usam os métodos da ciência no presente para determinar o que ocorreu  no passado. Uma vez que o mundo físico existe no presente, todas as evidências que o cientista tem à sua disposição para examinar o mundo físico também existem no presente.

O cientista não tem forma de examinar o passado directamente, e como tal, ele tem que fazer suposições como forma de chegar a uma conclusão. No entanto, as suposições não são provadas, e são, normalmente, de crenças com comprovação impossível. As suposições são poucos mais que palpites não-testáveis.

As coisas que aconteceram no passado são isso mesmo, passado. Essas coisa não podem ser observadas ou testadas no presente. Elas não podem ser duplicadas ou verificadas no presente. Então, pode-se perguntar, como é que sabemos tanto sobre o passado?

Entendendo o passado.

Talvez um exemplo disponibilizado aqui pode ajudar a ilustrar este ponto. Se fossemos perguntar a uma sala cheia de pessoas, “Por acaso vocês são de opinião de que George Washington existiu?” qual é a resposta mais provável? Todos diriam que sim, que ele havia existido. No entanto, se seguidamente perguntássemos, “Alguém me pode dar alguma evidência da sua existência, isto é, através de algum processo experimental?” as respostas comuns seriam “Testem o ADN dele” ou “Desenterrem os seus ossos”.

Mas na verdade, estes métodos não funcionam. Antes de mais, o teste de ADN só iria funcionar se já tivéssemos uma amostra do seu ADN como forma de usá-la para comparação. Se por acaso desenterrássemos os seus ossos, não seria possível mesmo assim provar que esses ossos eram dele. Como forma de chegarmos a algumas conclusões, teríamos que fazer algumas suposições com base em coisas que nós nunca seríamos capazes de testar.

Então, se não há método científico capaz de provar que ele vivei, como é que sabemos da sua existência? Fácil. Temos documentação histórica suficiente sobre a sua vida. Estes documentos foram tidos como válidos pelas pessoas que viveram nos dias dele, e como tal, são indisputáveis. Logo, temos evidências fiáveis de que ele realmente andou na Terra. (…)

De que forma é que isto está relacionado com a evolução?

A evolução moléculas-para-homem baseia-se na premissa de que, através das mutações e da selecção natural, os organismos têm, durante os últimos 3 mil milhões de anos (mais ou menos), ficado mais complexos. Estes organismos têm, entretanto, progredido e passado a ser uma vasta gama de criaturas até que, por fim, o ser humano chegou.

Quando se pergunta se alguém algum vez viu um tipo de criatura a passar a ser outra, a resposta é sempre não. Confrontados com isto, os evolucionistas normalmente respondem que isso acontece demasiado lentamente para ser observado. A alegação é que estes processos dolorosamente lentos precisam de milhões de anos para ocorrer. Pois bem, se os processos são demasiado lentos para serem observados, como é que sabemos que eles ocorreram?

Afinal, ninguém estava lá para observar todos estes organismos a mudar lentamente para formas mais complexas. Para além disso, não há forma de testar ou repetir o que aconteceu no passado hoje. Qualquer conclusão em torno das coisas que não são testáveis no presente têm que se basear em suposições impossíveis de serem provadas relativas ao passado não-testável.

Ernst Mayr, que é considerado por muitos, um dos evolucionistas mais influentes do século 20, colocou as coisas desta forma:

Ernst_MayrA biologia evolutiva, ao contrário da física e da química, é uma ciência histórica – o evolucionista tenta explicar os eventos e os processos que já ocorreram. As leis e as experiências são técnicas inadequadas para se explicar tais eventos e processos.

Em vez disso, constrói-se uma narrativa histórica, consistindo numa reconstrução tentativa duma cenário particular que levou aos eventos que estamos a tentar explicar. (2)

Ele prossegue, concluindo de forma surpreendente:

Nenhuma pessoa educada questiona ainda a validade da assim-chamada teoria da evolução, que nós hoje sabemos ser um facto simples. (2)

As assim-chamadas evidências em favor da evolução

O que há de tão óbvio no nosso mundo que leva Mayr a chamar a evolução goo-to-you* “um facto simples”, que segundo ele nenhuma pessoa educada colocaria em questão? Existem muitas supostas evidências em favor da teoria da evolução. Iremos agora considerar dois destes supostos exemplos e iremos examiná-las à luz da ciência observacional, e não histórica,

Os evolucionistas dizem com frequência que a teoria da evolução não nada a ver com a origem da vida. Eles alegam que a evolução só lida com tópicos centrados nas mudanças nos organismos que ocorrem com o passar do tempo. Eles insistem que a vida progrediu através de mecanismos puramente naturais, sem qualquer tipo de intervenção sobrenatural. No entanto, se eles defendem que a vida progrediu puramente através de mecanismos naturalistas, eles têm que delinear um processo natural através do qual a vida surgiu.

Uma das supostas evidências em favor da teoria da evolução é a alegação de que a vida surgiu espontaneamente nos vastos oceanos da Terra há aproximadamente 3 mil milhões de anos atrás. Os livros escolares, as revistas e os documentários televisivos bombardeiam-nos constantemente com este assim-chamado “facto”. Mas quais são as evidencias existentes da evolução da vida a partir de moléculas sem vida? Não há nenhuma!

Não existe método algum que possa determinar como era a “antiga atmosfera” da Terra, e nem a composição dos oceanos durante essa altura. (4) Ninguém estava por lá para testar ou examinar o ambiente. Ninguém pode dizer com certeza qual era a composição química dos oceanos primordiais. Devido a isto, como é que pode ser alegado que as proteínas simples e os ácidos nucleicos surgiram espontaneamente?

Tendo como base o nosso conhecimento destas moléculas usando a ciência observacional no presente, é difícil imaginar estes processos a acontecerem através de processos naturais. Nenhuma observação científica demonstrou como é que estas moléculas complexas poderiam ter surgido espontaneamente, muito menos evoluir simultaneamente e construírem-se a elas duma forma que lhes permitisse ganhar vida. Uma evolucionista proeminente, Leslie Orgel, salienta:

E como tal, à primeira vista, pode-se ter que concluir que a vida nunca poderia, de facto, ter-se originado através processos químicos.(5)

Registo fóssil

Uma das evidências primárias usadas em favor da teoria da evolução é o registo fóssil. Há já muito tempo que os evolucionistas propuseram que os restos fósseis de organismos mortos – tanto plantas como animais encontrados nas camadas rochosas – provam que a vida evoluiu na Terra durante milhões de anos. Usado a ciência observacional de que forma é que é possível chegar a esta conclusão? Só temos os fósseis para examinar, e estes fosseis existem no presente.

Não há método que possa ser usado para determinar directamente o que aconteceu com estas criaturas – nem para determinar como morreram, nem de que forma foram enterrados nos sedimentos, e nem quanto tempo durou até eles fossilizarem. Embora seja possível criar uma história como forma de explicar o registo fóssil, esta história não está de acordo com o critério duma genuína investigação científica visto que uma história sobre o passado não pode ser cientificamente testada no presente.

O ponto de vista criacionista do registo fóssil chega a uma conclusão totalmente diferente da conclusão evolucionista. Para o criacionista, os fósseis que se encontram nas rochas são o resultado dum cataclismo global onde houve sedimentação maciça a enterrar rapidamente milhões e milhões de criaturas. Este evento catastrófico explica não só o registo fóssil, mas as próprias camada rochosas. (A deposição de sedimentos em camadas iria resultar da ordenação causada pelas turbulentas águas do Dilúvio e do pós-Dilúvio).

A Bíblia

Biblia_CienciaMas neste ponto, o criacionista tem evidências, e las encontram-se num Livro com o nome de Bíblia, que alega ser a Palavra de Deus. Neste Livro está registado o que Deus e quando foi que Ele o fez. Na Bíblia ficamos a saber como foi que as coisas surgiram – Deus criou-as. A Bíblia ajuda-nos a entender o registo fóssil – a maior parte dele sendo o resultado do dilúvio global descrito em Génesis 6-8. Tal como os documentos históricos que confirmam a existência de George Washington, nós temos um Documento Histórico Fiável com o nome Bíblia para nos dar as respostas relativas às nossas origens e relativas ao nosso mundo.

De acordo com este ponto d vista, o evolucionista não tem qualquer tipo de documento histórico. Como suporte para o que acredita, ele depende das suas suposições em torno da ciência histórica. Aqui jaz o problema fundamento do propósito e do potencial da ciência. A investigação científica apropriada envolve a investigação dos processos que são observáveis, testáveis e duplicáveis. A origem e o desenvolvimento da vida na Terra não podem ser observados, testados e duplicados porque aconteceu no passado.

Dito isto, é a evolução ciência observável? Não; a evolução enquadra-se dentro da ciência histórica, sendo ela uma crença sobre o passado. Como é que o evolucionista pode acreditar nestas coisas sem qualquer tipo de prova científica rigorosa? A resposta é que, ele quer acreditar na teoria da evolução. Os evolucionistas são muito sinceros em relação às suas crenças, mas elas baseiam-se na sua visão de que o mundo originou-se por si mesmo, de processos totalmente naturais.

Há uma palavra para este sistema de crenças, e ele tem o nome de religião. A religião é “uma causa, princípio, ou um actividade levada a cabo com zelo ou  devoção consciente. (6) Deve ser levado em conta que a religião não envolve necessariamente o conceito de Deus. Talvez algumas observações por parte de evolucionistas de renome irão colocar a questão colocada como título do capítulo em perspectiva.

A teoria da evolução é uma religião.

O Dr Michael Ruse, do Departamento de Filosofia da Universidade de Guelph em Ontário (Canada), é um filósofo da ciência, particularmente das ciências evolutivas. Ele é o autor de vários livros sobre o Darwinismo e sobre a teoria da evolução, e num artigo escrito para o National Post ele disse: (7)

A evolução, tal como promovida pelos seus practicantes é mais do que mera ciência. A evolução é promulgada como uma ideologia, uma religião secular – uma alternativa completa ao Cristianismo, com propósito e moralidade. . . . A evolução é uma religião. Isto era verdade no princípio e é a verdade sobre a evolução hoje.

Esta é uma admissão incrível: o estudo da origem e do desenvolvimento das formas de vida na Terra não é “mera ciência” mas uma “religião secular”.

William-ProvineNo entanto, esta é também o ponto de vista de William Provine, o Professor de Ciência Biológica “Charles A. Alexander” no Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva na Universidade Cornell. Escrevendo no “Origins Research”, ele diz:

Deixem-me resumir o meu ponto de vista sobre o que a biologia evolutiva claramente nos diz. (8)

Seria de esperar que este importante professor de biologia nos dissesse que a biologia evolutiva moderna nos diz algo sobre a origem da vida, ou algo sobre a selecção natural, ou algo sobre a origem das espécies ou algo sobre a genética. Mas não! Segundo este importante biólogo evolutivo, a biologia evolutiva moderna claramente nos diz que:

Não existem deuses, não há propósito, não há qualquer tipo de força com um objectivo em vista. Não há vida depois da morte. Quando eu morrer, eu tenho a certeza absoluta que ficarei morto. Esse será o fim da minha vida. Não há qualquer fundamento definitivo para a ética, nenhum significado definitivo para a vida, e também não há livre arbítrio para os seres humanos. (8)

É óbvio que estes dois influentes biólogos acreditam que a teoria da evolução é uma religião – a religião ao ateísmo onde não há nenhum objectivo final, e onde a evolução reina suprema.

Religião do ateísmo

Escrevendo um artigo soberbo sobre a ascenção do fundamentalismo Darwiniano para o The Spectator, o jornalista Paul Johnson resume o sistema de crenças dos evolucionistas ateístas com grande perspicácia.

A natureza não distingue entre uma cadeia de montanhas, tal como os Alpes, ou uma pedra, ou um cientista inteligente como Richard Dawkins, porque ela [a natureza] não tem visão, sentido e mente, sendo nada mais que um processo a operar segundo regras que não foram criadas, mas apenas são. (9)

Embora Johnson tenha usada a palavra “natureza”, ele estava na verdade a falar da evolução. Com isto, o que ele queria dizer era processos aleatórios afinados pela selecção natural durante os éons de tempo. Segundo os evolucionistas, foi através deste processo que tudo foi criado. O “tudo” pode ser um objecto inanimado como uma cadeia de montanhas, ou podem ser criaturas incrivelmente complexas como tu e os autores deste livro.

A crença na evolução moléculas-para-homem pode e de facto causa a que pessoas se tornem ateístas, tal como admitido pelo conhecido ateu Dr. Richard Dawkins, o “Charles Simonyi Professor of the Public Understanding of Science” na Universidade de Oxford. Em resposta à questão “É o ateísmo uma extensão lógica de se acredita na teoria da evolução? Dawkins respondeu:

Os meus sentimentos pessoais são que entender a evolução levou-me ao ateísmo. (10)

Contrastando a evolução com o Cristianismo

A única religião verdadeira é o Cristianismo, e isto pode ser usado como modelo para explicar o que é uma religião. Uma religião irá, portanto, fornecer uma explicação para

* Um livro sagrado – O Cristianismo ensina que a Bíblia é a Palavra de Deus, e que este Livro ensina-nos o que acreditar em relação a Deus e o que Deus exige de nós. O livro sagrado dos evolucionistas é o livro “A Origem das Espécies” de Darwin. O evolucionista acredita que este livro disponibiliza uma explicação para a origem e desenvolvimento da vida na Terra (11),  sem a necessidade de Deus algum ou agente sobrenatural.

* A origem de tudo – O Cristianismo ensina que no princípio Deus criou tudo (isto é, a totalidade do universo com todas as estrelas, planetas, plantas, animais e seres humanos) a partir do nada durante um período de seis dias literais. Em comparação, a evolução ensina que no princípio, nada explodiu e gradualmente evoluiu durante milhares de milhões de anos até ao universo que vemos hoje.

* A origem da morte e do sofrimento – O Cristianismo ensina que quando Deus criou todas as coisas, tudo era perfeito. Como consequência do pecado do primeiro homem, Adão, a morte, as doenças, e o sofrimento entraram em cena. A evolução não reconhece a palavra “pecado” mas ensina que a evolução peixe-para-pescador só pode avançar através da morte. Logo, a morte, a doença, e o sofrimento são as forças motoras necessárias da evolução; a partir deste conceito, obtivemos a frase “sobrevivência do mais apto”.

* O porquê dos seres humanos estarem aqui – O Cristianismo ensina que os seres humanos são o ponto mais elevado da criação de Deus, e eles foram criados à imagem e semelhança de Deus. Em contraste, a evolução ameba-para-arquitecto ensina que os seres humanos evoluíram dum ancestral com a aparência dum macaco, que por sua vez evoluiu dum outro tipo de animal.

* O futuro dos seres humanos – O Cristianismo ensina que um dia o Senhor Jesus Cristo irá regressar e irá criar novos céus e nova Terra para aqueles que confiaram NEle como o seu Senhor e Salvador nesta vida, e irão viver com Deus para sempre. Por sua vez, a evolução ensina que os seres humanos não são a finalidade da evolução; a evolução irá continuar depois dos seres humanos se extinguirem ou evoluírem para outra espécie de criatura que claramente não será humana.

* O futuro do universo – O Cristianismo ensina que o universo actual será queimado por Deus, e Ele irá criar novos céus e nova Terra. A evolução, por sua vez. ensina que um dia o universo irá atingir o que tem o nome de  morte térmica, porque a temperatura do universo será apenas uma fracção duma grau acima do zero absoluto. Isto irá acontecer quando tod a energia que se encontra disponível para se levar a caboa algum tipo de trabalho terá sido usado, e nada irá acontecer – o universo apena “será”.  O período de tempo que passará até que isto acontecça é quase inimaginável. Pensasse que durará mil milhares de milhões de anos para que todas as estrelas usem todo o combustível e “morram”. Obviamente que por essa altura não haverá vida alguma universo; todas as formas de vida, incluindo os seres humanos, já estarão extintos há milhares de milhões de anos  (….).

Evolução: uma religião atraente

À primeira vista, acreditar na teoria da evolução pode não parecer uma proposição atraente. No entanto, o que a torna atraente é que não há Deus a Quem prestar contas pelas nossas acções. Isto e confirmado pela citação que se segue dum ateu:

Já não nos sentimos como convidados em casa alheia e desde logo, obrigados a conformar o nosso comportamento segundo um conjunto de leis cósmicas pré-existentes. É criação nossa. Nós fazemos as leis. Nós estabelecemos os parâmetros da realidade. Nós criamos o mundo, e porque nós criamos o mundo, já não nos sentimos em dívida para com forças externas. Já não temos que justificar o nosso comportamento visto que nós somos os arquitectos do universo. Não somos responsáveis por mais nada que nós mesmos porque nosso é o reino, o poder e a glória para todo o sempre. (12)

HedonismPortanto, a evolução leva-nos para a conclusão de que podemos fazer o que nós bem entendermos. Podes viver a tua vida só para te agradares a ti mesmo. Muitas pessoas vivem uma vida assim; eles abandonaram a fé dos seus antepassados, e aceitaram as doutrinas da evolução e do ateísmo. Não é de admirar que vivamos numa sociedade hedonística do “eu, eu, eu” onde tudo o que se faz é tentar agradar e trazer mais prazer à própria pessoa.

Isto é mais do que “ambição egoísta”; é algo totalmente decadente e é o contrário do que o Cristianismo ensina sobre quais devem ser as nossas ambições – a principal  dleas todas é glorificar a Deus e desfrutar DEle (e não de nós mesmos) para sempre.

http://bit.ly/1El1hrL

Referências:
1. The American Heritage Dictionary of the English Language, 1996, s.v. “Science.”
2. Ernst Mayr, “Darwin’s Influence on Modern Thought,” Scientific American, July 2000, p. 80, 83.
3. For the sake of this discussion, we will not consider the proposal made by some who claim that primitive life was brought to earth by aliens in the distant past.
4. The authors accept the biblical view of history, not the millions-of-years view. They do not accept the evolutionary time scale; this is presented here merely for the sake of this discussion.
5. Leslie E. Orgel, “The Origin of Life on Earth,” Scientific American, October 1994, p. 78.
The American Heritage Dictionary of the English Language. 1996, s.v., “Religion.”
7. Michael Ruse, “Saving Darwinism from the Darwinians,” National Post, May 13, 2000, p. B-3.
8. William B Provine, Origins Research 16, no. 1 (1994): 9.
9. Paul Johnson, “Where the Darwinian Fundamentalists Are Leading Us,” The Spectator, April 23, 2005, p. 32.
10. Laura Sheahen and Dr. Richard Dawkins, “The Problem with God: Interview with Richard Dawkins,” http://www.beliefnet.com/story/178/story_17889.html.
11. I (MW) once knew a professor of biology who told me that he believed that Darwin’s writings were inspired and that he read from the Origin of Species for at least 20 minutes every night before retiring to bed!
12. Jeremy Rifkin, Algeny (New York: Viking Press, 1983), p. 244.

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"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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3 Responses to É a teoria da evolução uma religião?

  1. dvilllar says:

    “Os evolucionistas dizem com frequência que a teoria da evolução não tem nada a ver com a origem da vida.”

    Também é dito pelos evolucionistas que a chave para a origem da vida seria o surgimento de molécula auto-replicadora.

    Apesar dos malabarismos mentais que os evolucionistas impõem para que aceitemos o surgimento puramente casual dessa molécula, fica cada vez mais difícil para eles dar um passo adiante.

    Para prosseguir nos seus devaneios, basicamente o que os evolucionistas fazem é tentar ressuscitar o mito da abiogênese, coisa vem sendo cientificamente refutada há mais de 300 anos.

    Se o evolucionismo fosse científico, da maneira como a ciência é praticada atualmente, não seria preciso escorar-se em tantas exceções às leis naturais, leis reconhecidas inclusive por eles mesmos.

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  2. Paulo Sales says:

    Olá, gostaria que no(s) próximo(s) post(s) você falasse do recém descoberto “Homo Naledi” que está na mídia.
    Obrigado!

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  3. Gabriel Morais Azevedo says:

    A muito tempo eu percebi que a teoria da evolução é uma religião. Eu estava no ensino médio na época e disse para o meu professor de biologia se ele sabia o que era a meia vida de um elemento químico (os métodos de datação são baseados nisso) ele disse que não, depois eu expliquei e disse que a composição do ar atmosférico da suposta terra antiga seria totalmente diferente da nossa pois o campo magnético da terra tem uma meia vida de menos de 2000 anos aproximadamente, ou seja: A cada 2000 ele perde parte da potencia. Quando eu falei isso o cara suo frio, ficou nervoso😥. E quando apresentei os dados contrários ele ficou aliviado🙌 e disse mesmo não conhecendo os dados : Sem dúvida só pode ser isso . Mas quando eu expliquei que os dados contrários já foram refutados o cara não deixou eu falar mais e passou a pergunta pra outro aluno.Muitas das vezes depois na aula de biologia que eu ia fazer uma pergunta ele resmungava e evitava muitas das vezes passar a pergunta para min

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