A ciência avança ignorando a teoria da evolução

Resposta a este comentário da Ana.

apendice-refutadoÉ interessante como este blogue retorna a temas que já foram debatidos e esclarecidos pelos comentadores, como se nada disso tivesse acontecido. Este post é um exemplo disso. Voltamos, mais uma vez, ao tema do conceito de “órgão vestigial”. Como já disse num comentário anterior, publicado há quase 2 anos, um órgão vestigial é um órgão “reduzido em tamanho ou utilidade quando comparado com órgãos homólogos em outros animais” (conforme definição do próprio Darwin, apresentada há mais de 100 anos). É um órgão que tendo perdido a sua função principal, manteve uma função secundária (como os ossos da pélvis na baleia, que suportam músculos importantes na actividade sexual) ou passou a ter uma nova função (como o caso do apêndice nos humanos, que serve de reservatório para a regulação da flora intestinal) [https://darwinismo.wordpress.com/2014/10/08/os-movimentos-de-cintura-da-teoria-da-evolucao/#comment-27403].

Logo aqui temos a ilusão darwinista. Órgão vestigial, tal como mantido por Darwin e companhia, é aquele que NÃO TEM FUNÇÃO ALGUMA. Entende a diferença? Vocês hoje falam em “órgãos que perderam a função principal”, mas isso é uma tentativa falhada de esconder o erro que vocês evolucionistas fizerem durante décadas (até que a ciência vos forçou a mudar de posição – finalmente).

Outra coisa a levar em conta é que vocês falam de “função principal”, mas vocês não sabem que “função principal” era essa. O que vocês sabem é que vocês não sabiam qual era a função do apêndice na altura em que ele começou a ser estudado. Portanto, a ilusão de que órgão vestigial é aquele que não executa a sua “função principal” (fosse ela qual fosse dentro do vosso paradigma) é falso. Dentro da mitologia evolutiva, órgão vestigial é aquele que não tem função.

Claro que com o passar do tempo e com o avanço da ciência, os cientistas começaram a descobrir funções para os órgãos que os evolucionistas diziam ser “sem função”. Isso forçou os crentes evolucionistas a mudar a definição de “vestigial” de modo a ocultar o seu erro grosseiro. Mas agora é tarde demais.

Volto a dizer o que já disse noutro comentário, vocês evolucionistas devem ser um dos poucos grupos do mundo que usa a ignorância como evidência em favor da vossa teoria religiosa: “Eu não sei qual é a função do apêndice, LOGO, ele não tem função, LOGO ele não foi criado mas é, sim, resultado dum processo gradual aleatório impessoal que, com o passar dos milhões de anos, o deixou sem função”.

Isto é o que passa por “ciência” aos vossos olhos?

[ Nota: É também importante relembrar que o conceito de “órgão vestigial” não surgiu com a teoria da evolução: Aristóteles (que viveu antes de Cristo), já tinha feito referência a estas estruturas.]

E se ele dizia que não tinham função, ele estava tão errado como Darwin. Apelar ao alegado erro de Aristóteles não muda o facto do mesmo erro ter sido feito por Darwin e pelos seus ministros.

Tenho dificuldade em compreender a crítica que o Lucas faz neste caso em particular, de que médicos e cientistas tenham, durante décadas, defendido que o apêndice não tinha função “e que quando algo corre bem”.

Simples. Vocês evolucionistas diziam uma coisa, mas a ciência mostrou que vocês estavam errados. Pelo que estamos a descobrir, não existem “órgão vestigiais” mas sim órgãos cuja função nós ainda não sabemos. É esta humildade que vocês evolucionistas não têm; vocês assumem que como não sabem como uma estrutura funciona, ela não tem qualquer função. Isso não é ciência mas sim algo que impede o avanço da ciência.

Pior ainda é o facto de vocês evolucio-animistas usarem a PERDA de funções como evidência em favor do poder criativo do gradualismo aleatório. Se uma estrutura perdeu a sua função com o passar dos anos, isso de maneira nenhuma é evidência de que forças graduais aleatórias podem gerar essa mesma função. O que vocês revelam quando usam o argumento do “mau design” é que vocês assumem que o “bom design” é evidência óbvia em favor de Deus. Logo, esmagados pela  preponderância de design excelente na biosfera, vocês buscam por “deformidades” e “mau design” como evidência CONTRA O CRIADOR, e não evidência em favor do gradualismo aleatório.

Só que para vosso desespero, não só os Cristãos têm uma resposta para o “mau design” e para as deformações, como temos a melhor explicação para o bom design. Vocês  evolucionistas não só estão errados em qualificar certas estruturas de “vestigiais”, como continuam sem as poder usar como evidência em favor da vossa fé MESMO que sejam “órgãos vestigiais” (que, como já disse em cima, não existem).

É que as apendicites são, ainda hoje, possível causa de morte mesmo em países ditos “civilizados” (quando não são detectadas a tempo), as pessoas podem perfeitamente viver sem um apêndice sem problemas de maior (como é o meu caso, por exemplo).

As pessoas também podem viver sem braços, sem pernas e sem olhos, mas isso não quer dizer que essas estruturas sejam “vestigiais”. O facto duma pessoa poder viver sem uma estrutura significa que…..ela pode viver sem essa estrutura, não significa que a estrutura não tem função.

Logo, DESCONHECENDO qualquer função para o apêndice nos humanos, é natural que cientistas e médicos concluíssem (sabemos hoje que erradamente) que este órgão não tem função.

Não, não é “natural” os evolucionistas dizerem que algo dentro do corpo humano “não tem função” só porque não se sabe como funciona. O natural é 1) defender que não sabem como funciona e 2) estudar até descobrir a sua função. Claro que o paradigma evolucionista impede esta atitude científica porque esta visão do mundo dá legitimidade a uma mundo aleatório, irracional, onde as coisas surgem e existem sem propósito algum.

Por outro lado, a visão do mundo Cristã, ao assumir como base de partida que a o mundo e as formas de vida surgiram como efeito do Poder Criativo do Deus Todo Poderoso, valida uma atitude mais científica e investigativa: “Eu não sei qual é a função deste órgão, mas como o corpo humano foi criado por Deus, e como Deus não faz as coisas sem intenção, então esta estrutura deve ter alguma função. Vamos estudar, analisar e fazer testes até descobrir o porquê de Deus ter feito o apêndice”.

Entende a diferença? A atribuição de “sem função” ao apêndice é consequência lógica do paradigma gradualista aleatório. Estudar e investigar e analisar são atitudes que estão de acordo com quem sabe que todas as estruturas do corpo humano estão lá por algum motivo. Descobrir uma função é algo que joga contra a teoria da evolução.

P.S.: O exemplo que o Lucas dá, da “nova” função do apêndice, é um belíssimo exemplo da importância da “ignorância” em ciência e de como a ciência funciona.

Mas a atitude dos evolucionistas não foi de “ignorância” mas de pseudo-conhecimento: vocês SABIAM (de sabedoria) que o apêndice não tinha função alguma e vocês SABIAM  que isso era evidência em favor da vossa fé no gradualismo aleatório. Onde está a “ignorância” nisto?

Até há dois anos a ciência desconhecia a importância do apêndice nos humanos.

A Ana não quer antes dizer “Até há dois anos os evolucionistas afirmavam que o apêndice não tinha função”? Note que a questão aqui é a falsa explicação dada por Darwin e pelos seus seguidores.

“Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos” (Romanos 1:22)

Se os cientistas se limitassem a aceitar como facto imutável, como “verdade inerrante”, de que o apêndice “não tem função”, os cientistas de TRÊS universidades norte-americanas não se teriam interessando neste pequeno órgão vestigial e não teriam descoberto a sua função, levando ao aumento do conhecimento científico.

Mas eles foram capazes de descobrir qual era a função do apêndice porque COLOCARAM DE LADO a errónea posição evolucionista de que o apêndice “não tem função”.

Portanto, a questão aqui não é que a ciência parou no tempo, mas sim que ela só avançou porque colocou de lado Darwin e operou segundo princípios mais de acordo com o criacionismo e com a Teoria do Design Inteligente: as funções existem com uma ou mais funções específicas.

Portanto, a Ana está no seu direito de louvar o trabalho dos cientistas; a Ana não se pode esquecer que a ciência avançou porque Darwin e as pseudo-conclusões da sua teoria foram ignoradas. Se a Ana diz que é assim que a ciência avança, eu concordo e assino por baixo: a ciência avança ignorando as desilusões de Darwin .

Anti-Evolution

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Ateísmo versus ciência

Apendice  Refutação

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O que os evolucionistas não revelam sobre os seus “métodos de datação”

Por Marcos Sabino

A datação radiométrica é o procedimento através do qual os geólogos tentam estimar a idade de uma rocha, baseando-se no processo de desintegração radioactiva de determinados elementos instáveis. As rochas possuem certos elementos instáveis, o que significa que o núcleo dos seus átomos se desintegra espontaneamente, permitindo a transformação dos referidos elementos (chamados isótopos-pai) noutros diferentes mais estáveis (isótopos-filho).

O evolucionista refere muito estes métodos como evidência da extrema antiguidade da Terra, como se a medição da quantidade de isótopos numa rocha revelasse directamente a idade da mesma. O Cristão que acredita na Bíblia deve ter em mente as pressuposições assumidas pelos geólogos quando utilizam estes métodos.

Na palestra em Espinho, um dos presentes referiu um destes métodos para afirmar que a ciência provou que a Terra tem mais que 10.000 anos. Eu perguntei se ele sabia as pressuposições dos geólogos ao utilizar estes métodos. Como a resposta foi negativa, utilizei um exemplo para mostrar o que é assumido na datação radiométrica.

TorneiraDesenhei no quadro um esquema como o que se encontra à esquerda deste post, com variáveis diferentes. Vou falar como se tivesse utilizado as variáveis presentes nesta ilustração, para facilitar a compreensão.

Perguntei quanto tempo demorou para o copo ficar com aquela quantidade de água, com base nos valores conhecidos. A resposta foi rápida: 6 horas! Perguntei se os restantes concordavam. Todos concordaram.

Eu disse “muito bem” e em seguida perguntei se tinham notado aquilo que eles assumiram para avançarem com essa resposta. Uma voz disse: “Que a torneira esteve sempre a correr à mesma velocidade“. Eu disse “muito bem” e perguntei: “E quanto ao copo?“. Da audiência veio outra resposta: “Que o copo estava vazio quando a torneira começou a correr“.

Fiquei contente porque as pessoas deram conta daquilo que elas tiveram de assumir para chegar à resposta das “6 horas“. E ainda faltou referir outra coisa que foi assumida: que não houve “contaminação” externa, isto é, que a água do copo só veio da torneira.

Voltando à datação radiométrica

Pois é, com a datação radiométrica acontece precisamente a mesma coisa. Os geólogos assumem:

1) Que a taxa de decaimento dos isótopos radioactivos foi sempre constante;

2) Que não houve contaminação externa (isto é, que nenhuma quantidade de isótopos-pai ou isótopos-filho entrou ou saiu da amostra);

3) Que as condições iniciais da amostra são conhecidas (isto é, que não havia isótopos-filho na amostra).

CONCLUSÃO

É bom ter em mente o que está por trás dos métodos de datação radiométrica. Uma coisa é medir a quantidade de isótopos-pai e isótopos-filho presentes em determinada rocha. Isso é possível fazer com grande precisão. Outra coisa totalmente diferente é extrapolar essa observação para determinar a idade da rocha em questão. Isso depende de factores não observados e não conhecidos que simplesmente se têm de assumir. Não dá para voltar atrás no tempo até à altura em que a rocha se começou a formar e acompanhar o seu desenvolvimento.

~ ~ http://bit.ly/1UCoNHJ

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Os “métodos de datação” evolucionistas funcionam?

DatacaoUma das ideias muito aceites pelo público leigo (e, infelizmente, por um grande número de Cristãos) é que os “métodos de datação” evolucionistas são a última palavra no que toca à “idade” de determinada rocha ou fóssil.

A ideia que passa para fora é que os geólogos evolucionistas aceitam qualquer que seja a “idade” dada por determinado método de datação e que essas datas não estão de maneira nenhuma envoltas em controvérsia. Na prática, e como já se sabe, não é isso que acontece.

Como funciona na prática

Em 1964, trabalhadores municipais descobriram, por acaso, algumas pegadas numa praia e elas receberam o nome de “As Pegadas de Nahoon”. As pegadas foram avaliadas e e datadas, e o carbono-14 deu-lhes a “idade” de 30 mil anos (30.000 anos).

Em 1995, o geólogo Dave Roberts descobriu as pegadas de Langebaan, as mais antigas que se conheciam de humanos anatomicamente modernos. “Datavam” de 130 mil anos (130.000 anos).

Por achar que as pegadas de Nahoon se tinham formado num ambiente costeiro semelhante às de Langebaan, e por saber que o carbono-14 não funciona em material com mais de 40 mil anos (40.000), Roberts quis fazer uma nova datação às pegadas de Nahoon.

A datação através do método da termoluminescência deu uma “idade” de 200 mil anos (200.000 anos) às pegadas. Como esta nova “idade” corresponde com a interpretação evolucionista da evidência geológica do local onde as pegadas foram descobertas, a mesma aceite como sendo a “verdadeira idade”.

Já o arqueólogo Hilary Deacon avisou que era necessária alguma precaução com a “idade” dada pelo método da termoluminescência, uma vez que ainda estava em fase experimental. Na sua óptica, os artefactos presentes no local indicam que as pegadas deviam ter uns 90 mil anos (90.000 anos).

CONCLUSÃO

Certamente que o leitor mais atento não pode deixar de reparar nas “datas” que sugeridas para as pegadas. Note-se também como o geólogo evolucionista acima mencionado já sabia que as pegadas tinham de ter mais de 40 mil anos e, como tal, a “idade” sugerida pelo carbono-14 não poderia ser aceite.

Estes e muitos outros exemplos mostram que os “métodos de datação”/adivinhação não têm a palavra final no que concerne à idade das rochas (ou fósseis) visto que eles limitam-se a seguir as ideias pré-concebidas dos cientistas. Se a “idade” produzida pelo método corresponder às ideias pré-estabelecidas do geólogo, ela é aceite. Caso contrário, o geólogo tratará de justificar o sucedido e procurará refugiar-se na “idade” produzida por outro método.

A melhor maneira de termos a certeza da idade de alguma coisa é saber quem a construiu e perguntar-lhe. Nisso, os Cristãos estão em vantagem em relação aos evolucionistas visto que os primeiros têm a Infalível Palavra Daquele que estava lá quando os fósseis e as rochas se formaram.

Carbono_Datacao

Modificado a partir do original
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A teoria da evolução não é ciência e eis o porquê

Pegadas2Qual é a teoria que não pode ser cientificamente refutada, independentemente das evidências contrárias que sejam encontradas? Qual é a teoria que pode mudar por completo as suas alegações, sem, no entanto, questionar as posições de fé que a fundamentam?

Imaginem o cenário hipotético: vamos imaginar que estamos em Julho de 2005 e que no dia 5 desse mesmo mês lemos a seguinte notícia:

“Pegadas Reescrevem a História dos Primeiros Americanos”

PegadasA notícia diz que a descoberta de pegadas humanas perto dum antigo lago mexicano “revela” que as primeiras pessoas chegaram à América 30,000 anos mais cedo do que se pensava. A equipa liderada pela geo-arqueóloga Silvia Gonzalez, da Universidade John Moores, em Liverpool, descobriu 269 pegadas animais e humanas preservadas numa camada de cinza, e estas pegadas foram “datadas” com a idade de “40.000 anos” (que nós sabemos ser uma data falsa porque a Terra não é assim tão antiga).

Segundo Matthew Bennett da Universidade de Bournemouth (Inglaterra) as pegadas “preenchem todos os critérios estabelecidos após a descoberta das pegadas de Laetoli” (as tais que aguentaram “3,75 milhões de anos” mas que estão, entanto, em risco de desaparecer num espaço de 32 anos). O mesmo cientista declarou:

“Elas são, indiscutivelmente, pegadas humanas”.

Imaginemos agora que avançamos no tempo para Dezembro de 2005, e que no dia 3 desse mês somos confrontados com a notícia:

“As Pegadas dos Primeiros Americanos são Demasiado Velhas Para Serem Humanas”

Já não é credível que as pegadas tenham sido feitas por seres humanos porque outro “método de datação”/adivinhação indica que as rochas onde estão as pegadas têm “1,3 milhões de anos”. Dado isto, urge perguntar: quem é que fez as pegadas expostas em cima?

Paul Renne, geólogo da Universidade da Califórnia, afirma que as pegadas são mais recentes, e que elas são “marcas feitas por máquinas ou por animais”. Ou seja, no espaço de 5 meses as pegadas que eram “indiscutivelmente humanas” passaram a ser “marcas feitas por máquinas ou por animais”. Seria interessante saber que “máquina” ou que “animal” é capaz de fazer o tipo de pegada que se vê a seguir:

Pegadas3Este novela evolucionista revela bem as areias movediças que são os assim-chamados “métodos de datação”. Foram usados 5 métodos de datação distintos; a idade menor era de 38 mil anos enquanto que a maior era de 1,3 milhões de anos. Como a teoria da evolução não é ciência no verdadeiro sentido do termo, o cientista evolucionista é livre para escolher a data que está de acordo com a sua fé em Darwin.

E foi exactamente isso que aconteceu: os evolucionistas britânicos não aceitam as datas dos evolucionistas americanos e os americanos não aceitam as datas dos britânicos. Mas ambos os grupos estão a fazer “ciência” que (supostamente) é “sólida”, “fiável” e livre de qualquer interferência das crenças pessoais.

Se estas marcas realmente são pegadas humanas (e é isso que as evidências empíricas sugerem), então os evolucionistas vêem-se na obrigação de reescrever toda a história da migração do ser humano para as Américas. Mas como isso dá muito trabalho, os evolucionistas preferem dizer que as pegadas “claramente humanas” não são pegadas humanas porque . . . . elas têm “1,3 milhões de anos”, e, como diz a lenda evolucionista, o ser humano ainda não existia por essa altura.

Esta nova datação deu uma idade de “1,3 milhões de anos” a pegadasindiscutivelmente humanas. Se a teoria da evolução fosse uma teoria científica no genuíno sentido do termo, esta observação empírica seria suficiente para mostrar que algo nela não está correcto.

Como é podemos ter pegadas indiscutivelmente humanas na América, e com a idade de “1,3 milhões de anos”, se, segundo a fé evolucionista, por essa altura só o Homo erectus andava por África? Ou as pegadas são humanas e os “métodos de datação” que dão idades na ordem dos “milhões de anos” não funcionam, ou as pegadas não são humanas e estamos a ser enganados pelos nossos olhos.

Reparem que ninguém discute a composição química das rochas visto que isto pode ser observado de forma objectiva, directa e clara, independentemente da crença dos pesquisador. Já a idade das pegadas é algo totalmente subjectivo visto que os “métodos de datação” evolucionistas não são ciência objectiva. O mesmo pode ser dito da teoria da evolução em si.

Claro que para nós Cristãos o facto de haver pegadas “indiscutivelmente humanas” em rochas supostamente “antigas” é algo normal e esperado. Uma vez que a Terra não tem “milhões de anos”, e visto que o ser humano está na Terra “desde o princípio da criação” (e não “milhões de anos depois da criação” – Marcos 10:6), e visto também que a organização geológica da Terra foi, em larga parte, influenciada pelo Dilúvio de Noé (que ocorreu há cerca de 4,500 anos atrás), hão-de ser sempre encontradas pegadas humanas em todos os estratos geológicos.

O Cristão firmado na Palavra de Deus pode aceitar as pegadas descobertas sem ter que reorganizar a sua fé religiosa; já o crente evolucionista vê-se na contingência de ter que modificar a sua estrutura ideológica em favor de interpretações claramente falsas e anti-científicas só porque a sua fé não lhe permite aceitar a existência de seres humanos em rochas que os seus métodos de “datação”/adivinhação dão idades na ordem dos “milhões de anos”.

Conclusão:

Se formos analisar a história da teoria da evolução, e analisarmos a reacção dos evolucionistas sempre que um dado inesperado e contraditório foi encontrado, rapidamente chegamos à conclusão que não estamos perante uma teoria científica no verdadeiro sentido do termo, mas sim perante uma ideologia anti-Bíblica mascarada de “ciência”. Não existem evidências cientificas que façam um evolucionista deixar de ser evolucionista porque a sua fé não se baseia na ciência mas na fé.

O evolucionista é livre para ter a sua fé, mas ele não é livre de chamar de ciência à sua fé.

Modificado a partir do original

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Rio Colorado demonstra a ineficácia da “datação” evolucionista

Rio_ColoradoO Rio Colorado é um grande rio que atravessa parte dos Estados Unidos da América e do México. Nos anos 70, a datação evolucionista de lavas basálticas provenientes das quedas de água deste rio (no estado de Arizona) deu uma idade de “150 mil anos” (150.000).

Contudo, e como é normal no que toca as “datações”/adivinhações evolucionistas, novas aferições vieram contar uma história diferente daquela que os evolucionistas defendiam. Em 2006, um grupo de geólogos explicou:

“The ca. 150 ka age of the Grand Falls flow provided by whole-rock K-Ar analysis in the 1970s is inconsistent with the preservation of centimeter-scale flow-top features on the surface of the flow and the near absence of physical and chemical weathering on the flow downstream of the falls.

The buried Little Colorado River channel and the present-day channel are at nearly the same elevation, indicating that very little, if any, regional downcutting has occurred since emplacement of the flow.

Parece ser uma declaração um pouco estranha, uma vez que estamos sempre a ouvir dizer que os métodos de datação, por serem tão complexos e bem calibrados, são métodos fiáveis. Por que não simplesmente aceitar a idade que o método potássio-árgon (K-Ar) deu?

Sendo assim, qual a nova idade das lavas basálticas das quedas de água do rio Colorado? Os geólogos utilizaram 4 métodos de datação diferentes, em diferentes amostras. Estas foram as idades obtidas (valores em milhares de anos e por ordem crescente): 8; 15; 16; 17; 19; 19,6; 20; 23; 28. Concluíram que a idade das lavas é de 20 mil anos:

“We conclude that the Grand Falls flow was emplaced at ca. 20 ka.“

Como se pode ver, os resultados variam dos de 8 aos 28 mil anos. É esta “datação” que os evolucionistas usam como base para a sua fé nos “milhões de anos”, e esta “datação”/adivinhação que alguns Cristãos com fé mais fraca querem usar para reinterpretar a Bíblia de modo a que esta esteja de acordo com os mitológicos “milhões de anos”

Em pouco mais de 30 anos, uma coisa que tinha “150 mil anos” passa a ter “20 mil anos”, e ninguém (leia-se nenhum evolucionista) coloca em causa um “método” que produz tal amplitude de resultados.

Mas o melhor é nem questionar. Os métodos de datação são muito complexos e, por essa razão, devemos confiar nos geólogos mesmo quando uma rocha passa de um extremo da coluna geológica ao extremo oposto, e mesmo quando eles dão idades na ordem dos “milhões de anos” a fósseis que ainda têm material orgânico.

~ http://bit.ly/1Ylbs8c


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Rochas por onde passeavam os “primeiros organismos da Terra” afinal são recentes

Por Marcos Sabino

Neste post eu já tinha falado da excelência da datação evolucionista, onde vimos material que os geólogos afirmavam que tinha biliões de anos a passar a ter apenas alguns milhares de anos. No entanto, penso que a situação é má demais para deixar passar apenas com um post.
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O artigo dos geólogos Donald Lowe e Gary Byerly tinha como título:

“Ironstone bodies of the Barberton greenstone belt, South Africa: Products of a Cenozoic hydrological system, not Archean hydrothermal vents!“

Que me lembre, foi a primeira vez que vi um ponto de exclamação no título de um artigo científico. Se calhar o propósito do ponto de exclamação era transmitir a surpresa dos geólogos evolucionistas ao anunciar o facto. E de facto, não é para menos. Eles anunciaram [meu destacado]:

“Irregular bodies of goethite and hematite, termed ironstone pods, in the Barberton greenstone belt, South Africa, have been previously interpreted as the Earth’s most ancient submarine hydrothermal vent deposits and have yielded putative evidence about Archean hydrothermal systems, ocean composition and temperature, and early life.

This report summarizes geologic, sedimentological, and petrographic evidence from three widely separated areas showing that the ironstone was deposited on and directly below the modern ground surface by active groundwater and spring systems, probably during periods of higher rainfall in the Pleistocene.“

RochaOu seja, rochas que se diziam pertencer ao Arqueano (2.500.000.000 a 3.850.000.000 anos de idade), agora são tidas como pertencentes ao período do Pleistoceno (1.800.000 a 11.000 anos de idade). A Geologia deve ser a única área no mundo em que podes estar 99999% errado mas mesmo assim consegues manter o teu emprego e receber financiamento.

Tantas histórias foram contadas com base na extrema antiguidade destas rochas, tantos cenários montados, tanta imaginação sobre vida primitiva para agora nos virem dizer que estas rochas afinal não têm mais de 2 milhões de anos [*1].

Em 1994, o mesmo cientista falava na Geology a respeito do cinturão de Barberton. Nessa altura a idade dele era de 3,55 a 3,22 mil milhões de anos. Quantos artigos se escreveram sobre a elevada actividade microbiana nessas rochas super antigas:

 “A análise de rochas almofadadas do cinturão Barberton, na África do Sul, revelou novas evidências científicas de que a actividade dos micróbios era elevada no fundo dos oceanos, há biliões de anos. Artigo publicado na edição da Science desta sexta-feira (23/4), assinado por um grupo de cientistas liderado por Harald Furnes, do Departamento de Ciência da Terra da Universidade de Bergen, na Noruega, mostra a existência de pequenos tubos mineralizados feitos pelos arcaicos micróbios.“

Uau… até dá direito a escrever na prestigiosa Science. Então se está numa revista como a Science, só pode ser tudo verdade. Afinal, Science significa Ciência e Ciência, como todos os letrados sabem, lida com factos. E cá estão eles [meu destacado]:

“Pillow lava rims from the Mesoarchean Barberton Greenstone Belt in South Africa contain micrometer-scale mineralized tubes that provide evidence of submarine microbial activity during the early history of Earth.“

Só apetece dizer: Que treta! Se afinal de contas estas rochas são bem recentes, segundo a cronologia evolucionista, onde é que eles foram buscar as evidências de “actividade microbiana nos primeiros anos de vida da Terra”? Que treta! Como é que se pode confiar em métodos que mudam da água para o vinho? Que treta! Nem me atrevo a calcular a percentagem de erro com receio de pecar por defeito.

Para além de servir de exemplo da palhaçada que são os métodos de datação, este caso também serve de exemplo àqueles cristãos que querem contaminar a Palavra perfeita de Deus com as teorias malucas e falíveis do ser humano.
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REFERÊNCIAS OU NOTAS:

[*1] – Naturalmente que também não aceito a nova idade atribuída às rochas. Apenas uso os conceitos evolucionistas para mostrar as areias movediças com que estamos a lidar.

Fonte

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