Famosa feminista pró-aborto chama bebês em gestação de “tumores”

São pessoas com este tipo de mentalidade que chamam ao infanticídio uma questão de “saúde da mulher”.


Matthew Hoffman
COLÔMBIA, 23 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — A famosa feminista pró-aborto e psicóloga Florence Thomas publicou um relato do aborto ilegal que ela fez com a idade de 22 anos, feito em meados da década de 1960 na França, no qual ela se refere a seu bebê em gestação como “tumor”.
No relato, Florence diz que sabia que havia “riscos” associados com seu relacionamento fora dos laços conjugais com seu namorado.
“Lembro-me das noites de calor humano e amor. Amor todas as noites, amor ao meio-dia e a euforia de ter o mundo em nossas mãos”, escreve ela. “E sim, enfrentávamos riscos. O amor era digno disso. O amor sempre é digno disso”.
Contudo, quando o “risco” se transformou na realidade de um bebê em gestação no útero de Florence, ela e seu namorado sem demora concordaram em acabar com a vida dele nas mãos de um médico renegado, “expulso e condenado pela Associação de Ginecologistas”, o qual realizava abortos secretamente em sua casa nos arredores de Paris.
Depois que o médico havia desmembrado o bebê em gestação dela, Florence diz que sentiu “um alívio. Um alívio imenso. Esse tumor foi embora, desapareceu. Eu poderia voltar a viver”.
Florence, que mudou para a Colômbia para seguir seu então namorado, é hoje psicóloga na Universidade Nacional da Colômbia e fundadora do Grupo Mulher e Sociedade (Grupo Mujer y Sociedad). Ela é famosa por sua afirmação de que as mulheres precisam da liberdade para exterminar a vida de seus bebês em gestação sempre que o bebê não for “desejado” pela mãe, porque o amor da mãe é o que “humaniza” o feto.
Embora Florence afirme que nunca sentiu nenhuma culpa depois do procedimento que matou seu bebê, ela confessa que depois “sabia que eu nunca mais faria aborto na minha vida. Passei por isso uma vez em minha vida, e não o repetiria de novo. Hoje, continuo a ficar pensando como uma mulher pode fazer um, dois, três ou mais abortos”.
Link relacionado:
Historia de mi Aborto (A história do meu aborto — em espanhol)
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

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9 Responses to Famosa feminista pró-aborto chama bebês em gestação de “tumores”

  1. Karina says:

    Ah, tá, entendi: um pode. Dois, não. E se fossem gêmeos, ela diria que dois pode, três não?!?!

    E então ela quer dizer que o Estado só deve financiar um?! Mas e se, nas noites de amor, acontecer de novo, e de novo, e de novo?! Coitadiinha dessa moça, não? Que preconceito dessa feminista contra as mais feminazistas que ela.

    Maldito relativismo do mundo moderno…

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  2. Karina says:

    Em sua reportagem, ela diz: ” Abortaría. Abortaría porque yo era una mujer responsable. ”

    Não, ela não era nem foi responsável. Pessoas responsáveis admitem seus erros. Ela fugiu das consequências de sua irresponsabilidade. Ela conhecia o “perigo” quando assumiu antecipar sua vida sexual, e ela assume isso. E ela é mais irresponsável ainda quando, mesmo reconhecendo que NUNCA MAIS faria um aborto, incentiva mulheres no mundo todo a tomarem a mesma decisão e passarem pelo mesmo sofrimento (ou mais) que ela.

    É o mesmo com uma pessoa que se droga “um pouquinho só” e resolve dirigir. Ele assume o risco. Sabe que está fazendo algo errado. Não pode alegar “ah, desculpa, eu me acidentei e matei uma pessoa porque eu não sabia o que poderia acontecer”.

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  3. Icarus says:

    Katrina,😉

    Concordo com tudo o que vc escreveu ai.

    Pergunta: Vc tem filhos?

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  4. Interessante, 100% das mulheres pro aborto,não foram abortadas…

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  5. Karina says:

    Icarus, eu tenho um príncipe de 2 anos, que para muitos abortistas tanto faz a vida dele hoje, posto que “não foi planejado, teria todo o ‘direito’ de ser indesejado”.

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  6. Icarus says:

    É bom de mais não é Karina?

    Eu tenho 2😉 . O menor nasceu com uma síndrome rara. Os médicos e os psicólogos recomendaram o aborto😦 , pois ele não tinha muitas chances de sobreviver e a minha esposa corria risco de vida.

    Nós não tivemos coragem de fazer, mesmo sabendo dos riscos. Apesar de sofrer bastante com as intermináveis cirurgias e infindáveis tratamentos, ele é uma criança bem feliz😉

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  7. Karina says:

    Icarus, é realmente bom demais! Eu fico olhando para meu filho, é uma pena que muitas pessoas não consigam enxergar a maravilha do milagre que é uma criança se desenvolvendo!!

    As crianças especiais têm uma força que nós não podemos subestimar!! São vitoriosas por natureza!

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  8. Karina says:

    Aqui no Brasil, o aborto não é legalizado, mas vejam o depoimento desse pai:

    “lá estava eu com minha esposa, na época com três meses de gestação, fazendo um exame de translucência nucal, quando o médico, olhando para a tela do monitor e fazendo algumas medições, nos disse que o bebê tinha um inchaço na nuca de mais ou menos de 3 cm a 5 cm e que poderia ser um caso de Síndrome de Down…Em uma outra consulta com o médico, ele nos deu a opção de interrompermos a gestação e depois de algum tempo tentarmos novamente. ”

    Ou seja, as clínicas clandestinas existem, mas não são sujas nem parecem açougues. São as mesmas clínicas onde você vai fazer seu pré natal, são os mesmos médicos que fazem seu parto. É nojento pensar isso. É nojento pensar que a mesma mão que traz seu filho ao mundo já pode ter matado Deus sabe lá quantas outras crianças.

    No mais, vale a pena ler o relato completo desse pai fantástico:
    http://www.revistapaisefilhos.com.br/conversa-homem/1157/reencontrei-meu-grande-amor

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  9. Jordana says:

    Não há o que dizer sobre uma pessoa assim.Na verdade é uma pessoa sem DEUS, que se acha no direito de interromper uma vida. Fico triste por saber o destino dela. Mas quero deixar aqui o comentário de algo feliz.

    De mulheres realmente corajosas,que decidem criar um bebê,mesmo sem ter planejado e,muitas vezes,sozinhas,sem os companheiros.

    Quero deixar um link para ajudar estas mulheres,e também os pais que acompanham estas mulheres,na hora de encontrar profissionais que vão acompanhá-los neste período.

    http://bit.ly/bdk4I7

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