Pais “ateu” do centro-norte da Europa avança com canibalismo

24 09 2010
Uma das consequências do abandono europeu das suas raízes judaico-cristãs é a crescente proliferação de ideologias que foram mantidas fora da normalidade durante séculos. Deve ser por isso que as ideologias não-Bíblicas (islão, hinduísmo, ateísmo, evolucionismo, comunismo, socialismo, aborcionismo, homossexualismo) tem os cristãos como inimigos públicos número um. Enquanto a população tiver uma forte fé naquilo que o Deus da Bíblia diz, essas ideologias dificilmente vão ganhar adeptos.

Entra o canibalismo.

À medida que os esquerdistas e os seus “idiotas úteis” (dentro e fora das igrejas) continuam a atacar os tabus, a glorificar os selvagens e divagar nos seus mais perversos caprichos no nome da “tolerância” e da “diversidade”, seria uma questão de tempo até isso degenerar até ao barbarismo puro. Se dúvida alguma há em relação a isso, basta olhar para a Europa, lugar que os secularistas de todo o mundo tentam emular.

Em Berlim, um restaurante para canibais lançou uma campanha online requisitando “doadores” de partes corporais e tentando requisitar os serviços de um cirurgião “de mente aberta” como forma de celebrar o multiculturalismo:

O restaurante alega ser inspirado no “canibalismo compassivo” da tribo brasileira Waricaca. O site explica:

Nós vemos o banquetear como um acto espiritual, onde o espírito e a força da criatura consumida é oferecida aos convidados.

Se os provocadores muçulmanos que estão a construir uma mesquita no local onde as torres gémeas caíram devido ao ataque executado por muçulmanos (chamada de “Ground Zero Mosque”) podem exigir tolerância religiosa, porque não dar a mesma tolerância religiosa a quem quer praticar o canibalismo? Desde que eles não sejam cristãos, toda a “liberdade religiosa” é permitida.

Esta não é a primeira vez que o canibalismo é alvo de notícias em Berlim. No ano de 2006, Armin Meiwes foi condenado a prisão perpétua por ter comido Jurgen Brandes. Convém dizer que este último ofereceu-se para o menu:

O canibal cortou o pénis de Brandes e comeu-o depois de o ter cozinha com alho, sal e pimenta. Ele continuou a comer o corpo durante os meses seguintes. Quando ele foi finalmente preso. Meiwes já tinha comido cerca de 20 kilos do cadáver.

Não é de admirar que os esquerdistas americanos tenham inveja dos europeus “sofisticados”. Estes últimos estão sempre um passo adiantados. Em decadência, claro está.

Depois do auto-destrutivo comportamento homossexual ter sido normalizado, provavelmente o canibalismo vai-se juntar à necrofilia e à pedofilia como as novas fronteiras dos “direitos civis” ou dos “direitos humanos“. Se tu não gostas disto, então prepara-te para ser catalogado de “canibofóbico”.

O nosso futuro multicultural


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15 respostas

24 09 2010
Nuno Dias

mas tu não compreendes ou não queres compreender?
O quanto contraditório será uma liga vegetariana promover o consumo de carne?

24 09 2010
joao melo de sousa

Não é verdade…é apenas campanha dos vegetarianos.

Não é de muito bom gosto mas é eficaz.

24 09 2010
Mats

Nuno,
Não entendi. De que forma é que isso refuta o que o texto mostra?

24 09 2010
joao melo de sousa

O canibalismo normalmente não tem a ver com o consumo de carne humana para sobrevivência.

O que é lógico. Graças ao nosso neocortex tornamo-nos muito mais difíceis de caçar que muitas espécies com maior valor calórico. Uma tribo que se fiasse na caça a humanos para jantar ia passar muita fome.

As tribos que ainda praticam canibalismo assim como os nossos antepassados que o faziam fazem-no por motivos religiosos.

Comer a carne do antepassado ou do inimigo não é feito para saciar a fome mas para cumprir um ritual de respeito pelo antepassado ou para absorver a alma e as habilidades do mesmo.

Há tribos no pacifico que, por respeito ao antepassado, tem de comer uma pequena parte dos genitais depois de ele morrer. Fazem-no com grande repugnância chegando alguns a fazer batota e simularem que comem. Este ritual tem um significado mágico-religioso.

Estas práticas foram sendo abandonadas com a evolução da sociedade. Restos de humanos e neardentais indicam claramente que o canibalismo era comum em quase todas as regiões do mundo em épocas muito remotas. Repara que já na bíblia e noutros livros mais antigos o canibalismo nem era referido. Isso parece indicar que já não era uma preocupação nessa época.

Ficaram restos destas práticas ancestrais em ditos como :

- ainda os comemos! Foste comido!

Na religião católica ficou um resto destas práticas na hóstia e vinho que se transformam em corpo e carne de Cristo.

Não é já um canibalismo ritual, não se como de facto carne humana ou sangue, mas ritualiza-se simbolizando.

A transubstanciação é, para os crentes, um verdadeiro acto de canibalismo. A carne e o sangue (bleg!) transformam-se mesmo em carne e sangue.

Claro que nós sabemos que isso é treta e o vinho continua vinho e a hóstia continua feita de pão. É uma mera superstição.

Ora sendo o canibalismo uma prática eminentemente religiosa parecia mais lógico serem grupos religiosos a reivindicar o direito, ao abrigo da liberdade religiosa, de praticar alguma forma de canibalismo.

Não me parece que haja algum grupo que o tenha feito.

Mesmo a igreja católica penso que nunca teve tal ideia e nunca quis passar do canibalismo ritualizado a canibalismo mesmo.

A medicina medieval e mesmo na renascença ainda tinha restos e mesmo práticas canibais.

Eram relativamente comuns medicamentos conterem sangue ou mesmo carne humana.

24 09 2010
Mats

João,
Se fosses convidado, irias comer a este “restaurante”?

25 09 2010
Adalberto Felipe

Tudo quanto se move, que é vivente, será para vosso mantimento; tudo vos tenho dado como a erva verde. A carne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue, não comereis.
Genêses 9:2-3

25 09 2010
joao melo de sousa

adalberto:

Isto não era uma referencia a carne humana. Os judeus ortodoxos continuam a comer apenas carne de animais bem sangrados.

Na época em que foi escrito o VT já o canibalismo não era praticado na zona há muito tempo. Daí não ser uma preocupação.

De qualquer maneira é curioso constatar que a tradição católica, muito mais tardia, tem esta referencia ritualizada ao canibalismo (vinho e pão que e transformam em sangue e carne)

Pode parecer algo de péssimo gosto .Como o habitante do pacifico sul que come parte do cadáver do antepassado.

Imagino o horror com que o missionário católico via esta prática e depois ia transubstanciar pão e vinho numa missa.

Se calhar para os habitantes do pacifico sul a ideia de beberem o sangue e comerem a carne dum desconhecido seria tão ou mais nojenta.

25 09 2010
Mats

João,
A Eucaristia é um símbolo de um evento passado, e não uma práctica canibal. Ou será que pensas que todos os Domingos os católicos comem carne humana?

Além disso a crença de que quando a Bíblia Hebraica foi escrita o canibalismo já tinha terminado não é verdade. Provavelmente até aos dias de hoje ainda há canibais.

A questão do post é mostrar quão baixo uma cultura pode descer à medida que via rejeitando o que a Bíblia diz. Primeiro foi a homossexualidade, agora o bestialismo e no futuro será a pedofilia e o canibalismo. Bem, num futuro bem próximo.

25 09 2010
joao melo de sousa

A Eucaristia é a ritualização simbólica dum acto antropófago. No acto ritualizado simula-se. O crente crê que o pão e o vinho se transubstanciam.

E olha que sociedades com muito pouca influência cristã : a Coreia do Sul e o Japão conseguem atingir patamares de bem estar e tolerância iguais aos nossos. Eu sei que em relação à ética sexual ainda tem algum trabalho pela frente : igualdade de sexos e alguma homofobia.

Em Israel também se atingem patamares de tolerância até mais avançados que o europeus. Israel foi dos primeiros países do mundo a distribuir a pílula anticoncepcional e a ter um programa de controlo de natalidade.

Como vês a falta de cristianismo não é por si só sinónimo de ditadura, atropelos aos direitos humanos ou repressão.

E na Europa os países que até apresentam os melhores indicadores de bem estar e de tolerância (Noruega, Suécia, Holanda e Dinamarca) tem também a maior percentagem de não cristãos.

O cristianismo foi de facto muito importante na modelagem do pensamento europeu. No entanto atribuir a democracia, direitos humanos, liberdade e tolerância apenas ao cristianismo é muito redutor

25 09 2010
Mats

João,

A Eucaristia é a ritualização simbólica dum acto antropófago. No acto ritualizado simula-se. O crente crê que o pão e o vinho se transubstanciam.

No acto simula-se com SÍMBOLOS e não com carne e sangue verdadeiros. NO canibalismo usa-se carne e sangue verdadeiros.

E olha que sociedades com muito pouca influência cristã : a Coreia do Sul e o Japão conseguem atingir patamares de bem estar e tolerância iguais aos nossos.

O Japão só começou a abrir-se ao ocidente depois dos EUA os ter totalmente derrotado na 2ª Guerra. Se não fosse a vitória dum país ocidental sobre eles, provavelmente estariam tão ditaturiais como eram antes da guerra. A Coreia do Sul é outro país que recebeu muito da cultura ocidental. Aliás, a Coreia do Sul é, se não me engano, o 3º país do mundo que mais missionários cristãos envia ao mundo (a seguir dos EUA e do Brasil).

Como vês a falta de cristianismo não é por si só sinónimo de ditadura, atropelos aos direitos humanos ou repressão.

Aparentemente, deve ser porque à medida que a Europa avança com o ateísmo, os cristãos vão sendo mais e mais perseguidos (ofensa aos Direitos Humanos e repressão) e coisas ridículas como sexo com animais vão avançando.

E na Europa os países que até apresentam os melhores indicadores de bem estar e de tolerância (Noruega, Suécia, Holanda e Dinamarca) tem também a maior percentagem de não cristãos.

Estas também são os países onde há maior procura de sexo com animais. Coincidência?

O cristianismo foi de facto muito importante na modelagem do pensamento europeu. No entanto atribuir a democracia, direitos humanos, liberdade e tolerância apenas ao cristianismo é muito redutor

A que é que tu atribuis o sucesso da cultura ocidental senão ao judaico-cristianismo?

25 09 2010
joao melo de sousa

O Judaico-cristianismo foi um dos muitos factores que nos levaram ao desenvolvimento.

Juntamente com a cultura islâmica, romana, grega, egípcia, das tribos bárbaras, a cultura indiana, chinesa e tantas outras.

No entanto, como vês, há culturas com pouca influência cristã igualmente tolerantes, democratas e centradas no homem e no seu desenvolvimento.

O facto de admitirmos que o Islão trouxe à Europa um desenvolvimento técnico, filosófico e cultural – sem o saber islâmico dificilmente haveria descobertas – isso não significa que actualmente uma visão islâmica ou cristã seja a mais adequada. Tiveram a sua época.

E repara que tens imensa dificuldade em explicares o que é que tu achas que países como a Holanda, Bélgica, Suécia, Dinamarca, Portugal, Espanha, etc e etc teriam de fazer para agradar à vontade de Deus. Que legislação deveriam mudar ?

Os próprios crentes não conseguem definir qual a vontade de Deus. Como é que queres que quem não esteja afiliado numa religião particular entenda ?

Já viste a confusão que era se o estado fosse pedir parecer a grupos religiosos para legislar sobre o divórcio ?

Os católicos diriam que nunca, os protestantes que em certos casos..

E a interpretação teológica está sempre a mudar com a evolução da sociedade. Portanto basta esperarmos algum tempo para que a interpretação religiosa esteja de acordo com a moral actual.

18 11 2010
Lennon carvalho

Só é um absurdo correlacionar esse evento com o ateísmo de alguma forma, como se fosse conseqüência do mesmo em algum nível. Religiões em todo o mundo já promoveram isso e independente de ser “ritual” ou não, envolve a morte de uma pessoa de maneira “justificada”. Então o autor dessa materia peca fortemente nesse ponto, e faz-se entender como uma “degeneração natural” ou consequente da atuação do ateismo, o que é ridiculo, no minimo!
A noticia é um fato, mas sua conclusão é um absurdo, e isso tambem é fato!

18 11 2010
Sérgio Sodré

Argumentação patética que ignora a integração de praticamente todos os países na ONU com a consequente subscrição dos Direitos do Homem de 1948.

O descaramento com que os ditos critãos lavam as mãos de responsabilidades próprias na decadência do Ocidente brada aos céus….. a culpa é sempre dos outros…

18 11 2010
Mats

Sodré,

Argumentação patética que ignora a integração de praticamente todos os países na ONU com a consequente subscrição dos Direitos do Homem de 1948.

De que forma é que isso refuta o facto dos países mergulharem no barbarismo à medida que abandonam o cristianismo?

O descaramento com que os ditos critãos lavam as mãos de responsabilidades próprias na decadência do Ocidente brada aos céus…..a culpa é sempre dos outros…

Mas o Cristianismo não tem que tomar responsabilidade por coisas que não promulga. Vocês anti-cristãos é que lutam para que o Cristianismo seja removido da vida pública e vida política. Muito bem. Isso é que está a acontecer na Europa com os maus efeitos que todos podemos ver.

A culpa da decadência do Ocidente é daqueles que lutam para destruir o Cristianismo, a ideologia que elevou o Ocidente para níveis nunca dantes visto.

18 11 2010
Sérgio Sodré

Mats,
alguma vez o Ocidente foi mais imponente do que durante o Império Romano, antes dele ser minado pelos comunistas cristãos que ofereciam “a outra face” em vez de enfrentar os bárbaros sem contemplações…. puros subversivos decadentistas…. degeneraram… até que a conversão dos bárbaros germânicos veio fazer ressurgir o guerreiro puro e nobre na figura do cruzado… o guerreiro do Ocidente sob o disfarce de um cristianismo militar e não já um cristianismo de escravos sem eira nem beira subversivos que trairam a Civilização por dentro….
(é mesmo para chocar…).

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