“Formas transicionais” que os evolucionistas mais informados já não usam na defesa da sua fé

Por Russell Grigg

Charles Darwin tinha um problema, e um problema grave. Ele não conseguiu identificar uma única forma transicional no seu livro (1) “A Origem das Espécies” (1859). Em vez disso, Darwin dedicou grande parte dum capítulo lamentando “A Imperfeição do Registo Geológico”, onde ele escreveu:

Certamente que a Geologia não revela tal cadeia orgânica gradual, e, provavelmente, esta é a mais óbvia e a mais grave objecção que pode ser levantada contra a minha teoria. Acredito que a explicação encontra-se na extrema imperfeição do registo geológico. (2)

Darwin não foi o único a ter este problema. Quando foi perguntado ao Dr Colin Patterson (1933–1998), Paleontólogo Sénior do Museu Britânico de História Natural (Londres), o porquê do seu livro de 1978 com o título de “Evolution” não conter ilustrações de transições evolutivas, ele disse que “não existe um único fóssil em favor do qual se pode fazer um argumento sólido”: (3) E o Prof Stephen J. Gould (1941–2002) disse, “A extrema raridade das formas transicionais continua a ser um segredo da  paleontologia.” (4)

De facto, 150 anos de busca rigorosa levada a cabo por evolucionistas em milhões de toneladas de fósseis falhou ao não revelar um única “cadeia” das tais formas transicionais, muito menos as multitudes de cadeias exigidas pelo Darwinismo. Com o passar dos anos, só um pequeno grupo de “candidatos” tidos como “transicionais” foi avançado.

Com frequência, estes candidatos eram anunciados num furor publicitário como forma de mostrar a evolução e indoutrinar tudo e todos. No entanto, quando o passar do tempo e o peso das evidências contrárias indicavam o erro, a retratação (quando ela ocorria) era normalmente feita com um sussurro, e a próximo geração de cientistas viria mais tarde promover os seus próprios “candidatos”. (5)

O artigo que se segue discute algumas das alegadas formas transicionais que os próprios evolucionistas tiveram que abandonar devido ao número de evidências contrárias.

Transicionais de peixe para anfíbio

1.Tiktaalik

TiktaalikTiktaalik – um crânio de peixe (com cerca de 20cm) e alguns fósseis de barbatanas dianteiras (com ossos relativamente parecidos aos ossos dos vertebrados terrestres) foi encontrado no Canadá Ártico em 2004. O mesmo foi vigorosamente promovido pelos evolucionistas como sendo o elo transicional extinto com 375 milhões de anos que estava a caminho de se tornar no primeiro vertebrado terrestre com quatro patas (tetrápode). O fóssil chegou até a estar exposto na capa da revista Nature e o artigo respectivo dizia:

…. esta realmente era a aparência dos nossos ancestrais quando eles começaram a abandonar a água. (6)

Infelizmente para o Tiktaalik como elo perdido, esta suposição estava errada. Várias pegadas bem preservadas, claramente feitas por um animal de quatro patas, foram encontradas numa rocha na Polónia – rocha essa “datada” como sendo 18 milhões de anos mais velha que o Tiktaalik.(7) A Nature admitiu:

Elas forçam a que se faça uma reavaliação radical do momento, da ecologia e do meio ambiente da transição peixe-para-tetrápode…… (8).

No entanto, o Tiktaalik (tal como o peixe celacanto e a “Lucy”) entraram para o folclore das histórias da carochina evolutivas, e podemos antecipar que os evolucionistas não irão abandonar este “fóssil” até encontrarem algo para colocar no seu lugar.

2. O Peixe Celacanto

O peixe celacanto, datado como tendo 100 milhões de anos, foi promovido pelos evolucionistas como o ancestral dos animais terrestres até que um deles foi encontrado vivo em 1938. Contrariamente ao que foi avançado pelos evolucionistas, o celacanto usa as barbatanas para se manobrar, e não para “andar”. (9)

Mamíferos para Baleias

Um dos primeiros ancestrais de baleia avançado pelos evolucionistas foi o Mesonychia, animal de tamanho médio com a aparência dum lobo e supostamente com dentes parecidos com os das baleias. Depois disso veio o Pakicetus (‘Baleia do Paquistão’) – nome que paleontólogo Philip Gingerich deu ao topo dum crânio, a dois fragmentos de maxilares inferiores, e a alguns dentes descobertos no Paquistão no final da década 70. Ele disse que ele era “o mais antigo e o mais primitivo cetáceo conhecido.” (10)

Pakicetus

Ele foi promovido ao mundo na capa da da Science no dia 22 de Abril de 1983. (10) O editor da Science escreveu:

O Pakicetus disponibiliza a primeira evidência directa dum estado anfíbio na transição evolutiva das baleias da terra para o mar.

Mas ele cautelosamente acrescentou:

A reconstrução do esqueleto pos-cranial é totalmente hipotética. (10)

Isto é uma expressão evolutiva que tem o significado de “para além da cabeça, é tudo invenção”.

Muitos anos mais tarde, alguns ossos do Pakicetus foram encontrados e isto causou mais um artigo na Nature. O comentário dizia:

Todos os ossos pós-craniais indicam que os pakicetids eram mamíferos terrestres, e….eram corredores, tocando no chão apenas e só com os seus dígitos. (11)

Hoje em dia, o evolucionista Richard Dawkins declara que as evidências da genética molecular demonstram que os parentes mais próximos das baleias são os hipopótamos (12) e não os mesoniquídeos. No entanto, muitos relatos evolucionistas populares ainda continuam a declarar o Pakicetus como um ancestral das baleias devido às semelhanças na sua estrutura auditiva interna.

Dinossauros para pássaros

Os evolucionistas dizem que as áves evoluíram dos dinossauros, e em favor disto já foram apontados dois “intermediários”:

1. Archaeopteryx

ArchaeopteryxEste é o nome dado a vários fósseis de espécies de áves encontrados em Solnhofen, Alemanha, entre 1861 and 1993. Há já muito tempo que os livros escolares evolucionistas alegam que o Archaeopteryx é uma forma transicional entre os répteis e as áves, apesar do facto dele ter tido penas para voar totalmente formadas, asas adjuntas à fúrcula [também conhecido como “osso da sorte”], uma pata própria para se empoleirar, ossos parecidos com os ossos das áves, e uma caixa craniana também parecida com a das áves. (13)

Para além disso, foram encontradas trilhas de pássaros em rochas mais antigas (14), e fósseis de duas áves do tamanho dum corvo foram encontrados em estratos geológicos mais antigos no Texas (embora isto seja algo questionável), tendo a pessoa que os encontrou – Sankar Chatterjee – sugerido o nome Protoavis texensis (‘primeira áve do Texas’). (15,16)

2. Archaeoraptor

Em 1999, a National Geographic Society levou a cabo uma conferência de imprensa onde revelou ao mundo o Archaeoraptor liaoningensis, um pequeno fóssil encontrado na China. A descoberta foi alvo de 10 páginas de texto e de fotos na sua edição de Novembro de 1999. e nesse artigo lia-se:

Com os braços duma áve primitiva e a cauda dum dinossauro, esta criatura encontrada na província de Liaoning, na China, verdadeiramente é o elo perdido na complexa cadeia que une os dinossauros às áves. … Esta mistura de traços avançados e traços primitivos é exactamente o que os cientistas esperariam encontrar em dinossauros a experimentar o vôo. (17)

Infelizmente para comunidade evolucionista, o Archaeoraptor era uma fraude, uma falsificação criada por um agricultor Chinês com o propósito de lucrar com a mesma. Depois disto, estudos demonstraram que o fóssil era uma combinação “manipulada” de pelo menos cinco espécies distintas.

Formas transicionais macacos-para-humanos

1. Ramapithecus

No ano de 1960, Elwyn Simons da Yale University reconstruiu alguns fragmentos de mandíbula e fragmentos de dentes encontrados no norte da Índia em 1932, e deu o nome de Ramapithecus – o ancestral dos humanos. Esta história rapidamente ganhou aceitação geral por parte dos antropólogos evolucionistas. Só que em 1976 uma mandíbula completa do Ramapithecus foi encontrada, e a mesma claramente não era dum hominínio; isto causou a que a teoria fosse abandonada. Actualmente, o Ramapithecus é classificado como uma criatura aparentada com o orangotango. (18)

2. Homem do Nebraska (“Nebraska Man”)

Depois do Homem de Piltdown (que durante 40 anos foi usado pelos evolucionistas como evidência em favor da teoria da evolução), uma das mais embaraçosas alegações em torno dum “homem-macaco” por parte dos evolucionistas foi o ‘Nebraska Man’, que recebeu o nome científico de Hesperopithecus haroldcookii por parte de Henry F. Osborn, Director do American Museum of Natural History. Ele baseava-se na descoberta, que ocorreu em 1922, dum único dente fossilizado na zona ocidental de Nebraska.

No entanto, e após mais pesquisas, por volta de 1927 foi gradualmente admitido que o dente era de um Prosthennops, um porco extinto. De forma geral, isto não foi considerado digno de notícia, mas a revista Science declarou de forma gentil que o dente aparentemente não era de um homem e nem de um macaco, (19) e a Encyclopaedia Britannica eufemisticamente afirmou que o dente pertencia a “um ser de outra ordem”. O artigo declarava:

Em 1922, foi encontrado nos leitos do Pliocene, na pedreira de Snake Creek, Nebraska, um dente bastante corroído que foi atribuído a um macaco antropóide –  Hesperopithecus foi o nome proposto – mas descobertas posteriores mostraram que isso havia sido feito um erro, e que o dente pertencia a um ser de outra ordem. (20)

Todas as referências foram expurgadas da 15ª Edição da Encylopaedia Britannica.

3. Homem de Neanderthal (“Neanderthal Man”)

NeanderthalEste foi o nome dado aos ossos encontrados em 1856 no vale de Neander, na Alemanha. Apesar das reconstruções iniciais terem dado uma aparência bruta e “amacada”, o Homem de Neanderthal é actualmente considerado uma variedade do Homo sapiens. Evidências recentes de ADN confirmaram que os Neanderthais chegaram até a acasalar com os humanos “modernos”. (21)

O desenho (à direita) do Homem de Neanderthal apareceu no “The Illustrated London News” em 1909. Em 1957, os antropólogos William Straus e A.J.E. Cave reavaliaram as evidências e disseram que se o Neanderthal “pudesse reincarnar e ser colocado no metropolitano de New York – desde que estivesse banhado, barbeado e a usar roupas modernas – dificilmente ele atrairia mais atenção que alguns dos seus habitantes.” (22)

4. Australopithecines, incluindo a “Lucy”

O mais recente candidato “macaco-humano” é um grupo de fósseis Africanos com o nome de australopithecines. (23) O primeiro, encontrado em 1924, era um crânio com aparência de pertencer a um macaco e que recebeu o nome de “Australopithecus africanus” por parte de Raymond Dart. Durante 50 anos foi dito ao público que este era um ancestral evolutivo. (24)

Mas em 1974, a equipa de Donald Johanson, na Etiópia, encontrou um [alegado] esqueleto 40% completo com cerca de 1 metro de altura, e o mesmo recebeu o nome de  “Lucy”. Este fóssil foi declarado como sendo um hominídio (“macaco-mulher”), e (juntamente com outros ossos semelhantes encontrados por perto) recebeu o nome de Australopithecus afarensis.

Este fóssil tomou o lugar do A. africanus de Dart como ancestral evolutivo através do simples expediente de o declarar como sendo 1 milhão de anos mais velho. Devido a isto, o Africanus foi colocado à margem, e deixou de ser um ancestral.

Actualmente, análises numéricas detalhadas da sua anatomia mostraram que os australopithecines não são intermediários mas sim um grupo de criaturas único, extinto, e com  aparência de macaco, que “são mais diferentes dos humanos e dos macacos Africanos do que os macacos Africanos e os humanos são entre si”. (25) No entanto, como os evolucionistas não têm nada para colocar no lugar da “Lucy”, ela ainda é erradamente incluida na maior parte dos textos que lidam com a evolução humana. (26)

Conclusão:

Mentiroso1O que aconteceu no passado irá invariavelmente ocorrer no futuro. Os evolucionistas e as publicações evolucionistas irão continuar a promulgar uma mão cheia de candidatos fósseis a “elos perdidos” como “prova” da evolução e “refutação” da Bíblia, apesar do facto do número enorme que deveria existir (se por acaso a teoria da evolução estivesse certa) continuar teimosamente ausente.

Ou é isso, ou então eles terão que enfrentar o facto de termos sido criados por Deus e, consequentemente, termos que justificar o nosso comportamento a Ele. Mas os fósseis usados actualmente irão certamente sucumbir perante as novas evidências, e irão ser substituídas por novas descobertas.

(…)

Referências e notas na fonte: http://bit.ly/1Vtr32l

About Mats

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22 Responses to “Formas transicionais” que os evolucionistas mais informados já não usam na defesa da sua fé

  1. tell says:

    Archaeoraptor não foi uma fraude científica. Ele foi montado por um caçador de fósseis chinês que o descobriu. As partes foram montadas para fazer o fóssil mais valioso para colecionadores, não para pesquisadores. Talvez o seu descobridor sequer sabia que eram de fósseis diferentes (Simons 2000).

    O Archaeoraptor foi publicado em revistas populares, não em jornais com peer-review. O autor do artigo principal foi o diretor de arte da revista National Geographic, não um cientista. Ambas Nature e Science rejeitaram os artigos descrevendo-o, alegando suspeitas de que ele foi forjado e ilegalmente contrabandeado (Dalton 2000; Simons 2000).

    Procedimentos científicos naturais foram mantidos em todos os seus padrões normais de rigor, até ser revelado como fraude, pela própria ciência, diga-se de passagem.

    Vale lembrar que as duas metades do Archaeoraptor (Yanornis martini, o corpo, e Microraptor zhaoianus, a cauda), são fósseis valiosos por si só (Rowe et al. 2001; Xu et al. 2000; Zhou et al. 2002).

    Existem outros nove fósseis de Archaeopteryx descobertos em lugares e épocas diferentes, todos muito bem documentados. Pelo menos seis deles possuem claras e indiscutíveis penas (Charig 1986; Wellnhofer 1993; Mayr et al. 2005). No exemplar Maxburg, as penas continuam até os ossos, acabando com qualquer possibilidade de fraude (Charig 1986). Além disso, vários outros dinossauros com penas foram encontrados.

    Pequenas fraturas, infiltradas por calcita, se estendem entre penas e ossos, mostrando que ambos vieram da mesma fonte. As fissuras também se encaixam perfeitamente nas placas opostas (Charig 1986). Essas fraturas são invisíveis a olho nu, então um fraudador do século XIX sequer saberia de sua existência, muito menos conseguiria replicá-las.

    O efeito de “carimbo duplo” na placa oposta se deve ao método de fossilização. Bactérias crescem debaixo das penas, degradando-as, fazendo os sedimentos abaixo litificarem, e assim preservando uma impressão mais forte das penas. Quando as penas decaíram, os sedimentos acima pressionaram para baixo criando um molde na superfície de baixo (Davis and Briggs 1995). Evidência desse processo, incluindo bactérias litificadas, são visíveis sob microscópio de alta resolução, e não poderiam de modo algum serem forjadas.

    A diferença de textura entre as áreas com e sem penas se deve ao próprio corpo do animal (Charig 1986).

    As “bolhas” são irregularidades naturais. Não há sequer uma que não tenha uma depressão correspondente na placa oposta. As duas metades se encaixam bem exceto onde a superfície foi destruída para a preparação subseqüente (Charig 1986).

    As aparências diferentes nas áreas fóssil e não fóssil se devem a diferentes resoluções usadas nas fotografias do microscópio SEM (Nedin 1997).

    Os materiais desconhecidos claramente não estão dentro da malha fóssil (Spetner et al. 1988, Figs. 4b-f). Os grãos de carbonato são apenas poeira.

    As diferenças químicas entre a área fóssil e não fóssil são resultado do tratamento de preservação aplicado sobre a área fóssil (Nedin 1997).

    Não adianta. Archaeopteryx é um legítimo transicional dino-ave, quer os criacionistas gostem ou não. Podem até tentar, mas não vão conseguir ofuscar essa maravilhosa descoberta, essa prova incrível de que o legado dos dinossauros sobreviveu entre nós, na forma das aves que povoam a terra e os céus…

    Referências:

    Nedin, Chris, 1997. On Archaeopteryx, astronomers, and forgery. http://www.talkorigins.org/faqs/archaeopteryx/forgery.html

    Charig, Alan J. et al. 1986. Archaeopteryx is not a forgery. Science 232: 622-626.

    Davis, Paul G. and Derek E. G. Briggs. 1995. Fossilization of feathers. Geology 23(9): 783-786.

    Mayr, Gerald, Burkhard Pohl, and D. Stefan Peters. 2005. A well-preserved Archaeopteryx specimen with theropod features. Science 310: 1483-1486.

    Spetner, L. M., F. Hoyle, N. C. Wickramasinghe and M. Magaritz. 1988. Archaeopteryx – more evidence for a forgery. British Journal of Photography 135: 14-17.

    Swinburne, N. H. M. 1988. The Solnhofen Limestone and the preservation of Archaeopteryx. Trends in Ecology and Evolution 3(10): 274-277.

    Wellnhofer, P. 1993. The seventh specimen of Archaeopteryx from the Solnhofen Limestone. Archaeopteryx 11: 1-47.

    Majka, Christopher, 1992. Archaeopteryx – is this bird a fraud? New Brunswick Naturalist http://www.chebucto.ns.ca/Environment/NHR/archaeopteryx.html

    sobre anfibios e repteis
    Existem vários bons transicionais:

    · A maioria dos peixes possuem aberturas nasais externas anteriores e posteriores. Nos tetrápodes, a abertura nasal posterior é substituída pelo coano (choana), orifícios das fossas nasais que se abrem na rinofaringe, e que nenhum peixe possui. Kenichthys, um fóssil de 395 milhões de anos da China, é um intermediário exato entre os dois (Zhu and Ahlberg 2004).

    · Um fóssil mostra oito dedos ósseos em sua barbatana frontal, mostrando que os dedos surgiram antes dos tetrápodes saírem da água (Daeschler and Shubin 1998).

    · Um úmero do Devoniano tem características que mostram que pertenceu a um tetrápode aquático que conseguia se impulsionar para frente com seus membros superiores, mas não era capaz de mover os inferiores para frente e para trás para caminhar (Shubin et al. 2004).

    · Acanthostega, outro fóssil do Devoniano, com cerca de 60 cm, e que provavelmente viveu em rios (Coates 1996). Tinha polidactia em seus membros, mas sem ligamentos dos pulsos ou tornozelos (Coates e Clack 1990). Era predominantemente, se não totalmente, aquático. Tinha guelras como os peixes (Coates e Clack 1991), e seus membros e coluna não conseguiam suportar muito peso.

    · Ichthyostega, mais um tetrápode do Devoniano, tinha cerca de 1,5 m e provavelmente era anfíbio. Tinha sete dedos nas patas traseiras (patas dianteriras são desconhecidas). Seus membros e coluna eram mais robustos que oAcanthostega. Tinha espinha parecida com peixe em sua cauda, mas eram menores que as do Acanthostega. Seu crânio apresenta várias características de peixes primitivos, mas sem guelras (Murphy 2002).

    · Tulerpeton, de depósitos estuários mais ou menos da mesma época que o Acanthostega e o Ichthyostega, tinha seis dedos nos membros frontais e sete nos traseiros. Seus ombros eram mais robustos que o Acanthostega, sugerindo que eram um pouco menos aquáticos, e seu crânio era mais parecido com anfíbios do Carbonífero Superior do que com o Acanthostega ou o Ichthyostega.
    Referências:

    Coates, M. I. 1996. The Devonian tetrapod Acanthostega gunnari Jarvik: postcranial anatomy, basal tetrapod interrelationships and patterns of skeletal evolution. Transactions of the Royal Society of Edinburgh: Earth Sciences 87: 363-421.

    Coates, M. I. and J. A. Clack, 1990. Polydactyly in the earliest known tetrapod limbs. Nature 347: 66-69.

    Coates, M. I. and J. A. Clack, 1991. Fish-like gills and breathing in the earliest known tetrapod. Nature 352: 234-236.

    Daeschler, Edward B. and Neil Shubin, 1998. Fish with fingers? Nature 391: 133.

    Murphy, Dennis C., 2002. Devonian times: Ichthyostega stensioei. http://www.mdgekko.com/devonian/Order/re-ichthyostega.html

    Shubin, N. H., E. B. Daeschler and M. I. Coates, 2004. The early evolution of the tetrapod humerus. Science 304: 90-93. See also: Clack, J. A., 2004. From fins to fingers. Science 304: 57-58.

    Zhu, Min and Per E. Ahlberg, 2004. The origin of the internal nostril of tetrapods. Nature 432: 94-97. See also: Janvier, Philippe, 2004. Wandering nostrils. Nature 432: 23-24.

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    • Gabriel Morais Azevedo says:

      ” ” Archaeoraptor não foi uma fraude científica. ” ”

      – Vc tem razão não foi uma fraude cientifica. Foi apenas uma fraude de uma ave com partes de outros animais divulgado pela National Geographic e pela mídia mundial como sendo um fóssil de transição entre dinossauros e pássaros, e milhares de evolucionistas acreditaram, e alguns desinformados ainda o utilizam. Isso causou um grande problema de confiabilidade para a National Geographic. E muitos artigos demonstraram descrédito em relação a National Geographic. Um colunista escreveu, “A National Geographic chegou a seu pior momento histórico ao se engajar em um jornalismo de tabloide sensacionalista” como escrito por Storrs L. Olson da Smithsonian Institution.

      ” “Procedimentos científicos naturais foram mantidos em todos os seus padrões normais de rigor, até ser revelado como fraude, pela própria ciência, diga-se de passagem. ” ”

      – Concordo plenamente com vc. A ciência provou ser uma fraude, mas os evolucionistas da National Geographic já tinham publicados matérias e matérias sobre o Archaeoraptor
      como prova irrefutável da evolução de Dino/aves mesmo não tendo terminado de passar pelo rigor do método cientifico.

      ” ” Vale lembrar que as duas metades do Archaeoraptor (Yanornis martini, o corpo, e Microraptor zhaoianus, a cauda), são fósseis valiosos por si só (Rowe et al. 2001; Xu et al. 2000; Zhou et al. 2002).” ”

      – Apesar de ter sido descoberto como fraude, alguns dizem que o fóssil é ainda um importante achado. Permanece nos livros de texto dizendo que é relacionado a outros organismos.

      ” “Existem outros nove fósseis de Archaeopteryx descobertos em lugares e épocas diferentes, todos muito bem documentados. Pelo menos seis deles possuem claras e indiscutíveis penas” ”

      – Sim pois é um pássaro.

      ” “Além disso, vários outros dinossauros com penas foram encontrados.” ”

      – Bota aew

      ” ” Não adianta. Archaeopteryx é um legítimo transicional dino-ave, quer os criacionistas gostem ou não. Podem até tentar, mas não vão conseguir ofuscar essa maravilhosa descoberta, essa prova incrível de que o legado dos dinossauros sobreviveu entre nós, na forma das aves que povoam a terra e os céus…” ”

      – Ninguém esta falando que o Archaeopteryx é falso. O Archaeopteryx não é prova nenhuma de que Dino evoluíram para pássaros. Ele é uma ave completa. Quer evolucionistas gostem ou não . Podem colocar nos livros escolares, divulgar na mídia e fantasiarem o que quiserem mas nada vai mudar esse fato.

      ” “sobre anfíbios e repteis
      Existem vários bons transicionais ” ”

      – Acanthostega, Ichthyostega, Tulerpeton são anfíbios completos ! toda sua estrutura é de um anfíbio e não de um peixe para anfíbio ou anfíbio para réptil. Mas os evolucionistas o interpretam como elos intermediários.O Celacanto também era tido como um elo intermediário,pois suas nadadeiras eram de ossos,ele possuía nadadeiras ósseas,os evolucionistas afirmavam que no fóssil havia uma estrutura perto de sua cabeça que parecia ser um próprio pulmão.Ele era sem dúvida a prova de que os peixes estavam a caminho de evoluir para animais terrestre no devoniano( 400 milhões de anos atrás),até o encontrarem vivo nos oceanos exatamente igual ao Celacanto do registro fóssil.

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      • Gabriel

        Às vezes eu penso o quão ridícula (e pra não dizer estúpida) é a noção de que os passarinhos que voam nos céus são descendentes de animais monstruosos como os dinossauros. Talvez só pra zoar um pouco eu poderia gravar um pombo, uma rola, um bem-te-vi ou um joão-de-barro (essas quatro espécies de pássaro são muito comuns aqui onde eu moro, no sul do Brasil) e no vídeo eu colocar um barulho de dinossauro ao fundo e enquanto isso eu saio correndo desesperado gritando “SOCORRO SO-COR-RO , tem um t-rex atravessando a rua!!!”.

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  2. dannyboy says:

    Lógica do criacionista: O fóssil não está completo e o animal andava em terra e era mamífero, portanto amos descartar a evidência (que nós mesmos aqui apresentamos) que indica que é um fóssil de transição de terrestres para baleias…

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    • Gabriel Morais Azevedo says:

      Lógica do evolucionista : O fóssil esta incompleto mas vamos afirmar e divulgar que era um animal que estava a caminho de se tornar um mamífero terrestre para um mamífero aquático. Depois que descobrirmos o resto do animal e virmos que não era elo intermediário como tínhamos afirmado, vamos fazer uma retratação no fundo da página como algo de nada. quem quiser rir um pouco e alegrar o dia recomendo esse vídeo hilariante: https://www.youtube.com/watch?v=DP53WAkQ5Yc

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      • eiffel65 says:

        Que não era ela intermediário? em qual publicação séria é que viu isso? Se é em relação ao facto deles serem mamíferos terrestres, isso não significa que não tenham já algumas características significativas em comum com as baleias que demonstrem a transição. O facto de serem classificados como mamíferos não impede nada disso.

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  3. dannyboy says:

    Vcs só falam dos piores em termos de evolução humana. E o Sediba, por exemplo?
    Além disso, a Lucy não é um intermediário entre macacos modernos e humanos e não é um ancestral directo (requisito que não é obrigatório para ser transicional), pelo que a afirmação “são mais diferentes dos humanos e dos macacos Africanos do que os macacos Africanos e os humanos são entre si” não tem nada de estranho visto duma perspectiva de transição.

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    • Gabriel Morais Azevedo says:

      A alegação de que os australopitecinos, como Lucy, caminhavam eretos foi em grande parte baseada na aparência dos ossos de sua perna e quadril. No entanto, australopitecinos têm antebraços longos e pernas traseiras curtas. Eles também têm dedos da mão curvados e os dedos dos pés longos e curvos. Os dedos das mãos e pés curvados nos primatas existentes são prontamente reconhecidos como não tendo nenhum outro propósito além da vida arbórea (que vive nas árvores) em tempo integral ou parcial. O artigo de Mark Collard e Leislie Aiello na Nature Magazine relata “boa evidência dos ossos da mão de Lucy que sua espécie “andava sobre as juntas como chimpanzés e gorilas fazem ainda hoje. Deve também ser notado que um andar bípede é comum entre gorilas e alguns chimpanzés vivos. No entanto, este modo não é verdadeiramente bípede, e é referido com mais precisão como nodopedalia. Os primatas não-humanos que vivem e os australopitecinos são provavelmente análogos a este respeito, e, portanto, nenhum pode ser considerado mais perto dos seres humanos do que o outro.

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      • eiffel65 says:

        O sediba por exemplo, destaca-se pelas características intermediárias entre o género autralopitecus e o género homo.

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      • eiffel65 says:

        Como disse o danny, o Sediba é um fóssil bem melhor que a Lucy.

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      • Victor says:

        “A alegação de que os australopitecinos, como Lucy, caminhavam eretos foi em grande parte baseada na aparência dos ossos de sua perna e quadril.”
        Essa alegação foi feita com base no esqueleto todo.

        “No entanto, australopitecinos têm antebraços longos e pernas traseiras curtas. Eles também têm dedos da mão curvados e os dedos dos pés longos e curvos. Os dedos das mãos e pés curvados nos primatas existentes são prontamente reconhecidos como não tendo nenhum outro propósito além da vida arbórea (que vive nas árvores) em tempo integral ou parcial.”
        Pura mentira. A Lucy tinha um corpo totalmente inadequado para a vida arbórea. Os antebraços e pernas tinham um tamanho intermediário entre homens e macacos, e os dedos das mãos e pés eram iguais aos dos humanos modernos. Ela andava ereta e sobre o solo.

        “O artigo de Mark Collard e Leislie Aiello na Nature Magazine relata “boa evidência dos ossos da mão de Lucy que sua espécie “andava sobre as juntas como chimpanzés e gorilas fazem ainda hoje.”
        Me diz qual é o evolucionista que acredita nisso.

        “Os primatas não-humanos que vivem e os australopitecinos são provavelmente análogos a este respeito, e, portanto, nenhum pode ser considerado mais perto dos seres humanos do que o outro.”
        Os australopitecinos eram hominídeos e, portanto, próximos aos humanos. Me diga qual é o evolucionista que duvida disso.

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  4. Gabriel Morais Azevedo says:

    A teoria da evolução não esta de acordo com evidencia nenhuma. Percebo que os evolucionistas protegem a fé deles com uma carapaça de algo cientifico, com senso comum universalmente aceito pelos “homens e mulheres da ciência” (homens e mulheres normais como eu e vc , que pode cometer erros e passar muito tempo acreditando numa teoria errada).

    Temos que fazer as perguntas certas:
    1- O que a paleontologia( estudo dos fósseis ) tem a nos dizer sobre a hipótese de evolução? a paleontologia mostra que ela ocorreu?Ou mostra que isso não ocorreu?

    2- A hipótese uniformitariana de Charles Lyell de que os estratos são cronológicos e se formam em milhões de anos um sobreposto ao outro ( essa hipótese é a base para a paleontologia e a geologia “moderna” ),Essa ideia foi testada? Foi provada? Quais as evidencia de que esta hipótese esta correta?

    3- Quais as evidencias a favor de uma terra antiga?

    4-Como se forma um fóssil? Em milhões de anos ou rapidamente(algumas horas) e porque?
    Um fóssil mostra a preservação muito boa de estruturas como escamas,penas,galhos,troncos de arvores e pele.Como isso pode ter demorado milhões de anos sendo que estas estruturas se decompões rapidamente?

    5- Os fósseis são evidencia de soterramento rápido ou gradual em milhares de anos como afirma a teoria uniformitariana ?

    6- Petróleo,carvão natural,gás natural,cristais e diamantes precisão de milhões de anos para se formarem ou é mais uma questão de pressão e temperatura?

    7- O que a geologia tem a nos dizer? Montanhas,Cânions,Cadeia de Montanhas, são exemplos de uniformitarismo de milhões de anos ou de catastrofismo geológico rápido?

    8- Os métodos de datação se baseiam na hipótese de que a velocidade do decaimento dos elementos químicos(meia vida de um elemento químico) foi constante durante toda a história da terra e não acelerada.Como vcs sabem disso?

    9- Porque todo animal (tipo básico) existente hoje se encontra no registro fóssil? Exatamente igual aos de hoje sempre datados na escala de milhões de anos.

    10 -Porque a coluna geológica não é encontrada completa em nenhum lugar do planeta?Porque aonde a maior parte dela é encontrada tem período e eras geológicas faltando?Porque tem período geológicos mais antigos em cima de mais novos?

    11- Porque 75% de todo o registro fóssil são de fósseis vivos?

    12-Porque estão encontrando nos últimos anos(começaram a procurar e estão encontrando) vários fósseis de dinossauros com vasos sanguíneos,tecido mole, tecido fibroso, sendo que essas estruturas não duram 3 mil anos , e é assumido pela datação que esses animais morreram a milhões de anos?

    ATENÇÃO: Peço que qualquer evolucionista venha defender sua fé e responda as perguntas a cima. Peço que tente não utilizar argumentos mas evidencias e provas cientificas.

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  5. Gabriel Morais Azevedo says:

    13- O que a genética tem a nos dizer sobre a hipótese de evolução?você poderia dar um exemplo de uma mutação genética ou um processo evolutivo que pode ser visto como tendo aumentado a informação no genoma?

    14-Porque são encontrados fósseis de animais marinhos do suposto período cambriano no pico de montanhas,e cemitério de fósseis de dinossauros(herbívoros e carnívoros misturados),mamíferos no topo de montanhas ou em altitudes impossíveis de se locomoverem até esse local?

    15- Porque vc afirmam que os dinossauros “dominaram a terra” por milhares de anos,sendo que foi encontrado apenas poucos milhares de fósseis de dinossauros?

    16-Porque não se observa nenhuma galáxia se formando hoje?Caso o universo tem dezenas de bilhões de anos,porque ele é extremamente organizado(estrelas dentro de galáxias, galáxias dentro de galáxias de galáxias) e não extremamente caótico?Pois a 2 lei da termodinâmica diz que tudo vai/tende do organizado para o desorganizado

    17- Como explicar a Grande Muralha CfA2

    18- porque uma quantidade enorme de animais complexos com estruturas fisiológicas únicas aparecem simultaneamente no registro fóssil(aparece do nada) , sem sinal nenhum de ancestralidade.?

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  6. Mais um ótimo artigo do CMI. Não é à toa que estou agora vendo tantos evos enfurecidos por aqui, citando um monte de outros candidatos a elos perdidos ou tentando resgatar os mortos e enterrados.

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    • eiffel65 says:

      Prezado, não estou enfurecido, nem me parece que o danny esteja (embora não possa falar por ele). Estamos apenas a expor os factos e a desmistificar para os menos informados o que os criacionistas querem fazer parecer sobre os fósseis.

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      • eiffel65

        Acontece que as coisas funcionam assim: ontem era, hoje já não é, outro vai tomar o lugar e seguir depois pelo mesmo caminho que o anterior. Por isso já nem ligo para os “elos perdidos” que de vez em quando aparecem para desfilar na mídia (o mais recente foi o Homo naledi) e depois irem para o fundo do armário onde ninguém entra.

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      • dvilllar says:

        eiffel65

        “Estamos apenas a expor os factos e a desmistificar para os menos informados o que os criacionistas querem fazer parecer sobre os fósseis.”

        Traduzindo: Lucy é um mito.

        Afinal, não forma os criacionistas que mitificaram Lucy.

        Para nós, os criacionistas, Lucy é somente uma macaco antigo.

        Depois de mais de 3 milhões de anos…realmente acho que a evolução nunca ocorreu para Lucy.Colocando um vestido e ajeitando os cabelos, torna-se uma mulher moderna.

        Sediba é o próximo mito?

        Não vale dizer que “ciência funciona assim”.(“evolucionismo funciona assim” é melhor)

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      • dvillar

        Nem precisa analisar com profundidade essa foto que você colocou que já dá pra perceber logo de cara como os evolucionistas tentam deixar os “ancestrais humanos” o mais feio possível. O negócio não é nem fazer algo fidedigno, é fazer uma aberração mesmo. Qualquer pessoa que gosta de estudar temas a respeito de estética (eu gosto um pouco) vai ficar assustadoramente envergonhada com uma monstruosidade dessas.

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  7. Gabriel Morais Azevedo says:

    eiffel65 : ” “Que não era ela intermediário? em qual publicação séria é que viu isso? ” ”

    – O que é uma publicação séria para vc? a que concorda com os dogmas da crença evolucionista? Homem de Piltdown, Homem de Nebraska, Homem de Java,Neandertais ,Archaeoraptor, Ramapithecus mostra o quão séria são suas publicações cientificas.

    ” ” “Se é em relação ao facto deles serem mamíferos terrestres, isso não significa que não tenham já algumas características significativas em comum com as baleias que demonstrem a transição” ” ”

    – Kenneth Miller, o “cristão evolucionista” afirma em seu livro “Finding Darwin’s God” que o Ambulocetus poderia se mover facilmente tanto na terra quanto na água apresentando um desenho completo do animal, mas sem ter base alguma para o desenho pois os ossos encontrados não incluíam a pélvis. O Desenho de Miller é enganoso pois um dos elementos críticos necessários para o estabelecimento de uma hipotética transição entre mamíferos terrestres e aquáticos é a cintura pélvica de modo que não há como se estudar a ligação entre as patas traseiras e o esqueleto axial.
    Outra questão é que os olhos das baleias que vivem hoje estão do lado da cabeça e contrastando com isto, o Ambulocetos tem olhos em cima de sua cabeça, mais como os crocodilos. Alguns cientistas evolucionistas sugerem agora que Ambulocetus não pode ser um ancestral das baleias devido a localização de seus olhos:
    “O Ambulocetos tem seus olhos erguidos em cima de sua cabeça de uma maneira muito estranha, e é excepcionalmente grande para uma baleia primitiva…talvez não esteja na linha principal [da evolução das baleias].” (Dr. Philip Gingerich)
    Considerando-se, por hipótese, que o Ambulocetus tenha vivido há cerca de 50 milhões atrás (Futuyma situa sua existência entre 48-47 milhões de anos atrás), este período de tempo não poderia dar conta de mais de 1700 mutações entre as duas espécies o que seria um número muito aquém do necessário para a transição. Outro problema é o tipo de alimentação de animais terrestres e baleias. Em busca de sua alimentação, baleias precisam estar equipadas para isso e o Rodhocetos não estava.É preciso estar equipado para mergulhos profundos, poder realizar comunicação subaquática através de ondas sonora, para que as crias mamarem embaixo da água precisam ter poder de sucção suficiente e o surgimento destes equipamentos não está documentado

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    • eiffel65 says:

      « O Desenho de Miller é enganoso pois um dos elementos críticos necessários para o estabelecimento de uma hipotética transição entre mamíferos terrestres e aquáticos é a cintura pélvica de modo que não há como se estudar a ligação entre as patas traseiras e o esqueleto axial.» Mas não era o único. De resto parece-me que está a mudar de assunto.

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    • Gabriel

      Ao que eu saiba a cintura atualmente já foi encontrada, mas não foi de grandioso significado para a questão da evolução dos cetáceos.

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  8. eiffel65 says:

    Mats Acho que um comentário meu em resposta ao Gabriel pode ter ficado preso no spam.

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