A teoria da evolução não é ciência e eis o porquê

Pegadas2Qual é a teoria que não pode ser cientificamente refutada, independentemente das evidências contrárias que sejam encontradas? Qual é a teoria que pode mudar por completo as suas alegações, sem, no entanto, questionar as posições de fé que a fundamentam?

Imaginem o cenário hipotético: vamos imaginar que estamos em Julho de 2005 e que no dia 5 desse mesmo mês lemos a seguinte notícia:

“Pegadas Reescrevem a História dos Primeiros Americanos”

PegadasA notícia diz que a descoberta de pegadas humanas perto dum antigo lago mexicano “revela” que as primeiras pessoas chegaram à América 30,000 anos mais cedo do que se pensava. A equipa liderada pela geo-arqueóloga Silvia Gonzalez, da Universidade John Moores, em Liverpool, descobriu 269 pegadas animais e humanas preservadas numa camada de cinza, e estas pegadas foram “datadas” com a idade de “40.000 anos” (que nós sabemos ser uma data falsa porque a Terra não é assim tão antiga).

Segundo Matthew Bennett da Universidade de Bournemouth (Inglaterra) as pegadas “preenchem todos os critérios estabelecidos após a descoberta das pegadas de Laetoli” (as tais que aguentaram “3,75 milhões de anos” mas que estão, entanto, em risco de desaparecer num espaço de 32 anos). O mesmo cientista declarou:

“Elas são, indiscutivelmente, pegadas humanas”.

Imaginemos agora que avançamos no tempo para Dezembro de 2005, e que no dia 3 desse mês somos confrontados com a notícia:

“As Pegadas dos Primeiros Americanos são Demasiado Velhas Para Serem Humanas”

Já não é credível que as pegadas tenham sido feitas por seres humanos porque outro “método de datação”/adivinhação indica que as rochas onde estão as pegadas têm “1,3 milhões de anos”. Dado isto, urge perguntar: quem é que fez as pegadas expostas em cima?

Paul Renne, geólogo da Universidade da Califórnia, afirma que as pegadas são mais recentes, e que elas são “marcas feitas por máquinas ou por animais”. Ou seja, no espaço de 5 meses as pegadas que eram “indiscutivelmente humanas” passaram a ser “marcas feitas por máquinas ou por animais”. Seria interessante saber que “máquina” ou que “animal” é capaz de fazer o tipo de pegada que se vê a seguir:

Pegadas3Este novela evolucionista revela bem as areias movediças que são os assim-chamados “métodos de datação”. Foram usados 5 métodos de datação distintos; a idade menor era de 38 mil anos enquanto que a maior era de 1,3 milhões de anos. Como a teoria da evolução não é ciência no verdadeiro sentido do termo, o cientista evolucionista é livre para escolher a data que está de acordo com a sua fé em Darwin.

E foi exactamente isso que aconteceu: os evolucionistas britânicos não aceitam as datas dos evolucionistas americanos e os americanos não aceitam as datas dos britânicos. Mas ambos os grupos estão a fazer “ciência” que (supostamente) é “sólida”, “fiável” e livre de qualquer interferência das crenças pessoais.

Se estas marcas realmente são pegadas humanas (e é isso que as evidências empíricas sugerem), então os evolucionistas vêem-se na obrigação de reescrever toda a história da migração do ser humano para as Américas. Mas como isso dá muito trabalho, os evolucionistas preferem dizer que as pegadas “claramente humanas” não são pegadas humanas porque . . . . elas têm “1,3 milhões de anos”, e, como diz a lenda evolucionista, o ser humano ainda não existia por essa altura.

Esta nova datação deu uma idade de “1,3 milhões de anos” a pegadasindiscutivelmente humanas. Se a teoria da evolução fosse uma teoria científica no genuíno sentido do termo, esta observação empírica seria suficiente para mostrar que algo nela não está correcto.

Como é podemos ter pegadas indiscutivelmente humanas na América, e com a idade de “1,3 milhões de anos”, se, segundo a fé evolucionista, por essa altura só o Homo erectus andava por África? Ou as pegadas são humanas e os “métodos de datação” que dão idades na ordem dos “milhões de anos” não funcionam, ou as pegadas não são humanas e estamos a ser enganados pelos nossos olhos.

Reparem que ninguém discute a composição química das rochas visto que isto pode ser observado de forma objectiva, directa e clara, independentemente da crença dos pesquisador. Já a idade das pegadas é algo totalmente subjectivo visto que os “métodos de datação” evolucionistas não são ciência objectiva. O mesmo pode ser dito da teoria da evolução em si.

Claro que para nós Cristãos o facto de haver pegadas “indiscutivelmente humanas” em rochas supostamente “antigas” é algo normal e esperado. Uma vez que a Terra não tem “milhões de anos”, e visto que o ser humano está na Terra “desde o princípio da criação” (e não “milhões de anos depois da criação” – Marcos 10:6), e visto também que a organização geológica da Terra foi, em larga parte, influenciada pelo Dilúvio de Noé (que ocorreu há cerca de 4,500 anos atrás), hão-de ser sempre encontradas pegadas humanas em todos os estratos geológicos.

O Cristão firmado na Palavra de Deus pode aceitar as pegadas descobertas sem ter que reorganizar a sua fé religiosa; já o crente evolucionista vê-se na contingência de ter que modificar a sua estrutura ideológica em favor de interpretações claramente falsas e anti-científicas só porque a sua fé não lhe permite aceitar a existência de seres humanos em rochas que os seus métodos de “datação”/adivinhação dão idades na ordem dos “milhões de anos”.

Conclusão:

Se formos analisar a história da teoria da evolução, e analisarmos a reacção dos evolucionistas sempre que um dado inesperado e contraditório foi encontrado, rapidamente chegamos à conclusão que não estamos perante uma teoria científica no verdadeiro sentido do termo, mas sim perante uma ideologia anti-Bíblica mascarada de “ciência”. Não existem evidências cientificas que façam um evolucionista deixar de ser evolucionista porque a sua fé não se baseia na ciência mas na fé.

O evolucionista é livre para ter a sua fé, mas ele não é livre de chamar de ciência à sua fé.

Modificado a partir do original

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Rio Colorado demonstra a ineficácia da “datação” evolucionista

Rio_ColoradoO Rio Colorado é um grande rio que atravessa parte dos Estados Unidos da América e do México. Nos anos 70, a datação evolucionista de lavas basálticas provenientes das quedas de água deste rio (no estado de Arizona) deu uma idade de “150 mil anos” (150.000).

Contudo, e como é normal no que toca as “datações”/adivinhações evolucionistas, novas aferições vieram contar uma história diferente daquela que os evolucionistas defendiam. Em 2006, um grupo de geólogos explicou:

“The ca. 150 ka age of the Grand Falls flow provided by whole-rock K-Ar analysis in the 1970s is inconsistent with the preservation of centimeter-scale flow-top features on the surface of the flow and the near absence of physical and chemical weathering on the flow downstream of the falls.

The buried Little Colorado River channel and the present-day channel are at nearly the same elevation, indicating that very little, if any, regional downcutting has occurred since emplacement of the flow.

Parece ser uma declaração um pouco estranha, uma vez que estamos sempre a ouvir dizer que os métodos de datação, por serem tão complexos e bem calibrados, são métodos fiáveis. Por que não simplesmente aceitar a idade que o método potássio-árgon (K-Ar) deu?

Sendo assim, qual a nova idade das lavas basálticas das quedas de água do rio Colorado? Os geólogos utilizaram 4 métodos de datação diferentes, em diferentes amostras. Estas foram as idades obtidas (valores em milhares de anos e por ordem crescente): 8; 15; 16; 17; 19; 19,6; 20; 23; 28. Concluíram que a idade das lavas é de 20 mil anos:

“We conclude that the Grand Falls flow was emplaced at ca. 20 ka.“

Como se pode ver, os resultados variam dos de 8 aos 28 mil anos. É esta “datação” que os evolucionistas usam como base para a sua fé nos “milhões de anos”, e esta “datação”/adivinhação que alguns Cristãos com fé mais fraca querem usar para reinterpretar a Bíblia de modo a que esta esteja de acordo com os mitológicos “milhões de anos”

Em pouco mais de 30 anos, uma coisa que tinha “150 mil anos” passa a ter “20 mil anos”, e ninguém (leia-se nenhum evolucionista) coloca em causa um “método” que produz tal amplitude de resultados.

Mas o melhor é nem questionar. Os métodos de datação são muito complexos e, por essa razão, devemos confiar nos geólogos mesmo quando uma rocha passa de um extremo da coluna geológica ao extremo oposto, e mesmo quando eles dão idades na ordem dos “milhões de anos” a fósseis que ainda têm material orgânico.

~ http://bit.ly/1Ylbs8c


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Rochas por onde passeavam os “primeiros organismos da Terra” afinal são recentes

Por Marcos Sabino

Neste post eu já tinha falado da excelência da datação evolucionista, onde vimos material que os geólogos afirmavam que tinha biliões de anos a passar a ter apenas alguns milhares de anos. No entanto, penso que a situação é má demais para deixar passar apenas com um post.
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O artigo dos geólogos Donald Lowe e Gary Byerly tinha como título:

“Ironstone bodies of the Barberton greenstone belt, South Africa: Products of a Cenozoic hydrological system, not Archean hydrothermal vents!“

Que me lembre, foi a primeira vez que vi um ponto de exclamação no título de um artigo científico. Se calhar o propósito do ponto de exclamação era transmitir a surpresa dos geólogos evolucionistas ao anunciar o facto. E de facto, não é para menos. Eles anunciaram [meu destacado]:

“Irregular bodies of goethite and hematite, termed ironstone pods, in the Barberton greenstone belt, South Africa, have been previously interpreted as the Earth’s most ancient submarine hydrothermal vent deposits and have yielded putative evidence about Archean hydrothermal systems, ocean composition and temperature, and early life.

This report summarizes geologic, sedimentological, and petrographic evidence from three widely separated areas showing that the ironstone was deposited on and directly below the modern ground surface by active groundwater and spring systems, probably during periods of higher rainfall in the Pleistocene.“

RochaOu seja, rochas que se diziam pertencer ao Arqueano (2.500.000.000 a 3.850.000.000 anos de idade), agora são tidas como pertencentes ao período do Pleistoceno (1.800.000 a 11.000 anos de idade). A Geologia deve ser a única área no mundo em que podes estar 99999% errado mas mesmo assim consegues manter o teu emprego e receber financiamento.

Tantas histórias foram contadas com base na extrema antiguidade destas rochas, tantos cenários montados, tanta imaginação sobre vida primitiva para agora nos virem dizer que estas rochas afinal não têm mais de 2 milhões de anos [*1].

Em 1994, o mesmo cientista falava na Geology a respeito do cinturão de Barberton. Nessa altura a idade dele era de 3,55 a 3,22 mil milhões de anos. Quantos artigos se escreveram sobre a elevada actividade microbiana nessas rochas super antigas:

 “A análise de rochas almofadadas do cinturão Barberton, na África do Sul, revelou novas evidências científicas de que a actividade dos micróbios era elevada no fundo dos oceanos, há biliões de anos. Artigo publicado na edição da Science desta sexta-feira (23/4), assinado por um grupo de cientistas liderado por Harald Furnes, do Departamento de Ciência da Terra da Universidade de Bergen, na Noruega, mostra a existência de pequenos tubos mineralizados feitos pelos arcaicos micróbios.“

Uau… até dá direito a escrever na prestigiosa Science. Então se está numa revista como a Science, só pode ser tudo verdade. Afinal, Science significa Ciência e Ciência, como todos os letrados sabem, lida com factos. E cá estão eles [meu destacado]:

“Pillow lava rims from the Mesoarchean Barberton Greenstone Belt in South Africa contain micrometer-scale mineralized tubes that provide evidence of submarine microbial activity during the early history of Earth.“

Só apetece dizer: Que treta! Se afinal de contas estas rochas são bem recentes, segundo a cronologia evolucionista, onde é que eles foram buscar as evidências de “actividade microbiana nos primeiros anos de vida da Terra”? Que treta! Como é que se pode confiar em métodos que mudam da água para o vinho? Que treta! Nem me atrevo a calcular a percentagem de erro com receio de pecar por defeito.

Para além de servir de exemplo da palhaçada que são os métodos de datação, este caso também serve de exemplo àqueles cristãos que querem contaminar a Palavra perfeita de Deus com as teorias malucas e falíveis do ser humano.
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REFERÊNCIAS OU NOTAS:

[*1] – Naturalmente que também não aceito a nova idade atribuída às rochas. Apenas uso os conceitos evolucionistas para mostrar as areias movediças com que estamos a lidar.

Fonte

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A genética confirma a “evolução” do cavalo?

A cientificamente falsa teoria da evolução tem certos ícones que ajudam a preservar a sua cambaleante credibilidade cientifica. Apesar de serem claramente falsos, estes ícones são constantemente utilizados pelos evolucionistas desonestos (pleonasmo?) como forma de avançar com a sua fé em Darwin. Um dos muitos e falsos ícones usados pelos evolucio-animistas é a famosa sequência da imaginada “evolução do cavalo”.

A imagem da evolução do cavalo aparece tanto nos manuais escolares como nos museus de História natural, e em todos estes lugares o mito evolutivo é pregado de forma religiosa sem que haja a mínima preocupação em revelar a verdade científica. Claro que para quem acredita que a verdade é relativa e que ela se deve submeter a Narrativa Evolucionista, nada disto é surpreendente.

CavaloApesar de outros evolucionistas atacarem a sequência cuidadosamente seleccionada e arranjada da “evolução” dos cavalos (Ver referências 4, 5 e 6 do texto “The non-evolution of the horse”), os evolucionistas menos informados gostam de insistir do erros e insistir nos seus ícones religiosos. Mas ficamos a saber agora que as evidências estão a dar razão aos cientistas criacionistas.

Uma nova investigação vem confirmar, mais uma vez, que os evolucionistas que defendem a sequência evolutiva do cavalo têm propagado mentiras. Escrevendo para a PNAS, a equipa de cientistas da Universidade de Lyon relata que levou a cabo a primeira comparação de ADN antigo proveniente dos fósseis dos equídeos (incluindo cavalos, burros e zebras). Os espécimes eram de 4 continentes diferentes.

Chegou-se a conclusão que muitos espécimes que eram considerados espécies diferentes, mais não são que variações da mesma espécie. Além disso, e também devido a este estudo genético, chegou-se à conclusão que a evolução do cavalo é caracterizada por grandes explosões de diversidade. (Para quem não entende evolucionês, “explosões de diversidade” significa que uma vasta gama de espécimes apareceu “do nada” sem que haja qualquer ligação evolutiva aparente entre si.) No resumo da publicação lê-se:

O rico registo fóssil da família Equidae (Mammalia: Perissodactyla) dos últimos 55 milhões de anos [sic] tem sido um ícone em favor dos padrões e dos processos da macroevolução. Apesar disto, muitos aspectos dos relacionamentos filogenéticos e da taxonomia dos equídeos continuam por resolver.

Análises genéticas recentes de equídeos extintos revelaram padrões evolutivos inesperados e uma necessidade de revisões fundamentais ao nível genérico, subgenérico e ao nível das espécies. […] As análises filogenéticas validam uma revisão enorme da história evolutiva recente. […] Para além disso, fizemos uma revisão à linha temporal actualmente reconhecida da extinção de dois grupos de equídeos hemionemente relacionados.

No entanto, é óbvio que o actual conjunto de dados não pode resolver todas as questões em torno da taxonomia e da filogenia relevantes para a evolução do Equus. No entanto, e à luz destes achados, propomos uma rápida catalogação de ADN como forma de avaliar o ponto de situação taxonómico de muitos fósseis de espécies Equidae do Pleistoceno Superior que têm sido descritos através de nada mais que análises morfológicas.

Esta última frase diz-nos que a alegada sequência evolutiva do cavalo foi imaginada a partir de análises e comparações morfológicas. Mais uma vez, os evolucio-animistas  basearam-se num erro (semelhança morfológica) como evidência de descendência comum. No entanto, e como seria de esperar, as análises genéticas à disposição dos cientistas não estão de acordo com a mitologia evolutiva. (Mantém este dado em mente para o usares sempre que um evolucionista vier com o discurso furado de que “as análises morfológicas batem certo com as análises genéticas”).

Na introdução do artigo eles dizem: “O modelo linear original de modificação gradual de animais tipo-raposa (Hyracothere horses) até às formas modernas foi substituído por uma árvore mais complexa, que mostra períodos de explosão de diversificaçao e extinções de ramos há mais de 55 milhões de anos [sic]“. Ignorem a interpretação dos mitológicos “55 milhões de anos” e levem em consideração que têm aqui mais um exemplo onde:

1) informação falsa tem sido usada pelos evolucio-animistas para nos convencerem da sua religião;

2) os animais não apresentam as transições graduais que a teoria de Darwin necessita. Antes, a sua diversificação é instantânea (como se tivessem sido criados de uma vez).

Coluna geológica não bate certo com a análise genética

Além destes 2 pontos, estes dados também nos mostram a inconsistência da coluna geológica. Os evolucionistas querem-te fazer pensar que a coluna geológica realmente segue uma ordem específica. No entanto, se isso fosse verdade, a genética também deveria corroborar essa afirmação, coisa que, como vimos, não acontece.

Apesar desta investigação acabar com as especulações furadas evolucionistas, a ScienceDaily colocou-lhe um título suave: “ADN ilumina evolução do cavalo“. Tudo ilumina aspectos da evolução. Até mesmo evidências contrárias.

Conclusão:

Obviamente que o cavalo não é produto dum processo evolutivo porque nenhum animal o é. O facto dos dados genéticos não estarem de acordo com o que os evolucio-animistas acreditavam não é surpreendente visto que as formas de vida não são o efeito dum processo gradual aleatório, mas sim do Génio Infinito de Deus:

Tema toda a terra ao SENHOR; temam-no todos os moradores do mundo. Porque falou, e foi feito; mandou, e logo apareceu. (Salmos 33:8-9)

Para uma teoria que tem tanto apoio junto da comunidade científica, seria de esperar que ela fosse mais suportada pelos dados científicos, mas o que esta mesma ciência revela é que tal não acontece.

Evolucao_Cavalo

O padrão que emerge dos dados científicos à nossa disposição é que as formas de vida apareceram “subitamente”, e que desde que apareceram, elas têm-se modificado dentro dos tipos básicos distintos. Isto é exactamente o que seria de esperar se a Bíblia estivesse a reportar a verdadeira história das origens.

Modificado a partir do original

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Como a ciência depende de visão Bíblica do mundo

Por Philip Carlson

É-me dito com frequência que a ciência deveria ser a juíza maior da verdade. Seria muito bom se isto fosse verdade, mas esta crença não sobrevive ao escrutínio visto que seria preciso que a ciência fosse a autoridade final em todos os assuntos. Embora isso possa ser um pensamento simpático, a realidade dos factos é que ele não aguenta o seu próprio peso.

“Nós só devemos acreditar naquelas coisas que podem ser cientificamente comprovadas”. Mas é esta frase em si cientificamente comprovável? E o que dizer daquelas ideias que parecem inacessíveis para a ciência? Declarações tais como “Ela é bonita”, “Isso está errado”, “O aborto é um mal”, “O vermelho é uma cor”, “O um é um número ímpar”, e assim por adiante.

Torna-se claro que muito tópicos teriam que ser explorados como forma de analisar esta ideia conhecida como cientismo, e uma destas áreas envolve as muitas pressuposições da própria ciência.

Como é que algo que depende de outras coisas pode ser declarada como a juíza única da verdade e a única fonte de conhecimento?

Pode-se ver facilmente que se P é uma pressuposição de Q, então P é fundamental para Q, e que P é necessário para Q. Se colocarmos de parte P, então temos também que colocar de parte Q.

Quais são os P da ciência? Se por acaso tu és um realista científico, tens que concordar que a ciência opera segundo algumas pressuposições. Em “Nature of Philosophy”, John Kekes afirma:

A ciência tem compromisso com várias pressuposições: que a natureza existe, que ela tem uma ordem detectável, e que ela é uniforme, são tudo pressuposições existenciais da ciência. A distinção entre o espaço e o tempo, entre a causa e o efeito, entre o observador e o objecto observado, entre o aparente e o real, e entre o ordenado e o caótico, mais não são que pressuposições classificativas.

Enquanto que a testabilidade interdisciplinar, a quantificabilidade, e a disponibilidade pública dos dados são pressuposições metodológicas, algumas das pressuposições axiológicas são o relato honesto dos resultados, a nobreza moral de se apurar os dados reais, e a escrupulosidade em se evitar erros observacionais ou experimentais.

Se qualquer uma destas pressuposições é colocada de parte, a ciência tal como a conhecemos, não pode ser feita. No entanto, a aceitação destas pressuposições não pode ser vista como algo mundano porque todas elas foram colocadas em causa e  temos à nossa disposição alternativas.  (1)

Kekes levanta um argumento sólido em favor do falhanço do cientismo. Se há coisas concretas que têm que estar em operação antes de ciência funcionar, então essas coisas são ainda mais fundamentais e fundacionais para se determinar a verdade.

Muitas pessoas dizem que temos que olhar para os artigos científicos revistos por pares para encontrarmos declarações reais em torno da forma como o mundo é, mas esta frase assume a honestidade das pessoas que reportam os seus resultados. Esta suposição não pode ser tida como certa visto que, por motivos de fraude em favor do autor ou dos autores dos artigos, o número de retratações, de plágios, e até de processos criminais estão dentro do âmbito das possibilidades.

Existem pressuposições filosóficas adicionais que têm que ser levadas em conta antes de se poder fazer ciência. J. P. Moreland fez uma lista decente destas pressuposições científicas em mais do que uma das suas obras (2,4). Ele lista (2) pelo menos 10:

1. A existência dum mundo real, independente de qualquer teoria.
2. A natureza organizada do mundo externo.
3. A cognoscibilidade do mundo externo.
4. A existência da verdade.
5. As leis da lógica.
6. A fiabilidade das nossas capacidades cognitivas e sensoriais como colectores-de-verdade e como motivo da crença justificada no nosso ambiente intelectual.
7. A adequação da linguagem como forma de descrever o mundo.
8. A existência dos valores [morais] usados na ciência.
9. A uniformidade da natureza e da indução.
10. A existência de números.

Todas estas pressuposições servem de fundamento para quem quer levar a cabo ciência da forma como ela é executada. Estas ideias têm que estar estabelecidas e discutidas antes da ciência ser forjada. (Elas têm que, pelo menos, ser assumidas de modo implícito.)

A consistência e a coerência destas pressuposições depende da visão do mundo mantida pela pessoa. É muito difícil para um ateu avançar com um certo número destas ideias de forma consistente, no entanto muito provavelmente ele é a pessoa que avança com esta visão (ou com uma variação da mesma).

(…)

–  http://bit.ly/1swMGFN

* * * * * * *

As pressuposições Bíblicas da ciência revelam como é ridículo o ateu tentar usar a ciência contra o Cristianismo visto que ciência moderna depende de crenças que só têm justificação dentro da visão Cristã do mundo.

Dos 10 items citados em cima, nenhum deles depende da visão ateísta do mundo, mas sim da visão Cristã do mundo. Isto não significa que só os Cristãos conseguem fazer ciência, mas sim que para se fazer ciência tem que se assumir coisas que são podem ser explicadas se o Deus da Bíblia for o Criador do universo.

Tomando como exemplo a verdade e a obrigação do cientista de reportar os seus dados de forma honesta, das duas visões do mundo – ateísmo e Cristianismo – qual das duas afirma que é imperioso dizer a verdade? Para o ateísmo, a verdade encontra-se sujeita à sua utilidade pragmática, mas dentro do Cristianismo a verdade é absoluta (isto é, o Cristão é sempre obrigado a dizer a verdade, quaisquer que sejam as consequências).

Por isso é que é hilariante ver um ateu menos informado a tentar validar o ateísmo com base na ciência, sem no entanto se aperceber que a ciência (e especialmente as suas  pressuposições) é uma evidência óbvia de que o ateísmo é falso e que Deus tem que existir.

Referências:
(1) Kekes, John; “Nature of Philosophy” (Totowa, New Jersey: Rowman and Littlefield, 1980) pp.156-157
(2) Moreland, J. P.; “The Creation Hypothesis” (Downers Grove, Illinois: Intervarsity Press, 1994) p. 17
(3) Moreland, J. P.; Craig, William Lane; “Philosophical foundations for a Christian worldview” (Downers Grove, Illinois: Intervarsity Press, 2003) pp. 346-366
(4) Moreland, J. P.; “Christianity and the Nature of Science” (Grand Rapids, Michigan: Baker Book House, 1989)
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Fósseis transicionais não foram encontrados porque eles não existem.

Por Brad Harrub, Ph.D.

Origem_SubitaPorque é que os fósseis transicionais nunca foram encontrados? Segundo o evolucionista Jeffery Schwartz, “eles não foram encontrados porque eles não existem” (“Pitt. Professor’s Theory…,” 2006). Será que este evolucionista abandonou o barco e juntou-se aos criacionistas? Claro que não. De facto, a sua declaração nada mais é que uma forma de apoiar uma teoria evolutiva alternativa à medida que os Neo-Darwinistas se apressam para defender a sua premissa vacilante.

Jeffery Schwartz defende uma nova teoria, com o nome de “origem súbita”, no lugar das mudanças graduais e incrementais outrora propostas pelos evolucionistas. [Se o conceito da “origem súbita” parece irónico, pode ser porque é exactamente isso que os criacionistas há décadas têm alegado.] Schwartz defende que a mudança gradual não ocorre, declarando que “a evolução não é necessariamente gradual, mas frequentemente súbita, e com expressões de mudança extremas.” (“Pitt Professor’s…,”)

Em Janeiro de 2006 Schwartz publicou um artigo na revista “New Anatomist”. O comunicado de imprensa da universidade de Pittsburg indicou que o seu artigo [então]  vindouro disponibiliza um melhor entendimento da estrutura celular, que, segundo Schwartz, confirma de forma mais vincada a sua teoria evolutiva da “origem súbita”.

Esta versão evolutiva “recém melhorada”, ou “arrumada” de forma organizada, foi originalmente detalhada no seu livro de 2000 com o título de “Sudden Origins: Fossils, Genes, and the Emergence of Species”. Segundo Schwartz, a evolução é uma expressão de “mudança que teve início ao nível celular devido a radicais factores de stress ambiental (tais como o calor, o frio ou a aglomeração) anos antes”. (“Pitt Professor’s…”). Segundo Schwartz, o mecanismo é o seguinte:

 A convulsão ambiental causa a que os genes sofram mutações, e estes genes que sofreram mutações permanecem num estado recessivo, propagando-se silenciosamente por toda a população até que apareçam descendentes com duas cópias da nova mutação e sofram uma mudança súbita, o que causa a impressão de aparecerem do nada. (“Pitt Professor’s…”).

Aparecerem do nada?

Em defesa da sua teoria, Schwartz descreveu o porquê das células não sofrerem modifições subtis e constantes de pequena escala com o passar do tempo, que é o que Darwin e os seus seguidores previram. O comunidado de imprensa salientou:

Os biólogos celulares sabem a resposta: as células não gostam de sofrer mutações e elas não as sofrem com facilidade.

Consequentemente, estas gigantescas modificações ambientais levam a mutações que “podem ser importantes e benéficas (tais como dentes ou membros) ou, o que é mais comum, levam à morte do organismo.” Schwartz alegou posteriormente que “é o meio ambiente que perturba o seu equilíbrio e, como é o mais provável, tanto os mata como os modifica. Como tal, os organismos estão a ser controlados pelo meio ambiente, e não a adaptarem-se a ele.” (“Pitt Professor’s…”)

Façamos um resumo:

1. Os fósseis transicionais não existem.
2. As modificações graduais não acontecem; o que acontece são modificações súbitas.
3. As células não gostam de modificações e dificilmente mudam.
4. As mutações não se podem “cimentar” o suficiente de modo a permitir que a evolução ocorra – e mesmo assim, quando ocorrem, é mais provável as mutações matarem o organismo.
5. Os organismos não se estão a adaptar ao meio ambiente, mas sim a serem “controlados pelo meio ambiente”.

Tudo isto nada mais parece que um texto escrito por criacionistas ha décadas atrás visto que há já muito tempo que eles reconheceram que a vida surgiu subitamente na Terra. De facto, não só não existem fósseis transicionais, como a diversidade que observamos à nossa volta não pode ser explicada como efeito de modificações graduais.

Para além disso, é amplamente sabido que a maior parte das modificações não são benéficas e que as células não gostam de “mudar”. Quanto tempo mais até que estes homens dêem o passo final e creditem a Deus pela “origem súbita” da vida?

Britanicos_Duvidam_GradualismoÀ medida que estudos tais como este continuam a aparecer nas notícias, não é de estranhar que tantas pessoas continuem a duvidar da teoria da evolução. Muitas pessoas começam a entender que a teoria da evolução não tem as respostas que prometia ter. De facto, e tal como reportou a BBC News, “segundo uma sondagem de opinião, pouco menos de metade dos Britânicos aceita a teoria da evolução como a melhor descrição para o desenvolvimento da vida” (“Britons Unconvinced…,” 2006).

No artigo da BBC, Andrew Cohen, editor para a “Horizon”, salientou:

A maior parte das pessoas esperaria que o público se colocasse do lado da teoria da evolução, mas parece que existem muitas pessoas que parecem acreditar numa teoria alternativa para a origem da vida.

A notícia continua:

 Estes dados causaram surpresa junto da comunidade científica. Lord Martin Rees, Presidente da “Royal Society” disse: “É surpreendente que tantas pessoas continuem a ter dúvidas em relação à evolução Darwiniana. Darwin propôs a sua teoria há quase 150 anos atrás, e ela é agora apoiada por um imenso peso de evidências.” (“Britons Unconvinced…,” 2006).

Imenso peso de evidências? Claramente, Martin Rees ainda tem que chegar às mesmas conclusões a que chegou Schwartz e muitos outros. O verdadeiro “peso” está do lado de quem defende uma origem súbita – origem esta que só pode ser explicada como efeito da Mão criadora de Deus.

Não há fósseis transicionais, não há modificações graduais e nem há modificações benéficas que expliquem a diversidade biológica; parece que o verdadeiro “peso” é a verdade que o evolucionistas têm agora que explicar.

http://bit.ly/1XexK8Y

Referências:

“Britons Unconvinced on Evolution,” (2006), BBC News, January 26, [On-line], URL: http://news.bbc.co.uk/1/hi/sci/tech/4648598.stm.

“Pitt Professor’s Theory of Evolution Gets Boost From Cell Research” (2006), University of Pittsburg: News From Pitt, January 26, [On-line], URL: http://www.umc.pitt.edu:591/m/FMPro?-db=ma&-lay=a&-format=d.html&id=2297&-Find.

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Respostas a algumas questões

Uma comentadora enviou-me algumas perguntas pelo Facebook:

1. Como os animais carnívoros passaram os dias do dilúvio sem se alimentar, bem como os herbívoros que se alimentavam de certos tipos de plantas das regiões específicas comiam?

Os erros desta pergunta são assumir que 1) havia animais carnívoros dentro da Arca, e que 2) os herbívoros que existiam só se alimentavam “de plantas das regiões específicas”. Na realidade dos factos, Deus criou o ser humano e todos os animais para se alimentarem de vegetação (isto é, serem herbívoros) e não para se alimentarem de carne. Portanto, a questão resolve-se levando em conta o que a Bíblia diz.

É preciso levar em conta que a Terra pré-Diluviana era bastante diferente da Terra actual – não só ao nível atmosférico mas ao nível da vegetação. Uma das evidências em favor desta posição é o decréscimo das idades das pessoas que viveram depois do Dilúvio. Enquanto que os Patriarcas “pré-diluvianos” – de Adão a Noé – conseguiram viver entre 1.000 anos e 700 anos, os Patriarcas “pós-diluvianos” morreram mais “jovens” – entre 600 anos e 200 anos.

Arca_NoeEm relação ao alimento, assumindo que os animais de maiores dimensões não fizeram o que ainda hoje os animais são capazes de fazer, isto é, hibernar, a Arca era suficientemente grande para conter a vegetação necessária para alimentar os animais lá presentes. Deus ordenou a Noé que ele construísse uma arca com 300 côvados de comprimento, 50 côvados de largura e 30 côvados de altura (Génesis 6:15). De acordo com uma estimativa conservadora, o tamanho da arca seria de cerca de 135 metros de comprimento, 20 metros de largura e 15 metros de altura.

Assim, a arca teria tido o volume bruto de cerca de 40 mil metros cúbicos, resultando num deslocamento quase igual ao do luxuoso transatlântico Titanic.

Para além disso, se assumirmos que Deus trouxe até Noé (Génesis 6:20) animais sexualmente maduros mas ainda jovens, então a quantidade de alimento por eles consumida não seria a mesma que animais com idade mais avançada.

2. Os dinossauros foram seres que habitaram a terra antes dos humanos, de acordo com o criacionismo pq eles não sobreviveram ao dilúvio e onde eles são citados na Bíblia se eles viveram milhões de anos antes do ser humano?

Esta pergunta assume:
1) Que os dinossauros “habitaram a terra antes dos humanos”, o que é historicamente falso.
2) Que os dinossauros não “sobreviveram ao dilúvio”, o que é também falso.
3) Que os dinossauros não são citados na Bíblia, o que igualmente – e mais uma vez – é falso.

Em relação ao ponto 1), basta dizer que a crença de que os dinossauros “habitaram a terra antes dos humanos” baseia-se nos cientificamente débeis “métodos de datação”, os mesmos que dão idades na ordem dos “milhões de anos” a rochas que foram formadas nos anos 80. Logo, basear uma crença num método que nós sabemos ser pouco fiável não é logicamente válido.

Para além disso, temos mais evidências contra os mitológicos “milhões de anos” do que a favor dos mesmos:

1. Teoria da Evolução em risco: são descobertos animais terrestres com “333 milhões de anos” http://goo.gl/WhQIwE
2. Fósseis de dinossauro com “75 milhões de anos de idade” ainda têm sangue http://bit.ly/1Hcem8T
3. “Sem evolução durante 2 “biliões de anos” http://bit.ly/1eGbhl3
4. Mariposa “Dinossauro”: Sem evolução durante “40 milhões de anos” http://wp.me/pbA1e-2VS
5. A eficácia dos métodos de datação http://wp.me/pbA1e-2ze
6. 14 fenómenos naturais que contradizem os mitológicos “milhões de anos”: http://wp.me/pbA1e-1XD

Existem evidências mais do que suficientes para se saber que os dinossauros sempre viverem lado a lado com os seres humanos; é só o preconceito dos crentes nos milhões de anos que leva a que este facto não seja mais amplamente difundido. Eis aqui alguns links onde se podem analisar algumas evidências em favor desta posição:

1. Os dinossauros e a Bíblia http://wp.me/pbA1e-32r
2. Evidências suprimidas pela “comunidade científica” em relação aos dinossauros http://wp.me/pbA1e-30T
3. O mosaico de Palestrina mostra humanos interagir com dinossauros http://wp.me/pbA1e-2YO
4. Evidências históricas da coexistência entre humanos e dinossauros http://wp.me/pbA1e-300
5. Referências históricas aos dinossauros e como isso refuta os mitológicos “milhões de anos” http://wp.me/pbA1e-2YX
6. Será que Marco Polo viu um dinossauro? http://wp.me/pbA1e-2Yk
7. A Bíblia fala de dinossauros? http://wp.me/pbA1e-2Vw
8. Os dinossauros da Papua Nova Guiné http://wp.me/pbA1e-2iR
9. Será que os nossos antepassados usaram fósseis para retratar os dinossauros? http://wp.me/pbA1e-2fz
10. Será que os Aborígenes viram dinossauros? http://wp.me/pbA1e-2fi

Dinossauro_Nilo_MosaicoEm relação ao ponto 2) (de que os dinossauros não sobreviverem ao dilúvio) podemos declarar, com base na História, que esta posição é falsa visto que, tal como no ponto anterior, as evidências demonstram que 1) os dinossauros sempre viveram lado a lado com os seres humanos, e 2) que muitos deles sobreviveram ao Dilúvio de Noé.

Como exemplo disto, temos as gravuras que se encontram sobre o Túmulo do Bispo Bell, que, para além de animais que todos nós conhecemos, tem também imagens de animais que são melhor identificados como dinossauros. O Mosaico da Palestrina exibe humanos a interagir com animais que hoje chamamos de dinossauros, e a comunidade científica tem-se esforçado para esconder as evidências que refutam o paradigma dos “milhões de anos” ao ignorar os dados que mostram como os dinossauros sempre viveram lado a lado com os seres humanos.

Por fim, em relação ao ponto 3) podemos também rejeitar esta declaração visto que, embora a palavra “dinossauro” não esteja na Bíblia (algo nada surpreendente se levarmos em conta que 1) a primeira tradução Inglesa da Bíblia é de 1611 e 2) a palavra “dinossauro” foi inventada no século 19), este animal é, na maioria das vezes, referido pelo nome que os antigos davam ao mesmo: “dragão”. Por exemplo:

“E de noite saí pela porta do vale, e para o lado da fonte do dragão, e para a porta do monturo, e contemplei os muros de Jerusalém, que estavam fendidos, e as suas portas, que tinham sido consumidas pelo fogo.”  (Neemias 2 : 13)

Mas a passagem Bíblica que melhor descreve um dinossauro é Jó 40:15-24

15  Contemplas agora o beemonte, que eu fiz contigo, que come a erva como o boi.
16  Eis que a sua força está nos seus lombos, e o seu poder nos músculos do seu ventre.
17  Quando quer, move a sua cauda como cedro; os nervos das suas coxas estão entretecidos.
18  Os seus ossos são como tubos de bronze; a sua ossada é como barras de ferro.
19  Ele é obra-prima dos caminhos de Deus; o que o fez o proveu da sua espada.
20  Em verdade os montes lhe produzem pastos, onde todos os animais do campo folgam.
21  Deita-se debaixo das árvores sombrias, no esconderijo das canas e da lama.
22  As árvores sombrias o cobrem, com sua sombra; os salgueiros do ribeiro o cercam.
23  Eis que um rio transborda, e ele não se apressa, confiando ainda que o Jordão se levante até à sua boca.
24  Podê-lo-iam porventura caçar à vista de seus olhos, ou com laços lhe furar o nariz?

BeemonteAlgumas traduções Bíblicas, imersas que estão no erróneo paradigma dos “milhões de anos”, traduzem a palavra “beemonte” para “hipopótamo” ou “elefante”, mas o versículo 40:17 refuta por completo estas tentativas visto que o mesmo diz que a cauda do Beemonte é como um cedro, algo que não se passa com a cauda dum hipopótamo ou com a cauda dum elefante.

Durante milhares de anos, culturas espalhadas um pouco por todo o mundo reportaram terem visto e interagido com enormes criaturas reptilinias, possuindo corpos alongados, pescoços serpentinos, cabeças contendo chifres, dentes aguçados, caudas longas, com ou sem asas membranosas. Estas histórias, chamadas de lendas de dragões, “tem estado com a humanidade desde o princípio da História“, e são, segundo o famoso evolucionista Carl Sagan, “um fenómeno global“.”

Resumindo:
1) Os dinossauros não “habitaram a terra antes dos humanos” mas sempre viveram lado a lado com o resto da humanidade.
2) Os dinossauros “sobreviveram ao dilúvio”.
3) Os dinossauros são citados na Bíblia só que não são chamados de “dinossauros”, mas (entre alguns outros nomes) de “dragões”,

3. Supondo que Deus seja um ser prefeito e ele criou do homem sua imagem e semelhança pq até hj nos evoluímos?

O problema desta questão é saber o que a comentadora tem em mente. O que é que ela entende com a expressão “até hj nos evoluímos”? Será que ela quer dizer que até hoje o ser humano sofre mutações que lhe conferem algum tipo de vantagem? Isso é óbvio e cientificamente válido, mas isso não serve de evidência em favor do gradualismo aleatório.

Pior ainda, muitas pessoas têm avançado com a tese de que, com o passar dos anos, fisicamente falando, o ser humano está a piorar e não a melhorar. Por exemplo, quando comparado com o Homem de Neandertal, nós hoje temos pior visão e músculos mais flácidos. Se isto é verdade, onde está a “evolução”?

4. Como animais adaptados a climas frios como o urso polar e o pinguim conseguiram ficar vários dias num ambiente diferente?

O erro desta pergunta é assumir que animais “adaptados a climas frios” existiam antes do Dilúvio, mas esta crença é falsa visto que não havia “climas frios” antes do Dilúvio. Para além disso, é possível um animal “adaptado a climas frios” viver em temperaturas mais elevadas.

5. Através do cálculo de idades desde o surgimento do primeiro ser humano na bíblia estima-se que o ser humano surgiu à 15mil anos, como explicam os fósseis humanos com idades superiores a 15 mil?

Não só estes “cálculos” são feitos com métodos que nós sabemos serem pouco fiáveis, como existe uma vasta gama de evidências que mitiga contra esta a posição avançada na pergunta. Por exemplo, uma equipa de 22 arqueólogos descobriu ferramentas de pedra fabricadas há “3,3 milhões de anos”; se a datação evolucionista estivesse certa, isto seria impossível visto que por essa altura o homem alegadamente não existia.

Mais revelador ainda é o facto de se encontrar material orgânico em fósseis com “milhões de anos”, algo impossível se os ditos fósseis realmente tivessem os mitológicos “milhões de anos”.

6. De [onde] vieram as águas do dilúvio?

Está escrito na Bíblia:

No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do mês, naquele mesmo dia se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram – Génesis 7:11

Ou seja, as águas vieram das “fontes do grande abismo” (isto é, do subsolo) e das “janelas do céu”.

7. Com quem Sete e Caim se reproduziu?

Visto que todas pessoas que existem procedem de Adão e Eva (Génesis 3:20), então a esposa de Caim certamente que era uma das suas irmãs. Génesis 5:4 diz:

E foram os dias de Adão, depois que gerou a Sete, oitocentos anos, e gerou filhos e filhas.

A esposa de Sete não é mencionada na Bíblia.

Para onde Caim foi já havia habitantes?

Não há indícios disso no Texto Sagrado.

8. Como os peixes de água doce sobreviveram ?

Peixe_1Os rins dos peixes de água doce excretam o excesso de água (a urina tem quantidades baixas de sal) e aqueles que fazem parte das espécies marinhas excretam o sal em excesso (a urina tem quantidades baixas de concentração de sal).

Os tubarões de água salgada têm elevadas concentrações de uréia no sangue como forma de reter água dentro dum ambiente salinizado, ao mesmo tempo que os tubarões de água doce têm baixas concentrações de uréia no sangue como forma de evitar a acumulação de água. Quando o peixe-serra é movido da água salgada para a água doce, eles aumentam a quantidade de urina 20 vezes, e a concentração da sua uréia sanguínea diminui para menos de 1/3.

A maior parte dos aquários públicos usam a habilidade dos peixes de se adaptarem a tipos de água com salinidade diferentes do seu habitat natural como forma de exibir espécies de água doce e de água salgada juntas. Os peixes podem-se adaptar à salinidade se a mudança for feita gradualmente.  Portanto muitos peixes actuais têm a capacidade de se adaptarem à água doce e à água salgada durante o curso das suas vidas. (…)

Conclusão:

Existem muitas explicações simples e plausíveis que esclarecem a forma como os peixes de água doce e de água salgada podem ter sobrevivido ao Dilúvio. Não há qualquer motivo científico para se duvidar da realidade do Dilúvio tal como ele é descrito na Bíblia.

A ler:

1. Os peixes durante o Dilúvio http://wp.me/pbA1e-2G7

2. Como foi que os peixes sobreviveram ao Dilúvio? http://wp.me/pbA1e-2G2

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