Heródoto e os répteis voadores

HerodotoHeródoto foi um historiador Grego que viveu no século 5 antes de Cristo (desde 484 AC a 425 AC). Muitos académicos referem-se a ele como o “Pai da História” na Cultura Ocidental.

Ele foi o primeiro historiador conhecido por recolher os seus dados de forma sistemática, testar a sua exactidão e organizá-los numa narrativa vívida.

Na obra “A História de Heródoto”, Livro Segundo, Heródoto reconta coisas interessantes em torno de serpentes voadoras. É interessante salientar que não existem serpentes voadores nos dias de hoje; é normal os animais extinguirem-se. Estes relatos, que não podem ser desvalorizados, revelam que as nossas pressuposições em relação aos répteis voadores e aos dinossauros estão erradas.

O relato citado encontra-se na obra “A História de Heródoto“:

Há uma região no norte da Arábia, situada quase em frente à cidade de Buto, lugar onde fui investigar sobre as serpentes aladas: e quando cheguei lá, vi ossos e espinhas  [dorsais] de serpentes em número tão grande que é impossível reportá-lo. E havia por lá montões de espinhas, alguns grandes e outros menores, e outros ainda menores, e todos os montões eram grande em número.

IbisA região onde as espinhas se encontram espalhadas no chão tem a mesma natureza da entrada da estreita passagem de montanha para a grande planície, que é a que se encontra unida à planície do Egipto.

. . . .  e segundo é reportado, no início da primavera, as serpentas aladas da Arábia voam rumo ao Egipto, e as áves com o nome de íbis encontram-se com elas à entrada desde país, e não permitem que as serpentes entrem mas matam-nas.

É por causa disto (dizem os Árabes) que o íbis veio a ser grandemente honrado pelo Egípcios, e os Egípcios concordam que é por este motivo que eles honram estas áves.

A citação prossegue, descrevendo o íbis e depois continua a descrever as serpentas aladas da seguinte forma:

Em relação às serpentes, a sua forma é como a de uma cobra-de-água; e tem asas sem penas, mas que se parecem com as asas dum morcego. (A História de Heródoto, Parte II, #75 & 76.)

http://bit.ly/1EpttoK

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Serpentes_Aladas_VoadorasUma vez que os historiadores do passado, livres do viés anti-criacionista e pró-evolutivo, não tinham problemas em identificar os animais como “dragões” e “serpentes voadoras”, somos levados a concluir que, até prova em contrário, foi isso mesmo que viram e documentaram.

E uma vez que os dinossauros aparentemente sempre viveram lado a lado com os seres humanos, somos levados a declarar que a teoria da evolução e os mitológicos “milhões de anos” que lhe servem de suporte, não estão de acordo com os dados disponíveis.

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Será que o design do corpo humano está de acordo com o gradualismo evolutivo?

Por Frank Sherwin, M.A.

Corpo_HumanoO ser humano ou evoluiu lentamente a partir do lodo primordial há milhares de milhões de anos atrás, ou ele foi criado à Imagem de Deus. A lista de evidências que supostamente validavam a ascenção evolutiva do homem a partir de formas de vida “inferiores” tem sido eliminada por décadas de boas pesquisas científicas. Desde os dentes à ponta dos pés, o edifício da “evolução humana” claramente tem estado em desintegração.

Por exemplo, os dentistas com uma filosofia Darwiniana podem sugerir a remoção do dente-do-siso devido à “evolução” da mandíbula humana.. Embora alguns molares possam de facto precisar duma extracção, isso claramente não tem nada a ver com a evolução (1).

Muitos evolucionistas apontam para as dores nas costas como evidências de que os seres humanos só recentemente é que começaram a caminhar erectos, havendo supostamente evoluído de antepassados tetrápodes. Mas não só a coluna vertebral humana parece ter sido criada para a postura erecta, como parece que a maior parte dos problemas nas costas é causada pela má postura, lesões ou outro tipo de abusos. A evolução não tem absolutamente nada a ver com as dores nas costas. (2)

Os evolucionistas continuam a afirmar que o desenvolvimento embrionário espelha um passado evolutivo quando os seres humanos [supostamente] tinham fendas branquiais como os peixes ou um saco vitelino como as galinhas. Tais sugestões não-científicas são o resultado da infame “lei biogenética” do zoólogo Alemão Ernst Haeckel. Os evolucionistas têm permitido que esta ciência deficiente prospere, embora a teoria da “recapitulação” já tenha sido desacreditada há muitos tempo.3

Muitas escolas seculares ainda ensinam o não-cientifico conceito de que estruturas tais como as amígdalas, adenóides, e o apêndice são vestígios inúteis dum passado evolutivo.(4) Mas em 2010 quatro evolucionistas qualificaram as adenóides e as amígdalas de “enormes colecções de tecido linfóide imunologicamente activo”. (5) Ou seja, elas são partes dinâmicas dos nossos sistemas imunitários. Em 2009, um imunólogo evolucionista declarou:

Se por acaso Darwin estivesse ciente da existência de espécies que têm um apêndice ligado a um ceco enorme, e se ele soubesse da natureza difundida do apêndice, muito provavelmente ele nunca iria olhar para o mesmo como um vestígio da evolução. (6)

Santo_GraalNão existe qualquer tipo de evidência de que o ser humano evoluiu duma criatura sub-humana. Tal como um escritor científico uma vez colocou as coisas, “O último ancestral comum entre chimpanzés e os seres humanos continua a ser um santo graal da ciência,” (7) usando termos que implicam uma busca em vão por um tesouro esquivo, ou algo valioso – sem qualquer chance de algum dia ser encontrado.

Descobertas de supostas evidências evolutivas invariavelemente resultam em confusão. Um subtítulo da Newsweek é típico: “Descoberta e fóssil dum desconhecido ancestral humano agita as ideias relativas à evolução humana” (8)

Pegadas recém-descobertas têm uma aparência surpreendentemente humana, o que leva os cientistas criacionistas a sugerir o impensável: talvez sejam pegadas humanas. (9). No entanto, outros escritores dançam em redor da verdade:

Criadas há cerca de 1,5 milhões de anos atrás, estas são as mais antigas pegadas que têm a aparência de terem sido feitas pelos humanos modernos. Uma equipa de cientistas……descobriu estas preciosas impressões fósseis em lama seca por volta de 2009…. A julgar pela sua aparência, as impressões do pé fossilizado parecem idênticas  às que fazemos quando andamos pela areia. (10)

Os evolucionistas não podem aceitar que estas pegadas tenham sido feitas por pessoas como as de hoje, e em lugar disso – e sem qualquer evidência científica – afirmam que as mesmas foram feitas por um antepassado subhumano, o Homo erectus.

As Sagradas Escrituras claramente ensinam em Génesis 1 que as plantas e os animais foram criados por Deus “segundo o seu tipo” – tal como o ser humano foi criado de modo especial à Imagem de Deus (Génesis 1:27)

http://bit.ly/1blsmOH

Referências

1. Sherwin, F. 2003. The Whole Tooth about Wisdom Teeth. Acts & Facts. 32 (3).
2. Morris, J. 1998. Do Back Problems in Humans Prove Evolution from Animals? Acts & Facts. 27 (12).
3. Morris, J. 1989. Does the Human Embryo Go through Animal Stages? Acts & Facts. 18 (8).
4. Sherwin, F. 2003. For Every Structure There Is a Reason. Acts & Facts. 32 (11).
5. Barrett, K. E. et al. 2010. Ganong’s Review of Medical Physiology. New York: McGraw-Hill Medical, 605.
6. Choi, C. Q. The Appendix: Useful and in Fact Promising. LiveScience. Posted on livescience.com August 24, 2009, accessed November 11, 2010.
7. Viegas, J. The Human Family Tree. Discovery News. Posted on discovery.com, accessed November 11, 2010.
8. Begley, S. Welcome to the Family, Missing Link. Newsweek, April 8, 2010.
9. Thomas, B. Human Evolution Story Stumbles over Footprints. ICR News. Posted April 6, 2010, accessed November 10, 2010.
10. Hirji, Z. Footprint Fossils Analyzed for Ancient Human Gait. Discovery News. Posted on news.discovery.com July 22, 2010, accessed November 11, 2010.
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Os perigos do “Cientificismo”

Por J. Warner Wallace

Se por acaso vocês são como eu, então também têm amigos descrentes que defendem que os Cristãos são tendenciosos. Eles sabem que nós, como Cristãos, acreditamos na existência de Deus, e como tal, eles assumem que somos incapazes de avaliar as evidências da maneira correcta. Os descrentes estão convencidos de que os Cristãos começam com uma proposição que obscurece o nosso julgamento.

Adorando_CienciaA realidade dos factos, no entanto, é que muitos dos nossos amigos “racionais” e “baseados na ciência” estão muito mais limitados nas suas proposições do que os Cristãos. Lembrem-se que TODOS nós temos um ponto de vista, mas isto não quer dizer necessariamente que somos injustamente tendenciosos.

O viés não está de maneira alguma relacionado com o facto de se ter um ponto de vista; o viés ocorre quando este ponto de vista elimina certos tipos de evidências e certas conclusões baseadas nas evidências antes mesmo da investigação ter início. E embora os ateus possam afirmar que os Cristãos têm este tipo de viés, uma rápida examinação da dependência cultural em torno da ciência revela que o oposto é verdade.

Tenho a certeza que um amigo vosso já afirmou algo deste tipo:

Eu sou uma pessoa com mente científica, e alguém que se baseia nas evidências. A verdade só pode ser atingida empiricamente, e a ciência é a única forma de se saber com toda a certeza qual é a verdade.

Quando as pessoas fazem este tipo de declarações, elas estão a revelar mais do que apenas um ponto de vista; eles podem estar a revelar um viés rígido que se encontra enraizado na ultra-dependência da ciência com o nome de cientificismo. Existem três perigos na sobre-valorização da habilidade da ciência para determinar a verdade:

1. Uma excessiva dependência da ciência é auto-refutante

Quando as pessoas fazem a alegação de que “a ciência é a única forma de se saber a verdade”, perguntem a elas se eles “realmente sabem” se esta declaração é verdadeira. Se elas disserem que sim, perguntem-lhes como foi que a ciência lhes ajudou a chegar a essa conclusão. Ficamos a saber que a declaração “a ciência é a única forma de se saber a verdade” não pode ser confirmada pela ciência.

Esta declaração é uma proclamação filosófica que coloca em causa a sua própria alegação: não pode ser verificada ou confirmada como “verdadeira” através de qualquer examinação ou metodologia científica. Aparentemente, para as pessoas que fazem esta alegação, existe pelo menos uma verdade que eles podem saber sem o benefício da ciência: o facto da ciência ser a única forma de verdadeiramente se saber a verdade. Vêem o problema?

2. Uma excessiva dependência da ciência é inadequadamente limitante

Existem muitas coisas que podemos saber sem o benefício da ciência. A alegação filosófica mencionada previamente é um exemplo, mas há mais:

  • a) Verdades matemáticas e lógicas: Estas têm que ser aceites como pressopusições fundamentais como formar de nos podermos envolver em qualquer estudo científico; como tal, não podemos usar a ciência para determinar factos lógicos e matemáticos que a precedem.
  • b) Verdades metafísicas: Algumas verdades em torno da natureza do mundo (tais como se o mundo externo existe ou não) não podem ser determinados através do uso da ciência.
  • c) Verdades éticas e morais: A ciência não nos pode dizer o que é moralmente virtuoso ou desprezível. Ocasionalmente, els pode-nos ajudar a saber “o que é” (relativo ao mundo material), mas a ciência não nos pde dizer “o que deveria ser” (relatico aos julgamentos morais).
  • d) Verdades estéticas: A ciência não nos pode ajudar a determinar ou ajuizar o que é bonito e o que é feio.
  • e) Verdades históricas: Talvez, e algo importante no estudo da visão do mundo Cristã, a ciência não pode determinar o que é historicamente verdadeiro. A ciência não nos pode dizer nada sobre quem venceu o Óscar de melhor filme do ano passado, e de forma semelhante, a ciência não nos pode dizer nada sobre alegações antigas relativas à historicidade de Jesus ou a veracidade histórica da Bíblia.

Se vamos rejeitas categorias de verdade que não podem ser verificadas cientificamente, temos que rejeitar todas as verdades relativas à lógica, à matemática, à moral, à estética, à história e à metafísica. As mais importantes alegações da vida teriam que ser ignoradas e qualificadas de pouco fiáveis.

3. Uma excessiva dependência da ciência é prejudicialmente tendenciosa.

Mais importante ainda, uma ultra-dependência da ciência elimina todas as opções explicativas com base no viés. Há uma diferença entre o método científico (um processo de testes racional) e o cientificismo (um compromisso irracional com o naturalismo filosófico). Os naturalistas filosóficos recusam-se a considerar qualquer coisa que se encontre fora do mundo natural como explicação para eventos que podem ser observados.

Por outro lado, os Cristãos estão em melhor posição para permitir que as evidências os levem para elas se dirigem. Se as leis e os processos naturais podem explicar um determinado fenómeno, então assim seja. Se as leis e os processos naturais são incapazes de disponibilizar uma explicação, e as evidências apontam para a existência de algo sobrenatural, então essa explicação ainda se encontra sobre a mesa.

O naturalismo filosófico invalida toda a categoria de explicações  sobrenaturais antes mesmo de tentar determinar se algo sobrenatural existe!


Parece que a visão Cristã tem a habilidade de aceitar as explicações naturais sem rejeitar as sobrenaturais à priori. Uma excessiva dependência da ciência (que tem o nome de “cientificismo”) causa a que rejeitemos tudo o que seja sobrenatural antes mesmo de começarmos a investigar uma explicação. Qual destas duas abordagens é mais prejudicial? Qual é a menos tolerante em relação a uma variedade de explicações que estão à nossa disposição?

Uma excessiva dependência da ciência cegou a nossa cultura para à riqueza das possibilidades explanatórias. Não é de admirar que os “buscadores de verdade” tenham dificuldade em encontrar o que buscam.

http://bit.ly/1aPkyEI

 

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O que foi que Heródoto, Ulysses Aldrovandus, Plínio o Velho, e Marco Polo viram que coloca em causa os mitológicos “milhões de anos”?

Heródoto_Ulysses_Aldrovandus_Plínio_o_Velho_Marco_PoloPor Autor do Site “Forbidden History”

Todos eles viram dinossauros. Sim, dinossauros nos registos históricos escritos. Existem numerosos registos de dinossauros nos registos históricos das imensas culturas antigas do  mundo. A palavra normalmente usada nos dias de hoje para descrever criaturas reptilíneas extremamente granes é “dinossauro”, palavra criada em 1841 por um cientista Britânico chamado Sir Richard Owen como forma de descrever lagartos gigantes recém-descobertos [na altura] no registo fóssil. Antes de 1841, a palavra inglesa normalmente usada para descrever lagartos gigantes era a palavra “dragão”.

Certamente que com o passar dos séculos, o dragão foi romantizado, mas quando olhamos de volta para o registo histórico de todas as culturas do mundo, descobrimos histórias de homens a ver e a matar dragões.

Dito isto, quem são os homens no topo deste post? Da esquerda para a direita, eles são Heródoto, Ulysses Aldrovandus, Plínio o Velho, e Marco Polo. Todos eles registaram terem visto diferentes tipos de criaturas que eles deram o nome dragões. Para se ler o que eles registaram, usem os links associados a cada um dos nomes.

“Mas eu pensava que os dinossauro tinham desaparecido há 65 milhões de anos!!!”

A dada altura da minha vida, também eu pensei assim. Mas depois comecei a aprender mais sobre as evidências que são suprimidas devido a um viés comum por parte de geólogos, antropólogos, arqueólogos, e por parte de pessoas com uma opiniao elevada de si. O viés por eles mantido deve-se as seguintes pressuposições:

1. A Terra tem milhões de anos (ou mesmo millhares de milhões).
2. Os dinossauros morreram há milhões de anos atrás.

Estas pressuposições impedem-lhes de serem objectivos na avaliação do que quer que seja relacionado à história, geologia e arqueologia antigas. Estas pessoas com um alta opinião de si mesmas presumem que os historiadores e os escritores do passado regularmente acrescentavam informação falsa no que toca a observações simples que, por vezes, incluiam informação bastante detalhada de grandes criaturas répteis.

Deixem-me dar um exemplo do viés do qual eu falo. No link que se segue (American Museum of Natural History), e pelo menos até 19 de Janeiro de 2010, sob o título “Dragões e Dinossauros”, lê-se o seguinte:

… com o seu tamanho enorme, forma reptilínea, dentes e garras ameaçadoras, alguns dragões podem ser facilmente tomados como primos do Tyrannosaurus Rex. Os dinossauros vivos não inspiraram a ideia dos dragões – eles haviam morrido muito antes das pessoas terem aparecido para os observar.

Dragoes_Nomes_MundoO escritor parece bastante seguro dessa declaração. Até ficamos com a ideia de que ele é que se encontrava por lá, a observar as coisas. Estes homens [Heródoto, Ulysses Aldrovandus, Plínio o Velho, Marco Polo,] eram pessoas inteligentes e com conhecimento, para além de serem competentes em fazer observações científicas. Eles não tinham razão alguma para mentir, e o que eles escreveram poderia ser avaliado pelos contemporaneos. Estes homens viram dinossauros.

Os dragões foram registados através de toda a história antiga, e os registos históricos parecem referir-se a eles como criaturas vivas reais. Quase todas as culturas do mundo  têm registos históricos e lendas que incluem dragões. Todas as culturas tinham nomes para estes répteis enormes, e alguns dos nomes mais comuns para os mesmos podem ser vistos no quadro ao lado.

Histórias de dragões são quase universais por todas as antigas culturas. Onde foi que este conceito global se originou, e porque é que o mesmo é universal entre culturas que se encontravam separadas por continentes? Como seria possível sociedades antigas espalhadas um pouco por todo o mundo descrever, registar, pintar, engravar, costurar e esculpir estas criaturas com este grau de uniformidade se elas não tivessem visto com os seus olhos essas criaturas?

Vejam o filme Forbidden History para aprender mais sobre este assunto fascinante. Vejam as evidências por vocês mesmos.

A Bíblia, que já se provou como sendo um dos mais precisos registos da história antiga que temos hoje em dia, também regista informação relativa aos dragões, e também menciona o leviatã, o beemonte, a serpente fabulosa [cockitrice], a serpente de bronze, a serpente voadora – todos isto animais que se ajustam a descrição de répteis “pré-históricos” e agora extintos. (…)

– http://bit.ly/1QxUWfA

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Como nós temos o cuidado de dizer aqui no blogue, as evidências históricas, arqueológicas, geológicas e culturais de que os dinossauros (“dragões”) viveram lado a lado com os seres humanos não irão mudar a religião dos evolucionistas visto que a sua posição não é efeito das evidências mas sim da sua escolha pessoal em acreditar nos pressupostos listados em cima nos pntos 1) e 2).

O que interessa reter em relação a estas eviudências é que o Cristão não precisa de evitar ou minimizar a discussão sobre os milhões de anos visto que as evidências estão todas do seu lado. A Bíblia, que é Infalível e 100% certa, diz que o ser humano foi criado na mesma semana literal que os outros animais, e os registos históricos confirmam que, até bem pouco tempo atrás, o ser humano e os dinossauros (“dragões”) viveram lado a lado.

Portanto, nós Cristãos, temos as evidências históricas e científicas do nosso lado enquanto que os anti-Cristãos nada mais têm que a sua auto-destrutiva raiva contra Deus e as suas desilusões emotivas. Mas isso já é problema deles e não nosso.

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Neurocirurgião explica o porquê de não ter fé na teoria da evolução

Por Michael Egnor

Michael_EgnorSou professor neurocirurgia e sou um cientista médico. Como um estudante de graduação com especialização em bioquímica, sentia-me pouco à vontade com as explicações Darwinianas para a complexidade biológica.

Certamente que os seres vivos têm a aparência de terem sido criados, mas os biólogos evolutivos asseguravam que as evidências científicas eram mais do que claras: tudo na biologia poderia ser explicado através de mutações aleatórias e da selecção natural.

Devido a isto, adoptei a explicação Darwiniana. Eu olhava para as explicações religiosas para a biologia como não-científicas na melhor das hipóteses, e dogmas na pior das hipóteses. Mas as explicações de Darwin também eram um assunto de fé visto que não conhecia as evidências.

Há vários anos atrás, cruzei-me com o livro de Michael Denton com o nome de “Evolution: A Theory in Crisis”. O argumento de Denton – de que as evidências em favor da teoria de Darwin eram muito mais fracas do que os biólogos evolucionistas afirmavam – voltou a acender as minhas dúvidas. Quão fortes eram as evidências de que toda a complexidade biológica havia surgido como consequência do acaso e da selecção natural?

Li tudo o que consegui encontrar – Johnson, Dawkins, Wells, Berra, Behe, Dennett,  Dembski – e isto foi o que fui capaz de apurar: as alegações dos biólogos evolutivos estavam muito para além do que as evidências demonstravam.

O registo fóssil revela uma descontinuidade acentuada entre as espécies, e não as transições graduais que o Darwinismo inerentemente espera. A teoria de Darwin não disponibiliza qualquer explicação coerente, fundamentada nas evidências, nem para a via evolutiva duma única molécula a partir de componentes primordiais.

A origem do código genético desmente uma causalidade aleatória visto que todos os códigos conhecidos surgem como efeito dum agente inteligente. Biomoléculas complexas tais como as enzimas são operacionalmente tão complexas que é difícil ver como é que elas poderiam ter surgido através de mutações aleatórias.

Consegui ver que o Darwinismo era uma aldeia Potemkin, mas não era claro para mim o porquê dos biólogos evolucionistas serem tão apaixonadamente dedicados a uma ciência tão pálida, especialmente se levarmos em conta que as evidências de que o entendimento Darwiniano para as origens biológicas é inadequado têm estado à nossa disposição há já algum tempo.

Porque é que, quando o código genético foi desvendado, os cientistas não colocaram em causa a pressuposição de Darwin em torno da aleatoriedade? Porque é que os cientistas não fizeram as perguntas difíceis que são lançadas contra a sua teoria através da complexidade surpreendente da maquinaria molecular intra-celular? Porque é que os Darwinistas alegam que a Teoria do Design Inteligente não é testável ao mesmo tempo que a classificam de “errada”?

Porque é que os Darwinistas alegam que o design inteligente não é científico quando tanto esta teoria como o Darwinismo mais não são que as respostas afirmativas e negativas às mesmas questões científicas? Será que há evidências de teleologia na biologia?

Porque é que os cientistas Darwinistas tentam usar os tribunais federais como forma de silenciar as críticas que são levantadas à sua teoria nas escolas públicas? O que há dentro do entendimento Darwiniano das nossas origens que é tão frágil que não é capaz de resistir ao escrutínio por parte dos alunos?

Quando fiquei a saber do ostracismo feito ao Dr. Richard Sternberg, um biólogo e editor duma revista científica no Smithsonian Institution e alguém que se atreveu a aprovar a publicação dum artigo que era favorável ao design inteligente, entrei em contacto com o Sternberg e expressei a minha simpatia e o meu apoio. Ele apresentou-me ao  Discovery Institute, que é um grupo de reflexão dedicado a levantar as questões importantes relativas às origens biológicas, e comecei a publicar um blogue para eles.

Darwin ReligiaoVim a saber o porquê dos biólogos evolucionistas serem tão dedicados ao Darwinismo. Fui atacado na internet, e foram feitas chamadas ao meu escritório exigindo que eu fosse despedido. E a maior parte dos ataques eram ideológicos.

A larga maioria dos biólogos evolucionistas é ateísta. Eu sou Católico, e a minha fé é ridicularizada pelos meus colegas cientistas. Muitos Darwinistas expressam abertamente o seu ódio ao Cristianismo – o biólogo ateu P.Z. Myers profanou a hóstia da Eucaristia no seu site.

Em 1989, o biólogo evolucionista de Oxford, Richard Dawkins, escreveu numa secção de crítica literária para o New York Times que as pessoas que não aceitam a teoria da evolução são “ignorantes, estúpidas, doidas ou maldosas”. Ele descreveu a educação religiosa feita às criançs como “abuso de crianças”.

No seu livro com o título de “Darwin’s Dangerous Idea”, o filósofo e Darwinista ateu e Daniel Dennett escreveu que “a segurança exige que as religiões sejam também enjauladas, caso seja absolutamente necessário.” A luta contra a inferência em favor do design na biologia é motivada pelo ateismo fundamentalista; os Darwinistas odeiam a Teoria do Design Inteligente porque ela é compatível com a crença em Deus.

Mas as evidências são indiscutíveis. A explicação científica mais razoável para a complexidade biológica funcional – o código genético e a complexa nanotecnologia que se encontra dentro das células vivas – é que elas foram construídas por um Agente Inteligente. Não existe qualquer evidência científica em favor da tese de que processos não-inteligentes podem criar estruturas e funcionalidades substancialmente novas. Não existe uma processo não-inteligente conhecido pela ciência que seja capaz de gerar códigos e máquinas.

Eu ainda sou de opinião de que as explicações religiosas são, na melhor das hipóteses, não-científicas, e na pior das hipóteses, dogmas. Mas hoje entendo que o próprio Darwinismo é uma crença religiosa mascarada de ciência. A teoria de Darwin em torno das origens biológicas é o mito da criaçâo do ateísmo, e os ateus defendem o seu dogma com fervor religioso.

http://onforb.es/1Kq8G8j

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Não deixa de ser curioso que os biólogos ateus determinem que a Medicina precisa da teoria da evolução, quando os próprios médicos aleguem que a teoria de Darwin é totalmente irrelevante.

Imaginem que estão numa aula de Medicina e o professor está a revelar a operacionalidade do sistema auditivo. Será que o vosso conhecimento médico seria aumentado se por acaso o professor-médico se desviasse do tópico e começasse a falar da forma como o ouvido  supostamente evoluiu dum ancestral aquático? Não, e o alunos poderiam até ficar irritados com o professor por este se desviar de factos para mitos.

A realidade dos factos é que a teoria da evolução peixes-para-pescadores é cientificamente e clinicamente irrelevante. A sua utilidade é 100% ideológica, tal como escreve Dr Egnor. Por isso é que este blogue defende que quando se fala com um evolucionista – especialmente os ateus – esta-se a falar com um devoto religioso.

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Dinossauros comiam arroz antes do arroz ter evoluído

Por Brian Thomas

ArrozO que é que os dinossauros realmente comiam? Uma das formas através da qual os pesquisadores estão a determinar a dieta dos dinossauros é o estudo dos coprólitos, ou uma porção de esterno fossilizado.

E o que se tem vindo a descobrir é que alguns dinossauros comiam arroz. Mas se as plantas com flores tais como o arroz não evoluíram até muitos milhões depois dos dinossauros terem vivido – como diz a teoria da evolução – como é que os dinossauros as podem ter comido?

Alguns coprólitos contêm fitólitos, que são cristais microscópicos de forma única construídos por vários tecidos vegetais. A maior parte dos fitólitos são feitos de dióxido de silício, o mesmo químico que se encontra na areia. Os cientistas que examinam estes pequenos grãos podem com relativa frequência determinar de que planta ela vem.

Por exemplo, em 2005, os pesquisadores encontraram fitólitos de erva, palmeiras, coníferas, e outras plantas com flores dentro de coprólitos dum dinossauro (provavelmente um saurópode) da Índia. (1) Caroline Strömberg, paleobotânica, disse o seguinte à Nature News:

Isto foi inesperado…. Temos que reescrever o nosso entendimento da sua evolução.… É bem possível que tenhamos que acrescentar erva nos dioramas de dinossauros que vemos nos museus. (2)

Mais recentemente, Strömberg e dois co-autores do seu estudo de 2005 descreveram fitólitos encapsulados em coprólitos que são tão semelhantes àqueles que são feitos por certos tipos de plantas de arroz modernas que aqueles que são encontrados nas rochas de dinossauro “podem ser colocadas dentro da tribo de arroz, Oryzeae, da subfamília de erva Ehrhartoideae.”(3) Eles recolheram estas amostras das mesmas camadas rochosas da Índia – a Formação Lameta – que tem os seus achados de 2005.

Estes achados juntam-se a outros que têm demonstrado que o arroz, a erva, as palmeiras e as coníferas das rochas dos dinossauros eram essencialmente iguais às que existem hoje em dia. É como se milhões de anos de evolução nunca tivessem acontecido.

A formação de Lameta, que é enorme e cobre uma parte enorme da Índia, (4) inclui camadas sedimentares misturadas com camadas de rochas vulcânicas. O Dilúvio descrito no Livro de Génesis é a melhor explicação para este nível de sublevação, mostrando que os fósseis encontrados por lá são o resultado do Dilúvio.

Logo, estes coprólitos mostram que as plantas de arroz existiam antes do Dilúvio. Ou o arroz se diversificou a partir uma erva originalmente criada que era comum a muitos outros tipos de era – tais como o trigo e o bambu, ou Deus criou a erva de arroz de forma distinta dos outros tipos de erva.

Os estudos já feitos revelam que a planta de arroz não hibridiza com outros tipos de planta. (5) Estes fitólitos ingeridos pelos dinossauros dão mais peso à ideia de que o arroz foi uma criação distinta desde o princípio.

Segundo as Escrituras, Deus criou todos os tipos de erva, plantas e mamíferos de pastagem, bem como os dinossauros de pastagem tais como os sasurópodes, no 6º Dia da semana de criação. Tanto quando os fósseis têm demonstrado, a Bíblia está certa.

http://bit.ly/1JWGHjA

Referências

1. Prasad, V. et al. 2005. Dinosaur Coprolites and the Early Evolution of Grasses and Grazers. Science. 310 (5751): 1177.
2. Simonite, T. Dinosaurs munched on grassy snacks. Nature News. Posted on nature.com November 17, 2005, accessed October 27, 2011.
3. Prasad, V. et al. 2011. Late Cretaceous origin of the rice tribe provides evidence for early diversification in Poaceae. Nature Communications. 2 (9): 480.
4. Thomas, B. Did Snakes Prey on Dinosaurs 67 Million Years Ago? ICR News. Posted on icr.org March 16, 2010, accessed October 31, 2011.
5. Wood, T. C. 2002. A baraminology tutorial with examples from the grasses (Poaceae). Journal of Creation. 16 (1): 15- 25.
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Mais um mito evolucionista refutado pela ciência

Por Daniel Anderson

Chimpazes_HumanosNum recente artigo da Science, vários cientistas evolucionistas admitem que a alegação de 99% de semelhança entre os humanos e os chimpanzés é um mito. (1).

Desde 1975 que esta estatística enganadora tem sido apregoada como evidência clara de que os humanos e os chimpanzés estão bastante relacionados dentro da árvore de vida evolutiva. (2)

No entanto, à medida que foram sendo feitas mais e mais pesquisas genéticas, foi ficando cada vez mais claro que a percentagem de semelhança genética havia sido vastamente exagerada.

Citações reveladoras:

  • O autor Jon Cohen escreveu “Mas a verdade tem que ser dita…. a distinção de 1% não era a história completa…..”
  • Cohen escreveu também que os recentes estudos “….levantam a questão se o truísmo do 1% deve ser colocado de parte.”
  • Pascal Gagneux, zoólogo da UCSD, disse “Durante muitos e muitos anos, a diferença de 1% serviu-nos bem porque o facto de sermos similares era pouco valorizados. Hoje, tornou-se claro que essa alegação é mais um impedimento no nosso processo de aprendizagem do que uma ajuda.”
  • Svante Pääbo, depois de admitir não saber se existe uma forma de calcular a diferença percentual exacta, disse “Em última análise, isto é uma coisa política, social, e cultural em torno da forma como vemos as nossas distinções.”

Dito de outra forma, e tal como os criacionistas sempre disseram, as interpretações científicas são frequentemente motivadas por pressuposições filosóficas.

Estudos mais recentes rressalvam diferenças genéticas ainda maiores.

  • Durante o ano passado, um estudo número de cópias de genes revelou uma diferença de 6.4%. (3)
  • Em 2005, os cientistas descobriram que o genoma dos chimpanzés era 12% maior que o genona humano.
  • Em 2003, os cientistas calcularam uma diferença de 13,3 em secções do nosso sistema imunitário. (4)
  • Um estudo revelou uma diferença de 17,4% na expressão de gene do córtex cerebral (5)

O Dr Rob Carter, cientista criacionista, declarou recentemente num programa nacional Americano com o nome de Janet Parshall Show, que os nossos genomas são pelo menos 8-12% distintos.

Outro ícone cai no esquecimento.

Há bem pouco tempo – no ano passado – testemunhamos a queda de dois “ícones da evolução”. Não só a ideia de 99% de semelhança genética entre humanos e chimpanzés foi abandonada, como o foi também o mito do “ADN lixo”. Como tem sido observado com frequência desde que Darwin publicou o se livro “A Origem das Espécies”, os ícones evolutivos eventualmente entram em colapso sob o peso dos dados empíricos.

Enquanto isso, o modelo criacionista é continuamente confirmado à medida que as novas descobertas revelam inesperadas camadas de complexidade no que claramente foi criado – o que reflecte a Mão do Criador.

http://bit.ly/1E7ykLa

Referências:

1. Cohen, Jon, “Relative Differences: The Myth of 1%”, Science 316(5833):1836, 29 June 2007 | DOI: 10.1126/science.316.5833.1836.
2. The 99% statistic is based on comparing a mere 97 genes between respective genomes. The human genome contains about 20,000 genes. Therefore, 97 genes represent only about 0.5% of our entire genome.
3. Demuth JP, Bie TD, Stajich JE, Cristianini N, Hahn MW The Evolution of Mammalian Gene Families. PLoS ONE 1(1): e85, 2006 | doi:10.1371/journal.pone.0000085.
4. Tatsuya, A., et al., Comparative Sequencing of Human and Chimpanzee MHC Class I Regions Unveils Insertions/Deletions As the Major Path to Genomic Divergence, Proceedings of the National Academy of Sciences, USA 100:7708–13, 2003.
5. The Chimp-Human 1% Difference: A Useful Lie, <www.creationsafaris.com/crev200706.htm>. 29 June 2007.
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