Será a teoria da evolução um “programa de pesquisa metafísico?

Por John Wheeler

É a ideia de que o universo e tudo o que nele existe – incluindo a vida – vieram a existir e posteriormente evoluiram através de nada mais que causas naturais “apenas uma teoria”? Ou será algo mais?

Sir Karl Popper (1902–1994) é tido por muitos como o maior filósofo da ciência do século 20. Poucos – se alguns – tão estavam cientes das implicações da teoria da evolução como ele. A sua resposta às questões listadas mais em cima é reveladora. Olhando de forma geral, Kopper qualificou a teoria da evolução de “programa de pesquisa metafísico” (Werner Gitt, In the Beginning Was Information, chapter 6.4, paragraph 11). O que é que Popper tinha em mente com estas palavras?

Se a teoria da evolução nada mais fosse que um programa de pesquisa do mundo físico, então limitar-se-ia ao estudo das origens físicas e à história do universo (e da vida que lá se encontra). Deste modo, a teoria da evolução poderia ser correctamente chamada de “nada mais que uma teoria” – uma explicação científica da realidade física, que pode ser testada e que, caso assim o exigissem os dados físicos, pode ser refutada.

Mas Popper qualificou a teoria da evolução de programa de pesquisa metafísico – uma tentativa de lidar com questões que na realidade se encontram para além da ciência natural. Entre estas questões encontram-se: Qual é a origem do universo? O que foi a sua primeira causa? Porque razão o universo existe? É a sua existência necessária?

Se por acaso estas questões vos soam familiareas, é porque elas são familiares. Estas são as mesmas questões que as pessoas religiosas de todo o mundo fazem (para além de serem também o tipo de questões levantadas por cientistas que defendem a criação ou a teoria do Design Inteligente, mas que não defendem a teoria da evolução).

Nós humanos não estávamos cá para testemunhar a origem do universo e nem a origem da vida. Nós apenas e só podemos comparar explicações em torno das nossas origens e apurar qual delas se ajusta melhor aos factos materiais à nossa disposição. Isto dá lugar a uma fé a coisas que não são visíveis – coisas tais como a verdadeira natureza do que foi a origem do universo e da vida.

Levemos em conta a precisa e complexa maquinaria molecular que opera dentro de todas as células vivas (como pode ser visto neste video do YouTube). Esta maquinaria requer instrucções igualmente precisas e complexas, também “codificadas” nas moléculas, para funcionar. Em toda a nossa experiência humana, só actos de criação especial levados a cabo por um designer inteligente podem explicar a existência de informação, mais ainda o tipo de informação presente nas formas de vida. Dito de outra forma, apenas a vida foi vista a gerar outra vida. O tempo, o acaso e as leis naturais nunca foram observadas a fazer o mesmo.

Como é que os evolucionistas respondem quando são confrontados com as mesmas evidências? Por vezes, repetem uns para os outros, e para o público geral, que o que parece ser o resultado de criação especial e de design inteligente na verdade não foi. Posteriormente, tentam imaginar formas através das quais as leis naturais poderiam gerar as mesmas estruturas.

A mesma coisa acontece quando os cientistas falam sobre a origem do universo. As leis naturais, tais como as conhecemos, começaram a existir quando o universo começou a existir – e não antes. Mais uma vez, e em toda a nossa experiência, a existência duma lei exige a existência dum legislador inteligente e criativo – no caso do universo, Um Criador Sobrenatural. Os evolucionistas são forçados a buscar por um estado de existência prévio, mas eles ainda não conseguiram encontrar algum, pesem embora todas as suas ideias de como tal estado se assemelharia.

Qual dos “programas de pesquisa metafísicos” se ajusta melhor aos factos? Um que busca afirmar a veracidade da teoria da evolução através de causas naturaus, ou um que busca afirmar a veracidade da criação especial e do Design Inteligente? A primeira opção implica que o universo e a vida não têm propósito. A segunda implica que tal propósito existe visto que, segundo a nossa experiência humana, design requer um designer e um propósito para tal design.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/2xvATuw

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Os bicos das áves e a irrelevância científica do neo-darwinismo

No pequeno trecho que se segue podemos constatar a forma como a teoria da evolução muda de princípios sempre que evidências contrárias são analisadas:

A observação de que as espécies de tentilhões das ilhas Galápagos possuem bicos com formas distintas como forma de obter comida distinta não só era central para a teoria da evolução através da selecção natural, como era também assumido que esta relação forma-função era constante entre todas as espécies de pássaros.

A observação de que as espécies de tentilhões das ilhas Galápagos possuem bicos com formas distintas como forma de obter comida distinta não só era central para a teoria da evolução através da selecção natural, como era também assumido que esta relação forma-função era constante entre todas as espécies de pássaros.

No entanto, estudos recentes publicados na revista Evolution sugerem que, ao contrário do que se pensava, os bicos dos pássaros não estão assim tão adaptados aos tipos de comida.

Uma equipa internacional de cientistas provenientes do Reino Unido, Espanha e Estados Unidos, usaram técnicas computacionais e matemáticas para melhor entenderem a relação entre a forma dos bicos e as funções dos pássaros.

Ao medirem a forma dos bicos duma vasta gama de pássaros modernos presentes nas colecções de museus, e ao analisarem também a informação relativa à forma como o bico é usada pelas distintas espécies para se alimentarem, a equipa foi capaz de avaliar a ligação entre a forma do bico e os hábitos alimentares.

A professora Emily Rayfield, da University of Bristol’s School of Earth Sciences, e autora principal do estudo, afirmou

Este é, segundo o que sabemos, o primeiro teste a este antigo princípio da biologia: que a forma dos bicos e a sua função estão intimamente associadas aos seus hábitos alimentares.

Guillermo Navalón, autor principal do estudo e esudante que se encontra no último ano do doutouramento na Bristol’s School of Earth Sciences, acrescentou:

A ligação entre a forma dos bicos e a ecologia alimentar dos pássaros era muito mais fraca e muito mais complexa do que esperavamos, e embora claramente exista uma relação entre elas, muitas espécies com bicos de formas semelhantes alimentam-se de formas totalmente distintas e de tipos de comida totalmente distintas.

A ligação entre a forma dos bicos e a ecologia alimentar dos pássaros era muito mais fraca e muito mais complexa do que esperavamos, e embora claramente exista uma relação entre elas, muitas espécies com bicos de formas semelhantes alimentam-se de formas totalmente distintas e de tipos de comida totalmente distintas.

Isto é algo que já foi observado noutros tipos de animais, mas que nos pássaros esperava-se que este tipo de relação fosse mais forte.

Conclusão:

Se por acaso estás surpreso por mais uma descoberta que contradiz as espectativas evolucionistas, então não tens estado a prestar atenção à ciência. Quanto mais a ciência avança, mais descobertas vão revelando como a teoria da evolução nada mais é que uma posição mantida por motivos filosóficos e não científicos.

Nâo deixa de ser hilariante que a forma dos bicos tenha sido usada como “evidência” em favor da teoria da evolução, só para descobrirmos agora que a relação entre a forma dos bicos e a sua alimentação não é o que os evolucionistas esperavam.

Quanto mais a ciência biológica avança, especialmente na área da genética, menos necessária, e mais claramente falsa a teoria da evolução através da selecção natural se revela.

Nada disto é surpresa para nós Cristãos porque a Bíblia é o Verdadeiro Relato das nossas origens, e na Palavra de Deus não há qualquer indício de áves a evoluírem para o que quer que seja, Segundo a Palavra de Deus, os animais reproduzem-se segundo a sua espécie, e é isso que podemos observar.

Ou voa o gavião pela tua inteligência, e estende as suas asas para o sul?
Ou se remonta a águia ao teu mandado, e põe no alto o seu ninho?

Jó 39:26-27

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A fé dos cientistas

A ciência propriamente dita assume pelo menos 4 coisas:

1. A uniformidade da natureza, que leva os cientistas a assumir que o futuro vai ser como o passado (o que permite fazer previsões cientificas). Dizer que o futuro vai ser como o passado porque “sempre foi assim” é assumir o que tem que se provar.

2. A constância das leis da natureza, que permite assumir que estas leis operam essencialmente da mesma forma em todo o universo. Devido a esta fé, é possível aplicar o conhecimento da ciência atómica aos corpos celestiais visto a análise presencial estar impossibilitada devido às distâncias.

3. A capacidade humana de entender o universo, que permite assumir que todo o fenómeno natural tem uma explicação, e que a mente humana pode entender essa explicação. Se Deus não existe, não há motivo para assumir isto visto que, dentro do paradigma ateísta, a mente humana “evoluiu” para nada mais que caçar e procriar (não para estudar as estrelas ou fazer outro tipo de actividade que não esteja directamente relacionada com a procriação ou nutrição).

4. A fiabilidade da Lógica. A ciência não ‘prova’ as leis da lógica: a ciência assume-as e usa-as para provar tudo o resto. Usar a lógica para provar a lógica é uma falácia.

O ateísmo, ao negar a auto-evidente existência do Deus dos Cristãos, encontra-se em oposição a tudo isto visto que se Deus não existe, não há Fundamento e nem Explicação para a uniformidade da natureza, nem para a fiabilidade da Lógica, e muito menos para a fé de que a mente humana tem a capacidade de entender o universo.

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Animal “sem evolução durante 80 milhões de anos” encontrado em Portugal

Os métodos de datação evolucionistas voltam a revelar a sua fiabilidade. Desta vez, foi encontrado vivo um tubarão (Chlamydoselachus anguineus) que os evolucionistas acreditam “estar da mesma forma desde os tempos dos dinossauros, desde o Período Cretáceo” – altura em que, segundo a mitologia evolucionista, os Tyrannosaurus Rex e os Triceratops vagueavam pelo planeta:

Um raro tubarão-cobra foi recentemente encontrado por pesquisadores Portugueses ao largo da costa do Algarve, Portugal. Os cientistas encontravam-se a trabalhar num projecto da União Europeia que visa “minimizar a captura indesejada na pesca comercial” quando eles se depararam com este “tubarão da era dos dinossauros”.

Como é normal quando é encontrado um animal que não se alinha com as expectativas da não-científica datação evolucionista, e devido ao facto dele “ter permanecido inalterado durante 80 milhões de anos, fazendo dele uma das poucas espécies com tal antiguidade ainda em existência”, os pesquisadores do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) deram a este animal o hilariante nome de “fóssil vivo”.

Segundo a BBC, os cientistas afirmaram que o peixe do sexo masculino, medindo 1,5 metros, foi capturado a 700 metros de profundidade nas águas de Portimão.

O tubarão manteve da mesma forma, tanto no seu interior como no seu exterior, desde a era dos dinossauros [sic]. Os cientistas datam-no como sendo do Período Cretáceo – quando os Tyrannosaurus Rex e Triceratops caminhavam sobre o planeta.

Este animal pré-histórico [sic] tem um corpo alongado, delgado, e serpentino, mas muito pouco se sabe em termos da sua “biologia e meio-ambiente” visto que o mesmo é normalmente encontrado entre 109 a 1,280 metros abaixo da linha de água, e há muito poucas gravações ou fotos do tubarão no seu habitat natural.

De facto, ele é tão raramente visto que, apesar de existir há mais tempo que os seres humanos, nunca chegou a ser descoberto antes do século 19.

A professora Margarida Castro da Universidade do Algarve disse à SIC Notícias que o tubarão tem uma boca com uma forma única e deriva o seu nome da sua dentição.

Muito particular, ela permite-lhe apanhar lulas, peixes e outros tubarões em uma só investida. A professora Margarida Castro acrescentou ainda à Sic Notícias:

Nenhum de nós [pesquisadores] já tinha visto esta espécie , e muitos de nós estão há anos trabalho a bordo, portanto, percebemos que era uma espécie que não era comum.

Fonte: http://bit.ly/2mj8XJ7

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Os métodos de datação evolucionistas são tão “fiáveis” que se por acaso os evolucionistas encontrarem um dinossauro vivo, eles irão rapidamente dar-lhe o nome de “fóssil vivo” e evitar discutir as implicações de tal descoberta. Não há forma científica de refutar a crença nos mitológicos “milhões de anos” visto que a mesma não depende dos factos à nossa disposição.

A forma como esta forma de vida coloca em causa a datação evolucionista é através do facto de ser difícil de aceitar que, apesar de alegadamente várias formas de vida maiores e menores terem desaparecido (dinossauros) e outras terem “evoluído” para as mais variadas formas de vida, este tubarão conseguiu manter-se igual durante “80 milhões de anos”.

É bem mais lógico aceitar que o tipo básico que gerou este animal (bem como todos os outros) apareceu há pouco tempo, e manteve-se essencialmente mesma.

Conclusão:

O que é “surpreendente” nesta notícia não é que um animal fique na mesma durante “80 milhões de anos” mas sim que alguém acredite que um animal fique na mesma durante “80 milhões de anos”.

Para nós Cristãos, esta descoberta só confirma o que Deus já afirmou na Sua Palavra: visto que a Terra não tem “milhões de anos” mas sim entre 6,000 a 7,000 anos, é perfeitamente normal que as formas de vida estejam essencialmente na mesma

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Diversificação “acelerada” confunde evolucionistas

Evolucionistas ficam perplexos com a rápida “evolução” de peixes:

Alguns pensavam que isto era impossível, mas uma população de esgana-gatos [Gasterosteus aculeatus] que se reproduz nos mesmos córregos está-se a diversificar em duas espécies distintas perante os nossos olhos, e de forma acelerada.

Os esgana-gatos foram inicialmente introduzidos no Lago Constance na Suíça há cerca de 150 anos atrás, um “piscar de olhos em termos evolutivos“, diz a reportagem. Mas desde então, o peixe começou a diversificar-se em dois tipos distintos: um que vive na zona principal do lago, e outro que vive nas correntes que fluem em direcção ao lago.

Os que vivem dentro do lago são maiores, têm espinhas dorsais mais alongadas e armadura mais resistente. Teoricamente, estas diferenças provavelmente devem-se ao estilo de vida e não à evolução [sic]; se calhar os peixes do lago sobrevivem mais tempo, crescem e ficam maiores.

Mas David Marques, e os seus colegas da Universidade de Berna, descobriram que já existem diferenças genéticas declaradas entre os dois tipos. Ele diz:

Podemos estar à beira de observar a génese de duas espécies distintas.

O que faz desta descoberta um achado extraordinário é que ambos os tipos de peixe reproduzem-se nas mesmas correntezas e durante a mesma época do ano. Eles sempre se reproduziram uns com os outros, e ainda se reproduzem, no entanto, estão-se a separar para dois tipos geneticamente e fisicamente distintos.

Separação

Chris Bird, da “Texas A&M University Corpus Christi”, que analisa os genomas dos organismos e estuda a forma como eles “evoluem”, afirma que este tipo de especiação, conhecida como especiação simpátrica, era tida como muito pouco provável.

A explicação convencional é que a especiação requer sempre que duas populações estejam fisicamente separadas de modo a prevenir o cruzamento (por exemplo, a viver em lados distintos duma montanha ou em ilhas distantes dentro do mesmo arquipélago).

Isto prende-se com o facto de que, quando os animais acasalam, um processo com o nome de “recombinação” mistura as variações genéticas, o que significa que os genes da mãe e do pai serão misturados. Enquanto o cruzamento genético for ocorrendo, é muito pouco provável que dois grupos com traços genéticos distintos venham a surgir.

Mas a equipa de Marques apurou que as distinções genéticas entre os dois tipos de peixes concentram-se em partes do cromossoma menos prováveis de serem sujeitas a recombinações. Consequentemente, os conjuntos de variações genéticas que dão aos dois tipos de peixes características distintas são menos susceptíveis de se perderem.

No que toca à velocidade da separação dos esgana-gatos, existem muitos outros exemplos de evolução [sic] recente que demonstram o quão rapidamente ela pode ocorrer – desde cancros a tornarem-se resistentes a drogas, ácaros a tornarem-se resistentes a pesticidas, até peixes a tornarem-se mais pequenos como forma de evitarem serem o nosso próximo jantar.

É possível que tal evolução [sic] rápida seja a norma e não a excepção.

Fonte: http://bit.ly/2v260w0

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Deixando de lado o facto de peixes que se transformam em peixes não ser qualquer tipo de “evolução”, temos aqui mais um caso de estudo da psicologia evolucionista: aparentemente, antes desta observação os evolucionistas achavam “muito pouco provável” que a variação genética pudesse causar o surgimento de espécies distintas MESMO quando houvesse proximidade (“Enquando o cruzamento genético for ocorrendo, é muito pouco provável que dois grupos com traços genéticos distintos venham a surgir”).

Mas agora, e como sempre, as observações empíricas refutam essa crrença evolucionista, e revelam que a variação genética pode ocorrer dentro duma forma de vida, mesmo que não haja qualquer separação física entre as espécies consequentes e divergentes.

Mais ainda, o artigo termina com mais uma “certeza” evolucionista a ter que ser re-ajustada:

É possível que tal evolução [sic] rápida seja a norma e não a excepção.

Tradução: é possível que a variação genética ocorra bem mais rápido do que se pensava, o que é um ponto a favor da Bíblia (Arca de Noé, etc) e mais um dado que vai levar os evolucio-animistas a ter que rever os seus cada-vez-mais-debilitados “princípios evolutivos”.

Por fim, note-se que até a PERDA de informação genética (“peixes a tornarem-se mais pequenos”) é “evolução”, o que revela que esta “teoria” é cientificamente irrelevante. Se tudo o que acontece na natureza é “evolução” (ganho ou perda de informação, aumento ou diminuição de tamanho, etc), então nada é evolução. Não há forma de refutar uma teoria que é definida como “aquilo que acontece na natureza”.

Conclusão:

O que temos aqui (com a ideia de que tudo é “evolução”) é o que o filósofo Karl Popper disse a dada altura (embora tenha sido posteriormente levado a “explicar-se” de uma forma mais ao agrado do evolucionistas): a teoria da evolução não é um teoria científica no verdadeiro sentido do termo, mas sim um “enquadramento de pesquisa metafísico” [inglês: “metaphysical research program”) dentro do qual todas as evidências têm que ser interpretadas.

A descoberta de rápida variação não vai levar os evolucio-animistas a reconsiderar a validade da teoria neo-darwiniana porque, para os evolucionistas, as evidências são interpretadas à luz da teoria da evolução. Se uma forma de vida não muda durante os mitológicos “milhões de anos”, então isso é “evolução”; no entanto, se outra forma de vida varia de modo rápido e empiricamente observado, então isso também é “evolução”.

Basicamente, do ponto de vista evolucionista, nós não vêmos répteis a evoluir para pássaros porque a evolução é um “processo lento” que demora “milhões de anos” . . . . . . .
excepto quando vêmos formas de vida a variar de modo óbvio, e então a evolução já não é um processo que precisa de “milhões de anos”. Dentro da teoria da evolução tudo é possível e tudo é aceite; basta ter fé.

Os evolucionistas são livres para ter a sua fé, mas eles não são livres para qualificar a sua fé de “ciência”.

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Quando os cientistas não sabem fazer ciência

Um dos sinais de óbvio declínio da civilização Ocidental é a forma como as suas instituições se tornam incapazes de executar as suas funções primárias. Infiltrações e subversões levadas a cabo por pessoas ideologicamente motivadas explicam parcialmente esse declínio, mas a declínio da inteligência média das pessoas educadas nas escolas controladas pelos evolucionistas pode ser outro motivo. É bem provável que esta última hipótese explique melhor mais um falhanço dos cientistas.

Os pesquisadores alertam que larga parte da ciência biomédica pode ser falsa devido à galopante história de dados erróneos resultante de falhanço sistemático que já ocorre há  décadas.

Uma investigação recente revela que mais de 30,000 obras publicadas e revistas por pares podem ver a sua autenticidade comprometida devido ao seu uso de linhas celulares não identificadas, facto que ocorreu porque as assim-chamadas células imortais contaminaram outras culturas celulares.

O problema é, ao mesmo tempo, sério e simples: os pesquisadores que se encontravam a estudar o cancro do pulmão publicaram um novo artigo científico, só que um dos tecidos usados no laboratório era na verdade de células de fígado. E o que eles pensavam que eram células humanas, eram na verdade, células de ratos, ou vice-versa, ou outra  coisa totalmente diferente.

Se por acaso és de opinião de que isto é suficiente mau, então estás certo visto que todas as porções da pesquisa afectada pode estar erróneo, e pode ser totalmente não confiável.

“A maior parte dos cientistas não publica propositadamente dados das células erradas”, explica Serge Horbach, um dos pesquisadores (Radboud University na Holanda).  “Foi um erro sem más intenções. O problema mais urgente é que os dados da pesquisa  estão potencialmente invalidados e impossíveis de duplicar”.

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A ciência não é e nunca deveria ser a régua de medir no que toca à verdade. Ela só pode ser avaliada pelos seus resultados no mundo real; isto significa que a ciência que não avançou até algo parecido com a engenharia não pode ser em situação alguma vista como “estabelecida”.

Este fracasso da “infalível” revisão por pares (mais um) é o tipo de coisa que faz com que seja hilariante ver um anti-Cristão ou anti-criacionista afirmar que, visto que o criacionismo científico não “publica em revistas revistas por pares”, ele nunca pode ser visto como uma ciência. Literalmente, isto pode ser visto como alguém dizer “uma vez que o criacionismo não é aceite por um grupo de cientistas ideologicamente motivado, e visto que ele não foi revisto por um processo repleto de fraudes, então o criacionismo não é ciência”.

A realidade dos factos é que a ciência é uma área do conhecimento hunano infestada com os mesmos problemas que todas as outras áreas da experiência humana. O que se passa é que durante os últimos 200/300 anos, as mesmas pessoas que durante séculos eram inimigas do Cristianismo, infiltraram-se no mundo científico e rapidamente definiram-no de modo a que o pudessem usar contra o Cristianismo.

Mas, tal como em todas as outras áreas da vida, sempre que Deus é “expulso” dum lugar ou duma instituição, o vazio por Ele deixado é preenchido pelo erro, pela ignorância e pela superstição. Foi exactamente isso que aconteceu com a ciência: hoje em dia temos pessoas inteligentes que pensam que é possível um réptil evoluir para um pássaro, que é possível a vida por si só gerar sistemas que funcionam com base em informação em código, e pessoas que realmente pensam que atribuir um efeito a uma causa adequada “não é científico”.

Como se isto não fosse suficientemente óbvio, há que notar na fraude dos militantes anti-Cristãos: quando eles usam a “ciência auto-correctora” como arma contra o Cristianismo, eles estão a usar uma ciência idealizada, e não a ciência que realmente existe no mundo. Basicamente, eles usam uma ciência “perfeita” para lutar contra as acções de humanos falíveis. A sua forma de pensar é muito parecida com a forma de agir dos comunistas que defendem o Comunismo com base nos seus (alegados) objectivos e não com base nos efeitos reais.

Conclusão:

A ciência não é perfeita, a revisão por pares não é infalível e o facto do criacionismo não publicar artigos nas maiores revistas científicas do mundo não significa que o criacionismo não esteja de acordo com os dados. Lembrem-se: as mesmas pessoas que lutam contra o criacionismo são as mesmas pessoas que misturam células humanas com células de ratos, colocando em causa 30,000 artigos “científicos” e décadas de pesquisa médica.

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A erupção vulcânica que causa pesadelos aos evolucionistas

Por Steven A. Austin, Ph.D.

A erupção do Monte de Santa Helena no dia 18 de Maio de 1980, Washington State, certamente que é lembrado como um dos eventos geológicos mais importantes nos Estados Unidos durante o século 20. A explosão que ocorreu no dia 18 de Maio foi iniciada por um tremor de terra e um derramamento de terra que envolveu 2,4 quilómetros cúbicos de rocha.

À medida que o cume e o declive voltado para o Norte deslizavam sobre o vulcão durante essa manhã, foi libertada pressão do interior do vulcão, onde água super quente imediatamente jorrou para fora em forma de vapor. A explosão do vapor libertou energia equivalente a 20 milhões de toneladas de TNT, que derrubou cerca de 388 quilómetros quadrados de floresta em cerca de 6 minutos.

No “Spirit Lake”, a norte do vulcão, uma enorme onda de água, iniciada por um oitavo de milha cúbica de resto de deslizamento de rochas, arrancou as árvores, algumas estando a 260 metros acima do nível da água antes da erupção.

A energia total produzida no dia 18 de Maio foi o equivalente a 400 milhões de TNT – aproximadamente 20,000 bombas com o tamanho da bomba de Hiroshima.

Também no dia 18 de Maio, e também durante erupções posteriores, limites energéticos críticos foram excedidos por parte de processos geológicos potentes que foram capazes de levar a cabo mudanças significativas num curto espaço de tempo. Estes processos geológicos colocam em causa o uniformitarianismo tradicional em torno da forma como a Terra funciona, e serve como um laboratório em miniatura para o catastrofismo.

Cientistas afiliados ao Institute for Creation Research passaram três Verões a investigar as mudanças geológicas que ocorreram no vulcão. Eis aqui dois pontos importantes por eles salientados:

1. Estratificação formada rapidamente

Mais de 120 metros de estrato espesso foi formado no Monte de Santa Helena desde 1980. Inicialmente, estes depósitos acumularam-se através de jactos aéreos, deslizamento de terra, ondas sobre o lago, fluxo piroclástico, fluxo de lama, queda de detritos, e correntes de água.

Provavelmente a acumulação mais surpreendente são os depósitos de fluxo piroclástico amontoados a partir de turbulentas lamas de detritos vulcânicos fluidizados, que se moveram rapidamente a partir dos flancos do vulcão à medida que a camada de detritos sobre o vulcão entrou em colapso.

Entre esses depósitos encontravam-se cinzas de pedra-pomes e camadas cujas espessuras iam de milímetros para mais de 1 metro, cada uma representando entre alguns segundos até vários minutos de acumulações. Um depósito que se acumulou em menos de um dia, no dia 1 de Junho de 1980, tem a espessura de 7,62 metros e contém muitas camadas finas.

Está convencionado assumir-se que as camadas e os leitos [rochosos] representam variações sazonais mais alongadas (ou alterações anuais) à medida que as camadas se vão lentamente acumulando.

No entanto, o Monte de Santa Helena ensina-nos que as camadas estratificadas que normalmente caracterizam as formações geológicas podem-se formar rapidamente através de processos de fluxo rápidos e poderosos (semelhantes aos que ocorreram durante o Dilúvio de Noé).

Tais estruturas têm-se formado rapidamente em ambiente sub-aquático em tanques de sedimentação instalados em laboratório, e como tal, não nos pode surpreender quando o mesmo ocorre em catástrofes naturais.

2. Rápida Erosão

A erosão que ocorreu durante as erupções vulcânicas no Monte de Santa Helena foi levada pela correnteza resultante de explosões de vapor, deslizamento de terra [“landslide”], ondas de água, fluxos de cinza de pumício quente (fluxos piroclásticos), e deslocação de lama.

Desde que as erupções ocorreram que os processos de erosão têm sido dominados por inundações estratificadas, e por fluxo aquático canalizado (e também, ocasionalmente, por lama em movimento).

Cerca de 5,95 metros quadrados de North Fork, em “Toutle River Valley”, foram obstruídos por dois terços duma milha cúbica e por detrito piroclástico (que tem estado em rápida erosão desde 1980).

Jactos de vapor provenientes da água e do gelo enterrados sob vapor de pumício quente causaram  poços explosivos associados a processos de perda de massa nas margens dos poços, produzindo montes e barrancos com profundidades que vão para além dos 38 metros.

Documentação fotográfica reunida por cientistas associados ao Institute for Creation Research demonstra que ranchos e barrancos bem visíveis formaram-se junto às margens dos explosivos poços de vapor antes do dia 23 de Maio – menos de 5 dias depois do pumício ter sido depositado. Os ranchos e barrancos assemelham-se a ermos topográficos, que, segundo os geólogos, demoram “muitas centenas” ou mesmo “milhares de anos” a serem formados.

O deslizamento de lama proveniente do Monte de Santa Helena foi responsável pela maior parte da erosão. Um deles, que ocorreu no dia 19 de Março de 1982, causou a erosão dum sistema de desfiladeiro nas nascentes de North Fork do “Toutle River Valley” com profundidade que vai para além dos 42,6 metros, criando um novo padrão dentrítico de drenagem.

À medida que os cientistas do ICR investigavam este novo terreno, eles começaram a contemplar os processos que podem ter formado o “Grand Canyon” no Colorado River.

Os pequenos riachos que actualmente fluem através das nascentes do “Toutle River” podem parecer ter esculpido estes desfiladeiros de modo gradual e lento, e durante “um longo período de tempo” apenas e só se ignorarmos o facto dessas erosões terem sido observadas a ocorrer nos dias de hoje.

Os geólogos têm que aprender que, uma vez que a escala dos mitológicos “milhões de anos” (que eles foram treinados a atribuir ao desenvolvimento dos traços naturais da superfície terrestre) os iria levar a dar datas erradas a certas estruturas causadas pela erupção que ocorreu no Monte de Santa Helena, essa interpretação geológica pode muito bem ser totalmente inútil ou enganadora quando usada para atribuir “idades” a outras estruturas geológicas.

CONCLUSÃO

O Monte de Santa Helena disponibiliza-nos uma oportunidade rara para estudar os transientes processos geológicos que, no espaço de alguns meses, geraram mudanças que, se não tivessem sido empiricamente observadas, poderiam levar os geólogos a assumir erradamente que estas mudanças ocorreram durante “milhões de anos”.

Devido a isto, o vulcão coloca em causa a interpretação baseada nos “milhões de anos” relativa à funcionalidade dos processos geológicos terrestres, bem como a forma como eles variam, e também coloca em causa a escala temporal que é comum associar às formações e às estruturas geológicas. Estes processos, bem como os seus efeitos, servem de laboratório em miniatura para o catastrofismo.

Mas mais importante e acima da verdade científica está o facto das observações empíricas estarem de acordo com a Palavra de Deus e também com o relato do Dilúvio de Noé.

Deus diz-nos na Sua Palavra – a Bíblia Sagrada – que há cerca de 6,000/7,000 anos a Terra foi criada num evento instantâneo e imediato (Salmos 33:6,9), mas que há cerca de 4,500 um Dilúvio global alterou por completo a estrutura da Terra.

Se isto é verdade, então seriam de esperar evidências que confirmassem o Relato da Bíblia. E é exactamente isso que acontece:

Na imagem de cima e na imagem que se segue temos fósseis peixes que fossilizaram enquanto se alimentavam. Isto implica que um evento catastrófico apanhou-os de surpresa, deixando-os sem tempo para finalizar a sua alimentação.

As evidências confirmam a Bíblia, desde logo, não há motivos para a colocar em causa. Mais ainda, se o que Deus diz sobre o nosso passado está correcto, então o mesmo se pode dizer sobre o futuro.

Isto implica que vai haver um Julgamento Final, que há um céu para quem tem sobre si a justiça de Deus (que é livremente dada por Ele mediante Fé no Seu Filho Jesus Cristo)  e  que há um inferno para quem rejeita a revelação que Deus deixou à sua disposição.

Toma a tua decisão hoje e deixa que o Senhor Jesus escreva o teu nome do Livro da Vida. A Palavra diz:

Chegará a hora em que os endurecidos de coração deixarão de ter tempo para tomar a decisão de aceitar o Jesus Cristo como Senhor e Salvador.

Modificado a partir o original:  http://bit.ly/2suRlsI

 

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Como entrar em contacto com o editor do blogue

Como já tive a hipótese de dizer num passado recente,  deixei de usar o Facebook. Como tal, o meu novo “Facebook” é o Minds.

Entretanto, a conta do Twitter continua activa.

Mediante a disponibilidade de tempo, num futuro próximo irei criar uma conta do YouTube e VidMe para publicar vídeos sobre temas pertinentes à temática do blogue.

Temos também o Medium:

O contacto de email é: miguelmats@tutanota.com

Obrigado.

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3 questões que os evolucionistas têm que saber responder

Há mitos evolutivos que se tornaram tão enraizados na cultura ocidental (pelo menos entre a “elite pensadora”) que muito de nós nem pára para pensar na mecânica de certas alegações. Uma coisa é dizer que um dinossauro “evoluiu” para um colibri, mas outra é mostrar como é que isso pode acontecer gradualmente e de forma a que o animal sobreviva.

Outra “transformação” que desafia tudo o que se sabe de Biologia é a mitológica evolução dos mamíferos marinhos. Reza a lenda que os mamíferos que se encontram nos mares são “parentes distantes” dos mamíferos que estão em terra, separados apenas pelos mitológicos “milhões de anos” e por algumas mutações:

Conhecemos muito pouco sobre os fósseis de antigas espécies de Golfinhos, e o que se conhece é extremamente incerto. Supõe-se que há cerca de 50 milhões de anos atrás, uma espécie de gato pré-histérico (Mesonychidea), começou a passar mais tempo na água à procura de alimento, e que eventualmente se transformou para melhor se adaptar a esse novo meio ambiente. O regresso à água, trouxe benefícios significantes para os carnívoros terrestres. Os animais marinhos eram uma nova fonte de alimento inexplorada.

As evidências em favor deste mito fazem-se notar pela total ausência, mas deixando isso de parte, há algumas coisas que seria interessante saber:

1) Os mamíferos terrestres são respiradores involuntários, enquanto que os golfinhos não.

Embora possamos, obviamente, conscientemente suspender a respiração, para nós, mamíferos terrestres, respirar é um reflexo que está em larga parte fora do nosso controle cônscio. (Por isso é que ao dormirmos, nós continuamos a respirar). No entanto, os golfinhos e a baleias não são respiradores involuntários. Eles têm que estar conscientes para respirar:

Os golfinhos são conhecidos como respiradores conscientes (ou cônscios), o que significa que eles nunca chegam a adormecer totalmente visto que se o fizerem, eles podem afogar. Devido a isto, quando eles descansam, parte do seu cérebro mantém-se alerta de forma a permitir que eles obtenham facilmente o oxigénio que precisam.

Quando foi que a metamorfose de respirador involuntário para respirador consciente ocorreu e há alguma evidência fóssil disso alguma ver ter ocorrido?

2) Os golfinhos têm as suas narinas no topo da sua cabeça:

Na maior parte dos mamíferos, a abertura nasal encontra-se localizada perto do topo do focinho. Nos golfinhos modernos, por outro lado, ela encontra-se localizada no topo da cabeça, acima dos olhos.

Como foi que este traço físico evoluiu gradualmente e de forma que permitisse que o animal continuasse a respirar e a sobreviver e existe algum fóssil que revela um animal “a meio caminho” no que toca a relocalização das narinas para a parte superior da cabeça?

3) Os mamíferos terrestres normalmente dão à luz  em terra enquanto que os mamíferos 100% aquáticos dão à luz debaixo de água (obviamente).

Os mamíferos terrestres, especialmente os maiores, normalmente nascem incapazes de se locomover (pelo menos durante alguns minutos):

Por outro lado, os mamíferos marinhos nascem a saber nadar:

Em que fase da “evolução” é que os recém-nascidos dos mamíferos marinhos começaram a nascer a saber nadar, habilidade sem a qual morreriam à nascença?

Mats no “Minds”

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Quanto tempo é necessário para formar um “canyon”?

Há já muito tempo que os criacionistas têm um interesse profundo pelo magnífico Grand Canyon. Somos de opinião que esta espantosa maravilha do mundo natural é um testemunho eloquente do Dilúvio que ocorreu nos dias de Noé.

Os visitantes que passam pelo Grand Canyon, bem como estudantes de ciências naturais que se encontram no 8º ano, têm sido tradicionalmente ensinadas que o Rio Colorado, migrando para trás e para frente há “65 milhões de anos” e associado à erosão lateral do desfiladeiro, “esculpiu” esta imensa estrutura.

Em anos mais recente os cientistas refutaram esta ideia, inclinando-se agora para a ideia de água em movimento a atravessar essa área em alta velocidade há não muito tempo atrás, e a formar o desfiladeiro. (Infelizmente, os estudantes escolares ainda são “ensinados” segundo o desactualizado e refutado modelo que depende dos “milhões de anos.)

Deixem que vos apresente agora o Burlingame Canyon perto de Walla Walla, Washington. Ele tem cerca de 457 metros de comprimento, mais de 36,5 metros de profundidade, e 36,5 metros de largura. Sendo ele uma pequena amostra do Grand Canyon, o mesmo foi observado a formar-se em menos de 6 dias.

No ano de 1904 o “Gardena Farming District” construiu uma série de canais de irrigação de modo a disponibilizar água a esta zona desértica elevada tradicionalmente árida. Em Março de 1926 os ventos reuniram “tumbleweeds” numa constrição de concreto ao longo de um dos canais situados numa zona plana elevada, impedindo a circulação de água que, a 2,26 metros cúbicos por segundo, era anormalmente elevada devido às chuvas primaveris.

Como forma de limpar a obstrução, os engenheiros desviaram o fluxo para uma vala de diversão que acabava no “Pine Creek” mais próximo. Antes deste evento, a vala era relativamente pequena e em ponto alguma tinha mais de 3 metros de profundidade e mais de 1,8 metros de largura (e quase nem tinha água).

O fluxo anormalmente elevado abarrotou a vala, e avançou por todo o comprimento até que se abateu em cascata a partir da zona planada elevada, gerando uma cascata impressionante.

De repente, e sob esta pressão terrível e afectado pela velocidade, o estrato subjacente desmoronou-se e uma erosão séria teve início. O que dantes era uma vala insignificante, passou a ser uma ravina, e de ravina passou a ser um Grand Canyon em miniatura.

A camada que foi alvo de erosão era composta de areia relativamente macia e barro saturado pelas chuvas recentes. A desidratação dos sedimentos saturados para o que era agora uma vala aberta salientou a erosão.

A água em movimento rápido conseguiu desalojar os sedimentos saturados e transportá-los rio abaixo, deixando para trás sedimentos subjacentes vulneráveis à erosão.

No seu todo, estes seis dias de erosão desenfreada removeram quase 141,584 metros cúbicos de lodo, areia e rocha.

Conclusão:

Sim, os “canyons” podem-se forma rapidamente. Uma boa máxima é que, “ou é preciso pouca água e muito tempo, ou muita água e pouco tempo.” Mas, como se pode ver, nós nunca observamos um “canyon” a forma-ser lentamente com pouca água.

Quando são feitas observações científicas (e não interpretações naturalistas de eventos nunca observados e impossíveis de duplicar) aquilo que se pode testemunhar é muita água e pouco tempo – exactamente o que seria de esperar se a Bíblia estivesse certa em relação ao Dilúvio de Noé e seus efeitos.

Mais uma vez fica o que já temos falado no passado: confiem na Palavra de Deus. Confiem no que Deus diz sobre o nosso passado porque tudo aquilo que podemos observar se ajusta na perfeição.

Nós temos evidências empíricas de que a interpretação evolutiva das camadas rochosas está errada, então para quê colocar em causa a linha temporal Bíblica em favor duma interpretação baseada no Naturalismo?

Se o que Deus diz sobre o nosso passado está correcto, então não temos motivos para duvidar sobre o que Ele diz sobre o futuro, especialmente sobre o futuro de quem rejeita a Palavra de Deus.

Não façam parte do grupo de pessoas que voluntariamente resolveu acreditar no que estava errado (sabendo que está errado) só porque não concordam com o que Deus ordena para as suas vidas (para o seu próprio bem).

Modificado a partir do original: http://bit.ly/2qTtTZg

 

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Celacanto e a fossilização duma “teoria”

Durante várias décadas os evolucionistas propagaram o mito de que um grupo de peixes conhecidos como “celacantos” eram “ancestrais próximos dos primeiros vertebrados que andaram na Terra” (Perkins, 2001, 159[18]:282). Segundo a religião dos mitológicos “milhões de anos”, os celacantos alegadamente evoluíram há cerca de “380 milhões de anos” e extinguiram-se há cerca de 70 “milhões de anos” atrás (Raven and Johnson, 1989, p. 857).

No entanto, os evolucionistas esqueceram-se de coordenar esta “história” com os celacantos visto que em Dezembro de 1938, a comunidade científica foi apanhada de “surpresa” quando um celacanto foi pescado na costa da África do Sul (Diver Finds…, 2006). Devido à sua errónea interpretação do registo fóssil, os evolucionistas proclamaram aos quatro ventos que um animal vivo era um “elo perdido” e “pré-histórico”.

Por volta de 2006 uma equipa de cientistas Franceses encontrou uma crustáceo com a aparência dum camarão (Neoglyphea neocaledonica) no Mar do Coral. Os evolucionistas acreditavam que esta forma de vida encontrava-se extinta há “60 milhões de anos” (Living Fossil…, 2006).

A sua descoberta nos tempos actuais, bem como a descoberta do celacanto, é comparável à descoberta dum dinossauro vivo, que, segundo a imaginação evolucionista, se encontra “extinto” há “65 milhões de anos” (apesar de haver inúmeros registos históricos a demonstrar que eles sempre viveram lado a lado com os seres humanos).

O mais recente “fóssil vivo” capturado pelas câmaras é o “pré-histórico” tubarão-cobra (Rare Prehistoric…, 2007). Ocasionalmente capturado pelas redes de pesca, esta criatura (com o nome de Chlamydoselachus anguineus) pode supostamente ser rastreada no registo fóssil até “95 milhões de anos” atrás (Schmiedekampf, 2007), daí o nome tubarão “pré-histórico”.

O problema para a interpretação evolucionista do registo fóssil é que este animal nada tem de “pré-histórico”; embora tenha a aparência duma criatura terrível saída duma pintura propagandista evolucionista a retratar “tempos pré-históricos”, este animal é tão contemporâneo como iPods.

Mais uma vez, um “monstro” que os evolucionistas não esperavam ver em tempos modernos é encontrado em tempos modernos. E, como sempre, nenhum evolucionista irá colocar em causa as pressuposições que levaram os cientistas a errar de forma tão flagrante. Seria interessante saber que animal teria que ser encontrado vivo para que os evolucionistas colocassem de lado a sua amada – mas claramente errada – interpretação das camadas geológicas.

A Palavra de Deus diz, “Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou” (Êxodo 20:11). Verdadeiramente, os tubarões-cobra, os camarões, e os celacantos são apenas um dia mais velhos que o ser humano (Génesis 1:20-28).

Por estas e por outras é que o Cristão não deve em situação alguma colocar em causa a linha temporal Bíblica em favor duma interpretação que dá erros constantes e flagrantes. A interpretação geológica evolucionista dá erros constantes não devido à falta de evidências que mostram que ela está errada, mas sim devido à fé que a maioria dos biólogos resolveu abraçar: a fé nos mitológicos “milhões de anos”.

Fonte: http://bit.ly/2sfpu1K

Referências:

– Butt, Kyle (2006), What is a Living Fossil? Reason & Revelation, 5[7]:28-R, July,

Diver Finds Living Fossil (2006), Science Now, California Academy of Sciences

Living Fossil Found in Coral Sea (2006), The Associated Press, May 19

– Perkins, Sid (2001), The Latest Pisces of an Evolutionary Puzzle, Science News Online, 159[18]:282

Rare Prehistoric Shark Photographed Alive (2007), National Geographic News

– Raven, Peter H. and George B. Johnson (1989), Biology (St. Louis, MO: Times Mirror/Mosby College Publishing), second edition.

– Schmiedekampf, Katrin (2007), Japanese Marine Biologists Discover a Pre-Historic Shark, Spiegel Online, January 29

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Criacionismo Científico: O Obstáculo da Educação

A apresentação de teorias contrárias à da evolução é essencial para a formação do pensamento crítico no meio académico.

Por Gabriel Stive

Não faz muito tempo que terminei meus estudos básicos. Passei pelo ensino fundamental, passei pelo ensino médio e nunca me foi apresentado o conceito de evolução como teoria, mas sim como um fato. Por mais que eu tenha crescido em uma família cristã, por um período, a teoria da evolução me mostrou uma segunda opção de crença, que modificou todo o meu raciocínio lógico sobre a vida.

Eu posso dizer que estudei em duas qualidades educacionais distintas. Estudei meu ensino fundamental em uma escola particular e o ensino médio em uma escola estadual do Rio de Janeiro, cidade onde moro, e sempre me apresentaram a evolução como um fato irrevogável.

Passei anos da minha vida mergulhando nos livros de Biologia, área onde pretendo me formar, e sempre me apresentaram o conceito de evolução como fato, nos apresentando as antigas ideologias acerca da evolução objetivando a mesma como uma realidade inquestionável. Em provas e trabalhos, éramos condicionados a aceitar aquela doutrinação, isso até eu conhecer o criacionismo científico.

Estive observando que há entre o meio acadêmico grande oposição quanto ao ensino do criacionismo científico nas escolas. Dentre suas justificativas está a declaração de que o criacionismo em sí é um religião disfarçada de ciência. Antes de adentrar-mos no assunto, precisamos esclarecer algumas vertentes do criacionismo:

Existe grandes diferenças entre as vertentes criacionistas, e dentre elas encontramos:

  • Criacionismo Religioso: Não depende de argumentos científicos.
  • Criacionismo Científico: Não se baseia em pressupostos religiosos.
  • Criacionismo Bíblico: Se baseia em argumentos científicos em correlação com a Bíblia.

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Muitos não sabem, mas quem criou as escolas públicas foi Napoleão. Napoleão criou no intuito de “adestrar” e doutrinar os indivíduos a serem cidadãos úteis, moldados em ideologias que introduziam um controle político e social sobre os cidadãos.

As escolas, se por assim dizer, eram um curso preparatório para sobrevivência nas fábricas, onde, até o sinal de encerramento das aulas, usado até os dias actuais, são os mesmos usados nas antigas fábricas da França. Da mesma forma, as escolas actuais são formatadoras de pensamentos, onde suas lições e matérias estão pré-programadas em um currículo, onde os alunos são obrigados a entender ou receber um número, denominado zero, como sinal de fracasso.

Porque não se pode ensinar o criacionismo científico nas escolas?

A desculpa de que o criacionismo científico seria uma religião disfarçada de ciência não passa de ignorância. O criacionismo científico não prova, nem pretende provar a existência de um Deus, muito menos correlacionar com texto sagrados, coisa que o criacionismo Bíblico faz. O criacionismo científico é uma ciência que busca evidencias, o que não deixa de ser uma teoria, assim como a evolução.

O que não entendo seria a hipocrisia do meio acadêmico em dizer que forma cidadãos com senso crítico, porém não existe o “outro lado da moeda” que poderia ser chamado de oposição, em relação a teoria da evolução. Aonde estaria os cidadãos que chegam em suas próprias conclusões?

Não se pode pensar se estamos formatados em uma única doutrina científica, se apenas lhes é apresentado uma peça de um gigante quebra-cabeça. Evidentemente há uma grande e reconhecida importância em se ensinar o evolucionismo nas escolas, como há em ensinar o criacionismo científico.

Recentemente eu pude estar acompanhando o 1° Congresso Brasileiro de Design Inteligente via internet, onde esteve presente 370 congressistas debatendo sobre a Ciência das Origens. No mesmo evento, houve a declaração de um manifesto público sobre o ensino da Teoria do Design Inteligente (TDI) nas escolas e universidades públicas e privadas. Leia um pequeno parágrafo:

“Entendemos, porém, que os alunos têm o direito constitucional de ser informados que há uma disputa já instalada na academia entre a teoria da evolução (TE) e a TDI quanto à melhor inferência científica sobre nossas origens. Inclusive há outras correntes acadêmicas, além da TDI, que hoje questionam a validade da TE oferecendo uma terceira via.” Sociedade brasileira do Design Inteligente

Esse congresso foi e é um grande avanço em relação a apresentação de novas teorias e pensamentos para educação do país, porém, apenas com uma nova compreensão da importância da apresentação de novas teorias para que haja um pensamento crítico no meio académico, será possível implementar esses conceitos científicos.

~ http://bit.ly/2rJ2WCY

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Complexidade Genética falsifica teoria da evolução

Seria interessante saber quantas vezes é que a teoria da evolução tem que ser falsificada até que os evolucionistas a coloquem de lado:

Antes da advento da tecnologia de sequenciamento de ADN do século 21 (rápida, exacta e económica) , os biólogos avançaram com a hipótese de que os genes iriam disponibilizar mais evidências para um incremento de complexidade durante o processo evolutivo.

Dito de forma simples, e segundo a mitologia evolutiva, os organismos mais antigos deveriam ter menos genes que organismos mais complexos. Mas a ciência refutou essa expectativa:

Em vez disso, a sua crença na complexidade incremental começou a desmoronar-se. A primeira dificuldade foi em encontrar uma definição simples da forma como a complexidade se manifestava. Afinal de contas, as amebas tinham genomas enormes.

As análises ao ADN estão a reescrever as árvores evolutrivas, sugerindo que a seta progressiva que os cientistas haviam imaginado entre a simplicidade e a complexidade tem, na realidade, a aparência das setas que fazem parte dos cata-ventos.

O que se pode resumir da teoria da evolução é o seguinte:

  1. Os evolucionistas previram que o genoma aumentava de tamanho com o passar dos mitológicos “milhões de anos”, mas essa previsão estava errada.
  2. Os evolucionistas previram então que o número de genes ia aumentando com o passar do tempo, mas isso também estava errado.
  3. Os evolucionistas previram que as partes corporais mais complexas iriam-se desenvolver depois das partes mais simples, mas, sem surpresa alguma, isso estava errado.
  4. Descobrimos agora que o mais antigo ancestral dos animais (alegadamente), as geléias-pente, já tinham cérebros, sistemas nervosos, e músculos, e que mais tarde, as esponjas-marinhas perderam tais genes. A complexidade fazia-se presente desde o princípio, o que está de acordo com o criacionismo e em total desacordo com o evolucionismo gradualista.
  5. Os evolucionistas também descobriram, através de experiências, que a maior parte das mutações causam a perda de informação genética, exactamente o contrário do que seria de esperar se a teoria da evolução estivesse certa. Este último ponto é particularmente importante visto que isto causa a que o gradualismo evolutivo se mostre estatisticamente improvável, a roçar a impossibilidade.

Quantas teorias científicas podem produzir tantas previsões que são totalmente falsas, tantas hipóteses falsificadas, e mesmo assim ser considerada dogma ortodoxo que ninguém pode questionar sem ser considerado um doente ou uma pessoa sem qualquer tipo de formação?

Não há forma de saber isto, mas da forma como as coisas estão, temos mais evidências para os extra-terrestres a levar a cabo “experiências médicas” em seres humanos pela calada noite do que evidências em favor da Abiogénese ou da síntese neo-Darwiniana.

Tal como já foi dito no passado, os evolucio-animistas e os crentes nos mitológicos “milhões de anos” são livres para ter a sua fé, mas eles não são livres de a qualificar de “ciência”.

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A falácia do “fenómeno natural”

1. Assumir, sem qualquer inferência com bases científicas, que um dado evento tem que ter forçosamente uma causa/origem “natural”.

2. Assumir por defeito a posição naturalista como a “mais provável” sem ter, no entanto, qualquer tipo de evidência em favor desta posição.

3. Alegar que algo deve ter “causas naturais” ou “origens naturais” só porque parece e age de maneira natural, sem no entanto exigir informação adicional tal como “que processo natural pode gerar/causar este evento?” (Assumir que um dado evento é um “fenómeno natural” sem no entanto explicar de forma natural como é que esse dado fenómeno veio a surgir/ocorrer.)

4. Qualquer hipótese ou teoria que conclui que algo tem causas naturais tendo como base nada mais que pressuposições naturalistas.

5. Assumir as “explicações naturais” como as “mais prováveis” apenas e só porque no passado algumas explicações “não-naturais” erraram. Usando esta “lógica”, nós podemos assumir uma explicação não-naturalista para a origem da vida apenas e só porque as variadas explicações “naturais” falharam (e vão continuar a falhar).

Todas as hipóteses científicas relativas à origem da vida que avançam com a ideia de que a vida é o resultado de “processos naturais” baseiam-se em nada mais que num profundo compromisso com o Naturalismo visto não haver qualquer tipo de dado ou evidência científica que apoie esta posição.

Ao contrário da conclusão oficial da comunidade científica, que é baseada em pressuposições naturalistas e não no método científico, uma hipótese realmente científica tem que ter algum tipo de dado em seu favor, e não ser na sua essência uma especulação sem bases reais.

Por outro lado, uma inferência genuinamente científica, com base nas observações e nos dados à nossa disposição, leva-nos a concluir que a vida é o efeito de Design Inteligente. Deve ser por isso que os evolucionistas ateus tentam desesperadamente separar a teoria da evolução da origem da vida; se o Naturalismo falha logo à partida (ao não ser capaz de explicar a origem de uma única célula), então é mais do que provável que o Naturalismo também falhe em explicar a diversidade biológica.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/2r1TrTZ

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A quem pertence o ónus da prova: aos ateus ou aos teístas?

Por Mark Harrison

Tanto ateus como teístas estão a avançar com uma hipótese, e como tal, ambos têm o ónus de demonstrar que a sua hipótese está correcta. O ónus da prova é a obrigação das partes em discussão de disponibilizar motivos suficientes em favor da sua posição (…). O ónus da prova só existe quando qualquer uma das partes quer convencer a outra – isto é, quando as duas posições entram em disputa.

Algumas pessoas alegaram que “ausência de Deus” é uma hipótese nula, e que, portanto, não exige qualquer tipo de prova. Eu diria, no entanto, que, dado o número de pessoas que acreditam que Deus existe, independentemente da “equipa” que defendam, claramente existe uma disputa e como tal, não só quem quer convencer o outro tem o ónus da prova, mas também o argumento “a minha posição não requer qualquer tipo de prova” é falso.

Isto parece ser aceite pela maioria dos teístas e rejeitado pela maioria dos ateus. A maior parte dos teístas, e por motivos inerentes ao seu sistema de crenças (pelo menos no islão e no Cristianismo), quer evangelizar o que, consequentemente, lhes coloca na posição de ter o ónus da prova. A maior parte dos ateus, e como consequência dos seus sistemas de crença, não sente essa obrigação, e como tal, como eles não estão a tentar convencer ninguém de nada, eles não têm o ónus da prova.

No entanto, existe uma minoria de ateus que, e por falta de um termo mais apropriado vou-lhes chamar de “ateus evangélicos”, adoptou a posição de que as outras pessoas deveriam ser convencidas de que Deus não existe. Ao adoptarem esta posição, eles criam para si mesmos o ónus da prova. Portanto, o argumento de que os teístas têm o ónus da prova é bastante sólido. A questão prende-se, portanto, se os “ateus evangélicos” têm ou não o ónus da prova.

Mencionei em cima que alguns alegam que, visto que a hipótese “ausência de Deus” é uma hipótese nula, ela não tem ónus da prova. Para examinarmos isto com uma analogia, tomemos como exemplo um Europeu do século 16 a perguntar: “Será que cisnes pretos existem?” Por milhares de anos, o peso das evidências parecia estar do lado da afirmação de que todos os cisnes eram brancos.

Devido a isto, a afirmação “cisnes pretos não existem” parecia ser uma proposição fundamentada nas evidências à nossa disposição. Por essa altura parecia que o ónus da prova estava do lado daqueles que alegavam que a frase “Cisnes pretos não existem” era falsa visto que a não-existência de cisnes pretos era “óbvia” pela ausência de evidências em favor da sua existência.

No entanto, em 1697, o “cygnus atratus” – uma espécie de cisne preto que só existe na Austrália – foi pela primeira vez visto por um Europeu.

Consequentemente, desde a Era do Iluminismo que a ciência se movimentou gradualmente em favor da conclusão de que qualquer declaração que se queira que os outros concordem tem o ónus da prova sobre si. Há, portanto, uma diferença entre “X não existe” e “não temos evidências convincentes de X”.

Existem muitos ateus que simplesmente dizem “não temos evidências de que Deus existe”. Considero esta uma posição perfeitamente razoável [sic], e não creio que quem a defenda tenha o ónus da prova. No entanto, os “ateus evangélicos” [aqueles que querem convencer os outros de que Deus não existe] têm sobre si o ónus da prova.

Fonte: http://bit.ly/2qQ0XBa

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A nova definição de “ateísmo” como uma mera “ausência de crença” é precisamente uma vá tentativa de evitar ter que oferecer algum tipo de argumento em favor da irracionalidade que é o ateísmo.

Mas o “curioso” é que as pessoas que dizem nada mais ter que uma “ausência de crença” são essencialmente as mesmas que afirmam dogmaticamente que “Deus não existe”. Quem já participou em grupos de discussão com ateus sabe como eles dançam entre estes dois pensamentos, esperando que nenhum Cristão os chame a atenção.

Basicamente eles refugiam-se de qualquer escrutínio afirmando nada mais ter que uma “ausência de crença” ao mesmo tempo que forçam os Cristãos a ter que disponibilizar evidências para algo que eles estão determinados a não aceitar.

Eles, tal como os evolucionistas na questão criação-vs-evolução, evitam o confronto quando sentem que podem perder, mas querem avançar com o mesmo quanto têm a fé de que podem vencer.

Mas a parte boa de se ser Cristão, para além da paz actual e a certeza da salvação, é que todos os argumentos que os “ateus evangélicos” levantam contra a Verdade Bíblica são auto-refutantes visto que a capacidade humana de pensar em termos abstractos, filosóficos e morais claramente refuta a noção de que o homem nada mais é que um amontoada de células totalmente controlado pelas “forças naturais”.

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Proteína bastante antiga.

Por Sean D. Pitman M.D.

Apesar das evidências reproduzíveis de que o ADN, bem como muitas proteínas, são relativamente instáveis e que decaem rapidamente, os achados positivamente reportados de tal material existente nos fósseis supostamente com milhões de anos, parece intrigante. Por exemplo,  em 1992, o Dr. Muyzer, et al., usou uma reacção de cadeia de polimerase (PCR) para amplificar a proteína que eles suspeitavam ser osteocalcina de dois dinossauros do período Cretáceo identificados como “Lambeosaurus F38” (que eles acreditavam ter 75,5 “milhões anos”), “Pachyrhinosaurus F39” (supostamente com 73,25 “milhões de anos”), e uma terceira amostra de dinossauro (…).

Foram usados dois métodos distintos para se determinar se a proteína realmente era de osteocalcina ou não. O primeiro método usado foi uma reacção imunológica. Eis a forma como funciona:

  1. Quando algumas moléculas de uma substância estranha são injectadas num animal, o sistema imunológico do animal irá, obviamente, produzir anticorpos para a combater.
  2. O tipo de anticorpos que ele produz depende do tipo de material estranho que é introduzido.
  3. Para além disso, o sistema imunitário do animal irá produzir uma quantidade imensa de anticorpos em resposta a apenas algumas moléculas, e como tal, os anticorpos são muito mais facilmente detectáveis que o material  estranho em si.

Os pesquisadores extraíram osteocalcina dos ossos dum jacaré e injectaram-no num coelho para apurarem que tipo de anticorpos este iria produzir para lutar contra a osteocalcina. Depois disso, pegaram em ossos de dinossauro em pó e injectaram-no no coelho, e este produziu o mesmo tipo de anticorpos – indicando indirectamente que havia osteocalcina nos ossos de dinossauro em pó.

O segundo método usou uma medição directa dos rácios Gla/Glu “detectados através da cromatografia de alta performance.” (7) A sua conclusão foi de que ambos os métodos apuraram que a osteocalcina ainda se encontrava presente nos três tipos de ossos de dinossauro analisados. Este estudo foi publicado em Outubro de 1992.

Uma busca pela literatura apurou que os artigos relativos ao material orgânico presente nos ossos de dinossauro foram publicados entre Abril de 1990 a Novembro de 1994 (Segundo pude apurar, nada foi publicado na Nature ou na revista Science em torno deste assunto desde então). Na mesma publicação do Dr. Muyzer (7), o Dr. Matthew Collins disse o seguinte:

Os dinossauros têm em torno de si um fascínio duradouro. Reportamos a detecção duma proteína num osso de dinossauro, publicado por volta da mesma altura que o filme Parque Jurássico, de Steven Spielberg, saiu, e como tal, essa informação estava destinada a gerar toda a atenção mediática.

O nosso relatório alegou ter detectado imunologicamente a osteocalcina, para além de ter apurado a presença pouco usual do aminoácido g-carboxiglutâmico (Gla) num osso de dinossauro de sedimentos imaturos (não-aquecidos),

A osteocalcina ajusta-se de modo peculiar a tal sobrevivência: encontra-se abundante nos ossos, liga-se fortemente a ele e tem a característica distinta de ser a única proteína antiga a ser alguma vez sequenciada. (7).

Alguns artigos sugeriram que o que foi achado trouxe para a linha da frente a possibilidade de transformar a ficção científica do Parque Jurássico num facto científico. A revista  “Elsevier” (2/10/93) declarou:

[A presença de osteocalcina] deixou os cientistas a ponderar que, se isto é possível  ocorrer com uma proteína, talvez também seja possível com o ADN.

O “Daily Telegraph” chegou até a sugerir que os restaurantes geradores de tendências podem até começar a servir sopas de dinossauro.

No entanto, a comunidade científica estava mais céptica. Num artigo de 1992 que se encontrava numa entrevista para a  Science News,  Jeff Bada (um experiente geoquímico proteico) avisou:

Fico apreensivo em relação à estabilidade do Gla. Porque é que ele se manteria sem alteração durante dezenas de milhões de anos?

Os cientistas estão a perguntar: “Como é possível esta proteína ser tão jovem e fresca quando ela se encontra dentro de ossos tão antigos?” Talvez seja mais racional considerar a possibilidade deles nunca virem a encontrar uma resposta porque estão a fazer a pergunta errada.

Talvez devamos perguntar: “Como é que estes ossos podem ser antigos quando eles têm  proteínas tão frescas?” Esta pergunta coloca a questão num prisma totalmente distinto.

Fonte: http://bit.ly/2roZ79y

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Os evolucionistas nunca irão entender como é que as proteínas e o ADN podem durar “milhões de anos” sem decair porque as proteínas e o ADN não podem durar dezenas de “milhões de anos”; a sua visão do mundo rejeita à priori qualquer interpretação que não possa ser incorporada dentro da mitologia dos “milhões de anos”, mesmo que essa interpretação esteja em total acordo com o que se pode observar.

Um cientista sério analisa todas as hipóteses e faz a inferência que melhor se ajusta aos dados observáveis: se encontramos material biológico “jovem” dentro de fósseis supostamente “antigos”, então é bem provável que esses fósseis não sejam tão “antigos” assim; talvez haja algo de errado com os métodos de datação que dão idades na ordem dos “milhões de anos” e talvez seja altura de buscar interpretações alternativas.

Mas o ateu evolucionista, que tem um compromisso com o Naturalismo e não com a ciência, não pode de maneira nenhuma colocar em causa os mitológicos “milhões de anos” visto que todo o edifício naturalista que ele criou para si depende dessa posição de fé.

Para o ateu evolucionista, todas as evidências têm que ser interpretadas à luz dos mitológicos “milhões de anos”, e tudo aquilo que não se enquadra nesta visão têm que ser colocado à parte e/ou deturpado de modo a manter a filosofia naturalista intacta.

Para nós Cristãos o facto dos dados observáveis estarem de acordo com a linha temporal Bíblica não pode de maneira nenhuma ser surpresa: ao contrário dos evolucionistas e dos crentes nos mitológicos “milhões de anos”, nós temos Uma Testemunha Ocular do que aconteceu no passado; Ele não só viu como a vida surgiu na Terra, como foi Ele Mesmo Quem a criou, e registou na Bíblia, em traços gerais, a forma como criou e o tempo que durou o processo criativo.

A Terra não tem “milhões de anos”; a evolução nunca aconteceu e nem vai alguma vez acontecer no futuro.  Os evolucionistas são livres para acreditar no que é refutado pelas evidências históricas e observáveis, mas eles não são livres para chamar de “ciência” à sua fé religiosa.

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A luta pelo criacionismo na Sérvia

A Sérvia Nacionalista foi alvo de manchetes mediáticas este mês depois de 166 intelectuais de topo terem assinado e entregue uma petição ao governo exigindo o ensino da doutrina Cristã do criacionismo nas escolas Sérvias.

Entre as assinaturas estão padres Ortodoxos, médicos, políticos e professores (sendo que alguns fazem parte da Academia de Ciências da Sérvia).

Os peritos associam este renascer do conservadorismo teológico com o reavivamento dos sentimentos nacionalistas e anti-globalistas que existem na região. Ljiljana Colic qualificou o monopólio que o Darwinismo tem nas escolas de “ofensa a todos os crentes, e não só aos [Cristãos] Ortodoxos.”

Este desenvolvimento, tal como o trabalho de Johan Huibers, o criacionista Holandês, é mais uma chapada na cara dos cientistas modernistas que gostam que afirmar que o criacionismo é um fenómeno exclusivamente existente dentro dos Protestantes Americanos.

As escolas Polacas começaram também a usar textos escolares simpatéticos com o criacionismo escritos pelo cientista Católico Romano Maciej Giertych.

A contra-revolução está a ganhar mais e mais força diariamente na Europa do Leste. Os soldados que se encontram na linha da frente em países como a Sérvia precisam agora de apoio e das nossas orações.

Que Deus lhes dê forças e perseverança nesta batalha tão importante.

Fonte: http://bit.ly/2qWXn5k

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Fósseis antigos com ADN e tecido macio

Por Sean D. Pitman M.D.

ADN Antigo??

Uma das reportagens mais antigas relativa ao ADN extraído de material antigo (isto é, com mais do que “um milhão de anos”) envolvia folhas de Magnólia (com fragmentos intactos que mediam até 820 pares de base) encontradas em sedimentos do fundo de lago da Era Miocena, supostamente com 17 a 20 “milhões de anos”.(3)

insecto_ambarEste achado foi bastante interessante visto que as folhas de magnólia foram encontradas em depósitos de argila encharcados – isto é, ainda molhadas.

Claro que o ADN desintegra-se de forma relativamente rápida quando se encontra dentro de água (a desintegração completa ocorre em menos de 5,000 anos. (33) No entanto, esta experiência foi repetida por vários cientistas e eles reportaram a extracção de cpADN de planta autêntico entre os tamanhos 700-1500 bp [inglês para “base pair”, que significa “par de base”]. (34,35)

Comentado no ADN espantosamente antigo que se encontrava na folha supostamente com 17 “milhões de anos”, Svante Paabo exclamou:

No entanto, a argila estava húmida, e isto leva-nos a questionar a forma como o ADN conseguiu sobreviver ao efeito destrutivo da água durante tanto tempo. (24)

Boa pergunta. No entanto, a maior parte do ADN supostamente “antigo” que já foi encontrado chega-nos de insectos e material botânico preservado em âmbar seco, incluindo uma térmite que se estima ter entre 25 a 30 “milhões de anos”, (2) uma folha de Hymenaea que se pensa ter entre 25 a 40 milhões de anos (5), e um gorgojo que se estima ter entre 120 a 135 “milhões de anos”. (1)  Pensava-se que o ADN do gorgojo em particular era 80 “milhões de anos” mais velho que qualquer espécime de ADN alguma vez extraído e sequenciado.

Anda mais espantoso que isto, no entanto, são os achados do Dr. Cano, microbiólogo da “California State Polytechnic University“. O que o Dr. Cano fez foi dissecar uma abelha sem ferrão Dominicana que se encontrava aprisionada em âmbar, e que se pensava que tinha entre 25 a 40 “milhões de anos”.

O que ele descobriu no seu interior foram esporos bacterianos muito bem preservados. De facto, o grau de preservação era tal que eles voltaram a crescer quando foram colocados no ambiente certo. Dito de outra forma, ainda estavam vivos. E, curiosamente, o seu ADN estava de acordo com o ADN da bactéria moderna que cresce dentro das abelhas actuais. (26).

Para além disto, e recentemente, endosporos bacterianos viáveis e proteobactérias foram isolados de cristais de sal primários (halite) datados com mais de 250 “milhões de anos”. (30,36). As experiências foram levadas a cabo em instalações laboratoriais dedicadas e devidamente isoladas, e como tal, a contaminação neste caso é vista como improvável.

Devido isto, obviamente, a idade dos cristais foi posteriormente colocada em causa. (33,37) Logicamente, e visto que está para além da imaginação humana assumir que algum tipo de vida possa permanecer viável depois de tal período de tempo, não é mais provável que os métodos de datação usados para os cristais estejam errados? Bem pensado.

É também interessante salientar que as sequências provenientes do estudo de Vreeland et al. [referência. 30] revelam apenas 13 diferenças/substituições em relação às sequências das bactérias actuais, embora as taxas de mutação conhecidas entre as bactérias da mesma família tendam a sugerir 59 diferenças. (33)

Segundo este prisma, o ADN extraído do âmbar, embora tenha sido mantido num ambiente relativamente seco, é tão problemático como as sequências de ADN provenientes dos cristais de sal antigos.

R. John Parkes, falando para a Nature em relação a este e a outros fenómenos semelhantes, disse o seguinte:

Temos também a questão da forma como os biopolímeros bacterianos se podem manter intactos durante milhões de anos dentro da bactéria adormecida; ou, dito de modo inverso, se as bactérias se encontram metabolicamente suficientemente activas para reparar biopolímeros, isto levanta a questão da fonte de energia que pode durar tal longo período de tempo. (29)

Independentemente destes problemas sérios, tais descobertas foram amplamente publicitadas pelos média sem, no entanto, qualquer tipo de comentário em relação aos problemas que estes achados levantam para a linha temporal geológica convencional.

O ADN, tal como todas as outras macromoléculas biológicas, é de forma geral bastante instável e deteriora-se espontaneamente – especialmente se estiver hidratado ou “húmido”. Quando se encontra dentro duma célula viva, o ADN é mantido vivo através de mecanismos de reparação, mas depois da morte, o ADN auto-destrói-se a um ritmo bastante acelerado.

Numa revisão publicada em torno da estabilidade química do ADN, Tomas Lindahl (1993) salientou:

Privado dos mecanismos de reparação disponibilizados pelas células vivas, o ADN totalmente hidratado é degradado espontaneamente em pequenos fragmentos durante um período de vários milhares de anos e sob temperaturas moderadas.

Lindahl prossegue alegando em favor duma “contaminação” de todos estes espécimes levado a cabo com ADN moderno, sugerindo que:

A aparente observação de que ADN de plantas, totalmente hidratadas, possam ser mantidas em forma de massa altamente molecular durante 20 milhões é incompatível com o que se sabe das propriedades químicas da estrutura do ADN. (28)

Na edição de 1991 da “Science”,  Jeremy Cherfas expressou a sua perplexidade, afirmando:

 Que o ADN possa sobreviver durante tal incrível quantidade de tempo é algo totalmente inesperado – quase inacreditável. (25)

Semelhantemente, Skypes (1991) comentou que estimativas in vitro da taxa de hidrólise espontânea implicam que nenhum ADN poderia ficar intacto muito para além dos 10,000 anos. No seu artigo de revisão, Lindahl prossegue alegando que:

Parece viável que que as sequências de ADN úteis, com milhares e milhares de anos, possam ser recuperados, parcialmente se os fósseis tiverem sido retidos a baixas temperaturas.”

Como exemplo, Lindahl fez referência ao ADN de tecido de mamute que se pensa ter 40 “mil anos”. Portanto, o nosso conhecimento da estabilidade do ADN faz com que pareça ser altamente improvável que esta molécula possa ter sido preservada durante mais do que umas poucas dezenas de milhares na melhor das hipóteses. Outras pessoas notaram que:

Certos limites físicos parecem inevitáveis. No espaço de 50,000 anos, a água remove as bases do ADN e leva à desfragmentação dos cordões em pedaços tão pequenos que nenhuma informação pode ser extraído dos mesmos. O oxigénio também contribui para a destruição do ADN. Até em condições ideias de ausência de água e oxigénio, e em baixas temperaturas, a radiação de fundo tem que, por fim, eliminar toda a informação genética. (27)

Muitos outros autores sugeriram que “o tempo máximo de sobrevivência do ADN vai dos 50,000 anos (Kyr) até a 1 milhão de anos (Myr).” (33) No entanto, crê-se que os fósseis dos quais o ADN foi recuperado têm, em alguns casos, dezenas de “milhões de anos”.

Claramente há um problema aqui. É por isso que alguns cientistas estão agora a olhar para os achados reportados (especialmente aqueles que não envolvem preservação em âmbar) de modo céptico.

Foi alegado que algum do resíduo detectado é resultado da contaminação através do ADN moderno. (33) Por exemplo,

Um estudo recente, e de larga escala, levado a cabo sob estritas condições aDNA falhou em obter ADN endógeno a partir dos insectos encontrados no âmbar, apesar da aplicação de várias extracções distintas e protocolos PCR.

Até mesmo tentativas de amplificar reproduzivelmente o ADN endógeno a partir das mesmas extracções usadas na alegação original (isto é, da abelha preservada no âmbar e com 25-40 “milhões de anos”) falharam.

Paralelamente, partes da sequência de gorgojo com 120-135 “milhões de anos” foram subsequentemente reveladas como sendo de origem fungosa e nenhuma das sequências do âmbar passou nos relativos testes de taxas. (33)

Portanto, os cientistas têm estado desde então, ou alegam estar, mais conscientes da eliminação da possibilidade de contaminação. Mesmo assim, todos os dados que sugerem a recuperação de ADN antigo não cai bem dentro da escala dos milhões de anos normalmente aceites.

* * * * *

Fonte e referências:   http://bit.ly/2lJo0JU

Página do Facebook: Darwinismo 2.0

Minds:  https://www.minds.com/MiguelMats

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Mutações genéticas não causam qualquer tipo de ‘evolução’.

Por Richard William Nelson

No ano de 1620 William Bradford e Edward Winslow, colonos primordiais do nordeste Americano, enviaram um prospecto comercial: “Cape Cod parecia ser um local de boa pesca porque todos os dias nós vimos baleias enormes, e da melhor qualidade no que toca ao óleo e aos ossos.” A indústria da caça à baleia nos Estados Unidos estava a começar.

Duzentos anos mais tarde, New England havia-se tornado no maior centro de pesca de baleia no mundo. Só em 1857, mais de 10,000 homens lançaram-se ao mar só em New Bedford, Massachusetts.

moby_dickNos 100 anos que se seguiram, e durante a altura do mítico Moby Dick de Herman Melville, a indústria de pesca à baleia foi forçada a pescar cada vez mais para dentro do oceano e, eventualmente para o Atlântico Sul, deixando a população de baleias do Atlântico Norte dizimada.

Visto que menos de 100 eram tidas como ainda existentes por volta de 1935, a pesca da baleia foi globalmente banida em 1937. Embora se creia que por volta de 2013 a população tenha finalmente aumentado para 500, uma equipa de pesquisa descobriu uma mutação genética que está a levar a população à extinção – um pesadelo para a evolução da baleia.

A Mutação de Um Único Gene

Em busca duma explicação biológica para o declínio da população de baleias, uma equipa de pesquisa liderada por Lorian E. Schweikert, do “Florida Institute of Technology”, clonou e sequenciou o gene da baleia que codifica para as proteínas fotorreceptoras sensíveis à luz conhecidas como opsinas. Estas proteínas que se encontram nas células fotorreceptoras da retina agem como mediadoras na conversão da luz para sinais electromagnéticos – o primeiro passo na cascata de transdução visual.

A equipa publicou os seus resultados no “Journal of Comparative Neurology” (2016) num artigo com o título de “Evolutionary loss of cone photoreception in balaenid whales reveals circuit stability in the mammalian retina.” Como reporta o ScienceDaily:

As normais proteínas detectoras de luz nas células dos cones fotorreceptores não estão presentes nestas baleias, demonstrando pela primeira vez a perda total de detecção de luz baseada em cone num mamífero.

Quase todos os vertebrados têm na retina células fotorreceptoras em cone bem como células fotorreceptoras em forma de haste – células que desempenham papéis distintos mas complementares. Ao mesmo tempo que os fotorreceptores em haste permitem a visão em áreas com pouca luminosidade, as células fotorreceptoras em cone permitem a visão em condições de alta luminosidade.

Os cientistas apuraram que uma mutação genética nos olhos das baleias, que fragiliza a sua habilidade de ver em ambientes com bastante luminosidade, pode torná-las mais susceptíveis a emaranhamentos fatais nos aparatos de pesca…..uma das maiores causas de morte deste mamífero em perigo crítico de extinção.

No artigo com o nome de “Whales Extinction Reason: Blame Genetic Mutation,” o escritor de ciência Rodney Rafols explica o porquê: “as proteínas detectoras de luz nas células fotorreceptoras em cone das baleias não estão presentes.” O resultado desta mutação num único gene é a perda da visão. “Isto pode dificultar a sua habilidade de evitar o emaranhamento nos dispositivos de pesca,” disse Schweikert, “ que é uma das maiores causas de morte deste animal em perigo de extinção.”

Teoria Original da Mutação

As mutações genéticas foram originalmente vistas como a força motora da evolução. Em 1937, e num vácuo de evidências científicas, o geneticista Americano Theodosius Dobzhansky especulou em torno dum princípio para uma nova teoria da evolução:

As mutações e as mudanças cromossómicas…..fornecem de maneira constante e sem parar o material cru para a evolução.

theodosius_dobzhanskyDobzhansky é creditado pela frase lendária: “Nada na biologia faz sentido sem ser à luz da teoria da evolução.” Um medalhão-mosaico desta declaração reside actualmente no chão do hall principal do “Jordan Hall of Science” Universidade de Notre Dame, uma universidade de pesquisa Católica localizada na zona adjacente a South Bend, Indiana.

Esta especulação ousada tomou de assalto a indústria evolutiva. Por volta dos anos 50, ela era um selo padrão nos livros de biologia das escolas – um facto científico. No livro escolar com o nome de “An Introduction to Biology” (1957), Gaylord Simpson, curador do “American Museum of Natural History”, avançou ainda mais com a especulação:

As mutações são os materiais primários da evolução.

Em 1983, Douglas J. Futuyma, da “State University of New York”, alegou:

De longe, a forma mais importante através da qual o acaso influencia a evolução é através do processo das mutações. As mutações são, de forma única, a fonte das novas variações genéticas, e sem variações genéticas não podem ocorrer modificações genéticas. Devido a isto, as mutações são, portanto, necessárias para a evolução.

A teoria parecia explicar o problema maior, ainda por resolver, de Darwin: a origem das novas variações como forma de produzir novas espécies. Para Darwin, este problema era algo que teria que ser resolvido posteriormente:

Somos demasiado ignorantes para especular em torno da importância relativa das várias causas conhecidas e desconhecidas da variação.

Analisando as mutações

Ao conceptualizar as mutações genéticas como a fonte da variação, o não-resolvido dilema de Darwin estava finalmente resolvido. As mutações disponibilizavam um mecanismo teórico à indústria da evolução, o que lhes permitia justificar a origem das novas variações que resultavam na formação de novas espécies. Depois disto, chegaram as tecnologias científicas mais avançadas – especificamente, o microscópico electrónico (poucos anos depois de James Watson e Francis Crick deduzirem a estrutura do ADN em 1952 usando a defracção raio-X).

O acto de incorporar as evidências científicas a partir dos mais recentes avanços tecnológicos para dentro da teoria da evolução enfrentou alguns obstáculos – barreiras que colocavam em causa o status quo. Eventualmente Theodosius Dobzhansky recebeu o Prémio Nobel “por descobrir que as mutações poderiam ser induzidas através dos raios-X”, gerando um círculo perfeito em relação à sua especulação original.

Mas em 1955, e no seu livro “Evolution, Genetics and Man,” Dobzhansky admitiu finalmente o erro das suas especulações prévias:

A maior parte dos mutantes que surgem nos organismos são desvantajosos para os seus possuidores.

Tendo como base as novas evidências científicas extraídas das novas tecnologias, as coisas começaram a tomar outra forma. No seu livro de 2002 com o nome de “Acquiring Genomes: A Theory of the Origins of Species,” os evolucionistas Lynn Margulis (Universidade de Massachusetts Amherst) e Dorion Sagan, filho de Carl Sagan, explicam:

lynn_margulisSão conhecidas imensas formas de induzir mutações mas nenhuma gera novos organismos. A acumulação de mutações não leva ao aparecimento de novas espécies e nem mesmo ao aparecimento de novos órgãos ou de novos tecidos….

Até mesmo os biólogos evolucionistas profissionais têm dificuldade em encontrar mutações – quer sejam espontâneas ou induzidas – que acabem de forma positiva no que toca a mutações evolutivas.

O geneticista Italiano Giuseppe Sermonti opinou:

Um dos factos que deu ânimo à pesquisa em relação às mutações foi a esperança de que a acumulação destas pudesse levar ao aparecimento de novas espécies. Mas isto nunca ocorreu.

Um pesadelo para a teoria da evolução

As mutações genéticas, que a dada altura chegaram a ser vistas como a tábua de salvação do dilema de Darwin, emergiram agora como um pesadelo biológico para a indústria da evolução. Segundo o “Genetics Home Reference Handbook” do “U.S. National Library of Medicine”, as “mutações têm consequências sérias e elas são incompatíveis com a vida.”

Hoje em dia, as mutações genéticas nos humanos foram associadas a mais de 4,000 doenças específicas conhecidas. Segundo a Encyclopedia Britannica

Cerca de 30% de toda a mortandade infantil pós-Natal nos países desenvolvidos ocorre devido a doenças genéticas; 30% das admissões pediátricas e 10% de admissões adultas nos hospitais podem ser rastreadas até a causas genéticas.

Infelizmente, teme-se que a mutação dum único gene da baleia eventualmente leve à sua extinção – um pesadelo para a evolução da baleia. Não existem evidências de mutações a gerar novas variações, novos elos transicionais ou novas espécies. Existe, no entanto um elo claro entre as mutações genéticas e as extinções.

A construção dum novo micróbio através das mutações nunca ocorreu. A Cyanobacteria sempre foi uma Cyanobacteria e, apesar das constantes mutações genéticas, ela nunca mudou. A indústria da evolução está, actualmente, em busca desesperada por algo que tome o lugar da agora defunta teoria das mutações genéticas.

Ao contrário do que é avançado pela teoria de Darwin, não só há uma falta de evidências em favor duma evolução da baleia, algo demonstrado pela total ausência dum ancestral conhecido ou de algum elo transicional, nos mais de 2,000 genes de opsina já identificados não há elo transicional algum. As opsinas são específicas a cada espécie e isto de forma única.

Uma vez que há já muito tempo que é necessário que se crie uma nova teoria da evolução para lidar com a crise, a “Royal Society” irá, este mês, levar a cabo um encontro de cientistas (em Londres) com o propósito expresso de gerar um consenso em torno duma nova teoria da evolução.

Embora pela primeira vez em décadas o encontro tenha estado aberto à imprensa, até hoje não foi emitido um único comunicado de imprensa em torno de qualquer tipo de avanço no desenvolvimento duma nova teoria da evolução. A abertura a novas ideias não ajudou. Tal como um castelo de cartas, a outrora unificadora teoria da evolução entrou em colapso. O pesadelo em torno da evolução da baleia é emblemático da morte lenta da indústria da evolução.

Génesis

Apesar dum dilúvio de mudanças desde a publicação da Origem das Espécies (1859) por parte de Darwin, e apesar de mais de 150 anos de esforços científicos sem precedentes na história da humanidade para se provar o contrário, as evidências já examinadas na natureza, manuseadas com tecnologia sem precedentes, continua a estar de acordo com o registo de Génesis escrito por Moisés.

Robert Boyle (1627-1691), membro da “Royal Society”, tido como o primeiro químico do mundo moderno, e fundador da Lei de Boule, declarou:

Na Bíblia, o ignorante pode aprender o conhecimento mais específico, e o homem mais sábio pode discernir a sua ignorância.

A evolução, que já foi uma teoria em crise, é hoje uma crise sem uma teoria unificadora. A evolução biológica existe apenas como uma filosofia, e não como ciência.

~ http://bit.ly/2g1ONLF

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É óbvio que os evolucio-animistas nunca irão admitir publicamente que as mutações não são “material cru para a evolução” antes de poderem encontrar outra alternativa ‘natural’. A sua firme crença nos nunca-observados poderes organizadores do gradualismo aleatório nada mais é que uma expressão do que eles querem que seja verdade, e não consequência lógica das observações.

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Tom Holland: Eu estava errado em relação ao Cristianismo

“Demorei muito tempo para entender que os meus valores morais não são Gregos nem Romanos, totalmente, e orgulhosamente, Cristãos.”

Quando eu era um rapaz, a minha educação Cristã estava a ser constantemente alvo de resistência por parte dos meus entusiasmos. Primeiro, foram os dinossauros. Lembro-me vivamente do meu choque, durante a Escola Dominical, quando abri uma Bíblia para crianças e deparei-me, logo na primeira página, com ilustrações de Adão e Eva lado a lado com um braquiossauro. Eu poderia ter seis anos, mas havia uma coisa – para arrependimento meu – que eu estava certo: nenhum ser humano havia visto um saurópode.

Dinossauro_Nilo_MosaicoO facto do professor não se importar com este erro* apenas aumentou o meu sentido de raiva e de espanto.  Pela primeira vez uma sombra de dúvida começou a pairar sobre a minha fé Cristã. Com o passar do tempo, esta sombra foi escurecendo cada vez mais. A minha obsessão com os dinossauros – glamorosos, ferozes e extintos – evoluiu de forma gradual para uma obsessão pelos antigos impérios. Quando eu lia a Bíblia, o meu fascínio não era tanto pelos filhos de Israel ou por Jesus e os Seus Discípulos, mas sim pelos seus adversários: os Egípcios, os Assírios, os Romanos.

Semelhantemente, embora eu continuasse a acreditar em Deus duma forma vaga, eu considerava-O infinitamente menos carismático que os meus Olimpianos favoritos: Apolo, Atena, Dionísio. Em vez de estipularem regras e classificarem os outros deuses de demónios, eles preferiam a diversão. E quando eles se comportavam de forma vaidosa, egoísta e cruel, isso apenas servia para lhes conferir o fascínio de estrelas de rock.

Quando comecei a ler Edward Gibbon e os outros grandes escritores do Iluminismo, estava mais do que pronto para aceitar a sua interpretação da História: nomeadamente, de que o triunfo do Cristianismo havia dado início a uma era de “superstição e de credulidade”, e que a modernidade havia sido fundada após o renascimento dos há muito esquecidos valores clássicos.

O meu instinto infantil de pensar no Deus da Bíblia como inimigo da liberdade e da diversão foi racionalizado. A derrota do paganismo havia gerado o reinado do Ninguém, e o reinado de todos os cruzados, inquisidores e puritanos de chapéu preto que haviam servido de acólitos. O colorido e a excitação haviam sido retirados do mundo. “Venceste, Ó Galileu pálido”, escreveu  Swinburne, ecoando a lamentação apócrifa de Juliano o Apóstata, o último imperador pagão de Roma. “O mundo acinzentou-se devido à Tua respiração.” Instintivamente, concordei.

Devido a isto, não é surpresa alguma que tenha continuado a apreciar a antiquidade clássica como o período que mais me motivou e mais me inspirou. Quando me sentei para escrever a minha primeira obra de História, “Rubicon”, escolhi um tema que havia sido particularmente apreciado pelos filósofos: a era de Cícero.

O tema da minha segunda obra, “Persian Fire”, foi um que até no século 21 serviu para Hollywood, tal como havia servido para Montaigne e Byron, como um arquétipo do triunfo da liberdade sobre o despotismo: as invasões Persas à Grécia.

julioceserOs anos que passei a escrever estes estudos sobre o mundo clássico – vivendo de maneira íntima na companhia de Leónidas e de Júlio César, dos Hoplitas que haviam morrido em Termopilas, e dos legionários que haviam triunfado em Alesia – serviu apenas para confirmar o meu fascínio: porque Esparta e Roma, mesmo quando sujeitas à investigação histórica mais minuciosa, não pararam de parecer possuídas pelas qualidades dum predador de topo. Elas continuaram a perseguir o meu imaginário tal como haviam feito no passado – como um tiranossauro o faz.

Mas até os carnívoros gigantescos, por mais maravilhosos que fossem, eram por natureza aterrorizadores. Quanto mais tempo eu passava imerso no estudo da antiquidade clássica, mais estranha e perturbadora eu a considerava. Os valores morais de Leónidas, cujo povo practicava uma forma de eugenia particularmente assassina, e que treinava os mais jovens a matar pela calada da noite os Untermenschen atrevidos, não eram em nada aquilo que eu considerava os meus; nem o eram os de César, que alegadamente matou 1 milhão de Gauleses e escravizou mais um milhão.

Não foram só os extremos de insensibilidade que considerei chocantes, mas também a ausência de qualquer sentido de que os pobres ou os fracos poderiam ter algum valor intrínseco. Devido a isto, o fundamento basilar do Iluminismo – que em nada devia à Fé dentro da qual a maioria das grandes figuras haviam nascido – tornou-se gradualmente indefensável.

“Todo o homem sensível,” escreveu Voltaire, “todo o homem honrado, tem que ter horror à seita Cristã.” Em vez de reconhecer que os seus princípios éticos poderiam dever algo ao Cristianismo, ele preferiu derivá-los duma vasta gama de fontes – não só a literatura clássica, mas também da filosofia Chinesa e dos próprios poderes racionais.

No entanto Voltaire, na sua preocupação para com os fracos e para com os oprimidos, estava marcado de forma duradoura com o selo da ética Bíblica mais do que ele se preocupava em admitir. O seu desprezo pelo Deus Cristão, e num paradoxo que certamente não existia só nele, dependia de motivações que eram, em parte, reconhecidamente Cristãs.

“Nós pregamos Cristo Crucificado”, declarou São Paulo, “escândalo para os judeus e loucura para os gentios.” E ele estava certo. Nada estava mais contra as mais profundas pressuposições dos contemporâneos de Paulo – Judeus, Gregos e Romanos. A noção de que um deus havia sofrido tortura e morte numa cruz era tão chocante como era repulsiva.

A familiaridade com a narrativa da Crucificação atenuou os nossos sentidos de forma a não vermos como a Divindade de Cristo era novidade. No mundo antigo, era papel dos deuses que alegavam governar o universo manter a ordem infligindo o castigo – e não sofrendo eles mesmos.

Hoje em dia, mesmo quando a fé em Deus esmorece por todo o Ocidente, os países que foram no passado conhecidos como Cristandade continuam a ter o selo da revolução com dois mil anos que o Cristianismo representa.

madreteresaÉ por esse motivo que, de forma geral, a maior parte de nós que vive em sociedades pós-Cristãs, continua a aceitar sem questionar que é mais nobre sofrer do que infligir sofrimento.

É também por isso que assumimos de forma geral que toda a vida humana é igual em valor.

Nos meus valores morais e na minha ética, aprendi que não sou nem Grego nem Romano, mas totalmente e orgulhosamente Cristão.

Tom Holland

~ http://bit.ly/2i5vUfA

* * * * * * *

* Note-se como um mau entendimento da cronologia Bíblica levou Holland a colocar em causa toda a Bíbla. O facto das igrejas evitarem falar na co-existência de humanos com dinossauros, longe de fortalecer a Bíblia como alguns podem ser levados a pensar, faz exactamente o contrário.

1. Os dinossauros e a Bíblia http://wp.me/pbA1e-32r
2. Evidências suprimidas pela “comunidade científica” em relação aos dinossauros http://wp.me/pbA1e-30T
3. Mosaico de Palestrina mostra humanos com dinossauros http://wp.me/pbA1e-2YO
4. Evidências da coexistência entre humanos e dinossauros http://wp.me/pbA1e-300
5. Referências históricas aos dinossauros e como isso refuta os mitológicos “milhões de anos” http://wp.me/pbA1e-2YX
6. Será que Marco Polo viu um dinossauro? http://wp.me/pbA1e-2Yk
7. A Bíblia fala de dinossauros? http://wp.me/pbA1e-2Vw
8. Os dinossauros da Papua Nova Guiné http://wp.me/pbA1e-2iR
9. Será que os nossos antepassados usaram fósseis para retratar os dinossauros? http://wp.me/pbA1e-2fz
10. Será que os Aborígenes viram dinossauros? http://wp.me/pbA1e-2fi

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A ciência está a evoluir para algo pouco fiável

Por Peter Dockrill

Não há escassez de avisos por parte da comunidade científica de que a ciência, tal como a conhecemos, está a ser drasticamente afectada pelas pressões comerciais e pelas pressões institucionais que são exercidas sobre os pesquisadores nas revistas científicas mais importantes. Agora uma nova simulação revelou que a deterioração está de facto a acontecer.

computadoresPara chamar atenção para a forma como bons cientistas são pressionados para publicar má ciência (leia-se “resultados surpreendentes e sensacionais”), pesquisadores dos Estados Unidos desenvolveram um modelo informático para simular o que acontece quando os cientistas competem por prestígio e por empregos.

Neste modelo, desenvolvido por pesquisadores da “University of California, Merced”, todos os grupos de laboratório que eles colocaram neste cenário eram honestos – eles não mentiram e nem falsificaram intencionalmente os resultados. Mas eles receberiam mais recompensas se publicassem dados “novos” – tal como acontece no mundo real. Eles tinham também que levar a cabo mais esforços como forma de serem rigorosos nos seus métodos – algo que iria aumentar a qualidade das suas pesquisas mas diminuir a sua produção académica.

O pesquisador principal Paul Smaldino explicou ao The Conversation:

Resultado: Com o passar do tempo, os esforços diminuíram até ao seu valor mínimo, e a taxa de falsas descobertas aumentou.

Mais ainda, o modelo sugere que os “maus” cientistas (se se pode usar este termo) que tomam a via mais fácil em relação aos incentivos que estão à disposição acabam por transmitir os seus métodos à geração seguinte de cientistas que também trabalham nos seus laboratórios, gerando, para todos os efeitos, um enigma evolutivo que recebeu, por parte dos pesquisadores, o nome de “a selecção natural de má ciência”.

Smaldino disse o seguinte a Hannah Devlin do “The Guardian”:

Enquanto existirem incentivos para resultados inovadores e surpreendentes, algo que se passa mais em algumas revistas de alto relevo do que noutras, aspectos mais  nuancizados da ciência, e prácticas de má-qualidade que maximizam a habilidade individual de gerar tais resultados, irão existir de forma desenfreada.

Não é a primeira vez que ouvimos alegações desta natureza – embora seja bem provável que nenhum pesquisador tenha de facto calculado as coisas através duma simulação computacional. A ciência encontra-se numa espécie de cruzamento, e os pesquisadores estão a salientar o que eles chamam de “crise de reprodutibilidade”.

cientista_fraudeIsto ocorre, de modo efectivo, devido à publicação de “falsas descobertas” – resultados científicos difíceis de reproduzir e que são algo como ruído dentro dos dados cientificos, mas que são escolhidos para publicação por parte dos cientistas das revistas científicas porque são novos, sensacionais e de alguma forma surpreendentes.

Este tipo de resultados cativa o nosso interesse humano devido à sua componente inovadora e chocante – mas eles arriscam-se a prejudicar a credibilidade da ciência, especialmente se os cientistas se sentem pressionados para embelezar os seus artigos de modo a que possam gerar este tipo de impressões.

Mas isto é um círculo vicioso visto que tais pesquisas espantosas geram imensa atenção e ajudam os pesquisadores a verem os seus artigos publicados, o que, por sua vez, os ajuda a obter financiamento da instituições para poderem continuar com as suas pesquisas. Smaldino escreve:

A evolução cultural da ciência de má qualidade em resposta aos incentivos para a publicação não requer uma estratégia, uma mentira ou esquemas conscientes por parte dos pesquisadores individuais. Sempre irão existir pesquisadores dedicados que usam métodos rigorosos e que se encontram vinculados à integridade científica. Mas enquanto os incentivos institucionais recompensarem os resultados novos e positivos, em detrimento do rigor, a taxa de má ciência irá, em média, aumentar.

E o problema é aumentado ainda mais com as medidas quantitativas criadas para avaliar a importância dos pesquisadores e dos seus artigos visto que este tipo de aferições, tal como o controverso valor-p, podem ser enganadores, gerando um rol de falsas impressões que, de forma geral, prejudicam a ciência.

Vince Walsh, da “University College London” no Reino Unido, e que não fez parte do estudo, afirma:

Concordo que a pressão para publicar seja corrosiva e anti-intelectual. Os cientistas são humanos, e se as organizações são suficientemente burras para os avaliar com base nas dados de venda, eles irão fazer descontos como forma de atingir os objectivos, tal como acontece com qualquer outra pessoa envolvida nas vendas.

Dito isto, qual é a solução? Bem, não será fácil, mas Smaldino afirma que, ao nível institucional, temos que nos afastar da mentalidade de aferir os cientistas quantitativamente.

No seu artigo, os pesquisadores escrevem:

Infelizmente, os custos a longo-prazo do uso métrica quantitativa simples para aferir o mérito do pesquisador são enormes. Se formos sérios nos esforços de garantir que a nossa ciência é, ao mesmo tempo, significativa e duplicável, temos que garantir que as nossas instituições incentivem este tipo de ciência.

Enquanto isso, estudos tais como este, que incidem uma luz crítica à ciência – estudos esses que são francamente “novos” e geradores de atenção em si mesmos – podem ajudar a manter as pessoas cientes do quão sério este assunto realmente é. Smaldino afirma:

Quanto mais pessoas cientes dos problemas que existem dentro da ciência, e pessoas dispostas a melhorar as instituições, existirem, mais cedo e mais facilmente ocorrerá a mudança institucional.

~ http://bit.ly/2e1Ue1Q

* * * * * *

Enquanto que os cientificamente ignorantes atribuem à ciência uma aura de infalibilidade inexistente, as pessoas que se encontra dentro do mundo da ciência afirmam que este mundo, tal como toda a área sob influência humana, está corrompida. Lembrem-se disto sempre que alguém disser que a publicação de um artigo é sinal de rigor científico. ou que a não publicação e sinal de falta do mesmo.

Adorando_Ciencia

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As descobertas de Galileu e a reacção da Igreja Católica

Pergunta: “Porque é que a Igreja Católica olhou para as descobertas telescópicas de Galileu em relação à Lua, que o levaram a concluir que a Lua era imperfeita, como heréticas?”

Resposta por Tim O’Neill (medievalista ateu)

A questão é estranha visto que ela pergunta algo que nunca chegou a acontecer. A Igreja Católica não qualificou de “heréticas” as conclusões de Galileu em relação à Lua. De facto, a Igreja Católica levou os seus próprios astrónomos a confirmá-las, e posteriormente celebrou-as e honrou Galileu por isto e por outras descobertas telescópicas. Portanto, a pergunta parece basear-se numa versão distorcida da História, e não no conhecimento dos eventos em questão.

siderius_nunciusGalileu foi a primeira pessoa a usar o recém-inventado telescópio para observações astronómicas, e ele começou a fazer isto no final do ano de 1609. Ele muito rapidamente fez um certo número de descobertas, incluindo as nebulosas, as fases de Vénus, as luas de Júpiter, e o facto da nossa Lua estar coberta com crateras e montanhas. Ele publicou estas descobertas no seu livro de 1610 com o nome de “Siderius Nuncius” (“O Mensageiro das Estrelas”).

O livro causou sensação porque muitas das suas descobertas contradiziam a cosmologia Aristotélica que já era dominante há séculos, e alguns dos filósofos recusarem-se a aceitar que as observações de Galileu fossem genuínas, alegando que as mesmas eram um artefacto do seu telescópio.

Na verdade, esta era uma objecção potencialmente razoável por aquela altura visto que os telescópios eram novos e ainda não eram bem entendidos, e também variavam imenso em termos de qualidade de lente o que, consequentemente, ocasionalmente distorciam as coisas e pareciam exibir coisas que não estavam lá.

Ao contrário de mitos comuns em torno da atitude da Igreja em relação à ciência daquele período, a reacção das autoridades religiosas na Itália foi de curiosidade cautelosa. O mais respeitado astrónomo da Europa de então era o estudioso Jesuíta Cristóvão Clávio. Ele entendeu as implicações da descoberta de Galileu, mas como um bom cientista, antes de as levar mais em consideração ele queria vê-las confirmadas.

Após convite do Cardeal Belarmino, Clávio instruiu um comité de astrónomos Jesuítas do “Collegium Romanum” para construírem um telescópio e verem se conseguiam confirmar as observações de Galileu. Os cientistas Jesuítas Christoph Grienberger, Paolo Lembo e Odo van Malecote fizeram isto, e depois reportaram de volta que as observações estavam correctas. Clávio aceitou este veredicto, embora tenha mais tarde expressado dúvidas em relação à ideia de existirem montanhas na Lua.

Longe de condená-lo por heresia, a Igreja celebrou as descobertas de Galileu. No dia 29 de Março de 1611 Galileu chegou a Roma (proveniente de Florença) e encontrou-se, inicialmente, com o grande patrono da ciência, o Cardeal Francesco del Monte. O Cardeal, que o havia ajudado a garantir as suas primeiras palestras em Pisa e posteriormente em Pádua, ouviu com interesse a descrição de Galileu relativa às suas descobertas astronómicas.

No dia seguinte, Galileu dirigiu-se ao “Collegium Romanum” onde se encontrou com dois cientistas que haviam confirmado as suas descobertas: Grienberger e Maelcote, pessoas que Galileu salientou numa carta que estavam a trabalhar em novas observações das luas de Júpiter “como forma de encontrarem as suas fases de rotação”. Longe de rejeitarem os seus estudos como “heréticos”, estes clérigos trabalhavam para acrescentar mais dados aos mesmos.

urbano_viii_maffeo_barberiniNo dia 2 de Abril, Galileu visitou o poderoso Cardeal Maffeo Barberini – que se tornaria no Papa Urbano VIII – que, posteriormente, lhe escreveu para lhe garantir todo o apoio possível. Depois disso, Galileu visitou o Cardeal Ottavio Bandini, que o convidou para fazer uma demonstração do seu telescópio no seu jardim privado a membros da sua família e à fina flor da cidade Romana. Finalmente, Galileu recebeu permissão para uma audiência perante o Papa Paulo V no Vaticano, e escreveu mais tarde como o papa o havia honrado imenso durante o encontro.

No dia 13 de Maio os Jesuítas e os cientistas do “Collegium Romanum” conferiram a Galileu o equivalente a uma qualificação honorária, com Maelcote a discursar de forma elogiosa durante o banquete em honra de Galileu – louvando as suas descobertas e incluindo a descrição da superfície da Lua. No entanto, por deferência às contínuas dúvidas de Clávio em relação a este tópico, Maelcote deixou em aberto a questão dos traços observados através do telescópico serem ou não montanhas e crateras, ou se isto se devia “à densidade desigual e à raridade do corpo lunar”, como acreditavam alguns cépticos. Antes de Galileu, os pontos e os outros traços da Lua eram atribuídos às condições atmosféricas e à ilusão de óptica. Isto devia-se parcialmente ao facto das partes iluminadas da Lua (em todas as suas fases) serem arredondadas, sem qualquer tipo de relevo que é o que seria de esperar se ela tivesse uma superfície desigual.

Portanto, longe de ser condenado como herético pelas suas observações lunares, e por outras descobertas suas, uma vasta gama de cientistas Jesuítas, o maior astrónomo de então, os três cardeais da altura (um deles tornar-se-ia Papa), e o Papa Paulo V encontraram-se com Galileu, expressaram um interesse enorme pelas suas descobertas, celebraram-no e honraram-no pelas mesmas. A pergunta que dá origem ao post não faz sentido nenhum.

Mas isto prende-se com o facto da história em torno de Galileu estar rodeada de mitos. Obviamente, mais tarde Galileu foi condenado por heresia, mas não devido às suas descobertas. E nem foi devido ao facto dele usar as suas descobertas em apoio do modelo heliocêntrico de Copérnico, algo que ele fez durante algum tempo sem que ninguém da Igreja se mostrasse preocupado.

Galileu só começou a atrair a atenção da Igreja quando começou a tentar interpretar partes da Bíblia à luz da sua convicção de que Copérnico estava certo. No contexto da Contra-Reforma e da Guerra dos Trinta Anos, com metade da Europa a batalhar em torno da ideia de que qualquer pessoa, e todas as pessoas, poderiam interpretar a Bíblia como elas bem quisessem, isto não caiu bem junto dos teólogos, que consideravam a interpretação Bíblica fora do domínio dum mero matemático, por mais celebrado que ele fosse.

julgamento_galileuA equívoco-chave mais popular em relação ao Caso de Galileu é aquele que defende que a Igreja opunha-se à ciência, e que ela se encontrava convencida de que a Bíblia deveria ser interpretada literalmente. Na verdade, tal como se pode ver pelo que foi escrito em cima, a Igreja era uma grande apoiante da ciência, e muitos dos seus estudiosos encontravam-se na crista da onda das descobertas da altura. E a Igreja aceitou por completo que a Bíblia poderia ser reinterpretada para acomodar as mais recentes descobertas científicas, algo que não viu necessidade de fazer por aquela altura visto que a larga maioria dos cientistas ainda rejeitava o heliocentrismo por motivos meramente científicos (…).

Mas esta visão mais nuancizada e mais fiel do Caso Galileu não se ajusta aos preconceitos que muitas pessoas têm em relação à religião e/ou ao Catolicismo, e a visão mais caricaturada do Caso Galileu como uma batalha entre a “ciência” e a “religião” é uma parábola mais agradável e mais polida. Devido a isso, obtemos respostas totalmente erradas e distorcidas para esta (também errónea) pergunta (….).

http://bit.ly/2dILIP2

* * * * * * *
Resumidamente, Galileu não foi condenado por ter feito descobertas científicas, mas sim porque querer forçar a sua interpretação da Bíblia tendo como base essas descobertas. Isto leva-nos a concluir que todas as pessoas que usam o Caso de Galileu como arma de ataque contra o Cristianismo ou não sabem do que estão a falar, ou sabem, mas estão a mentir.

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Não há ciência moderna sem o Cristianismo

Por Sarah Salviander

Quantas vezes é que ouvimos dizer que o Cristianismo não é compatível com a ciência? Da próxima vez que alguém disser isso, mostrem-lhe a lista de Cristãos dentro do mundo da ciência e da tecnologia, e perguntem-lhe como foi possível que tantos Cristãos tenham feito tantas contribuições para a ciência e para a tecnologia, apesar dessa incompatibilidade:

John Philoponus
Bede the Venerable
Rabanus Maurus
Leo the Mathematician
Hunayn ibn Ishaq
Pope Sylvester II
Hermann of Reichenau
Hugh of Saint Victor
William of Conches
Hildegard of Bingen
Robert Grosseteste
Pope John XXI
Albertus Magnus
Roger Bacon
Theodoric of Freiberg
Thomas Bradwardine
William of Ockham
Jean Buridan
Nicephorus Gregoras
Nicole Oresme
Nicholas of Cusa
Otto Brunfels
Nicolaus Copernicus
Michael Servetus
Michael Stifel
William Turner
Ignazio Danti
Giordano Bruno
Bartholomaeus Pitiscus
John Napier
Johannes Kepler
Galileo Galilei
Laurentius Gothus
Marin Mersenne
René Descartes
Pierre Gassendi
Anton Maria of Rheita
Blaise Pascal
Isaac Barrow
Juan Lobkowitz
Seth Ward
Robert Boyle
John Wallis
John Ray
Gottfried Leibniz
Isaac Newton
Colin Maclaurin
Stephen Hales
Thomas Bayes
Firmin Abauzit
Emanuel Swedenborg
Carolus Linnaeus
Leonhard Euler
Maria Gaetana Agnesi
Joseph Priestley
Isaac Milner
Samuel Vince
Linthus Gregory
Bernhard Bolzano
William Buckland
Agustin-Louis Cauchy
Lars Levi Læstadius
George Boole
Edward Hitchcock
William Whewell
Michael Faraday
Charles Babbage
Adam Sedgwick
Temple Chevallier
John Bachman
Robert Main
James Clerk Maxwell
Andrew Pritchard
Arnold Henry Guyot
Gregor Mendel
Philip Henry Gosse
Asa Gray
Francesco Faà di Bruno
Julian Tenison Woods
James Prescott Joule
Heinrich Hertz
James Dwight Dana
Louis Pasteur
George Jackson Mivart
Armand David
George Stokes
George Salmon
Henry Baker Tristram
Lord Kelvin
Pierre Duhem
Georg Cantor
Henrietta Swan Leavitt
Dmitri Egorov
Mihajlo Idvorski Pupin
Pavel Florensky
Agnes Giberne
J. J. Thomson *
John Ambrose Fleming
Max Planck *
Edward Arthur Milne
Robert Millikan
Charles Stine
E. T. Whittaker
Arthur Compton *
Ronald Fisher
Georges Lemaître
Otto Hahn *
David Lack
Charles Coulson
George R. Price
Theodosius Dobzhansky
Werner Heisenberg
Michael Polanyi
Henry Eyring
Sewall Wright
William G. Pollard
Aldert van der Ziel
Mary Celine Fasenmyer
John Eccles *
Carlos Chagas Filho
Sir Robert Boyd
Richard Smalley *
Mariano Artigas
Arthur Peacocke
C. F. von Weizsäcker
Stanley Jaki
Allan Sandage
Charles Hard Townes *
Ian Barbour
Freeman Dyson
Richard H. Bube
Antonino Zichichi
John Polkinghorne
Owen Gingerich
John T. Houghton
Russell Stannard
R. J. Berry
Gerhard Ertl *
Michal Heller
Robert Griffiths
Ghilean Prance
Donald Knuth
George Frances Rayner Ellis
Colin Humphreys
John Suppe
Eric Priest
Christopher Isham
Henry F. Schaefer, III
Joel Primack
Robert T. Bakker
Joan Roughgarden
William D. Philips *
Kenneth R. Miller
Francis Collins
Noella Marcillino
Simon Conway Morris
John D. Barrow
Denis Alexander
Don Page
Stephen Barr
Brian Kobilka *
Karl W. Giberson
Martin Nowak
John Lennox
Jennifer Wiseman
Ard Louis
Larry Wall
Justin L. Barrett

(Os nomes seguidos por um * são aqueles que receberam um prémio Nobel)

roger_bacon_globo_inventor_metodo_cientificoNão se esqueçam de salientar que foi Roger Bacon, um monge Franciscano, quem avançou com o método científico, e, desde logo, foi o primeiro cientista moderno. Se por acaso o crítico tiver alguma resposta a isto, é bem provável que essa resposta nada mais seja que um agitar de mãos, seguida da alegação de que a fé Cristã destes cientistas de maneira nenhuma está relacionada com o seu sucesso científico.

Claro que isto está bem longe da verdade, e embora não seja nada de surpreendente que um critico do Cristianismo seja ignorante tanto da lista de cima, como do papel do Crisitanismo no desenvolvimento da ciência moderna, é bastante surpreendente – pelo menos para mim – que os Cristãos também estejam em larga parte ignorantes em relação a estes factos.

Quando eu mostrei pela primeira vez esta lista a uma audiência Cristã durante uma das minhas palestras, sentiu-se um sobressalto audível. A maior parte dos Cristãos não só não está ciente de que alegação duma incompatibilidade é falsa, como também não estão cientes de que a longa lista de Cristãos do mundo da ciência e da tecnologia é um testemunho para o facto da ciência moderna ser um produto directo da fé Cristã.

Volto a afirmar: não só a ciência é totalmente compatível com o Cristianismo, como é muito pouco provável que viéssemos a ter a ciência moderna sem o Cristianismo. Poderiam-se escrever volumes inteiros em relação a este tópico, mas a alegação depende essencialmente de duas crenças. A ciência moderna nunca poderia existir sem:

1. A noção contra-intuitiva do tempo linear, algo que foi inferido a partir da Bíblia por parte de Santo Agostinho durante o 4º século.

2. A crença numa criação deliberada e cognoscível por parte dum Ser Racional (Génesis 1, Salmo 19, Provérbios 8:22-24, Romanos 1:20, e muitas outras passagens).

C. S. Lewis, na sua crítica à racionalidade ateísta com o nome “The Case for Christianity”, explicou as coisas desta maneira:

Suponhamos que não há uma inteligência e uma mente criativa por trás do universo. Se isto é verdade, então ninguém criou o meu cérebro com o propósito de pensar. O que acontece é que quando os átomos dentro do meu crâneo se organizam duma certa forma (por motivos físicos ou químicos), isso, como consequência, dá-me uma sensação que eu chamo de “pensamento”.

Mas se isto é assim, como é que eu posso confiar na veracidade dos meus próprios pensamentos? É como eu agitar um jarro e leite e esperar que o mesmo, depois de derramado no chão, desenhe uma mapa de Londres. A menos que eu acredite em Deus, não posso acreditar no pensamento.

Usando termos actuais, a isto dá-se o nome de “cérebro de Boltzmann”, que diz de modo efectivo que, na ausência duma força criativa consciente, é estatisticamente muito mais provável que nós nada mais sejamos que um cérebro dentro duma cuba, a alucinar estas experiências, do que habitarmos de facto num universo altamente organizado.

Dito de outra forma, tu tens que ter fé de que as nossas percepções e os nossos pensamentos estão a reflectir de forma correcta a realidade que opera segundo regras não-arbitrárias e cognoscíveis.  Isto é-nos garantido com o Cristianismo, mas não há motivo para não acreditar  no contrario se por acaso não se acredita numa força consciente criativa e racional por trás do universo.

Embora possa ser alegado, em princípio, que o ponto que se segue não é absolutamente necessário para o desenvolvimento da ciência moderna, ele desempenhou, mesmo assim, um papel importante:

3. Crença de que temos que testar todas as coisas (1 Tess 5:21), e que temos que estudar o mundo natural para que possamos entender melhor o carácter e o propósito de Deus (Salmo 19, Romanos 1:20).

Mitch Stokes, na sua biografia sobre Isaac Newton, salientou o seguinte em relação a Newton e em relação aos seus contemporâneos: Para Newton….

Estar constantemente envolvido no estudo e na investigação das acções de Deus como verdadeira adoração.

Esta ideia definiu o cientista do século 17, e em muitos casos, os cientistas eram também teólogos. Pessoalmente, acho muito difícil que a ciência moderna pudesse ter emergido sem este terceiro princípio, mas vou guardar isso para outro post.

Uma das grandes conquistas do ateísmo moderno foi o de divorciar os Cristãos do seu legado científico. A ciência moderna é uma das maiores façanhas da civilização Ocidental, construída sobre o fundamento da fé, da crença e do propósito Cristão. Mas quantos Cristãos é que estão cientes disto?

Em vez que colocarem em causa a fonte, muitos Cristãos aceitaram passivamente a mentira de que o Cristianismo e a ciência são incompatíveis. Este é o erro clássico de aceitar o enquadramento do adversário. Os Cristãos têm que rejeitar este enquadramento e educarem-se a eles mesmos em relação à história da sua fé e o papel colossal que ela desempenhou no desenvolvimento da ciência moderna.

~ http://bit.ly/2fqtDuq

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Artigo escrito com corrector automático aceite numa conferência “científica”

Por Elle Hunt

cernProfessor da Nova Zelândia pediu permissão para apresentar o seu trabalho num evento a decorrer nos Estados Unidos relativo à física nuclear, apesar desse mesmo trabalho nada mais conter que palavras sem sentido.

Artigo académico sem sentido algum, falando de física nuclear, e escrito com o auto-corrector do iOS, foi aceite numa conferência científica. Christoph Bartneck, professor-adjunto no laboratório do “Human Interface Technology” na “University of Canterbury”, na Nova Zelândia, recebeu um email convidando-o a submeter o seu artigo à “International Conference on Atomic and Nuclear Physics” nos Estados Unidos, em Novembro próximo.

Escrevendo para um blogue, Bartneck afirmou:

Visto que practicamente não tenho conhecimentos de física nuclear, recorri ao auto-corrector do iOS para me ajudar a escrever o artigo. Começava uma frase com a  palavra “atómico” ou “nuclear” e daí em diante carregava de modo aleatório nas sugestões. De facto, o texto não faz sentido algum.

Uma frase do abstracto do artigo diz:

“The atoms of a better universe will have the right for the same as you are the way we shall have to be a great place for a great time to enjoy the day you are a wonderful person to your great time to take the fun and take a great time and enjoy the great day you will be a wonderful time for your parents and kids,”

E conclui:

“Power is not a great place for a good time.”

Como ilustração para o artigo – cujo título, mais uma vez, foi feito com o auto-corrector, “Atomic Energy will have been made available to a single source” – Bartneck usou o primeiro gráfico do primeiro artigo da Wikipedia relativo à física nuclear.

Ele submeteu o artigo com uma identidade falsa: Professor-adjunto Iris Pear, dos Estados Unidos, cuja experiência em física nuclear e atómica estava delineada numa biografia que usou pronomes de género contraditórios.

O artigo sem sentido foi aceite ao cabo de apenas 3 horas e foi enviado um email a Bartneck pedindo que confirmasse a sua presença para uma “apresenção oral” na conferência internacional. Comentando no post do blogue, Bartneck afirmou:

Sei que o iOS é uma software muito bom, mas obter a posição de catedrático nunca esteve tão perto.

Ele não teve que pagar para submeter o artigo, mas a carta de aceitação dizia para ele se registar para a conferência pagando US$1099 (que podiam ser pagos em euros ou em libras) como palestrante académico. Falando para o “Guardian Australia”, Bartneck disse:

Não completei o processo na totalidade visto que a minha universidade certamente que levantaria objecções a este desperdício de dinheiro…. A minha impressão é que esta conferência não é particularmente boa.

A “International Conference on Atomic and Nuclear Physics” será levada a cabo entre os dias 17-18 em Novembro, em Atlanta, e é organizada pela ConferenceSeries: “uma amálgama de Open Access Publications e conferências e eventos científicos internacionais”, estabelecidos em 2007. Um organizador da conferência foi contactado pelo Guardian Australia para que fosse possível obter algum tipo de reacção.

Bartneck afirmou que dada a qualidade do processo de revisão de pares e a íngreme taxa de ingresso, ele estava “convencido que esta conferência foi feita com o objectivo de obter dinheiro, e que ela não tem qualquer tipo de compromisso com a ciência”.

Não respondi ao seu email, mas sinto-me tentado a lhes perguntar sobre os comentários dos revisores. Isso poderia ser bem engraçado.

(….)

* * * * * * *

É bem provável que esta conferência nada mais seja que uma tentativa de obter dinheiro fácil dos mais crédulos. O que interessa reter aqui é que, como é, infelizmente, normal na natureza humana, todas as áreas da vida social estão sujeitas ao factor humano moralmente condenável, inclusive o mundo da ciência.

Qualquer pessoa que atribua ao mundo da ciência algum nível de certeza ou de rigor moral acima da média humana, está, literamente, a revelar imenso sobre a sua credulidade. O mundo da ciência, tal como o mundo da polítca, tal como o mundo da música, tal como o mundo da literatura, tem os seus problemas morais e tem as suas deficiências.

~ http://bit.ly/2dHx7bt

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A corrupção da ciência por parte dos cientistas

Por  Arjun Walia

Durante os últimos anos, mais e mais profissionais têm vindo a público partilhar uma verdade que, para muitas pessoas, é difícil de aceitar. Uma ds pessoas é o proeminente Dr. Richard Horton, o actual editor-chefe da revista “Lancet” – considerada por muitos como a mais respeitada publicação médica revista por pares do mundo.

O Dr. Horton publicou recentemente uma declaração afirmando que muitas das pesquisas publicadas são de facto pouco fiáveis, quando não são completamente falsas.

O argumento contra a ciência é directo: muitas das publicações científicas, talvez metade, são simplesmente falsas. Afligidos por estudos com amostras pequenas, efeitos ínfimos, análises exploratórias inválidas, e conflitos de interesses flagrantes, associados à obsessão por investigar tendências de modo de importância dúbia, a ciência desviou-se do seu percurso e agora caminha para as trevas. (Fonte)

Isto é muito perturbador, dado o facto de todos estes estudos (que têm o apoio da indústria) serem usados para desenvolver drogas/vacinas que supostamente ajudam as pessoas, treinam equipas médicas, educam estudantes de medicina e muito mais.

Revendo a revisãoÉ muito comum repudiarem trabalho louvável levado a cabo por peritos e pesquisadores das mais variadas instituições por todo o mundo só porque não foi “revisto por pares” [peer review] e porque não aparece em jornais médicos “credíveis”, mas tal como podemos ver, a “revisão por pares” já não significa muito. Os jornais médicos “credíveis” continuam a perder a sua sustentabilidade aos olhos dos peritos, e aos olhos dos empregados também (como se pode ver no cas do Dr. Horton).

Ele mesmo prossegue, fazendo, de certa forma, um aviso contra si mesmo, declarando que os editores dos jornais ajudam e encorajam os piores comportamentos, que a quantidade de más pesquisas é alarmante, que os dados são moldados para se ajustarem à teoria favorita [ed: atenção evolucionistas!].

Ele continua observando que confirmações importantes são por vezes rejeitadas e pouco é feito para que as más prácticas sejam corrigidas. E, o que é pior, muito do que é aceite pode ser quase considerado de má-conduta.

A Dra. Marcia Angell, médica e editora-chefe de longa data do “New England Medical Journal” (NEMJ), que é também considerado um dos jornais médicos revistos por pares mais importantes do mundo, avança com o seu ponto de vista de forma bem clara:

Pura e simplesmente já não é possível acreditar na maior parte da pesquisa médica publicada, ou depender da avaliação de médicos fiáveis ou linhas orientadoras médicas autoritárias. Não sinto prazer nenhum nestas conclusões, as quais cheguei lentamente e relutantemente durante as minhas duas décadas como editora do “New England Journal of Medicine”. (Fonte)

Peço imensas desculpas se por acaso ainda não tinham visto isto nos meus artigos, mas sem dúvida que é uma declaração de peso que nos chega de alguém que esteve numa posição semelhante à do Dr. Horton.

Existem, no entanto, muito mais evidências anedótica que estão de acordo com estas alegações, incluindo documentos obtidos por Lucija Tomljenovic, PhD, do “Neural Dynamics Research Group” no “Department of Ophthalmology and Visual Sciences” da “University of British Columbia”, que revelam que os produtores de vacinas, as companhias farmacêuticas, e as autoridades de saúde, estão cientes de múltiplos perigos associados às vacinas, mas que eles não revelam isto ao público. Isto é uma fraude científica, e a sua cumplicidade sugere que esta práctica continua até aos dias de hoje. (Fonte)

Este é mais um exemplo (entre muitos) e o mesmo alude ao ponto levantado pelo Dr. Horton: a omissão de informação. Por motivos de tempo, encorajo-vos a fazer a vossa própria pesquisa em torno deste assunto. Só queria disponibilizar alguma informação em relação a algo que normalmente não é levado em consideração quando se falam em pesquisas médicas, e, consequentemente, quando se falam nos produtos e nas teorias resultantes que nos são vendidas tendo como base essas mesmas pesquisas.

Certamente que esta é uma altura notável para se estar vivo. Durante o percurso da história humana, o nosso planeta passou por realizações que causaram mudanças de paradiga – todas elas resistidas fortemente durante a altura da sua revelação. Um dos grandes exemplos foi quando nos apercebemos que a Terra não era plana. Actualmente,  estamos a observar este tipo de mudanças reveladoras a acontecer nos mais variados domínios, e todos eles ao mesmo tempo.

Pode ser sobrepujante para aqueles que não estão a prestar atenção, especialmente se levarmos em conta o facto de muitas destas ideias encontrarem-se em oposição ao sistema de crenças actual. Irá sempre existir resistência à nova informação que não se ajusta ao enquadramente actual, independentemente do quão razoável (ou factual) essa informação possa ser. (…)

A ler

– The Lancet

– NCBI

* * * * * * *

Revendo a revisãoClaro que quem acompanha o debate Evolucionismo versus Criacionismo já se tinha apercebido que uma das formas através da qual os evo-animistas tentam acabar com o debate antes mesmo dele começar é fazendo hilariantes referências ao “consenso” e à ausência de “artigos científicos” em “publicações revistas por pares” por parte de cientistas criacionistas.

Para além do facto disto ser falso, é irrelevante. A ciência não é uma questão de “consensos” mas sim de evidências, e de teorias que se ajustam às observações (algo que coloca a teoria da evolução fora do domínio da ciência).

Como se isso não fosse suficiente, temos agora evidências suficientes para saber que a ciência que passa por “revisão por pares” muitas vezes é falha, deturpada, e ideologicamente motivada. Isto, claro, para não levar em conta os interesses financeiros aludidos no texto (ex: companhias farmacêuticas cujo rendimento depende de medicamentos “aprovados” pela “ciência”).

O que estes dados revelam é que o mundo da ciência é infestado pelos mesmos problemas que afectam o resto da sociedade, e que não há nada de especial naquilo que é qualificado de “científico”. A realização deste facto faz com que as pessoas cuja existência depende de validação “científica” estejam, literalmente, a colocar a sua fé em algo um pouco mais sólido que areias movediças.

Quão horrível é colocar toda a nossa existência nas mãos da frágil sabedora humana, e não na Poderosa e Mão de Deus. Eu não sei quanto a vocês, mas “eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Josué 24,14-15).

http://bit.ly/2egQvxb

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É verdade que as mutações causam evolução?

Por Harun Yahya

As mutações são deslocações, falhas e impedimentos resultantes de radiações com efeitos químicos nas moléculas de ADN, no núcleo da célula viva (que carrega toda a informação relativa ao ser humano). A informação que se encontra dentro do ADN está configurada através de 4 nucleotídeos distintos, simbolizados pelas letras A, T, C e G, dispostas numa sequência especial e importante. Mas basta que haja um erro numa única letra para que toda a estrutura fique danificada.

A leucemia observada nas crianças aparece porque uma das letras do ADN está configurada da maneira incorrecta. O motivo pelo qual doenças tais como o cancro apareceram, ou gerações seguintes ficaram deformadas, como consequência da fuga de radiação em Chernobyl ou depois da bomba atómica ter sido largada em Hiroshima, prende-se com os efeitos malignos deste tipo má configuração causada pelas mutações nos corpos das pessoas.

Quase todas as mutações são malignas, e elas são, de forma geral, letais para as formas de vida. Exemplos de mutações que não são malignas normalmente não fazem nada de bom ao organismo, e são, na melhor das hipóteses, neutrais. Os cientistas já chegaram à conclusão que nenhuma das mutações que já foram estudadas teve algum tipo de efeito positivo nas formas de vida. (1)

Mas a teoria da evolução encontra-se baseada em mutações fictícias que produzem “novas” formas de vida e operam milagres. Os Darwinistas afirmam que as espécies emergem umas das outras através de eventos onde estruturas e os órgãos aparecem como efeito de inúmeras e fictícias mutações benéficas. Esta alegação, fonte de vergonha horrível para os Darwinistas, é avançada por cientistas Darwinistas que sabem que as mutações são sempre prejudiciais para o organismo.

Mais ainda, embora os Darwinistas estejam bem cientes destes efeitos nocivos das mutações, eles continuam mesmo assim a apontar para a mosca da fruta mutante (de 4 asas), sujeita à mutações em laboratório, em apoio às suas alegações.

Os Darwinistas exibiram o par de asas adicional produzidas na mosca da fruta (resultante de mutações cuidadosamente levadas a cabo) como a  maior evidência de que as mutações poderiam levar à evolução. No entanto, as duas asas em questão danificavam a criatura em vez de beneficiá-la, levando a que ela perdesse a capacidade de voar. Jonathan Wells, biólogo molecular da Universidade da Califórnia, resumiu as coisas da seguinte forma:

Durante a década 70, o geneticista da Cal Tech Edward B. Lewis descobriu que um cruzamento cuidadoso entre três estirpes de mutantes era capaz de produzir uma mosca da fruta onde os balanceadores enram transformados num par adicional de asas com aparência normal.

À primeira vista, isto parece disponibilizar evidências da alegação de Caroll de que pequenas mudanças no desenvolvimento dentro do ADN regulador pode gerar mudanças evolutivas significativas na forma de vida.

Mas a mosca da fruta continua a ser uma mosca da fruta. Mais ainda, embora o segundo par de asas pareça normal, o mesmo não tem músculos para o vôo. Uma mosca da fruta com 4 asas é como um avião com um segundo par de asas a pender na sua cauda.

Esta mosca tem grande dificuldade em voar ou em acasalar, e como tal, só pode sobreviver dentro do laboratório. Como evidência em favor da evolução, uma mosca com 4 asas não é melhor que um bezerro circense com duas cabeças. (2)

Jonathan Wells continua:

As moscas da fruta deficientes com um par de asas adicional, ou sem pernas, ensinaram-nos algumas coisas em relação à genética do desenvolvimento, mas nada em relação à evolução. Todas as evidências apontam em uma direcção: independentemente do que façamos ao embrião duma mosca da fruta, só há três resultados possíveis:

1) uma mosca da fruta normal,

2) uma mosca da fruta morta,

3) ou uma mosca da fruta deficiente.

Nem mesmo um moscardo, e muito menos um cavalo. (3)

Tal como já vimos, a mosca da fruta mutante com 4 asas, que é a única evidência que os Darwinistas usam em favor das suas alegações sem sentido, é, de facto, nada mais que uma mosca da fruta deficiente. Independentemente dos efeitos que as mutações possam ter nas formas de vida, elas não possuem o capacidade miraculosa de atribuir características pertencentes a um tipo de animal a outro tipo de forma de vida. Mas os Darwinistas querem acreditar na mentira de que é possível milagres acontecerem através de mutações.

A parte interessante é que, embora os cientistas Darwinistas estejam cientes de que o vôo desta mosca da fruta é deficiente, ainda são feitas tentativas (nos livros escolares) de caracterizá-la como a maior evidência da evolução por via da mutação. O biólogo molecular Jonathan Wells escreve:

Segundo o livro escolar de Peter Raven e de George Johnson, com o nome de “Biology”, “toda a evolução começa com alterações na mensagem genética…. Mudanças genéticas através da mutação e da recombinação [a re-ordenação de genes já existentes] disponibilizam a matéria-prima para a evolução.”

A mesma página exibe uma foto da mosca da fruta com 4 asas, que é descrita como “mutante devido a mudanças no Ultrabithorax, gene que regula uma fase crucial do desenvolvimento; ela possui dois segmentos torácicos, e desde logo, dois pares de asas.”

Para confundir ainda mais as coisas, as descrições dos livros escolares normalmente deixam o leitor com a ideia de que o par de asas extra representa um ganho estrutural.

No entanto, as moscas com 4 asas perderam as estruturas que precisam para voar. Os seus balanceadores não existem, e em vez deles terem sido substituídos por algo de novo, eles foram substituídos com cópias de estruturas que já existem. Embora as fotos de moscas da fruta com 4 asas nos deixem com a impressão de que as mutações acrescentaram algo de novo, a verdade está mais próxima da alegação diametricamente oposto. (4)

Mesmo que nós aceitemos que a “fantasiosa primeira célula” que os Darwinistas dizem representar o início da vida (e que de maneira nenhuma poderia surgir como efeito do acaso) tenha emergido espontaneamente, até a mais pequena das fases do imaginário processo evolutivo, que teria que ter ocorrido como etapa para o aparecimento do ser humano (com todas as suas estruturas complexas), exigiria uma quantidade enorme de informação produzida através de mutações infindáveis.

“Todas” estas mutações teriam que ter sido benéficas para a forma de vida, ou causar o aparecimento de algo “novo”, porque um simples erro no desenvolvimento desta forma de vida fictícia iria causar a que todo o sistema entrasse em colapso.

Nove e nove porcento das mutações são prejudiciais embora 1% das mesmas sejam neutrais. Alegar, portanto, que cada uma destas mutações que, segundo a teoria da evolução teriam que ocorrer, foram benéficas, é algo que contraria a razão e a ciência.

É, desde logo, impossível que um novo tipo de órgão ou traço que não existia previamente apareça por acaso como efeito de mutações. As mutações não têm poder para atribuir às formas de vida informação que não lhe pertence, ou transformar esta forma de vida num noutro tipo de forma de vida.

A ideia das mutações representa a maior manifestação da falsidade e de pensamento ilógico por parte dos Darwinistas visto que a ideia da evolução encontra-se fundamentada nestas ilusórias “mutações benéficas”, que não existem.

A Vasta Quantidade de Tempo Necessária para as Mutações Benéficas

Mesmo que avancemos com a hipótese de que as mutações benéficas poderiam ocorrer, a ideia das mutações aleatórias ainda é incompatível com a teoria da evolução. Num artigo com o título “The Inadequacy of Neo-Darwinian Evolution As a Scientific Theory,” o Professor Murray Eden do MIT (Massachusetts Institute of Technology, “Faculty of Electrical Engineering”) demonstrou que, se fossem precisas seis meras mutações para causar o aparecimento duma mudança adaptativa, isto ocorreria aleatoriamente uma vez em cada mil milhões de anos – enquanto quem se estivessem envolvidas duas dúzias de genes, isto iria requerer 10,000,000,000 anos, que é muito mais do que a idade da Terra. (5)

george_g_simpsonMesmo que assumamos que as mutações eram eficazes e benéficas dentro de órgãos complexos e de estruturas sofisticadas, exigindo que ocorra mais do que uma mutação ao mesmo tempo, os matemáticos ainda dizem que o problema do tempo é um dilema sério para os Darwinistas.

Até mesmo o Professor de Paleontologia George G. Simpson, um dos Darwinistas mais impenitentes [do século 20], claramente afirma que seria necessária uma duração de tempo infinita para que cinco mutações ocorram ao mesmo tempo. (6)

Uma quantidade de tempo infinita significa probabilidade zero, e esta é uma probabilidade aplicada a todas as estruturas e organismos que os seres vivos têm. Logo, não há a mínima possibilidade da gloriosa variedade de formas de vida que actualmente existe ter surgido como efeito de mutações aleatórias.

O evolucionista George G. Simpson levou a cabo outros cálculos relativos à alegação em questão. Ele admitiu que dentro duma comunidade de 100 milhões de indivíduos, que se assume que produza uma geração todos os dias, uma consequência positiva proveniente das mutações iria ocorrer uma vez em cada 274 mil milhões de anos. Esse número e imensas vezes maior que a idade da Terra (…) (7) Claro que estes cálculos assumem que as mutações têm uma efeito positivo em cada geração, mas tal presunção não se aplica ao mundo real.

Porque é que o corpo que supostamente está a evoluir protegido contra as mutações?

Todos os cientistas evolucionistas sabem que a probabilidade dum erro de replicação ocorrer no ADN das formas de vida, sem motivo algum, são muito baixas. As pesquisas já revelaram que existem elementos protectores na célula que impedem o aparecimento de erros genéticos.

A informação que se encontra dentro do ADN não pode ser copiada durante a ausência de enzimas especiais que se protegem umas as outras contra o aparecimento de erros. Entre estas incluem-se enzimas-filtro que garantem que o aminoácido certo se une ao tRNA certo. Um filtro rejeita aminoácidos que são demasiado grandes, e outro aqueles que são demasiado pequenos. Este é um sistema muito sensível e racional.

Existem também enzimas que fazem a avaliação final contra a probabilidade do surgimento de qualquer erro dentro deste sistema inteligente. Os cientistas concluíram que existe um sistema de controle e de protecção celular (focado em manter a integridade do ADN)  melhor do que se pensava. (8)

pierre_grassePierre Paul Grassé, que durante 30 anos foi professor de evolução na Universidade Sorbonne, escreveu o seguinte em relação a este assunto:

A probabilidade do pó transportado pelos ventos produzir a obra “Melancholia” de Dürer é menos infinitesimal do que a probabilidade de erros de cópia nas moléculas de ADN levarem à formação de um olho. (9)

Os Darwinistas ignoram este miraculoso sistema dentro do ADN, evitam um aprofundamento em relação a este tópico, e evitam produzir algum tipo de explicação para o mesmo. Mas eles constroem um cenário em relação à história da vida, cenário esse  construído sobre erros de replicação que têm uma probabilidade de quase zero de ocorrerem. Mais uma vez, isto revela a irracionalidade da lógica Darwinista.

Seguindo da posição de que a ideia de Darwin, da selecção natural, claramente não é a verdadeira história relativa a assim-chamada evolução, e da emergência das leis da genética, que são um golpe letal para o Darwinismo, a alegação em torno do “efeito evolutivo das mutações”, que tem sido a principal arma do neo-Darwinismo, foi revelada como nada mais que uma decepção.

É absolutamente ridículo alegar que um mecanismo tal como a mutação aleatória, que danifica, destrói e mata o organismo vivo, e por vezes prejudica todas as gerações futuras, pode causar o surgimento de formas de vida totalmente novas.

Mas há já muitos anos que as massas foram levadas a acreditar nesta mentira, embora os cientistas Darwinistas estejam bem cientes que tal poder miraculoso não existe. Até mesmo Richard Dawkins, um dos mais ardentes evolucionistas dos dias de hoje, admite que “as mutações são deletérias, e como tal, efeitos indesejáveis são muito prováveis.”(10)

O motivo que leva os Darwinistas a continuar a propor este alegação desacreditada como um mecanismo para a evolução é a sua devoção à religião supersticiosa do Darwinismo.

~ http://bit.ly/2cIfdVx

* * * * * * *

Convém salientar que uma das respostas que os evo-animistas dão como exemplo de “mutação benéfica” são instâncias onde a forma de vida de facto obtém algum tipo de vantagem devido a uma mutação.

Por exemplo, numa ilha ventosa, os insectos sem asas podem ter a vantagem de não serem “soprados” para o alto mar. Os peixes que vivem em ambientes sem luz podem ter algum tipo de vantagem em perder a faculdade da visão e passar a depender de outros sentidos (economia de nutrientes na manutenção de órgãos sem uso).

Mas em todos os casos de “mutações benéficas”, nenhuma mutação dá à forma de vida um acréscimo informacional que, com o passar do tempo, vá aumentando quantitativamente a densidade informacional. É nesse sentido que se fala em “mutação benéfica”.

Há que distinguir entre uma mutação que dá uma vantagem objectiva à forma de vida, da mutação que aumenta a informação no genoma da dita forma de vida. A primeira já foi observada, mas a que a teoria da evolução precisa é da segunda, que, como seria de esperar, nunca foi observada.

Resumidamente, a teoria da evolução depende de forças que não existem, mecanismos que nunca foram observados, e factores que contradizem a lógica e a ciência. Mas a teoria lá vai sendo empurrada com relutância pelos evolucionistas visto que sem, ela, eles têm que admitir publicamente o que, entre eles, eles já sabem: a teoria da evolução é uma fraude.

Como sempre, a ciência, quando interpretada da forma correcta, está de acordo com a Bíblia. As mutações aleatórias não geram novas estruturas e novas formas de vida uma vez que a vida depende de informação, e, segundo o que já foi observado, a informação é sempre o efeito de uma ou mais mentes inteligentes. Como Deus “finalizou” a Sua actividade Criativa no 6º Dia da Criação, o que nós temos experimentado desde então é a recombinação de genes que já existem.

Fontes:

1 Nicholas Comninellis, Creative Defense, Evidence Against Evolution, Master Books, 2001, pp. 74-75
2 Jonathan Wells, Ph.D., The Politically Incorrect Guide to Darwinism and Intelligent Design, Regnery Publishing Inc., Washington, 2006, p.34
3 Ibid., p. 36
4 Jonathan Wells, Icons of Evolution, pp.185,186, 187
5 Gordon Rattray Taylor, The Great Evolution Mystery, Sphere Books Ltd., 1984, p. 4
6 Ibid., p. 230
7 Nicholas Comninellis, Creative Defense Evidence Against Evolution, Master Books, 2001, p. 81
8 Ibid., pp.74-75
9 Ibid., p. 81
10 Richard Dawkins, The Extended Phenotype, Oxford University Press, 1999, p. 141 2009-07-08 15:40:52
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As mutações causam algum tipo de evolução?

Será razoável acreditar que, dado tempo suficiente, as mutações podem causar a evolução dum organismo? É lógico aceitar – como o fazem os evo-animistas – que tudo pode acontecer desde que haja tempo suficiente;? Ou será mais lógico aceitar que as mutações são, de forma geral, inimigas do gradualismo aleatório?

Charles Darwin explicou o modelo evolutivo em torno das origens através do mecanismo da selecção natural atravessando longos períodos de tempo. Ele acreditava também que certas características adquiridas poderiam ser passadas para a geração seguinte. Por exemplo, a girafa evoluiu o seu longo pescoço porque foi tentando esticá-lo para atingir o alimento que se encontrava no topo das árvores. A informação genética para um pescoço mais longo era passada para a descendência através da “pangênese”.

gregor_mendelNo entanto, no princípio do século 20, os cientistas começaram a entender melhor o trabalho de genética levado a cabo pelo monge agostiniano, botânico e meteorologista  Gregor Mendel, e aperceberam-se que a pangênese era cientificamente impossível.

Eles propuseram a explicação de que erros aleatórios na replicação do ADN, com o nome de mutações, causavam mutações benéficas. Isto ficou conhecido como o Neo-Darwinismo; algo novo (neo) havia sido acrescentado aos conceitos Darwinianos.

Os problemas em relação às mutações como força contribuidora para a evolução são imensos, extensos e amplamente documentados.

A evolução requer um aumento absoluto na quantidade e na qualidade da informação genética. Para que um organismo possa evoluir para outro organismo, nova informação genética tem que ser adicionada. O motivo pelo qual o homem é diferente duma beringela, por exemplo, é porque o homem tem código genético para coisas que a beringela não tem. Devido a isto, a evolução depende de mutações de modo a que estas possam causar um aumento dos dados genéticos.

Para que uma mutação possa desempenhar um papel na evolução, muitas coisas teriam que acontecer. O problema é que as mutações frequentemente causam perdas de informação, e por vezes uma transferência de informação, mas nunca uma aumento de informação. Isto é, as mutações caminham na direcção errada visto que a evolução requer uma expansão genética sem fim (algo cientificamente impossível).

Em vez de explicarem a origem de novas formas de vida, as mutações explicam a origem da morte e das doenças.

MatematicaOutro problema é a matemática; as mutações são raras e elas ocorrem uma vez em cada 10 milhões de replicações. As probabilidades de duas mutações relacionadas ocorrerem é uma entre 100 triliões [numeração Americana]; no entanto, dada a abundância de genes nos organismos, as mutações podem e de facto ocorrem. Mesmo assim, a maior parte das mutações são prejudiciais, levando à morte do organismo antes do nascimento, ou à perda de funções específicas.

Apenas uma em cada 1000 mutações não é prejudicial, e a maior parte delas são neutrais – isto é, não têm efeito algum nos organismos. Certamente que é por isso que elas têm que ser evitadas. As radiações e as substâncias químicas mutagénicas são evitadas e não buscadas.

No entanto, outro problema para as mutações é que muitas das que são conhecidas como “mutações” nada mais são que variações genéticas. No passado acreditava-se que a resistência das moscas ao DDT era uma mutação e que estas moscas eram mutantes. Considerando a improbabilidade matemática das mutações, os cientistas buscaram por outra explicação. Foi apurado que certas populações de moscas já tinham dentro de si o material genético que lhes fazia resistentes ao DDT.

Esta grande variedade de tipos é exactamente o que seria de esperar dentro do modelo criacionista das nossas origens. A frase Bíblica “segundo seu tipo” é repetida dez vezes no primeiro capítulo do Livro de Génesis. As plantas e os animais foram criados por Deus para apenas se reproduzirem dentro dos seus tipos básicos. As mutações que nós vêmos são o que seria de esperar da corrupção causada pela Queda (Romanos 8:19-22).

O problema final que irei mencionar é que as mutações nunca são vistas a produzir uma nova espécie em laboratório. Isto é especialmente significante se levarmos em conta a mosca da fruta visto que há anos que as salas de biologia têm estado a causar mutações nelas como forma de produzir algum tipo novo das mesmas. Os resultados têm sido moscas sem asas, moscas com asas curvas, moscas com asas longas; mas todas elas são moscas da fruta – e nunca uma áve, uma mosca doméstica ou outra coisa qualquer.

mosca_fruta_muitacoesMuito raramente as mutações causam algum tipo de benefício para o organismo. Algumas bactérias podem perder informação para um gene regulador e passarem a ser resistentes a certos anti-bióticos. As pessoas que têm anemia falciforme não são susceptíveis de contrair a malária. Em todos estes casos, no entanto, as mutações nunca causam algum tipo de evolução visto que houve informação que foi destruída, e não criada.

Conclusão:

As mutações não criam; elas corrompem e na maior parte das vezes levam à morte da vida. Devido a isto, com o passar dos longos períodos de tempo, mais mutações  prejudiciais irão ocorrer, e menos provável é a evolução de ocorrer e explicar a origem das novas formas de vida. A teoria da evolução, que depende em absoluto dos não-existentes poderes criativos das mutações aleatórias, está errada logo à partida.

Modificado a partir do original ~ http://bit.ly/2dfs2IL
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O ateísmo é benéfico para a ciência?

Por Michael Egnor

Um biólogo ateu, com o nome de P.Z. Myers, ataca o Cristianismo fazendo várias perguntas em relação ao mundo natural,  acreditando que essas perguntas são melhor respondidas pelos ateus do que pelos Cristãos:

pz_myersAlguns de nós, como eu, somos ateus porque a religião não nos dá nada do que queremos, é pouco satisfatória em lidar com as coisas em relação às quais nos importamos, e muito má em responder a uma questão muito humana, “Porquê?”. Em vez disso, eles preferem lançar ataques contra os outros, ignorando os seus próprios falhanços, e fingindo que as questões que eles ignoram já foram respondidas.

Queres saber as coisas com as quais os Novos Ateus, que são as mesmas que os Velhos Ateus, se preocupam? Nós temos perguntas importantes. Estas questões não foram e nem podem ser respondidas por apologistas religiosos. O processo de as explorar honestamente é precisamente o que nos leva ao ateísmo, e como tal, eles têm que as evitar.

Vejamos “o que nos leva ao ateísmo”. Eis aqui algumas das questões de Myers e as minhas repostas:

Porque é que deveríamos acreditar em deus algum? Não precisamos duma autoridade inteligente para explicar o universo.

Claro que precisamos duma autoridade inteligente para explicar o universo. O universo está repleto de inteligibilidade. A natureza encontra-se governada por leis físicas extraordinariamente complexas e elegantes, e a leis em si estão escritas na abstracta linguagem da matemática. De facto, os físicos teóricos têm frequentemente que explorar  teorias matemáticas totalmente novas como forma de poderem explicar o comportamento da matéria sem vida.

Afinal de contas, Newton descobriu o cálculo como forma de poder fazer física. Heaviside (usando as equações de Maxwell)  precisou de desenvolver o cálculo de osciladores electromagnéticos como forma de compreender a electricidade em corrente alternada. Einstein (e o seu amigo o matemático Grossman) reinventaram a geometria não-euclidiana e o cálculo tensorial como forma de entender a geometria.

Heisenberg teve que desenvolver a mecânica matricial como forma de entender o mundo quântico. Dirac previu a existência da anti-matéria simplesmente com base em considerações matemáticas, e os modernos defensores da teoria de cordas tais como Edward Witten trabalham na crista da onda da matemática. Os buracos negros foram previstos com base nas singularidades nas equações tensoriais da relatividade (….).

É surpreendente (e elegante) que o próprio retináculo do universo, desde o mundo sub-atómico até aos cosmos, seja desenhado na matemática abstracta e elegante. O universo grita por autoridade inteligente. Para a pergunta implícita de Myers “É a base da existência mais como uma coisa ou como uma mente?” só há uma resposta: a base da existência é como uma mente.

Outra forma de entender esta bonita teleologia que permeia toda a criação centra-se na informação – a restrição de probabilidade de resultados em relação aos processos naturais. Esta informação é particularmente surpreendente nas formas de vida. A nanotecnologia intrincada que facilita o metabolismo celular encontra-se controlada e replicada por um código genético com letras, palavras, frases e pontuação que armazena e organiza a informação em disposições de enquadramento justaposto.

A Autoridade Inteligente – a Mente – que governa o cosmos e a vida através de informação tem uma apreciação espantosa pela linguagem e pela matemática, e tem uma preocupação especial com o ser humano visto que este recebeu a capacidade de descobrir a extraordinária lógica da criação.

… de facto, assumir que o mundo é o resultado dum processo natural não-dirigido, tem um registo muito melhor no que toca a gerar respostas.

Lenga lenga.

A ciência moderna surgiu apenas e só dentro do ambiente Cristão. Roger Bacon, Copernicus, Galileu, Newton, Kepler, Faraday, Pasteur, Maxwell e muitos outros pioneiros do Iluminismo Científico foram Cristãos fervorosos que atribuíram de modo explícito a inteligibilidade da natureza à agência Divina, e até cientistas do século 20 tais como   Einstein e Heisenberg e Schrodinger e Rutherford e Planck atribuíram a origem da natureza à Uma Agência Inteligente. Einstein é famoso por dizer: “Quero saber os pensamentos de Deus…”

Muito poucos grandes cientistas atribuíram a origem do mundo aos “processos não-direccionados”. De facto, o ateísmo tem um registo horrível dentro da ciência.  Durante grande parte do século 20, um terço da humanidade viveu debaixo da bota duma ideologia ateísta. Quais foram os grandes avanços produzidos pelos cientistas da União Soviética?

Quais foram as grandes contribuições científicas da China Comunista, de Cuba Comunista, do Vietname ou da Albânia? Comparem os resultados científicos da Alemanha do Leste (ateísta) com as da Alemanha Federal (Luterana e Católica). Comparem as produções científicas da Coreia do Norte (ateísta) com as da Coreia o Sul (Cristã e Budista).

A realidade dos factos é que durante o século 20, os sistemas ideológicos ateístas que “assumiram que o mundo é o produto dum processo natural, não-dirigido” governaram um terço da humanidade. E qual é o registo científico do ateísmo?

O ateísmo teve a sua chance e nada mais fez que trazer até nós a idade das trevas científica em todas as nações que tiveram o azar de sucumbir perante ele. O ateísmo é, ao mesmo tempo, uma catástrofe para a ciência tal como o é para a humanidade. A única coisa que os sistemas ateístas conseguiram produzir (e ainda produzem até aos dias de hoje) são corpos mortos.

Porque é que não consegues explicar no que acreditas sem recorrer a agitar de mãos, e a coisas confusas, sem sentido e pouco convincentes?

“Agitar de mãos, coisas confusas sem sentido e pouco convincentes”? Diz-nos tu.

Eis como os Cristãos explicam a natureza: a ciência moderna, que é a inferência para a inteligência e a inteligibilidade na natureza – o fruto de dois milénios de civilização Cristã, teologia Cristã e filosofia natural.

Eis como os ateus explicam a natureza: O nada criou tudo sem propósito algum, e criou a vida a partir do que não tem vida (e também sem propósito algum). E criou robôs que pensam que têm um propósito mas que por motivo algum, não têm.

Que tipo de cegueira leva a que um homem com formação como Myers aceite a miséria moral e intelectual que é o ateísmo? O que é que leva uma pessoa ao ateísmo? A cegueira da alma. A verdade está ao nosso redor, mais óbvia que a mão humana em frente à sua cara. O universo tem Uma Mente estampada por todo o local, como uma assinatura.

~ http://bit.ly/2d6NUSd

* * * * * * *

Como é normal, alguns ateus tentam usar o sucesso relativo da ciência como arma contra Deus, sem se aperceberem que o sucesso da ciência se deve a existência de Deus.

Se Deus não existe, porque é que se acredita que as leis da natureza que operam na Terra são as mesmas que operam em outros locais do universo?

Se vivêmos num lugar não-sujeito à uma Mente Inteligente, porque é que todos os ateus esperam que o universo se comporte segundo padrões inteligentes, tanto assim que podemos em certa medida “prever” o futuro com base na fiabilidade das leis naturais?

Mais ainda, se – como defendem os ateus – somos o efeito de forças aleatórias não-inteligentes, porque é que os ateus confiam nas suas capacidades cognitivas? Pode a não-inteligência gerar inteligência? Pode a irracionalidade gerar a razão?

As respostas são bem óbvias, mas os ateus estão moralmente cegos para a verdade. A realidade dos factos é que a ciência é evidência contra o ateísmo, e não contra o Criador. Deus, que é a Mente que criou o universo, fez o mundo de forma a reflectir a forma como Ele pensa, e como Ele espera que nós usemos a nossa mente.

O universo é racional e passível de ser estudado racionalmente porque Deus é Racional. E nós temos a capacidade de entender o universo porque a nossa mente foi feita à Imagem da Mente que criou o universo, e Ele quer que nós entendamos a Sua criação.

Os ateus, na sua luta contra Deus, estão a  gerar as condições para que a irracionalidade pagã volte a tomar o lugar central nas nossas sociedades, o que vai reverter todo o bem que a ciência causou durante os últimos séculos.

pz-myers

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Será que o ferro pode salvar os “milhões de anos”?

Há vários anos atrás os cientistas fizeram a descoberta surpreendente que parecia colocar em causa a crença de que os dinossauros viveram há mais de 65 milhões de anos atrás: tecido mole e vasos sanguíneos no fémur dum T. Rex.

dinossauro_cinzaEsta notícia deixou os secularistas em modo de controle de estragos. Antes deste achado, os cientistas acreditavam que a proteína que compõem o tecido mole presente nas formas de vida não podia durar nem 1 milhão de anos. Devido à sua crença à priori de que os fósseis de dinossauro têm que ter os mitológicos “milhões de anos”, eles voltaram a sua atenção na busca dos motivos por trás desta persistência destas biomoléculas.

Os pesquisadores evolucionistas depositaram a sua fé nas propriedades únicas do ferro como forma de salvar a sua crença nos mitológics “milhões de anos”. Eles avançam com a teoria de que o ferro, que é bastante dentro da hemoglobina do sangue, serviu como um preservante do tecido macio do T. Rex*.

O ferro pode ter ajudado na ligação das estruturas moleculares e impedido a sua degradação. Um processo semelhante ocorre quando o tecido macio recente é preservado num tipo de formaldeído com o nome de formalina. No entanto, este tipo de preservação é temporário.

Uma experiência recente envolvendo tecido de avestruz revelou que, em laboratório, o ferro da hemoglobina pode preservar o tecido até dois anos. Mas continua a ser uma posição difícil de acreditar que o ferro poderia preservar o tecido mole durante milhões e milhões de anos.

Enquanto isso, os pesquisadores descobriram um fóssil de mosquito envolvido em sangue e “dataram” com 46 “milhões de anos”. Tal como com o tecido macio do T. Rex, em vez de colocarem em dúvida os “milhões de anos”, que requerem uma preservação milagrosa do sangue, os pesquisadores evolucionistas alegam que este mosquito disponibiliza mais evidências de que as moléculas podem, sim, sobreviver durante milhões de anos.**

Em vez de se esforçarem por demonstrar a forma como o sangue e o tecido macio podem ser preservados durante “milhões de anos”, os criacionistas fazem a conclusão mais óbvio e parcimónica, consistente com a Verdade Bíblica e muitos estudos empíricos em torno da duração das biomoléculas, de que estas fósseis têm apenas alguns milhares de anos, e não os mitológicos “milhões de anos”.***

* * * * * *

Mais uma vez ficamos perante a fé dos evolucionista na sua busca irracional por alternativas à criação e à Terra Jovem.

Perante a descoberta de material orgânico bem preservado, presente em fósseis supostamente com “milhões de anos”, a pessoa que realmente busca a verdade dos factos irá concluir que algo de errado há com os “métodos de datação” que dão idades na ordem dos “milhões de anos”, e que os ditos fósseis devem ser bem recentes.

Mas não é isso que o evolucionista faz, visto que ele tem um compromisso de fé com os  mitológicos “milhões de anos” (e não com a ciência).

O evolucionista, que não aceita à priori que a Terra seja jovem, e que os dinossauros tenham vivido lado a lado com os seres humanos, subverte a ciência, rejeita as observações, e foca-se em “mostrar” como é que material orgânico “macio” dura “milhões de anos”, algo cientificamente impossivel.

Nunca lhe passa pela cabeça (ou pelo coração, visto que a fé na evolução é uma questão moral e não intelectual) que se calhar haja algo de errado com as suas pressuposições, e que se calhar ele deva colocar as observações acima da fé nos “milhões de anos”.

Para nós Cristãos, o importante a reter é que a Palavra de Deus está de acordo com as observações científicas, e que a descoberta de material orgânico bem preservado é exactamente o que seria de encontrar se a Terra fosse Jovem, se os seres humanos tivessem vivido lado a lado com dinossauros, e se os métodos de datação evolucionistas fossem pouco fiáveis.

Louco é aquele que deposita o seu futuro eterno nas mãos de opiniões humanas falíveis e não na Infalível Palavra de Deus.

Tua_Palavra_Verdade_Joao_17_17_2

* T. Rex flesh? Controversial soft tissue finally explained | Fox News http://fxn.ws/2cQgA2z

** Dale E. Greenwalt, et al. “Hemoglobin-derived Porphyrins Preserved in a Middle Eocene Blood-engorged Mosquito,” Proceedings of the National Academy of Sciences 110 no. 46 (November 12, 2013): 18496–18500.

*** Para um estudo mais aprofundado em relação à preservação de tecido macio no registo fóssil, ver este PDF.

Fonte: http://bit.ly/2da8Dbb

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Evolucionista demite-se de escola Cristã por esta ensinar factos e não mitos ateístas.

Por Garret Haley

Professor de Filosofia associado a organizações promotoras do evolucionismo demitiu-se duma faculdade Cristã depois desta ter afirmado a sua aderência à interpretação Bíblica da criação de Adão e Eva. Dr. James Stump começou a ensinar na Bethel College em 1998, trabalhando como Professor de Filosofia durante vários anos. No mês passado a faculdade Bethel College emitiu uma declaração esclarecendo a sua posição em relação às origens. A declaração afirmou a crença da escola na criação singular de Adão e Eva por parte de Deus.

Esta afirmação é importante para distinguir a humanidade dos animais, como criados à imagem de Deus (Génesis 1:27, 2:7), para justificar a obra redentora de Cristo para expiar o pecado representativo da humanidade através de Adão (1 Cor 15:45), respeitar as genealogias de Lucas 3, justificar as inferências a Adão do Novo Testamento por parte de Paulo (Romanos 5:12-17), e outras coisas.

infiltracaoPara além desta declaração, a faculdade acrescentou que esperava que o corpo docente concordasse com ela.

No entanto. Stump anunciou que iria demitir-se da faculdade devido à interpretação Bíblica da escola. Citando “tensões” entre as suas crenças e a declaração da escola, Stump escreveu uma carta onde se lia que ele iria procurar “trabalho alternativo”.

Claramente, Stump duvida da leitura literal da criação tal como descrita em Génesis, e em vez disso acredita que a evolução humana é compatível com as Escrituras. Actualmente, ele é gestor de conteúdo na BioLogos – organização que promove evolução teísta, rejeita o criacionismo da Terra Jovem, e apela aos Cristãos para aceitar a crença de que a Terra tem “milhões de anos”.

Num post de Janeiro presente no blogue da BioLogos, Stump escreveu que “Nós humanos fomos moldados através da morte e do sofrimento causado pelos eons de evolução – formas de vida que vieram do pó da Terra e voltaram para ele.”

Depois da demissão de Stump, a BioLogos criticou a decisão da faculdade Bethel College de consolidar a interpretação tradicional de Génesis: Deborah Haarsma, presidente da BioLogos, escreveu:

Nós, aqui na BioLogos, estamos desanimados com esta decisão. Ela colocou Jim [James Stump] na dolorosa situação de ter que escolher entre a vida académica para a qual ele sente que foi chamado, e a comunidade académica dentro da qual ele se encontra há décadas. Para muitos Evangélicos, a posição cracionista evolutiva é-lhes pouco familiar, e até lhes parece impossível – eles não vêem como é possível alguém amar a Bíblia sem rejeitar a teoria da evolução.

Mas na BioLogos, nós não vêmos a teoria da evolução como inerentemente ateísta. Amamos a Bíblia e promovemos a criação evolutiva; nomeadamente, que Deus usou o processo natural da evolução para criar todas as diversas formas de vida, incluindo o ser humano, tal como é inferido através de abundantes evidências genéticas e fósseis.

Muitos outros Cristãos discordam da análise de Haarsma, afirmando que a Bíblia e a teoria da evolução são incompatíveis. O Dr John Morris, do “Institute for Creation Reserch”, afirmou:

A morte desempenha um papel proeminente dentro da teoria da evolução. De facto, para um evolucionista, a morte é algo de normal, bom e algo que disponibiliza o combustível para a mudança evolutiva.

A evolução e a Bíblia estão seriamente em contradição nesse ponto. Se a  evolução (ou mesmo o conceito da Terra antiga, com a morte e os fósseis a antecederem o pecado do homem), está correcta, então a morte é natural, a morte é normal, e a morte antecede o homem. Mais importante ainda, dentro desta visão do mundo a morte não é o salário do pecado visto ela antecede o homem e o seu pecado.

Mas se a morte não é o castigo pelo pecado, então a morte do Senhor Jesus Cristo não pagou o salário do pecado, nem a Sua Ressurreição sobre a morte disponibiliza a vida eterna.

Embora crença na criação e na Terra Jovem não sejam essenciais para a salvação (muitos Cristãos erradamente acreditam e fazem coisas condenadas pela Bíblia), se a teoria da evolução está correcta,, se a Terra é antiga, se os fósseis foram criados antes do aparecimento do ser humano, então o Crisitanismo está errado. Estas ideias [evolutivas] acabam com os fundamentos do Evangelho e negam a obra de Cristo na cruz.

A evolução e a salvação são conceitos mutuamente exclusivos.

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Esta última frase encerra em si tudo o que precisamos de saber sobre a utilidade ideológica da “teoria” da evolução. Nós Cristãos temos que nos aperceber que quem promove a teoria da evolução, está a promover uma religião alternativa, e tem que ser tratado de forma adequada. A harmonização entre a teoria da evolução e a Bíblia é impossível porque a primeira foi criada com o propósito de atacar a segunda:

O Cristianismo tem lutado, e ainda luta, e lutará, desesperadamente contra a ciênciadevido à teoria da evolução visto que a evolução destrói por completo o motivo pelo qual a vinda à Terra de Jesus era supostamente necessária.

Destruam Adão e Eva e o pecado original, e nos escombros irão encontrar os restos tristes do Filho de Deus. Acabem com o significado da Sua morte. Se Jesus não é o Redentor que morreu pelos nossos pecados, e isso é o que significa a teoria da evolução, então o Cristianismo não é nada.”

– Bozarth, G. Richard, “The Meaning of Evolution,” American Atheist (February 1978), page 30. – Capitalização por parte do tradutor.

Como é que se pode harmonizar aquilo que, por definição, tem que estar em oposição?.

Claro que há “Cristãos” que discordam desta afirmação e vociferam que é possível harmonizar  Génesis com os mitológicos “milhões de anos” e com a “teoria” da evolução. Mas se os pressionarmos um bocado, rapidamente iremos ver que a sua “harmonização” nada mais é que a distorção da leitura contextual da Génesis. Ou seja, eles “harmonizam”  a teoria da evolução com Génesis distorcendo Génesis.

Resumidamente, é importante não dar espaço para estes infiltrados porque a propagação do seu veneno pode pode levar outros a cair no erro de acreditar que ateus, piolhos, pulgas e bactérias têm um parente comum.

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