Quando os cientistas não sabem fazer ciência

Um dos sinais de óbvio declínio da civilização Ocidental é a forma como as suas instituições se tornam incapazes de executar as suas funções primárias. Infiltrações e subversões levadas a cabo por pessoas ideologicamente motivadas explicam parcialmente esse declínio, mas a declínio da inteligência média das pessoas educadas nas escolas controladas pelos evolucionistas pode ser outro motivo. É bem provável que esta última hipótese explique melhor mais um falhanço dos cientistas.

Os pesquisadores alertam que larga parte da ciência biomédica pode ser falsa devido à galopante história de dados erróneos resultante de falhanço sistemático que já ocorre há  décadas.

Uma investigação recente revela que mais de 30,000 obras publicadas e revistas por pares podem ver a sua autenticidade comprometida devido ao seu uso de linhas celulares não identificadas, facto que ocorreu porque as assim-chamadas células imortais contaminaram outras culturas celulares.

O problema é, ao mesmo tempo, sério e simples: os pesquisadores que se encontravam a estudar o cancro do pulmão publicaram um novo artigo científico, só que um dos tecidos usados no laboratório era na verdade de células de fígado. E o que eles pensavam que eram células humanas, eram na verdade, células de ratos, ou vice-versa, ou outra  coisa totalmente diferente.

Se por acaso és de opinião de que isto é suficiente mau, então estás certo visto que todas as porções da pesquisa afectada pode estar erróneo, e pode ser totalmente não confiável.

“A maior parte dos cientistas não publica propositadamente dados das células erradas”, explica Serge Horbach, um dos pesquisadores (Radboud University na Holanda).  “Foi um erro sem más intenções. O problema mais urgente é que os dados da pesquisa  estão potencialmente invalidados e impossíveis de duplicar”.

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A ciência não é e nunca deveria ser a régua de medir no que toca à verdade. Ela só pode ser avaliada pelos seus resultados no mundo real; isto significa que a ciência que não avançou até algo parecido com a engenharia não pode ser em situação alguma vista como “estabelecida”.

Este fracasso da “infalível” revisão por pares (mais um) é o tipo de coisa que faz com que seja hilariante ver um anti-Cristão ou anti-criacionista afirmar que, visto que o criacionismo científico não “publica em revistas revistas por pares”, ele nunca pode ser visto como uma ciência. Literalmente, isto pode ser visto como alguém dizer “uma vez que o criacionismo não é aceite por um grupo de cientistas ideologicamente motivado, e visto que ele não foi revisto por um processo repleto de fraudes, então o criacionismo não é ciência”.

A realidade dos factos é que a ciência é uma área do conhecimento hunano infestada com os mesmos problemas que todas as outras áreas da experiência humana. O que se passa é que durante os últimos 200/300 anos, as mesmas pessoas que durante séculos eram inimigas do Cristianismo, infiltraram-se no mundo científico e rapidamente definiram-no de modo a que o pudessem usar contra o Cristianismo.

Mas, tal como em todas as outras áreas da vida, sempre que Deus é “expulso” dum lugar ou duma instituição, o vazio por Ele deixado é preenchido pelo erro, pela ignorância e pela superstição. Foi exactamente isso que aconteceu com a ciência: hoje em dia temos pessoas inteligentes que pensam que é possível um réptil evoluir para um pássaro, que é possível a vida por si só gerar sistemas que funcionam com base em informação em código, e pessoas que realmente pensam que atribuir um efeito a uma causa adequada “não é científico”.

Como se isto não fosse suficientemente óbvio, há que notar na fraude dos militantes anti-Cristãos: quando eles usam a “ciência auto-correctora” como arma contra o Cristianismo, eles estão a usar uma ciência idealizada, e não a ciência que realmente existe no mundo. Basicamente, eles usam uma ciência “perfeita” para lutar contra as acções de humanos falíveis. A sua forma de pensar é muito parecida com a forma de agir dos comunistas que defendem o Comunismo com base nos seus (alegados) objectivos e não com base nos efeitos reais.

Conclusão:

A ciência não é perfeita, a revisão por pares não é infalível e o facto do criacionismo não publicar artigos nas maiores revistas científicas do mundo não significa que o criacionismo não esteja de acordo com os dados. Lembrem-se: as mesmas pessoas que lutam contra o criacionismo são as mesmas pessoas que misturam células humanas com células de ratos, colocando em causa 30,000 artigos “científicos” e décadas de pesquisa médica.

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"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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