O ateísmo é benéfico para a ciência?

Por Michael Egnor

Um biólogo ateu, com o nome de P.Z. Myers, ataca o Cristianismo fazendo várias perguntas em relação ao mundo natural,  acreditando que essas perguntas são melhor respondidas pelos ateus do que pelos Cristãos:

pz_myersAlguns de nós, como eu, somos ateus porque a religião não nos dá nada do que queremos, é pouco satisfatória em lidar com as coisas em relação às quais nos importamos, e muito má em responder a uma questão muito humana, “Porquê?”. Em vez disso, eles preferem lançar ataques contra os outros, ignorando os seus próprios falhanços, e fingindo que as questões que eles ignoram já foram respondidas.

Queres saber as coisas com as quais os Novos Ateus, que são as mesmas que os Velhos Ateus, se preocupam? Nós temos perguntas importantes. Estas questões não foram e nem podem ser respondidas por apologistas religiosos. O processo de as explorar honestamente é precisamente o que nos leva ao ateísmo, e como tal, eles têm que as evitar.

Vejamos “o que nos leva ao ateísmo”. Eis aqui algumas das questões de Myers e as minhas repostas:

Porque é que deveríamos acreditar em deus algum? Não precisamos duma autoridade inteligente para explicar o universo.

Claro que precisamos duma autoridade inteligente para explicar o universo. O universo está repleto de inteligibilidade. A natureza encontra-se governada por leis físicas extraordinariamente complexas e elegantes, e a leis em si estão escritas na abstracta linguagem da matemática. De facto, os físicos teóricos têm frequentemente que explorar  teorias matemáticas totalmente novas como forma de poderem explicar o comportamento da matéria sem vida.

Afinal de contas, Newton descobriu o cálculo como forma de poder fazer física. Heaviside (usando as equações de Maxwell)  precisou de desenvolver o cálculo de osciladores electromagnéticos como forma de compreender a electricidade em corrente alternada. Einstein (e o seu amigo o matemático Grossman) reinventaram a geometria não-euclidiana e o cálculo tensorial como forma de entender a geometria.

Heisenberg teve que desenvolver a mecânica matricial como forma de entender o mundo quântico. Dirac previu a existência da anti-matéria simplesmente com base em considerações matemáticas, e os modernos defensores da teoria de cordas tais como Edward Witten trabalham na crista da onda da matemática. Os buracos negros foram previstos com base nas singularidades nas equações tensoriais da relatividade (….).

É surpreendente (e elegante) que o próprio retináculo do universo, desde o mundo sub-atómico até aos cosmos, seja desenhado na matemática abstracta e elegante. O universo grita por autoridade inteligente. Para a pergunta implícita de Myers “É a base da existência mais como uma coisa ou como uma mente?” só há uma resposta: a base da existência é como uma mente.

Outra forma de entender esta bonita teleologia que permeia toda a criação centra-se na informação – a restrição de probabilidade de resultados em relação aos processos naturais. Esta informação é particularmente surpreendente nas formas de vida. A nanotecnologia intrincada que facilita o metabolismo celular encontra-se controlada e replicada por um código genético com letras, palavras, frases e pontuação que armazena e organiza a informação em disposições de enquadramento justaposto.

A Autoridade Inteligente – a Mente – que governa o cosmos e a vida através de informação tem uma apreciação espantosa pela linguagem e pela matemática, e tem uma preocupação especial com o ser humano visto que este recebeu a capacidade de descobrir a extraordinária lógica da criação.

… de facto, assumir que o mundo é o resultado dum processo natural não-dirigido, tem um registo muito melhor no que toca a gerar respostas.

Lenga lenga.

A ciência moderna surgiu apenas e só dentro do ambiente Cristão. Roger Bacon, Copernicus, Galileu, Newton, Kepler, Faraday, Pasteur, Maxwell e muitos outros pioneiros do Iluminismo Científico foram Cristãos fervorosos que atribuíram de modo explícito a inteligibilidade da natureza à agência Divina, e até cientistas do século 20 tais como   Einstein e Heisenberg e Schrodinger e Rutherford e Planck atribuíram a origem da natureza à Uma Agência Inteligente. Einstein é famoso por dizer: “Quero saber os pensamentos de Deus…”

Muito poucos grandes cientistas atribuíram a origem do mundo aos “processos não-direccionados”. De facto, o ateísmo tem um registo horrível dentro da ciência.  Durante grande parte do século 20, um terço da humanidade viveu debaixo da bota duma ideologia ateísta. Quais foram os grandes avanços produzidos pelos cientistas da União Soviética?

Quais foram as grandes contribuições científicas da China Comunista, de Cuba Comunista, do Vietname ou da Albânia? Comparem os resultados científicos da Alemanha do Leste (ateísta) com as da Alemanha Federal (Luterana e Católica). Comparem as produções científicas da Coreia do Norte (ateísta) com as da Coreia o Sul (Cristã e Budista).

A realidade dos factos é que durante o século 20, os sistemas ideológicos ateístas que “assumiram que o mundo é o produto dum processo natural, não-dirigido” governaram um terço da humanidade. E qual é o registo científico do ateísmo?

O ateísmo teve a sua chance e nada mais fez que trazer até nós a idade das trevas científica em todas as nações que tiveram o azar de sucumbir perante ele. O ateísmo é, ao mesmo tempo, uma catástrofe para a ciência tal como o é para a humanidade. A única coisa que os sistemas ateístas conseguiram produzir (e ainda produzem até aos dias de hoje) são corpos mortos.

Porque é que não consegues explicar no que acreditas sem recorrer a agitar de mãos, e a coisas confusas, sem sentido e pouco convincentes?

“Agitar de mãos, coisas confusas sem sentido e pouco convincentes”? Diz-nos tu.

Eis como os Cristãos explicam a natureza: a ciência moderna, que é a inferência para a inteligência e a inteligibilidade na natureza – o fruto de dois milénios de civilização Cristã, teologia Cristã e filosofia natural.

Eis como os ateus explicam a natureza: O nada criou tudo sem propósito algum, e criou a vida a partir do que não tem vida (e também sem propósito algum). E criou robôs que pensam que têm um propósito mas que por motivo algum, não têm.

Que tipo de cegueira leva a que um homem com formação como Myers aceite a miséria moral e intelectual que é o ateísmo? O que é que leva uma pessoa ao ateísmo? A cegueira da alma. A verdade está ao nosso redor, mais óbvia que a mão humana em frente à sua cara. O universo tem Uma Mente estampada por todo o local, como uma assinatura.

~ http://bit.ly/2d6NUSd

* * * * * * *

Como é normal, alguns ateus tentam usar o sucesso relativo da ciência como arma contra Deus, sem se aperceberem que o sucesso da ciência se deve a existência de Deus.

Se Deus não existe, porque é que se acredita que as leis da natureza que operam na Terra são as mesmas que operam em outros locais do universo?

Se vivêmos num lugar não-sujeito à uma Mente Inteligente, porque é que todos os ateus esperam que o universo se comporte segundo padrões inteligentes, tanto assim que podemos em certa medida “prever” o futuro com base na fiabilidade das leis naturais?

Mais ainda, se – como defendem os ateus – somos o efeito de forças aleatórias não-inteligentes, porque é que os ateus confiam nas suas capacidades cognitivas? Pode a não-inteligência gerar inteligência? Pode a irracionalidade gerar a razão?

As respostas são bem óbvias, mas os ateus estão moralmente cegos para a verdade. A realidade dos factos é que a ciência é evidência contra o ateísmo, e não contra o Criador. Deus, que é a Mente que criou o universo, fez o mundo de forma a reflectir a forma como Ele pensa, e como Ele espera que nós usemos a nossa mente.

O universo é racional e passível de ser estudado racionalmente porque Deus é Racional. E nós temos a capacidade de entender o universo porque a nossa mente foi feita à Imagem da Mente que criou o universo, e Ele quer que nós entendamos a Sua criação.

Os ateus, na sua luta contra Deus, estão a  gerar as condições para que a irracionalidade pagã volte a tomar o lugar central nas nossas sociedades, o que vai reverter todo o bem que a ciência causou durante os últimos séculos.

pz-myers

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Será que o ferro pode salvar os “milhões de anos”?

Há vários anos atrás os cientistas fizeram a descoberta surpreendente que parecia colocar em causa a crença de que os dinossauros viveram há mais de 65 milhões de anos atrás: tecido mole e vasos sanguíneos no fémur dum T. Rex.

dinossauro_cinzaEsta notícia deixou os secularistas em modo de controle de estragos. Antes deste achado, os cientistas acreditavam que a proteína que compõem o tecido mole presente nas formas de vida não podia durar nem 1 milhão de anos. Devido à sua crença à priori de que os fósseis de dinossauro têm que ter os mitológicos “milhões de anos”, eles voltaram a sua atenção na busca dos motivos por trás desta persistência destas biomoléculas.

Os pesquisadores evolucionistas depositaram a sua fé nas propriedades únicas do ferro como forma de salvar a sua crença nos mitológics “milhões de anos”. Eles avançam com a teoria de que o ferro, que é bastante dentro da hemoglobina do sangue, serviu como um preservante do tecido macio do T. Rex*.

O ferro pode ter ajudado na ligação das estruturas moleculares e impedido a sua degradação. Um processo semelhante ocorre quando o tecido macio recente é preservado num tipo de formaldeído com o nome de formalina. No entanto, este tipo de preservação é temporário.

Uma experiência recente envolvendo tecido de avestruz revelou que, em laboratório, o ferro da hemoglobina pode preservar o tecido até dois anos. Mas continua a ser uma posição difícil de acreditar que o ferro poderia preservar o tecido mole durante milhões e milhões de anos.

Enquanto isso, os pesquisadores descobriram um fóssil de mosquito envolvido em sangue e “dataram” com 46 “milhões de anos”. Tal como com o tecido macio do T. Rex, em vez de colocarem em dúvida os “milhões de anos”, que requerem uma preservação milagrosa do sangue, os pesquisadores evolucionistas alegam que este mosquito disponibiliza mais evidências de que as moléculas podem, sim, sobreviver durante milhões de anos.**

Em vez de se esforçarem por demonstrar a forma como o sangue e o tecido macio podem ser preservados durante “milhões de anos”, os criacionistas fazem a conclusão mais óbvio e parcimónica, consistente com a Verdade Bíblica e muitos estudos empíricos em torno da duração das biomoléculas, de que estas fósseis têm apenas alguns milhares de anos, e não os mitológicos “milhões de anos”.***

* * * * * *

Mais uma vez ficamos perante a fé dos evolucionista na sua busca irracional por alternativas à criação e à Terra Jovem.

Perante a descoberta de material orgânico bem preservado, presente em fósseis supostamente com “milhões de anos”, a pessoa que realmente busca a verdade dos factos irá concluir que algo de errado há com os “métodos de datação” que dão idades na ordem dos “milhões de anos”, e que os ditos fósseis devem ser bem recentes.

Mas não é isso que o evolucionista faz, visto que ele tem um compromisso de fé com os  mitológicos “milhões de anos” (e não com a ciência).

O evolucionista, que não aceita à priori que a Terra seja jovem, e que os dinossauros tenham vivido lado a lado com os seres humanos, subverte a ciência, rejeita as observações, e foca-se em “mostrar” como é que material orgânico “macio” dura “milhões de anos”, algo cientificamente impossivel.

Nunca lhe passa pela cabeça (ou pelo coração, visto que a fé na evolução é uma questão moral e não intelectual) que se calhar haja algo de errado com as suas pressuposições, e que se calhar ele deva colocar as observações acima da fé nos “milhões de anos”.

Para nós Cristãos, o importante a reter é que a Palavra de Deus está de acordo com as observações científicas, e que a descoberta de material orgânico bem preservado é exactamente o que seria de encontrar se a Terra fosse Jovem, se os seres humanos tivessem vivido lado a lado com dinossauros, e se os métodos de datação evolucionistas fossem pouco fiáveis.

Louco é aquele que deposita o seu futuro eterno nas mãos de opiniões humanas falíveis e não na Infalível Palavra de Deus.

Tua_Palavra_Verdade_Joao_17_17_2

* T. Rex flesh? Controversial soft tissue finally explained | Fox News http://fxn.ws/2cQgA2z

** Dale E. Greenwalt, et al. “Hemoglobin-derived Porphyrins Preserved in a Middle Eocene Blood-engorged Mosquito,” Proceedings of the National Academy of Sciences 110 no. 46 (November 12, 2013): 18496–18500.

*** Para um estudo mais aprofundado em relação à preservação de tecido macio no registo fóssil, ver este PDF.

Fonte: http://bit.ly/2da8Dbb

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Evolucionista demite-se de escola Cristã por esta ensinar factos e não mitos ateístas.

Por Garret Haley

Professor de Filosofia associado a organizações promotoras do evolucionismo demitiu-se duma faculdade Cristã depois desta ter afirmado a sua aderência à interpretação Bíblica da criação de Adão e Eva. Dr. James Stump começou a ensinar na Bethel College em 1998, trabalhando como Professor de Filosofia durante vários anos. No mês passado a faculdade Bethel College emitiu uma declaração esclarecendo a sua posição em relação às origens. A declaração afirmou a crença da escola na criação singular de Adão e Eva por parte de Deus.

Esta afirmação é importante para distinguir a humanidade dos animais, como criados à imagem de Deus (Génesis 1:27, 2:7), para justificar a obra redentora de Cristo para expiar o pecado representativo da humanidade através de Adão (1 Cor 15:45), respeitar as genealogias de Lucas 3, justificar as inferências a Adão do Novo Testamento por parte de Paulo (Romanos 5:12-17), e outras coisas.

infiltracaoPara além desta declaração, a faculdade acrescentou que esperava que o corpo docente concordasse com ela.

No entanto. Stump anunciou que iria demitir-se da faculdade devido à interpretação Bíblica da escola. Citando “tensões” entre as suas crenças e a declaração da escola, Stump escreveu uma carta onde se lia que ele iria procurar “trabalho alternativo”.

Claramente, Stump duvida da leitura literal da criação tal como descrita em Génesis, e em vez disso acredita que a evolução humana é compatível com as Escrituras. Actualmente, ele é gestor de conteúdo na BioLogos – organização que promove evolução teísta, rejeita o criacionismo da Terra Jovem, e apela aos Cristãos para aceitar a crença de que a Terra tem “milhões de anos”.

Num post de Janeiro presente no blogue da BioLogos, Stump escreveu que “Nós humanos fomos moldados através da morte e do sofrimento causado pelos eons de evolução – formas de vida que vieram do pó da Terra e voltaram para ele.”

Depois da demissão de Stump, a BioLogos criticou a decisão da faculdade Bethel College de consolidar a interpretação tradicional de Génesis: Deborah Haarsma, presidente da BioLogos, escreveu:

Nós, aqui na BioLogos, estamos desanimados com esta decisão. Ela colocou Jim [James Stump] na dolorosa situação de ter que escolher entre a vida académica para a qual ele sente que foi chamado, e a comunidade académica dentro da qual ele se encontra há décadas. Para muitos Evangélicos, a posição cracionista evolutiva é-lhes pouco familiar, e até lhes parece impossível – eles não vêem como é possível alguém amar a Bíblia sem rejeitar a teoria da evolução.

Mas na BioLogos, nós não vêmos a teoria da evolução como inerentemente ateísta. Amamos a Bíblia e promovemos a criação evolutiva; nomeadamente, que Deus usou o processo natural da evolução para criar todas as diversas formas de vida, incluindo o ser humano, tal como é inferido através de abundantes evidências genéticas e fósseis.

Muitos outros Cristãos discordam da análise de Haarsma, afirmando que a Bíblia e a teoria da evolução são incompatíveis. O Dr John Morris, do “Institute for Creation Reserch”, afirmou:

A morte desempenha um papel proeminente dentro da teoria da evolução. De facto, para um evolucionista, a morte é algo de normal, bom e algo que disponibiliza o combustível para a mudança evolutiva.

A evolução e a Bíblia estão seriamente em contradição nesse ponto. Se a  evolução (ou mesmo o conceito da Terra antiga, com a morte e os fósseis a antecederem o pecado do homem), está correcta, então a morte é natural, a morte é normal, e a morte antecede o homem. Mais importante ainda, dentro desta visão do mundo a morte não é o salário do pecado visto ela antecede o homem e o seu pecado.

Mas se a morte não é o castigo pelo pecado, então a morte do Senhor Jesus Cristo não pagou o salário do pecado, nem a Sua Ressurreição sobre a morte disponibiliza a vida eterna.

Embora crença na criação e na Terra Jovem não sejam essenciais para a salvação (muitos Cristãos erradamente acreditam e fazem coisas condenadas pela Bíblia), se a teoria da evolução está correcta,, se a Terra é antiga, se os fósseis foram criados antes do aparecimento do ser humano, então o Crisitanismo está errado. Estas ideias [evolutivas] acabam com os fundamentos do Evangelho e negam a obra de Cristo na cruz.

A evolução e a salvação são conceitos mutuamente exclusivos.

* * * * * *

Esta última frase encerra em si tudo o que precisamos de saber sobre a utilidade ideológica da “teoria” da evolução. Nós Cristãos temos que nos aperceber que quem promove a teoria da evolução, está a promover uma religião alternativa, e tem que ser tratado de forma adequada. A harmonização entre a teoria da evolução e a Bíblia é impossível porque a primeira foi criada com o propósito de atacar a segunda:

O Cristianismo tem lutado, e ainda luta, e lutará, desesperadamente contra a ciênciadevido à teoria da evolução visto que a evolução destrói por completo o motivo pelo qual a vinda à Terra de Jesus era supostamente necessária.

Destruam Adão e Eva e o pecado original, e nos escombros irão encontrar os restos tristes do Filho de Deus. Acabem com o significado da Sua morte. Se Jesus não é o Redentor que morreu pelos nossos pecados, e isso é o que significa a teoria da evolução, então o Cristianismo não é nada.”

– Bozarth, G. Richard, “The Meaning of Evolution,” American Atheist (February 1978), page 30. – Capitalização por parte do tradutor.

Como é que se pode harmonizar aquilo que, por definição, tem que estar em oposição?.

Claro que há “Cristãos” que discordam desta afirmação e vociferam que é possível harmonizar  Génesis com os mitológicos “milhões de anos” e com a “teoria” da evolução. Mas se os pressionarmos um bocado, rapidamente iremos ver que a sua “harmonização” nada mais é que a distorção da leitura contextual da Génesis. Ou seja, eles “harmonizam”  a teoria da evolução com Génesis distorcendo Génesis.

Resumidamente, é importante não dar espaço para estes infiltrados porque a propagação do seu veneno pode pode levar outros a cair no erro de acreditar que ateus, piolhos, pulgas e bactérias têm um parente comum.

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Gradualismo aleatório ou design inteligente?

Random

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A ciência avança ignorando a teoria da evolução

Resposta a este comentário da Ana.

apendice-refutadoÉ interessante como este blogue retorna a temas que já foram debatidos e esclarecidos pelos comentadores, como se nada disso tivesse acontecido. Este post é um exemplo disso. Voltamos, mais uma vez, ao tema do conceito de “órgão vestigial”. Como já disse num comentário anterior, publicado há quase 2 anos, um órgão vestigial é um órgão “reduzido em tamanho ou utilidade quando comparado com órgãos homólogos em outros animais” (conforme definição do próprio Darwin, apresentada há mais de 100 anos). É um órgão que tendo perdido a sua função principal, manteve uma função secundária (como os ossos da pélvis na baleia, que suportam músculos importantes na actividade sexual) ou passou a ter uma nova função (como o caso do apêndice nos humanos, que serve de reservatório para a regulação da flora intestinal) [https://darwinismo.wordpress.com/2014/10/08/os-movimentos-de-cintura-da-teoria-da-evolucao/#comment-27403].

Logo aqui temos a ilusão darwinista. Órgão vestigial, tal como mantido por Darwin e companhia, é aquele que NÃO TEM FUNÇÃO ALGUMA. Entende a diferença? Vocês hoje falam em “órgãos que perderam a função principal”, mas isso é uma tentativa falhada de esconder o erro que vocês evolucionistas fizerem durante décadas (até que a ciência vos forçou a mudar de posição – finalmente).

Outra coisa a levar em conta é que vocês falam de “função principal”, mas vocês não sabem que “função principal” era essa. O que vocês sabem é que vocês não sabiam qual era a função do apêndice na altura em que ele começou a ser estudado. Portanto, a ilusão de que órgão vestigial é aquele que não executa a sua “função principal” (fosse ela qual fosse dentro do vosso paradigma) é falso. Dentro da mitologia evolutiva, órgão vestigial é aquele que não tem função.

Claro que com o passar do tempo e com o avanço da ciência, os cientistas começaram a descobrir funções para os órgãos que os evolucionistas diziam ser “sem função”. Isso forçou os crentes evolucionistas a mudar a definição de “vestigial” de modo a ocultar o seu erro grosseiro. Mas agora é tarde demais.

Volto a dizer o que já disse noutro comentário, vocês evolucionistas devem ser um dos poucos grupos do mundo que usa a ignorância como evidência em favor da vossa teoria religiosa: “Eu não sei qual é a função do apêndice, LOGO, ele não tem função, LOGO ele não foi criado mas é, sim, resultado dum processo gradual aleatório impessoal que, com o passar dos milhões de anos, o deixou sem função”.

Isto é o que passa por “ciência” aos vossos olhos?

[ Nota: É também importante relembrar que o conceito de “órgão vestigial” não surgiu com a teoria da evolução: Aristóteles (que viveu antes de Cristo), já tinha feito referência a estas estruturas.]

E se ele dizia que não tinham função, ele estava tão errado como Darwin. Apelar ao alegado erro de Aristóteles não muda o facto do mesmo erro ter sido feito por Darwin e pelos seus ministros.

Tenho dificuldade em compreender a crítica que o Lucas faz neste caso em particular, de que médicos e cientistas tenham, durante décadas, defendido que o apêndice não tinha função “e que quando algo corre bem”.

Simples. Vocês evolucionistas diziam uma coisa, mas a ciência mostrou que vocês estavam errados. Pelo que estamos a descobrir, não existem “órgão vestigiais” mas sim órgãos cuja função nós ainda não sabemos. É esta humildade que vocês evolucionistas não têm; vocês assumem que como não sabem como uma estrutura funciona, ela não tem qualquer função. Isso não é ciência mas sim algo que impede o avanço da ciência.

Pior ainda é o facto de vocês evolucio-animistas usarem a PERDA de funções como evidência em favor do poder criativo do gradualismo aleatório. Se uma estrutura perdeu a sua função com o passar dos anos, isso de maneira nenhuma é evidência de que forças graduais aleatórias podem gerar essa mesma função. O que vocês revelam quando usam o argumento do “mau design” é que vocês assumem que o “bom design” é evidência óbvia em favor de Deus. Logo, esmagados pela  preponderância de design excelente na biosfera, vocês buscam por “deformidades” e “mau design” como evidência CONTRA O CRIADOR, e não evidência em favor do gradualismo aleatório.

Só que para vosso desespero, não só os Cristãos têm uma resposta para o “mau design” e para as deformações, como temos a melhor explicação para o bom design. Vocês  evolucionistas não só estão errados em qualificar certas estruturas de “vestigiais”, como continuam sem as poder usar como evidência em favor da vossa fé MESMO que sejam “órgãos vestigiais” (que, como já disse em cima, não existem).

É que as apendicites são, ainda hoje, possível causa de morte mesmo em países ditos “civilizados” (quando não são detectadas a tempo), as pessoas podem perfeitamente viver sem um apêndice sem problemas de maior (como é o meu caso, por exemplo).

As pessoas também podem viver sem braços, sem pernas e sem olhos, mas isso não quer dizer que essas estruturas sejam “vestigiais”. O facto duma pessoa poder viver sem uma estrutura significa que…..ela pode viver sem essa estrutura, não significa que a estrutura não tem função.

Logo, DESCONHECENDO qualquer função para o apêndice nos humanos, é natural que cientistas e médicos concluíssem (sabemos hoje que erradamente) que este órgão não tem função.

Não, não é “natural” os evolucionistas dizerem que algo dentro do corpo humano “não tem função” só porque não se sabe como funciona. O natural é 1) defender que não sabem como funciona e 2) estudar até descobrir a sua função. Claro que o paradigma evolucionista impede esta atitude científica porque esta visão do mundo dá legitimidade a uma mundo aleatório, irracional, onde as coisas surgem e existem sem propósito algum.

Por outro lado, a visão do mundo Cristã, ao assumir como base de partida que a o mundo e as formas de vida surgiram como efeito do Poder Criativo do Deus Todo Poderoso, valida uma atitude mais científica e investigativa: “Eu não sei qual é a função deste órgão, mas como o corpo humano foi criado por Deus, e como Deus não faz as coisas sem intenção, então esta estrutura deve ter alguma função. Vamos estudar, analisar e fazer testes até descobrir o porquê de Deus ter feito o apêndice”.

Entende a diferença? A atribuição de “sem função” ao apêndice é consequência lógica do paradigma gradualista aleatório. Estudar e investigar e analisar são atitudes que estão de acordo com quem sabe que todas as estruturas do corpo humano estão lá por algum motivo. Descobrir uma função é algo que joga contra a teoria da evolução.

P.S.: O exemplo que o Lucas dá, da “nova” função do apêndice, é um belíssimo exemplo da importância da “ignorância” em ciência e de como a ciência funciona.

Mas a atitude dos evolucionistas não foi de “ignorância” mas de pseudo-conhecimento: vocês SABIAM (de sabedoria) que o apêndice não tinha função alguma e vocês SABIAM  que isso era evidência em favor da vossa fé no gradualismo aleatório. Onde está a “ignorância” nisto?

Até há dois anos a ciência desconhecia a importância do apêndice nos humanos.

A Ana não quer antes dizer “Até há dois anos os evolucionistas afirmavam que o apêndice não tinha função”? Note que a questão aqui é a falsa explicação dada por Darwin e pelos seus seguidores.

“Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos” (Romanos 1:22)

Se os cientistas se limitassem a aceitar como facto imutável, como “verdade inerrante”, de que o apêndice “não tem função”, os cientistas de TRÊS universidades norte-americanas não se teriam interessando neste pequeno órgão vestigial e não teriam descoberto a sua função, levando ao aumento do conhecimento científico.

Mas eles foram capazes de descobrir qual era a função do apêndice porque COLOCARAM DE LADO a errónea posição evolucionista de que o apêndice “não tem função”.

Portanto, a questão aqui não é que a ciência parou no tempo, mas sim que ela só avançou porque colocou de lado Darwin e operou segundo princípios mais de acordo com o criacionismo e com a Teoria do Design Inteligente: as estruturas existem com uma ou mais funções específicas.

Portanto, a Ana está no seu direito de louvar o trabalho dos cientistas; a Ana não se pode esquecer que a ciência avançou porque Darwin e as pseudo-conclusões da sua teoria foram ignoradas. Se a Ana diz que é assim que a ciência avança, eu concordo e assino por baixo: a ciência avança ignorando as desilusões de Darwin .

Anti-Evolution

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Ateísmo versus ciência

Apendice  Refutação

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O que os evolucionistas não revelam sobre os seus “métodos de datação”

Por Marcos Sabino

A datação radiométrica é o procedimento através do qual os geólogos tentam estimar a idade de uma rocha, baseando-se no processo de desintegração radioactiva de determinados elementos instáveis. As rochas possuem certos elementos instáveis, o que significa que o núcleo dos seus átomos se desintegra espontaneamente, permitindo a transformação dos referidos elementos (chamados isótopos-pai) noutros diferentes mais estáveis (isótopos-filho).

O evolucionista refere muito estes métodos como evidência da extrema antiguidade da Terra, como se a medição da quantidade de isótopos numa rocha revelasse directamente a idade da mesma. O Cristão que acredita na Bíblia deve ter em mente as pressuposições assumidas pelos geólogos quando utilizam estes métodos.

Na palestra em Espinho, um dos presentes referiu um destes métodos para afirmar que a ciência provou que a Terra tem mais que 10.000 anos. Eu perguntei se ele sabia as pressuposições dos geólogos ao utilizar estes métodos. Como a resposta foi negativa, utilizei um exemplo para mostrar o que é assumido na datação radiométrica.

TorneiraDesenhei no quadro um esquema como o que se encontra à esquerda deste post, com variáveis diferentes. Vou falar como se tivesse utilizado as variáveis presentes nesta ilustração, para facilitar a compreensão.

Perguntei quanto tempo demorou para o copo ficar com aquela quantidade de água, com base nos valores conhecidos. A resposta foi rápida: 6 horas! Perguntei se os restantes concordavam. Todos concordaram.

Eu disse “muito bem” e em seguida perguntei se tinham notado aquilo que eles assumiram para avançarem com essa resposta. Uma voz disse: “Que a torneira esteve sempre a correr à mesma velocidade“. Eu disse “muito bem” e perguntei: “E quanto ao copo?“. Da audiência veio outra resposta: “Que o copo estava vazio quando a torneira começou a correr“.

Fiquei contente porque as pessoas deram conta daquilo que elas tiveram de assumir para chegar à resposta das “6 horas“. E ainda faltou referir outra coisa que foi assumida: que não houve “contaminação” externa, isto é, que a água do copo só veio da torneira.

Voltando à datação radiométrica

Pois é, com a datação radiométrica acontece precisamente a mesma coisa. Os geólogos assumem:

1) Que a taxa de decaimento dos isótopos radioactivos foi sempre constante;

2) Que não houve contaminação externa (isto é, que nenhuma quantidade de isótopos-pai ou isótopos-filho entrou ou saiu da amostra);

3) Que as condições iniciais da amostra são conhecidas (isto é, que não havia isótopos-filho na amostra).

CONCLUSÃO

É bom ter em mente o que está por trás dos métodos de datação radiométrica. Uma coisa é medir a quantidade de isótopos-pai e isótopos-filho presentes em determinada rocha. Isso é possível fazer com grande precisão. Outra coisa totalmente diferente é extrapolar essa observação para determinar a idade da rocha em questão. Isso depende de factores não observados e não conhecidos que simplesmente se têm de assumir. Não dá para voltar atrás no tempo até à altura em que a rocha se começou a formar e acompanhar o seu desenvolvimento.

~ ~ http://bit.ly/1UCoNHJ

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