A corrupção da ciência por parte dos cientistas

Por  Arjun Walia

Durante os últimos anos, mais e mais profissionais têm vindo a público partilhar uma verdade que, para muitas pessoas, é difícil de aceitar. Uma ds pessoas é o proeminente Dr. Richard Horton, o actual editor-chefe da revista “Lancet” – considerada por muitos como a mais respeitada publicação médica revista por pares do mundo.

O Dr. Horton publicou recentemente uma declaração afirmando que muitas das pesquisas publicadas são de facto pouco fiáveis, quando não são completamente falsas.

O argumento contra a ciência é directo: muitas das publicações científicas, talvez metade, são simplesmente falsas. Afligidos por estudos com amostras pequenas, efeitos ínfimos, análises exploratórias inválidas, e conflitos de interesses flagrantes, associados à obsessão por investigar tendências de modo de importância dúbia, a ciência desviou-se do seu percurso e agora caminha para as trevas. (Fonte)

Isto é muito perturbador, dado o facto de todos estes estudos (que têm o apoio da indústria) serem usados para desenvolver drogas/vacinas que supostamente ajudam as pessoas, treinam equipas médicas, educam estudantes de medicina e muito mais.

Revendo a revisãoÉ muito comum repudiarem trabalho louvável levado a cabo por peritos e pesquisadores das mais variadas instituições por todo o mundo só porque não foi “revisto por pares” [peer review] e porque não aparece em jornais médicos “credíveis”, mas tal como podemos ver, a “revisão por pares” já não significa muito. Os jornais médicos “credíveis” continuam a perder a sua sustentabilidade aos olhos dos peritos, e aos olhos dos empregados também (como se pode ver no cas do Dr. Horton).

Ele mesmo prossegue, fazendo, de certa forma, um aviso contra si mesmo, declarando que os editores dos jornais ajudam e encorajam os piores comportamentos, que a quantidade de más pesquisas é alarmante, que os dados são moldados para se ajustarem à teoria favorita [ed: atenção evolucionistas!].

Ele continua observando que confirmações importantes são por vezes rejeitadas e pouco é feito para que as más prácticas sejam corrigidas. E, o que é pior, muito do que é aceite pode ser quase considerado de má-conduta.

A Dra. Marcia Angell, médica e editora-chefe de longa data do “New England Medical Journal” (NEMJ), que é também considerado um dos jornais médicos revistos por pares mais importantes do mundo, avança com o seu ponto de vista de forma bem clara:

Pura e simplesmente já não é possível acreditar na maior parte da pesquisa médica publicada, ou depender da avaliação de médicos fiáveis ou linhas orientadoras médicas autoritárias. Não sinto prazer nenhum nestas conclusões, as quais cheguei lentamente e relutantemente durante as minhas duas décadas como editora do “New England Journal of Medicine”. (Fonte)

Peço imensas desculpas se por acaso ainda não tinham visto isto nos meus artigos, mas sem dúvida que é uma declaração de peso que nos chega de alguém que esteve numa posição semelhante à do Dr. Horton.

Existem, no entanto, muito mais evidências anedótica que estão de acordo com estas alegações, incluindo documentos obtidos por Lucija Tomljenovic, PhD, do “Neural Dynamics Research Group” no “Department of Ophthalmology and Visual Sciences” da “University of British Columbia”, que revelam que os produtores de vacinas, as companhias farmacêuticas, e as autoridades de saúde, estão cientes de múltiplos perigos associados às vacinas, mas que eles não revelam isto ao público. Isto é uma fraude científica, e a sua cumplicidade sugere que esta práctica continua até aos dias de hoje. (Fonte)

Este é mais um exemplo (entre muitos) e o mesmo alude ao ponto levantado pelo Dr. Horton: a omissão de informação. Por motivos de tempo, encorajo-vos a fazer a vossa própria pesquisa em torno deste assunto. Só queria disponibilizar alguma informação em relação a algo que normalmente não é levado em consideração quando se falam em pesquisas médicas, e, consequentemente, quando se falam nos produtos e nas teorias resultantes que nos são vendidas tendo como base essas mesmas pesquisas.

Certamente que esta é uma altura notável para se estar vivo. Durante o percurso da história humana, o nosso planeta passou por realizações que causaram mudanças de paradiga – todas elas resistidas fortemente durante a altura da sua revelação. Um dos grandes exemplos foi quando nos apercebemos que a Terra não era plana. Actualmente,  estamos a observar este tipo de mudanças reveladoras a acontecer nos mais variados domínios, e todos eles ao mesmo tempo.

Pode ser sobrepujante para aqueles que não estão a prestar atenção, especialmente se levarmos em conta o facto de muitas destas ideias encontrarem-se em oposição ao sistema de crenças actual. Irá sempre existir resistência à nova informação que não se ajusta ao enquadramente actual, independentemente do quão razoável (ou factual) essa informação possa ser. (…)

A ler

– The Lancet

– NCBI

* * * * * * *

Revendo a revisãoClaro que quem acompanha o debate Evolucionismo versus Criacionismo já se tinha apercebido que uma das formas através da qual os evo-animistas tentam acabar com o debate antes mesmo dele começar é fazendo hilariantes referências ao “consenso” e à ausência de “artigos científicos” em “publicações revistas por pares” por parte de cientistas criacionistas.

Para além do facto disto ser falso, é irrelevante. A ciência não é uma questão de “consensos” mas sim de evidências, e de teorias que se ajustam às observações (algo que coloca a teoria da evolução fora do domínio da ciência).

Como se isso não fosse suficiente, temos agora evidências suficientes para saber que a ciência que passa por “revisão por pares” muitas vezes é falha, deturpada, e ideologicamente motivada. Isto, claro, para não levar em conta os interesses financeiros aludidos no texto (ex: companhias farmacêuticas cujo rendimento depende de medicamentos “aprovados” pela “ciência”).

O que estes dados revelam é que o mundo da ciência é infestado pelos mesmos problemas que afectam o resto da sociedade, e que não há nada de especial naquilo que é qualificado de “científico”. A realização deste facto faz com que as pessoas cuja existência depende de validação “científica” estejam, literalmente, a colocar a sua fé em algo um pouco mais sólido que areias movediças.

Quão horrível é colocar toda a nossa existência nas mãos da frágil sabedora humana, e não na Poderosa e Mão de Deus. Eu não sei quanto a vocês, mas “eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Josué 24,14-15).

http://bit.ly/2egQvxb

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É verdade que as mutações causam evolução?

Por Harun Yahya

As mutações são deslocações, falhas e impedimentos resultantes de radiações com efeitos químicos nas moléculas de ADN, no núcleo da célula viva (que carrega toda a informação relativa ao ser humano). A informação que se encontra dentro do ADN está configurada através de 4 nucleotídeos distintos, simbolizados pelas letras A, T, C e G, dispostas numa sequência especial e importante. Mas basta que haja um erro numa única letra para que toda a estrutura fique danificada.

A leucemia observada nas crianças aparece porque uma das letras do ADN está configurada da maneira incorrecta. O motivo pelo qual doenças tais como o cancro apareceram, ou gerações seguintes ficaram deformadas, como consequência da fuga de radiação em Chernobyl ou depois da bomba atómica ter sido largada em Hiroshima, prende-se com os efeitos malignos deste tipo má configuração causada pelas mutações nos corpos das pessoas.

Quase todas as mutações são malignas, e elas são, de forma geral, letais para as formas de vida. Exemplos de mutações que não são malignas normalmente não fazem nada de bom ao organismo, e são, na melhor das hipóteses, neutrais. Os cientistas já chegaram à conclusão que nenhuma das mutações que já foram estudadas teve algum tipo de efeito positivo nas formas de vida. (1)

Mas a teoria da evolução encontra-se baseada em mutações fictícias que produzem “novas” formas de vida e operam milagres. Os Darwinistas afirmam que as espécies emergem umas das outras através de eventos onde estruturas e os órgãos aparecem como efeito de inúmeras e fictícias mutações benéficas. Esta alegação, fonte de vergonha horrível para os Darwinistas, é avançada por cientistas Darwinistas que sabem que as mutações são sempre prejudiciais para o organismo.

Mais ainda, embora os Darwinistas estejam bem cientes destes efeitos nocivos das mutações, eles continuam mesmo assim a apontar para a mosca da fruta mutante (de 4 asas), sujeita à mutações em laboratório, em apoio às suas alegações.

Os Darwinistas exibiram o par de asas adicional produzidas na mosca da fruta (resultante de mutações cuidadosamente levadas a cabo) como a  maior evidência de que as mutações poderiam levar à evolução. No entanto, as duas asas em questão danificavam a criatura em vez de beneficiá-la, levando a que ela perdesse a capacidade de voar. Jonathan Wells, biólogo molecular da Universidade da Califórnia, resumiu as coisas da seguinte forma:

Durante a década 70, o geneticista da Cal Tech Edward B. Lewis descobriu que um cruzamento cuidadoso entre três estirpes de mutantes era capaz de produzir uma mosca da fruta onde os balanceadores enram transformados num par adicional de asas com aparência normal.

À primeira vista, isto parece disponibilizar evidências da alegação de Caroll de que pequenas mudanças no desenvolvimento dentro do ADN regulador pode gerar mudanças evolutivas significativas na forma de vida.

Mas a mosca da fruta continua a ser uma mosca da fruta. Mais ainda, embora o segundo par de asas pareça normal, o mesmo não tem músculos para o vôo. Uma mosca da fruta com 4 asas é como um avião com um segundo par de asas a pender na sua cauda.

Esta mosca tem grande dificuldade em voar ou em acasalar, e como tal, só pode sobreviver dentro do laboratório. Como evidência em favor da evolução, uma mosca com 4 asas não é melhor que um bezerro circense com duas cabeças. (2)

Jonathan Wells continua:

As moscas da fruta deficientes com um par de asas adicional, ou sem pernas, ensinaram-nos algumas coisas em relação à genética do desenvolvimento, mas nada em relação à evolução. Todas as evidências apontam em uma direcção: independentemente do que façamos ao embrião duma mosca da fruta, só há três resultados possíveis:

1) uma mosca da fruta normal,

2) uma mosca da fruta morta,

3) ou uma mosca da fruta deficiente.

Nem mesmo um moscardo, e muito menos um cavalo. (3)

Tal como já vimos, a mosca da fruta mutante com 4 asas, que é a única evidência que os Darwinistas usam em favor das suas alegações sem sentido, é, de facto, nada mais que uma mosca da fruta deficiente. Independentemente dos efeitos que as mutações possam ter nas formas de vida, elas não possuem o capacidade miraculosa de atribuir características pertencentes a um tipo de animal a outro tipo de forma de vida. Mas os Darwinistas querem acreditar na mentira de que é possível milagres acontecerem através de mutações.

A parte interessante é que, embora os cientistas Darwinistas estejam cientes de que o vôo desta mosca da fruta é deficiente, ainda são feitas tentativas (nos livros escolares) de caracterizá-la como a maior evidência da evolução por via da mutação. O biólogo molecular Jonathan Wells escreve:

Segundo o livro escolar de Peter Raven e de George Johnson, com o nome de “Biology”, “toda a evolução começa com alterações na mensagem genética…. Mudanças genéticas através da mutação e da recombinação [a re-ordenação de genes já existentes] disponibilizam a matéria-prima para a evolução.”

A mesma página exibe uma foto da mosca da fruta com 4 asas, que é descrita como “mutante devido a mudanças no Ultrabithorax, gene que regula uma fase crucial do desenvolvimento; ela possui dois segmentos torácicos, e desde logo, dois pares de asas.”

Para confundir ainda mais as coisas, as descrições dos livros escolares normalmente deixam o leitor com a ideia de que o par de asas extra representa um ganho estrutural.

No entanto, as moscas com 4 asas perderam as estruturas que precisam para voar. Os seus balanceadores não existem, e em vez deles terem sido substituídos por algo de novo, eles foram substituídos com cópias de estruturas que já existem. Embora as fotos de moscas da fruta com 4 asas nos deixem com a impressão de que as mutações acrescentaram algo de novo, a verdade está mais próxima da alegação diametricamente oposto. (4)

Mesmo que nós aceitemos que a “fantasiosa primeira célula” que os Darwinistas dizem representar o início da vida (e que de maneira nenhuma poderia surgir como efeito do acaso) tenha emergido espontaneamente, até a mais pequena das fases do imaginário processo evolutivo, que teria que ter ocorrido como etapa para o aparecimento do ser humano (com todas as suas estruturas complexas), exigiria uma quantidade enorme de informação produzida através de mutações infindáveis.

“Todas” estas mutações teriam que ter sido benéficas para a forma de vida, ou causar o aparecimento de algo “novo”, porque um simples erro no desenvolvimento desta forma de vida fictícia iria causar a que todo o sistema entrasse em colapso.

Nove e nove porcento das mutações são prejudiciais embora 1% das mesmas sejam neutrais. Alegar, portanto, que cada uma destas mutações que, segundo a teoria da evolução teriam que ocorrer, foram benéficas, é algo que contraria a razão e a ciência.

É, desde logo, impossível que um novo tipo de órgão ou traço que não existia previamente apareça por acaso como efeito de mutações. As mutações não têm poder para atribuir às formas de vida informação que não lhe pertence, ou transformar esta forma de vida num noutro tipo de forma de vida.

A ideia das mutações representa a maior manifestação da falsidade e de pensamento ilógico por parte dos Darwinistas visto que a ideia da evolução encontra-se fundamentada nestas ilusórias “mutações benéficas”, que não existem.

A Vasta Quantidade de Tempo Necessária para as Mutações Benéficas

Mesmo que avancemos com a hipótese de que as mutações benéficas poderiam ocorrer, a ideia das mutações aleatórias ainda é incompatível com a teoria da evolução. Num artigo com o título “The Inadequacy of Neo-Darwinian Evolution As a Scientific Theory,” o Professor Murray Eden do MIT (Massachusetts Institute of Technology, “Faculty of Electrical Engineering”) demonstrou que, se fossem precisas seis meras mutações para causar o aparecimento duma mudança adaptativa, isto ocorreria aleatoriamente uma vez em cada mil milhões de anos – enquanto quem se estivessem envolvidas duas dúzias de genes, isto iria requerer 10,000,000,000 anos, que é muito mais do que a idade da Terra. (5)

george_g_simpsonMesmo que assumamos que as mutações eram eficazes e benéficas dentro de órgãos complexos e de estruturas sofisticadas, exigindo que ocorra mais do que uma mutação ao mesmo tempo, os matemáticos ainda dizem que o problema do tempo é um dilema sério para os Darwinistas.

Até mesmo o Professor de Paleontologia George G. Simpson, um dos Darwinistas mais impenitentes [do século 20], claramente afirma que seria necessária uma duração de tempo infinita para que cinco mutações ocorram ao mesmo tempo. (6)

Uma quantidade de tempo infinita significa probabilidade zero, e esta é uma probabilidade aplicada a todas as estruturas e organismos que os seres vivos têm. Logo, não há a mínima possibilidade da gloriosa variedade de formas de vida que actualmente existe ter surgido como efeito de mutações aleatórias.

O evolucionista George G. Simpson levou a cabo outros cálculos relativos à alegação em questão. Ele admitiu que dentro duma comunidade de 100 milhões de indivíduos, que se assume que produza uma geração todos os dias, uma consequência positiva proveniente das mutações iria ocorrer uma vez em cada 274 mil milhões de anos. Esse número e imensas vezes maior que a idade da Terra (…) (7) Claro que estes cálculos assumem que as mutações têm uma efeito positivo em cada geração, mas tal presunção não se aplica ao mundo real.

Porque é que o corpo que supostamente está a evoluir protegido contra as mutações?

Todos os cientistas evolucionistas sabem que a probabilidade dum erro de replicação ocorrer no ADN das formas de vida, sem motivo algum, são muito baixas. As pesquisas já revelaram que existem elementos protectores na célula que impedem o aparecimento de erros genéticos.

A informação que se encontra dentro do ADN não pode ser copiada durante a ausência de enzimas especiais que se protegem umas as outras contra o aparecimento de erros. Entre estas incluem-se enzimas-filtro que garantem que o aminoácido certo se une ao tRNA certo. Um filtro rejeita aminoácidos que são demasiado grandes, e outro aqueles que são demasiado pequenos. Este é um sistema muito sensível e racional.

Existem também enzimas que fazem a avaliação final contra a probabilidade do surgimento de qualquer erro dentro deste sistema inteligente. Os cientistas concluíram que existe um sistema de controle e de protecção celular (focado em manter a integridade do ADN)  melhor do que se pensava. (8)

pierre_grassePierre Paul Grassé, que durante 30 anos foi professor de evolução na Universidade Sorbonne, escreveu o seguinte em relação a este assunto:

A probabilidade do pó transportado pelos ventos produzir a obra “Melancholia” de Dürer é menos infinitesimal do que a probabilidade de erros de cópia nas moléculas de ADN levarem à formação de um olho. (9)

Os Darwinistas ignoram este miraculoso sistema dentro do ADN, evitam um aprofundamento em relação a este tópico, e evitam produzir algum tipo de explicação para o mesmo. Mas eles constroem um cenário em relação à história da vida, cenário esse  construído sobre erros de replicação que têm uma probabilidade de quase zero de ocorrerem. Mais uma vez, isto revela a irracionalidade da lógica Darwinista.

Seguindo da posição de que a ideia de Darwin, da selecção natural, claramente não é a verdadeira história relativa a assim-chamada evolução, e da emergência das leis da genética, que são um golpe letal para o Darwinismo, a alegação em torno do “efeito evolutivo das mutações”, que tem sido a principal arma do neo-Darwinismo, foi revelada como nada mais que uma decepção.

É absolutamente ridículo alegar que um mecanismo tal como a mutação aleatória, que danifica, destrói e mata o organismo vivo, e por vezes prejudica todas as gerações futuras, pode causar o surgimento de formas de vida totalmente novas.

Mas há já muitos anos que as massas foram levadas a acreditar nesta mentira, embora os cientistas Darwinistas estejam bem cientes que tal poder miraculoso não existe. Até mesmo Richard Dawkins, um dos mais ardentes evolucionistas dos dias de hoje, admite que “as mutações são deletérias, e como tal, efeitos indesejáveis são muito prováveis.”(10)

O motivo que leva os Darwinistas a continuar a propor este alegação desacreditada como um mecanismo para a evolução é a sua devoção à religião supersticiosa do Darwinismo.

~ http://bit.ly/2cIfdVx

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Convém salientar que uma das respostas que os evo-animistas dão como exemplo de “mutação benéfica” são instâncias onde a forma de vida de facto obtém algum tipo de vantagem devido a uma mutação.

Por exemplo, numa ilha ventosa, os insectos sem asas podem ter a vantagem de não serem “soprados” para o alto mar. Os peixes que vivem em ambientes sem luz podem ter algum tipo de vantagem em perder a faculdade da visão e passar a depender de outros sentidos (economia de nutrientes na manutenção de órgãos sem uso).

Mas em todos os casos de “mutações benéficas”, nenhuma mutação dá à forma de vida um acréscimo informacional que, com o passar do tempo, vá aumentando quantitativamente a densidade informacional. É nesse sentido que se fala em “mutação benéfica”.

Há que distinguir entre uma mutação que dá uma vantagem objectiva à forma de vida, da mutação que aumenta a informação no genoma da dita forma de vida. A primeira já foi observada, mas a que a teoria da evolução precisa é da segunda, que, como seria de esperar, nunca foi observada.

Resumidamente, a teoria da evolução depende de forças que não existem, mecanismos que nunca foram observados, e factores que contradizem a lógica e a ciência. Mas a teoria lá vai sendo empurrada com relutância pelos evolucionistas visto que sem, ela, eles têm que admitir publicamente o que, entre eles, eles já sabem: a teoria da evolução é uma fraude.

Como sempre, a ciência, quando interpretada da forma correcta, está de acordo com a Bíblia. As mutações aleatórias não geram novas estruturas e novas formas de vida uma vez que a vida depende de informação, e, segundo o que já foi observado, a informação é sempre o efeito de uma ou mais mentes inteligentes. Como Deus “finalizou” a Sua actividade Criativa no 6º Dia da Criação, o que nós temos experimentado desde então é a recombinação de genes que já existem.

Fontes:

1 Nicholas Comninellis, Creative Defense, Evidence Against Evolution, Master Books, 2001, pp. 74-75
2 Jonathan Wells, Ph.D., The Politically Incorrect Guide to Darwinism and Intelligent Design, Regnery Publishing Inc., Washington, 2006, p.34
3 Ibid., p. 36
4 Jonathan Wells, Icons of Evolution, pp.185,186, 187
5 Gordon Rattray Taylor, The Great Evolution Mystery, Sphere Books Ltd., 1984, p. 4
6 Ibid., p. 230
7 Nicholas Comninellis, Creative Defense Evidence Against Evolution, Master Books, 2001, p. 81
8 Ibid., pp.74-75
9 Ibid., p. 81
10 Richard Dawkins, The Extended Phenotype, Oxford University Press, 1999, p. 141 2009-07-08 15:40:52
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As mutações causam algum tipo de evolução?

Será razoável acreditar que, dado tempo suficiente, as mutações podem causar a evolução dum organismo? É lógico aceitar – como o fazem os evo-animistas – que tudo pode acontecer desde que haja tempo suficiente;? Ou será mais lógico aceitar que as mutações são, de forma geral, inimigas do gradualismo aleatório?

Charles Darwin explicou o modelo evolutivo em torno das origens através do mecanismo da selecção natural atravessando longos períodos de tempo. Ele acreditava também que certas características adquiridas poderiam ser passadas para a geração seguinte. Por exemplo, a girafa evoluiu o seu longo pescoço porque foi tentando esticá-lo para atingir o alimento que se encontrava no topo das árvores. A informação genética para um pescoço mais longo era passada para a descendência através da “pangênese”.

gregor_mendelNo entanto, no princípio do século 20, os cientistas começaram a entender melhor o trabalho de genética levado a cabo pelo monge agostiniano, botânico e meteorologista  Gregor Mendel, e aperceberam-se que a pangênese era cientificamente impossível.

Eles propuseram a explicação de que erros aleatórios na replicação do ADN, com o nome de mutações, causavam mutações benéficas. Isto ficou conhecido como o Neo-Darwinismo; algo novo (neo) havia sido acrescentado aos conceitos Darwinianos.

Os problemas em relação às mutações como força contribuidora para a evolução são imensos, extensos e amplamente documentados.

A evolução requer um aumento absoluto na quantidade e na qualidade da informação genética. Para que um organismo possa evoluir para outro organismo, nova informação genética tem que ser adicionada. O motivo pelo qual o homem é diferente duma beringela, por exemplo, é porque o homem tem código genético para coisas que a beringela não tem. Devido a isto, a evolução depende de mutações de modo a que estas possam causar um aumento dos dados genéticos.

Para que uma mutação possa desempenhar um papel na evolução, muitas coisas teriam que acontecer. O problema é que as mutações frequentemente causam perdas de informação, e por vezes uma transferência de informação, mas nunca uma aumento de informação. Isto é, as mutações caminham na direcção errada visto que a evolução requer uma expansão genética sem fim (algo cientificamente impossível).

Em vez de explicarem a origem de novas formas de vida, as mutações explicam a origem da morte e das doenças.

MatematicaOutro problema é a matemática; as mutações são raras e elas ocorrem uma vez em cada 10 milhões de replicações. As probabilidades de duas mutações relacionadas ocorrerem é uma entre 100 triliões [numeração Americana]; no entanto, dada a abundância de genes nos organismos, as mutações podem e de facto ocorrem. Mesmo assim, a maior parte das mutações são prejudiciais, levando à morte do organismo antes do nascimento, ou à perda de funções específicas.

Apenas uma em cada 1000 mutações não é prejudicial, e a maior parte delas são neutrais – isto é, não têm efeito algum nos organismos. Certamente que é por isso que elas têm que ser evitadas. As radiações e as substâncias químicas mutagénicas são evitadas e não buscadas.

No entanto, outro problema para as mutações é que muitas das que são conhecidas como “mutações” nada mais são que variações genéticas. No passado acreditava-se que a resistência das moscas ao DDT era uma mutação e que estas moscas eram mutantes. Considerando a improbabilidade matemática das mutações, os cientistas buscaram por outra explicação. Foi apurado que certas populações de moscas já tinham dentro de si o material genético que lhes fazia resistentes ao DDT.

Esta grande variedade de tipos é exactamente o que seria de esperar dentro do modelo criacionista das nossas origens. A frase Bíblica “segundo seu tipo” é repetida dez vezes no primeiro capítulo do Livro de Génesis. As plantas e os animais foram criados por Deus para apenas se reproduzirem dentro dos seus tipos básicos. As mutações que nós vêmos são o que seria de esperar da corrupção causada pela Queda (Romanos 8:19-22).

O problema final que irei mencionar é que as mutações nunca são vistas a produzir uma nova espécie em laboratório. Isto é especialmente significante se levarmos em conta a mosca da fruta visto que há anos que as salas de biologia têm estado a causar mutações nelas como forma de produzir algum tipo novo das mesmas. Os resultados têm sido moscas sem asas, moscas com asas curvas, moscas com asas longas; mas todas elas são moscas da fruta – e nunca uma áve, uma mosca doméstica ou outra coisa qualquer.

mosca_fruta_muitacoesMuito raramente as mutações causam algum tipo de benefício para o organismo. Algumas bactérias podem perder informação para um gene regulador e passarem a ser resistentes a certos anti-bióticos. As pessoas que têm anemia falciforme não são susceptíveis de contrair a malária. Em todos estes casos, no entanto, as mutações nunca causam algum tipo de evolução visto que houve informação que foi destruída, e não criada.

Conclusão:

As mutações não criam; elas corrompem e na maior parte das vezes levam à morte da vida. Devido a isto, com o passar dos longos períodos de tempo, mais mutações  prejudiciais irão ocorrer, e menos provável é a evolução de ocorrer e explicar a origem das novas formas de vida. A teoria da evolução, que depende em absoluto dos não-existentes poderes criativos das mutações aleatórias, está errada logo à partida.

Modificado a partir do original ~ http://bit.ly/2dfs2IL
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O ateísmo é benéfico para a ciência?

Por Michael Egnor

Um biólogo ateu, com o nome de P.Z. Myers, ataca o Cristianismo fazendo várias perguntas em relação ao mundo natural,  acreditando que essas perguntas são melhor respondidas pelos ateus do que pelos Cristãos:

pz_myersAlguns de nós, como eu, somos ateus porque a religião não nos dá nada do que queremos, é pouco satisfatória em lidar com as coisas em relação às quais nos importamos, e muito má em responder a uma questão muito humana, “Porquê?”. Em vez disso, eles preferem lançar ataques contra os outros, ignorando os seus próprios falhanços, e fingindo que as questões que eles ignoram já foram respondidas.

Queres saber as coisas com as quais os Novos Ateus, que são as mesmas que os Velhos Ateus, se preocupam? Nós temos perguntas importantes. Estas questões não foram e nem podem ser respondidas por apologistas religiosos. O processo de as explorar honestamente é precisamente o que nos leva ao ateísmo, e como tal, eles têm que as evitar.

Vejamos “o que nos leva ao ateísmo”. Eis aqui algumas das questões de Myers e as minhas repostas:

Porque é que deveríamos acreditar em deus algum? Não precisamos duma autoridade inteligente para explicar o universo.

Claro que precisamos duma autoridade inteligente para explicar o universo. O universo está repleto de inteligibilidade. A natureza encontra-se governada por leis físicas extraordinariamente complexas e elegantes, e a leis em si estão escritas na abstracta linguagem da matemática. De facto, os físicos teóricos têm frequentemente que explorar  teorias matemáticas totalmente novas como forma de poderem explicar o comportamento da matéria sem vida.

Afinal de contas, Newton descobriu o cálculo como forma de poder fazer física. Heaviside (usando as equações de Maxwell)  precisou de desenvolver o cálculo de osciladores electromagnéticos como forma de compreender a electricidade em corrente alternada. Einstein (e o seu amigo o matemático Grossman) reinventaram a geometria não-euclidiana e o cálculo tensorial como forma de entender a geometria.

Heisenberg teve que desenvolver a mecânica matricial como forma de entender o mundo quântico. Dirac previu a existência da anti-matéria simplesmente com base em considerações matemáticas, e os modernos defensores da teoria de cordas tais como Edward Witten trabalham na crista da onda da matemática. Os buracos negros foram previstos com base nas singularidades nas equações tensoriais da relatividade (….).

É surpreendente (e elegante) que o próprio retináculo do universo, desde o mundo sub-atómico até aos cosmos, seja desenhado na matemática abstracta e elegante. O universo grita por autoridade inteligente. Para a pergunta implícita de Myers “É a base da existência mais como uma coisa ou como uma mente?” só há uma resposta: a base da existência é como uma mente.

Outra forma de entender esta bonita teleologia que permeia toda a criação centra-se na informação – a restrição de probabilidade de resultados em relação aos processos naturais. Esta informação é particularmente surpreendente nas formas de vida. A nanotecnologia intrincada que facilita o metabolismo celular encontra-se controlada e replicada por um código genético com letras, palavras, frases e pontuação que armazena e organiza a informação em disposições de enquadramento justaposto.

A Autoridade Inteligente – a Mente – que governa o cosmos e a vida através de informação tem uma apreciação espantosa pela linguagem e pela matemática, e tem uma preocupação especial com o ser humano visto que este recebeu a capacidade de descobrir a extraordinária lógica da criação.

… de facto, assumir que o mundo é o resultado dum processo natural não-dirigido, tem um registo muito melhor no que toca a gerar respostas.

Lenga lenga.

A ciência moderna surgiu apenas e só dentro do ambiente Cristão. Roger Bacon, Copernicus, Galileu, Newton, Kepler, Faraday, Pasteur, Maxwell e muitos outros pioneiros do Iluminismo Científico foram Cristãos fervorosos que atribuíram de modo explícito a inteligibilidade da natureza à agência Divina, e até cientistas do século 20 tais como   Einstein e Heisenberg e Schrodinger e Rutherford e Planck atribuíram a origem da natureza à Uma Agência Inteligente. Einstein é famoso por dizer: “Quero saber os pensamentos de Deus…”

Muito poucos grandes cientistas atribuíram a origem do mundo aos “processos não-direccionados”. De facto, o ateísmo tem um registo horrível dentro da ciência.  Durante grande parte do século 20, um terço da humanidade viveu debaixo da bota duma ideologia ateísta. Quais foram os grandes avanços produzidos pelos cientistas da União Soviética?

Quais foram as grandes contribuições científicas da China Comunista, de Cuba Comunista, do Vietname ou da Albânia? Comparem os resultados científicos da Alemanha do Leste (ateísta) com as da Alemanha Federal (Luterana e Católica). Comparem as produções científicas da Coreia do Norte (ateísta) com as da Coreia o Sul (Cristã e Budista).

A realidade dos factos é que durante o século 20, os sistemas ideológicos ateístas que “assumiram que o mundo é o produto dum processo natural, não-dirigido” governaram um terço da humanidade. E qual é o registo científico do ateísmo?

O ateísmo teve a sua chance e nada mais fez que trazer até nós a idade das trevas científica em todas as nações que tiveram o azar de sucumbir perante ele. O ateísmo é, ao mesmo tempo, uma catástrofe para a ciência tal como o é para a humanidade. A única coisa que os sistemas ateístas conseguiram produzir (e ainda produzem até aos dias de hoje) são corpos mortos.

Porque é que não consegues explicar no que acreditas sem recorrer a agitar de mãos, e a coisas confusas, sem sentido e pouco convincentes?

“Agitar de mãos, coisas confusas sem sentido e pouco convincentes”? Diz-nos tu.

Eis como os Cristãos explicam a natureza: a ciência moderna, que é a inferência para a inteligência e a inteligibilidade na natureza – o fruto de dois milénios de civilização Cristã, teologia Cristã e filosofia natural.

Eis como os ateus explicam a natureza: O nada criou tudo sem propósito algum, e criou a vida a partir do que não tem vida (e também sem propósito algum). E criou robôs que pensam que têm um propósito mas que por motivo algum, não têm.

Que tipo de cegueira leva a que um homem com formação como Myers aceite a miséria moral e intelectual que é o ateísmo? O que é que leva uma pessoa ao ateísmo? A cegueira da alma. A verdade está ao nosso redor, mais óbvia que a mão humana em frente à sua cara. O universo tem Uma Mente estampada por todo o local, como uma assinatura.

~ http://bit.ly/2d6NUSd

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Como é normal, alguns ateus tentam usar o sucesso relativo da ciência como arma contra Deus, sem se aperceberem que o sucesso da ciência se deve a existência de Deus.

Se Deus não existe, porque é que se acredita que as leis da natureza que operam na Terra são as mesmas que operam em outros locais do universo?

Se vivêmos num lugar não-sujeito à uma Mente Inteligente, porque é que todos os ateus esperam que o universo se comporte segundo padrões inteligentes, tanto assim que podemos em certa medida “prever” o futuro com base na fiabilidade das leis naturais?

Mais ainda, se – como defendem os ateus – somos o efeito de forças aleatórias não-inteligentes, porque é que os ateus confiam nas suas capacidades cognitivas? Pode a não-inteligência gerar inteligência? Pode a irracionalidade gerar a razão?

As respostas são bem óbvias, mas os ateus estão moralmente cegos para a verdade. A realidade dos factos é que a ciência é evidência contra o ateísmo, e não contra o Criador. Deus, que é a Mente que criou o universo, fez o mundo de forma a reflectir a forma como Ele pensa, e como Ele espera que nós usemos a nossa mente.

O universo é racional e passível de ser estudado racionalmente porque Deus é Racional. E nós temos a capacidade de entender o universo porque a nossa mente foi feita à Imagem da Mente que criou o universo, e Ele quer que nós entendamos a Sua criação.

Os ateus, na sua luta contra Deus, estão a  gerar as condições para que a irracionalidade pagã volte a tomar o lugar central nas nossas sociedades, o que vai reverter todo o bem que a ciência causou durante os últimos séculos.

pz-myers

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Será que o ferro pode salvar os “milhões de anos”?

Há vários anos atrás os cientistas fizeram a descoberta surpreendente que parecia colocar em causa a crença de que os dinossauros viveram há mais de 65 milhões de anos atrás: tecido mole e vasos sanguíneos no fémur dum T. Rex.

dinossauro_cinzaEsta notícia deixou os secularistas em modo de controle de estragos. Antes deste achado, os cientistas acreditavam que a proteína que compõem o tecido mole presente nas formas de vida não podia durar nem 1 milhão de anos. Devido à sua crença à priori de que os fósseis de dinossauro têm que ter os mitológicos “milhões de anos”, eles voltaram a sua atenção na busca dos motivos por trás desta persistência destas biomoléculas.

Os pesquisadores evolucionistas depositaram a sua fé nas propriedades únicas do ferro como forma de salvar a sua crença nos mitológics “milhões de anos”. Eles avançam com a teoria de que o ferro, que é bastante dentro da hemoglobina do sangue, serviu como um preservante do tecido macio do T. Rex*.

O ferro pode ter ajudado na ligação das estruturas moleculares e impedido a sua degradação. Um processo semelhante ocorre quando o tecido macio recente é preservado num tipo de formaldeído com o nome de formalina. No entanto, este tipo de preservação é temporário.

Uma experiência recente envolvendo tecido de avestruz revelou que, em laboratório, o ferro da hemoglobina pode preservar o tecido até dois anos. Mas continua a ser uma posição difícil de acreditar que o ferro poderia preservar o tecido mole durante milhões e milhões de anos.

Enquanto isso, os pesquisadores descobriram um fóssil de mosquito envolvido em sangue e “dataram” com 46 “milhões de anos”. Tal como com o tecido macio do T. Rex, em vez de colocarem em dúvida os “milhões de anos”, que requerem uma preservação milagrosa do sangue, os pesquisadores evolucionistas alegam que este mosquito disponibiliza mais evidências de que as moléculas podem, sim, sobreviver durante milhões de anos.**

Em vez de se esforçarem por demonstrar a forma como o sangue e o tecido macio podem ser preservados durante “milhões de anos”, os criacionistas fazem a conclusão mais óbvio e parcimónica, consistente com a Verdade Bíblica e muitos estudos empíricos em torno da duração das biomoléculas, de que estas fósseis têm apenas alguns milhares de anos, e não os mitológicos “milhões de anos”.***

* * * * * *

Mais uma vez ficamos perante a fé dos evolucionista na sua busca irracional por alternativas à criação e à Terra Jovem.

Perante a descoberta de material orgânico bem preservado, presente em fósseis supostamente com “milhões de anos”, a pessoa que realmente busca a verdade dos factos irá concluir que algo de errado há com os “métodos de datação” que dão idades na ordem dos “milhões de anos”, e que os ditos fósseis devem ser bem recentes.

Mas não é isso que o evolucionista faz, visto que ele tem um compromisso de fé com os  mitológicos “milhões de anos” (e não com a ciência).

O evolucionista, que não aceita à priori que a Terra seja jovem, e que os dinossauros tenham vivido lado a lado com os seres humanos, subverte a ciência, rejeita as observações, e foca-se em “mostrar” como é que material orgânico “macio” dura “milhões de anos”, algo cientificamente impossivel.

Nunca lhe passa pela cabeça (ou pelo coração, visto que a fé na evolução é uma questão moral e não intelectual) que se calhar haja algo de errado com as suas pressuposições, e que se calhar ele deva colocar as observações acima da fé nos “milhões de anos”.

Para nós Cristãos, o importante a reter é que a Palavra de Deus está de acordo com as observações científicas, e que a descoberta de material orgânico bem preservado é exactamente o que seria de encontrar se a Terra fosse Jovem, se os seres humanos tivessem vivido lado a lado com dinossauros, e se os métodos de datação evolucionistas fossem pouco fiáveis.

Louco é aquele que deposita o seu futuro eterno nas mãos de opiniões humanas falíveis e não na Infalível Palavra de Deus.

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* T. Rex flesh? Controversial soft tissue finally explained | Fox News http://fxn.ws/2cQgA2z

** Dale E. Greenwalt, et al. “Hemoglobin-derived Porphyrins Preserved in a Middle Eocene Blood-engorged Mosquito,” Proceedings of the National Academy of Sciences 110 no. 46 (November 12, 2013): 18496–18500.

*** Para um estudo mais aprofundado em relação à preservação de tecido macio no registo fóssil, ver este PDF.

Fonte: http://bit.ly/2da8Dbb

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Evolucionista demite-se de escola Cristã por esta ensinar factos e não mitos ateístas.

Por Garret Haley

Professor de Filosofia associado a organizações promotoras do evolucionismo demitiu-se duma faculdade Cristã depois desta ter afirmado a sua aderência à interpretação Bíblica da criação de Adão e Eva. Dr. James Stump começou a ensinar na Bethel College em 1998, trabalhando como Professor de Filosofia durante vários anos. No mês passado a faculdade Bethel College emitiu uma declaração esclarecendo a sua posição em relação às origens. A declaração afirmou a crença da escola na criação singular de Adão e Eva por parte de Deus.

Esta afirmação é importante para distinguir a humanidade dos animais, como criados à imagem de Deus (Génesis 1:27, 2:7), para justificar a obra redentora de Cristo para expiar o pecado representativo da humanidade através de Adão (1 Cor 15:45), respeitar as genealogias de Lucas 3, justificar as inferências a Adão do Novo Testamento por parte de Paulo (Romanos 5:12-17), e outras coisas.

infiltracaoPara além desta declaração, a faculdade acrescentou que esperava que o corpo docente concordasse com ela.

No entanto. Stump anunciou que iria demitir-se da faculdade devido à interpretação Bíblica da escola. Citando “tensões” entre as suas crenças e a declaração da escola, Stump escreveu uma carta onde se lia que ele iria procurar “trabalho alternativo”.

Claramente, Stump duvida da leitura literal da criação tal como descrita em Génesis, e em vez disso acredita que a evolução humana é compatível com as Escrituras. Actualmente, ele é gestor de conteúdo na BioLogos – organização que promove evolução teísta, rejeita o criacionismo da Terra Jovem, e apela aos Cristãos para aceitar a crença de que a Terra tem “milhões de anos”.

Num post de Janeiro presente no blogue da BioLogos, Stump escreveu que “Nós humanos fomos moldados através da morte e do sofrimento causado pelos eons de evolução – formas de vida que vieram do pó da Terra e voltaram para ele.”

Depois da demissão de Stump, a BioLogos criticou a decisão da faculdade Bethel College de consolidar a interpretação tradicional de Génesis: Deborah Haarsma, presidente da BioLogos, escreveu:

Nós, aqui na BioLogos, estamos desanimados com esta decisão. Ela colocou Jim [James Stump] na dolorosa situação de ter que escolher entre a vida académica para a qual ele sente que foi chamado, e a comunidade académica dentro da qual ele se encontra há décadas. Para muitos Evangélicos, a posição cracionista evolutiva é-lhes pouco familiar, e até lhes parece impossível – eles não vêem como é possível alguém amar a Bíblia sem rejeitar a teoria da evolução.

Mas na BioLogos, nós não vêmos a teoria da evolução como inerentemente ateísta. Amamos a Bíblia e promovemos a criação evolutiva; nomeadamente, que Deus usou o processo natural da evolução para criar todas as diversas formas de vida, incluindo o ser humano, tal como é inferido através de abundantes evidências genéticas e fósseis.

Muitos outros Cristãos discordam da análise de Haarsma, afirmando que a Bíblia e a teoria da evolução são incompatíveis. O Dr John Morris, do “Institute for Creation Reserch”, afirmou:

A morte desempenha um papel proeminente dentro da teoria da evolução. De facto, para um evolucionista, a morte é algo de normal, bom e algo que disponibiliza o combustível para a mudança evolutiva.

A evolução e a Bíblia estão seriamente em contradição nesse ponto. Se a  evolução (ou mesmo o conceito da Terra antiga, com a morte e os fósseis a antecederem o pecado do homem), está correcta, então a morte é natural, a morte é normal, e a morte antecede o homem. Mais importante ainda, dentro desta visão do mundo a morte não é o salário do pecado visto ela antecede o homem e o seu pecado.

Mas se a morte não é o castigo pelo pecado, então a morte do Senhor Jesus Cristo não pagou o salário do pecado, nem a Sua Ressurreição sobre a morte disponibiliza a vida eterna.

Embora crença na criação e na Terra Jovem não sejam essenciais para a salvação (muitos Cristãos erradamente acreditam e fazem coisas condenadas pela Bíblia), se a teoria da evolução está correcta,, se a Terra é antiga, se os fósseis foram criados antes do aparecimento do ser humano, então o Crisitanismo está errado. Estas ideias [evolutivas] acabam com os fundamentos do Evangelho e negam a obra de Cristo na cruz.

A evolução e a salvação são conceitos mutuamente exclusivos.

* * * * * *

Esta última frase encerra em si tudo o que precisamos de saber sobre a utilidade ideológica da “teoria” da evolução. Nós Cristãos temos que nos aperceber que quem promove a teoria da evolução, está a promover uma religião alternativa, e tem que ser tratado de forma adequada. A harmonização entre a teoria da evolução e a Bíblia é impossível porque a primeira foi criada com o propósito de atacar a segunda:

O Cristianismo tem lutado, e ainda luta, e lutará, desesperadamente contra a ciênciadevido à teoria da evolução visto que a evolução destrói por completo o motivo pelo qual a vinda à Terra de Jesus era supostamente necessária.

Destruam Adão e Eva e o pecado original, e nos escombros irão encontrar os restos tristes do Filho de Deus. Acabem com o significado da Sua morte. Se Jesus não é o Redentor que morreu pelos nossos pecados, e isso é o que significa a teoria da evolução, então o Cristianismo não é nada.”

– Bozarth, G. Richard, “The Meaning of Evolution,” American Atheist (February 1978), page 30. – Capitalização por parte do tradutor.

Como é que se pode harmonizar aquilo que, por definição, tem que estar em oposição?.

Claro que há “Cristãos” que discordam desta afirmação e vociferam que é possível harmonizar  Génesis com os mitológicos “milhões de anos” e com a “teoria” da evolução. Mas se os pressionarmos um bocado, rapidamente iremos ver que a sua “harmonização” nada mais é que a distorção da leitura contextual da Génesis. Ou seja, eles “harmonizam”  a teoria da evolução com Génesis distorcendo Génesis.

Resumidamente, é importante não dar espaço para estes infiltrados porque a propagação do seu veneno pode pode levar outros a cair no erro de acreditar que ateus, piolhos, pulgas e bactérias têm um parente comum.

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Gradualismo aleatório ou design inteligente?

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