3 questões que os evolucionistas têm que saber responder

Há mitos evolutivos que se tornaram tão enraizados na cultura ocidental (pelo menos entre a “elite pensadora”) que muito de nós nem pára para pensar na mecânica de certas alegações. Uma coisa é dizer que um dinossauro “evoluiu” para um colibri, mas outra é mostrar como é que isso pode acontecer gradualmente e de forma a que o animal sobreviva.

Outra “transformação” que desafia tudo o que se sabe de Biologia é a mitológica evolução dos mamíferos marinhos. Reza a lenda que os mamíferos que se encontram nos mares são “parentes distantes” dos mamíferos que estão em terra, separados apenas pelos mitológicos “milhões de anos” e por algumas mutações:

Conhecemos muito pouco sobre os fósseis de antigas espécies de Golfinhos, e o que se conhece é extremamente incerto. Supõe-se que há cerca de 50 milhões de anos atrás, uma espécie de gato pré-histérico (Mesonychidea), começou a passar mais tempo na água à procura de alimento, e que eventualmente se transformou para melhor se adaptar a esse novo meio ambiente. O regresso à água, trouxe benefícios significantes para os carnívoros terrestres. Os animais marinhos eram uma nova fonte de alimento inexplorada.

As evidências em favor deste mito fazem-se notar pela total ausência, mas deixando isso de parte, há algumas coisas que seria interessante saber:

1) Os mamíferos terrestres são respiradores involuntários, enquanto que os golfinhos não.

Embora possamos, obviamente, conscientemente suspender a respiração, para nós, mamíferos terrestres, respirar é um reflexo que está em larga parte fora do nosso controle cônscio. (Por isso é que ao dormirmos, nós continuamos a respirar). No entanto, os golfinhos e a baleias não são respiradores involuntários. Eles têm que estar conscientes para respirar:

Os golfinhos são conhecidos como respiradores conscientes (ou cônscios), o que significa que eles nunca chegam a adormecer totalmente visto que se o fizerem, eles podem afogar. Devido a isto, quando eles descansam, parte do seu cérebro mantém-se alerta de forma a permitir que eles obtenham facilmente o oxigénio que precisam.

Quando foi que a metamorfose de respirador involuntário para respirador consciente ocorreu e há alguma evidência fóssil disso alguma ver ter ocorrido?

2) Os golfinhos têm as suas narinas no topo da sua cabeça:

Na maior parte dos mamíferos, a abertura nasal encontra-se localizada perto do topo do focinho. Nos golfinhos modernos, por outro lado, ela encontra-se localizada no topo da cabeça, acima dos olhos.

Como foi que este traço físico evoluiu gradualmente e de forma que permitisse que o animal continuasse a respirar e a sobreviver e existe algum fóssil que revela um animal “a meio caminho” no que toca a relocalização das narinas para a parte superior da cabeça?

3) Os mamíferos terrestres normalmente dão à luz  em terra enquanto que os mamíferos 100% aquáticos dão à luz debaixo de água (obviamente).

Os mamíferos terrestres, especialmente os maiores, normalmente nascem incapazes de se locomover (pelo menos durante alguns minutos):

Por outro lado, os mamíferos marinhos nascem a saber nadar:

Em que fase da “evolução” é que os recém-nascidos dos mamíferos marinhos começaram a nascer a saber nadar, habilidade sem a qual morreriam à nascença?

Mats no “Minds”

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Quanto tempo é necessário para formar um “canyon”?

Há já muito tempo que os criacionistas têm um interesse profundo pelo magnífico Grand Canyon. Somos de opinião que esta espantosa maravilha do mundo natural é um testemunho eloquente do Dilúvio que ocorreu nos dias de Noé.

Os visitantes que passam pelo Grand Canyon, bem como estudantes de ciências naturais que se encontram no 8º ano, têm sido tradicionalmente ensinadas que o Rio Colorado, migrando para trás e para frente há “65 milhões de anos” e associado à erosão lateral do desfiladeiro, “esculpiu” esta imensa estrutura.

Em anos mais recente os cientistas refutaram esta ideia, inclinando-se agora para a ideia de água em movimento a atravessar essa área em alta velocidade há não muito tempo atrás, e a formar o desfiladeiro. (Infelizmente, os estudantes escolares ainda são “ensinados” segundo o desactualizado e refutado modelo que depende dos “milhões de anos.)

Deixem que vos apresente agora o Burlingame Canyon perto de Walla Walla, Washington. Ele tem cerca de 457 metros de comprimento, mais de 36,5 metros de profundidade, e 36,5 metros de largura. Sendo ele uma pequena amostra do Grand Canyon, o mesmo foi observado a formar-se em menos de 6 dias.

No ano de 1904 o “Gardena Farming District” construiu uma série de canais de irrigação de modo a disponibilizar água a esta zona desértica elevada tradicionalmente árida. Em Março de 1926 os ventos reuniram “tumbleweeds” numa constrição de concreto ao longo de um dos canais situados numa zona plana elevada, impedindo a circulação de água que, a 2,26 metros cúbicos por segundo, era anormalmente elevada devido às chuvas primaveris.

Como forma de limpar a obstrução, os engenheiros desviaram o fluxo para uma vala de diversão que acabava no “Pine Creek” mais próximo. Antes deste evento, a vala era relativamente pequena e em ponto alguma tinha mais de 3 metros de profundidade e mais de 1,8 metros de largura (e quase nem tinha água).

O fluxo anormalmente elevado abarrotou a vala, e avançou por todo o comprimento até que se abateu em cascata a partir da zona planada elevada, gerando uma cascata impressionante.

De repente, e sob esta pressão terrível e afectado pela velocidade, o estrato subjacente desmoronou-se e uma erosão séria teve início. O que dantes era uma vala insignificante, passou a ser uma ravina, e de ravina passou a ser um Grand Canyon em miniatura.

A camada que foi alvo de erosão era composta de areia relativamente macia e barro saturado pelas chuvas recentes. A desidratação dos sedimentos saturados para o que era agora uma vala aberta salientou a erosão.

A água em movimento rápido conseguiu desalojar os sedimentos saturados e transportá-los rio abaixo, deixando para trás sedimentos subjacentes vulneráveis à erosão.

No seu todo, estes seis dias de erosão desenfreada removeram quase 141,584 metros cúbicos de lodo, areia e rocha.

Conclusão:

Sim, os “canyons” podem-se forma rapidamente. Uma boa máxima é que, “ou é preciso pouca água e muito tempo, ou muita água e pouco tempo.” Mas, como se pode ver, nós nunca observamos um “canyon” a forma-ser lentamente com pouca água.

Quando são feitas observações científicas (e não interpretações naturalistas de eventos nunca observados e impossíveis de duplicar) aquilo que se pode testemunhar é muita água e pouco tempo – exactamente o que seria de esperar se a Bíblia estivesse certa em relação ao Dilúvio de Noé e seus efeitos.

Mais uma vez fica o que já temos falado no passado: confiem na Palavra de Deus. Confiem no que Deus diz sobre o nosso passado porque tudo aquilo que podemos observar se ajusta na perfeição.

Nós temos evidências empíricas de que a interpretação evolutiva das camadas rochosas está errada, então para quê colocar em causa a linha temporal Bíblica em favor duma interpretação baseada no Naturalismo?

Se o que Deus diz sobre o nosso passado está correcto, então não temos motivos para duvidar sobre o que Ele diz sobre o futuro, especialmente sobre o futuro de quem rejeita a Palavra de Deus.

Não façam parte do grupo de pessoas que voluntariamente resolveu acreditar no que estava errado (sabendo que está errado) só porque não concordam com o que Deus ordena para as suas vidas (para o seu próprio bem).

Modificado a partir do original: http://bit.ly/2qTtTZg

 

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Celacanto e a fossilização duma “teoria”

Durante várias décadas os evolucionistas propagaram o mito de que um grupo de peixes conhecidos como “celacantos” eram “ancestrais próximos dos primeiros vertebrados que andaram na Terra” (Perkins, 2001, 159[18]:282). Segundo a religião dos mitológicos “milhões de anos”, os celacantos alegadamente evoluíram há cerca de “380 milhões de anos” e extinguiram-se há cerca de 70 “milhões de anos” atrás (Raven and Johnson, 1989, p. 857).

No entanto, os evolucionistas esqueceram-se de coordenar esta “história” com os celacantos visto que em Dezembro de 1938, a comunidade científica foi apanhada de “surpresa” quando um celacanto foi pescado na costa da África do Sul (Diver Finds…, 2006). Devido à sua errónea interpretação do registo fóssil, os evolucionistas proclamaram aos quatro ventos que um animal vivo era um “elo perdido” e “pré-histórico”.

Por volta de 2006 uma equipa de cientistas Franceses encontrou uma crustáceo com a aparência dum camarão (Neoglyphea neocaledonica) no Mar do Coral. Os evolucionistas acreditavam que esta forma de vida encontrava-se extinta há “60 milhões de anos” (Living Fossil…, 2006).

A sua descoberta nos tempos actuais, bem como a descoberta do celacanto, é comparável à descoberta dum dinossauro vivo, que, segundo a imaginação evolucionista, se encontra “extinto” há “65 milhões de anos” (apesar de haver inúmeros registos históricos a demonstrar que eles sempre viveram lado a lado com os seres humanos).

O mais recente “fóssil vivo” capturado pelas câmaras é o “pré-histórico” tubarão-cobra (Rare Prehistoric…, 2007). Ocasionalmente capturado pelas redes de pesca, esta criatura (com o nome de Chlamydoselachus anguineus) pode supostamente ser rastreada no registo fóssil até “95 milhões de anos” atrás (Schmiedekampf, 2007), daí o nome tubarão “pré-histórico”.

O problema para a interpretação evolucionista do registo fóssil é que este animal nada tem de “pré-histórico”; embora tenha a aparência duma criatura terrível saída duma pintura propagandista evolucionista a retratar “tempos pré-históricos”, este animal é tão contemporâneo como iPods.

Mais uma vez, um “monstro” que os evolucionistas não esperavam ver em tempos modernos é encontrado em tempos modernos. E, como sempre, nenhum evolucionista irá colocar em causa as pressuposições que levaram os cientistas a errar de forma tão flagrante. Seria interessante saber que animal teria que ser encontrado vivo para que os evolucionistas colocassem de lado a sua amada – mas claramente errada – interpretação das camadas geológicas.

A Palavra de Deus diz, “Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou” (Êxodo 20:11). Verdadeiramente, os tubarões-cobra, os camarões, e os celacantos são apenas um dia mais velhos que o ser humano (Génesis 1:20-28).

Por estas e por outras é que o Cristão não deve em situação alguma colocar em causa a linha temporal Bíblica em favor duma interpretação que dá erros constantes e flagrantes. A interpretação geológica evolucionista dá erros constantes não devido à falta de evidências que mostram que ela está errada, mas sim devido à fé que a maioria dos biólogos resolveu abraçar: a fé nos mitológicos “milhões de anos”.

Fonte: http://bit.ly/2sfpu1K

Referências:

– Butt, Kyle (2006), What is a Living Fossil? Reason & Revelation, 5[7]:28-R, July,

Diver Finds Living Fossil (2006), Science Now, California Academy of Sciences

Living Fossil Found in Coral Sea (2006), The Associated Press, May 19

– Perkins, Sid (2001), The Latest Pisces of an Evolutionary Puzzle, Science News Online, 159[18]:282

Rare Prehistoric Shark Photographed Alive (2007), National Geographic News

– Raven, Peter H. and George B. Johnson (1989), Biology (St. Louis, MO: Times Mirror/Mosby College Publishing), second edition.

– Schmiedekampf, Katrin (2007), Japanese Marine Biologists Discover a Pre-Historic Shark, Spiegel Online, January 29

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Criacionismo Científico: O Obstáculo da Educação

A apresentação de teorias contrárias à da evolução é essencial para a formação do pensamento crítico no meio académico.

Por Gabriel Stive

Não faz muito tempo que terminei meus estudos básicos. Passei pelo ensino fundamental, passei pelo ensino médio e nunca me foi apresentado o conceito de evolução como teoria, mas sim como um fato. Por mais que eu tenha crescido em uma família cristã, por um período, a teoria da evolução me mostrou uma segunda opção de crença, que modificou todo o meu raciocínio lógico sobre a vida.

Eu posso dizer que estudei em duas qualidades educacionais distintas. Estudei meu ensino fundamental em uma escola particular e o ensino médio em uma escola estadual do Rio de Janeiro, cidade onde moro, e sempre me apresentaram a evolução como um fato irrevogável.

Passei anos da minha vida mergulhando nos livros de Biologia, área onde pretendo me formar, e sempre me apresentaram o conceito de evolução como fato, nos apresentando as antigas ideologias acerca da evolução objetivando a mesma como uma realidade inquestionável. Em provas e trabalhos, éramos condicionados a aceitar aquela doutrinação, isso até eu conhecer o criacionismo científico.

Estive observando que há entre o meio acadêmico grande oposição quanto ao ensino do criacionismo científico nas escolas. Dentre suas justificativas está a declaração de que o criacionismo em sí é um religião disfarçada de ciência. Antes de adentrar-mos no assunto, precisamos esclarecer algumas vertentes do criacionismo:

Existe grandes diferenças entre as vertentes criacionistas, e dentre elas encontramos:

  • Criacionismo Religioso: Não depende de argumentos científicos.
  • Criacionismo Científico: Não se baseia em pressupostos religiosos.
  • Criacionismo Bíblico: Se baseia em argumentos científicos em correlação com a Bíblia.

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Muitos não sabem, mas quem criou as escolas públicas foi Napoleão. Napoleão criou no intuito de “adestrar” e doutrinar os indivíduos a serem cidadãos úteis, moldados em ideologias que introduziam um controle político e social sobre os cidadãos.

As escolas, se por assim dizer, eram um curso preparatório para sobrevivência nas fábricas, onde, até o sinal de encerramento das aulas, usado até os dias actuais, são os mesmos usados nas antigas fábricas da França. Da mesma forma, as escolas actuais são formatadoras de pensamentos, onde suas lições e matérias estão pré-programadas em um currículo, onde os alunos são obrigados a entender ou receber um número, denominado zero, como sinal de fracasso.

Porque não se pode ensinar o criacionismo científico nas escolas?

A desculpa de que o criacionismo científico seria uma religião disfarçada de ciência não passa de ignorância. O criacionismo científico não prova, nem pretende provar a existência de um Deus, muito menos correlacionar com texto sagrados, coisa que o criacionismo Bíblico faz. O criacionismo científico é uma ciência que busca evidencias, o que não deixa de ser uma teoria, assim como a evolução.

O que não entendo seria a hipocrisia do meio acadêmico em dizer que forma cidadãos com senso crítico, porém não existe o “outro lado da moeda” que poderia ser chamado de oposição, em relação a teoria da evolução. Aonde estaria os cidadãos que chegam em suas próprias conclusões?

Não se pode pensar se estamos formatados em uma única doutrina científica, se apenas lhes é apresentado uma peça de um gigante quebra-cabeça. Evidentemente há uma grande e reconhecida importância em se ensinar o evolucionismo nas escolas, como há em ensinar o criacionismo científico.

Recentemente eu pude estar acompanhando o 1° Congresso Brasileiro de Design Inteligente via internet, onde esteve presente 370 congressistas debatendo sobre a Ciência das Origens. No mesmo evento, houve a declaração de um manifesto público sobre o ensino da Teoria do Design Inteligente (TDI) nas escolas e universidades públicas e privadas. Leia um pequeno parágrafo:

“Entendemos, porém, que os alunos têm o direito constitucional de ser informados que há uma disputa já instalada na academia entre a teoria da evolução (TE) e a TDI quanto à melhor inferência científica sobre nossas origens. Inclusive há outras correntes acadêmicas, além da TDI, que hoje questionam a validade da TE oferecendo uma terceira via.” Sociedade brasileira do Design Inteligente

Esse congresso foi e é um grande avanço em relação a apresentação de novas teorias e pensamentos para educação do país, porém, apenas com uma nova compreensão da importância da apresentação de novas teorias para que haja um pensamento crítico no meio académico, será possível implementar esses conceitos científicos.

~ http://bit.ly/2rJ2WCY

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Complexidade Genética falsifica teoria da evolução

Seria interessante saber quantas vezes é que a teoria da evolução tem que ser falsificada até que os evolucionistas a coloquem de lado:

Antes da advento da tecnologia de sequenciamento de ADN do século 21 (rápida, exacta e económica) , os biólogos avançaram com a hipótese de que os genes iriam disponibilizar mais evidências para um incremento de complexidade durante o processo evolutivo.

Dito de forma simples, e segundo a mitologia evolutiva, os organismos mais antigos deveriam ter menos genes que organismos mais complexos. Mas a ciência refutou essa expectativa:

Em vez disso, a sua crença na complexidade incremental começou a desmoronar-se. A primeira dificuldade foi em encontrar uma definição simples da forma como a complexidade se manifestava. Afinal de contas, as amebas tinham genomas enormes.

As análises ao ADN estão a reescrever as árvores evolutrivas, sugerindo que a seta progressiva que os cientistas haviam imaginado entre a simplicidade e a complexidade tem, na realidade, a aparência das setas que fazem parte dos cata-ventos.

O que se pode resumir da teoria da evolução é o seguinte:

  1. Os evolucionistas previram que o genoma aumentava de tamanho com o passar dos mitológicos “milhões de anos”, mas essa previsão estava errada.
  2. Os evolucionistas previram então que o número de genes ia aumentando com o passar do tempo, mas isso também estava errado.
  3. Os evolucionistas previram que as partes corporais mais complexas iriam-se desenvolver depois das partes mais simples, mas, sem surpresa alguma, isso estava errado.
  4. Descobrimos agora que o mais antigo ancestral dos animais (alegadamente), as geléias-pente, já tinham cérebros, sistemas nervosos, e músculos, e que mais tarde, as esponjas-marinhas perderam tais genes. A complexidade fazia-se presente desde o princípio, o que está de acordo com o criacionismo e em total desacordo com o evolucionismo gradualista.
  5. Os evolucionistas também descobriram, através de experiências, que a maior parte das mutações causam a perda de informação genética, exactamente o contrário do que seria de esperar se a teoria da evolução estivesse certa. Este último ponto é particularmente importante visto que isto causa a que o gradualismo evolutivo se mostre estatisticamente improvável, a roçar a impossibilidade.

Quantas teorias científicas podem produzir tantas previsões que são totalmente falsas, tantas hipóteses falsificadas, e mesmo assim ser considerada dogma ortodoxo que ninguém pode questionar sem ser considerado um doente ou uma pessoa sem qualquer tipo de formação?

Não há forma de saber isto, mas da forma como as coisas estão, temos mais evidências para os extra-terrestres a levar a cabo “experiências médicas” em seres humanos pela calada noite do que evidências em favor da Abiogénese ou da síntese neo-Darwiniana.

Tal como já foi dito no passado, os evolucio-animistas e os crentes nos mitológicos “milhões de anos” são livres para ter a sua fé, mas eles não são livres de a qualificar de “ciência”.

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A falácia do “fenómeno natural”

1. Assumir, sem qualquer inferência com bases científicas, que um dado evento tem que ter forçosamente uma causa/origem “natural”.

2. Assumir por defeito a posição naturalista como a “mais provável” sem ter, no entanto, qualquer tipo de evidência em favor desta posição.

3. Alegar que algo deve ter “causas naturais” ou “origens naturais” só porque parece e age de maneira natural, sem no entanto exigir informação adicional tal como “que processo natural pode gerar/causar este evento?” (Assumir que um dado evento é um “fenómeno natural” sem no entanto explicar de forma natural como é que esse dado fenómeno veio a surgir/ocorrer.)

4. Qualquer hipótese ou teoria que conclui que algo tem causas naturais tendo como base nada mais que pressuposições naturalistas.

5. Assumir as “explicações naturais” como as “mais prováveis” apenas e só porque no passado algumas explicações “não-naturais” erraram. Usando esta “lógica”, nós podemos assumir uma explicação não-naturalista para a origem da vida apenas e só porque as variadas explicações “naturais” falharam (e vão continuar a falhar).

Todas as hipóteses científicas relativas à origem da vida que avançam com a ideia de que a vida é o resultado de “processos naturais” baseiam-se em nada mais que num profundo compromisso com o Naturalismo visto não haver qualquer tipo de dado ou evidência científica que apoie esta posição.

Ao contrário da conclusão oficial da comunidade científica, que é baseada em pressuposições naturalistas e não no método científico, uma hipótese realmente científica tem que ter algum tipo de dado em seu favor, e não ser na sua essência uma especulação sem bases reais.

Por outro lado, uma inferência genuinamente científica, com base nas observações e nos dados à nossa disposição, leva-nos a concluir que a vida é o efeito de Design Inteligente. Deve ser por isso que os evolucionistas ateus tentam desesperadamente separar a teoria da evolução da origem da vida; se o Naturalismo falha logo à partida (ao não ser capaz de explicar a origem de uma única célula), então é mais do que provável que o Naturalismo também falhe em explicar a diversidade biológica.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/2r1TrTZ

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A quem pertence o ónus da prova: aos ateus ou aos teístas?

Por Mark Harrison

Tanto ateus como teístas estão a avançar com uma hipótese, e como tal, ambos têm o ónus de demonstrar que a sua hipótese está correcta. O ónus da prova é a obrigação das partes em discussão de disponibilizar motivos suficientes em favor da sua posição (…). O ónus da prova só existe quando qualquer uma das partes quer convencer a outra – isto é, quando as duas posições entram em disputa.

Algumas pessoas alegaram que “ausência de Deus” é uma hipótese nula, e que, portanto, não exige qualquer tipo de prova. Eu diria, no entanto, que, dado o número de pessoas que acreditam que Deus existe, independentemente da “equipa” que defendam, claramente existe uma disputa e como tal, não só quem quer convencer o outro tem o ónus da prova, mas também o argumento “a minha posição não requer qualquer tipo de prova” é falso.

Isto parece ser aceite pela maioria dos teístas e rejeitado pela maioria dos ateus. A maior parte dos teístas, e por motivos inerentes ao seu sistema de crenças (pelo menos no islão e no Cristianismo), quer evangelizar o que, consequentemente, lhes coloca na posição de ter o ónus da prova. A maior parte dos ateus, e como consequência dos seus sistemas de crença, não sente essa obrigação, e como tal, como eles não estão a tentar convencer ninguém de nada, eles não têm o ónus da prova.

No entanto, existe uma minoria de ateus que, e por falta de um termo mais apropriado vou-lhes chamar de “ateus evangélicos”, adoptou a posição de que as outras pessoas deveriam ser convencidas de que Deus não existe. Ao adoptarem esta posição, eles criam para si mesmos o ónus da prova. Portanto, o argumento de que os teístas têm o ónus da prova é bastante sólido. A questão prende-se, portanto, se os “ateus evangélicos” têm ou não o ónus da prova.

Mencionei em cima que alguns alegam que, visto que a hipótese “ausência de Deus” é uma hipótese nula, ela não tem ónus da prova. Para examinarmos isto com uma analogia, tomemos como exemplo um Europeu do século 16 a perguntar: “Será que cisnes pretos existem?” Por milhares de anos, o peso das evidências parecia estar do lado da afirmação de que todos os cisnes eram brancos.

Devido a isto, a afirmação “cisnes pretos não existem” parecia ser uma proposição fundamentada nas evidências à nossa disposição. Por essa altura parecia que o ónus da prova estava do lado daqueles que alegavam que a frase “Cisnes pretos não existem” era falsa visto que a não-existência de cisnes pretos era “óbvia” pela ausência de evidências em favor da sua existência.

No entanto, em 1697, o “cygnus atratus” – uma espécie de cisne preto que só existe na Austrália – foi pela primeira vez visto por um Europeu.

Consequentemente, desde a Era do Iluminismo que a ciência se movimentou gradualmente em favor da conclusão de que qualquer declaração que se queira que os outros concordem tem o ónus da prova sobre si. Há, portanto, uma diferença entre “X não existe” e “não temos evidências convincentes de X”.

Existem muitos ateus que simplesmente dizem “não temos evidências de que Deus existe”. Considero esta uma posição perfeitamente razoável [sic], e não creio que quem a defenda tenha o ónus da prova. No entanto, os “ateus evangélicos” [aqueles que querem convencer os outros de que Deus não existe] têm sobre si o ónus da prova.

Fonte: http://bit.ly/2qQ0XBa

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A nova definição de “ateísmo” como uma mera “ausência de crença” é precisamente uma vá tentativa de evitar ter que oferecer algum tipo de argumento em favor da irracionalidade que é o ateísmo.

Mas o “curioso” é que as pessoas que dizem nada mais ter que uma “ausência de crença” são essencialmente as mesmas que afirmam dogmaticamente que “Deus não existe”. Quem já participou em grupos de discussão com ateus sabe como eles dançam entre estes dois pensamentos, esperando que nenhum Cristão os chame a atenção.

Basicamente eles refugiam-se de qualquer escrutínio afirmando nada mais ter que uma “ausência de crença” ao mesmo tempo que forçam os Cristãos a ter que disponibilizar evidências para algo que eles estão determinados a não aceitar.

Eles, tal como os evolucionistas na questão criação-vs-evolução, evitam o confronto quando sentem que podem perder, mas querem avançar com o mesmo quanto têm a fé de que podem vencer.

Mas a parte boa de se ser Cristão, para além da paz actual e a certeza da salvação, é que todos os argumentos que os “ateus evangélicos” levantam contra a Verdade Bíblica são auto-refutantes visto que a capacidade humana de pensar em termos abstractos, filosóficos e morais claramente refuta a noção de que o homem nada mais é que um amontoada de células totalmente controlado pelas “forças naturais”.

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