Celacanto e a fossilização duma “teoria”

Durante várias décadas os evolucionistas propagaram o mito de que um grupo de peixes conhecidos como “celacantos” eram “ancestrais próximos dos primeiros vertebrados que andaram na Terra” (Perkins, 2001, 159[18]:282). Segundo a religião dos mitológicos “milhões de anos”, os celacantos alegadamente evoluíram há cerca de “380 milhões de anos” e extinguiram-se há cerca de 70 “milhões de anos” atrás (Raven and Johnson, 1989, p. 857).

No entanto, os evolucionistas esqueceram-se de coordenar esta “história” com os celacantos visto que em Dezembro de 1938, a comunidade científica foi apanhada de “surpresa” quando um celacanto foi pescado na costa da África do Sul (Diver Finds…, 2006). Devido à sua errónea interpretação do registo fóssil, os evolucionistas proclamaram aos quatro ventos que um animal vivo era um “elo perdido” e “pré-histórico”.

Por volta de 2006 uma equipa de cientistas Franceses encontrou uma crustáceo com a aparência dum camarão (Neoglyphea neocaledonica) no Mar do Coral. Os evolucionistas acreditavam que esta forma de vida encontrava-se extinta há “60 milhões de anos” (Living Fossil…, 2006).

A sua descoberta nos tempos actuais, bem como a descoberta do celacanto, é comparável à descoberta dum dinossauro vivo, que, segundo a imaginação evolucionista, se encontra “extinto” há “65 milhões de anos” (apesar de haver inúmeros registos históricos a demonstrar que eles sempre viveram lado a lado com os seres humanos).

O mais recente “fóssil vivo” capturado pelas câmaras é o “pré-histórico” tubarão-cobra (Rare Prehistoric…, 2007). Ocasionalmente capturado pelas redes de pesca, esta criatura (com o nome de Chlamydoselachus anguineus) pode supostamente ser rastreada no registo fóssil até “95 milhões de anos” atrás (Schmiedekampf, 2007), daí o nome tubarão “pré-histórico”.

O problema para a interpretação evolucionista do registo fóssil é que este animal nada tem de “pré-histórico”; embora tenha a aparência duma criatura terrível saída duma pintura propagandista evolucionista a retratar “tempos pré-históricos”, este animal é tão contemporâneo como iPods.

Mais uma vez, um “monstro” que os evolucionistas não esperavam ver em tempos modernos é encontrado em tempos modernos. E, como sempre, nenhum evolucionista irá colocar em causa as pressuposições que levaram os cientistas a errar de forma tão flagrante. Seria interessante saber que animal teria que ser encontrado vivo para que os evolucionistas colocassem de lado a sua amada – mas claramente errada – interpretação das camadas geológicas.

A Palavra de Deus diz, “Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou” (Êxodo 20:11). Verdadeiramente, os tubarões-cobra, os camarões, e os celacantos são apenas um dia mais velhos que o ser humano (Génesis 1:20-28).

Por estas e por outras é que o Cristão não deve em situação alguma colocar em causa a linha temporal Bíblica em favor duma interpretação que dá erros constantes e flagrantes. A interpretação geológica evolucionista dá erros constantes não devido à falta de evidências que mostram que ela está errada, mas sim devido à fé que a maioria dos biólogos resolveu abraçar: a fé nos mitológicos “milhões de anos”.

Fonte: http://bit.ly/2sfpu1K

Referências:

– Butt, Kyle (2006), What is a Living Fossil? Reason & Revelation, 5[7]:28-R, July,

Diver Finds Living Fossil (2006), Science Now, California Academy of Sciences

Living Fossil Found in Coral Sea (2006), The Associated Press, May 19

– Perkins, Sid (2001), The Latest Pisces of an Evolutionary Puzzle, Science News Online, 159[18]:282

Rare Prehistoric Shark Photographed Alive (2007), National Geographic News

– Raven, Peter H. and George B. Johnson (1989), Biology (St. Louis, MO: Times Mirror/Mosby College Publishing), second edition.

– Schmiedekampf, Katrin (2007), Japanese Marine Biologists Discover a Pre-Historic Shark, Spiegel Online, January 29

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Criacionismo Científico: O Obstáculo da Educação

A apresentação de teorias contrárias à da evolução é essencial para a formação do pensamento crítico no meio académico.

Por Gabriel Stive

Não faz muito tempo que terminei meus estudos básicos. Passei pelo ensino fundamental, passei pelo ensino médio e nunca me foi apresentado o conceito de evolução como teoria, mas sim como um fato. Por mais que eu tenha crescido em uma família cristã, por um período, a teoria da evolução me mostrou uma segunda opção de crença, que modificou todo o meu raciocínio lógico sobre a vida.

Eu posso dizer que estudei em duas qualidades educacionais distintas. Estudei meu ensino fundamental em uma escola particular e o ensino médio em uma escola estadual do Rio de Janeiro, cidade onde moro, e sempre me apresentaram a evolução como um fato irrevogável.

Passei anos da minha vida mergulhando nos livros de Biologia, área onde pretendo me formar, e sempre me apresentaram o conceito de evolução como fato, nos apresentando as antigas ideologias acerca da evolução objetivando a mesma como uma realidade inquestionável. Em provas e trabalhos, éramos condicionados a aceitar aquela doutrinação, isso até eu conhecer o criacionismo científico.

Estive observando que há entre o meio acadêmico grande oposição quanto ao ensino do criacionismo científico nas escolas. Dentre suas justificativas está a declaração de que o criacionismo em sí é um religião disfarçada de ciência. Antes de adentrar-mos no assunto, precisamos esclarecer algumas vertentes do criacionismo:

Existe grandes diferenças entre as vertentes criacionistas, e dentre elas encontramos:

  • Criacionismo Religioso: Não depende de argumentos científicos.
  • Criacionismo Científico: Não se baseia em pressupostos religiosos.
  • Criacionismo Bíblico: Se baseia em argumentos científicos em correlação com a Bíblia.

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Muitos não sabem, mas quem criou as escolas públicas foi Napoleão. Napoleão criou no intuito de “adestrar” e doutrinar os indivíduos a serem cidadãos úteis, moldados em ideologias que introduziam um controle político e social sobre os cidadãos.

As escolas, se por assim dizer, eram um curso preparatório para sobrevivência nas fábricas, onde, até o sinal de encerramento das aulas, usado até os dias actuais, são os mesmos usados nas antigas fábricas da França. Da mesma forma, as escolas actuais são formatadoras de pensamentos, onde suas lições e matérias estão pré-programadas em um currículo, onde os alunos são obrigados a entender ou receber um número, denominado zero, como sinal de fracasso.

Porque não se pode ensinar o criacionismo científico nas escolas?

A desculpa de que o criacionismo científico seria uma religião disfarçada de ciência não passa de ignorância. O criacionismo científico não prova, nem pretende provar a existência de um Deus, muito menos correlacionar com texto sagrados, coisa que o criacionismo Bíblico faz. O criacionismo científico é uma ciência que busca evidencias, o que não deixa de ser uma teoria, assim como a evolução.

O que não entendo seria a hipocrisia do meio acadêmico em dizer que forma cidadãos com senso crítico, porém não existe o “outro lado da moeda” que poderia ser chamado de oposição, em relação a teoria da evolução. Aonde estaria os cidadãos que chegam em suas próprias conclusões?

Não se pode pensar se estamos formatados em uma única doutrina científica, se apenas lhes é apresentado uma peça de um gigante quebra-cabeça. Evidentemente há uma grande e reconhecida importância em se ensinar o evolucionismo nas escolas, como há em ensinar o criacionismo científico.

Recentemente eu pude estar acompanhando o 1° Congresso Brasileiro de Design Inteligente via internet, onde esteve presente 370 congressistas debatendo sobre a Ciência das Origens. No mesmo evento, houve a declaração de um manifesto público sobre o ensino da Teoria do Design Inteligente (TDI) nas escolas e universidades públicas e privadas. Leia um pequeno parágrafo:

“Entendemos, porém, que os alunos têm o direito constitucional de ser informados que há uma disputa já instalada na academia entre a teoria da evolução (TE) e a TDI quanto à melhor inferência científica sobre nossas origens. Inclusive há outras correntes acadêmicas, além da TDI, que hoje questionam a validade da TE oferecendo uma terceira via.” Sociedade brasileira do Design Inteligente

Esse congresso foi e é um grande avanço em relação a apresentação de novas teorias e pensamentos para educação do país, porém, apenas com uma nova compreensão da importância da apresentação de novas teorias para que haja um pensamento crítico no meio académico, será possível implementar esses conceitos científicos.

~ http://bit.ly/2rJ2WCY

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Complexidade Genética falsifica teoria da evolução

Seria interessante saber quantas vezes é que a teoria da evolução tem que ser falsificada até que os evolucionistas a coloquem de lado:

Antes da advento da tecnologia de sequenciamento de ADN do século 21 (rápida, exacta e económica) , os biólogos avançaram com a hipótese de que os genes iriam disponibilizar mais evidências para um incremento de complexidade durante o processo evolutivo.

Dito de forma simples, e segundo a mitologia evolutiva, os organismos mais antigos deveriam ter menos genes que organismos mais complexos. Mas a ciência refutou essa expectativa:

Em vez disso, a sua crença na complexidade incremental começou a desmoronar-se. A primeira dificuldade foi em encontrar uma definição simples da forma como a complexidade se manifestava. Afinal de contas, as amebas tinham genomas enormes.

As análises ao ADN estão a reescrever as árvores evolutrivas, sugerindo que a seta progressiva que os cientistas haviam imaginado entre a simplicidade e a complexidade tem, na realidade, a aparência das setas que fazem parte dos cata-ventos.

O que se pode resumir da teoria da evolução é o seguinte:

  1. Os evolucionistas previram que o genoma aumentava de tamanho com o passar dos mitológicos “milhões de anos”, mas essa previsão estava errada.
  2. Os evolucionistas previram então que o número de genes ia aumentando com o passar do tempo, mas isso também estava errado.
  3. Os evolucionistas previram que as partes corporais mais complexas iriam-se desenvolver depois das partes mais simples, mas, sem surpresa alguma, isso estava errado.
  4. Descobrimos agora que o mais antigo ancestral dos animais (alegadamente), as geléias-pente, já tinham cérebros, sistemas nervosos, e músculos, e que mais tarde, as esponjas-marinhas perderam tais genes. A complexidade fazia-se presente desde o princípio, o que está de acordo com o criacionismo e em total desacordo com o evolucionismo gradualista.
  5. Os evolucionistas também descobriram, através de experiências, que a maior parte das mutações causam a perda de informação genética, exactamente o contrário do que seria de esperar se a teoria da evolução estivesse certa. Este último ponto é particularmente importante visto que isto causa a que o gradualismo evolutivo se mostre estatisticamente improvável, a roçar a impossibilidade.

Quantas teorias científicas podem produzir tantas previsões que são totalmente falsas, tantas hipóteses falsificadas, e mesmo assim ser considerada dogma ortodoxo que ninguém pode questionar sem ser considerado um doente ou uma pessoa sem qualquer tipo de formação?

Não há forma de saber isto, mas da forma como as coisas estão, temos mais evidências para os extra-terrestres a levar a cabo “experiências médicas” em seres humanos pela calada noite do que evidências em favor da Abiogénese ou da síntese neo-Darwiniana.

Tal como já foi dito no passado, os evolucio-animistas e os crentes nos mitológicos “milhões de anos” são livres para ter a sua fé, mas eles não são livres de a qualificar de “ciência”.

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A falácia do “fenómeno natural”

1. Assumir, sem qualquer inferência com bases científicas, que um dado evento tem que ter forçosamente uma causa/origem “natural”.

2. Assumir por defeito a posição naturalista como a “mais provável” sem ter, no entanto, qualquer tipo de evidência em favor desta posição.

3. Alegar que algo deve ter “causas naturais” ou “origens naturais” só porque parece e age de maneira natural, sem no entanto exigir informação adicional tal como “que processo natural pode gerar/causar este evento?” (Assumir que um dado evento é um “fenómeno natural” sem no entanto explicar de forma natural como é que esse dado fenómeno veio a surgir/ocorrer.)

4. Qualquer hipótese ou teoria que conclui que algo tem causas naturais tendo como base nada mais que pressuposições naturalistas.

5. Assumir as “explicações naturais” como as “mais prováveis” apenas e só porque no passado algumas explicações “não-naturais” erraram. Usando esta “lógica”, nós podemos assumir uma explicação não-naturalista para a origem da vida apenas e só porque as variadas explicações “naturais” falharam (e vão continuar a falhar).

Todas as hipóteses científicas relativas à origem da vida que avançam com a ideia de que a vida é o resultado de “processos naturais” baseiam-se em nada mais que num profundo compromisso com o Naturalismo visto não haver qualquer tipo de dado ou evidência científica que apoie esta posição.

Ao contrário da conclusão oficial da comunidade científica, que é baseada em pressuposições naturalistas e não no método científico, uma hipótese realmente científica tem que ter algum tipo de dado em seu favor, e não ser na sua essência uma especulação sem bases reais.

Por outro lado, uma inferência genuinamente científica, com base nas observações e nos dados à nossa disposição, leva-nos a concluir que a vida é o efeito de Design Inteligente. Deve ser por isso que os evolucionistas ateus tentam desesperadamente separar a teoria da evolução da origem da vida; se o Naturalismo falha logo à partida (ao não ser capaz de explicar a origem de uma única célula), então é mais do que provável que o Naturalismo também falhe em explicar a diversidade biológica.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/2r1TrTZ

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A quem pertence o ónus da prova: aos ateus ou aos teístas?

Por Mark Harrison

Tanto ateus como teístas estão a avançar com uma hipótese, e como tal, ambos têm o ónus de demonstrar que a sua hipótese está correcta. O ónus da prova é a obrigação das partes em discussão de disponibilizar motivos suficientes em favor da sua posição (…). O ónus da prova só existe quando qualquer uma das partes quer convencer a outra – isto é, quando as duas posições entram em disputa.

Algumas pessoas alegaram que “ausência de Deus” é uma hipótese nula, e que, portanto, não exige qualquer tipo de prova. Eu diria, no entanto, que, dado o número de pessoas que acreditam que Deus existe, independentemente da “equipa” que defendam, claramente existe uma disputa e como tal, não só quem quer convencer o outro tem o ónus da prova, mas também o argumento “a minha posição não requer qualquer tipo de prova” é falso.

Isto parece ser aceite pela maioria dos teístas e rejeitado pela maioria dos ateus. A maior parte dos teístas, e por motivos inerentes ao seu sistema de crenças (pelo menos no islão e no Cristianismo), quer evangelizar o que, consequentemente, lhes coloca na posição de ter o ónus da prova. A maior parte dos ateus, e como consequência dos seus sistemas de crença, não sente essa obrigação, e como tal, como eles não estão a tentar convencer ninguém de nada, eles não têm o ónus da prova.

No entanto, existe uma minoria de ateus que, e por falta de um termo mais apropriado vou-lhes chamar de “ateus evangélicos”, adoptou a posição de que as outras pessoas deveriam ser convencidas de que Deus não existe. Ao adoptarem esta posição, eles criam para si mesmos o ónus da prova. Portanto, o argumento de que os teístas têm o ónus da prova é bastante sólido. A questão prende-se, portanto, se os “ateus evangélicos” têm ou não o ónus da prova.

Mencionei em cima que alguns alegam que, visto que a hipótese “ausência de Deus” é uma hipótese nula, ela não tem ónus da prova. Para examinarmos isto com uma analogia, tomemos como exemplo um Europeu do século 16 a perguntar: “Será que cisnes pretos existem?” Por milhares de anos, o peso das evidências parecia estar do lado da afirmação de que todos os cisnes eram brancos.

Devido a isto, a afirmação “cisnes pretos não existem” parecia ser uma proposição fundamentada nas evidências à nossa disposição. Por essa altura parecia que o ónus da prova estava do lado daqueles que alegavam que a frase “Cisnes pretos não existem” era falsa visto que a não-existência de cisnes pretos era “óbvia” pela ausência de evidências em favor da sua existência.

No entanto, em 1697, o “cygnus atratus” – uma espécie de cisne preto que só existe na Austrália – foi pela primeira vez visto por um Europeu.

Consequentemente, desde a Era do Iluminismo que a ciência se movimentou gradualmente em favor da conclusão de que qualquer declaração que se queira que os outros concordem tem o ónus da prova sobre si. Há, portanto, uma diferença entre “X não existe” e “não temos evidências convincentes de X”.

Existem muitos ateus que simplesmente dizem “não temos evidências de que Deus existe”. Considero esta uma posição perfeitamente razoável [sic], e não creio que quem a defenda tenha o ónus da prova. No entanto, os “ateus evangélicos” [aqueles que querem convencer os outros de que Deus não existe] têm sobre si o ónus da prova.

Fonte: http://bit.ly/2qQ0XBa

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A nova definição de “ateísmo” como uma mera “ausência de crença” é precisamente uma vá tentativa de evitar ter que oferecer algum tipo de argumento em favor da irracionalidade que é o ateísmo.

Mas o “curioso” é que as pessoas que dizem nada mais ter que uma “ausência de crença” são essencialmente as mesmas que afirmam dogmaticamente que “Deus não existe”. Quem já participou em grupos de discussão com ateus sabe como eles dançam entre estes dois pensamentos, esperando que nenhum Cristão os chame a atenção.

Basicamente eles refugiam-se de qualquer escrutínio afirmando nada mais ter que uma “ausência de crença” ao mesmo tempo que forçam os Cristãos a ter que disponibilizar evidências para algo que eles estão determinados a não aceitar.

Eles, tal como os evolucionistas na questão criação-vs-evolução, evitam o confronto quando sentem que podem perder, mas querem avançar com o mesmo quanto têm a fé de que podem vencer.

Mas a parte boa de se ser Cristão, para além da paz actual e a certeza da salvação, é que todos os argumentos que os “ateus evangélicos” levantam contra a Verdade Bíblica são auto-refutantes visto que a capacidade humana de pensar em termos abstractos, filosóficos e morais claramente refuta a noção de que o homem nada mais é que um amontoada de células totalmente controlado pelas “forças naturais”.

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Proteína bastante antiga.

Por Sean D. Pitman M.D.

Apesar das evidências reproduzíveis de que o ADN, bem como muitas proteínas, são relativamente instáveis e que decaem rapidamente, os achados positivamente reportados de tal material existente nos fósseis supostamente com milhões de anos, parece intrigante. Por exemplo,  em 1992, o Dr. Muyzer, et al., usou uma reacção de cadeia de polimerase (PCR) para amplificar a proteína que eles suspeitavam ser osteocalcina de dois dinossauros do período Cretáceo identificados como “Lambeosaurus F38” (que eles acreditavam ter 75,5 “milhões anos”), “Pachyrhinosaurus F39” (supostamente com 73,25 “milhões de anos”), e uma terceira amostra de dinossauro (…).

Foram usados dois métodos distintos para se determinar se a proteína realmente era de osteocalcina ou não. O primeiro método usado foi uma reacção imunológica. Eis a forma como funciona:

  1. Quando algumas moléculas de uma substância estranha são injectadas num animal, o sistema imunológico do animal irá, obviamente, produzir anticorpos para a combater.
  2. O tipo de anticorpos que ele produz depende do tipo de material estranho que é introduzido.
  3. Para além disso, o sistema imunitário do animal irá produzir uma quantidade imensa de anticorpos em resposta a apenas algumas moléculas, e como tal, os anticorpos são muito mais facilmente detectáveis que o material  estranho em si.

Os pesquisadores extraíram osteocalcina dos ossos dum jacaré e injectaram-no num coelho para apurarem que tipo de anticorpos este iria produzir para lutar contra a osteocalcina. Depois disso, pegaram em ossos de dinossauro em pó e injectaram-no no coelho, e este produziu o mesmo tipo de anticorpos – indicando indirectamente que havia osteocalcina nos ossos de dinossauro em pó.

O segundo método usou uma medição directa dos rácios Gla/Glu “detectados através da cromatografia de alta performance.” (7) A sua conclusão foi de que ambos os métodos apuraram que a osteocalcina ainda se encontrava presente nos três tipos de ossos de dinossauro analisados. Este estudo foi publicado em Outubro de 1992.

Uma busca pela literatura apurou que os artigos relativos ao material orgânico presente nos ossos de dinossauro foram publicados entre Abril de 1990 a Novembro de 1994 (Segundo pude apurar, nada foi publicado na Nature ou na revista Science em torno deste assunto desde então). Na mesma publicação do Dr. Muyzer (7), o Dr. Matthew Collins disse o seguinte:

Os dinossauros têm em torno de si um fascínio duradouro. Reportamos a detecção duma proteína num osso de dinossauro, publicado por volta da mesma altura que o filme Parque Jurássico, de Steven Spielberg, saiu, e como tal, essa informação estava destinada a gerar toda a atenção mediática.

O nosso relatório alegou ter detectado imunologicamente a osteocalcina, para além de ter apurado a presença pouco usual do aminoácido g-carboxiglutâmico (Gla) num osso de dinossauro de sedimentos imaturos (não-aquecidos),

A osteocalcina ajusta-se de modo peculiar a tal sobrevivência: encontra-se abundante nos ossos, liga-se fortemente a ele e tem a característica distinta de ser a única proteína antiga a ser alguma vez sequenciada. (7).

Alguns artigos sugeriram que o que foi achado trouxe para a linha da frente a possibilidade de transformar a ficção científica do Parque Jurássico num facto científico. A revista  “Elsevier” (2/10/93) declarou:

[A presença de osteocalcina] deixou os cientistas a ponderar que, se isto é possível  ocorrer com uma proteína, talvez também seja possível com o ADN.

O “Daily Telegraph” chegou até a sugerir que os restaurantes geradores de tendências podem até começar a servir sopas de dinossauro.

No entanto, a comunidade científica estava mais céptica. Num artigo de 1992 que se encontrava numa entrevista para a  Science News,  Jeff Bada (um experiente geoquímico proteico) avisou:

Fico apreensivo em relação à estabilidade do Gla. Porque é que ele se manteria sem alteração durante dezenas de milhões de anos?

Os cientistas estão a perguntar: “Como é possível esta proteína ser tão jovem e fresca quando ela se encontra dentro de ossos tão antigos?” Talvez seja mais racional considerar a possibilidade deles nunca virem a encontrar uma resposta porque estão a fazer a pergunta errada.

Talvez devamos perguntar: “Como é que estes ossos podem ser antigos quando eles têm  proteínas tão frescas?” Esta pergunta coloca a questão num prisma totalmente distinto.

Fonte: http://bit.ly/2roZ79y

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Os evolucionistas nunca irão entender como é que as proteínas e o ADN podem durar “milhões de anos” sem decair porque as proteínas e o ADN não podem durar dezenas de “milhões de anos”; a sua visão do mundo rejeita à priori qualquer interpretação que não possa ser incorporada dentro da mitologia dos “milhões de anos”, mesmo que essa interpretação esteja em total acordo com o que se pode observar.

Um cientista sério analisa todas as hipóteses e faz a inferência que melhor se ajusta aos dados observáveis: se encontramos material biológico “jovem” dentro de fósseis supostamente “antigos”, então é bem provável que esses fósseis não sejam tão “antigos” assim; talvez haja algo de errado com os métodos de datação que dão idades na ordem dos “milhões de anos” e talvez seja altura de buscar interpretações alternativas.

Mas o ateu evolucionista, que tem um compromisso com o Naturalismo e não com a ciência, não pode de maneira nenhuma colocar em causa os mitológicos “milhões de anos” visto que todo o edifício naturalista que ele criou para si depende dessa posição de fé.

Para o ateu evolucionista, todas as evidências têm que ser interpretadas à luz dos mitológicos “milhões de anos”, e tudo aquilo que não se enquadra nesta visão têm que ser colocado à parte e/ou deturpado de modo a manter a filosofia naturalista intacta.

Para nós Cristãos o facto dos dados observáveis estarem de acordo com a linha temporal Bíblica não pode de maneira nenhuma ser surpresa: ao contrário dos evolucionistas e dos crentes nos mitológicos “milhões de anos”, nós temos Uma Testemunha Ocular do que aconteceu no passado; Ele não só viu como a vida surgiu na Terra, como foi Ele Mesmo Quem a criou, e registou na Bíblia, em traços gerais, a forma como criou e o tempo que durou o processo criativo.

A Terra não tem “milhões de anos”; a evolução nunca aconteceu e nem vai alguma vez acontecer no futuro.  Os evolucionistas são livres para acreditar no que é refutado pelas evidências históricas e observáveis, mas eles não são livres para chamar de “ciência” à sua fé religiosa.

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A luta pelo criacionismo na Sérvia

A Sérvia Nacionalista foi alvo de manchetes mediáticas este mês depois de 166 intelectuais de topo terem assinado e entregue uma petição ao governo exigindo o ensino da doutrina Cristã do criacionismo nas escolas Sérvias.

Entre as assinaturas estão padres Ortodoxos, médicos, políticos e professores (sendo que alguns fazem parte da Academia de Ciências da Sérvia).

Os peritos associam este renascer do conservadorismo teológico com o reavivamento dos sentimentos nacionalistas e anti-globalistas que existem na região. Ljiljana Colic qualificou o monopólio que o Darwinismo tem nas escolas de “ofensa a todos os crentes, e não só aos [Cristãos] Ortodoxos.”

Este desenvolvimento, tal como o trabalho de Johan Huibers, o criacionista Holandês, é mais uma chapada na cara dos cientistas modernistas que gostam que afirmar que o criacionismo é um fenómeno exclusivamente existente dentro dos Protestantes Americanos.

As escolas Polacas começaram também a usar textos escolares simpatéticos com o criacionismo escritos pelo cientista Católico Romano Maciej Giertych.

A contra-revolução está a ganhar mais e mais força diariamente na Europa do Leste. Os soldados que se encontram na linha da frente em países como a Sérvia precisam agora de apoio e das nossas orações.

Que Deus lhes dê forças e perseverança nesta batalha tão importante.

Fonte: http://bit.ly/2qWXn5k

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