Complexidade Genética falsifica teoria da evolução

Seria interessante saber quantas vezes é que a teoria da evolução tem que ser falsificada até que os evolucionistas a coloquem de lado:

Antes da advento da tecnologia de sequenciamento de ADN do século 21 (rápida, exacta e económica) , os biólogos avançaram com a hipótese de que os genes iriam disponibilizar mais evidências para um incremento de complexidade durante o processo evolutivo.

Dito de forma simples, e segundo a mitologia evolutiva, os organismos mais antigos deveriam ter menos genes que organismos mais complexos. Mas a ciência refutou essa expectativa:

Em vez disso, a sua crença na complexidade incremental começou a desmoronar-se. A primeira dificuldade foi em encontrar uma definição simples da forma como a complexidade se manifestava. Afinal de contas, as amebas tinham genomas enormes.

As análises ao ADN estão a reescrever as árvores evolutrivas, sugerindo que a seta progressiva que os cientistas haviam imaginado entre a simplicidade e a complexidade tem, na realidade, a aparência das setas que fazem parte dos cata-ventos.

O que se pode resumir da teoria da evolução é o seguinte:

  1. Os evolucionistas previram que o genoma aumentava de tamanho com o passar dos mitológicos “milhões de anos”, mas essa previsão estava errada.
  2. Os evolucionistas previram então que o número de genes ia aumentando com o passar do tempo, mas isso também estava errado.
  3. Os evolucionistas previram que as partes corporais mais complexas iriam-se desenvolver depois das partes mais simples, mas, sem surpresa alguma, isso estava errado.
  4. Descobrimos agora que o mais antigo ancestral dos animais (alegadamente), as geléias-pente, já tinham cérebros, sistemas nervosos, e músculos, e que mais tarde, as esponjas-marinhas perderam tais genes. A complexidade fazia-se presente desde o princípio, o que está de acordo com o criacionismo e em total desacordo com o evolucionismo gradualista.
  5. Os evolucionistas também descobriram, através de experiências, que a maior parte das mutações causam a perda de informação genética, exactamente o contrário do que seria de esperar se a teoria da evolução estivesse certa. Este último ponto é particularmente importante visto que isto causa a que o gradualismo evolutivo se mostre estatisticamente improvável, a roçar a impossibilidade.

Quantas teorias científicas podem produzir tantas previsões que são totalmente falsas, tantas hipóteses falsificadas, e mesmo assim ser considerada dogma ortodoxo que ninguém pode questionar sem ser considerado um doente ou uma pessoa sem qualquer tipo de formação?

Não há forma de saber isto, mas da forma como as coisas estão, temos mais evidências para os extra-terrestres a levar a cabo “experiências médicas” em seres humanos pela calada noite do que evidências em favor da Abiogénese ou da síntese neo-Darwiniana.

Tal como já foi dito no passado, os evolucio-animistas e os crentes nos mitológicos “milhões de anos” são livres para ter a sua fé, mas eles não são livres de a qualificar de “ciência”.

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A falácia do “fenómeno natural”

1. Assumir, sem qualquer inferência com bases científicas, que um dado evento tem que ter forçosamente uma causa/origem “natural”.

2. Assumir por defeito a posição naturalista como a “mais provável” sem ter, no entanto, qualquer tipo de evidência em favor desta posição.

3. Alegar que algo deve ter “causas naturais” ou “origens naturais” só porque parece e age de maneira natural, sem no entanto exigir informação adicional tal como “que processo natural pode gerar/causar este evento?” (Assumir que um dado evento é um “fenómeno natural” sem no entanto explicar de forma natural como é que esse dado fenómeno veio a surgir/ocorrer.)

4. Qualquer hipótese ou teoria que conclui que algo tem causas naturais tendo como base nada mais que pressuposições naturalistas.

5. Assumir as “explicações naturais” como as “mais prováveis” apenas e só porque no passado algumas explicações “não-naturais” erraram. Usando esta “lógica”, nós podemos assumir uma explicação não-naturalista para a origem da vida apenas e só porque as variadas explicações “naturais” falharam (e vão continuar a falhar).

Todas as hipóteses científicas relativas à origem da vida que avançam com a ideia de que a vida é o resultado de “processos naturais” baseiam-se em nada mais que num profundo compromisso com o Naturalismo visto não haver qualquer tipo de dado ou evidência científica que apoie esta posição.

Ao contrário da conclusão oficial da comunidade científica, que é baseada em pressuposições naturalistas e não no método científico, uma hipótese realmente científica tem que ter algum tipo de dado em seu favor, e não ser na sua essência uma especulação sem bases reais.

Por outro lado, uma inferência genuinamente científica, com base nas observações e nos dados à nossa disposição, leva-nos a concluir que a vida é o efeito de Design Inteligente. Deve ser por isso que os evolucionistas ateus tentam desesperadamente separar a teoria da evolução da origem da vida; se o Naturalismo falha logo à partida (ao não ser capaz de explicar a origem de uma única célula), então é mais do que provável que o Naturalismo também falhe em explicar a diversidade biológica.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/2r1TrTZ

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A quem pertence o ónus da prova: aos ateus ou aos teístas?

Por Mark Harrison

Tanto ateus como teístas estão a avançar com uma hipótese, e como tal, ambos têm o ónus de demonstrar que a sua hipótese está correcta. O ónus da prova é a obrigação das partes em discussão de disponibilizar motivos suficientes em favor da sua posição (…). O ónus da prova só existe quando qualquer uma das partes quer convencer a outra – isto é, quando as duas posições entram em disputa.

Algumas pessoas alegaram que “ausência de Deus” é uma hipótese nula, e que, portanto, não exige qualquer tipo de prova. Eu diria, no entanto, que, dado o número de pessoas que acreditam que Deus existe, independentemente da “equipa” que defendam, claramente existe uma disputa e como tal, não só quem quer convencer o outro tem o ónus da prova, mas também o argumento “a minha posição não requer qualquer tipo de prova” é falso.

Isto parece ser aceite pela maioria dos teístas e rejeitado pela maioria dos ateus. A maior parte dos teístas, e por motivos inerentes ao seu sistema de crenças (pelo menos no islão e no Cristianismo), quer evangelizar o que, consequentemente, lhes coloca na posição de ter o ónus da prova. A maior parte dos ateus, e como consequência dos seus sistemas de crença, não sente essa obrigação, e como tal, como eles não estão a tentar convencer ninguém de nada, eles não têm o ónus da prova.

No entanto, existe uma minoria de ateus que, e por falta de um termo mais apropriado vou-lhes chamar de “ateus evangélicos”, adoptou a posição de que as outras pessoas deveriam ser convencidas de que Deus não existe. Ao adoptarem esta posição, eles criam para si mesmos o ónus da prova. Portanto, o argumento de que os teístas têm o ónus da prova é bastante sólido. A questão prende-se, portanto, se os “ateus evangélicos” têm ou não o ónus da prova.

Mencionei em cima que alguns alegam que, visto que a hipótese “ausência de Deus” é uma hipótese nula, ela não tem ónus da prova. Para examinarmos isto com uma analogia, tomemos como exemplo um Europeu do século 16 a perguntar: “Será que cisnes pretos existem?” Por milhares de anos, o peso das evidências parecia estar do lado da afirmação de que todos os cisnes eram brancos.

Devido a isto, a afirmação “cisnes pretos não existem” parecia ser uma proposição fundamentada nas evidências à nossa disposição. Por essa altura parecia que o ónus da prova estava do lado daqueles que alegavam que a frase “Cisnes pretos não existem” era falsa visto que a não-existência de cisnes pretos era “óbvia” pela ausência de evidências em favor da sua existência.

No entanto, em 1697, o “cygnus atratus” – uma espécie de cisne preto que só existe na Austrália – foi pela primeira vez visto por um Europeu.

Consequentemente, desde a Era do Iluminismo que a ciência se movimentou gradualmente em favor da conclusão de que qualquer declaração que se queira que os outros concordem tem o ónus da prova sobre si. Há, portanto, uma diferença entre “X não existe” e “não temos evidências convincentes de X”.

Existem muitos ateus que simplesmente dizem “não temos evidências de que Deus existe”. Considero esta uma posição perfeitamente razoável [sic], e não creio que quem a defenda tenha o ónus da prova. No entanto, os “ateus evangélicos” [aqueles que querem convencer os outros de que Deus não existe] têm sobre si o ónus da prova.

Fonte: http://bit.ly/2qQ0XBa

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A nova definição de “ateísmo” como uma mera “ausência de crença” é precisamente uma vá tentativa de evitar ter que oferecer algum tipo de argumento em favor da irracionalidade que é o ateísmo.

Mas o “curioso” é que as pessoas que dizem nada mais ter que uma “ausência de crença” são essencialmente as mesmas que afirmam dogmaticamente que “Deus não existe”. Quem já participou em grupos de discussão com ateus sabe como eles dançam entre estes dois pensamentos, esperando que nenhum Cristão os chame a atenção.

Basicamente eles refugiam-se de qualquer escrutínio afirmando nada mais ter que uma “ausência de crença” ao mesmo tempo que forçam os Cristãos a ter que disponibilizar evidências para algo que eles estão determinados a não aceitar.

Eles, tal como os evolucionistas na questão criação-vs-evolução, evitam o confronto quando sentem que podem perder, mas querem avançar com o mesmo quanto têm a fé de que podem vencer.

Mas a parte boa de se ser Cristão, para além da paz actual e a certeza da salvação, é que todos os argumentos que os “ateus evangélicos” levantam contra a Verdade Bíblica são auto-refutantes visto que a capacidade humana de pensar em termos abstractos, filosóficos e morais claramente refuta a noção de que o homem nada mais é que um amontoada de células totalmente controlado pelas “forças naturais”.

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Proteína bastante antiga.

Por Sean D. Pitman M.D.

Apesar das evidências reproduzíveis de que o ADN, bem como muitas proteínas, são relativamente instáveis e que decaem rapidamente, os achados positivamente reportados de tal material existente nos fósseis supostamente com milhões de anos, parece intrigante. Por exemplo,  em 1992, o Dr. Muyzer, et al., usou uma reacção de cadeia de polimerase (PCR) para amplificar a proteína que eles suspeitavam ser osteocalcina de dois dinossauros do período Cretáceo identificados como “Lambeosaurus F38” (que eles acreditavam ter 75,5 “milhões anos”), “Pachyrhinosaurus F39” (supostamente com 73,25 “milhões de anos”), e uma terceira amostra de dinossauro (…).

Foram usados dois métodos distintos para se determinar se a proteína realmente era de osteocalcina ou não. O primeiro método usado foi uma reacção imunológica. Eis a forma como funciona:

  1. Quando algumas moléculas de uma substância estranha são injectadas num animal, o sistema imunológico do animal irá, obviamente, produzir anticorpos para a combater.
  2. O tipo de anticorpos que ele produz depende do tipo de material estranho que é introduzido.
  3. Para além disso, o sistema imunitário do animal irá produzir uma quantidade imensa de anticorpos em resposta a apenas algumas moléculas, e como tal, os anticorpos são muito mais facilmente detectáveis que o material  estranho em si.

Os pesquisadores extraíram osteocalcina dos ossos dum jacaré e injectaram-no num coelho para apurarem que tipo de anticorpos este iria produzir para lutar contra a osteocalcina. Depois disso, pegaram em ossos de dinossauro em pó e injectaram-no no coelho, e este produziu o mesmo tipo de anticorpos – indicando indirectamente que havia osteocalcina nos ossos de dinossauro em pó.

O segundo método usou uma medição directa dos rácios Gla/Glu “detectados através da cromatografia de alta performance.” (7) A sua conclusão foi de que ambos os métodos apuraram que a osteocalcina ainda se encontrava presente nos três tipos de ossos de dinossauro analisados. Este estudo foi publicado em Outubro de 1992.

Uma busca pela literatura apurou que os artigos relativos ao material orgânico presente nos ossos de dinossauro foram publicados entre Abril de 1990 a Novembro de 1994 (Segundo pude apurar, nada foi publicado na Nature ou na revista Science em torno deste assunto desde então). Na mesma publicação do Dr. Muyzer (7), o Dr. Matthew Collins disse o seguinte:

Os dinossauros têm em torno de si um fascínio duradouro. Reportamos a detecção duma proteína num osso de dinossauro, publicado por volta da mesma altura que o filme Parque Jurássico, de Steven Spielberg, saiu, e como tal, essa informação estava destinada a gerar toda a atenção mediática.

O nosso relatório alegou ter detectado imunologicamente a osteocalcina, para além de ter apurado a presença pouco usual do aminoácido g-carboxiglutâmico (Gla) num osso de dinossauro de sedimentos imaturos (não-aquecidos),

A osteocalcina ajusta-se de modo peculiar a tal sobrevivência: encontra-se abundante nos ossos, liga-se fortemente a ele e tem a característica distinta de ser a única proteína antiga a ser alguma vez sequenciada. (7).

Alguns artigos sugeriram que o que foi achado trouxe para a linha da frente a possibilidade de transformar a ficção científica do Parque Jurássico num facto científico. A revista  “Elsevier” (2/10/93) declarou:

[A presença de osteocalcina] deixou os cientistas a ponderar que, se isto é possível  ocorrer com uma proteína, talvez também seja possível com o ADN.

O “Daily Telegraph” chegou até a sugerir que os restaurantes geradores de tendências podem até começar a servir sopas de dinossauro.

No entanto, a comunidade científica estava mais céptica. Num artigo de 1992 que se encontrava numa entrevista para a  Science News,  Jeff Bada (um experiente geoquímico proteico) avisou:

Fico apreensivo em relação à estabilidade do Gla. Porque é que ele se manteria sem alteração durante dezenas de milhões de anos?

Os cientistas estão a perguntar: “Como é possível esta proteína ser tão jovem e fresca quando ela se encontra dentro de ossos tão antigos?” Talvez seja mais racional considerar a possibilidade deles nunca virem a encontrar uma resposta porque estão a fazer a pergunta errada.

Talvez devamos perguntar: “Como é que estes ossos podem ser antigos quando eles têm  proteínas tão frescas?” Esta pergunta coloca a questão num prisma totalmente distinto.

Fonte: http://bit.ly/2roZ79y

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Os evolucionistas nunca irão entender como é que as proteínas e o ADN podem durar “milhões de anos” sem decair porque as proteínas e o ADN não podem durar dezenas de “milhões de anos”; a sua visão do mundo rejeita à priori qualquer interpretação que não possa ser incorporada dentro da mitologia dos “milhões de anos”, mesmo que essa interpretação esteja em total acordo com o que se pode observar.

Um cientista sério analisa todas as hipóteses e faz a inferência que melhor se ajusta aos dados observáveis: se encontramos material biológico “jovem” dentro de fósseis supostamente “antigos”, então é bem provável que esses fósseis não sejam tão “antigos” assim; talvez haja algo de errado com os métodos de datação que dão idades na ordem dos “milhões de anos” e talvez seja altura de buscar interpretações alternativas.

Mas o ateu evolucionista, que tem um compromisso com o Naturalismo e não com a ciência, não pode de maneira nenhuma colocar em causa os mitológicos “milhões de anos” visto que todo o edifício naturalista que ele criou para si depende dessa posição de fé.

Para o ateu evolucionista, todas as evidências têm que ser interpretadas à luz dos mitológicos “milhões de anos”, e tudo aquilo que não se enquadra nesta visão têm que ser colocado à parte e/ou deturpado de modo a manter a filosofia naturalista intacta.

Para nós Cristãos o facto dos dados observáveis estarem de acordo com a linha temporal Bíblica não pode de maneira nenhuma ser surpresa: ao contrário dos evolucionistas e dos crentes nos mitológicos “milhões de anos”, nós temos Uma Testemunha Ocular do que aconteceu no passado; Ele não só viu como a vida surgiu na Terra, como foi Ele Mesmo Quem a criou, e registou na Bíblia, em traços gerais, a forma como criou e o tempo que durou o processo criativo.

A Terra não tem “milhões de anos”; a evolução nunca aconteceu e nem vai alguma vez acontecer no futuro.  Os evolucionistas são livres para acreditar no que é refutado pelas evidências históricas e observáveis, mas eles não são livres para chamar de “ciência” à sua fé religiosa.

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A luta pelo criacionismo na Sérvia

A Sérvia Nacionalista foi alvo de manchetes mediáticas este mês depois de 166 intelectuais de topo terem assinado e entregue uma petição ao governo exigindo o ensino da doutrina Cristã do criacionismo nas escolas Sérvias.

Entre as assinaturas estão padres Ortodoxos, médicos, políticos e professores (sendo que alguns fazem parte da Academia de Ciências da Sérvia).

Os peritos associam este renascer do conservadorismo teológico com o reavivamento dos sentimentos nacionalistas e anti-globalistas que existem na região. Ljiljana Colic qualificou o monopólio que o Darwinismo tem nas escolas de “ofensa a todos os crentes, e não só aos [Cristãos] Ortodoxos.”

Este desenvolvimento, tal como o trabalho de Johan Huibers, o criacionista Holandês, é mais uma chapada na cara dos cientistas modernistas que gostam que afirmar que o criacionismo é um fenómeno exclusivamente existente dentro dos Protestantes Americanos.

As escolas Polacas começaram também a usar textos escolares simpatéticos com o criacionismo escritos pelo cientista Católico Romano Maciej Giertych.

A contra-revolução está a ganhar mais e mais força diariamente na Europa do Leste. Os soldados que se encontram na linha da frente em países como a Sérvia precisam agora de apoio e das nossas orações.

Que Deus lhes dê forças e perseverança nesta batalha tão importante.

Fonte: http://bit.ly/2qWXn5k

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Fósseis antigos com ADN e tecido macio

Por Sean D. Pitman M.D.

ADN Antigo??

Uma das reportagens mais antigas relativa ao ADN extraído de material antigo (isto é, com mais do que “um milhão de anos”) envolvia folhas de Magnólia (com fragmentos intactos que mediam até 820 pares de base) encontradas em sedimentos do fundo de lago da Era Miocena, supostamente com 17 a 20 “milhões de anos”.(3)

insecto_ambarEste achado foi bastante interessante visto que as folhas de magnólia foram encontradas em depósitos de argila encharcados – isto é, ainda molhadas.

Claro que o ADN desintegra-se de forma relativamente rápida quando se encontra dentro de água (a desintegração completa ocorre em menos de 5,000 anos. (33) No entanto, esta experiência foi repetida por vários cientistas e eles reportaram a extracção de cpADN de planta autêntico entre os tamanhos 700-1500 bp [inglês para “base pair”, que significa “par de base”]. (34,35)

Comentado no ADN espantosamente antigo que se encontrava na folha supostamente com 17 “milhões de anos”, Svante Paabo exclamou:

No entanto, a argila estava húmida, e isto leva-nos a questionar a forma como o ADN conseguiu sobreviver ao efeito destrutivo da água durante tanto tempo. (24)

Boa pergunta. No entanto, a maior parte do ADN supostamente “antigo” que já foi encontrado chega-nos de insectos e material botânico preservado em âmbar seco, incluindo uma térmite que se estima ter entre 25 a 30 “milhões de anos”, (2) uma folha de Hymenaea que se pensa ter entre 25 a 40 milhões de anos (5), e um gorgojo que se estima ter entre 120 a 135 “milhões de anos”. (1)  Pensava-se que o ADN do gorgojo em particular era 80 “milhões de anos” mais velho que qualquer espécime de ADN alguma vez extraído e sequenciado.

Anda mais espantoso que isto, no entanto, são os achados do Dr. Cano, microbiólogo da “California State Polytechnic University“. O que o Dr. Cano fez foi dissecar uma abelha sem ferrão Dominicana que se encontrava aprisionada em âmbar, e que se pensava que tinha entre 25 a 40 “milhões de anos”.

O que ele descobriu no seu interior foram esporos bacterianos muito bem preservados. De facto, o grau de preservação era tal que eles voltaram a crescer quando foram colocados no ambiente certo. Dito de outra forma, ainda estavam vivos. E, curiosamente, o seu ADN estava de acordo com o ADN da bactéria moderna que cresce dentro das abelhas actuais. (26).

Para além disto, e recentemente, endosporos bacterianos viáveis e proteobactérias foram isolados de cristais de sal primários (halite) datados com mais de 250 “milhões de anos”. (30,36). As experiências foram levadas a cabo em instalações laboratoriais dedicadas e devidamente isoladas, e como tal, a contaminação neste caso é vista como improvável.

Devido isto, obviamente, a idade dos cristais foi posteriormente colocada em causa. (33,37) Logicamente, e visto que está para além da imaginação humana assumir que algum tipo de vida possa permanecer viável depois de tal período de tempo, não é mais provável que os métodos de datação usados para os cristais estejam errados? Bem pensado.

É também interessante salientar que as sequências provenientes do estudo de Vreeland et al. [referência. 30] revelam apenas 13 diferenças/substituições em relação às sequências das bactérias actuais, embora as taxas de mutação conhecidas entre as bactérias da mesma família tendam a sugerir 59 diferenças. (33)

Segundo este prisma, o ADN extraído do âmbar, embora tenha sido mantido num ambiente relativamente seco, é tão problemático como as sequências de ADN provenientes dos cristais de sal antigos.

R. John Parkes, falando para a Nature em relação a este e a outros fenómenos semelhantes, disse o seguinte:

Temos também a questão da forma como os biopolímeros bacterianos se podem manter intactos durante milhões de anos dentro da bactéria adormecida; ou, dito de modo inverso, se as bactérias se encontram metabolicamente suficientemente activas para reparar biopolímeros, isto levanta a questão da fonte de energia que pode durar tal longo período de tempo. (29)

Independentemente destes problemas sérios, tais descobertas foram amplamente publicitadas pelos média sem, no entanto, qualquer tipo de comentário em relação aos problemas que estes achados levantam para a linha temporal geológica convencional.

O ADN, tal como todas as outras macromoléculas biológicas, é de forma geral bastante instável e deteriora-se espontaneamente – especialmente se estiver hidratado ou “húmido”. Quando se encontra dentro duma célula viva, o ADN é mantido vivo através de mecanismos de reparação, mas depois da morte, o ADN auto-destrói-se a um ritmo bastante acelerado.

Numa revisão publicada em torno da estabilidade química do ADN, Tomas Lindahl (1993) salientou:

Privado dos mecanismos de reparação disponibilizados pelas células vivas, o ADN totalmente hidratado é degradado espontaneamente em pequenos fragmentos durante um período de vários milhares de anos e sob temperaturas moderadas.

Lindahl prossegue alegando em favor duma “contaminação” de todos estes espécimes levado a cabo com ADN moderno, sugerindo que:

A aparente observação de que ADN de plantas, totalmente hidratadas, possam ser mantidas em forma de massa altamente molecular durante 20 milhões é incompatível com o que se sabe das propriedades químicas da estrutura do ADN. (28)

Na edição de 1991 da “Science”,  Jeremy Cherfas expressou a sua perplexidade, afirmando:

 Que o ADN possa sobreviver durante tal incrível quantidade de tempo é algo totalmente inesperado – quase inacreditável. (25)

Semelhantemente, Skypes (1991) comentou que estimativas in vitro da taxa de hidrólise espontânea implicam que nenhum ADN poderia ficar intacto muito para além dos 10,000 anos. No seu artigo de revisão, Lindahl prossegue alegando que:

Parece viável que que as sequências de ADN úteis, com milhares e milhares de anos, possam ser recuperados, parcialmente se os fósseis tiverem sido retidos a baixas temperaturas.”

Como exemplo, Lindahl fez referência ao ADN de tecido de mamute que se pensa ter 40 “mil anos”. Portanto, o nosso conhecimento da estabilidade do ADN faz com que pareça ser altamente improvável que esta molécula possa ter sido preservada durante mais do que umas poucas dezenas de milhares na melhor das hipóteses. Outras pessoas notaram que:

Certos limites físicos parecem inevitáveis. No espaço de 50,000 anos, a água remove as bases do ADN e leva à desfragmentação dos cordões em pedaços tão pequenos que nenhuma informação pode ser extraído dos mesmos. O oxigénio também contribui para a destruição do ADN. Até em condições ideias de ausência de água e oxigénio, e em baixas temperaturas, a radiação de fundo tem que, por fim, eliminar toda a informação genética. (27)

Muitos outros autores sugeriram que “o tempo máximo de sobrevivência do ADN vai dos 50,000 anos (Kyr) até a 1 milhão de anos (Myr).” (33) No entanto, crê-se que os fósseis dos quais o ADN foi recuperado têm, em alguns casos, dezenas de “milhões de anos”.

Claramente há um problema aqui. É por isso que alguns cientistas estão agora a olhar para os achados reportados (especialmente aqueles que não envolvem preservação em âmbar) de modo céptico.

Foi alegado que algum do resíduo detectado é resultado da contaminação através do ADN moderno. (33) Por exemplo,

Um estudo recente, e de larga escala, levado a cabo sob estritas condições aDNA falhou em obter ADN endógeno a partir dos insectos encontrados no âmbar, apesar da aplicação de várias extracções distintas e protocolos PCR.

Até mesmo tentativas de amplificar reproduzivelmente o ADN endógeno a partir das mesmas extracções usadas na alegação original (isto é, da abelha preservada no âmbar e com 25-40 “milhões de anos”) falharam.

Paralelamente, partes da sequência de gorgojo com 120-135 “milhões de anos” foram subsequentemente reveladas como sendo de origem fungosa e nenhuma das sequências do âmbar passou nos relativos testes de taxas. (33)

Portanto, os cientistas têm estado desde então, ou alegam estar, mais conscientes da eliminação da possibilidade de contaminação. Mesmo assim, todos os dados que sugerem a recuperação de ADN antigo não cai bem dentro da escala dos milhões de anos normalmente aceites.

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Fonte e referências:   http://bit.ly/2lJo0JU

Página do Facebook: Darwinismo 2.0

Minds:  https://www.minds.com/MiguelMats

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Mutações genéticas não causam qualquer tipo de ‘evolução’.

Por Richard William Nelson

No ano de 1620 William Bradford e Edward Winslow, colonos primordiais do nordeste Americano, enviaram um prospecto comercial: “Cape Cod parecia ser um local de boa pesca porque todos os dias nós vimos baleias enormes, e da melhor qualidade no que toca ao óleo e aos ossos.” A indústria da caça à baleia nos Estados Unidos estava a começar.

Duzentos anos mais tarde, New England havia-se tornado no maior centro de pesca de baleia no mundo. Só em 1857, mais de 10,000 homens lançaram-se ao mar só em New Bedford, Massachusetts.

moby_dickNos 100 anos que se seguiram, e durante a altura do mítico Moby Dick de Herman Melville, a indústria de pesca à baleia foi forçada a pescar cada vez mais para dentro do oceano e, eventualmente para o Atlântico Sul, deixando a população de baleias do Atlântico Norte dizimada.

Visto que menos de 100 eram tidas como ainda existentes por volta de 1935, a pesca da baleia foi globalmente banida em 1937. Embora se creia que por volta de 2013 a população tenha finalmente aumentado para 500, uma equipa de pesquisa descobriu uma mutação genética que está a levar a população à extinção – um pesadelo para a evolução da baleia.

A Mutação de Um Único Gene

Em busca duma explicação biológica para o declínio da população de baleias, uma equipa de pesquisa liderada por Lorian E. Schweikert, do “Florida Institute of Technology”, clonou e sequenciou o gene da baleia que codifica para as proteínas fotorreceptoras sensíveis à luz conhecidas como opsinas. Estas proteínas que se encontram nas células fotorreceptoras da retina agem como mediadoras na conversão da luz para sinais electromagnéticos – o primeiro passo na cascata de transdução visual.

A equipa publicou os seus resultados no “Journal of Comparative Neurology” (2016) num artigo com o título de “Evolutionary loss of cone photoreception in balaenid whales reveals circuit stability in the mammalian retina.” Como reporta o ScienceDaily:

As normais proteínas detectoras de luz nas células dos cones fotorreceptores não estão presentes nestas baleias, demonstrando pela primeira vez a perda total de detecção de luz baseada em cone num mamífero.

Quase todos os vertebrados têm na retina células fotorreceptoras em cone bem como células fotorreceptoras em forma de haste – células que desempenham papéis distintos mas complementares. Ao mesmo tempo que os fotorreceptores em haste permitem a visão em áreas com pouca luminosidade, as células fotorreceptoras em cone permitem a visão em condições de alta luminosidade.

Os cientistas apuraram que uma mutação genética nos olhos das baleias, que fragiliza a sua habilidade de ver em ambientes com bastante luminosidade, pode torná-las mais susceptíveis a emaranhamentos fatais nos aparatos de pesca…..uma das maiores causas de morte deste mamífero em perigo crítico de extinção.

No artigo com o nome de “Whales Extinction Reason: Blame Genetic Mutation,” o escritor de ciência Rodney Rafols explica o porquê: “as proteínas detectoras de luz nas células fotorreceptoras em cone das baleias não estão presentes.” O resultado desta mutação num único gene é a perda da visão. “Isto pode dificultar a sua habilidade de evitar o emaranhamento nos dispositivos de pesca,” disse Schweikert, “ que é uma das maiores causas de morte deste animal em perigo de extinção.”

Teoria Original da Mutação

As mutações genéticas foram originalmente vistas como a força motora da evolução. Em 1937, e num vácuo de evidências científicas, o geneticista Americano Theodosius Dobzhansky especulou em torno dum princípio para uma nova teoria da evolução:

As mutações e as mudanças cromossómicas…..fornecem de maneira constante e sem parar o material cru para a evolução.

theodosius_dobzhanskyDobzhansky é creditado pela frase lendária: “Nada na biologia faz sentido sem ser à luz da teoria da evolução.” Um medalhão-mosaico desta declaração reside actualmente no chão do hall principal do “Jordan Hall of Science” Universidade de Notre Dame, uma universidade de pesquisa Católica localizada na zona adjacente a South Bend, Indiana.

Esta especulação ousada tomou de assalto a indústria evolutiva. Por volta dos anos 50, ela era um selo padrão nos livros de biologia das escolas – um facto científico. No livro escolar com o nome de “An Introduction to Biology” (1957), Gaylord Simpson, curador do “American Museum of Natural History”, avançou ainda mais com a especulação:

As mutações são os materiais primários da evolução.

Em 1983, Douglas J. Futuyma, da “State University of New York”, alegou:

De longe, a forma mais importante através da qual o acaso influencia a evolução é através do processo das mutações. As mutações são, de forma única, a fonte das novas variações genéticas, e sem variações genéticas não podem ocorrer modificações genéticas. Devido a isto, as mutações são, portanto, necessárias para a evolução.

A teoria parecia explicar o problema maior, ainda por resolver, de Darwin: a origem das novas variações como forma de produzir novas espécies. Para Darwin, este problema era algo que teria que ser resolvido posteriormente:

Somos demasiado ignorantes para especular em torno da importância relativa das várias causas conhecidas e desconhecidas da variação.

Analisando as mutações

Ao conceptualizar as mutações genéticas como a fonte da variação, o não-resolvido dilema de Darwin estava finalmente resolvido. As mutações disponibilizavam um mecanismo teórico à indústria da evolução, o que lhes permitia justificar a origem das novas variações que resultavam na formação de novas espécies. Depois disto, chegaram as tecnologias científicas mais avançadas – especificamente, o microscópico electrónico (poucos anos depois de James Watson e Francis Crick deduzirem a estrutura do ADN em 1952 usando a defracção raio-X).

O acto de incorporar as evidências científicas a partir dos mais recentes avanços tecnológicos para dentro da teoria da evolução enfrentou alguns obstáculos – barreiras que colocavam em causa o status quo. Eventualmente Theodosius Dobzhansky recebeu o Prémio Nobel “por descobrir que as mutações poderiam ser induzidas através dos raios-X”, gerando um círculo perfeito em relação à sua especulação original.

Mas em 1955, e no seu livro “Evolution, Genetics and Man,” Dobzhansky admitiu finalmente o erro das suas especulações prévias:

A maior parte dos mutantes que surgem nos organismos são desvantajosos para os seus possuidores.

Tendo como base as novas evidências científicas extraídas das novas tecnologias, as coisas começaram a tomar outra forma. No seu livro de 2002 com o nome de “Acquiring Genomes: A Theory of the Origins of Species,” os evolucionistas Lynn Margulis (Universidade de Massachusetts Amherst) e Dorion Sagan, filho de Carl Sagan, explicam:

lynn_margulisSão conhecidas imensas formas de induzir mutações mas nenhuma gera novos organismos. A acumulação de mutações não leva ao aparecimento de novas espécies e nem mesmo ao aparecimento de novos órgãos ou de novos tecidos….

Até mesmo os biólogos evolucionistas profissionais têm dificuldade em encontrar mutações – quer sejam espontâneas ou induzidas – que acabem de forma positiva no que toca a mutações evolutivas.

O geneticista Italiano Giuseppe Sermonti opinou:

Um dos factos que deu ânimo à pesquisa em relação às mutações foi a esperança de que a acumulação destas pudesse levar ao aparecimento de novas espécies. Mas isto nunca ocorreu.

Um pesadelo para a teoria da evolução

As mutações genéticas, que a dada altura chegaram a ser vistas como a tábua de salvação do dilema de Darwin, emergiram agora como um pesadelo biológico para a indústria da evolução. Segundo o “Genetics Home Reference Handbook” do “U.S. National Library of Medicine”, as “mutações têm consequências sérias e elas são incompatíveis com a vida.”

Hoje em dia, as mutações genéticas nos humanos foram associadas a mais de 4,000 doenças específicas conhecidas. Segundo a Encyclopedia Britannica

Cerca de 30% de toda a mortandade infantil pós-Natal nos países desenvolvidos ocorre devido a doenças genéticas; 30% das admissões pediátricas e 10% de admissões adultas nos hospitais podem ser rastreadas até a causas genéticas.

Infelizmente, teme-se que a mutação dum único gene da baleia eventualmente leve à sua extinção – um pesadelo para a evolução da baleia. Não existem evidências de mutações a gerar novas variações, novos elos transicionais ou novas espécies. Existe, no entanto um elo claro entre as mutações genéticas e as extinções.

A construção dum novo micróbio através das mutações nunca ocorreu. A Cyanobacteria sempre foi uma Cyanobacteria e, apesar das constantes mutações genéticas, ela nunca mudou. A indústria da evolução está, actualmente, em busca desesperada por algo que tome o lugar da agora defunta teoria das mutações genéticas.

Ao contrário do que é avançado pela teoria de Darwin, não só há uma falta de evidências em favor duma evolução da baleia, algo demonstrado pela total ausência dum ancestral conhecido ou de algum elo transicional, nos mais de 2,000 genes de opsina já identificados não há elo transicional algum. As opsinas são específicas a cada espécie e isto de forma única.

Uma vez que há já muito tempo que é necessário que se crie uma nova teoria da evolução para lidar com a crise, a “Royal Society” irá, este mês, levar a cabo um encontro de cientistas (em Londres) com o propósito expresso de gerar um consenso em torno duma nova teoria da evolução.

Embora pela primeira vez em décadas o encontro tenha estado aberto à imprensa, até hoje não foi emitido um único comunicado de imprensa em torno de qualquer tipo de avanço no desenvolvimento duma nova teoria da evolução. A abertura a novas ideias não ajudou. Tal como um castelo de cartas, a outrora unificadora teoria da evolução entrou em colapso. O pesadelo em torno da evolução da baleia é emblemático da morte lenta da indústria da evolução.

Génesis

Apesar dum dilúvio de mudanças desde a publicação da Origem das Espécies (1859) por parte de Darwin, e apesar de mais de 150 anos de esforços científicos sem precedentes na história da humanidade para se provar o contrário, as evidências já examinadas na natureza, manuseadas com tecnologia sem precedentes, continua a estar de acordo com o registo de Génesis escrito por Moisés.

Robert Boyle (1627-1691), membro da “Royal Society”, tido como o primeiro químico do mundo moderno, e fundador da Lei de Boule, declarou:

Na Bíblia, o ignorante pode aprender o conhecimento mais específico, e o homem mais sábio pode discernir a sua ignorância.

A evolução, que já foi uma teoria em crise, é hoje uma crise sem uma teoria unificadora. A evolução biológica existe apenas como uma filosofia, e não como ciência.

~ http://bit.ly/2g1ONLF

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É óbvio que os evolucio-animistas nunca irão admitir publicamente que as mutações não são “material cru para a evolução” antes de poderem encontrar outra alternativa ‘natural’. A sua firme crença nos nunca-observados poderes organizadores do gradualismo aleatório nada mais é que uma expressão do que eles querem que seja verdade, e não consequência lógica das observações.

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