Como a ciência depende de visão Bíblica do mundo

Por Philip Carlson

É-me dito com frequência que a ciência deveria ser a juíza maior da verdade. Seria muito bom se isto fosse verdade, mas esta crença não sobrevive ao escrutínio visto que seria preciso que a ciência fosse a autoridade final em todos os assuntos. Embora isso possa ser um pensamento simpático, a realidade dos factos é que ele não aguenta o seu próprio peso.

“Nós só devemos acreditar naquelas coisas que podem ser cientificamente comprovadas”. Mas é esta frase em si cientificamente comprovável? E o que dizer daquelas ideias que parecem inacessíveis para a ciência? Declarações tais como “Ela é bonita”, “Isso está errado”, “O aborto é um mal”, “O vermelho é uma cor”, “O um é um número ímpar”, e assim por adiante.

Torna-se claro que muito tópicos teriam que ser explorados como forma de analisar esta ideia conhecida como cientismo, e uma destas áreas envolve as muitas pressuposições da própria ciência.

Como é que algo que depende de outras coisas pode ser declarada como a juíza única da verdade e a única fonte de conhecimento?

Pode-se ver facilmente que se P é uma pressuposição de Q, então P é fundamental para Q, e que P é necessário para Q. Se colocarmos de parte P, então temos também que colocar de parte Q.

Quais são os P da ciência? Se por acaso tu és um realista científico, tens que concordar que a ciência opera segundo algumas pressuposições. Em “Nature of Philosophy”, John Kekes afirma:

A ciência tem compromisso com várias pressuposições: que a natureza existe, que ela tem uma ordem detectável, e que ela é uniforme, são tudo pressuposições existenciais da ciência. A distinção entre o espaço e o tempo, entre a causa e o efeito, entre o observador e o objecto observado, entre o aparente e o real, e entre o ordenado e o caótico, mais não são que pressuposições classificativas.

Enquanto que a testabilidade interdisciplinar, a quantificabilidade, e a disponibilidade pública dos dados são pressuposições metodológicas, algumas das pressuposições axiológicas são o relato honesto dos resultados, a nobreza moral de se apurar os dados reais, e a escrupulosidade em se evitar erros observacionais ou experimentais.

Se qualquer uma destas pressuposições é colocada de parte, a ciência tal como a conhecemos, não pode ser feita. No entanto, a aceitação destas pressuposições não pode ser vista como algo mundano porque todas elas foram colocadas em causa e  temos à nossa disposição alternativas.  (1)

Kekes levanta um argumento sólido em favor do falhanço do cientismo. Se há coisas concretas que têm que estar em operação antes de ciência funcionar, então essas coisas são ainda mais fundamentais e fundacionais para se determinar a verdade.

Muitas pessoas dizem que temos que olhar para os artigos científicos revistos por pares para encontrarmos declarações reais em torno da forma como o mundo é, mas esta frase assume a honestidade das pessoas que reportam os seus resultados. Esta suposição não pode ser tida como certa visto que, por motivos de fraude em favor do autor ou dos autores dos artigos, o número de retratações, de plágios, e até de processos criminais estão dentro do âmbito das possibilidades.

Existem pressuposições filosóficas adicionais que têm que ser levadas em conta antes de se poder fazer ciência. J. P. Moreland fez uma lista decente destas pressuposições científicas em mais do que uma das suas obras (2,4). Ele lista (2) pelo menos 10:

1. A existência dum mundo real, independente de qualquer teoria.
2. A natureza organizada do mundo externo.
3. A cognoscibilidade do mundo externo.
4. A existência da verdade.
5. As leis da lógica.
6. A fiabilidade das nossas capacidades cognitivas e sensoriais como colectores-de-verdade e como motivo da crença justificada no nosso ambiente intelectual.
7. A adequação da linguagem como forma de descrever o mundo.
8. A existência dos valores [morais] usados na ciência.
9. A uniformidade da natureza e da indução.
10. A existência de números.

Todas estas pressuposições servem de fundamento para quem quer levar a cabo ciência da forma como ela é executada. Estas ideias têm que estar estabelecidas e discutidas antes da ciência ser forjada. (Elas têm que, pelo menos, ser assumidas de modo implícito.)

A consistência e a coerência destas pressuposições depende da visão do mundo mantida pela pessoa. É muito difícil para um ateu avançar com um certo número destas ideias de forma consistente, no entanto muito provavelmente ele é a pessoa que avança com esta visão (ou com uma variação da mesma).

(…)

–  http://bit.ly/1swMGFN

* * * * * * *

As pressuposições Bíblicas da ciência revelam como é ridículo o ateu tentar usar a ciência contra o Cristianismo visto que ciência moderna depende de crenças que só têm justificação dentro da visão Cristã do mundo.

Dos 10 items citados em cima, nenhum deles depende da visão ateísta do mundo, mas sim da visão Cristã do mundo. Isto não significa que só os Cristãos conseguem fazer ciência, mas sim que para se fazer ciência tem que se assumir coisas que são podem ser explicadas se o Deus da Bíblia for o Criador do universo.

Tomando como exemplo a verdade e a obrigação do cientista de reportar os seus dados de forma honesta, das duas visões do mundo – ateísmo e Cristianismo – qual das duas afirma que é imperioso dizer a verdade? Para o ateísmo, a verdade encontra-se sujeita à sua utilidade pragmática, mas dentro do Cristianismo a verdade é absoluta (isto é, o Cristão é sempre obrigado a dizer a verdade, quaisquer que sejam as consequências).

Por isso é que é hilariante ver um ateu menos informado a tentar validar o ateísmo com base na ciência, sem no entanto se aperceber que a ciência (e especialmente as suas  pressuposições) é uma evidência óbvia de que o ateísmo é falso e que Deus tem que existir.

Referências:
(1) Kekes, John; “Nature of Philosophy” (Totowa, New Jersey: Rowman and Littlefield, 1980) pp.156-157
(2) Moreland, J. P.; “The Creation Hypothesis” (Downers Grove, Illinois: Intervarsity Press, 1994) p. 17
(3) Moreland, J. P.; Craig, William Lane; “Philosophical foundations for a Christian worldview” (Downers Grove, Illinois: Intervarsity Press, 2003) pp. 346-366
(4) Moreland, J. P.; “Christianity and the Nature of Science” (Grand Rapids, Michigan: Baker Book House, 1989)
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Fósseis transicionais não foram encontrados porque eles não existem.

Por Brad Harrub, Ph.D.

Origem_SubitaPorque é que os fósseis transicionais nunca foram encontrados? Segundo o evolucionista Jeffery Schwartz, “eles não foram encontrados porque eles não existem” (“Pitt. Professor’s Theory…,” 2006). Será que este evolucionista abandonou o barco e juntou-se aos criacionistas? Claro que não. De facto, a sua declaração nada mais é que uma forma de apoiar uma teoria evolutiva alternativa à medida que os Neo-Darwinistas se apressam para defender a sua premissa vacilante.

Jeffery Schwartz defende uma nova teoria, com o nome de “origem súbita”, no lugar das mudanças graduais e incrementais outrora propostas pelos evolucionistas. [Se o conceito da “origem súbita” parece irónico, pode ser porque é exactamente isso que os criacionistas há décadas têm alegado.] Schwartz defende que a mudança gradual não ocorre, declarando que “a evolução não é necessariamente gradual, mas frequentemente súbita, e com expressões de mudança extremas.” (“Pitt Professor’s…,”)

Em Janeiro de 2006 Schwartz publicou um artigo na revista “New Anatomist”. O comunicado de imprensa da universidade de Pittsburg indicou que o seu artigo [então]  vindouro disponibiliza um melhor entendimento da estrutura celular, que, segundo Schwartz, confirma de forma mais vincada a sua teoria evolutiva da “origem súbita”.

Esta versão evolutiva “recém melhorada”, ou “arrumada” de forma organizada, foi originalmente detalhada no seu livro de 2000 com o título de “Sudden Origins: Fossils, Genes, and the Emergence of Species”. Segundo Schwartz, a evolução é uma expressão de “mudança que teve início ao nível celular devido a radicais factores de stress ambiental (tais como o calor, o frio ou a aglomeração) anos antes”. (“Pitt Professor’s…”). Segundo Schwartz, o mecanismo é o seguinte:

 A convulsão ambiental causa a que os genes sofram mutações, e estes genes que sofreram mutações permanecem num estado recessivo, propagando-se silenciosamente por toda a população até que apareçam descendentes com duas cópias da nova mutação e sofram uma mudança súbita, o que causa a impressão de aparecerem do nada. (“Pitt Professor’s…”).

Aparecerem do nada?

Em defesa da sua teoria, Schwartz descreveu o porquê das células não sofrerem modifições subtis e constantes de pequena escala com o passar do tempo, que é o que Darwin e os seus seguidores previram. O comunidado de imprensa salientou:

Os biólogos celulares sabem a resposta: as células não gostam de sofrer mutações e elas não as sofrem com facilidade.

Consequentemente, estas gigantescas modificações ambientais levam a mutações que “podem ser importantes e benéficas (tais como dentes ou membros) ou, o que é mais comum, levam à morte do organismo.” Schwartz alegou posteriormente que “é o meio ambiente que perturba o seu equilíbrio e, como é o mais provável, tanto os mata como os modifica. Como tal, os organismos estão a ser controlados pelo meio ambiente, e não a adaptarem-se a ele.” (“Pitt Professor’s…”)

Façamos um resumo:

1. Os fósseis transicionais não existem.
2. As modificações graduais não acontecem; o que acontece são modificações súbitas.
3. As células não gostam de modificações e dificilmente mudam.
4. As mutações não se podem “cimentar” o suficiente de modo a permitir que a evolução ocorra – e mesmo assim, quando ocorrem, é mais provável as mutações matarem o organismo.
5. Os organismos não se estão a adaptar ao meio ambiente, mas sim a serem “controlados pelo meio ambiente”.

Tudo isto nada mais parece que um texto escrito por criacionistas ha décadas atrás visto que há já muito tempo que eles reconheceram que a vida surgiu subitamente na Terra. De facto, não só não existem fósseis transicionais, como a diversidade que observamos à nossa volta não pode ser explicada como efeito de modificações graduais.

Para além disso, é amplamente sabido que a maior parte das modificações não são benéficas e que as células não gostam de “mudar”. Quanto tempo mais até que estes homens dêem o passo final e creditem a Deus pela “origem súbita” da vida?

Britanicos_Duvidam_GradualismoÀ medida que estudos tais como este continuam a aparecer nas notícias, não é de estranhar que tantas pessoas continuem a duvidar da teoria da evolução. Muitas pessoas começam a entender que a teoria da evolução não tem as respostas que prometia ter. De facto, e tal como reportou a BBC News, “segundo uma sondagem de opinião, pouco menos de metade dos Britânicos aceita a teoria da evolução como a melhor descrição para o desenvolvimento da vida” (“Britons Unconvinced…,” 2006).

No artigo da BBC, Andrew Cohen, editor para a “Horizon”, salientou:

A maior parte das pessoas esperaria que o público se colocasse do lado da teoria da evolução, mas parece que existem muitas pessoas que parecem acreditar numa teoria alternativa para a origem da vida.

A notícia continua:

 Estes dados causaram surpresa junto da comunidade científica. Lord Martin Rees, Presidente da “Royal Society” disse: “É surpreendente que tantas pessoas continuem a ter dúvidas em relação à evolução Darwiniana. Darwin propôs a sua teoria há quase 150 anos atrás, e ela é agora apoiada por um imenso peso de evidências.” (“Britons Unconvinced…,” 2006).

Imenso peso de evidências? Claramente, Martin Rees ainda tem que chegar às mesmas conclusões a que chegou Schwartz e muitos outros. O verdadeiro “peso” está do lado de quem defende uma origem súbita – origem esta que só pode ser explicada como efeito da Mão criadora de Deus.

Não há fósseis transicionais, não há modificações graduais e nem há modificações benéficas que expliquem a diversidade biológica; parece que o verdadeiro “peso” é a verdade que o evolucionistas têm agora que explicar.

http://bit.ly/1XexK8Y

Referências:

“Britons Unconvinced on Evolution,” (2006), BBC News, January 26, [On-line], URL: http://news.bbc.co.uk/1/hi/sci/tech/4648598.stm.

“Pitt Professor’s Theory of Evolution Gets Boost From Cell Research” (2006), University of Pittsburg: News From Pitt, January 26, [On-line], URL: http://www.umc.pitt.edu:591/m/FMPro?-db=ma&-lay=a&-format=d.html&id=2297&-Find.

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Respostas a algumas questões

Uma comentadora enviou-me algumas perguntas pelo Facebook:

1. Como os animais carnívoros passaram os dias do dilúvio sem se alimentar, bem como os herbívoros que se alimentavam de certos tipos de plantas das regiões específicas comiam?

Os erros desta pergunta são assumir que 1) havia animais carnívoros dentro da Arca, e que 2) os herbívoros que existiam só se alimentavam “de plantas das regiões específicas”. Na realidade dos factos, Deus criou o ser humano e todos os animais para se alimentarem de vegetação (isto é, serem herbívoros) e não para se alimentarem de carne. Portanto, a questão resolve-se levando em conta o que a Bíblia diz.

É preciso levar em conta que a Terra pré-Diluviana era bastante diferente da Terra actual – não só ao nível atmosférico mas ao nível da vegetação. Uma das evidências em favor desta posição é o decréscimo das idades das pessoas que viveram depois do Dilúvio. Enquanto que os Patriarcas “pré-diluvianos” – de Adão a Noé – conseguiram viver entre 1.000 anos e 700 anos, os Patriarcas “pós-diluvianos” morreram mais “jovens” – entre 600 anos e 200 anos.

Arca_NoeEm relação ao alimento, assumindo que os animais de maiores dimensões não fizeram o que ainda hoje os animais são capazes de fazer, isto é, hibernar, a Arca era suficientemente grande para conter a vegetação necessária para alimentar os animais lá presentes. Deus ordenou a Noé que ele construísse uma arca com 300 côvados de comprimento, 50 côvados de largura e 30 côvados de altura (Génesis 6:15). De acordo com uma estimativa conservadora, o tamanho da arca seria de cerca de 135 metros de comprimento, 20 metros de largura e 15 metros de altura.

Assim, a arca teria tido o volume bruto de cerca de 40 mil metros cúbicos, resultando num deslocamento quase igual ao do luxuoso transatlântico Titanic.

Para além disso, se assumirmos que Deus trouxe até Noé (Génesis 6:20) animais sexualmente maduros mas ainda jovens, então a quantidade de alimento por eles consumida não seria a mesma que animais com idade mais avançada.

2. Os dinossauros foram seres que habitaram a terra antes dos humanos, de acordo com o criacionismo pq eles não sobreviveram ao dilúvio e onde eles são citados na Bíblia se eles viveram milhões de anos antes do ser humano?

Esta pergunta assume:
1) Que os dinossauros “habitaram a terra antes dos humanos”, o que é historicamente falso.
2) Que os dinossauros não “sobreviveram ao dilúvio”, o que é também falso.
3) Que os dinossauros não são citados na Bíblia, o que igualmente – e mais uma vez – é falso.

Em relação ao ponto 1), basta dizer que a crença de que os dinossauros “habitaram a terra antes dos humanos” baseia-se nos cientificamente débeis “métodos de datação”, os mesmos que dão idades na ordem dos “milhões de anos” a rochas que foram formadas nos anos 80. Logo, basear uma crença num método que nós sabemos ser pouco fiável não é logicamente válido.

Para além disso, temos mais evidências contra os mitológicos “milhões de anos” do que a favor dos mesmos:

1. Teoria da Evolução em risco: são descobertos animais terrestres com “333 milhões de anos” http://goo.gl/WhQIwE
2. Fósseis de dinossauro com “75 milhões de anos de idade” ainda têm sangue http://bit.ly/1Hcem8T
3. “Sem evolução durante 2 “biliões de anos” http://bit.ly/1eGbhl3
4. Mariposa “Dinossauro”: Sem evolução durante “40 milhões de anos” http://wp.me/pbA1e-2VS
5. A eficácia dos métodos de datação http://wp.me/pbA1e-2ze
6. 14 fenómenos naturais que contradizem os mitológicos “milhões de anos”: http://wp.me/pbA1e-1XD

Existem evidências mais do que suficientes para se saber que os dinossauros sempre viverem lado a lado com os seres humanos; é só o preconceito dos crentes nos milhões de anos que leva a que este facto não seja mais amplamente difundido. Eis aqui alguns links onde se podem analisar algumas evidências em favor desta posição:

1. Os dinossauros e a Bíblia http://wp.me/pbA1e-32r
2. Evidências suprimidas pela “comunidade científica” em relação aos dinossauros http://wp.me/pbA1e-30T
3. O mosaico de Palestrina mostra humanos interagir com dinossauros http://wp.me/pbA1e-2YO
4. Evidências históricas da coexistência entre humanos e dinossauros http://wp.me/pbA1e-300
5. Referências históricas aos dinossauros e como isso refuta os mitológicos “milhões de anos” http://wp.me/pbA1e-2YX
6. Será que Marco Polo viu um dinossauro? http://wp.me/pbA1e-2Yk
7. A Bíblia fala de dinossauros? http://wp.me/pbA1e-2Vw
8. Os dinossauros da Papua Nova Guiné http://wp.me/pbA1e-2iR
9. Será que os nossos antepassados usaram fósseis para retratar os dinossauros? http://wp.me/pbA1e-2fz
10. Será que os Aborígenes viram dinossauros? http://wp.me/pbA1e-2fi

Dinossauro_Nilo_MosaicoEm relação ao ponto 2) (de que os dinossauros não sobreviverem ao dilúvio) podemos declarar, com base na História, que esta posição é falsa visto que, tal como no ponto anterior, as evidências demonstram que 1) os dinossauros sempre viveram lado a lado com os seres humanos, e 2) que muitos deles sobreviveram ao Dilúvio de Noé.

Como exemplo disto, temos as gravuras que se encontram sobre o Túmulo do Bispo Bell, que, para além de animais que todos nós conhecemos, tem também imagens de animais que são melhor identificados como dinossauros. O Mosaico da Palestrina exibe humanos a interagir com animais que hoje chamamos de dinossauros, e a comunidade científica tem-se esforçado para esconder as evidências que refutam o paradigma dos “milhões de anos” ao ignorar os dados que mostram como os dinossauros sempre viveram lado a lado com os seres humanos.

Por fim, em relação ao ponto 3) podemos também rejeitar esta declaração visto que, embora a palavra “dinossauro” não esteja na Bíblia (algo nada surpreendente se levarmos em conta que 1) a primeira tradução Inglesa da Bíblia é de 1611 e 2) a palavra “dinossauro” foi inventada no século 19), este animal é, na maioria das vezes, referido pelo nome que os antigos davam ao mesmo: “dragão”. Por exemplo:

“E de noite saí pela porta do vale, e para o lado da fonte do dragão, e para a porta do monturo, e contemplei os muros de Jerusalém, que estavam fendidos, e as suas portas, que tinham sido consumidas pelo fogo.”  (Neemias 2 : 13)

Mas a passagem Bíblica que melhor descreve um dinossauro é Jó 40:15-24

15  Contemplas agora o beemonte, que eu fiz contigo, que come a erva como o boi.
16  Eis que a sua força está nos seus lombos, e o seu poder nos músculos do seu ventre.
17  Quando quer, move a sua cauda como cedro; os nervos das suas coxas estão entretecidos.
18  Os seus ossos são como tubos de bronze; a sua ossada é como barras de ferro.
19  Ele é obra-prima dos caminhos de Deus; o que o fez o proveu da sua espada.
20  Em verdade os montes lhe produzem pastos, onde todos os animais do campo folgam.
21  Deita-se debaixo das árvores sombrias, no esconderijo das canas e da lama.
22  As árvores sombrias o cobrem, com sua sombra; os salgueiros do ribeiro o cercam.
23  Eis que um rio transborda, e ele não se apressa, confiando ainda que o Jordão se levante até à sua boca.
24  Podê-lo-iam porventura caçar à vista de seus olhos, ou com laços lhe furar o nariz?

BeemonteAlgumas traduções Bíblicas, imersas que estão no erróneo paradigma dos “milhões de anos”, traduzem a palavra “beemonte” para “hipopótamo” ou “elefante”, mas o versículo 40:17 refuta por completo estas tentativas visto que o mesmo diz que a cauda do Beemonte é como um cedro, algo que não se passa com a cauda dum hipopótamo ou com a cauda dum elefante.

Durante milhares de anos, culturas espalhadas um pouco por todo o mundo reportaram terem visto e interagido com enormes criaturas reptilinias, possuindo corpos alongados, pescoços serpentinos, cabeças contendo chifres, dentes aguçados, caudas longas, com ou sem asas membranosas. Estas histórias, chamadas de lendas de dragões, “tem estado com a humanidade desde o princípio da História“, e são, segundo o famoso evolucionista Carl Sagan, “um fenómeno global“.”

Resumindo:
1) Os dinossauros não “habitaram a terra antes dos humanos” mas sempre viveram lado a lado com o resto da humanidade.
2) Os dinossauros “sobreviveram ao dilúvio”.
3) Os dinossauros são citados na Bíblia só que não são chamados de “dinossauros”, mas (entre alguns outros nomes) de “dragões”,

3. Supondo que Deus seja um ser prefeito e ele criou do homem sua imagem e semelhança pq até hj nos evoluímos?

O problema desta questão é saber o que a comentadora tem em mente. O que é que ela entende com a expressão “até hj nos evoluímos”? Será que ela quer dizer que até hoje o ser humano sofre mutações que lhe conferem algum tipo de vantagem? Isso é óbvio e cientificamente válido, mas isso não serve de evidência em favor do gradualismo aleatório.

Pior ainda, muitas pessoas têm avançado com a tese de que, com o passar dos anos, fisicamente falando, o ser humano está a piorar e não a melhorar. Por exemplo, quando comparado com o Homem de Neandertal, nós hoje temos pior visão e músculos mais flácidos. Se isto é verdade, onde está a “evolução”?

4. Como animais adaptados a climas frios como o urso polar e o pinguim conseguiram ficar vários dias num ambiente diferente?

O erro desta pergunta é assumir que animais “adaptados a climas frios” existiam antes do Dilúvio, mas esta crença é falsa visto que não havia “climas frios” antes do Dilúvio. Para além disso, é possível um animal “adaptado a climas frios” viver em temperaturas mais elevadas.

5. Através do cálculo de idades desde o surgimento do primeiro ser humano na bíblia estima-se que o ser humano surgiu à 15mil anos, como explicam os fósseis humanos com idades superiores a 15 mil?

Não só estes “cálculos” são feitos com métodos que nós sabemos serem pouco fiáveis, como existe uma vasta gama de evidências que mitiga contra esta a posição avançada na pergunta. Por exemplo, uma equipa de 22 arqueólogos descobriu ferramentas de pedra fabricadas há “3,3 milhões de anos”; se a datação evolucionista estivesse certa, isto seria impossível visto que por essa altura o homem alegadamente não existia.

Mais revelador ainda é o facto de se encontrar material orgânico em fósseis com “milhões de anos”, algo impossível se os ditos fósseis realmente tivessem os mitológicos “milhões de anos”.

6. De [onde] vieram as águas do dilúvio?

Está escrito na Bíblia:

No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do mês, naquele mesmo dia se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram – Génesis 7:11

Ou seja, as águas vieram das “fontes do grande abismo” (isto é, do subsolo) e das “janelas do céu”.

7. Com quem Sete e Caim se reproduziu?

Visto que todas pessoas que existem procedem de Adão e Eva (Génesis 3:20), então a esposa de Caim certamente que era uma das suas irmãs. Génesis 5:4 diz:

E foram os dias de Adão, depois que gerou a Sete, oitocentos anos, e gerou filhos e filhas.

A esposa de Sete não é mencionada na Bíblia.

Para onde Caim foi já havia habitantes?

Não há indícios disso no Texto Sagrado.

8. Como os peixes de água doce sobreviveram ?

Peixe_1Os rins dos peixes de água doce excretam o excesso de água (a urina tem quantidades baixas de sal) e aqueles que fazem parte das espécies marinhas excretam o sal em excesso (a urina tem quantidades baixas de concentração de sal).

Os tubarões de água salgada têm elevadas concentrações de uréia no sangue como forma de reter água dentro dum ambiente salinizado, ao mesmo tempo que os tubarões de água doce têm baixas concentrações de uréia no sangue como forma de evitar a acumulação de água. Quando o peixe-serra é movido da água salgada para a água doce, eles aumentam a quantidade de urina 20 vezes, e a concentração da sua uréia sanguínea diminui para menos de 1/3.

A maior parte dos aquários públicos usam a habilidade dos peixes de se adaptarem a tipos de água com salinidade diferentes do seu habitat natural como forma de exibir espécies de água doce e de água salgada juntas. Os peixes podem-se adaptar à salinidade se a mudança for feita gradualmente.  Portanto muitos peixes actuais têm a capacidade de se adaptarem à água doce e à água salgada durante o curso das suas vidas. (…)

Conclusão:

Existem muitas explicações simples e plausíveis que esclarecem a forma como os peixes de água doce e de água salgada podem ter sobrevivido ao Dilúvio. Não há qualquer motivo científico para se duvidar da realidade do Dilúvio tal como ele é descrito na Bíblia.

A ler:

1. Os peixes durante o Dilúvio http://wp.me/pbA1e-2G7

2. Como foi que os peixes sobreviveram ao Dilúvio? http://wp.me/pbA1e-2G2

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O poder oculto da oração

Por Adam Hunter

Mulher_Orando“Vou orar por ti”. Quantas vezes é que dissemos isto a uma pessoa a lidar com a perda ou com uma tragédia? Isto é dito com sinceridade e muitas pessoas podem testemunhar do poder da oração para a cura, para conforto, e até para reverter situações desesperadas. No entanto, para alguém com fé trémula, ou alguém sem fé, as palavras da oração podem parecer um gesto vazio.

No entanto, um artigo recente da “New York Magazine” alega outra coisa.

No texto com o título de “Even Atheists Could Benefit From Praying Every Once in a While,” a escritor Melissa Dahl discute o debate actual levantado pelos tweets de “oração” em resposta a tragédias recentes. Será que se pode provar que a oração tem efeitos tangíveis? A resposta conclusiva a esta pergunta depende do que se está a falar – aqueles que oram, ou aquilo em favor do qual se ora.

Foram feitos estudos que visavam determinar se a oração pode ter algum efeito mensurável na pessoa por que se está a orar, mas estes estudos foram, na melhor das hipóteses, inconclusivos. Dahl escreve:

Até os mais devotos muito provavelmente iriam concordar que as tentativas de se tentar aferir a eficácia a oração são, na melhor das hipóteses, complicadas, e na pior das hipóteses, uma perda de tempo.

Afinal de contas, nem todas as orações são respondidas da forma esperada. Mas, segundo Clay Routledge, professor de psicologia, e falando para a “Psychology Today”, para aqueles que oram, a ciência é sólida: eles exibem um auto-controle mais elevado, menos raiva e menos stress, e são mais susceptíveis de perdoar e de confiar.

Parte disto gira em torno duma parte intrínseca da oração – reverência e humildade. Segundo estudos feitos na Universidade de Califórnia-Berkley, estar em comunhão com Alguém ou algo maior e mais poderoso do que nós – a natureza, Deus, ou as estrelas – tem estado associado a uma felicidade maior e a um bem-estar geral. Dahl cita também um estudo presente na  “Emotions” que faz uma ligação entre os sentimentos de reverência e a redução de factores de risco associados a doenças coronárias e ao cancro.

Isto sugere um terceiro aspecto do poder da oração – para além do seu imensurável efeito que ela tem nos outros, e do comprovado efeito que ela tem em nós, ela prepara-nos para estar prontos para servir os outros em tempos de aflição. Afinal de contas, a oração mantém um estado de espírito positivo e dá-nos força, que nós podemos posteriormente usar quando as pessoas que amamos buscam o nosso apoio.

Se calhar a pergunta “Será que a oração funciona?” tenha que ser modificada para “De que forma é que a oração e ajuda e como é que me ajuda a ajudar as pessoas que eu amo?” Um tweet de oração não pode ser o fim dos nossos esforços.

Todos nós sabemos que a só a oração não resolve os problemas porque também temos que agir. Duma forma misteriosa, uma oração tem o efeito de nos encorajar a levar a cabo essas acções. Usem o poder que é obtido através da oração. Quer tu sejas um crente ou não, todos nós podemos separar um momento para sermos humildes e encontrarmos uma caminho através dos tempos difíceis que estão fora do nosso controlo.

http://bit.ly/1U1b2Sj

Crianças Orar

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Mais evidências de que os dinossauros viveram lado a lado com animais “mais recentes”

Por Brian Thomas

Segundo a teoria da evolução, os dinossauros viveram durante uma era em que as áves e as criaturas terrestres que não eram répteis ou se encontravam presentes numa forma “primitiva”, ou nem existiam ainda.

Mas uma entrevista online emitida pela “National Geographic” disponibilizou um resumo das descobertas fósseis levadas a cabo num depósito fóssil repleto de dinossauros no Madagáscar. Tal como a maior parte dos depósitos fósseis de dinossauros – e totalmente ao contrário do que é exibido nos museus – este local estava ricamente cheio de fósseis de animais que não eram dinossauros.

A questão de se saber se os dinossauros coexistiram ou não com uma vasta gama de outras criaturas é importante, visto que a versão evolutiva da história dos dinossauros contradiz frontalmente a história reportada pela Bíblia. Segundo a teoria da evolução, os dinossauros dominaram certas “eras” dos milhões de anos, mas segundo as Escrituras, no final do sexto dia da criação, todos os animais, e todas as plantas estavam criadas.

Se a versão evolutiva está correcta, então os fósseis de dinossauros deveriam ser achados essencialmente sozinhos. Mas se o que a Bíblia diz está correcto, então os restos fósseis de dinossauros têm que ser encontrados lado a lado, e misturados, com fósseis de áves, mamíferos, e todo o tipo de plantas.

O médico Carl Werner levou a cabo um investigação extensa da teoria da evolução e os seus resultados encontram-se publicados numa série de livros e vídeos. Ele explicou a sua previsão em torno dos estratos e dos fósseis de dinossauro no seu vídeo com o título de “Evolution: the Grand Experiment, Episode 2, Living Fossils”:

Se a evolução não estivesse certa, e se os animais não mudassem com o passar do tempo, eu seria capaz de encontrar plantas e animais com aparência moderna nas camadas rochosas de dinossauros. E é precisamente isto que eu encontro. (1)

Mas para os encontrar, ele teve que ir mais além que as exibições dos museus, que levam a cabo omissões, e ir directamente para a literatura científica. Numa entrevista para a revista Creation, Werner disse que as rochas com fósseis de dinossauro continham “exemplos fósseis de todos os grandes filos de animais invertebrados que se encontram vivos hoje” e “peixes cartilaginosos … peixes ósseos … e peixes sem mandíbula,” bem como “sapos e salamandras com aparência actual”. Misturados entre os dinossauros estão “todos os grupos répteis actuais” e “papagaios, corujas, pinguins, patos, mergulhões, albatroz, biguás, maçaricos, alfaiates, etc.” (2)

David Krause da “Stony Brook University” em Nova York, tem estado a escavar fósseis num depósito Cretáceo no Madagáscar há mais de 10 anos. A entrevista emitida pela “National Geographic” salientou as suas “descobertas importantes e interessantes”, e a vasta gama de restos que ele encontrou está de acordo com o que Werner apurou – imensos tipos de animais presentes nas camadas fósseis onde estão os dinossauros (para além dos dinossauros).(3)

BeelzebufoJuntamente com os dinossauros, os achados incluíam uma áve extinta com o nome de Rahonavis, uma pequena criatura com a aparência dum crocodilo com o nome de  Simosuchus, e um sapo que Krause e os seus colegas deram o nome de Beelzebufo. Para além do facto de ser duas vezes maior que os maiores sapos actuais, com 4 quilogramas, ele é idêntico aos sapos actuais.

Nenhum destes animais exibiu algum sinal de estar a transformar-se num outro animal, que é o que prevê o Darwinismo, mas cada um deles é encontrado totalmente formado. E quem sabe que mais áves, anfíbios e provavelmente mamíferos foram descobertos pela equipa em Madagáscar mas que não foram publicitados.

As camadas rochosas onde se encontram os dinossauros têm todo o tipo de criaturas de todo o tipo de habitas, incluindo os terrestres e os marinhos. (4) A teoria da evolução não tem qualquer tipo de explicação para este facto, mas se as criaturas foram criadas essencialmente ao mesmo tempo, e foram posteriormente depositadas através dum fluxo lamacento que ocorreu no Dilúvio global com a duração de um ano, então isto é exactamente o que seria de esperar.

– http://bit.ly/1od9EiM

Referências:
1. Werner, C. 2011. Evolution: The Grand Experiment, Episode 2, Living Fossils. DVD. AVC Films. A video clip from this DVD is available at thegrandexperiment.com.
2. Batten, D. 2011. Living fossils: a powerful argument for creation. Creation. 33 (2): 20-23.
3. Moffet, B. S. 2011. Unearthing the Story of Madagascar, Fossil by Fossil. National Geographic Daily News. Posted on newswatch.nationalgeographic.com May 17, 2011, accessed May 24, 2011.
4. Hoesch, W. A. and S. A. Austin. 2004. Dinosaur National Monument: Jurassic Park or Jurassic Jumble? Acts & Facts. 33 (4).
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O design e a complexidade da célula são um testemunho do Criador da vida

Por Jeffrey P. Tomkins, Ph.D.

O crescente campo da biologia – incluindo as ciências biomédicas, agriculturais e ambientais – está a tornar-se mais predominante no nosso mundo, e mais relevante para as nossas vidas. Esta área encontra-se dominada por uma forte componente filosófica que desempenha um papel importante nas nossas vidas. Essa componente é a visão do mundo. A visão do mundo do naturalismo evolutivo influencia a estrutura moral da nossa sociedade, e nós encontramos a sua influência diariamente.

A maior parte do establishment científico acredita que não existe Deus ou Criador algum, e que a vida simplesmente se desenvolveu espontaneamente e aleatoriamente. Por outro lado, muitos Cristãos não sabem que as mais recentes descobertas científicas provenientes da biologia confirmam uma visão do mundo que se encontra em oposição a esta, visão do mundo essa que valida a criação especial tal como ela se encontra regista na Bíblia.

Apesar da predomínio do pensamento evolucionista no sistema de ensino e na ciência, os Cristãos podem confiar que o que Deus disse sobre a criação, e particularmente sobre a vida, está absolutamente certo.

Embora o establishment científico tenha tentado suprimir a maior parte das evidências em favor da criação, cientistas credenciados dentro do criacionismo e dentro do movimento do Design Inteligente (DI) têm sido bem sucedidos em disponibilizar este tipo de evidências ao grande público.

The_Genesis_FloodPor exemplo, o livro de que início ao movimento da ciência da criação no ano de 1961 – “The Genesis Flood”, de John Whitcomb e Henry Morris – demonstrou que as evidências geológicas confirmam a descrição histórica presente no Livro de Génesis do Dilúvio. Um certo número de livros recentes e populares que incorporam as mais recentes descobertas biológicas entraram para a lista de bestsellers do “New York Times”, tais como o livro “Signature in the Cell” por parte do filósofo da ciência Stephen Meyer.

O ponto a reter é que entender os fundamentos da biologia e como eles estão de acordo com a descrição Bíblica da criação não só fortalece a fé, como é uma poderosa  ferramenta de evangelismo e de defesa da fé.

O mais recente livro do ICR, “The Design and Complexity of the Cell“, não só fornece aos leitores os fundamentos da biologia, como fala também dos vários argumentos evolutivos que têm dominado e moldado o ambiente académico do início do século 21. Saber os factos em torno da célula é importante; Deus tem que ser Louvado por criar a vida com tal atenção ao detalhe.

No entanto, saber e usar estes factos para defender a tua fé ou persuadir os outros a considerar as alegações do Criador fará com que fiques com munição necessária para contradizer as várias setas evolutivas que certamente serão disparadas na tua direcção. Isto é especialmente verdadeiro para aqueles que estão a caminho da faculdade, ou já lá se encontram. Infelizmente, o naturalismo evolutivo nas ciências biológicas é tão susceptível de ser aceite e ensinado nas universidades supostamente Cristãs, tal como nas escolas seculares financiadas pelo governo.

Entendimento dos tópicos presentes neste livro é vital porque muitos deles tocam em assuntos relacionados com a saúde dos nossos filhos. Como Cristãos, devemos estar preparados para dar uma resposta inteligente e fundamentada na Bíblia aos assuntos que desafiam a nossa crença nos factos das Escrituras, bem como aos assuntos que tentam afastar a nossa fé para longe do Criador.

A ciência não é uma disciplina moralmente neutra visto que há uma visão do mundo que governa as crenças e as acções daqueles que fazem ciência. A natureza pecadora do homem irá transformar o nosso mundo num pesadelo tecnológico para a humanidade se a ciência não for orientada por valores morais fortes e Bíblicos.

Obter conhecimento em relação aos tijolos de construção da vida, afiando as nossas habilidades para defender a fé, e desenvolver um entendimento mais profundo das maravilhas da criação, irá levar-nos em última análise a honrar o Criador de toda a vida.

http://bit.ly/1PM8PUM

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Um engenheiro fala sobre algoritmos e o gradualismo aleatório

Por Callebe Gomes

Eu sou Engenheiro da computação e discordo do meu colega de trabalho nos comentários dele.

A inteligência artificial e os algoritmos baseados em código genéticos não se baseiam na evolução, mas sim no DNA. Ele de facto é vulnerável a mutações e erros de cópias, mas a frequência com que isso acontece não chega nem perto a frequência com que essa aleatoriedade acontece na computação.

Outra diferença é que na natureza, essa aleatoriedade é realmente aleatória, um evento ao acaso altera o DNA provocando uma mutação.

No caso dos algoritmos genéticos, as aleatoriedades são programadas. Quem escreve o código também escreve o algoritmo de aleatoriedade. O código foi PROGRAMADO para ser aleatoriamente alterado.

Outra coisa é que os algoritmos genéticos são utilizados para solucionar diferentes problemas e geralmente seu DNA são diferentes para cada problema e a “seleção natural” desses códigos genéticos também é programada. Alguém define o que é melhor ou pior, o que é uma mutação boa ou ruim, e programa esses parâmetros de comparação para seleccionar as mutações boas e discartar as mutações ruins.

Me parece também que na natureza cada espécie tem um tipo de DNA diferente. Humanos tem 46 cromossomos, Macacos tem 48, Ratos 44, Cavalos 64, e assim por diante. Você pode até argumentar que o DNA são os mesmos para todos os seres vivos, mas isso não é verdade. O que é igual são os caracteres utilizados, ACTG.

Na computação é a mesma coisa. Existem diferentes arquitecturas de computadores e diferentes linguagens de computadores, e linguagens de uma arquitectura são inúteis em outra arquitectura, mas tudo se resume a apenas dois caracteres, 0 e 1.

Os processos aleatórios nos computadores também não são 100% aleatórios. Eles são chamados de pseudo-aleatórios. Alguém teve que bolar um mecanísmo que gerasse números de forma que parecesse aleatória. Dá pra estudar isso na matemática. A intenção é gerar um ruido branco artificial.

Na computação, tudo é programado e projectado por um ser inteligente.

Se eu fosse comparar a computação com a evolução seria como se um programa sofresse uma mutação no seu código fonte e mesmo assim continuasse funcionando, e ainda passasse a funcionar melhor do que antes, adquirindo novas funcionalidades.

Mas aqui segue outro problema, se um programa tem originalmente as funcionalidades A, B e C, e por alguma “mutação” ele passa a exercer as funcionalidades D e E, de nada adianta, não foi útil em nada a sua mutação, pois o programa foi feito para realizar as funcionalidades A, B e C, logo as novas funcionalidades não seriam acessadas nunca ou seriam desprezadas. Caso uma funcionalidade original seja removida, então o programa perde seu propósito original e deve ser descartado.

As mutações no mundo da computação acontecem geralmente em processos de transferência de dados, como por exemplo a internet, ou uma rede wireless. E para evitar essas mutações indesejadas os cientistas da computação projectaram os protocolos de comunicação com códigos verificadores e redundâncias. Me parece que o DNA também tem esses códigos verificadores e correcções de erros.

Outro problema também é que um código de computador não funciona sem um computador, e um computador não tem utilidade sem um código de computador. Um depende do outro. Tipo a “complexidade irredutível”.

Me parece que o DNA é um código e precisa de uma máquina que a interprete e a replique, ou execute seus “comandos”. Sem a máquina o DNA é inútil. Parece um computador neh?

Célula e DNA = Computador e código de computação.

Informação é algo que só a inteligência pode formar. As palavras desse texto aqui, não valem nada e não são informação nenhuma se não tiver seres inteligentes que possam interpretá-lo. Se eu escrever na areia de uma praia a palavra “AJUDA”, será apenas uma formação sem lógica sulcada na areia se não houver quem a interprete e entenda o que foi escrito.

Tentar argumentar a evolução pela computação é inútil, pois tudo relacionado a computação é planeado e projectado. Até a prevenção dos ruídos e erros de dados transmitidos de um lado para outro.

Desculpem qualquer erro de português. Estou sem corretor ortográfico. hehehe

Abraços.

Fonte: https://goo.gl/avScBg

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E como foi que o evolucionista respondeu às palavras do Callebe?

Dw_Victor_Ameaça

 

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