Os embriões de Haeckel

Por Bill Jahns

Desde que Darwin escreveu o seu famoso livro “A Origem das Espécies” que os evolucionistas têm apontado para exemplos que eles alegam que provam a teoria da evolução. Mas quão “bons” são estes exemplos? Darwin dependeu de livros de outras pessoas como forma de demonstrar a sua teoria. Um exemplo famoso, ainda usado em virtualmente todos os livros escolares que promovem a evolução, são os assim chamados “Embriões de Haeckel”.

ErnstHaeckelHaeckel, biólogo Alemão, havia supostamente mostrado que os embriões dos vários animais eram idênticos uns aos outros nas fases iniciais. Darwin havia escrito que “é provável, segundo o que sabemos dos embriões dos mamíferos, das áves, dos peixes e dos répteis, que estes animais sejam os descendentes modificados de algum progenitor.” (The Origin of Species , Great Books of the Western World series, p. 224).

Darwin escreveu também que, visto que os seres humanos e os outros vertebrados aparentemente eram semelhantes na fase inicial do seu desenvolvimento, “temos que admitir de modo franco a sua comunhão na descendência.” (The Descent of Man, 1952, Great Books of the Western World series, p. 265). Ele esreveu para um amigo que as semelhanças nos embriões iniciais eram “de longe, a mais forte classe individual de factos” em favor da sua teoria. (The Life and Letters of Charles Darwin , 1896, Vol. II, p. 131).

Darwin bem como outros promoveram esta ideia embora outros peritos da disciplina, tais como Karl Ernst von Baer (a dada altura, o mais famoso embriólogo da Europa), discordassem. Von Baer declarou que “o embrião duma forma superior não se assemelha a nenhuma outra forma mas só ao seu embrião” (tal como citado por Jonathan Wells no seu livro “Icons of Evolution: Science or Myth?” , página 84, 2000). No entanto, Darwin citou von Baer em apoio à sua teoria embora von Baer não acreditasse no Darwinismo e o contestasse fortemente.

No entanto, hoje em dia, os biólogos reconhecem que Haeckel falsificou os seus desenhos como forma de os usar em apoio da teoria de que, de forma essencial,  os embriões recapitulavam a história evolutiva da espécia à medida que se desenvolviam. O biólogo Jonathan Wells escreve que as ilustrações de Haeckel . . . . .

. . . . . mostram os embriões dos vertebrados que são muito parecidos nas fases iniciais…. De facto, os embriões são demasiado parecidos … Ele [Haeckel] foi mais do que uma vez, e com justificação, acusado de falsificação científica ….

Em alguns casos. Haeckel usou a mesma xilogravura para imprimir embriões que supostamente eram de classes distintas. Dito de outra forma, ele manipulou os seus desenhos de forma a que os embriões tivessem a aparência mais semelhante do que a que realmente tinham …

Os contemporâneos de Haeckel criticaram-no repetidamente por esta má-representação, e acusações de fraude foram comuns durante a sua vida.. (Wells, pp. 90-91).

Comparando os desenhos de Haeckel com embriões genuínos, torna-se aparente que as suas ilustrações forma distorcidas como forma de servirem de apoio para as suas ideias pró-evolutivas. Encontramos aqui um exemplo clássico da forma como ideias pré-estabelecidas por parte daqueles que examinam as evidências científicas podem afectar as suas conclusões.

Haeckel, tal como muitos evolucionistas durante os anos que se seguiram, só viu as evidências que ele queria ver, e aparentemente acreditava que os fins (o que ele acreditava ser a verdade da teoria da evolução) justificava os meios (as supostas, mas erróneas e até fraudulentas, provas da teoria).

Em 1997, embriólogo Britânico Michael Richardson, bem como uma equipa internacional de peritos, levou a cabo um estudo comparando os desenhos de Haeckel com os embriões genuínos. As suas conclusões? O trabalho de Haeckel “está-se a revelar como uma das falsidades mais famosas dentro da biologia” (Elizabeth Pennisi, “Haeckel’s Embryos: Fraud Rediscovered,” Science 277, 1997, p. 1435). No entanto, apesar se terem sido reptidamente desacreditadas, as ideias de Haeckel, bem como os sesu desenhos, ainda aparecem em muitos livros de biologia modernos, sendo até apresentados como um “facto”

A realidade dos factos é que, aquando da sua fase inicial, os embriões são claramente distintos uns dos outros. Com os seus desenhos falsos, Haeckel tentou mostrar que os embriões eram semelhantes.

Isto supostamente significava que todas as criaturas descendiam dum ancestral comum. No entanto, em vez de demonstrar uma evolução, o desenvolvimento dos embriões revela que cada espécie é distinta. Em vez de estar de acordo com a teoria da evolução, a embriologia aponta para a Criação.

Haeckel-Embriologia

http://bit.ly/1HZK4nT

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A evolução das plantas e o silêncio de Charles Darwin

Por Mario  Seiglie

Pode ser surpresa para alguns o facto do livro de Charles Darwin “A Origem das Espécies” mal ter tocado na evolução das plantas. Afinal, as plantas são metade das formas vivas que existem no planeta. No entanto, o suposto mecanismo principal para o desenvolvimento de novas espécies – a selecção natural e as mutações – ainda não explicaram nem o aparecimento súbito das plantas no registo fóssil, e nem o porquê das plantas terem ficado essencialmente na mesma desde o início.

PlantaClaro que Darwin sabia do problema – e foi por isso que ele mal tocou nesse tópico no seu livro. Anos mais tarde, ele confessou a um bom amigo, um botânico Joseph Hooker, que o aparecimento súbito das plantas com flores no registo fóssil era um “mistério abominável.” De facto, practicamente tudo que se foca no aparecimento das plantas é um “mistério abominável” para os evolucionistas.

Actualmente existem cerca de 375,000 espécies de plantas, e a maior parte delas não mudou de forma notável desde que apareceram pela primeira vez no registo fóssil. Tal como o geneticista e biólogo salienta:

Um problema enorme para o Neo-Darwinismo é a ausência total de evidências em favor da evolução das plantas no registo fóssil. De forma geral, as evidências fósseis das plantas pré-históricas [sic] são na verdade bastante boas, no entanto nenhuma forma transicional convincente foi descoberta no abundante registo fóssil de plantas. (“The Evolution of Plants: A Major Problem for Darwinists,” Technical Journal, 2002, edição online).

Mais ainda, o princípio evolutivo da “sobrevivência da espécie” não se aplica da mesma forma nas plantas. Afinal de contas, as plantas, ao contrário dos animais, possuem a clorofila e não precisam de matar ou competir para comer visto que podem produzir a sua própria comida através do processo da clorofila.

Portanto, a ideia de que as plantas têm que competiar umas com as outras para sobreviver não é, de forma geral, aplicável. Até aquelas plantas que comem seres vivos, tais como a  planta carnívora “Venus flytrap”, não come outras plantas mas pequenos insectos.

Curiosamente, sabe-se hoje que muitas plantas têm sensores embutidos que indicam o quanto que elas podem continuar a crescer sem invadir o espaço de outras plantas. Um exemplo espantoso é o bonito dossel feito pelas árvores cujos ramos param de crescer mal tocam nos ramos das árvores vizinhas.

Há alguns anos atrás, o eminente botânico E.J.H. Corner fez esta espantosa admissão em relação à origem e desenvolvimento das plantas, e esta admissão continua a ser verdadeira:

Planta_OrquideaMuitas evidências podem ser aduzidas em favor da teoria da evolução – da biologia, biogeografia e paleontologia, mas ainda penso que, para a pessoa sem preconceito, o registo fóssil das plantas encontra-se em favor da criação especial [Deus a criar].

Se, no entanto, se pudesse encontrar outra explicação para esta hierarquia na classificação, isso seria a sentença de morte da teoria da evolução. Conseguem imaginar como é que uma orquídea, a lentilha-d’água, e a palmeira podem ter a mesma ancestralidade, e será que temos evidências em favor dessa suposição?

O evolucionista tem que estar pronto com uma resposta, mas acho que a maioria iria ceder perante uma inquisição. ( Contemporary Botanical Thought, 1961, p. 97). GN

http://goo.gl/jSzGe8

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Será que o ferro pode salvar a mitologia dos “milhões de anos”?

Por Calvin Smith (1)

Tecido macio de dinossauro presente em ossos fósseis? Quase todos os palestrantes da CMI observaram os olhos incrédulos presentes nas caras das pessoas à medida que fotos dum artigo de 2005 da revista Science eram apresentadas num ecrân. Estas fotos mostram ramificações de vasos sanguíneos transparentes e flexíveis, bem como glóbulos vermelhos, junto de ligamentos macios e elásticos provenientes dum osso de dinossauro supostamente com 65 milhões de anos. As descobertas fantásticas da paleontóloga Drª Mary Schweitzer agitaram o mundo da ciência.

Depois de terem sido feitos testes rigorosos e os dados terem sido verificados, muitos evolucionistas passaram a admitir agora a existência de tal tecido macio de dinossauro (e material orgânico) não só em um ou dos espécimes, mas em mais de 30. (2). Eles têm agora que explicar como é que estruturas extraordinariamente delicadas poderiam ficar preservadas durante um incrivelmente longo período de tempo.

Celulas_OsseasE não é só o tecido macio de dinossauro, mas também a presença de proteínas delicadas tais como o colagénio, hemoglobina, osteocalcina, (3,4) actina, e a tubulina que eles têm que explicar. Tudo isto são moléculas complexas que, de modo contínuo, tendem a deteriorar para moléculas mais simples. Paralelamente, e em muitos casos, existem detalhes minuciosos na matriz óssea, com células ósseas com aparência microscopicamente intacta (osteócitos) a revelar um detalhe incrível

Schweitzer conseguiu também recuperar fragmentos duma molécula ainda mais frágil e complexa: o ADN, que foi extraído de células ósseas com marcadores a indicarem a sua fonte de tal forma que é muito provável que seja ADN de dinossauro. (5) Outras pessoas reportaram a presença do Carbono-14 (que decai rapidamente) nos ossos de dinossauro, embora se saiba que depois de 1 milhão de anos, não deveria restar nem um átomo. (6)

Mais ainda, descobertas recentes adicionais mostram tecido macio de dinossauro em amostras que são (segundo as suas próprias pressuposições) muitos milhões de anos mais antigas que as presentes na descoberta original de 2005 por parte da Drª Schweitzer. Tal como um artigo declara:

Os pesquisadores analisaram também outros fósseis em busca da presença de tecido macio e encontraram-no presente em cerca de metade da suas amostras originárias do Período Jurássico, que durou desde há 145,5 milhões de anos atrás até 199,6 milhões de anos. (7)

Um problema enorme para o paradigma evolutivo

Acreditar que proteínas possam durar dezenas de milhões de anos requer uma fé enorme. Segundo uma notícia da revista cientifica com o nome de “The Biochemist”, mesmo que o colagénio fosse armazenado à temperatura de 0º Celsius, não se esperaria que ele durasse nem 3 milhões de anos. (8). Mas tal é o poder do paradigma evolutivo que leva muitos escolher acreditar no impossível em vez de aceitar as implicações mais óbvias – que tais amostras não são tão antigas como eles pensam que são.

Um artigo da National Geographic com o título de “Many dino fossils could have soft tissue inside” (9) revela que a comunidade centífica espera encontrar, no futuro, muitos outros exemplos de tecido macio de dinossauro. Há ja muitos anos que estes factos têm sido uma pedra no seu sapato visto que os mesmos são incrivelmente difíceis de explicar dentro da linha temporal evolutiva (que gira em torno dos “milhões de anos”).

Escusado será dizer isto, mas estes factos ajustam-se na perfeição dentro linha temporal Bíblica (Terra Jovem) visto que estes fósseis são inquestionavelmente restos de criaturas enterradas durante o Dilúvio de Génesis, que ocorreu há cerca de 4,400 anos atrás.

Embora esta informação não tenha sido escondida, ela também não tem sido amplamente promovida nos museus ou nos populares programas científicos – e claramente não tem sido promovida junto da imprensa mainstream. De facto, a maioria das pessoas comuns encontra-se totalmente desconhecedora da presença de tecido macio de dinossauro nos fósseis, e de maneira nenhuma este sigilo pode ser surpreendente: se as rochas e os fósseis não têm milhões de anos, isso é o fim da teoria da evolução.

Previsivelmente, alguns evolucionistas não perderam tempo e começaram a tentar desacreditar os dados. A Drª Schweitzer, embora seja uma evolucionista, embora da versão fideísta teísta, (10), salientou:

Houve uma pessoa que reviu os dados e que disse não se importar com o que os mesmos mostravam visto que ele sabia que o que eu estava a descobrir não era possível….. Eu escrevei de volta e perguntei, “Então diga-me, que tipo de dados lhe haveriam de convencer?” Ele disse, “Nenhum dado!” (11)

(Certamente que este não foi um comentário científico por parte do revisor.)

Como responder?

“Bio-filme! É bio-filme!” Desesperados por uma resposta para estas evidências contundentes, alguns evolucionistas alegaram que os vasos sanguíneos que a Drª Schweitzer havia encontrado nada mais era que bio-filme – algo produzido por pela acção bacteriana mais recente. (12)

Esta alegação foi ocasionalmente gritada por parte de cépticos durante apresentações levadas a cabo pela CMI. Para além disso, blogues, sites e salas de conversação anti-criacionistas usavam esta resposta como a resposta prontinha a ser usada sempre que os criacionistas avançavam com este tópico.

Mas mesmo que os vasos sanguíneos tivessem bio-filme, isto dificilmente poderia explicar a presença de proteínas e do ADN. (13). De qualquer das formas, no entanto, só muito raramente é que o “bio-filme” é, actualmente, usado como resposta visto que a própria Schweitzer foi capaz de apresentar um argumento poderoso em favor da tese de que os vasos sanguíneos não eram bio-filmes. (14)

Uma nova forma de explicar as coisas?

Mias recentemente têm aparecido uma gama de artigos de nível popular alegando que a Drª Schweitzer pode ter encontrado a resposta. Ela já havia proposta esta solução há algum tempo, nomeadamente de que o ferro pode ter ajudado na  preservação do tecido macio de dinossauro, ajudando no cruzamento e na estabilização das proteínas, bem como agindo como um anti-oxidante. (15) Ela testou de modo ostensivo esta ideia, e eis aqui dois excertos de um desses artigos que ajudam a resumir esta nova hipótese:

“Novas pesquisas provenientes da North Carolina State University mostram que o ferro pode desempenhar um papel na preservação de tecido antigo presente dentro dos fósseis de dinossauro, mas também evitar que eles sejam detectados.”

“A mais recente pesquisa de Mary Schweitzer mostra que a presença de hemoglobina – a molécula que tem ferro e que transporta o oxigénio para os glóbulos vermelhos – pode ser a chave tanto na preservação como na ocultação as proteínas originais antigas dentro dos fósseis.” (16)

E estes comentários provenientes doutro artigo explicam as coisas de maneira mais clara, e nele Schweitzer diz:

Estes radicais livres (17) causam a que as proteínas e a membranas celulares se amarrem em nós… Basicamente, funcionam como formaldeído. O formaldeído, obviamente, preserva o tecido funcionando fazendo ligações, ou cruzamentos, nos aminoácidos que formam as proteínas, o que causa a que essas proteínas fiquem mais resistentes à deterioração. (18)

No seu artigo técnico, Schweitzer alegou:

A hemoglobina (HB) aumentou a estabilidade do tecido mais de 200 vezes – de aproximadamente 3 dias para mais de 2 anos a temperatura ambiente (25°C). (19)

A impressão pública.

A força deste argumento encontra-se na sua simplicidade. A pessoa comum pode pensar:

Oh, entendi. O ferro opera como um agente preservador tal como o formaldeído – o produto que os cientistas usam para embalsamar algumas coisas. É como aqueles animais que se encontram preservados dentro dos jarros nos laboratórios. Portanto, o ferro que se encontra no sangue dos dinossauro deve ter preservado o material orgânico. E, mais do que eu, os cientistas sabem do que falam e portanto, o tecido macio dos dinossauros agora faz sentido.

Isto é, na verdade, bem estratégico. Ao anunciarem isto como uma “resposta”, os evolucionistas apanham os criacionistas despreparados, diminuindo assim o impacto do argumento [da existência de tecido macio dentro de fósseis alegadamente com “milhões de anos”].

A partir de agora, a pessoa comum muito provavelmente não ficará surpreendida quando se deparar com o facto de tecido macio de dinossauro ser encontrado dentro dos fósseis, pensando assim que os cientistas evolucionistas já têm uma explicação para esse dado. “Os criacionistas são loucos por pensarem que os dinossauros morreram recentemente!”

Perguntas

No entanto, mesmo sob um escrutínio moderado, a explicação de Schweitzer é rapidamente desmontada. No seu artigo, ela discute experiências que parecem ser totalmente não-representativas das condições sob as quais estes restos de dinossauro foram, na verdade, preservados. Em vez disso, ela descreve o que se resume a “o melhor e o pior cenário” para a preservação de tecido macio.

Eles embeberam um grupo de vasos sanguíneos de avestruz com um líquido rico em ferro feito de glóbulos vermelhos e outro grupo foi embebibo com água. Os vasos sanguíneos deixados dentro de água transformaram-se em algo totalmente confuso no espaço de alguns dias. Os vasos sanguíneos embebidos em restos de glóbulos vermelhos ficaram reconhecíveis passados que estavam 2 anos depois de ficarem à temperatura ambiente. (20)

Ao lermos o material suplementar no seu artigo, parece que foi usada hemoglobina pura, e não células lisadas e outros materiais que poderiam imitar o que estaria presente dentro duma carcaça dum animal. (Vasos sanguíneos embebidos em hemoglobina preparada em laboratório dificilmente é representativo de ossos em decomposição).

VasosSeria interessante saber o quão realista é um extracto concentrado de hemoglobina quando comparado com o mundo real. Embora a hemoglobina irrealisticamente concentrada possa preservar por algum tempo, não quer dizer que a solução natural de hemoglobna irá agir da mesma forma. De facto, tecido rico em células sanguíneas, tais como os pulmões ou as guelras, frequentemente deterioram-se rapidamente. Um exemplo infame são as guelras do tubarão-frade que apodrecem e criam uma forma parecida com a dum plesiossauro. (21)

Para além disso, a sugestão de que, como os vasos sanguíneos permaneceram “reconhecíveis” durante dois anos, isso demonstra que eles podem durar 30 milhões de anos, exige um fenomenal salto cognitivo.

Não é plausível que o ferro possa ser tão bom preservante como o formaldeído, que forma directamente ligações cruzadas covalentes entre as correntes de proteína, algo que o ferro não consegue fazer. Mas mesmo que estejamos dispostos a conceder que o ferro tem o mesmo poder preservador (apenas por uma questão de discussão), que motivos temos nós para esperar que o formaldeído possa preservar tecido mole, bem como estruturas celulares detalhadas, durante milhões de anos?

Os embalsamadores de corpos humanos reconhecem de forma franca que o seu uso do formaldeído tem como propósito atrasar – e não prevenir – o implacável processo de decomposição. Há muito tempo que se suspeita que o embalsamado corpo de Lenine seja uma fraude – ou tenha sido modificado – devido ao facto de ter tão “boa aparência” depois de terem passado apenas 90 anos de exposição pública. Mesmo assim, fotos mais recentes mostram o corpo distintivamente mais “irregular” do que em fotos mais antigas.

É bem possível que a hemoglobina da experiência de Schweitzer tenha “avinagrado” os vasos sanguíneos de modo a que nem as bactérias nem os enzimas tenham tido a possibilidade de degradá-los. Isto requer uma solução concentrada do agente “avinagrador” (normalmente, sal e condições ácidas). Se esta é a explicação verdadeira, então uma solução diluída, tal como aquela que é normalmente encontrada nos tecidos, nunca iria funcionar.

Embora uma solução concentrada possa preservar os vasos sanguíneos durante os dois anos em que foram observados, isso não seria suficiente para uma período de tempo maior. Devido aos milhões de anos, mesmo a ausência duma degradação enzimática ou bacteriana não faria qualquer diferença. O ADN e as proteínas eventualmente sucumbem à química natural, especialmente a química que gira em torno das interacções com a água. Os próprios evolucionistas já reconhecerem isto:

Depois da morte da célula, os enzimas começam a degradar as ligações entre os nucleotídeos que formam a “espinha dorsal” do ADN, e os micro-organismos aceleram a decomposição. A longo prazo, crê-se que as reacções com a água sejam responsáveis pela maior parte da degradação das ligações. A água subterrânea é quase omnipresente, e devido isso, o ADN presente nas amostras ósseas deveriam, em teoria, decompor-se à um ritmo estabelecido. (22)

Outro problema para a Drª Schweitzer é o ambiente de enterro. Um artigo declarou:

Se a hemoglobina estivesse contida num osso num ambiente arenoso, mantendo-o seco e isolada dos micróbios, a preservação torna-se mais provável. (23).

Reforçando este ponto, outro artigo diz:

Eles também estão enterrados em arenito, que é poroso e pode canalizar para fora as bactérias e os enzimas que de outro modo poderiam degradar o osso. (24)

No entanto, a mesma porosidade que supostamente iria “canalizar” para fora as bactérias e os enzimas iriam mais rapidamente expôr ossos à penetração da água durante esses milhões de anos, acelerando assim a decomposição.

Mas de qualquer forma, mesmo supondo que não há exposição à água, à radiação, às bactérias ou aos ataques enzimáticos, aferições feitas à taxas de decomposição do ADN no osso mostram que o ADN nunca poderia sobreviver os alegados 65 milhões de anos desde extinção dos dinossauros. Mesmo congelado à temperatura de –5°C, o ADN deveria ter-se desintegrado completamente para os seus tijolos de construção individuais em menos de 7 milhões de anos:

No entanto, mesmo sob as melhores condições de preservação à temperatura de –5°C, o nosso modelo prevê que nenhuma ligação intacta (comprimento médio = 1 bp [par de bases]) restará no “cadeia” de ADN depois de 6,8 milhões de anos. Isto revela a extrema improbabilidade de ser capaz de amplificar um fragmento de ADN com 174 bp dum osso do Cretáceo com 80-85 milhões de anos. (25)

Uma experiência

Outra forma de salientar este problema para os crentes nos milhões de anos, mesmo que os argumentos de “canalização” possam resolver o problema da água, e mesmo que o ferro seja tão bom preservador como o formaldeído, é levando a cabo a seguinte experiência mental (tem que ser mesmo mental devido à barreira práctica que nem várias vidas humanas seriam suficientes para colocar a experiência em práctica):

Peguem num espécime preparado num laboratório, coloquem-no num jarro cheio de formaldeído (mesmo assumindo a integridade total do jarro/selo, etc), e depois coloquem-no no chão envolto em numa rocha; para melhorar as coisas, mantenham o meio ambiente congelado à temperatura de 0ºC. Mesmo assim, esse preparado estaria sujeito à degradação termodinâmica das molécula complexas e frágeis.

Mesmo a tais temperaturas de congelação, os átomos e as moléculas dentro dum composto estão sempre em movimento. Se antes da descoberta da Drª Schweitzer um cientista tivesse dito esperar encontrar nesta experiência vasos sanguíneos, estruturas celulares frágeis, ADN e proteínas passados que estivessem 70 milhões de anos, esse cientista estaria, na melhor das hipóteses, a convidar o escárnio, e na pior das hipóteses, uma avaliação psiquiátrica.

Existem bons motivos científicos por trás dos comentários de Schweitzer de 2010 (em vídeo):

Quando pensamos nisso, as leis da química, da biologia e tudo o mais que sabemos dizem que tudo isto já deveria ter desaparecido e ter-se decomposto por completo. (26)

Portanto, o que foi que a Drª Schweitzer realmente conseguia demonstrar com as suas observações em torno do “ferro”? Ela demonstrou que o ferro dentro dos glóbulos vermelhos aparentemente têm algumas qualidades que podem contribuir para a preservação de tecido macio – pelo menos se os mesmos forem artificialmente concentrados. Na verdade, longe de ser uma ameaça para o criacionismo Bíblico, a experiência de Schweitzer pode muito bem ser um ponto a favor, visto que demonstra como coisas tão frágeis podem durar durante milhares de anos.

Antes desta última experiência, nós já havíamos comentado as suas propostas:

Na verdade, tudo isto é razoável dentro duma perspectiva criacionista Bíblica até este ponto. As taxas de decaimento de algumas proteínas são compatíveis com uma idade na ordem dos 4,500 (desde o Dilúvio), mas não são compatíveis com os milhões de anos. No entanto, e levando em conta o quão facilmente as bactérias as podem atacar, observar não só as proteínas mas também as micro-estruturas celulares depois de 4,500 ainda é surpreendente.

Estas ideias podem ajudar a explicar a sobrevivência após os milhares de anos, mas eles parecem ser totalmente pouco plausíveis para os milhões de anos….visto que as propostas de preservação mencionadas em cima não conseguem parar a degradação normal levada a cabo pela água (hidrólise) com o passar das vastas eras (27,28)

Conclusão?

As notícias recentes propondo o ferro como o preservante são indicadores de que os evolucionistas estão a tomar nota das coisas, e que a informação de que existem quantidades enormes de tecido macio dentro de criaturas supostamente com milhões de anos está a ficar fora de controle. Os evolucionistas sabem que eles têm que confrontar este tópico de tecido macio de dinossauro de forma directa, mas as suas respostas até agora têm sido tudo menos convincentes.

Provavelmente a lição mais importante disto tudo é o poder do paradigma, isto é, da ideologia dos milhões de anos. A resposta científica directa perante tal descoberta seria confiar nas leis e nas observações da ciência que indicam que a degradação num período de tempo muito mais curto, e então colocar seriamente em causa os “milhões de anos”.

No entanto, devido a dominante religião secular dos dias de hoje, tal conclusão teria o impacto ideológico duma ogiva nuclear. Um mundo que se criou a ele mesmo é essencial para esta religião, e essa religião desesperadamente e absolutamente precisa dos milhões de anos. Devido a isso, perante estas evidências, e como forma de dar a este sistema de crenças algo a que se agarrar, a busca desesperada por um mecanismo continua – mesmo que tal mecanismo seja parcialmente plausível.

~ ~ ~ http://bit.ly/1C5Tw3j

Referências e notas:

1. The input and assistance of several colleagues is acknowledged and appreciated, particularly Dominic Statham, Jonathan Sarfati, and Carl Wieland.
2. Catchpoole, D., Double-decade dinosaur disquiet, Creation 36(1):12–14, 2014; creation.com/dino-disquiet.
3. Other researchers had found osteocalcin ‘dated’ to 120 Ma: Embery G. and six others, Identification of proteinaceous material in the bone of the dinosaur Iguanodon, Connective Tissue Res. 44 Suppl 1:41–6, 2003. The abstract says: “an early eluting fraction was immunoreactive with an antibody against osteocalcin.”
4. Sarfati, J., Bone building: perfect protein, J. Creation 18(1):11–12, 2004.
5. Schweitzer, M.H. et al, Molecular analyses of dinosaur osteocytes support the presence of endogenous molecules, Bone, 17 October 2012 | doi:10.1016/j.bone.2012.10.010.
6. Wieland, C., Radiocarbon in dino bones: International conference result censored, creation.com/c14-dinos, 22 January 2013.
7. Pappas, S., Controversial T. Rex soft tissue find finally explained, livescience.com/41537-t-rex-soft-tissue.html, 26 November 2013.
8. Nielsen-Marsh, C., Biomolecules in fossil remains: Multidisciplinary approach to endurance, The Biochemist 24(3):12–14, June 2002; http://www.biochemist.org/bio/02403/0012/024030012.pdf.
9. Many dino fossils could have soft tissue inside, Oct 28 2010,news.nationalgeographic.com/news/2006/02/0221_060221_dino_tissue_2.html.
10. Catchpoole, D., and Sarfati, J., ‘Schweitzer’s Dangerous Discovery’, creation.com/schweit, 19 July 2006. A fideist is one who believes by ‘blind faith’ regardless of evidence, often disparaging those who seek to use evidence in showing that Christianity is reasonable..
11. Yeoman, B., Schweitzer’s Dangerous Discovery, Discover 27(4):37–41, 77, April 2006.
12. Kaye, T.G. et al., Dinosaurian soft tissues interpreted as bacterial biofilms, PLoS ONE 3(7):e2808, 2008 | doi:10.1371/journal.pone.0002808. .
13. Wieland, C., Dinosaur soft tissue and protein—even more confirmation! J. Creation 23(3):10–11, 2009; creation.com/schweit2.
14. Wieland, C., Doubting doubts about the Squishosaur, creation.com/squishosaur-doubts.
15. Schweitzer, Ref. 5.
16. Iron Preserves, Hides Ancient Tissues in Fossilized Remains, NC State University, November 26, 2013, news.ncsu.edu/releases/schweitzer-iron/.
17. These are atoms, molecules or ions with unpaired outer electrons, which makes them highly chemically reactive.
18. Pappas. Ref. 7.
19. Her technical paper is Schweitzer, M.H. et al., A role for iron and oxygen chemistry in preserving soft tissues, cells and molecules from deep time, Proceedings of the Royal Society, B: Biological Sciences 281(1775):20132741, 27 November 2013 | doi: 10.1098/rspb.2013.2741.
20. Pappas. Ref. 7.
21. Jerlström, P. and Elliot, B., Letting rotting sharks lie: Further evidence that the Zuiyo-maru carcass was a basking shark, not a plesiosaur, J. Creation 13(2):83–87, 1999; creation.com/plesiosaurs2.
22. Kaplan, M., DNA has a 521-year half-life [at 13.1°C]: Genetic material can’t be recovered from dinosaurs—but it lasts longer than thought, Nature News, 10 October 2012, doi:10.1038/nature.2012.11555 (Comment on Allentoft et al. Ref. 25).
23. Iron Preserves, Hides Ancient Tissues in Fossilized Remains, NC State University, November 26, 2013, news.ncsu.edu/releases/schweitzer-iron/
24. Pappas. Ref. 7. .
25. Allentoft, M.E. et al., The half-life of DNA in bone: measuring decay kinetics in 158 dated fossils, Proc. Royal Society B 279(1748):4724–4733, 7 December 2012 | doi:10.1098/rspb.2012.1745.
26. Nova Science Now, May 2010, http://www.cross.tv/21726
27. Compare Sarfati, J., Origin of life: the polymerization problem, J. Creation 12(3):281–284, 1998; creation.com/polymer.
28. Sarfati, J., DNA and bone cells found in dinosaur bone, J. Creation 27(1):10–12, 2013; creation.com/dino-dna.
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Onde a História, a Biologia e a Religião se cruzam.

Por Quintus Curtius

Alguns artigos que li fizeram-me reflectir sobre a inter-relação entre a religião, a ciência, e a História. De que forma é que elas se cruzam, e de que forma é que uma influenciou a outra? O historiador pode, de muitas formas, ser visto como um biólogo que examina as actividades dum único organismo: o homem. Consequentemente, o historiador, e de forma quase involuntária, torna-se num biólogo devido à sua pesquisa dos processos históricos.

Observando apenas os comportamentos das tribos, dos homens e das nações, é possível aprender-se muito sobre a biologia. (A geografia e o clima também são influências importantes na História, mas isso é um tópico para outro dia). E o que foi que o estudo da História me ensinou?

1. A competição é essencial. Não há paz na natureza; todos os organismos competem uns com os outros em torno da comida, da água, do acasalamento, e por espaço onde viver. As naçôes comportam-se como indivíduos visto que elas estão em competição infindável. O confronto das nações e das tribos reflecte as nossas origens primordiais [sic], onde a vida era uma luta pela sobrevivência.

2. A natureza selecciona os mais aptos. Alguns organismos encontram-se melhor adaptados para sobreviver que outros, e estes transmitem a sua herança genética. De toda a massa de organismos, alguns irão adaptar-se enquanto que outros não. Conceitos tais como “liberdade” e “equalidade” são totalmente desconhecidos pela Natureza. A Natureza é uma aristocracia.

3. A natureza prefere a fertilidade. Os organismos expandem os seus números como forma de preencher os seus limites. Quando arrebentam com as suas fronteiras, eles avançam para além dos seus limites.

As nações civilizadas e ricas têm taxas de natalidade baixas; elas atraem bocas famintas de nações mais selvagens, o que causa a que as primeiras passem a estar sujeitas a infliltrações e invasões. Os Chineses lutaram uma guerra perdida como forma de manter os bárbaros Mongóis para além da sua fronteira no norte; em vão os Romanos tentaram conter os Germânicos do outro lado do Rio Reno; os Árabes foram esmagados pelos calcanhares dos Tártaros na parte final da Idade Média; e os Americanos encontram-se actualmente a tentar controlar a sua fronteira no sul (com a mesma falta de sucesso).

E o que dizer da religião? Já escrevi sobre esse assunto previamente, e gostaria agora de colocar um ênfase em alguns pontos relacionados.

É perfeitamente aceitável um homem racional prestar a sua aliança tanto a ciência como à religião visto que cada uma delas tem o seu lugar na vida do homem, bem como no trajecto da História.

A religião já deu provas de ser uma das forças mais resistentes da História; cortem-na, e ela volta a crescer. Todas as tentativas de apagá-la foram em vão. Desta forma os Comunistas tentaram infrutiferamente desenraizar a Igreja Ortodoxa da Rússia entre 1917 a 1989. Desta forma o faraó Egípcio Ikhnaton tentou suprimir a religião de Amon, mas mal ele morreu, essa religião regressou mais forte que nunca, e com um sacerdócio bem enraizado.

As perseguições de Diocleciano e dos seus sucessores só causaram a que o Cristianismo ficasse mais forte até que ele tomou conta do império. A Revolução Francesa tentou erradicar a Igreja Católica, mas ela voltou mais forte que nunca mal Napoleão assinou a concordata com a Sé Papal no princípio do século 19.

A religião é o repositório de fundamentos morais e da vida criativa das pessoas. Nenhuma sociedade na História foi alguma vez capaz de operar durante muito tempo sem a ajuda duma fé aceite por todos. Sem o apoio sobrenatural da fé organizada, não é possível que as lições morais sejam “aceites”, e que elas controlem os impulsos básicos do homem. A religião, com os seus mitos, histórias morais, rituais, aparatos, códigos de conduta, e obras de arte, tem sido fonte de inspiração e de disciplina para o homem há já muitos milhares de anos.

E é isto que o homem pensativo acha tão repreensível no ateu, visto que ele não tem um entendimento aprofundado da psicologia do homem e da História. Ele acredita que os seus livros de ciência, que os seus gráficos, que as suas tabelas, e que os seus computadores, podem explicar tudo. E nós temos que lhe dar o seu devido valor visto que os avanços da ciência são tão impressionantes, e tão poderosos, tal como as belezas da arte, da literatura, e da fé organizada.

Mas no fundo, no fundo, o homem comum prefere ouvir os apelos da religião. Ele cansa-se das exortações do pensamento, e ele quer ter a certeza de que as suas batalhas na Terra são dignificadas através dum propósito cósmico maior. Ele é diariamente assediado e oprimido pelas lutas da existência; ele precisa duma fé que lhe dê uma fonte de consolo e de inspiração.

Ele fica cansado do relativismo de tudo, das exortações do pensamento especulativo, e das confusas incrediblidades da ciência. Quanto mais profundamente nós mergulhamos na ciência, mais incertos nos tornamos em relação a tudo.

A ciência, apesar da sua grandiosidade, tem pouco a oferecer em termos de consolo espiritual. Ela diz-nos que esta existência nada mais é que uma luta sem significado de homem contra homem, o que não tem qualquer propósito, e que termina numa morte fria. Será que é esta a ética que irá inspirar o homem? Não. A ciência disponibiliza pouco consolo para a alma.

O cínico pode ir mais adiante e afirmar que a ciência só nos trouxe um enervante relativismo, a poluição do nosso ar, das nossas terras, dos nossos mares, a falsa “igualdade” entre os sexos que tem destruído as famílias e a posição do homem na cultura Ocidental.

A vitoria da ciência sobre a alma do homem Ocidental começou com Copérnico, avançou rapidamente durante a Revolução Industrial, e agora parece completa. Mas a batalha ainda não está ganha. A História, à medida que avança com lentidão glacial, ainda tem algumas surpresas reservadas para nós.

À medida que o homem Ocidental vai ficando mais desiludido com as falsas promessas da ciência, e à medida que a fertilidade dos simples sobrepuja a esterilidade dos poucos privilegiados, e à medida que o influxo de imigrantes provenientes de culturas religiosas continua, podemos vir a assistir ao advento da Nova Era da Fé.

Se a sociedade Ocidental continuar a desgraçar-se a ela mesma com a ruína social e com o colapso económico, podemos vir a assistir a algum tipo de reavivamento religioso. Os pais irão pedir ajuda à religião para disciplinar os seus mais jovens; os governos irão buscar a ajuda da religião organizada como forma de controlar as ondas de descontentamento, da depravação sexual, e do barbarismo.

Isto já aconteceu antes na História, e pode voltar a acontecer. Esperamos desenvolvimentos, e entretanto. agimos o melhor que conseguirmos.

http://goo.gl/HQ5j5M

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A persistência da religião é um fenómeno de dificil explicação dentro duma visão materialista. Como é que se explica que todas as culturas, em todos os continentes, em todas as eras, tenham sido essencialmente religiosas, e o ateísmo, e o materialismo a ele associado – supostamente as fases mais “avançadas” do pensamento humano – tenham sempre sido insignificantes para a existência, sobrevivência e progresso duma dada civilização?

Pior ainda, analisando os dados à  nossa disposição, podemos ver claramente que quanto menos religiosa é uma cultura (por exemplo, a Europa actual), mais fragmentada e socialmente instável ela é, estando pronta para ser destruída por uma fé religiosa mais agressiva e mais militante (islão).

(As pessoas que ignorantemente usam os países do Norte da Europa como “exemplos de países ateus” têm que se informar mais sobre isso. Pessoas como o maçónico Anders Breivik não aparecem no vazio.)

Para o Cristão, o facto do homem ser naturalmente espiritual não é surpresa visto que o Criador “colocou a eternidade no coração do homem” (Eclesiastes 3:11), o que naturalmente faz com o ser humano busque as respostas mais profundas da sua existência junto da “eternidade” [Deus]. Pessoas como Dawkins, que militam sem sucesso contra a religião, estão a lutar contra a própria natureza humana.

Como já foi dito por outra pessoa no passado, é mais fácil exterminar o ser humano do que acabar com a religlião. Que pena que os militantes anti-Cristãos não saibam disso.

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O sétimo dia da criação ainda está a decorrer?

Por Andrew S. Kulikovsky

O repouso de Deus mencionado em Hebreus 4:1-11 tem sido usado por um certo número de criacionistas “progressistas” (1,2) como “evidência” de que a Bíblia pode ser harmonizada com os milhões de anos postulados pelos evolucionistas/uniformistas. Devido ao facto desta passagem Bíblica conter uma citação de Génesis 2:2, o repouso de Deus tem sido equivalido com o 7º dia da Criação.

Levando em conta que Deus tem estado a repousar da Sua obra criativa desde o tempo da criação, é alegado que o sétimo dia ainda está a decorrer, e como tal, o sétimo dia não é um dia de 24 horas.

Estes mesmos criacionistas progressistas alegam posteriormente que, se o sétimo dia não é um dia literal de 24 horas, então os outros seis dias também não são dias de 24 horas. No entanto, este argumento fundamenta-se numa exégese deficiente e numa rejeição total do contexto histórico e literal, e desde logo, está fundamentalmente errado.

O Repouso de Deus: O que é?

ExodoA noção do “descanso” de Deus é mencionada pela primeira vez em Hebreus 3:11, e faz parte duma citação de Salmos 95:7-11 relativa à descrença dos Israelitas depois destes terem saído do Egipto (3:18). Deus puniu-os ao não lhes permitir entrar qualquer adulto com mais de 20 anos (excepto Calebe e Josué) de entrar no Seu “repouso” (Números 14:28-35), que era a Terra de Canaã, a Terra Prometida.

Em Hebreus 4:1, o autor declara que a promessa de entrar no descanso de Deus ainda está de pé, no entanto nos versos 2-3a fica bem claro que ele está agora a falar no Reino de Deus e não em possuir a Terra Prometida. Devido a isto, a “Terra Prometida” é colocada como um tipo de reino, e ambos podem ser referidos como o “descanso de Deus”.

Em Hebreus 4:4, o autor cita Génesis 2:2 para salientar o ponto de que o convite para entrar no “repouso” de Deus não só tem estado lá desde o tempo do Êxodo, mas na verdade, tem existido desde a criação do mundo.

A palavra Grega traduzida para “descansou” é kate&pausen (katepausen), verbo indicativo aoristo activo – o mesmo verbo usado na tradução Septuagint de Génesis 2:2 para causar o Hebraico tbo@#$;y,IwA (wayyishbot), um waw-consecutivo imperfeito. (4) É importante notar que o entendimento primário de katepausen é um de parar de actividade laboral e dar entrada a um momento de pausa.

Os dois léxicos Gregos mais respeitados dão as definições de ‘(causar a que) pre, terminar,’ (5) ‘colocar um ponto final no trabalho, resultando num período de descanso.’ (6) O Hebraico wayyishbot também tem um entendimento semelhante:: ‘parar, desistir, descansar’ (7) ou ‘parar, stop….parar de trabalhar.’ (8) De facto, a forma exacta deste verbo é traduzida como “parou”  Josué 5:12 e Jó 32:1. Note-se também que a frase proposicional  “de toda a Sua obra.” Deus não só “parou” ou “descansou”, mas parou/descansou de toda a Sua obra.

No Grego Bíblico, o aoristo é geralmente usado em referência a um evento sem no entanto dizer alguma coisa específica sobre a sua natureza ou sobre a sua duração. (9) No entanto, no modo indicativo, o aoristo normalmente indica um tempo passado. Logo, tendo como base a gramática de Génesis 2:2 na LXX [Septuagint] e de Hebreus 4:4, tudo o que se pode dizer com toda a certeza em relação a estes repouso é que Deus repousou no 7º dia, e este foi no passado.

Só pela gramática, é impossível determinar quanto tempo durou este repouso, ou se o mesmo ainda decorre. A natureza específica deste repouso tem que ser determinado pelo contexto. Logo, uma vez que Deus parou a Sua actividade criadora no passado, e Ele nunca mais voltou a criar, é perfeitamente justo concluir que Deus ainda está a repousar d Sua actividade criadora.

Note-se no entanto, que o aorista indicativo pode ter um entendimento ingressivo; isto é, o foco está no início da acção ou na entrada num determinado estado. (10) Dado que Deus ainda está a repousar da Sua actividade criadora, o autor de Hebreus bem como os tradutores da LXX parecem colocar o seu foco no facto de que no 7º dia “…Deus começou a repousar.”

Note-se também que o Hebraico wayyishbot, um waw-consecutivo imperfeito, pode ter um significado semelhante. (11) Logo, o repouso de Deus pode ser visto como um longo período de tempo que começou no 7º dia da criação, e não como algo equivalente ao 7º dia. (12) Saliente-se que esta referência à Criação confirma que o autor foi para além dos eventos de Êxodo, e que o que ele tem em vista agora é o Reino de Deus.

Entrando no Repouso de Deus.

Hebreus 4:3 deixa bem claro que aqueles que acreditarem, entrarão no repouso de Deus, e este conceito é falado mais uma vez nos versículos 9-11. O versículo 11 tem duas importantes características gramaticais, mas infelizmente este versículo é traduzido de maneira infeliz nas versões inglesas. O primeiro elemento de interesse é a relação entre  ei0selqw_n (eiselthòn = ‘ter entrado’) e kate&pausen, especialmente no que toca à sua temporização.

Kate&pausen é um aorista activo indicativo, denotando uma acção (ou o início duma acção) no tempo passado. Ei0selqw_n é um aorista particípio activo aorista, e desde logo, herda o seu tempo do verbo principal (13), que é o caso com kate&pausen. Isto é ressalvado nas traduções NASB

Porque aquele que entrou no Seu repouso tem ele mesmo repousado da sua obra.

Esta rendição certamente que é a reflexão mais acertada do tempo de “entrada” e “repouso”. (14)

A outra característica gramatical é a inclusão da palavra “fez” na segunda cláusula. Embora a palavra “fez” não se encontre no texto em si, tal como indicado pelo itálico na versão do Rei Jaime (KJV), ela pertence lá. A inserção dum verbo “entendido” é ocorrência comum no Grego, e este fenómeno, conhecido como elipse, normalmente ocorre quando há cláusulas que são conjuntas.

O verbo em falta na segunda cláusula é entendido como sendo o mesmo verbo usado na primeira cláusula. Neste caso, é entendido que o verbo kate&pausen (katepausen) que, tal como previamente salientado, é um aorista indicativo activo denotando uma acção (ou princípio duma acção) no tempo passado.

Logo, traduções tais como NIV, NASB, NRSV, RSV, e NKJV estão correcta ao traduzir como “…tal como Deus fez em relação ao Seu…”. Mais uma vez, é uma palavra entendida, e não uma palavra acrescentada. O Grego e o Inglês têm uma gramática muito diferente, e como tal, uma tradução literal palavra-a-palavra normalmente não é a mais acertada, e em alguns casos, nem sequer é possível.

Tendo como base o que está em cima, o verso 10 é melhor traduzido como, “porque qualquer pessoa que entrou no repouso de Deus, repousou em relação ao seu trabalho tal como Deus repousou em relação ao Seu.”. As pessoas que acreditam que entrarão no repouso de Deus, irão cessar de fazer o seu trabalho tal como Deus repousou d Seu (4:9-10).

Isto não quer dizer que Deus não tem estado a trabalhar de forma alguma visto que o Senhor Jesus Cristo, que é 100% Deus e 100% Homem, não só sustém de forma contínua a Sua criação (Col 1:16-17), como afirmou que o Seu Pai está sempre a trabalhar. Em vez disso, a conclusão da criação marca o ponto final do todo magnífico. Leon Morris escreve:

Não há nada a acrescentar ao que Deus fez, e Ele entrou num repouso desde o tempo da criação – um repouso marcado pelo conhecimento de que tudo o que Ele fez era muito bom. (Génesis 1:31). Do mesmo modo, nós temos que pensar no repouso como a satisfação que chega da realização, da finalização duma tarefa, do exercício da criatividade. (15)

Há também um sentimento de que entrar no Reino de Deus implica um cessar das obras individuais e descansar com segurança no que Cristo fez. (16). De facto, o Próprio Senhor Jesus falou do repouso das almas dos homens. (Mateus 11:28-30).

Conclusão:

O “repouso” em Hebreus claramente se refere ao Reino de Deus. Este tipo de repouso foi aludido logo no momento da criação, bem como no tempo do Êxodo. Em parte alguma do Texto o repouso é equivalido com o 7º dia da criação,  e em parte alguma existe algum tipo de dado gramatical ou contextual que sugira esse tipo de equivalência. Logo, a alegação dos criacionistas “progressistas” de que o 7º dia ainda está a decorrer não tem qualquer tipo de fundamento exegético, o que faz desta alegação uma posição sem qualquer tipo de valor para uma criação com dias não-literais.

~ ~ http://bit.ly/1JA6NHT

Notas:

1 Ross, H. N., Creation and Time, NavPress, 1994, Colorado Springs, CO, USA.
2 Stoner, D. W., A New Look at an Old Earth, Harvest House, Eugene, OR, USA, 1997.
3 The Septuagint was a Greek translation of the OT composed in ca. 250 BC, which was in widespread use by Jews outside Israel in NT times.
4 Kautzsch, E., Gesenius’ Hebrew Grammar, 2nd ed, p. 133, translated by Cowley, A. E., Oxford University Press, Oxford, 1910, explains this as: “…progress in the sequence of time, is regularly indicated by a pregnant and [in Hebrew, the letter waw] (called waw consecutive)…’
5 Bauer, W., Gingrich, F. W. and Danker, F. W., A Greek-English Lexicon of the New Testament and Other Early Christian Literature, Chicago: University of Chicago Press, 1979.
6 Louw, J. P. and Nida, E. A., Greek-English Lexicon of the New Testament based on Semantic Domains, New York: United Bible Societies, 1988, 1989.
7 Brown, F., Driver, S. R. and Briggs, C. A., The Brown-Driver-Briggs Hebrew and English Lexicon, Hendrickson, 1996.
8 Holladay, W. L. A Concise Hebrew and Aramaic Lexicon of the Old Testament, Grand Rapids, Michigan: Eerdmans, 1988.
9 See Wallace, D.B., Greek Grammar beyond the Basics, Zondervan, Grand Rapids, Michigan, p. 554, 1996.
10 Wallace, Ref. 9, p. 558.
11 The waw-consecutive imperfect can also have an ingressive sense. See Waltke, B. K. O’Connor, M., An Introduction to Biblical Hebrew Syntax, Winona Lake, Indiana: Eisenbrauns, 1990, p. 554.
12 See for example Ellingworth, P., The Epistle to the Hebrews, NIGTC, Eerdmans, Grand Rapids, Michigan, p. 249, 1993.
13 Wallace, Ref. 9, pp. 614-615.
14 The NIV, although usually very reliable, is a bit too ‘free’ here, as is the liberal and ecumenist NRSV.
15 Morris, L. and Burdick, D.W., Hebrews and James, Expositors Bible Commentary, Zondervan, Grand Rapids, Michigan, p. 41, 1996.
16 Morris and Burdick, Ref. 15, p. 43.
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Referências históricas aos dinossauros e como isso refuta os mitológicos “milhões de anos”

Por Paleo Group

A árvore de cedro, mencionada na Bíblia, era um símbolo de força, beleza, poder e de vida longa. Mesmo hoje, existem espécimes que têm mais de mil anos de vida. O Rei Salomão usou cedros para construir o seu magnífico Templo. e obviamente, eles não iriam usar mudas insignificantes como madeira serrada. Se esta fosse a nossa cultura e o nosso tempo, nós estaríamos a falar do poderoso carvalho.

A árvore de cedro é uma árvore que vive muito tempo. Espécimes com 1000 ou 2000 anos sem dúvida que seriam abundantes por essa altura. No Líbano ainda existem alguns dos espécimes mais bonitos. Tal como toda a gente sabe, árvores antigas são bastante largas em diâmetro; estamos a falar de diâmetros na ordem dos 3 a 6 metros.

O capítulo 40 do Livro de Jó declara que um animal monstruoso com o nome de “Beemonte” tem a cauda tal como a árvore de cedro, o que imediatamente nos faz ver que é uma cauda com um diâmetro enorme (ao contrário dos hipopótamos ou dos elefantes cujas caudas são como pequenos pedaços de corda, e que são usadas para espantar moscas). Dado isto, que animal é que Jó tinha em mente?

O Livro de Jó menciona também outro animal mortuoso no capítulo 41; eis aqui parte da descrição:

Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela….Ele reputa o ferro palha, e o cobre, pau podre….A seta o não fará fugir…..Na terra, não há coisa que se lhe possa comparar, pois foi feito para estar sem pavor”.

Podem ler os 34 versículos deste capítulo que descreve este animal impressionantemente horrível.

O Livro de Isaías, em 30:6, tem uma referência ao áspide ardente voador, para além de mencionar também vários animais conhecidos tais como os leões, víboras, burros, etc. Aparentemente, as serpentes voadoras eram animais tais como os outros, existentes naquela região do mundo e durante aquela altura.

Actualmente, não conhecemos nenhum réptil voador, mas somos de opinião que esta serpente voadora era um tipo de dinossauro que morreu há anos atrás, mas que existia durante os dias do Profeta Isaías.

Referências não-Bíblicas aos dinossauros existem por todo o lado, tal como esta que nos chega do 3º século AD:

Toda a Índia encontra-se repleta de dragões com dimensões enormes, pois não só os pântanos encontram-se cheios deles, mas também as montanhas visto não haver um único cume que não tenha pelo menos um. Os dragões do pântano são de hábitos lentos e têm cerca de 30 côvados de comprimentos [ed: +/- 13,7 metros], e não têm qualquer tipo de crista sobre as suas cabeças. (“The life of Apolonius of Tyana” Volume 1 Book 111 Flavius Philostratus translated N.Y. Macmillan Co.)

As referências dos Americanos Nativos a dinossauros e a criaturas monstruosas podem ser encontradas no livro “Fossil legends of the First Americans” (N.J. Princeton University Press)

Beowulf

A história de Beowulf é um clássico da literatura Inglesa; se por acaso vocês forem ler a história com a mente aberta, irão ver que ela se refere a um tipo de criatura terrível que não existe nos dias actuais. Por essa altura, a criatura era temida, e tinha o hábito de aparecer pela calada da noite, e matar as pessoas. Como foi que o animal foi morto? O herói agarrou os seus pequenos antebraços e arrancou-os, o que causou a que o animal sangrasse até à sua morte (Beowulf : Edited by Joseph F. Tuso W.W. Norton & Company, Inc. N.Y. 1975)

As Pedras Ica

Inca_Pedras_01Estas pedras, conhecidas como as pedras dos Inca, encontravam-se entre as centenas de pedras descobertas nos túmulos dos Inca. Durante a década 30, o Dr Cabrera começou a coleccioná-las, trabalho que foi depois continuado pelo seu filho; actualmente, ele tem mais de mil na sua posse.

Cerca de 1/3 destas pedras mostram a natureza pornográfica da cultura dos Incas, enquanto que outras pedras representam imagens de cirurgias ao cérebro. Quase um terço das pedras exibe tipos específicos de dinossauros, tais como os triceratops, estegossauros e pterossauros. A menção mais antiga a estas pedras é de 1525 quando um Padre Espanhol que viajava pela área fez perguntas em relação às pouco usuais pedras gravadas e aos animais estranhos que sobre elas estavam expostos.

Tudo isto é bastante revelador, visto que vários dinossauros com a aparência de diplodocus têm o que parecem ser folhos dérmicos. A confirmação destas características só foi reportada na revista Geology, volume 20, em 1992 (página 1068). O motivo que faz com que estas pedras tenham este nível de precisão é o facto dos Incas terem vivido entre estas criaturas, e as pedras simplesmente revelarem que estes povos antigos viram e viveram com dinossauros.

O Templo do Cambodja

Dinossauro_CambodjaEsta escultura foi encontrada na parede dum templo Cambojano, e estima-se que a mesma tenha apenas 800 anos. A escultura do estegossauro foi encontrada entre esculturas de animais selvagens comuns tais como macacos, papagaios, búfalos de água e cisnes.

Nesta escultura podem-se ver claramente as espinhas nas suas costas e como tal, não há forma de confundir estes animal com um outro.

Aparentemente as pessoas daquele tempo estavam habituadas a ver criaturas como esta e viam-nas como um animais selvagens normais.

As pessoas que se recusam a aceitar que seres humanos e dinossauros viveram lado a lado não dizem nada em relação a este achado, preferindo em vez disso ignorar por completo.

O dinossauro do Arizona

Foi feita uma expedição para o “Hava Supai Canyon” do Arizona, com o apoio do museu “Oakland California”, para examinar as imagens que se encontram por lá. A foto do lado mostra a capa do relatório feita pela expedição Doheny, mostrando uma imagem de dinossauro encontrada na parede dum desfiladeiro no “Hava Supai Canyon” no norte do Arizona. Também nesta imagem pode-se ver um elefante a atacar um homem.

Estas representações já existem há um bom tempo, e isso é evidente devido à quantidade e à condição do verniz rochoso presente nas ranhuras destas representações. O verniz rochoso demora muito tempo a se formar nas rochas do deserto. Citando uma secção do relatório:

Dinossauro_ArizonaQue os dinossauros se encontravam por perto é algo provado pelas rochas que descobrimos, e estas foram identificadas pelo sr Gilmore como pertencendo a um tipo de dinossauro carnívoro. Ests trilhos encontravam-se no “Painted Desert”…….Na mesma parede encontravam-se outras figuras de criaturas com a aparência de cabras, serpentes, e outras formas desconhecidas.

A mais espantosa destas era uma fila de símbolos, profundamente entalhada….. O verniz do deserto tinha-se começado a formar n corte., indicando uma antiguidade incrível……Se o leitor concorda que isto é um dinossauro, então temos perante nós uma das duas conclusões:

1. Ou o homem remota (no tempo Geológico) até Período Triássico, que é milhões de anos para além do que é por enquanto admitido.

2) Ou então temos “restos” de dinossauro que sobreviveram até à era dos mamíferos. Mas mesmo esta conclusão indica uma antiguidade enorme.

A pergunta que se segue é: que tipo de ser humano? Será que era o macaco com sobrancelhas baixas e baixa inteligência, o homem que desenhou esta imagem há um milhão de anos atrás, ou a mais, ou será que era um ser mais perto da nossa imagem?

O homem que as desenhou usou ferramentas. Ele teve paciência suficiente para lascar um esboço na pedra dura com uma pedra dura, e ele teve a perseverança de terminar o trabalho. Ele tinha uma visão apurada para a forma e um sentido de proporções.

Ele teve o bom julgamento de escolher um meio que preservou o seu trabalho durante as eras incontáveis, quase intocável. Ele sentiu a necessidade de criar algo que nos une aos deuses.

Referências:
1. The Doheny Scientific Expedition to the Hava Supai Canyon, Northern Arizona October and November, 1924
2. A report by the Oakland Museum Oakland California ; Sponsor and patron E.L Doheny, Samuel Hubbard Honoray Curator of Archaeology of the Oakland Museum, Charles W. Gilmore Curator of Vertebrate Paleontoloty United States National Museum (now the Smithsonian institute in Washington D.C.

O Thunnderbird

Existem muitas histórias junto das tribos Nativas Americanas que giram em torno de áves enormes que desciam, agarravam humanos distraídos, e levavam-nas para longe. Mais em baixo pode-se ver um foto do que se pensa ser um pterodáctilo tirada durante a guerra civil. Avançando para os nossos dias, ainda temos notícias de áves gigantes. Tomemos como exemplo as duas descrições que se seguem, uma de Lawndale Illinois em 1977, e outra do Alaska.

Em 1977, em Lawndale Illinois, uma áve grande pegou e levou consigo um rapaz de 10 anos por alguns metros até que os gritos assustados da mãe causaram a que a áve largasse o rapaz. O pobre rapaz, chamado, ficou tão perturbado com o incidente que o seu cabelo ficou cinzento. Ele e a sua mãe foram uma fonte de constante escárnio desde esse evento.

Mais tarde, nesse ano, a cunhada da srª Lowe, a mãe do rapaz, viu uma áve enorme a pousar sobre a sua casa móvel onde ela vive, em Bellville Illinois. A áve agitou as suas asas e depois foi-se embora, voando sobre as casas e deixando muitos residentes ofegantes e incrédulos com os seus 5 metros de envergadura. Escusado será dizer que isto foi tópico de conversa da comunidade por algum tempo. (Mysterious America; by Loren Coleman published 1983 Faber and Faber ISBN 0-571-12524-7)

O incidente do Alaska envolveu um piloto privado e um pesado equipamento de operador. O incidente foi reportado pela “CNN.com U.S. breaking news” no dia 18 de Outubro de 2002, e foi mencionada pela agência noticiosa Reuters. Citamos do artigo:

Uma áve do tamanho dum pequeno aeroplano foi alegadamente vista recentemente a voar no sudoeste do Alasca, confundido cientistas, reportou a Anchorage Daily News durante esta semana. O jornal citou residentes da povoação de Togiak e Manokotak que disseram que a criatura, tal como algo saído do filme “Jurassic Park”, tinha 14 pés (4,6 metros) de envergadura, dando-lhe o tamanho dum pequeno aeroplano.

“A princípio, pensei que fosse um daqueles antigos aviões Otter” disse Moses C. Oupchiak, de 43 anos e um operador de equipamento pesado de Togiak. “Em vez de voar na minha direcção, ele desviou-se para a esquerda, e foi então que eu vi que não era um avião.”

O Daily news, o maior diário do Alaska, disse que os cientistas não duvidam que as pessoas da região ocidental de Dillingham, tenham visto a criatura alada, mas estavam cépticos do alegado tamanho…

Outro residente local, um piloto que havia inicialmente rejeitado a notícia, disse que havia visto áve à distância de apenas 300 metros enquanto voava no seu avião. “As pessoas que se encontravam dentro do avião viram-no.”  John Bouker foi citado a dizer “ele é enorme, ele é muito mas muito grande. Vocês não haveriam de querer que os vossos filhos estivessem lá fora.” (CNN.com./U.S. news Friday October 18, 2002 Posted 10:26 AM EDT (1426GMT))

Segue-se uma foto dum pterossáurio baleado durante a guerra civil. Note-se na elevação na ponta das asas. Contrastem isso com as fotos falsas da mesma cena e irão notar nas diferenças. As fotos falsas mostram as asas totalmente no chão até às pontas.

Na foto de baixo, notem nas pontas das alas levantadas, na curva das asas, na asa completa e como ela está levantada do chão nas pontas. Contrastem isso com as fotos falsas e as asas totalmente no chão, irão ver as enormes diferenças.

Dinossauro_ThunderBirdUma vez que nós aqui no Paleo Group estamos abertos a novas evidências, e não aceitamos o rígido dogma da comunidade científica de que todos os dinossauros morreram há 65 milhões de anos atrás, podemos aceitar facilmente este dado como uma foto válida duma áve da era dos dinossauros. Se esta fosse a única notícia de dinossauros na era dos humanos, então seríamos mais cépticos. Mas há uma longa história de avistamentos de dinossauros que nós não podemos ignorar.

Representação de dinossauros num mosaico recém-descoberto

Bispo_Bell_AfricanosO mosaico que exibe um homem a interagir com um dinossauro foi encontrado colocado no chão do salão adjacente ao santuário de Fortuna Primigenia em Praeneste (Palestrina), Itália. Este mosaico disponibiliza uma evidência importante da aparência provável das pinturas triunfais Romanas usando convenções topográficas. Esta porção do Mosaico Nilótrico da Palestrina mostra humanos a enfrentar um dinossauro. Vejam o resto do mosaico neste link.

Representações de dinossauros em escavações recentes

O mosaico que exibe um homem a interagir com um dinossauro foi encontrado numa escavação na terra de Israel. A imagem que se segue mostra que as pessoas do antigo Israel ainda se sentiam ameaçadas por dinossauros vivos. Estes animais grandes foram exterminados pelo homem. Este dinossauro quase de certeza que era o ceratopsida e exibido na imagem adjacente.

Dinossauro_Israelhttp://bit.ly/1JQWX2o

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Qual é a importância destes dados? Basicamente, os ateus evolucionistas têm usado os magníficos dinossauros que Deus criou como forma de programar as crianças a ter fé nos milhões de anos, e mal a criança é colocada no trilho errado, é mais difícil ela ver a Verdade da criação, ao mesmo tempo que é mais fácil ela aceitar a teoria da evolução (Nota: conhecem alguma evolucionista que não tenha fé nos mitológicos “milhões de anos?”).

Logo, como os dinossauros são obra de Deus, Ele merece toda a Glória por os ter criado, e Ele não pode de maneira nenhuma ver as Suas obras [dinossauros] a serem usadas contra a Sua Palavra – a Bíblia.

Uma vez que é um artigo de fé dos evolucionistas a noção de que os dinossauros “desapareceram” da Terra há cerca de 65 “milhões de anos”, as evidências da coexistência entre humanos e dinossauros provam de forma fatal que a datação evolucionista não funciona, e consequentemente, tem que ser rejeitada.

Dinossauro_BibliaDito de forma directa, se os dinossauros e os seres humanos sempre viveram lado a lado, então a Terra não tem “milhões de anos”, a teoria da evolução é falsa, e o criacionismo Bíblico (e os seus seis dias literais) estão certos. Por aqui se entende o porquê dos evolucionistas (especialmente os ateus) rejeitarem de forma brava mas anti-cientifica as evidências óbvias da coexistência entre humanos e dinossauros.

Mas, obviamente, a sua resistência é fútil; se os dinossauros realmente viverem lado a lado com os humanos (e é isso que os dados históricos mostram), os evolucionistas têm que aceitar isso e mudar de fé. Ignorar as evidências não os vai ajudar porque no fim, a Verdade vence sempre.

Para nos Cristãos, a mensagem de Deus é clara: nunca duvidar do que a Sua Palavra diz. Se Ele diz que criou o mundo em seis dias normais (Êxodo 20:11), então foi isso mesmo que Ele fez – independentemente do que os ateus ou os pseudo-Cristãos dizem.

Deus é Fiel e nós humanos, somos falhos. Deus nunca falha e nunca falhará, e a Sua Palavra é a Vida Eterna.

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8 factos em relação às Pedras de Ica

Os textos que revelam a coexistência entre humanos e dinossauros estão a deixar os crentes nos “milhões de anos” à beira dum ataque de nervos. Mas isso não é problema nosso.

Em relação às Pedras de Ica, há algumas coisas importantes que têm que ser ditas de modo a que elas possam ser usadas de modo eficaz pelos Cristãos em favor da Verdade Bíblica (porque os crentes nos milhões de anos têm feito de tudo, e dito de tudo, como forma de rejeitar o óbvio):

1. Nem todas pedras de Ica são antigas, mas muitas são antigas.

2. Nós conhecemos UMA pessoa que admitiu publicamente ter falsificado ALGUMAS pedras.

3. Essa mesma pessoa, que os crentes nos milhões de anos rapidamente citam como forma de rejeitar a importância das Pedras de Ica, admitiu que nem todas as pedras são falsas.

4. Algumas Pedras de Ica foram testadas por laboratórios científicos, e foi apurado que os desenhos presentes sobre elas eram antigos e de maneira alguma poderiam ter sido feitos recentemente.

5. O facto de outras pedras antigas terem desenhos de OVNIs é secundário porque ninguém coloca em causa que a crença em OVNIs é bem antiga.

6. Quem acredita que os “métodos de datação” do século 20 e 21 são mais fiáveis que as observações das pessoas que estavam presentes na altura em que os desenhos sobre as pedras foram feitos tem que justificar a sua posição. (Na ciência, as observações estão acima das interpretações e das conjecturas).

7. Quem defende que os desenhos foram feitos com base em fósseis tem que justificar essa posição. Seria interessante saber como é que algumas pessoas conseguem acreditar em textos que possam dizer “Nós desenhamos dragões [dinossauros] com base em fósseis” mas não acreditar em textos que dizem “Nós vimos dragões com os nossos olhos”.

8. Por fim, como os desenhos revelam todo o tipo de animais, incluindo dinossauros, não faz sentido dizer que os antigos viram todos os outros animais retratados nos desenhos, menos os dinossauros. É bem mais lógico, racional e cientificamente económico inferir que eles viram os animais que eles desenharam – incluindo os dinossauros.

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