Datação por carbono de tecido com “70 milhões de anos” surpreende evolucionistas

Por Brian Thomas

Durante os últimos 3 anos, a ICR News apresentou mais de 20 casos de tecido macio original a ser encontrado em restos fósseis espalhados pelo mundo. (1) Visto que tecido macio tal como a pele e a cartilagem são conhecidos por entrar em decadência espontaneamente em apenas alguns milhares de anos, estes dados publicados claramente mostram que os fósseis nunca poderiam ter milhões de anos.

Dinossauro_MosassauroAnálises químicas cuidadosas publicadas em periódicos revistos por parte concluíram que o tecido original – na maior parte das vezes, proteína que não havia sido mineralizada – vinha das carcaças de animais enterrados. Mas muitos destes estudos dependeram apenas de alguns dos variados métodos de detecção.

Agora, uma equipa de pesquisadores a usar um equipamento especial no MAX-lab, em Lund (Suécia), aplicou mais de 6 técnicas distintas como forma de verificar que os tecidos que se encontravam dentro do osso úmero dum mosassauro do período Cretáceo – osso esse que foi mantido no “Royal Institute of Natural Sciences” na Bélgica “por muito anos“, era um mosassauro e não moléculas microbianas. (2) Uma destas análises era a datação por carbono.

Primeiro, os investigadores removeram quimicamente a matriz mineral do osso do mosassauro, deixando para trás as proteínas e outras bio-moléculas. Usando microscopia electrónica de scan, eles fotografaram o que tinha a aparência de fibras de proteína. Este resultado foi o mesmo do estudo microscópico electrónico de 2001 dum osso mumificado dum Tyrannosaurus rex. (3)

Usando a microscópica electrónica de transmissão, os investigadores apuraram que as fibras tinham a aparência de proteínas ósseas recentes. Uma vez que o conceito de carne com 70 milhões de anos soa tão fantasioso, muitos evolucionistas sugeriram que o material biológico presente nos fósseis tem origem nas bactérias e não no tecido original. (4) Portanto, a maior parte da investigação levada a cabo por este estudo focou-se em testar se isto era ou não verdade em relação a este tecido macio. Mas as fibras longas e pegajosas que eles fotografaram não tinham a aparência de bactérias e nem de colónia de bactérias.

Seguidamente, eles apuraram que as fibras haviam absorvido a normal mancha azul Anilina tal como ocorre com o tecido macio moderno. Esta mancha não é absorvida pelas rochas e nem pelos minerais. As análises ao aminoácido levadas cabo pelos pesquisadores foram “potencialmente indicativas das proteínas estruturais fibrosas, tal como o colagénio… ou um dos seus produtos degradados.” (2) Mas em apenas alguns milhares de anos, até o colagénio estéril degrada-se para moléculas proteicas menores, e isso degradar-se-ia em pó em apenas 30,000 anos. (5)

Os procedimentos de imunofluorescência detectaram o tipo I de colagénio, uma proteína resistente encontrada no tecido conjuntivo dos vertebrados mas não nas bactérias. Eles aplicaram também um microscópio de infra-vermelho, que mais uma vez indicou claramente a presença de proteína intacta dentro do osso do mosassauro, bem como a presença de fosfato. O fosfato não se encontra na proteína é um constituinte principal do ADN.

Os investigadores estavam interessados em saber se o ADN presente dentro dos ossos era  bacteriano ou fúngico. Se não fosse, isto iria ajudar a demonstrar que os tecidos macios eram originais do mosassauro. Mas o ADN entra em decaimento de forma mais rápida que o colagénio, e nenhum ADN original do mosassauro seria reconhecível passados que estivessem 10,000 anos. (6)

Infelizmente, embora os autores tenham dito que eles haviam comparado digitalmente as sequências de ADN com outras disponíveis nas bases de dados, eles não publicaram as sequências de ADN extraídas destes tecidos, ou os detalhes de qualquer comparação. Será que o ADN que eles sequenciaram era de facto do mosassauro? Se sim, isto iria certamente ajudar a falsificar a interpretação dos milhões de anos para a idade destes restos.

Os autores disponibilizaram outro motivo do porquê este tecido macio ser duma fonte mais antiga que os fungos modernos. Eles apuraram que o rácio de carbono radioactivo (C-14) era inferior que 5% daquele que é encontrado nos organismos vivos. Após a morte, os organismos começam lentamente a perder o C-14 do seu tecido à medida que eles entram em decaimento radioactivo para o nitrogénio.

O seu decaimento completo requer apenas alguns milhares de anos, assumindo um decaimento constante dentro dum sistema não-perturbado. Os pesquisadores encontraram bastante quantidade de C-14 no seu mosassauro – o suficiente para calcular “uma idade de 24,600 BP” [BP = Before Present = Antes do presente]. (2)

Para explicar a forma como qualquer porção de C-14 poderia de alguma forma estar presente passados que estavam milhões de anos, os autores do estudo especularam que o C-14 pode ter vindo das bactérias recentes. Mas isto não está de acordo com os dados visto que “nenhuma proteína bacteriana ou hopanóide [composto com a aparência de colesterol] foi detectada.”(2)

Embora a fonte de carbono evidentemente pré-date qualquer bactéria ou fungo recém-chegado, ela dramaticamente tem origem depois da data atribuída pela linha temporal evolutiva a este fóssil. Se a fonte do carbono era o tecido do mosassauro (e esta é a explicação mais directa), então a data de carbono do mosassauro estaria de acordo com uma idade na ordem dos milhares de anos, algo inferido pela integridade do tecido macio.

Dinossauro_2_MosassauroSe a criatura foi enterrada e fossilizada como consequência directa do Dilúvio de Génesis, que a Bíblia indica que ocorreu há cerca de 4,400 anos atrás, então o colagénio parcialmente decaído e pequenas quantidades de carbono radioactivo seriam de esperar. Mais ainda, ADN de mosassauro reconhecível pode ainda ser encontrado, embora numa forma altamente degradada. Mas nenhuma quantidade destes [ADN e colagénio] poderia existir depois de passarem 70 milhões de anos.

O colagénio proteico não-mineralizado que tem “milhões de anos” desafia qualquer explicação científica. Os milhares de anos atribuídos à idade do carbono está em contraste com a interpretação evolutiva padrão de que os fósseis representam milhões de anos da história da Terra. No entanto, as evidências estão de acordo com a história Bíblica de apenas alguns milhares de anos.

A mensagem da ciência em relação à idade dos restos fossilizados está a ficar bem clara, e ela está mais de acordo com a Bíblia do que se esperava.

http://www.icr.org/article/6084

Referências
1. A catalogue of these reports can be found in Fresh Tissues Show That Fossils Are Recent, in the Evidence for Creation section on the ICR website.
2. Lindgren, J. et al. 2011. Microspectroscopic Evidence of Cretaceous Bone Proteins. PLoS ONE. 6 (4): e19445.
3. Armitage, M. 2001. Scanning Electron Microscope Study of Mummified Collagen Fibers in Fossil Tyrannosaurus rex Bone. Creation Research Society Quarterly. 38 (2): 61-66.
4. Thomas, B. 2008. Dinosaur Soft Tissue: Biofilm or Blood Vessels? Acts & Facts. 37 (10): 14.
5. Thomas, B. How Long Can Cartilage Last? ICR News. Posted on icr.org October 29, 2010, accessed May 3, 2011.
6. Criswell, D. 2006. How Soon Will Jurassic Park Open? Acts & Facts. 35 (6).

 

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De onde surgiu a ideia dos “milhões de anos”?

Por Terry Mortenson

Nos dias de hoje, a maior parte das pessoas do mundo – incluindo a maior parte das pessoas que se encontram dentro da Igreja – tomam como facto estabelecido que o universo tem milhões de anos (ou até milhares de milhões). As nossas escolas públicas – desde os jardins infantis até às universidades – ensinam os milhões de anos e a pessoa que coloque isso em causa é ridicularizada. Mas as coisas nem sempre foram assim, e como tal, é importante entender como foi que esta mudança ocorreu.

Os Primórdios da Geologia

A Geologia, como uma área científica distinta e com os seus próprios estudos sistematizados, com a sua colecção e classificação das rochas e dos fósseis, bem como com a elaboração de reconstruções teoréticas dos eventos passados que podem ter formado as camadas rochosas e fósseis, só tem cerca de 200 anos. Antes dessa altura, e voltando para o tempo dos antigos Gregos, as pessoas haviam notado fósseis nas rochas. Muitos acreditavam que os fósseis eram restos de animais vivos que haviam-se transformado em pedra, e muitos Cristãos do passado (tais como Tertuliano, Crisóstomo e Agostinho), atribuíram esses fósseis ao Dilúvio de Noé.

Mas outras pessoas rejeitaram estas ideias e consideraram estes fósseis ou como piadas da natureza, ou como o produto de rochas com vida (de alguma forma), ou como o acto criativo de Deus, ou então como decepções de Satanás. O debate foi finalmente resolvido quando Robert Hooke (1635–1703) confirmou (através de análise microscópica de madeira fóssil) que os fósseis eram restos mineralizados de formas que haviam estado vivas no passado.

StenoAntes de 1750, um dos mais importantes pensadores geológicos era Niels Steensen (1638–1686), ou Steno, um anatomista e geólogo Dinamarquês. Ele estabeleceu o princípio da sobreposição, isto é, que as camadas rochosas sedimentares eram depositadas duma forma sucessiva, essencialmente horizontal, de modo a que o estrato inferior seja depositado antes do estrato superior.

No seu livro Forerunner (1669), Steno expressou a sua crença numa Terra com cerca de 6,000 anos e que os estratos rochosos contendo fósseis haviam sido depositados pelo Dilúvio de Noé. Durante o século seguinte vários autores – incluindo o geólogo Inglês John Woodward (1665–1722) e o geólogo Alemão Johann Lehmann (1719–1767), escreveram livros a defender essencialmente o mesmo ponto de vista.

Nas últimas décadas do século 18, alguns geólogos Franceses e Italianos rejeitaram o relato Bíblico do Dilúvio e atribuíram o registo geológico ao efeito de processos naturais que haviam ocorrido durante um longo período de tempo. Alguns Franceses famosos contribuíram também para a ideia dos milhões de anos. No seu livro Epochs of Nature (1779), o amplamente respeitado cientista Comte de Buffon (1707–1788) imaginou que a Terra havia sido no passado uma bola quente derretida que havia gradualmente arrefecido até atingir o estado actual há cerca de 75,000 anos (embora os seus manuscritos não-publicados falem em 3,000,000 anos).

O astrónomo Pierre Laplace (1749–1827) propôs a hipótese nebular no seu livro “Exposition of the System of the Universe” (1796). Esta teoria defendia que o sistema solar havia sido uma nuvem de gâs, quente e em rotação, e que com o passar do tempo arrefeceu e se condensou para formar os planetas. Jean Lamarck, especialista em criaturas com concha, advogou a teoria da evolução biológica durante longos períodos de tempo no seu livro Philosophy of Zoology (1809).

Abraham Werner (1749–1817) foi um famoso professor de mineralogia na Alemanha, e ele acreditava que a maior parte da crosta terrestre havia sido precipitada quimicamente, ou mecanicamente, através dum oceano global em lenta recessão durante os milhões de anos. Esta era uma teoria elegantemente simples mas Werner falhou ao não levar em conta os fósseis que se encontram dentro das rochas.

Este foi um erro sério visto que os fósseis dizem muito mais sobre o período em que os sedimentos foram depositados, e a que velocidade eles foram depositados e transformados em pedra. Muitos dos grandes geólogos dos século 19 foram alunos de Werner, e eles foram impactados pela ideia duma história longa para a Terra.

Na Escócia, James Hutton (1726–1797) estava a desenvolver uma história da Terra diferente. Ele havia estudado medicina na universidade, e depois dos estudos, ele geriu durante algum tempo a quinta da familiar. Mas ele rapidamente descobriu o seu verdadeiro amor: o estudo da Terra. Em 1788 ele publicou uma artigo para uma revista e em 1795 um livro, ambos com o mesmo título: “Theory of the Earth“.

Hutton propôs a ideia de que os continentes se estavam a erodir lentamente para dentro dos oceanos. Estes sedimentos estavam a ser lentamente endurecidos pelo calor interno da Terra e elevados através de convulsões como forma de se transformarem nas massas de terra que iriam, mais tarde, ser erodidas, endurecidas e elevadas. Portanto, no seu ponto de vista, a história da Terra era cíclica, declarando que ele não conseguia encontrar evidências dum início do registo geológico, o que [segundo ele] era evidência duma história terrestre indefinidamente longa.

O Debate entre o Catastrofismo e o Unitarianismo

Nem Werner e nem Hutton prestaram muita atenção aos fósseis, no entanto, no princípio do século 19, Georges Cuvier (1768–1832), o famoso anatomista comparativo e paleontólogo de vertebrados, desenvolveu a sua teoria catastrofista da história da Terra. Esta teoria foi expressa de modo mais claro no seu Discourse on the Revolutions of the Surface of the Globe (1812). Cuvier acreditava que durante o avanço das longas e incontáveis eras da história da Terra, muitos dilúvios catastróficos regionais ou de alcance quase global haviam destruído e enterrado as criaturas nos sedimentos. Com a excepção de uma, todas estas catástrofes haviam ocorrido antes da criação do homem.

William Smith (1769–1839) era um engenheiro de drenagem e topógrafo que, durante o seu trabalho na Grã-Bretanha, começou a ficar fascinado com a ideia dos estratos fósseis. Tal como Cuvier, ele tinha uma visão catastrofista e defendia uma história da Terra onde ela era antiga. Em três obras publicadas entre 1815 a 1817, ele apresentou o primeiro mapa geológico da Inglaterra e do País de Gales, e explanou uma ordem e uma cronologia relativa das formações rochosas tal como definidas por certos fósseis característicos (fósseis-index). Ele ficou conhecido como o “Pai da Estratigrafia Inglesa” visto que ele desenvolveu o método de atribuição de datas relativas às camadas rochosas com base nos fósseis que são encontrados nelas.

O catastrofismo foi vítima dum revés enorme durante o período que foi de 1830 a 1833, quando Charles Lyell (1797–1875), um advogado e um antigo estudante de Buckland, publicou os seus influentes três volumes da obra Princípios da Geologia. Revivendo e expandindo as ideias de Hutton, o livro de Lyell avançou com os princípios que ele pensava que deveriam ser a base para qualquer interpretação geológica.

A sua teoria era um uniformitarianismo radical onde ele insistia que só os processos actuais de mudanças geológicas, ocorrendo segundo taxas de intensidade e magnitude actuais, deveriam ser usadas para interpretar o registo rochoso de actividades geológicas passadas. Dito de outra forma, os processos geológicos de mudança tem sido uniformes através de toda a história da Terra, Lyell insistiu que nenhum dilúvio catastrófico continental ou global havia ocorrido.

Charles_LyellÉ frequente Lyell receber demasiado crédito (ou demasiada culpa) por ter destruído a fé no Dilúvio de Génesis e na linha temporal Bíblica, mas não nos podemos esquecer que muitos Cristãos (geólogos e teólogos) contribuíram para esta fragilização do ensino Bíblico muito antes do livro de Lyell ter aparecido. Embora a teoria catastrófica tenha reduzido de forma considerável a importância geológica do Dilúvio de Noé e expandido a história da Terra para além da visão Bíblica tradicional, o trabalho de Lyell foi o golpe final na crença no Dilúvio.

Ao explicar todo o registo geológico através de processos lentos e graduais, ele reduziu assim a importância do Dilúvio para um não-evento geológico. O catastrofismo não morreu imediatamente, embora por volta do final da década 1830 ainda existissem alguns catastrofistas e eles acreditassem que o Dilúvio de Noé fosse geologicamente insignificante. Parao final do século 19, todos os geólogos colocavam a idade da Terra na ordem das centenas dos milhões de anos . Os métodos de datação radiométrica começaram a ser desenvolvidos por volta de 1903, e durante o século 20 a idade da Terra expandiu para os 4,5 mil milhões de anos.

Respostas Cristãs à Geologia da Terra Antiga

Durante a primeira metade do século 19, a Igreja respondeu de várias formas à estas teorias da Terra antiga proposta pelos catastrofistas e pelos uniformitarianistas. Um certo número de escritos da Grã-Bretanha (e uns poucos dos Estados Unidos), que ficaram conhecidos como os “geólogos escriturais”, levantaram argumentos Bíblicos, geológicos e filosóficos contra as teorias da Terra antiga.

Alguns destes homens eram cientistas enquanto que outros faziam parte do clero. Alguns eram, ao mesmo tempo ordenados pela Igreja e cientificamente muito bem informados, como era comum naqueles dias. Muitos deles eram geologicamente bastante competentes segundo os padrões da altura, e esta competência era consequência das suas leituras mas também da sua análise cuidadosa das rochas e dos fósseis. Eles eram de opinião que o relato Bíblico da criação e o Dilúvio de Noé explicavam o registo rochoso de forma muito melhor que as teorias da Terra antiga.1

No entanto, outros Cristãos do início do século 19 aceitaram rapidamente a ideia dos milhões de anos e tentaram acomodá-la dentro de Génesis precisamente durante a altura em que os uniformitarianistas e os catastrofistas ainda debatiam e a geologia ainda estava a dar os seus primeiros passos como ciência. EM 1804, Thomas Chalmers (1780–1847), um jovem pastor Presbiteriano, começou a pregar que s Cristãos deveriam aceitar a ideia dos milhões de anos; e em 1814, numa revisão ao trabalho de Cuvier, ele propôs que todo o tempo poderia caber entre Génesis 1:1 e Génesis 1:2.

Por essa altura, Chalmers estava a tornar-se num líder evangélico altamente influente, e consequentemente, a sua “teoria da falha” tornou-se muito popular. Em 1823, o respeitado teólogo Anglicano George Stanley Faber (1773–1854) começou a propor o ponto de vista dia-era, nomeadamente, que cada dia da criação era um dia figurativo para longos períodos de tempo – e não dias literais.

Como forma de aceitar estas idades geológicas, os Cristãos tiveram também que reinterpretar o Dilúvio de Noé. Por volta dos anos 1820s, John Fleming (1785–1857), um sacerdote Presbiteriano, contendeu que o Dilúvio de Noé havia sido tão pacífico que não havia deixado qualquer tipo de evidência duradoura. John Pye Smith (1774–1851),um teólogo Congregacional, preferiu olhar para o Dilúvio como uma inundação localizada no vale da Mesopotâmia (actual Iraque).

A teologia liberal, que no início do século 19 dominava a Igreja na Europa, começou a invadir a Grã-Bretanha e a América durante os anos 1820s. Os liberais olhavam para Génesis 1 como um relato historicamente tão pouco fiável tão não-científico como os mitos da criação de dos dilúvios dos antigos Babilónios, Sumérios e Egípcios.

Apesar dos esforços dos geólogos escriturais, estas variadas interpretações de Terra antiga prevaleceram, e como tal, por volta de 1845 todos os comentários de Génesis haviam abandonado a cronologia Bíblica e o Dilúvio global; e por alturas do livro de Darwin “A Origem das Espécies” (1859), o ponto de vista da Terra jovem havia essencialmente desaparecido dentro da Igreja.

Charles_SpurgeonA partir daí para frente, a maior parte dos líderes Cristãos e estudiosos da Igreja aceitou os milhões de anos e insistiu que a idade da Terra não era importante. Muitos homens piedosos rapidamente aceitaram também a evolução, mas a falta de espaço só nos permite citar alguns exemplos. O “príncipe dos pregadores” Baptista, Charles Spurgeon (1834–1892) aceitou sem reservas a geologia da Terra antiga (embora ele nunca tenha explicado a forma como ela se ajustava dentro da Bíblia). Num sermão de 1855, ele disse:

Pode algum homem me dizer quando foi o princípio? Há anos atrás nós pensávamos que o início do mundo havia sido quando Adão apareceu, mas entretanto descobrimos que durante milhares de anos antes dele Deus esteve a preparar a matéria caótica de forma a torná-la uma morada para o homem, colocando raças de criaturas sobre ele, que pudessem morrer e deixar para trás as marcas da sua obra e da sua maravilhosa perícia, antes Dele julgar o homem com a Sua Mão. 2

O grande teólogo Presbiteriano do Princeton Seminary, Charles Hodge (1779–1878), insistiu que a idade da Terra não era importante. Inicialmente ele favorecia a teoria da falha mas mudou para a teoria da dia-era na parte final da sua vida. O seu compromisso contribuiu para a eventual vitória da teologia liberal em Princeton cerca de 50 anos após a sua morte.3

C. I. Scofield colocou a teoria da falha em Génesis na sua “Scofield Reference Bible”, que foi usada por milhões de Cristãos por todo o mundo. Mais recentemente, um respeitado erudito do Antigo Testamento afirmou:

Com uma leitura superficial de Génesis 1 ficamos com a impressão de que todo o processo criativo durou seis dias com 24 horas. Se esta era a intenção do autor Hebraico….. isto parece contradizer as pesquisas científicas modernas, que indicam que o planeta Terra foi criado há muitos milhares e milhões de anos atrás. . .4

Numerosas declarações semelhantes provenientes de líderes e estudiosos Cristãos, e feitas durante as últimas décadas, poderiam ser citadas como forma de mostrar que a sua interpretação de Génesis é controlada pelo facto deles assumirem que os geólogos provaram os milhões de anos. Consequentemente, a maior parte dos seminários e universidades Cristãos por todo o mundo estão perturbadas.

Aliança Desnecessária

A triste ironia desta aliança é que, na última metade do século passado, a Verdade de Génesis 1-11 tem sido gradualmente confirmada (muitas vezes sem ser essa a intenção) através do trabalho de evolucionistas. O uniformitarianismo de Lyell presente no seu livro “Princípios de Geologia” dominou a geologia até cerca dos anos 1970, quando Derek Ager (1923–1993), um proeminente geólogo Britânico, bem como muitos outros, foram de modo crescente colocando em causa as pressuposições de Lyell, alegando que o registo rochoso revela evidências de rápidas erosões catastróficas ou sedimentação, reduzindo de modo drástico o tempo envolvido na formação de muitos depósitos  geológicos.

Ager, um ateu até à sua morte (pelo menos é com essa ideia que ficamos depois de ler os seus escritos), explica desta forma  influência que Lyell teve na geologia:

A minha desculpa para esta divagação longa e pouco profissional para dentro da História prende-se com o facto de eu tentar mostrar a forma como eu penso que a geologia caiu nas mãos dos teóricos [uniformitarianistas], que foram condicionados pela história social e política dos seus dias muito mais do que pelas observações no campo. . . . Dito doutra forma, nós permitimos que levássemos uma lavagem cerebral de modo a que evitássemos qualquer interpretação do passado que envolvesse processos extremos e o que podem ser chamados de “catastróficos”.5

Estas interpretações “neo-catastróficas” ds rochas desenvolveram nos dias de hoje com o ressurgimento da “Geologia do Dilúvio”, um ponto de vista muito semelhante ao mantido pelos geólogos escriturais do século 19 e um ingrediente-chave para o criacionismo da Terra jovem (que, essencialmente, teve o seu início no mundo com a publicação do livro The Genesis Flood (1961) por parte dos Drs John Whitcomb e Henry Morris. Este movimento tem hoje alcance mundial, e a sofisticação científica do modelo científico está a aumentar com o passar do tempo.

Muitos Cristãos alegam actualmente que temos que batalhar contra o Darwinismo com argumentos provenientes da Teoria do Design Inteligente, deixando Génesis fora do debate público. Mas esta estratégia foi tentada no princípio do século 19 através de muitos escritos centrados na teologia natural, culminando, em 1830, com 8 volumes que ficaram, colectivamente, conhecidos como os Bridgewater Treatises.

Estes livros estavam a “pregar aos convertidos” e nada fizeram para retardar a queda da cultura rumo ao ateísmo e ao deísmo. De facto, ao fragilizar a ideia da Terra jovem e ao ignorar as Escrituras na sua defesa do Cristianismo, eles contribuíram isso sim para o enfraquecimento da Igreja. O mesmo se passa nos dias de hoje.

O reconhecido ateu evolucionista e professor da Universidade de Harvard, o biólogo Ernst Mayr disse o seguinte:

A revolução [Darwiniana] começou quando se tornou óbvio que a Terra era antiga e que ela não havia sido criada a apenas 6,000 anos. Esta descoberta [dos milhões de anos] foi a bola de neve que deu início a toda a avalanche. 6

Mayr estava certo em torno da idade da Terra (e não a teoria de Darwin) ter sido o início da avalanche da descrença. Ele estava no entanto errado em relação à ideia dos milhões de anos ter sido uma “descoberta” das pesquisas científicas. Pelo contrário, essa “descoberta” foi o fruto das crenças filosóficas anti-Bíblicas que foram usadas para interpretar as rochas e os fósseis. As pesquisas históricas têm demonstrado que Laplace era um ateu assumido, que Buffon, Lamarck, Werner, e Hutton eram deístas ou ateus, e que Cuvier, William Smith, e Lyell eram deístas ou teístas vagos. Estes homens (que influenciaram o pensamento dos Cristãos alienados) não eram averiguadores da verdade objectivos e sem preconceito.

Típico do que Lyell, Buffon, e outros escreveram, sobre declaração de Hutton. Ele [Mayr] insistiu:

A história passada do nosso globo tem que ser interpretada através do que pode ser visto a acontecer nos dias actuais…. Não podem ser invocados poderes que não são naturais ao globo, nenhuma acção pode ser admitida excepto aquela cujo princípio nós conhecemos.7

Ao insistir que os geólogos têm que operar dentro dos processos naturais actuais e conhecidos, ele colocou de parte a criação sobrenatural e o singular Dilúvio de Noé – tal como ele se encontra descrito – antes mesmo de analisar as rochas. Não de estranhar, portanto, que Hutton fosse incapaz de ver as sobrepujantes evidências que confirmam o ensino Bíblico da criação, do Dilúvio, e da idade da Terra.

E também não é de admirar que todos os estudantes de geologia que tenham recebido uma lavagem cerebral com as mesmas pressuposições durante os últimos 200 anos também sejam incapazes de ver as mesmas evidências. Não podemos ficar surpresos com o facto da maioria dos líderes Cristãos e académicos serem ignorantes em relação a estas evidências. Também eles levaram uma lavagem cerebral, tal como muitos criacionistas da Terra jovem também levaram.

As consequências desastrosas da aliança

Os geólogos escriturais do início do século 19 eram opostos às teorias geológicas da Terra antiga não só porque elas reflectiam um pensamento científico errado, como se encontravam em oposição às Escrituras, mas também porque eles acreditavam que a cedência Cristã perante tais teorias iria eventualmente ter um efeito catastróficos na saúde da Igreja, e no seu testemunho para um mundo perdido. Henry Cole, um pastor Anglicano, escreveu:

Henry_ColeMuitos geólogos reverenciados, no entanto, iriam evidenciar a sua reverência pela Revelação Divina fazendo uma distinção entre as suas porções históricas e morais, mantendo que só as últimas são Verdade inspirada e absoluta, mas a primeira não é.  Desde logo, a primeira encontra-se aberta a toda a latitude de interpretação filosófica e científica, modificação e negação!

Segundo estes modificadores e separadores ímpios e infiéis, não há nem um terço da Palavra de Deus que é inspirada, visto que não mais – e se calhar nem tanto – da Palavra de Deus encontra-se ocupada com a revelação moral abstracta, com a instrução, e com preceitos. Os outros dois terços, portanto, encontram-se abertos a qualquer modificação e interpretação científica ou, (se for cientificamente exigido), uma negação total!

Pode no entanto ser seguramente afirmado que, mesmo que professamente, e perante os homens, não se acredite na inspiração de qualquer parte da Revelação, perante a Deus, essa pessoa desacredita de todo na sua inspiração.. . . . Como serão as consequências de tais coisas para uma terra possuidora da Revelação, só o tempo irá rapidamente e terrivelmente revelar nas suas páginas iniciais do cepticismo nacional, da infidelidade, e da apostasia, e da justa vingança de Deus sobre a mesma!8

Cole e outros opositores das teorias da Terra antiga correctamente entenderam que as porções históricas da Bíblia (incluindo Génesis 1-11) era fundamentais para os ensinamentos teológicos e morais das Escripturas. Se a credibilidade das primeiras [as porções históricas] fosse colocada em causa, então asistir-se-á a uma rejeição das segundas [porções teológicas e morais] – tanto dentro como fora das Igrejas.

Se por acaso os geólogos escriturais se encontrassem vivos hoje, e vissem o diagrama exposto em baixo, eles diriam, “Essa imagem é precisamente o que nos preocupava!” A história das – outrora – nações Cristãs da Europa e dos Estados Unidos tem confirmado os piores medos dos geólogos escriturais em torno da Igreja e da sociedade.

Chegou a hora da Igreja, especialmente os seus líderes e os seus estudiosos, de parar de ignorar a idade da Terra e as evidências científicas que cada vez mais confirmam a Palavra de Deus. Os Cristãos têm que se arrepender da sua cedência aos milhões de anos e mais ua vez acreditar e pregar a verdade literal de Génesis do capítulo 1 ao capítulo 11. Chegou a hora de voltarmos a conquistar a cultura

Ataque_Fundamentos

–  http://goo.gl/JF83Iq

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NBA, Darwinismo e as “Raças Favorecidas”

Por Gary DeMar

Durante um jogo de basquetebol universitário entre os Coloado Buffaloes e os Arizona Wildcats, o estrela ex-NBA Bill Walton deu presentes aos seus colegas comentadores. A Dave Pasch, ele deu uma cópia do livro de Charles Darwin A Origem das Espécies “com a nota de que ele queria certificar-se que Pasch acreditava na teoria da evolução.” A resposta de Pasch foi simples e directa: “Não acredito.”

Eu teria perguntado a Walton se ele havia lido alguma das obras de Darwin e as obras de outros evolucionistas que seguiram até ao fim a lógica do sistema darwiniano. Eu teria perguntado a Walton se ele conhecia o título completo do livro de Darwin, que é:

Sobre a Origem das Espécies por Meio da Selecção Natural ou a Preservação de Raças Favorecidas na Luta pela Vida

Isto leva-me para a NBA, onde “os Afro-Americanos são 76,3% de todos os jogadores da NBA” e onde “oitenta-e-um porcento dos jogadores são jogadores de cor,” daqueles que podem ser considerados membros das “raças menos favorecidas”.

Indo mais além, eu teria perguntado a Walton se ele conhecia algumas das teorias rácicas que receberam o apoio dos Darwinistas, desde Thomas Huxley até Ernst Haeckel. As teorias rácicas existiram antes e depois de Darwin, mas foi o Darwinismo que deu a algumas destas teoria uma validade “científica”.

Olhemos agora para alguns exemplos que fazem com que o acto dum ex-jogador da NBA dar uma cópia do livro Sobre a Origem das Espécies a alguém, como forma desta última pessoa abraçar as suas teorias, seja algo inadequado.

John_ScopesNo Julgamento de Scopes em 1925, o réu – John Scopes – ensinou a partir dum “texto escolar aprovado com o nome de A Civic Biology by George Hunter.”[1] O livro não é assim tanto uma defesa científica do Darwinismo mas mais um teste às “implicações sociais do Darwinismo. De modo particular, o capítulo 17 discute as aplicações dentro da sociedade humana das ‘leis da selecção’, e aprova as políticas eugénicas e o racismo científico comum por essa altura no Estados Unidos.”

(John Scopes, um professor substituto estrategicamente colocado na escola pela organização com o nome de ACLU como forma de testar as leis anti-evolutivas do Tennessee, estava a ensinar os seus alunos a partir do capítulo 17 desse livro.)

No seu livro A Civic Biology, “Hunter acreditava que seria criminoso entregar ‘deficientes’ à geração seguinte, e olhava para as famílias com um histórico de  tuberculose, epilepsia e debilidade mental como ‘parasíticas para a sociedade. O remédio, segundo s, era impedir a procriação.”[2] Eis a forma como Hunter coloca as coisas:

Se tais pessoas fosse animais inferiores, é bem provável que nós os matássemos como forma de impedir a sua procriação. A humanidade não irá permitir isto, mas nós temos o remédio de separar os sexos em asilos ou noutros sítios, e muitas outras formas de impedir os casamentos e as possibilidade de perpetuarem uma raça tão baixa e degenerada. [3]

E teoria da evolução validava o movimento eugénico ao dar-lhe legitimidade científica, e o mesmo era verdade em relação às ideias estabelecida relativas à raça. [4] “Hunter acreditava que as mais evoluídas “raças humanas” eram as “os habitantes brancos civilizados da Europa e da América” que é “o tipo mais elevado de todos.” [5]

De onde é que Hunter obteve estas ideias? Claramente do livro de Charles Darwin “Sobre a Origem das Espécies por Meio da Selecção Natural ou a Preservação de Raças Favorecidas na Luta pela Vida”. Os apoiantes de Darwin alegam que este uso da palavra “raça” tinha em mente uma subespécie de animais. De alguma forma, esta avaliação é verídica. Mas o que é que Darwin tinha em mente com a palavra “subespécie”? E se Darwin olhasse para os não-brancos em evolução como uma “sub-espécie” de animais?

No sua sequela evolutiva, A Descendência do Homem, Darwin escreveu [6]:

Em algum período futuro, não muito distante se medido em séculos, as raças civilizadas do homem quase certamente irão exterminar e substituir as raças selvagens por todo o mundo. Ao mesmo tempo, os macacos antropomorfos, como o professor Schaaffhausen observou, serão sem dúvida exterminados. A ruptura entre o homem e seus aliados mais próximos será então maior, pois irá intervir entre o homem em um estado mais civilizado, como se pode esperar, mesmo que os brancos, e alguns macacos tão baixos como um babuíno, em vez de, como agora entre o negro ou australiano e o gorila.

Darwin acreditava que as variadas raças encontravam-se fases evolutivas distintas, todas distantes dos macacos, com os Negors na base e os Caucasianos no topo. Thomas H. Huxley um fervoroso defensor de Darwin que ganhou o nome de “O Bulldog de Darwin”, acreditava que “Nenhum homem racional, conhecedor dos factos, acredita que o negro comum é igual, e muito menos superior, que um homem branco.” Huxley descreve os brancos como um grupo com “cérebros maiores e maxilas inferiores” [7]

Tal como Raymond F. Surburg salientou, “O Professor Hofstadter fez um estudo especial da influência de Darwin no pensamento Americano. No seu livro “Darwinismo Social no Pensamento Americano”, ele demonstrou que o Darwinismo foi uma das fontes primárias do racismo e da ideologia beligerante que caracterizou a última metade do século 19 na Europa e na América…” (Raymond F. Surburg, “The Influence of Darwinism,” Darwin, Evolution, and Creation, ed. Paul A. Zimmerman (St. Louis, MO: Concordia, 1959), 198.)

Surburg continua declarando que:

A teoria da evolução tornou-se na filosofia de vida do ateísmo militante do século 20. Poucas pessoas se apercebem disto, mas Hitler, ao provocar a 2ª Guerra Mundial, apenas colocou em práctica o que ele acreditava ser a evolução humana. Darwin e Nietzsche era os dois filósofos estudados pela Nacional Socialista aquando da construção da filosofia colocada em marcha no livro “Mein Kampf” de Hitler.

Nesta sua obra, Hitler assegura que os homens ascenderam dos animais através da luta. Era crença do Fuehrer que estas lutas, onde um ser alimenta-se de outro e onde o sangue do mais fraco é a vida do mais forte, havia continuado desde tempos imemorais e têm que continuar a existir até que o mais avançado ramo da humanidade domine toda a Terra. [8].

O racismo tem existido entre os seres humanos desde que o pecado deu entrada. Não podemos, desde logo, alegar que a teoria da evolução gerou o racismo. [9] O que aconteceu foi que a teoria da evolução tornou o racismo respeitável visto que esta teoria justificava as atitudes e as prácticas raciais com base na “ciência”.

Os defensores de Darwin não gostam de falar do pequeno segredo profundo do Darwinismo, “Os pontos de vista raciais e sexuais de Darwin permearam a sua discussão da origem das espécies, e especialmente a descendência do ser humano. Os seus contemporâneos ficaram chocados com a noção dos seres humanos terem evoluído de primatas. Hoje em dia, as pessoas ficam chocadas com o seu racismo.” [10]

Richard Weikart, Professor de História na “California State University”, Stanislaus, e numa entrevista na edição online do The Stanford Review, ressalva que o Darwinismo influenciou um certo número de ideologias do século 20:

Richard_WeikartEmbora o Nazismo tenha derivado de várias fontes, a maior parte sem relação alguma com o Darwinismo, o Darwinismo era um princípio central e orientador da ideologia Nazi. Hitler acreditava que a luta humana para a sua existência, especialmente entre as raças de onde iria resultar o triunfo dos indivíduos e das raças “superiores”, e a extinção das raças “inferiores”.

Ele olhava para as suas políticas pró-natalidade, esterilização obrigatória e aborto obrigatório para os indivíduos “inferiores”, morte aos inválidos, guerra expansionista, e a exterminação das raças “inferiores”, como medidas que tinham em vista a promoção da evolução biológica.

Muitas das ideias de Hitler sobre a aplicação do Darwinismo nas raças e na sociedade derivavam dos Darwinistas mais importantes do início do século 20 na Alemanha, tais como Ernst Haeckel, Alfred Ploetz, Fritz Lenz, Eugen Fischer, e outros.” [11]

Parece que Bill Walton deu o presente errado a Dave Pasch.

–  http://goo.gl/Ae2uBh

* * * * * * *
Claro que os Darwinistas actuais repudiam as matanças evolutivas de Hitler e dos regimes Comunistas [ed: Karl Marx quis dedicar o seu livro “Das Kapital” a Charles Darwin] mas isso e irrelevante. Ninguém “conhecer dos factos” identifica todos os evolucionistas como potenciais genocidas, mas sim que, embora o racismo já existisse antes de Darwin, a sua teoria deu suporte pseudo-cientifico para o racismo (algo que o evolucionista Marxista Stephen Jay Gould confirmou).

Referências.

  • Philip J. Sampson, 6 Modern Myths About Christianity & Civilization (Downers Grove, IL: InterVarsity Press, 2001), 54. []
  • Sampson, 6 Modern Myths About Christianity, 54-55. []
  • George W. Hunter, A Civic Biology (New York: American Book, 1914), 263. Quoted in Sampson, 6 Modern Myths, 55. []
  • Racism is the belief that one race is superior to another. Racism is not the same as “bigotry” or “prejudice,” although it can include them. []
  • Sampson, 6 Modern Myths About Christianity, 55. []
  • Charles Darwin, The Descent of Man, 2nd ed. (New York: A. L. Burt Co., 1874), 178. Quoted in Henry M. Morris, The Long War Against God: The History and Impact of the Creation/Evolution Conflict (Grand Rapids, MI: Baker Book House, 1990), 60. Richard Weikart writes: “In his published writings, especially in The Descent of Man, Darwin made claims about the origins of morality, the origins of religion, social developments, the need for laissez-faire economics, and the extinction of lower races.” []
  • Thomas H. Huxley, Lay Sermons, Addresses and Reviews (New York: Appleton, 1871), 20. Quoted in Morris, The Long War Against God, 60. []
  • Raymond F. Surburg, “The Influence of Darwinism,” in Darwin, Evolution, and Creation, ed. Paul A. Zimmerman (St. Louis, MO: Concordia 1959), 196. []
  • Richard Hofstadter, Social Darwinism in American Thought, rev. ed. (Boston, MA: Beacon Press, [1944, 1955] 1967), 171–72. []
  • Joyce Appleby, Lynn Hunt, and Margaret Jacob, Telling the Truth About History (New York: W.W. Norton and Co., 1994), 184. []
  • “The Impact of Darwinism,” The Stanford Review  Online Edition, Vol. XL, Issue 7 (April 22, 2008). []
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Evolucionistas recusam-se a fazer ciência que pode colocar em causa a tua fé

(O texto que se segue não é duma fonte Criacionista e como tal, as suas datas baseiam-se na errónea linha temporal evolutiva)

Por April Holloway

Um chifre da testa dum triceratop descoberto no Dawson County, Mont., foi de maneira controversa datado com a idade de 33,500 anos, colocando em causa a visão que afirma que os dinossauros morreram há cerca de 65 milhões de anos. Este achado sugere de modo radical que os seres humanos podem ter caminhado na Terra lado a lado a estes répteis assustadores há milhares de anos atrás.

TriceratopsO chifre do triceratop foi escavado em Maio de 2012 e guardado no “Glendive Dinosaur and Fossil Museum”. O museu, que desde 2005 tem cooperado com o “Paleochronology Group”, uma equipa de consultores na geologia, paleontologia, química, engenharia e educação, enviou uma amostra da parte externa do chifre ao chefe do “Paleochronology Group”, Hugh Miller, a pedido deste como forma de levar a cabo testes com o Carbono-14.

Miller enviou a amostra para a Universidade da Geórgia (“Center for Applied Isotope Studies”) para este propósito. A amostra foi então dividida em duas fracções com a maior parte ou produtos resultantes do colagéno a dar uma idade de 33,570 ± 120 anos, e a fracção de carbonato da bioapatite óssea a dar uma idade de 41,010 ± 220 anos [UGAMS-11752 & 11752a]. O Sr Miller disse à Ancient Origins que é sempre preferível datar várias fracções com o carbono-14 (o que Miller exigiu) como forma de minimizar a possibilidade de erros e que uma concordância essencial foi atingida nos milhares de anos tal como em todas as fracções ósseas de 10 outros dinossauros.

Triceratops, nome que significa “face com três chifres”, é um género de dinossauro herbívoro ceratopsid de quem se diz ter inicialmente aparecido durante a parte final da era Maastrichtiana e na parte final do período Cretáceo – há cerca de 68 milhões de anos atrás naquilo que actualmente é a América do Norte – e havendo se extinguido no evento de extinção do Cretáceo-Paleogene há 66 milhões de anos atrás. No entanto, cientistas do “Paleochronology Group”, que levam a cabo pesquisas relacionadas a “anomalias da ciência”, salientam que os dinossauros não morreram há milhões de anos atrás e que existem evidências suficientes em favor da tese de que eles se encontravam vivos até há cerca de 23,000 anos atrás.

Até recentemente, a datação com o Carbono-14 nunca era usada para testar ossos de dinossauros visto que as análises só são fiáveis até aos 55,000 anos. Os cientistas nunca consideraram proveitoso fazer testes nesses ossos porque era crença geral que os dinossauros haviam-se extinguido há 65 milhões de anos, datação obtida a partir de datação radiométrica às camadas vulcânicas no topo ou por baixo dos fósseis – método que o “Paleochronology Group” declara ter “problemas sérios e onde pressuposições consideráveis têm que ser feitas.”

Miller disse o seguinte ao Ancient Origins:

Tornou-se claro com o passar dos anos que não só os paleontólogos estavam a negligenciar o teste aos ossos de dinossauro em busca de conteúdo C-14, como se recusavam de todo a fazê-lo. Normalmente, um bom cientista ficará curioso em torno das idades dos ossos fósseis importantes.

Os resultados em torno da análise ao Chifre do Tricerotops não são únicos; segundo Miller, foram feitos numerosos testes com o C-14 aos ossos de dinossauros, e, surpreendentemente, todos eles deram idades na ordem dos milhares de anos e não na ordem dos milhões de anos:

Eu [Miller] organizei o “Paleochronology Group” em 2003 como forma de preencher um vazio relativa à madeira fóssil e também aos ossos de dinossauros visto que eu estava curioso em relação à sua idade através da datação C-14. Nós temos, consequentemente, usado a datação C-14 para resolver o mistério do porquê tecido macio e imagens de dinossauros existirem por todo o mundo. O nosso modelo previa que os ossos de dinossauro iriam ter quantidades significantes de C-14 e de facto, e no intervalo temporal que vai dos 22,000 aos 39,000 anos BP, eles têm.

Há já muito tempo que numerosos pesquisadores independentes têm alegado a existência de evidências em favor da tese de que homens e dinossauros caminharam juntos sobre a Terra, tais como centenas de obras de arte antigas e artefactos que aparentam descrever dinossauros muito antes da ciência moderna ter unido os fósseis de dinossauros e ter levado a cabo análises de modo a produzir reconstruções detalhadas da sua aparência. No entanto, ainda mais intrigante é a descoberta de tecido macio nos fósseis de dinossauro.

Mary_SchweitzerNa edição de Março de 2005 da Science, a paleontóloga Mary Schweitzer e a sua equipa anunciaram a descoberta de tecido macio dentro do osso duma perna de Tyrannosaurus rex (encontrado na “Hell Creek Formation” no Montana) datado com 68 milhões de anos – uma descoberta controversa se levarmos em conta que os cientistas eram de opinião de que as proteínas do tecido macio se degeneravam em menos de 1 milhão de anos na melhor das condições. Depois de ter sido recuperado, o tecido foi rehidratado e os testes revelaram sinais de estruturas intactas tais como vasos sanguíneos, matrizes ósseas, e tecido conjuntivo.

Mais recentemente, Mark Armitage e Kevin Anderson publicaram na Acta Histochemica (revista por pares) os resultados de análises microscópicas de tecido macio dum chifre de triceratops. Armitage, um criacionista, alegou que tal preservação de células é uma impossibilidade científica se realmente os dinossauros tiverem caminhado na Terra há mais de 66 milhões de anos atrás. Com base nisto, ele deu início a uma discussão com os seus colegas e estudantes em torno da implicação de tal descoberta estar de acordo com  perspectiva criacionista, e que os dinossauros existiram muito mais tarde do que a altura temporal que a corrente científica oficial defende, um acto que lhe valeu ser imediatamente despedido da Universidade da Califórnia.

Embora o “Paleochronology Group” afirme não ser “de nenhuma crença ou denominação particular”, sem dúvida que existem aqueles com crenças criacionistas dentro do grupo, um facto que os críticos apontam como algo que pode perturbar os seus resultados. No entanto, o grupo apelou a qualquer cientista que repelique os seus resultados levando a cabo rigorosos testes de C–14 às amostras de dinossauro.

Todas as amostras testadas renderam porções significativas de Carbono-14 através de extensivos cruzamentos de verificação às idades do colagéno ósseo, produtos orgânicos e carbonatos provenientes do bioapatite ósseo das unidades de AMS e obtidas em concordância. Logo, as probabilidades sobrepujantes são da maioria, se não todos, os ossos de dinossauro não-petrificados ou até aqueles que supostamente estão petrificados presentes nos museus e nas universidades virem a demonstrar resultados semelhantes. Portanto, apelamos a todas as pessoas responsáveis por essas colecções para ver se elas podem replicar os nossos resultados. As implicações são imensas.

Até agora, o desafio tem sido rejeitado pelos outros cientistas, e tentativas anteriores de publicar os resultados de C-14 foram repetidamente bloqueadas. Dados crus, vazios de interpretação, foram bloqueados de apresentação nos procedimentos confenciais por parte da “2009 North American Paleontological Convention”, a “American Geophysical Union” em 2011 e em 2012, a “Geological Society of America” em 2011 e 2012, e por parte de vários editores de revistas científicas.

O “Center for Applied Isotope Studies” na Universidade da Geórgia, que levou a cabo o teste “cego” ao C-14 dos ossos de dinossauro sem saber que eram ossos de dinossauro, recusou-se a levar a cabo mais testes ao C-14 depois de saber que estavam a testar ossos de dinossauro. O paleontólogo Jack Horner, curador no “Museum of the Rockies” da “Montana State University”, que escavou os restos de Tyrannosaurus rex que continham  o tecido macio, chegou até a recusar-se a receber um financiamento de $23,000 para continuar a fazer testes ao C-14 dos restos. Miller diz:

O público precisa de ficar a saber que a descoberta de tecido macio, do C-14 nos ossos de dinossauros, e das representações de dinossauros espalhadas por todo o mundo tornam as crenças [evolutivas] actuais em relação à sua idade obsoletas. A ciência centra-se na partilha das evidências e no deixar que as apostas caiam onde quer que caiam.

Embora haja a possibilidade dos resultados relativos ao C-14 serem consequência de contaminação ou erro (embora os resultados tenham sido replicados e tenham sido levados a cabo pré-tratamentos rigorosos por parte Universidade da Geórgia como forma de controlar isto), ou de algum outro factor ainda desconhecido pela ciência, parece razoável esperar que os cientistas tentem replicar resultados tão inovadores.

–  http://goo.gl/SKwm4C

* * * * * * *
Eis o resumo:

  • Uma equipa de cientistas leva a cabo testes rigorosos a ossos de dinossauro e descobre que as idades evolutivas não estão de acordo com os resultados científicos.
  • Estes cientistas colocam-se à disposição de serem refutados pelos outros cientistas desde que estes últimos levem a cabo o mesmo tipo de testes aos mesmos ossos.
  • Estes últimos cientistas não só se recusam a testar esses ossos, como censuram e bloqueiam quem quer que queira apresentar esses dados, livres de qualquer idade pré-estabelecida.

O que é que se pode concluir disto? Das duas uma: 1) os cientistas censuradores estão tão certos do que acreditam que nem se dignam a colocá-lo à prova, ou 2) os cientistas que defendem que os dinossauros morrem há 65 milhões de anos não querem ver esssa crença colocada em causa de maneira alguma, e sabem que os dados não estão de acordo com esta tese.

Isto só vem confirmar o que já tínhamos falado: a teoria da evolução é uma religião secular que se tenta validar através duma interpretação especial da ciência. Se a teoria da evolução fosse uma ciência no verdadeiro sentido do termo, os evolucionistas abertamente fariam testes científicos que podem ou não dar uma idade diferente daquela que a sua linha temporal evolutiva precisa. Mas a ciência é mesmo assim: se uma teoria não está de acordo com os dados, então a teoria tem que ser rejeitada.

O problema (para os evolucionistas) é que eles estão cientes que, se a linha temporal evolutiva (que defende os mitológicos “milhões de anos”) está errada, então todo o edifício evolucionista cai por terra, e as alegações criacionistas ganham um novo e decisivo alento. Como forma de impedir que isso aconteça, os evolucionistas levam a cabo uma vasta gama de esforços que visam proteger os mitológicos “milhões de anos” – esforços esses que incluem a censura e o rejeitar fazer testes científicos a ossos d e dinossauro

Para nós Cristãos, o facto dos cientistas seculares estarem a avançar com a sugestão de dinossauros terem vivido lado a lado com os seres humanos não é nada de surpreendente; como nós sempre dissemos aqui e em muitos outros blogues criacionistas, a ciência, quando propriamente interpretada, está sempre de acordo com a interpretação contextual e literal de Génesis 1.

Outro grupo de pessoas que também vê as suas crenças fragilizadas são os ignorantemente auto-denominados “Cristãos evolucionistas” (se alguma vez vimos uma expressão auto-contraditória, esse é uma) ou os Cristãos que acreditam nos mitológicos “milhões de anos”; se os próprios cientistas não-criacionistas já começam a ver que dinossauros e humanos muito provavelmente vieram lado a lado – algo que refuta os milhões de anos e a teoria da evolução – o que dizer do que os “Cristãos evolucionistas” e os Cristãos defensores dos milhões de anos disseram estes anos todos?

Será que os “Cristãos evolucionistas” e os “Cristãos” que defendem os “milhões de anos” estão dispostos a olhar para Génesis com um novo olhar, e aceitar que Deus é Deus, e que Ele tem o Poder para comunicar a Sua Mensagem de modo claro?

O que realmente interessa é que a linha temporal evolutiva não está de acordo com as evidências, e a teoria da evolução é uma farsa. Aguardamos ansiosamente pelo dia em que os evolucionistas comecem a avançar com a ideia de que a teoria da evolução nunca afirmou que os seres humanos e dinossauros nunca viveram lado a lado – e eles irão fazer isso. Quando isso acontecer, (e irá acontecer), podemos ter a certeza que essa teoria está a dar os seus últimos passos.

Conclusão:

Mais uma vez, fica patente que ciência e a Bíblia estão de acordo; nem poderia ser de outra forma porque o Autor do Universo é o Autor da Bíblia, e Ele não mente.

Tua_Palavra_Verdade_Joao_17_17_2

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Testes genéticos colocam em causa teoria da evolução

Por Richard William Nelson

TentilhaoOs tentilhões das Ilhas Galápagos são um símbolo icónico da teoria da evolução de Charles Darwin. No entanto, as evidências científicas reais validando a teoria de Darwin de que “uma [destas espécies] havia sido tomada e modificada para fins distintos” há muito que tem sido colocada em causa.

Naquela que é uma das investigações genéticas mais compreensivas até ao dias de hoje, uma equipa de cientistas liderada por Sangeet Lamichhaney da Universidade Uppsala na Suécia, acaba de publicar o seu artigo com o título “Evolution of Darwin’s finches and their beaks revealed by genome sequencing” na prestigiosa revista científica com o nome de Nature. No entanto, e mais uma vez, as evidências genéticas falham ao não demonstrarem como é que “uma espécie havia sido tomada e modificada.”

Evidências Genéticas

Ao focarem a sua atenção no gene associado ao controle do desenvolvimento da forma do bico da áve, o gene ALX1, a equipa descobriu “discrepâncias enormes com a taxonomia baseada no fenótipo”. Isto não são propriamente boas notícias para a indústria da evolução visto que as diferenças genéticas entre os tentilhões falham ao não se alinharem com o fenótipo – termo referente às características físicas e morfológicas.

As evidências genéticas da pesquisa foram extraídas de amostras de sangue de 120 tentilhões capturados em redes mistas (e posteriormente libertados) posicionadas nas Ilhas Galápagos e nas Ilhas Cocos, e dois grupos próximos de tanagers [espécie de pássaro] das Ilhas Bardados.

O gene ALX1 não só falhou ao não se corresponder de forma consistente com o tamanho e a forma dos bicos, como – e mais importante ainda – serviu para que a equipa apurasse não haver qualquer relacionamento transicional entre os tentilhões, vazios de algum tipo de evidências que sirvam de identificação do ancestral comum – a raiz da árvore de Darwin.

Em vez de se encontrarem evidências das “mudanças [genéticas] pequenas e sucessivas” entre os tentilhões, a equipa descobriu uma partilha de genes – e não mudanças genéticas evolutivas e sequenciais. “Era evidente uma partilha extensiva de variações genéticas entre as populações, particularmente entre os tentilhões terrestres e os arbóreos, com quase nenhuma diferença fixa entre as espécies de cada grupo”.

O Colapso da Árvore de Darwin

A equipa foi incapaz de reconstruir uma árvore baseada nos genes (e com formas transicionais desde a raiz até aos ramos superiores) para nenhuma das populações de tentilhões. Nem foram identificadas as formas transicionais dos nós ramificados da árvore.

Adicionado ainda mais um dilema à teoria da evolução, a equipa “encontrou uma quantidade considerável de diversidade genética dentro de cada população”, salientando que “a ordem de ramificação exacta entre …. os tentilhões terrestres e os arbóreos tem que ser interpretada cuidadosamente.” Isto não é propriamente a volta de vitória que a indústria da evolução desejaria.

A imagem genética que emerge entre as populações de tentilhões das Galápagos e das Ilhas Cocos é tão complicada como uma novela de Tolstoy. Geoffry Mohan, escrevendo para o Los Angeles Times, chegou até a notar que “as espécies que eram geneticamente semelhantes numa ilha não eram intimamente relacionadas noutras ilhas…… [que] pode ser interpretado como evidência duma hibridização.” As evidências genéticas em favor duma distinção clara entre as populações não existiam.

Um vez que uma bem sucedida e contínua hibridização na natureza só ocorre dentro da mesma espécie, as evidências apontam para uma única espécie de tentilhões – algo que não está de acordo com a teoria de Darwin de que “uma espécie … [foi] tomada e modificada.”

Lamichhaney não está sozinho; Stephen O’Brien, co-fundador do Genome 10K Project,  havia antecipado previamente, em 2012, que “o empoderamento das sequências genéticas dos tentilhões de Darwin iria iniciar a resolução dos enigmas evolutivos que há um século têm deixado os biólogos perplexos.” Embora o Genome 10K Project tenha anunciado que “os cientistas sequenciaram o genoma de um dos tentilhões icónicos das Galápagos descritos por Darwin,” o Genome 10K-Project ainda não publicou qualquer tipo de evidência que resolva os “enigmas evolutivos” da teórica árvore de Darwin.

Akie Sato, do Max-Planck-Institut für Biologie, Alemanha, e num artigo com o nome de “Phylogeny of Darwin’s finches as revealed by mtDNA sequences” também falhou em distinguir as populações de tentilhões em espécies sequências distintas: “A classificação tradicional das espécies de tentilhões terrestres em seis espécies, e os tentilhões arbóreos em cinco espécies, não se reflecte nos dados moleculares.”

Peter e Rosemary Grant, a infame equipa marido-e-mulher que dedicou a sua carreira profissional ao estudo dos tentilhões de Darwin, confirmaram as observações de Sato. Num artigo com o nome de “Comparative landscape genetics and the adaptive radiation of Darwin’s finches”, publicado em na edição de Setembro de 2005 da revista  “Molecular Ecology”, eles pura e simplesmente declararam que as evidências apontam para uma “dissociação da evolução morfológica e molecular” – evidências científicas devastadoras  para a ingénua teoria de Darwin.

Revolução Genética Derruba Teoria da Evolução

“A revolução genómica [tem]….efectivamente derrubado a metáfora central da biologia evolutiva, a Árvore da Vida,” – assim alega Eugene V. Koonin do “National Center for Biotechnology Information” no seu livro The Logic of Chance. O esquema da árvore de Darwin foi, agora, substituído pelo esquema da radiação.

Este esquema revisto foi publicado na Nature por parte de Nipam H. Patel e com o título de “Evolutionary biology: How to build a longer beak.” No entanto, esta revisão tem os mesmos problemas que a árvore de Darwin: ausência de ancestrais e de formas transicionais.

John Archibald, da Universidade Dalhousie, alega no seu livro “One Plus One Equals One” (2014) encontrar pontos comuns com Koonin e salienta: “a árvore da vida tem passado por muitas dificuldades….. [com] a imagem geral que emerge sendo uma de mosaicismo” – e não uma de mudanças evolutivas onde “uma espécie…é tomada e modificada” para outra espécie.”

TentilhaoSurpreendentemente, David Baum e Stacey Smith no seu livro “Tree Thinking, an Introduction to Phylogenetic Biology” (2013) avançam ainda mais com as alegações, afirmando que “O nosso conhecimento do processo molecular não é suficientemente bom para descartar uma origem independente.”

Genómica confirma Génesis

Os tentilhões de Darwin falham os testes genéticos. Embora a revolução genómica continue a fragilizar o conceito da evolução biológica, um padrão mosaico da natureza começa a surgir, revelando evidências científicas que são compatíveis com a descrição da criação presente no Livro de Génesis, para além de revelarem os tentilhões de Darwin como a versão do século 21 do Homem de Piltdown.

A teoria da evolução já foi uma teoria em crise, mas hoje em dia é uma crise sem teoria. A evolução biológica existe apenas como uma facto filosófico, e não como uma facto científico.

http://bit.ly/1A6OSRA

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6 evidências de que o Cristianismo apoiou o desenvolvimento da ciência

Por Saints and Sceptics

1) Os pioneiros do método científico tinham que esperar algum tempo antes de poderem demonstrar os benefícios prácticos dos seus estudos.

Biblia_CienciaAté então, eles prosseguiam com o conhecimento do mundo natural apenas e só porque tal conhecimento era considerado bom nele mesmo. Esta busca particular pelo conhecimento faz sentido se estamos a “pensar segundo os Pensamentos de Deus” ao estudarmos a Sua criação. Os intelectuais estariam menos inclinados a estudar um mundo produzido pelo movimento aleatório dos átomos sem-sentido no vazio infinito.

……actualmente,  quase todos os historiadores concordam que o Cristianismo (tanto o Catolicismo como o Protestantismo) levou os intelectuais dum passado recente a estudar a natureza de modo sistemático. Noah J Effron in “Galileo Goes to Jail”

2) Noções emprestadas da crença Cristã foram inseridas no discurso científico.

Os Cristãos acreditavam que Deus era ao mesmo tempo Racional e Soberano, algo totalmente diferente a visão do mundo dos antigos que mantinha que o mundo havia surgido do caos e era controlado pela Sorte. Um Deus Pessoal e Racional iria criar um universo ordenado e regular. Isto levou à crença de que a natureza encontrava-se controlada por leis.

A natureza deste ou daquele corpo nada mais é que a lei que Deus lhe prescreveu; falar de forma certa sobre uma lei, é a regra nocional de agir segundo a vontade declarada Dum Superior. – Robert Boyle, Notion of Nature

3) Para se ter conhecimento do mundo natural, as leis da natureza não podem ser demasiado complexas e nem demasiado profundas para o nosso entendimento.

Os Cristãos acreditavam que havíamos sido criados à Imagem de Deus, e que nós éramos capazes de conhecer a adorar a Deus. Isto logicamente significa que havíamos sido criados com a capacidade de entender a criação de Deus. Esta crença deu aos intelectuais a confiança de que eles realmente poderiam apreender e entender o mundo natural.

Essas leis encontram-se ao alcance da mente humana. Deus queria que as reconhecêssemos ao criar-nos segundo a sua Imagem de modo a que pudéssemos partilhar os Seus Pensamentos.  – Kepler, Letter to Johannes George Hewart von Hohenburg

4) Ao contrário dos antigos Gregos, que acreditavam que o mundo físico era inferior ao mundo intelectual  espiritual, as Escrituras Judaico-Cristãs ensinavam que a dimensão criada era boa. Não era vergonhoso ficar com as mãos sujas devido ao trabalho físico; o mundo físico era também digno de admiração.

O entusiasmo pelo novo empirismo é igualmente ilustrado por John Wilkins, Bispo Anglicano com simpatias Puritanas e membro fundador da Royal Society …’Nós  não deveríamos ser “tão supersticiosamente devotados à Antiguidade”, escreveu Wilkins nas palavras cuidadosamente escolhidas do século 17, “como se fossemos aceitar como Canónico tudo o que cai da caneta dum Padre, …Temos que trabalhar de modo a descobrir o que as coisas são nelas mesmas através da nossa experiência… e não o que outra pessoa diz delas.”

Isto é, hoje, óbvio para nós, mas foi revolucionário na altura; este é um excelente exemplo da disponibilização dum estímulo teológico como forma de apoiar a emergência do método empírico. Denis Alexander

5) Deus é Livre e Soberano.

Alguns Gregos Antigos, tais como Aristóteles, ensinavam que poderíamos descobrir os princípios que governavam o mundo simplesmente através da reflexão racional. No entanto, os Cristãos acreditavam que Deus era Livre e Ele não estava Obrigado a criar o mundo segundo os princípios que os filósofos pensavam serem os melhores. A única forma de descobrir o plano de Deus na criação era saindo e investigando. Isto significava um aumento do foco na observação e nas experiências.

Não pode existir uma ciência viva a menos que exista uma amplamente difundida convicção instintiva na existência da Ordem das Coisas. E, de modo particular, no Ordenador da Natureza. – A.N. Whitehead, Science and the Modern World.

6) Dentro do pensamento Cristão, os seres humanos são criaturas caídas que já não têm a graça de entender a Mente de Deus só através da razão.

Os Cristãos tinham alguma razão em colocar em dúvida a eficácia da razão. Devido a isso, eles queriam verificar as nossas ideias relativas ao mundo natural através da observação, medição, e experimentação.

….. todos os homens, devido, ao mesmo tempo, à corrupção derivada inata e nascida com ele, e também devido à sua educação e convivência com outros homens, está muito sujeito à falhas causadoras de topo o tipo de erros….. Sendo estes os perigos da Razão humana, os remédios para todos eles só podem proceder da Filosofia real mecânica e experimental –  Robert Hooke, Micrographia

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O Cristianismo causou a “Idade das Trevas”?

Por Humphrey Clarke

O termo “Idade das Trevas” não foi bem definido pelo inquiridor mas o mesmo normalmente refere-se à deterioração cultural e económica que ocorreu na Europa Ocidental depois da queda do Império Romano. Normalmente existem dois aspectos do que pode ser chamada de “a tese da culpa Cristã”: primeiro, que o Cristianismo foi um factor contributivo significante para o declínio e para a queda do Império Romano, e segundo, que a nova religião era hostil ao conhecimento clássico e que, à medida que o Império Romano entrava em colapso, esta nova religião não se esforçou o suficiente para preservar o conhecimento clássico.

A primeira teoria tem um pedigree ilustre visto que foi promovida por Edward Gibbon no capítulo 39 do seu Magnus Opus com o nome de ‘O Declínio e a Queda do Império Romano’. Gibbon especulou que a “introdução, ou pelo menos o abuso do Cristianismo, teve alguma influência no declínio e na queda do Império Romano.” Segundo o seu ponto de vista, o Cristianismo quebrou a unidade ideológica do Império e perturbou a habilidade do estado de ganhar apoio junto das massas. Os recursos financeiros e humanos foram desviados de objectivos materiais vitais e o descontentamento foi-se alastrando – o que colocou em causa a legitimidade imperial.

Como uma teoria geral ampla, o ponto de vista de Gibbons tem muito pouco em seu favor. Antes de mais, qualquer explicação que seja proferida para a queda do Império Romano tem que contender com o facto de que a metade oriental do Império Romano manteve-se relativamente forte e estável enquanto a metade ocidental entrou em colapso. A ala Oriental era ainda mais Cristã que a Ocidental no entanto, não só não entrou em colapso, como se manteve como o Império Bizantino até ao século 15.

Será que a teoria de Gibbons funciona a um nível mais baixo como forma de demonstrar que o Cristianismo foi um factor contributivo?

Também aqui a sua teoria sofre de falta de evidências. Embora o Cristianismo tenha dado início a algo análogo a uma revolução cultural depois da conversão de Constantino, é difícil olhar para isto como um evento que teve um sério efeito deletério no império. É certo que as instituições religiosas Cristãs de facto exigiam enormes recursos financeiros, no entanto estas instituições estavam a substituir as instituições pagãs que recebiam enormes doações (que foram sendo progressivamente confiscadas). Logo, a ascensão das organizações Cristãs parece ter envolvido de forma geral uma transferência de bens de religião para religião, e não um desvio de verbas dos cofres seculares.

Semelhantemente, mão-de-obra perdida para o claustro parece ter sido mínima – talvez na ordem de alguns milhares de indivíduos – algo que dificilmente constitui uma quebra maciça na mão-de-obra do império. Uma porção da aristocracia abdicou da sua riqueza e do seu poder em favor duma vida de devoção Cristã – um número insignificante quando comparado com o número de pessoas que escolheu servir a burocracia imperial.

Será que o Cristianismo fragilizou a unidade ideológica do Império?

Não; na verdade, a religião e o império agiram para favorecer a unidade, com o Deus Cristão colocado como Aquele que atribuía ao Imperialismo Romano uma missão de conquistar, converter e civilizar o mundo. Os imperadores eram visto como escolhidos a dedo por Deus, e, desde logo, impregnados com um estatuto sagrado. A rejeição do Império era uma posição marginal junto dos pensadores Cristãos.

Será que as discussões doutrinárias entre os Cristãos enfraqueceram o Império?

Mais uma vez, há poucas evidências em favor desta posição. Certamente que as histórias da época eram dominadas por disputas teológicas, dando desde logo uma impressão dum frenesim e dum desacordo religioso. Isto prende-se com o facto das fontes deste período serem em larga medida histórias da Igreja. Isto seria como depender das memórias de Fred Phleps para se obter uma história fiel dos Estados Unidos durante o século 20. Na realidade, os historiadores mais seculares tais como Ammianus Marcellinus quase que nem menciona as disputas doutrinárias. Ocorreram ocasionalmente tumultos de grandes proporções mas estes estavam essencialmente confinados entre os bispos.

Resumindo, a Cristianização parece ter sido efectivamente subsumida dentro das estruturas do Império, e muitos historiadores alegam que ela agiu como um efeito estabilizador. Portanto, a teoria de Gibbons foi totalmente invertida.

O que dizer da segunda teoria? Será que a ascensão do Cristianismo causou um mal-estar na cultura intelectual, causando uma idade das trevas científica?

Sem sombra de dúvidas que houve um declínio no conhecimento científico no Império Romano Ocidental à medida que ele entrava em colapso, mas as raízes disto são profundas e podem ser rastreadas até ao Romanos pagãos. Depois de 200 A.C. passou a existir um contacto cultural frutífero entre os Gregos e as bilingues classes altas Romanas. Isto introduziu no Império Romano uma versão da tradição clássica mas só uma escassamente popularizada versão é que foi traduzida para o Latim.

O bilinguismo e as condições para estudos entraram rapidamente em declínio depois de 180 AD à medida que o império entrou na crise do 3º século. O caos deste século causou uma perturbação junto das infraestruturas educacionais e a divisão do império em dois causou a que o conhecimento do Grego entrasse em declínio no ocidente. Os cidadãos Romanos que se estavam a tornar gradualmente Cristãos encontravam-se portanto, limitados a pedaços da tradição clássica que havia sido explicada e sumariada pelos autores Latinos.

Depois disto, a cultura intelectual entrou em declínio dramático no ocidente devido ao colapso do controle centralizado neste mesmo ocidente, consequência dos ataques dos bárbaros, do declínio na alfabetização e da perda do Grego, da redução do comércio, da queda acentuada na densidade populacional, e devido à dimensão da destruição. Entre o século 4º ao século 11º, o Império Ocidental foi varrido por bárbaros Germânicos e Nórdicos, o que causou a destruição de toda a infraestrutura Imperial.

Enquanto isso, a mais rica e completa versão da tradição clássica caiu nas mãos dos muçulmanos à medida que eles se expandiam rapidamente pela Ásia e pelo Mediterrâneo. Depois disto, esta tradição foi traduzida para o arábico, desenvolvida ainda mais, e transladada do Norte de África para a Espanha. Mal a Europa Ocidental se recuperou de modo suficiente, os seus intelectuais viajaram para Espanha para traduzir o material e trazê-los para a cultura medieval.

Será que havia uma corrente anti-intelectual na cultura Cristã primitiva que causou a que ela fosse um ninho de sentimentos anti-científicos?

Aqui, o exemplo mais citado é Tertuliano, que famosamente disse “O que é que Atenas têm haver com Jerusalém?” em oposição acesa à tradição clássica. No entanto, e de modo geral, esta posição contra-cultural era minoritária e ela perdeu a sua posição para aqueles como Justino Mártir, que buscou pontos comuns entre a filosofia clássica e o Cristianismo, e (mais importante ainda) Agostinho de Hipona.

Agostinho, embora tivesse sido ambivalente em relação ao conhecimento Grego, aplicou-o vigorosamente nos seus textos relativos às Escrituras, e surgiu com a ideia da largamente influente “fórmula da serva” onde a filosofia natural poderia ser útil na interpretação da Bíblia. (Obviamente que hoje em dia todos nós acreditamos que – em princípio – a ciência deveria ser estudada para o seu próprio bem, mas esta posição haveria de ter sido estranha no mundo clássico onde ela se encontrava subordinada à ética e ao empreendimento filosófico mais abrangente). A fórmula da serva foi usada durante toda a Idade Média como justificação para a investigação da natureza.

Em última análise, a segunda teoria falha porque o Cristianismo é a mais importante estrutura intelectual dentro da qual sobreviveu a cultura antiga-tardia. Longe de serem broncos intelectuais, parece que os Cristãos estiveram tão interessados na filosofia, na ciência, e na medicina Gregas que eles as preservaram através dum processo laborioso de cópia manual. Isto inclui as obras de Euclides, Ptolomeu, Platão, Aristóteles, Galeno, Simplício e muitos outros, incluindo umas espantosas 1,500 páginas de comentário em Grego de Aristóteles, feitos entre o 2º ao 6º século AD. As obras médicas de Galeno são 1/5 de todo o corpo de conhecimento Grego que sobreviveu ao tempo – cerca de 2 milhões de palavras copiadas à mão e preservadas através dos séculos.

Claro que algumas pessoas podem alegar que os Cristãos deveriam ter preservado mais obras de “cientistas” antigos – por exemplo, as palavras perdidas de Neocles de Kroton (que alegou que os sapos têm dois corações – um venenoso e outro saudável – e que a lua era habitada pelo Leão de Neméia). Para lidar com isto, idealizei um “Campo de Treino da Idade Média” onde os críticos serão forçados a usar um hábito dum monge e copiar para um papiro, e à mão, o livro ‘A short History of nearly everything’ de Bill Bryson, ao mesmo tempo que figurantes vestidos de bárbaros vão destruindo todas as suas coisas.

Conclusão:

As duas teorias que tentam atribuir culpas ao Cristianismo falham por falta de evidências. Elas ainda persistem devido ao seu ilustre pedigree, e devido ao facto das pessoas insistirem que o passado se ajuste ao enquadramento moderno.

http://goo.gl/mXIKc6

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(Tim O’Neill responde à mesma questão:)

Não, o Cristianismo não causou a “Idade das Trevas”.

Actualmente, o período conhecido como a “Idade das Trevas” é normalmente usado em referência à Baixa Idade Média (embora alguns escritores populares erradamente usem o termo “Idade das Trevas” como sinónimo geral para a Idade Média, algo que os historiadores deixaram de fazer há muito tempo). Este é o período que vai desde cerca de 500 AD até a 1000 AD, onde a Europa Ocidental atravessou por um período longo de fragmentação política, invasões externas, conflitos internos, colapso do comércio de curta e longa distância, colapso da economia, colapso das infraestruturas e colapso da educação.

A ideia do Cristianismo a causar ou a contribuir de modo significativo para a queda do Império Ocidental há já muito tempo que foi abandonada pelos historiadores modernos. Claramente, o Cristianismo não foi um factor significante visto que, ao mesmo tempo que o Império Ocidental entrava em colapso, o igualmente (ou mais ainda) Cristão Império do Oriente continuou durante mais 1000 anos sem entrar em colapso e sem qualquer “Idade das Trevas”. (…)

Por mais que esteja de acordo com a agenda de alguns desajeitados zelotas anti-Cristãos alegar que o Cristianismo causou a “Idade das Trevas”, este é um ataque baseado num fraco conhecimento da História. Longe de ter sido a causa, o Cristianismo foi a única instituição que, durante este período, preservou os fundamentos do conhecimento e encapsulou a filosofia e o estudo da lógica e o profundo respeito pelo aprendizado, incluindo o aprendizado com origem pagã, no seu curriculum.

Consequentemente, quando a Europa emergiu  dos séculos medievais iniciais de caos e invasões, foram os homens de igreja que buscaram os livros perdidos de Aristóteles, Platão, Arquimedes e Ptolomeu, e deram início a um renascimento no conhecimento e na investigação que iria levar ao método científico e à ascensão do Ocidente.

Os descrentes mais inteligentes evitam análises históricas erróneas motivadas pela emoção e não pela análise objectiva e racional das evidências.

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