Mais um mito evolucionista refutado pela ciência

Por Daniel Anderson

Chimpazes_HumanosNum recente artigo da Science, vários cientistas evolucionistas admitem que a alegação de 99% de semelhança entre os humanos e os chimpanzés é um mito. (1).

Desde 1975 que esta estatística enganadora tem sido apregoada como evidência clara de que os humanos e os chimpanzés estão bastante relacionados dentro da árvore de vida evolutiva. (2)

No entanto, à medida que foram sendo feitas mais e mais pesquisas genéticas, foi ficando cada vez mais claro que a percentagem de semelhança genética havia sido vastamente exagerada.

Citações reveladoras:

  • O autor Jon Cohen escreveu “Mas a verdade tem que ser dita…. a distinção de 1% não era a história completa…..”
  • Cohen escreveu também que os recentes estudos “….levantam a questão se o truísmo do 1% deve ser colocado de parte.”
  • Pascal Gagneux, zoólogo da UCSD, disse “Durante muitos e muitos anos, a diferença de 1% serviu-nos bem porque o facto de sermos similares era pouco valorizados. Hoje, tornou-se claro que essa alegação é mais um impedimento no nosso processo de aprendizagem do que uma ajuda.”
  • Svante Pääbo, depois de admitir não saber se existe uma forma de calcular a diferença percentual exacta, disse “Em última análise, isto é uma coisa política, social, e cultural em torno da forma como vemos as nossas distinções.”

Dito de outra forma, e tal como os criacionistas sempre disseram, as interpretações científicas são frequentemente motivadas por pressuposições filosóficas.

Estudos mais recentes rressalvam diferenças genéticas ainda maiores.

  • Durante o ano passado, um estudo número de cópias de genes revelou uma diferença de 6.4%. (3)
  • Em 2005, os cientistas descobriram que o genoma dos chimpanzés era 12% maior que o genona humano.
  • Em 2003, os cientistas calcularam uma diferença de 13,3 em secções do nosso sistema imunitário. (4)
  • Um estudo revelou uma diferença de 17,4% na expressão de gene do córtex cerebral (5)

O Dr Rob Carter, cientista criacionista, declarou recentemente num programa nacional Americano com o nome de Janet Parshall Show, que os nossos genomas são pelo menos 8-12% distintos.

Outro ícone cai no esquecimento.

Há bem pouco tempo – no ano passado – testemunhamos a queda de dois “ícones da evolução”. Não só a ideia de 99% de semelhança genética entre humanos e chimpanzés foi abandonada, como o foi também o mito do “ADN lixo”. Como tem sido observado com frequência desde que Darwin publicou o se livro “A Origem das Espécies”, os ícones evolutivos eventualmente entram em colapso sob o peso dos dados empíricos.

Enquanto isso, o modelo criacionista é continuamente confirmado à medida que as novas descobertas revelam inesperadas camadas de complexidade no que claramente foi criado – o que reflecte a Mão do Criador.

http://bit.ly/1E7ykLa

Referências:

1. Cohen, Jon, “Relative Differences: The Myth of 1%”, Science 316(5833):1836, 29 June 2007 | DOI: 10.1126/science.316.5833.1836.
2. The 99% statistic is based on comparing a mere 97 genes between respective genomes. The human genome contains about 20,000 genes. Therefore, 97 genes represent only about 0.5% of our entire genome.
3. Demuth JP, Bie TD, Stajich JE, Cristianini N, Hahn MW The Evolution of Mammalian Gene Families. PLoS ONE 1(1): e85, 2006 | doi:10.1371/journal.pone.0000085.
4. Tatsuya, A., et al., Comparative Sequencing of Human and Chimpanzee MHC Class I Regions Unveils Insertions/Deletions As the Major Path to Genomic Divergence, Proceedings of the National Academy of Sciences, USA 100:7708–13, 2003.
5. The Chimp-Human 1% Difference: A Useful Lie, <www.creationsafaris.com/crev200706.htm>. 29 June 2007.
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Existe “mau design” no sistema de visão humano?

Por Rich Deem

OlhoO olho dos vertebrados é um órgão bastante excepcional em termos de funcionalidade. A luz passa através da córnea, e depois através das lentes onde é focada sobre a retina – que contém fotoreceptores (hastes e cones) como forma de detectar a luz (ver o diagrama à direita).

Cada haste e cada cone que recebe luz, dispara um sinal em direcção ao aparelho neural, que transmite o sinal para o nervo óptico, que depois passa pelo cérebro como forma de ser processado. No cérebro, ocorre um processamento curioso, incluindo a inversão da imagem e a interpretação do que é visto (mas isso é outra história que não pode ser falada aqui).

O olho dos invertebrados é muito mais simples para além de ser muito diferente, especialmente no que toca o design da sua retina. A retina dos invertebrados é composta por fotoreceptores que estão voltados para a luz que chega, seguida pela camada neuronal, e as camadas subjacentes que fornecem os nutrientes e o oxigénio através da cama capilar.

No entanto, é dito com frequência que a retina dos vertebrados se encontra “invertida” visto que as camadas neuronais do olho estão voltadas para a luz e os fotoreceptores encontram-se, na verdade, “de costas” para a luz incidente. Os evolucionistas defendem que este arranjo é o resultado da evolução improvisada onde erros óbvios de “design” foram acomodados através de alterações mutacionais sucessivas como forma de fazer com que o aparato opere duma maneira funcional. Segundo Dawkins, um dos mais importantes defensores da teoria da evolução:

Qualquer engenheiro iria naturalmente assumir que as fotocélulas estivessem voltadas para a luz, e com as suas conexões voltadas para trás em direcção ao cérebro. Ele haveria de se rir de qualquer sugestão de que as fotocélulas pudessem apontar na direcção contrária do sítio donde chega a luz, com as suas conexões começando no sítio mais próximo da luz.

No entanto é precisamente isto que acontece na retina de todos os vertebrados. Cada fotocélula está, para todos os efeitos, ligada de forma invertida, com as suas ligações a surgirem na zona mais próxima da luz.

A ligação tem que viajar toda a superfície da retina para um sítio onde mergulha através dum buraco na retina (o assim chamado “ponto cego”) para se unir ao nervo óptico.

Isto significa que a luz, em vez de ver-lhe conferido acesso irrestrito de passagem até às fotocélulas, tem que atravessar uma floresta de ligações, presumivelmente sofrendo pelo menos algumas atenuações e distorções (na verdade, não muito, mas mesmo assim, é o princípio da coisa que iria ofender qualquer engenheiro de mente organizada.

Não sei qual é a explicação exacta para este estado de coisas. O período evolutivo relevante foi há muito tempo. (1)

Dawkins não sabe o porque do olho dos vertebrado estar construído da forma que está porque ele não entende a forma como o olho funciona. De facto, a retina está construída com capacidades de captação de luz ligeiramente sub-óptima de modo a que ele funcione pelos menos algumas décadas. Se o sistema de visão estivesse construído tal como o “engenheiro de mente organizada” de Dawkins construiria, ele nunca chegaria a funcionar.

Antes de mais, temos que ter uma pequena introdução em torno da física da luz. O espectro electromagnético emitido pelo Sol é composto por muitos e variados comprimentos de onda, sendo que uma pequena percentagem da mesma é visível a olho nu (370-730 nanómetros).

RetinaAs ondas quase-visíveis incluem as mais longas (infra-vermelhos) e as mais curtas (ultra-violetas). A quantidade de energia dentro de cada uma das ondas é inversamente proporcional ao comprimento das ondas. Logo, a energia electromagnética que é composta por ondas mais curtas (por exemplo, a luz ultra-violeta) é mais energética.

Embora o aparato visual não consiga detectar as ondas mais energéticas, ele é mesmo assim afectado pelas mesmas visto que todo o sistema encontra-se exposto à totalidade do espectro. Em contraste, o resto do corpo encontra-se protegido da luz altamente energética através da pigmentação (melanina) presente na pele. Mesmo assim, passar uma vida inteira a expor as células da pele à luz pode resultar na destruição do ADN,  o que pode levar ao aparecimento do cancro.

O olho tem uma camada única de células, os Epitélio de Pigmentado da Retina [“Retinal Pigment Epithelium” = RPE], que têm um mecanismo complexo para lidar com  as moléculas tóxicas e com os radicais livres produzidos pela acção da luz.

Enzimas específicas tais como os superóxido dismutase, catalases, e peroxidases estão presentes para eliminar moléculas potencialmente prejudiciais tais como o peróxido de hidrogénio. Antioxidantes tais como o a-tocoferol (vitamina E) e o ácido ascórbico (vitamina C) encontram-se disponíveis como forma de reduzir os estragos oxidativos.

Devido aos estragos contínuos causados pela luz, os discos (bem como os fotopigmentos) das células do fotoreceptor são constantemente substituídas pelo RPE. (2,3) Se assim não fosse, os fotoreceptores rapidamente acumulariam defeitos fatais que iriam impedir o funcionamento. Para além disso, as células RPE têm o pigmento melanina, que absorve a luz extraviada e dispersa como forma de melhorar a acuidade.

O RPE está em contacto com a camada coróide, que contém uma enorme cama capilar, que tem o maior fluxo de sangue por grama de qualquer tecido o corpo. Porque é que o fluxo sanguíneo é tão elevado na coróide?

Uma vez que o RPE e as células fotoreceptoras estão em regeneração constante, eles precisam duma elevada taxa de troca de oxigénio e de nutrientes. Para além disso, parece que a elevada taxa de fluxo sanguíneo é necessária para remover o calor da retina como forma de impedir danos resultantes da luz focada (o velho fenómeno da lupa ao Sol). (4)

Dito isto, porque é que o design do “engenheiro com mente organizada” de Dawkins é uma ideia tão má? Dawkins pensa que a camada neural deveria estar sob os fotoreceptores, colocando-os entre os fotoreceptores e a coróide. Onde é que ficaria o RPE (que é necessário para a regeneração dos fotoreceptores)? Se por acaso ele ficasse entre a camada neural e a coróide, ficaria demasiado longe dos fotoreceptores para os regenerar constantemente.

Para além disso, este design iria colocar outra camada entre os fotoreceptores e o seu fornecimento de sangue, reduzindo a substituição de oxigénio e de nutrientes e minimizando a eficácia da coróide na remoção do calor dos fotoreceptores. A ideia de Dawkins duma “boa” evolução iria impedir que os fotoreceptores fossem regenerados, o que causaria estragos térmicos. Tal design iria entrar em colapso no primeiro ano de uso.

Ainda bem que Deus não criou da forma como os evolucionistas criariam!

Selo Dawkins

http://bit.ly/1GCnOfp

Referências:

  1. Dawkins, R. 1986. The Blind Watchmaker: Why the evidence of evolution reveals a universe without design. W.W. Norton and Company, New York, p. 93.
  2. Kennon Guerry, R., Ham, W.T., Mueller, H.A. 1998. Light toxicity in the posterior segment. In Tasman W., Jaeger EA. (eds.), Clinical Ophthalmology, Lippincott-Raven, New York, vol. 3, ch. 37.
  3. Young, R.W. 1982. The Bowman Lecture: Biological renewal: Applications to the eye. Trans. Ophthalmol. Soc. UK 102 :42-67.
  4. Parver, L.M., Auker, C., Carpenter, D.O. 1980. Choroidal blood flow as a heat dissipating mechanism in the macula. Am. J. Ophthalmol.89:641�646.
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Evidências históricas da coexistência entre humanos e dinossauros

Por Kolbe Center

 Deus, pois, fez os animais selvagens […] e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. […] Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou […]  E foi a tarde e a manhã, o dia sexto.  Génesis 1:25-31

Será que dinosssauros e humanos alguma vez chegaram a viver contemporaneamente? Certamente que sim. O Livro de Génesis deixa bem claro que todo o tipo de animais terrestres foi criado no mesmo dia que o ser humano, e logo, as pessoas e os dinossauros devem ter caminhado na Terra ao mesmo tempo pelo menos durante algum período da história. Este artigo vai analisar as evidências históricas em favor deste facto, começando com uma muito controversa descrição dum animal num dos Livros mais antigos da Bíblia.

Contempla Agora o Beemonte.

No Livro de Jó 40:15, escrito há vários milhares de anos atrás, Deus instrui a Jó, “Contempla agora o Beemonte”, e depois explica que este animal:

– Come erva como um boi
– Move a sua cauda como cedro
– Tem pernas como barras de ferro.
– Alimenta-se onde os animais brincam
– Encontra sombra nos pântanos
– Não se assusta quando o Rio Jordão transborda na direcção da sua boca
– Não pode ter o seu nariz perfurado com um laço
– Não pode ser levado quando ele está atento, e
– É a obra-prima dos caminhos de Deus

Esta descrição do Beemonte é suficientemente detalhada para que se possa confiadamente identificar este animal como um dinossauro saurópode, especificamente, um   titanossauro. Consistente com a descrição do Beemonte, os titanossauros

– Comiam erva (1)
– Tinham enormes caudas afiladas comparáveis a uma árvore de cedro.
– Nas pernas tinham ossos incomumente sólidos (2)
– Tinham um estilo de vida anfíbio (3) e
– Foram os maiores animais que alguma vez andaram na Terra.

Com um comprimento estimativativo para os maiores espécimes que varia entre os 30 aos 60 metros (4), os titanossauros realmente era a obra-prima da criação de Deus!

Dinosauro_Titanossauro

Explicações alternativas para o Beemonte proliferam, mas as três mais populares são hipopótamo, elefante ou pura ficção. Dizer que o Beemonte é um elefante ou um hipopótamo não é plausível por diversos motivos. Nem o hipopótamo nem os elefantes têm uma cauda que inspira uma comparação com um cedro, que é uma árvore imensamente alta que é usada repetidamente na Bíblia para passar a imagem de algo majestoso.

Nem o hipopótamo nem os elefantes são imunes a serem caçados, tal como a passagem em Jó claramente implica; os hipopótamos eram frequentemente caçados em África ao serem atingidos por uma enorme quantidade de arpões, e os elefantes ainda são escalfados devido ao seu marfim. E se o animal é um elefante, então porque usar a palavra “Beemonte” quando se poderia usar a palavra “elefante”, tal como é feito no Livro dos Macabeus?

Por fim, nem o elefante nem o hipopótamo podem ser identificados como a obra-prima da criação Divina, levando em conta que os dinossauros excediam vastamente estes animais tanto em força como em tamanho. Mesmo que o termo “obra-prima” seja interpretada como ordem da criação, Génesis descreve as criaturas marinhas como havendo sido criadas antes dos animais terrestres, e é nesta ultima categoria que se encontram os hipopótamos e os elefantes. Os hipopótamos têm, de facto, um estilo de vida aquático, mas eles dificilmente podem ser considerados “criaturas marinhas”.

A noção de que Beemonte é uma criatura de ficção é tão absurda que nem merece algum tipo de refutação. A descrição do Beemonte vem depois de terem sido descritos animais bem familiares, tais como cabras, bois, avestruzes, e cavalos. Para Deus ter abruptamente parado de falar da realidade para começar a descrever uma ficção não faria qualquer sentido dentro do contexto do Texto, onde Deus está a falar de animais que Ele criou como exemplos do Seu Poder.

Afirmar que o Beemonte é erradamente descrito como uma criatura real apenas como forma de deixar Jó impressionado nada mais seria que atribuir a Deus uma mentira oficiosa, algo condenado pelo Papa Pio X “PASCENDI DOMINICI GREGIS”. Deus diz também a Jó que contemple o Beemonte, algo que ele não poderia fazer se o Beemonte não existisse.

E finalmente, e como forma de apagar qualquer dúvida sobre a actualidade do Beemonte, Deus diz que Ele criou o Beemonte juntamente com ele.

Os Beemontes do Bispo Bell

Bispo__Bell_Dinossauros

Esta gravura de bronze foi feita há mais de 500 anos atrás e ela decora o túmulo do Bispo Bell que se encontra em Inglaterra. Os dois animais descritos são inequivocamente saurópodes, mas muito provavelmente eram conhecidos pelos locais como dragões. O animal da esquerda tem uma cauda que termina num “taco” com espigões, tal como o saurópode Shunossauro. É fascinante considerar que estes dinossauros muito provavelmente vagueavam as encostas da Inglaterra Medieval.

Dinossauro_Bispo_Bell_Vulcanodon

À primeira vista pode parecer que o animal da direita tem orelhas, mas isso é na verdade uma ilusão. A “orelha” de baixo faz parte das costas do animal, e a “orelha” de cima é uma imperfeição.

Foram avançadas tentativas de refutação da interpretação de que isto são dinossauros, mas todas elas têm um fundamento frágil. Foi alegado que o animal da esquerda é um leão, e como forma de solidificar esta posição, os cépticos da interpretação de que isto são dinossauros apontam para a aparente morfologia felina; no entanto, os  saurópodes tais como os Riojassauros são frequentemente caracterizados com uma estrutura corporal similar.

Mais importante ainda, os leões não têm pescoços serpentinos, que ambos os animais têm (apesar do desgaste pelo qual a gravura tem passado durante os últimos séculos). E se olharmos com atenção, pode-se ver a cabeça reptilínea do animal da esquerda. O olho aparente e a boca aparente na parte final da cauda podem ser imperfeições.

Outra possibilidade é que a suposta boca é na verdade uma falha a separar o segundo par de espigãos; afinal de contas, os Shunossauros tinham dois pares de espigôes na sua cauda. Nenhum dos argumentos dos cépticos tenta refutar a identificação dinossauriana do animal à direita, e os argumentos relativos ao animal da esquerda são pura e simplesmente dúbios.

O absurdo de se negar a interpretação dinossauriana simples e directa em relação a esta gravura é demonstrado mais ainda pelas identificações propostas pelo staff da igreja onde o túmulo se encontra localizado.

Eles alegaram que os animais são ficção (5), ou crocodilos (6). Mas porque é que estes animais seriam, ou deveriam ser, obras de ficção se eles se encontram rodeados por animais reais tais como peixes, ursos, porcos, morcegos, etc, animais que também se encontram gravados no túmulo do Bispo Bell? Para além disso, dizer que são crocodilos é obviamente inverossímil.

O Petroglifo do Utah

Dinossauro_Utah

No Utah existe uma formação rochosa conhecida como Kachina Bridge. Por baixo do arco encontra-se um petroglífo feito pelos Índios Nativos Americanos que tem uma forte semelhança com um dinossauro saurópode. Até mesmo Phil Senter, autor dum estudo amplamente difundido que tentou refutar a interpretação de que é um dinossauro, admite que “de facto, ele tem a aparência dum dinossauro”. (7)

É preciso levar em conta que o seu estudo tem sido fortemente criticado tanto por parte dos proponentes como dos cépticos da interpretação dinossauriana por ter má ciência; Vance Nelson refutou de forma extensa a refutação proposta ao salientar a pobre metodologia usada no mesmo (8). Eis aqui uma foto mais próxima com contraste adicionado.

Dinossauro_Diplodocus

O ídolo de Granby

No ano de 1920 foi descoberta uma pedra interessante por parte dum rancheiro do Colorado. Ela tinha cerca de 45 centímetros de comprimento e 30 centímetros de largura, e ela exibia uma cara sorridente, um mamute, e um dinossauro saurópode. Depois de ter visto em primeira mão a pedra que tem cerca de 30 quilos, o arqueólogo Jean Allard Jeancon proclamou:

Se esta pedra for confirmada como genuína, ela é o maior achado dentro da pesquisa antropológica […] Nunca vi traços tão espantosos de dinossauros e de  mastodontes! (9)

Depois dela ter estado em exibição no alpendre do rancheiro durante seis anos como novidade local, ela foi vendida a um homem chamado Henry McKnight pelo preço de  $300, ou quatro mil dólares na moeda actual se ajustarmos a inflação.(10) Supostamente ela era para ser dada ao Smithsonian Museum, mas nunca mais foi vista desde então.

Felizmente, quatro décadas mais tarde uma professora veio a público e revelou que tinha na sua posse fotos tiradas à pedra antes do seu misterioso desaparecimento. (11). Estas reconstruções da pedra baseiam-se nas suas fotos.

Dino_Idolo

Os Petroglifos de Polish

Em Tarapoto, Peru, encontram-se cinco pedras com imagens de animais, humanos e outra formas, conhecidas como “Os Petroglífos de Polish”, e a sua história e pobremente entendida. (4) Embora a extrema simplicidade da arte dificulte a que se chegue a uma interpretação conclusiva em relação à maioria das formas, algumas poucas delas podem ser interpretadas de forma directa.

Tarapoto_Peru

Tony Dunnell, residente em Tarapoto, resume as coisas de forma simples:

Os próprios petroglifos chegam-nos numa variedade de formas e tamanhos. As mais facilmente reconhecíveis são as imagens de cobras, áves, e plantas. Outros designs já não são tão facilmente identificáveis.

Dinossauro_Polish_Peru

Perguntei ao guarda o que é que isto supostamente representava. Alguém quer adivinhar? Sim, um dinossauro […]. Admito que de facto parece um dinossauro, mas estes petroglífos não são assim tão antigos. (12)

Parece que o sr Dunnell coloca de parte a interpretação que diz que é um dinossauro apenas e só porque ele acredita que os dinossauros extinguiram-se há “milhões de anos” atrás. Mas o que é que os peritos dizem? Segundo Lic. Marítza Rodríguez Cerrón, licenciada em História da Arte na Universidade Nacional de San Marcos, Peru, o petroglífo representa um jaguar. No entanto, até ela mesma admite que “se calhar a cabeça e o pescoço não se pareçam com o pescoço e a cabeça dum gato […]”. (13)

E qual é a sua explicação? Essencialmente, que os petroglífos humanóides também têm uma cabeça pequena e um pescoço pequeno, e como tal, o autor gostava de desenhar coisas com cabeças pequenas e pescoços esguios. Mas os petroglífos que supostamente exibem pessoas com pescoços longos são extremamente ambíguos:

Dinossauro_Polish_Peru_2

Em contraste, os menos ambíguos glifos humanos não têm pescoços longos:

Dinossauro_Polish_Peru_3

Curiosamente, esta não é a primeira arte antiga Peruana que tem a aparência de dinossauros. As controversas Pedras de Ica são também encontradas no Peru e também exibem dinossauros a interagir com seres humanos. (14)

O Ceratopsiano Chinês

Muito provavelmente para lá do ano 2,000 Antes de Cristo, um povo conhecido como os Hongshan ocupava a terra que hoje tem o nome de China. Esta escultura em jade é uma relíquia dessa cultura antiga. Quando comparada com caracterizações actuais do primo do Triceratops, o Montanoceratops, somos levados a concluir que os antigos Chineses viram dinossauros vivos.

Dinossauro_Hongshan_China

Claro que são esperadas objecções em relação à sua autenticidade, e já foi alegado que a escultura em jade é uma criação recente, citando o mercado de estatuetas de jade do antigo povo Hongshan. Mas mesmo que se aceite que isto é uma falsificação feita com o propósito de satisfazer uma procura elevada, a implicação é que isto é uma duplicação duma genuína escultura dos Hongshan. Logo, a alegação de que os dinossauros vagueavam na China antiga ao lado dos homens não é minimamente afectada.

Parece, no entanto, que o artefacto não é uma falsificação e a sua autenticidade foi verificada por uma terceira parte. (15) O frágil argumento de que a escultura representa um porco é totalmente refutado pela existência de outras esculturas dos Hongshan onde de facto se vêem porcos. (16).

O Crocodilo-Leopardo

Por volta do 100 Antes de Cristo, o Mosaico Nilótico de Palestrina foi criado. Nele encontram-se retratados muitos animais familiares com legendas em Grego, incluindo o crocodilo, o macaco, e a tartaruga. A identificação do animal exibido no close-up está sujeita a muita controvérsia visto que é difícil identificar com qualquer grau de exactidão a criatura.

Foi sugerido que o animal pode ser uma lontra (17), mas isto não é plausível porque noutra parte do mesmo mosaico está exposta uma imagem dum par de animais que é  explicitamente legendada como lontras.

Dinossauro_Nilo_Mosaico

A legenda Grega deste animal diz “Crocodilo-Leopardo”, e esse termo pouco familiar pode ser a chave para se identificar esta misteriosa criatura. A antiga palavra para “girafa” era “Camelo-Leopardo”, em referência à morfologia semelhante a de um camelo e ao padrão de cores semelhantes ao de um leopardo.

Porque é que o animal do mosaico seria chamado de “crocodilo-leopardo”? A parte do “leopardo” no nome obviamente que não era devido ao padrão de cores. Pode ser concluído que este animal partilhava duma mistura de traços mamíferos e reptilíneos.

Nenhum animal que se encontra vivo nos dias actuais e que se parece com o crocodilo-leopardo pode ser correctamente descrito como tendo uma mistura de traços dum réptil e dum mamífero, mas há um grupo de organismos extinto que definitivamente pode. Eles são literalmente chamados de répteis com a aparência de mamíferos.

A identificação deste animal pode estar finalmente resolvida, apesar das afirmações evolutivas de que todos os répteis com a aparência mamífera extinguiram-se “milhões de anos” antes do mosaico ter sido criado. O gráfico debaixo ilustra este ponto de forma convincente. Note-se como o animal do mosaico está muito bem ajustado junto das reconstruções dos vários répteis com aparência mamífera.

Dinossauro_Crocodilo_Leopardo

O Fresco de Pompeia

Por volta de 70 A.D., este fresco foi pintado na parede da casa dum médico de Pompeia e ele retracta uma cena Nilótica (do Nilo), com pigmeus a interagirem com alguns mamíferos aquáticos e dois répteis enormes.

Dinossauro_Mosaico_Pompeia

Eis aqui dois close-ups dos animais, lado a lado com retratações de criaturas extintas.

Dinossauro_Mosaico_Pompeia_Comparacao

Note-se que o mamífero do fresco e a ilustração moderna dum moeriterio têm ambos um focinho alongando e carnoso. Consistente com as interpretações modernas dos restos dum moeriterio, o animal do fresco tinha um estilo de vida parcialmente aquático. O réptil mais em baixo assemelha-se fortemente com o sphenacodon, muito provavelmente um parente do dimetrodon, mas com uma cauda menor.

Os críticos da interpretação de que o fresco exibe um moeritério e um sphenacodon alegaram que o fresco, na verdade, exibe um hipopótamo e um crocodilo. Como evidência, eles apontam para outras peças de arte relacionadas que caracterizam pigmeus em cenários semelhantes a interagir com hipopótamos e crocodilos estilizados. A insinuação é que o ‘sphenacodon’ foi fortemente estilizado (ou caricaturado de forma deficiente).

Um problema óbvio com este argumento é que os crocodilos não têm uma “vela” nas suas costas, e não é normal os artistas “acidentalmente” desenharem uma “vela” nas costas de crocodilos.

Mesmo que possa ser alegado que o réptil no fresco não tem uma “vela” mas linhas de espinhas que são uma ilusão de “vela”, o facto permanece que espinhas curtas (se é que se pode chamar isso de “espinhas”) nas costas dum crocodilo aumentam de comprimento rumo à parte final da cauda, embora ocorra exactamente o contrário com a estrutura com a aparência de barbatana da criatura que se encontra na pintura.

Um argumento semelhante foi avançado pelos cépticos em relação ao animal identificado como o moeritério; alega-se que é uma forma incorrecta e estilizada dum hipopótamo. No entanto, se o artista realmente queria retratar uma hipopótamo, é difícil de imaginar como é que ele pode ter errado de forma tão flagrante em relação à anatomia, o que é verdade mesmo se ele estivesse a retratar um hipopótamo tendo como base nada mais que uma descrição verbal e ele nunca tivesse visto um hipopótamo na sua vida.

Para além disso, as pernas dum hipopótamo são curtas. Em todas as formas possíveis, o animal do fresco é totalmente diferente dum hipopótamo, mas está de acordo com  forma dum moeritério. O mesmo pode ser dito para o réptil.

O Dinossauro Chinês da pintura de 1500 AD

Dinossauro_Chines

O Museu de Shangai exibe esta peça de arte Chinesa pintada há cerca de 500 anos atrás durante a Dinastia Ming por parte dum artista com o nome de Ding Yunpeng, e ela é uma das caracterizações mais realistas do popular Dragão Chinês. Em vez de desenhá-lo longo e flexível como as actuais paradas exibem, a sua estrutura é mais dinossáurea.

Para além disso, e em contraste a outras caracterizações onde a criatura tem asas de verdade, Yunpeng contentou-se em desenhá-lo com tufos filamentosos. Isto é fascinante visto que os fósseis de coelurossauro são frequentemente descritos como tendo plumagem filamentosa. (18) (19) Notem o quão parecidas esta descrição moderna dum coelurossauro e a pintura com 500 anos são.

Dinossauro_Chines_Comparacao

Uma das mais notórias disparidades, obviamente, é o par de chifres que adorna o dragão, mas isso não é motivo para se rejeitar de todo a comparação. É comum os animais terem variedades com chifres e sem chifres. Por exemplo, o Carnotauro muito provavelmente é um parente com chifres do T.Rex:

Dinossauro_T_Rec_Carnotaurus

Temos também variedades cornudas de animais dos quais nunca se pensaria terem chifres, tais como o gopher [ed: um tipo de esquilo] e o tatu.

Tatu_Gopher_Chifrudo

O Dinossauro com Bico de Pato da França

Tal como a peça de arte prévia, esta também foi reconstruída no século 16. O que se segue é um close-up duma tapeçaria actualmente em exibição no “Royal Chateau de Blois”, França. Se alguém atribuir o par de asas douradas à liberdade artística, a criatura parece inequivocamente ser um hadrossauro, isto é, um dinossauro com bico de pato.

Dinossauro_Bico_Pato

Levemos em conta a enorme semelhança entre este esqueleto actual e juvenil dum hadrossauro com o animal na tapeçaria. Pode-se sobrepôr uma em cima da outra e obter uma semelhança imensa.

Dinossauro_Bico_Pato_2

Notem também na semelhança com esta reconstrução moderna dum hadrossauro.

Dinossauro_Bico_Pato_3

O Nothossauro da Toalha de Altar Espanhola

Dinossauro_Espanha_Sao_Jorge

Esta toalha de altar, que adorna a Capela de São Jorge de Barcelona (Espanha) e que foi criada há 400 anos atrás, caracteriza São Jorge a matar um dragão. Uma imagem vale por mil palavras, e como tal, a comparação fala por si. Os nothossauros, supostamente extintos há “milhões de anos”, aparentemente habitaram os rios da Espanha há apenas alguns milhares de anos atrás.

Dinossauro_Espanha_Sao_Jorge_2

Isto está muito longe de ser uma lista exaustiva das evidências históricas em favor da coexistência entre humanos e dinossauros, no entanto pode ser visto que tal tipo de evidências abarcam milénios e podem ser encontradas em todo o mundo.

* * * * * * *

Qual é a importância destas evidências e qual é o propósito de se mostrar que os dinossauros viveram lado a lado com seres humanos até bem pouco tempo atrás (e não “milhões e milhões de anos”)? A importância disto tudo é Autoridade da Palavra de Deus e a batalha pelas almas perdidas.

Os inimigos de Deus têm usado os magníficos dinossauros como forma de destruir a linha temporal Bíblia (onde a Terra foi criada há cerca de 6,000/7,000 anos atrás em seis dias de 24 horas), e com isso, fragilizar a fé das pessoas na Historicidade da Bíblia; afinal, se o Primeiro Livro da Bíblia está cientificamente e historicamente errado, então porque é que devemos confiar na historicidade do resto da Bíblia?

Eles têm dito que os dinossauros “não são mencionados na Bíblia”, ou que a criação literal “é refutada” pelo “facto” dos dinossauros se terem extinguido muito antes do ser humano ter aparecido. Mas, e aqui reside a Verdade, o que as evidências históricas e arqueológicas demonstram, é que a Bíblia sempre esteve correcta na sua afirmação de que todos os animais terrestres foram criados no 6º Dia da Criação literal. E se os dinossauros sempre viveram lado a lado com os seres humanos, e isso é o que as evidências históricas mostram, a interpretação evolutiva do registo fóssil está totalmente e irremediavelmente destruída e, logicamente falando, tem que ser colocada de parte.

Dito de outra forma, à luz do que a história arqueológica revela, quem defende os “milhões de anos”, está a fundamentar a sua “lógica” numa posição empiricamente falsa e totalmente refutada pelas observações. Quem, por outro lado, defende uma criação recente (onde os dinossauros e os humanos coexistiram), está a fazer uma afirmação consistente com os dados disponíveis.

A Bíblia e a ciência estão de acordo, e nem poderia ser de outra forma porque Quem revelou a Bíblia é o Autor do universo estudado pela ciência.

Consequentemente, se a Bíblia está certa sobre o passado, então é bem provável que esteja certa sobre o futuro. Se a Bíblia diz que o Dia do Julgamento Final aproxima-se, então se calhar é isso mesmo que vai brevemente acontecer. O Cristão, munido da Infalível Palavra de Deus e fortalecido pelo Espírito Santo, tem que avisar os descrentes de que o Criador dos dinossauros brevemente virá, e que o Juízo que Ele vai executar vai ser severo para quem coloca em causa a Sua Palavra.

A realização de que os dinossauros viveram lado a lado não é um fim em si, e não um argumento para vencer debates, mas sim uma arma que o Cristão tem para atrair as pessoas para a Autoridade da Palavra de Deus.

Que Deus nos ajude a usar a ciência que Ele nos deixou para (primeiro) a melhorar a nossa defesa da Fé, e (seguidamente) mostrar aos descrentes que a Bíblia é cientificamente e historicamente fiável.

Amém.

Fonte: http://bit.ly/1KeDQ6v (PDF)

(01) http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16293759
(02) http://bio.sunyorange.edu/updated2/pl%20new/36%20Sauropods.htm
(03) Ibid.
(04) Ibid.
(05) http://creation.com/bishop-bells-brass-behemoths
(06) http://www.apologeticspress.org/APContent.aspx?category=9&article=3533
(07) http://www.livescience.com/13448-dinosaur-human-petroglyph-creationism-debunked.html
(08) http://www.untoldsecretsofplanetearth.com/docs/kachina_bridge-2011-10_mb.pdf
(09) http://www.newspapers.com/newspage/1717163/
(10) http://data.bls.gov/cgi-bin/cpicalc.pl?cost1=300&year1=1926&year2=2014
(11) Murphy, Jan Elizabeth. Mysteries and Legends of Colorado: True Stories of the Unsolved and
Unexplained. Globe Pequot, 2007. Print.
(12) tarapotolife.com
(13) http://www.rupestreweb.info/bellohorizonte.html
(14) http://www.faithfulanswers.com/are-the-ica-stones-authentic/
(15) Nelson, Vance. Untold Secrets of Planet Earth: Dire Dragons. 2011. Print.
(16) http://www.icr.org/article/dinosaur-youngster-looks-like-dragon/
(17) http://palaeo-electronica.org/content/2013/541-dinosaurs-in-greco-roman-art
(18) http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22753486
(19)https://answersingenesis.org/dinosaurs/feathers/fine-filaments-feathered-dinosaurs/
(20) http://nmstatefossil.org/item/151
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Plínio o Velho escreveu sobre dragões

Por Forbidden History

Plinio_o_VelhoGaius Plinius Secundus, mais conhecido como Plínio o Velho, foi um autor, naturalista, e filósofo natural, bem como comandante naval e comandante do exército do início do Império Romano. Ele viveu entre 23 A.D a 79 A.D, e passou a maior parte do seu tempo a estudar, a escrever ou a investigar os fenómenos naturais e geográficos in loco.

Plínio escreveu uma obra enciclopédica, , Historia Natural, que é composta por 37 livros cobrindo áreas tais como a matemática, a geografia, a zoologia, a botânica, a agricultura, a farmacologia, mineralogia, e muito mais.

No Oitavo Livro da História Natural, encontramos uma informação relativamente detalhada sobre “dragões”. Esse mesmo livro (o 8º) também tem descrições sobre crocodilos, serpentes, e outros répteis, o que os coloca de fora como candidatos para o dragão.

A partir do que se pode ler, pode ser que os “dragões” mencionados tenham o significado da maior de todas as serpentes, com um tamanho que hoje se encontra ausente ou raro. As citações que se seguem encontram-se no Livro Oitavo, Capítulos XI, XII, & XIII, XVII. (documento-fonte) Para saber mais sobre este relato e muitos outros, assistam ao filme: “Forbidden History: Dinosaurs and the Bible”.

Livro Oitavo

Capítulo XI: “Os Elefantes reproduzem-se na parte da África que se encontra para além do deserto…. A Índia tem os maiores: como também os dragões que se encontram continuamente em desacordo com eles, e mais ainda a lutar, e estes com tal grandiosidade que eles podem facilmente se envolver e se enrolar em torno dum Elefante, e com tudo isto, agarrá-los com um nó. Neste conflicto, eles morrem, tanto um como o outro. O Elefante cai morto como se tivesse sido conquistado, e com o seu enorme peso esmaga o dragão que se encontra envolvido e agarrado a ele.”

NaturalisCapítulo XII: “…os dragões lutam, emaranham e prendem os seus pés e as suas pernas inicialmente com a sua cauda: os Elefantes, por outro lado, desfazem estes nós com as suas trombas como se fosse com uma mão…. a primeira coisa que os dragões atacam são os olhos…… Ora, estes dragões são tão grandes que são capazes de receber os ataques dos Elefantes. Depois disto, eles são sugados até que caem mortos.”

Capítulo XIII: “Na Etiópia existe um tipo enorme de dragões, tal como na Índia, nomeadamente, com 20 côvados [cerca de 9 metros]”.

Note-se também que no capítulo XIII encontra-se esta citação interessante:

Escreve Megasthenes que existem por lá, entre os Indianos, serpentes tão grandes que são capazes de engolir duma vez veados e touros….Attilius Regulaus, general sob os Romanos e durante as guerras contra os Cartagineses, atacou uma Serpente perto do rio Bagrada, que tinha o comprimento de 120 pés [cerca de 36,5 metros]

http://goo.gl/66V2rF

* * * * * * * *

Um animal que seja capaz, sozinho, de atacar um elefante, e matá-lo, tem que ser um animal com um tamanho e/ou força considerável. A alegação evolucionista de que todos os outros animais citados por Plínio são animais reais, mas o dragão é “mitológico”, é difícil de ser logicamente sustentada. A explicação mais económica para estes “dragões” é que eles são os animais que hoje em dia chamamos de “dinossauros”.

A Bíblia, como o mais fiável Documento Histórico da humanidade, não poderia deixar de falar de “dragões” (dinossauros):

E de noite saí pela porta do vale, para a banda da fonte do dragão, e para a porta do monturo, e contemplei os muros de Jerusalém, que estavam fendidos, e as suas portas que tinham sido consumidas pelo fogo. – Neemias 2:!3

Portanto, a alegação de que os dinossauros (“dragões”) sempre viveram lado a lado com os seres humanos é suportada pela História, pelos fósseis e, acima de tudo, pela Palavra de Deus.

A alegação contrária não tem qualquer tipo de apoio para além da crença de que os dinossauros misteriosamente “desapareceram” da Terra há 65 milhões de anos (data que pode variar segundo o evolucionista que a afirma).

É muito mais lógico aceitar o que os dados históricos e Bíblicos revelam do que aceitar nas sempre flutuantes opiniões evolucionistas.

 

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Será que evolucionistas estão a afirmar que a maior parte dos dinossauros era vegetariana?

(O texto que se segue foi escrito por um evolucionista, e como tal, o mesmo tem as tradicionais e erróneas crenças dessa fé – “milhões de anos”, dinossauros extintos há “milhões de anos”, dinossauros a evoluir para pássaros, e outros mitos)

Por Andy Bloxham

Embora o Tiranossauro Rex englobe em si a imagem dum dinossauro que causa o terror ao rasgar a carne com as suas poderosas mandíbulas, a maior parte dos seus parentes mais próximos ficavam satisfeitos a mordiscar folhas de plantas.

Um estudo recente levado a cabo a 90 espécies de dinossauros terópodes coloca em causa a visão convencional de que quase todos terópodes caçavam presas, especialmente aqueles mais proximos dos ancestrais das áves. Em vez disso, o estudo revelou que entre os dinossauros com uma maior aparência de áves e com o nome de coelussauro, comer plantas era estilo de vida comum.

Cientista_Lindsay_ZannoA sua dieta pode-lhes ter ajudado a sobreviver e a explorar novos meios ambientais, tornando-se no grupo de dinossauros mais bem sucedido durante o período Cretáceo, 145-65 milhões de anos atrás. A Drª  (do Chicago Field Museum) afirmou:

Claramente, a maior parte dos terópodes estava adaptada ao estilo de vida predatório, mas algures na linhagem durante a sua evolução para as áves, os dinossauros predatórios acalmaram.

Os terópodes são um grupo de dinossauros bípedes coloquialmente conhecidos como “dinossauros “predatórios” e incluem caçadores icónicos tais como o Tiranossauro e o Velociraptor. Entre os dinossauros terópodes, todas as aves modernas e os vários grupos dos seus mais próximos mas extintos parentes pertencem a um subgrupo conhecido como Coelurosauria. A maior parte destes tinham asas e bastante inteligentes, e aqueles com corpos mais pequenos também pertenciam a este grupo.

No entanto, os pesquisadores só têm alguns ossos e dentes fossilizados com os quais trabalhar, e como tal viram-se forçados a deduzir a sua dieta a partir destes. Por exemplo, os dentes esmagadores de ossos dos Tiranossauros eram ferramentas dum megapredador, e as baterías dentífricas dos Triceratops eram usadas para podar o material vegetal.

No entanto, muitos dinossauros coelurossaurianos têm adaptações mais ambíguos tais como dentes com a aparência de cavilhas na parte frontal da sua boca, ou nenhum dente, o que dificultou a determinação da sua dieta. A Drª Zanno acrescentou:

Estes dinossauros estranhos têm sido sujeitos a muita especulação mas até hoje, não temos uma forma fiável de escolher entre as teorias concorrentes em relação ao que eles comiam.

Mas foi encontrado um pequeno número de estrume de dinossauro fossilizado, bem como partes estomacais, presença de pedras dentro do estômago (que servem como moinho gástrico na digestão da vegetação) junto dum certo número de espécies. E foram encontradas duas espécies de dinossauro, preservadas presas numa posição de combate, e estas espécies pode incidir mais luz sobre a dieta dos dinossauros.

Os pesquisadores encontraram quase duas dúzias de traços anatómicos estatisticamente ligados a evidências de herbivoria, incluindo um bico sem dentes.

Mal nós fizemos a ligação entre certas adaptações com evidências directas da dieta, tentamos encontrar quais outras espécies de terópodes tinham os mesmos traços. Depois disso, fomos capazes de afirmar quem era mais provável de ser vegetariano e quem não era.

Aplicando estes dados às dietas, os pesquisadores apuraram que 44 espécies de terapódes distribuídas em seis linhagens importantes, eram herbívoras e que os seus ancestrais da maior parte dos dinossauros com penas e das áves modernas tinha muito provavelmente perdido o seu apetite exclusivamente pela carne.

Uma vez que hábitos alimentares vegetarianos foram encontrados de forma tão propagada no Coelurosauria, os hábitos hipercarnívoros dos T.rex e de outros coelurossauros comedores de carne tais como o Velociraptor têm que ser vistos “mais como uma excepção e não como a regra.”

Dinossauro_T_RexPara além de identificar a dieta, os pesquisadores analisaram se os diferentes grupos de coelurossauros seguiam a mesma linha evolutiva rumo a uma dieta herbívora.

Eles apuraram que, com o passar do tempo, as espécies perderam os seus dentes rasgadores de carne, desenvolveram tipos de dente estranhos, tais como os com a forma de cavilha, e, por fim, alguns perderam a maior parte ou todos os seus dentes, substituindo-os com um bico parecido aos bicos das áves.

Depois disso, os bicos continuaram a evoluir uma miríade de formas e ajudaram a suportar a elevada amplitude da diversidade alimentar das aves modernas. Uma teoria defende que o motivo que causou a que eles fossem tão bem sucedidos foi que a divisão dos continentes e a origem dos novos habitats disponibilizou novos nichos alimentares para os coelurossauros explorarem. A Drª Zanno disse:

A habilidade de se comer material vegetal pode muito bem ter desempenhado um papel principal ao permitir que os dinossauros coelurossaurianos atingissem tal diversidade de espécies. Mas são necessários mais estudos como forma de entender qual o papel que as mudanças na dieta desempenharam no processo evolutivo.

Visto que os dinossauros ceolurossaurianos incluem os parentes próximos e extintos das áves, entender a sua biologia é extremamente importante como forma de se entender como, quando e sob que condições as áves inicialmente evoluíram e começaram a voar.

Nós não sabemos o que levou os ancestrais das áves a começar a voar; buscar comida nas árvores é apenas uma das muitas possibilidades

Usando análise estatística como forma de apurar a correlação entre os traços físicos e a dieta pode disponibilizar uma janela de oportunidade para se saber como é que a evolução funciona.

Ser capaz de estabelecer com confiança a dieta de animais extintos irá permitir que sejamos capazes de começar a lidar com as questões mais generalizadas, tais como se os animais tendem a aumentar em número e em diversidade quando eles evoluem a herbivoria.

Os resultados apurados encontram-se publicados no Proceedings of the National Academy of Sciences.

http://bit.ly/1GMIzdY

* * * * * * *

O que interessa reter deste texto é que uma larga parte dos dinossauros era vegetariana, e que as antigas crenças evolutivas em relação à sua dieta estavam erradas (ou pelo menos, incompletas).

À medida que as evidências científicas vão mostrando que animais que dantes se pensavam serem carnívoros poderiam ter sobrevivido com uma dieta não-carnívora, os dados científicos vão-se alinhando cada vez mais com a Verdade Bíblica, de que, originalmente, todos os animais eram herbívoros.

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O segredo mortífero de Charles Darwin

Por  Noel Hornor

EpicuroEmbora a teoria da evolução hoje tenha ampla aceitação, as suas origens são mais sinistras do que a maioria das pessoas sabe. Charles Darwin deu início à evolução na esfera pública com as suas obras em relação a este tópico, mas a ideia não originou nele. As raízes da teoria da evolução são muito antigas.

O filósofo Grego Epicuro (341-270 B.C.) “olhava para o mundo e para a vida como um cosmos auto-criado, onde a vida apenas acontecia” (Marvin Olasky, “Staring at Death,” World, July 13, 2013).

O Epicurismo existiu durante muitos séculos depois da morte do Epicuro, e no ceu âmago, esta filosofia colocava ênfase no prazer físico como o objectivo principal da vida (para além de negar qualquer componente espiritual na vida). O poeta e filósofo Romano Lucrécio (99-55 B.C.) era um Epicureno e consequentemente acreditava que o prazer era o propósito maior da existência. Ele descreveu o ideal da vida desta forma:

Os homens podem-se deitar, lado a lado, na relva macia, sob os ramos duma árvore alta, perto duma ribeira, e facilmente, e agradavelmente, cuidar das necessidades da criatura. (On the Nature of Things, translated by Frank Copley, 1977, p. 29).

Lucrécio acreditava também que o ser humano não tinha qualquer hipótese de obter imortalidade. Ele escreveu “‘Adormecido na morte;’ é assim que vais estar durante o resto do tempo”. (p. 77). Ele acreditava que não havia coisas como intervenção Divina, milagres ou vida eterna. O ponto de vista que Lucrécio tinha do início da vida era espantosamente parecido com a geração espontânea:

Justificadamente a terra recebe o nome de mãe, visto que da terra todas as coisa nasceram. E mesmo hoje, muitas criaturas nascem da terra, moldadas pela chuva e pelo forte calor do sol (p. 131).

Darwin popularizou ideias antigas.

Charles Darwin não foi o primeiro evolucionista, nem mesmo em tempos modernos. De facto, o seu avô, Erasmus Darwin, era também um evolucionista (Paul Johnson, Darwin: Portrait of a Genius, 2012, p. 41). O que aconteceu foi que Darwin apenas popularizou a ideia da evolução com a publicação do seu livro “A Origem das Espécies”.

Eventualmente, o conceito da evolução iria varrer o mundo, e esta ideia não foi “inofensiva” visto que ela estava destinada a causar muitos malres – incluindo a morte de milhões de pessoas inocentes, tal como veremos já a seguir. A teoria da evolução é inimiga da vida civil, do amor, da religião e de Deus.

Muitos cientistas e professores mais não são que convertidos para o que nada mais é que a religião da evolução. Eis aqui o que um biólogo evolucionista escreveu:

A evolução é o mais importante conceito da biologia. Não há um único “Porquê?” dentro da biologia que não pode ser respondido de forma adequada sem levar em consideração a evolução. Mas a importância deste conceito vai para além da biologia. Quer nós nos apercebamos ou não, a forma de pensar do ser humano é profundamente afectada – eu estou quase tentado a dizer “determinada” – pelo pensamento evolutivo. (Ernst Mayr, What Evolution Is, 2001, p. xiii).

O professor Mayr está certo quando diz que o pensamento do “homem moderno” está profundamente afectado visto que esta ideologia [evolutiva] enganou milhões de seres humanos e levou-os a pensar que a vida não tem qualquer tipo de propósito transcendental. O famoso evolucionista e ateu Richard Dawkins disse que “não há design e nem propósito” na nossa existência, concluindo que os seres humanos mais não fazem que “dançar” ao ritmo da música do nosso ADN (River Out of Eden, 1995, p. 133).

Muitos seres humanos, de facto, já dançaram ritmos estranhos. A sua “insanidade espiritual” vai desde a anti-Bíblica discriminação, passando pela maligna eugenia, acabando no assassínio frio e calculado. Um dos próprios professores de Darwin, Adam Sedgwick, avisou que a humanidade sob a influência do pensamento evolutivo “iria abandonar oos códigos morais que permitiram que a civilização sobrevivesse” (Carl Zimmer, commentary within Charles Darwin, The Descent of Man, and Selection in Relation to Sex, 2007, p. 151).

E de facto, os códigos morais foram corrompindos, e com frequência o falhanço moral dos sers humanos pode ser directamente associado à teoria da evolução e a descrença em Deus. Os exemplos vão desde a discriminação simples à brutalidade total.

De Darwin a Hitler

Eis o que Viktor Frankl, sobrevivente do Holocausto [dos Judeus] , tinha a dizer da influência do pensamento evolutivo no desenvolvimento do holocausto:

Viktor_FranklOs campos de gás de Auschwitz foram a consequência final da teoria de que o ser humana nada mais é que o produto da hereditariedade e do meio ambiente – ou, como os Nacionais-Socialistas gostavam de dizer, “Sangue e Solo”.

Estou perfeitamente convencido que os campos de gás de Auschwitz, Treblinka, e Maidanek foram em última análise preparados não num Ministério ou noutro em Berlim, mas sim nas secretárias e nas salas de aula de cientistas e filósofos niilistas. (The Doctor and the Soul: From Psychotherapy to Logotherapy, 1986, p. xxvii).

Hitler alegou ser um promotor do Cristianismo; observe-se que a dada altura ele disse o seguinte a um grupo de pastores:

Senhores reverendos…..aceitei de bom grado o vosso convite como forma de esclarecer o meu programa para as igrejas. Gostaria de vos convencer que estou a trabalhar para a recuperação moral da nossa nação, tal como vocês estão. Desde a sua derrota que a Alemanha precisa mais e mais do seu Cristianismo. Ela [a Alemanha] precisa das suas igrejas. Temos que colocar um ponto final no movimento dos ímpios [ed: provável referência ao comunismo]. Precisamos do vosso apoio. Precisamos do apoio de todos que têm os interesses da Pátria no seu coração. (Leo Stein, Hitler Came for Niemoeller: The Nazi War Against Religion, 2003, p. 78).

Olhando para as coisas de forma retrospectiva, torna-se claro que o apelo de Hitler nada mais era que uma decepção. O autor William Shirer salienta que, longe de restaurar a moralidade Cristã para o país, “o regime Nacional-Socialista tinha como plano a eventual destruição do Cristianismo na Alemanha – se pudesse – e colocar em seu lugar o antigo paganismo dos deuses das antigas tribos Germânicas e o novo paganismo dos extremistas da Nacional-Socialista.” (The Rise and Fall of the Third Reich, 2011, p. 240).

Com o seu foco em ajudar o próximo, o Cristianismo era visto como uma fraqueza, especialmente quando esta fé era colocada lado a lado com a filosofia do “o poder faz o direito” nascido parcialmente da Darwiniana “sobrevivência do mais apto” e da violência presente na evolução das espécies.

O conceito da evolução foi também muito influente no desenvolvimento da eugenia visto que Hitler acreditava na superioridade do povo Alemão e que ele tinha o direito de melhorar a raça humana eliminada os grupos “inferiores”. (Richard Weikart, From Darwin to Hitler, 2004, p. 212).

A Nacional-Socialista estava determinada em garantir que os Judeus não sobrevivessem e não “evoluíssem mais ainda”, e devido a isto, em 1942 oficiais importantes do regime Nacional-Socialista levaram a cabo uma conferência em Wennsee – subúrbio de Berlim – como forma de expor a “solução final”, e informar os líderes administrativos dos departamentos responsáveis por várias políticas relativas aos Judeus.

Uma das declarações mais importantes da sua política oficial foi::

No decorrer da solução final e sob liderança apropriada, os Judeus têm que ser colocados para trabalhar no Este. Em colunas laborais grandes e unissexuais, os Judeus aptos para trabalhar irão trabalhar rumo ao Este construindo estradas. Sem dúvida que a maioria será eliminada por causas naturais.

Qualquer resto que sobreviva será sem duvida composto pelos elementos mais resistentes. Eles terão que ser tratados de forma apropriada porque de outra forma, e através da selecção natural, eles formarão as células germinativas dum novo renascimento Judaico. (Mark Roseman, The Wannsee Conference and the Final Solution, 2002, p. 101).

A contagem de mortos dos estados ateístas.

02 Crucificado CAmbodjaA declaração da Conferência de Wannsee conteve várias frases mostrando que a doutrina da sobrevivência-do-mais-apto proveniente da teoria da evolução foi usada como tentativa de exterminar grupos étnicos de pessoas, mas esta não foi a única “experiência” de exterminação em massa dos regimes totalitários do século 20.

Se por acaso fossemos examinas os três grandes regimes ateístas do século 20 – Mao na China, Estaline na Rússia, e Hitler na Alemanha Nacional-Socialista – iríamos descobrir que eles foram responsáveis pela morte de mais de 100 milhões de pessoas. O número nem inclui a contagem de mortos de outros regimes tais como as matanças em massa de Pol Pot no Cambodja. (Sean McDowell and Jonathan Morrow, Is God Just a Human Invention? 2010, pp. 138-139).

Obviamente que a ausência de fé no Deus Justo e Atento só criou uma maior violência e imoralidade mais intensa nestas sociedades. Os cidadãos mais vulneráveis eram aqueles que mais sofriam devido à visão do mundo que rejeita o Criador como a Autoridade Moral Suprema; esta é a realidade que se encontra na raiz de todas as sociedade seculares.

Disse o néscio no seu coração: Não há Deus. Têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras, não há ninguém que faça o bem.  Salmos 14:1

Tal pessoa ou acredita em Deus ou não acredita. “Deus não é importate na minha vida”, saliente um comentário a essa passagem da Bíblia. “Essa pessoa fecha os assuntos deste mundo a qualquer intervenção Divina, e nega qualquer responsabilidade pessoal das suas acções perante Deus.” (Expositor’s Bible Commentary, Vol. 5, p. 143). E o problema encontra-se bem generalizado:

À medida que Deus observa a humanidade, Ele fica sobrepujado com a maldade que vê. Parece que todos “têm-se corrompido”, têm-se tornado “corruptos” ” não há ninguém que “faça o bem” (ibid., p. 145).

Era desta forma que as coisas estavam nos dias de Noé (ver Génsis 6:5), e o Senhor Jesus disse que é deste forma que as coisas estarão no final dos tempos (Mateus 24:7). Infelizmente, a humanidade continuará no seu caminho de auto-degradação à medida que vamos rejeitando a Deus.

Os efeitos do Darwinismo Social

Heilanstalt Schönbrunn, KinderOs evolucionistas Darwinianos acreditam que a vida é produto duma evolução; o Darwinismo Social é  ideia de que o egotísmo cruel e ateísta é a política mais bem sucedida.

Dito de outra forma, o melhor caminho a seguir é aquele onde cada indivíduo toma conta de si mesmo, independentemente das consequências nos outros. Para além disso, o Darwinismo Social defende que a vida evoluiu não só biologicamente, mas também intelectualmente e culturalmente. E aquelas pessoas consideradas superiores a outras através das variadas formas são consideradas como tendo um maior direito à vida.

Se a lei, o governo e a religião evoluíram, isso significa que não existem absolutos. Isto cria um tipo de sociedade onde “tudo vale”; podes fazer o que bem quiseres. Os superiores podem matar os inferiores inocentemente, como procede dessa forma de pensar (e essa tem sido a práctica dum certo número de governos genocidas).

O porquê de ser urgente que o Senhor Jesus regresse

Quando o Senhor Jesus Cristo reuniu os Seus discípulos, pouco antes da Sua morte, eles perguntaram-No em relação aos possíveis sinais do Seu eminente regresso O Senhor Jesus respondeu com uma lista de condições e eventos, começando com os problemas antigos existentes naqueles dias que se iriam agravar e intensificar mais para o final dos tempos:

Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio de dores.  Mateus 24:7-8

Estas coisas têm estado a aumentar durante o último sécul, e ficarão ainda piores. O astrónomo e autor Martin Rees comentou que, embora os desastres naturais tenham sido a maior ameaça para os humanos durante a História, a sociedade moderna encontra-se mais ameaçada pela guerra e pelo genocídio:

Estima-se que em duas guerras mundiais e com as suas consequências, 187 milhões de pessoas morreram através da guerra, do massacre, da perseguição, ou da fome induzida. O século 20 foi talvez o primeiro durante o qual mais pessoas morreram como consequência de regimes totalitários do que como consequência de desastres naturais. (Our Final Hour, 2004, pp. 25-26).

Numa guerra, vale tudo. A teoria da evolução e o ateísmo e o Darwinismo Social que esta teoria causou são o resultado dum mundo que voltou as suas costas a Deus – mundo esse que está cambalear rumo a um período de grandes tumulto tal como antevisto pelo Senhor Jesus Cristo.

O segundo selo da Revelação profetiza também dum tempo de guerra horrenda:

E, havendo aberto o segundo selo, ouvi o segundo animal, dizendo: Vem, e vê. E saiu outro cavalo, vermelho; e ao que estava assentado sobre ele foi dado que tirasse a paz da terra, e que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.  Apocalipse 6:3-4

Esta visão sóbria descreve uma guerra sangrenta materializada pela rejeição a Deus por parte da humanidade, e pela premissa amoral e vazia da evolução Darwiniana. A mensagem de Deus, no entanto, é de esperança. A Bíblia diz-nos que o Senhor Jesus irá intervir como forma de prevenir que a guerra das guerras chegue ao ponto de aniquilar a humanidade:

E, se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias.  Mateus 24:22

O Senhor Jesus voltará durante a sétima trombeta para salvar a humanidade deste fim (Revelação 11:15). Alguns rebeldes e evolucionistas podem blasfemar contra Deus (ver Revelação 16:11), mas se eles se arrependerem profundamente, também eles podem receber a salvação Divina que eles tanto colocam em causa e desprezam.

No tempo respectivo, e segundo o propósito e o plano de Deus, a humanidade irá finalmente aprender o quão malignas as guerras e as outras ideias mortíferas que fluem da evolução Darwiniana realmente são. E então, a paz do Reino de Deus irá reinar para sempre!

http://goo.gl/1rc8ys

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Os embriões de Haeckel

Por Bill Jahns

Desde que Darwin escreveu o seu famoso livro “A Origem das Espécies” que os evolucionistas têm apontado para exemplos que eles alegam que provam a teoria da evolução. Mas quão “bons” são estes exemplos? Darwin dependeu de livros de outras pessoas como forma de demonstrar a sua teoria. Um exemplo famoso, ainda usado em virtualmente todos os livros escolares que promovem a evolução, são os assim chamados “Embriões de Haeckel”.

ErnstHaeckelHaeckel, biólogo Alemão, havia supostamente mostrado que os embriões dos vários animais eram idênticos uns aos outros nas fases iniciais. Darwin havia escrito que “é provável, segundo o que sabemos dos embriões dos mamíferos, das áves, dos peixes e dos répteis, que estes animais sejam os descendentes modificados de algum progenitor.” (The Origin of Species , Great Books of the Western World series, p. 224).

Darwin escreveu também que, visto que os seres humanos e os outros vertebrados aparentemente eram semelhantes na fase inicial do seu desenvolvimento, “temos que admitir de modo franco a sua comunhão na descendência.” (The Descent of Man, 1952, Great Books of the Western World series, p. 265). Ele esreveu para um amigo que as semelhanças nos embriões iniciais eram “de longe, a mais forte classe individual de factos” em favor da sua teoria. (The Life and Letters of Charles Darwin , 1896, Vol. II, p. 131).

Darwin bem como outros promoveram esta ideia embora outros peritos da disciplina, tais como Karl Ernst von Baer (a dada altura, o mais famoso embriólogo da Europa), discordassem. Von Baer declarou que “o embrião duma forma superior não se assemelha a nenhuma outra forma mas só ao seu embrião” (tal como citado por Jonathan Wells no seu livro “Icons of Evolution: Science or Myth?” , página 84, 2000). No entanto, Darwin citou von Baer em apoio à sua teoria embora von Baer não acreditasse no Darwinismo e o contestasse fortemente.

No entanto, hoje em dia, os biólogos reconhecem que Haeckel falsificou os seus desenhos como forma de os usar em apoio da teoria de que, de forma essencial,  os embriões recapitulavam a história evolutiva da espécia à medida que se desenvolviam. O biólogo Jonathan Wells escreve que as ilustrações de Haeckel . . . . .

. . . . . mostram os embriões dos vertebrados que são muito parecidos nas fases iniciais…. De facto, os embriões são demasiado parecidos … Ele [Haeckel] foi mais do que uma vez, e com justificação, acusado de falsificação científica ….

Em alguns casos. Haeckel usou a mesma xilogravura para imprimir embriões que supostamente eram de classes distintas. Dito de outra forma, ele manipulou os seus desenhos de forma a que os embriões tivessem a aparência mais semelhante do que a que realmente tinham …

Os contemporâneos de Haeckel criticaram-no repetidamente por esta má-representação, e acusações de fraude foram comuns durante a sua vida.. (Wells, pp. 90-91).

Comparando os desenhos de Haeckel com embriões genuínos, torna-se aparente que as suas ilustrações forma distorcidas como forma de servirem de apoio para as suas ideias pró-evolutivas. Encontramos aqui um exemplo clássico da forma como ideias pré-estabelecidas por parte daqueles que examinam as evidências científicas podem afectar as suas conclusões.

Haeckel, tal como muitos evolucionistas durante os anos que se seguiram, só viu as evidências que ele queria ver, e aparentemente acreditava que os fins (o que ele acreditava ser a verdade da teoria da evolução) justificava os meios (as supostas, mas erróneas e até fraudulentas, provas da teoria).

Em 1997, embriólogo Britânico Michael Richardson, bem como uma equipa internacional de peritos, levou a cabo um estudo comparando os desenhos de Haeckel com os embriões genuínos. As suas conclusões? O trabalho de Haeckel “está-se a revelar como uma das falsidades mais famosas dentro da biologia” (Elizabeth Pennisi, “Haeckel’s Embryos: Fraud Rediscovered,” Science 277, 1997, p. 1435). No entanto, apesar se terem sido reptidamente desacreditadas, as ideias de Haeckel, bem como os sesu desenhos, ainda aparecem em muitos livros de biologia modernos, sendo até apresentados como um “facto”

A realidade dos factos é que, aquando da sua fase inicial, os embriões são claramente distintos uns dos outros. Com os seus desenhos falsos, Haeckel tentou mostrar que os embriões eram semelhantes.

Isto supostamente significava que todas as criaturas descendiam dum ancestral comum. No entanto, em vez de demonstrar uma evolução, o desenvolvimento dos embriões revela que cada espécie é distinta. Em vez de estar de acordo com a teoria da evolução, a embriologia aponta para a Criação.

Haeckel-Embriologia

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