Juíza para ateu: Vai brincar lá fora

Artigo Original

O Brasil, país irmão e pátria de muita gente com um coração enorme e cheio de bondade, também têm algumas nódoas entre o seu venerando e pacato povo.

Se nós, cá em Portugal, temos a Tasca Ateísta de Lisboa, no Brasil há igual sorvedouro de frequentadores pouco recomendáveis, sob a forma de uma Tasca de Favela, chamada Atea.

A simbiose da ignorância e da imbecilidade cria um híbrido de indecente e humorístico que dá pelo nome de “ateísmo”.

No mundo inteiro, poucos e raros são os ateus (esses são discretos e comedidos). A grande maioria daqueles que se dizem “ateus” são simplórias personagens fantoche num teatro humorístico.

Mas, por darem vida aos “robertos” já pensam que vivem no mundo da fantasia. Acham-se personagens importantes e querem dar nas vistas.

Recentemente, uma vaga de frequentadores da Tasca Ataea de favela, resolveu reclamar sobre a existência e crucifixos em locais públicos.

Felizmente, a Meritíssima Juíza que recebeu ao caso era pessoa de grande saber e cultura, e deu um verdadeiro “tapa” na cara dos artistas do teatro de fantoches.

Aqui vai a notícia:

Justiça Federal decide manter símbolos religiosos em órgãos públicosSão Paulo (Brasil) – 20/08/2009 – 15h04

Símbolos religiosos, como crucifixos e imagens de santos, poderão permanecer nos órgãos públicos.

A decisão liminar é da juíza federal Maria Lúcia Lencastre Ursaia, da 3ª Vara Cível Federal de São Paulo, que negou o pedido do Ministério Público Federal para a retirada dos símbolos desses locais.

A ação civil pública teve início com a representação de Daniel Sottomaior Pereira, que teria se sentido ofendido com a presença de um “crucifixo” em um órgão público. O MPF entendeu que a foto do crucifixo apresentada pelo autor representava desrespeito ao princípio do Estado laico, da liberdade de crença, da isonomia e da imparcialidade do Poder Judiciário.

Para a juíza, o Estado laico não deve ser entendido como uma instituição antireligiosa ou anticlerical.

“O Estado laico foi a primeira organização política que garantiu a liberdade religiosa. A liberdade de crença, de culto e a tolerância religiosa foram aceitas graças ao Estado laico e não como oposição a ele. Assim sendo, a laicidade não pode se expressar na eliminação dos símbolos religiosos, mas na tolerância aos mesmos.

Ainda conforme a decisão, em um país como o Brasil, que teve formação histórico-cultural cristã, a presença de símbolos religiosos em espaços públicos é natural, “sem qualquer ofensa à liberdade de crença, garantia constitucional, eis que para os agnósticos ou que professam crença diferenciada, aquele símbolo nada representa assemelhando-se a um quadro ou escultura, adereços decorativos”.

A magistrada entendeu ainda que não ocorreram as alegadas ofensas à liberdade de escolha de religião, de adesão ou não a qualquer seita religiosa, nem à liberdade de culto e à liberdade de organização religiosa, pois são garantias previstas na Constituição Federal.

“A laicidade prevista na Constituição veda à União, Estados, Distrito Federal e Municípios estabelecerem cultos ou igrejas, subvencioná-las, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com elas ou seus representantes relação de dependência ou aliança, previsões que não implicam em vedação à presença de símbolos religiosos em órgão público”, completou.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u612533.shtml

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"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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30 Responses to Juíza para ateu: Vai brincar lá fora

  1. Blog Mallmal says:

    Lamento, Mats, mas a juíza errou.

    Temos duas possibilidades principais:

    1) Que os crucifixos tenham sido adquiridos por particulares. Nesse caso, temos um órgão público realizando propaganda para um segmento religioso específico, o que viola os princípios constitucionais.

    2) Que os crucifixos tenham sido adquiridos com verba governamental, o que é mais provável e especificamente obsceno, tendo em vista que o governo neste caso está a financiar a milionária indústria da fé, além dos erros já citados acima.

    Lugar de carpinteiro zumbi pregado no espeto é dentro do TEMPLO, não de um tribunal.

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  2. Nuno Dias says:

    Parabéns para a vossa causa.
    Idêntico não aconteceu em França, onde possivelmente algum ateu endiabrado ou um cristão zeloso conseguiram a proibição do uso do véu.

    A presença de símbolos religiosos em espaços públicos implica uma constante lavagem cerebral e subjugação a quem não professe aquela fé.

    Não entendo, no entanto, a agressividade deste discurso. Bem sei que não é teu mas estando aqui implica que te identifiques com ele.
    Independentemente das posições de cada um, os artigos têm vindo quase sempre a ser pautados pelo respeito e troca de argumentos, dificilmente o insulto barato irá contribuir de forma positiva.

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  3. jonas says:

    E quando tens uma hipótese(evolução) travestida de ciência,sem nenhuma comprovação empírica,e a ser ensinada como a “verdade”nas escolas,custeada pelo dinheiro também público,em que tenta fazer lavagem cerebral em infantes,sem o contraditório aí é legal?Quando a ciência se libertar deste “encosto” chamado evolução,avançaremos rapidamente a descobertas que até hoje nos são impossibilitadas por este paragigma famigerado.Falam do criacionismo necessitar de Fé,mas o evolucionismo com seus acasos de probabilidade quase ou nula e seu gestor “inteligente” chamado seleção natural,necessita de muito mais fé.

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  4. Mats says:

    Blog MallMall,

    O Brasil é um país de maioria católica, e essa fé é parte da identidade deles.

    Porque é que se deveria mudar o mundo para satisfazer a minoria ateísta?

    Não me digas que quando vais a um tribunal e vês uma cruz, ficas com vontade de te converter?

    A religião ateísta é subsidia com dinheiro público um pouco por todo o mundo, mas isso parece não vos causar problemas.

    Tentaram fazer a mesma coisa na Itália, mas pelos vistos a cultura italiana (que inclui o catolicismo) venceu os frágeis sentimentos ateus.

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  5. eclypse says:

    Lugar de carpinteiro zumbi pregado no espeto é dentro do TEMPLO, não de um tribunal.

    Não adianta espernear nem ficar choramingando, Mallmal. A cultura do Brasil foi moldada segundo os valores católicos queira você ou não.

    E se não gostou, então minha sugestão é que você se mude para Cuba, China ou a Coréia do Norte. Talvez lá você se identifique com eles em alguns pontos, como mostra o seu comentário.

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  6. Mats says:

    Eclypse,
    A União Soviética era também um paraíso ateu.

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  7. Nuno Dias says:

    Fazer acusações baratas sobre a situação social/económica de um país e associar isso à falta de religião é de uma falta de capacidade intelectual tremenda.
    Mas até me admira como foi que não acusaram as sociedades islamicas que se encontram nesse mesmo link de serem miseráveis por causa da religião que praticam.

    Vamos supor que realmente o vosso Deus existe e o Deus Islâmico, não. O quanto será preciso puxar pela cabeça para compreender que as constantes imagens à religião islâmica que imperam nesses países está a demorar o seu povo a encontrar o “verdadeiro” Deus?
    Não espero que sejam pessoas razoáveis para aceitarem o inverso, no entanto, parece-me de todo justo que nenhuma referência religiosa seja imposta pelo estado e que cada um livremente descubra o seu caminho.

    E já agora, se um dos vossos filhos fizer como o Abel Xavier?

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  8. Fabenrik says:

    É uma lacidade falsa, hipócrita. Isso provavelmente foi falta de um bom advogado.
    Análogo a uma liberdade de diversidade sexual permitida pelo estado, seria válido o argumento da juíza para um casal gay se agarrando em um outdoor.
    Também não tornaria ninguém gay que não o seja. E mesmo assim, é incomodo para nós heteros vermos essa cena, e não sou homofóbico. Logo que isso acontecesse viríam aquelas senhoras das morais e bons costumes, que não tem nada de melhor para fazer, importunar os responsáveis por um outdoor dessa forma. Se pode, então todos podem. Quanta hipocrisia.

    Fabenrik
    ateu e atoa

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  9. Fabenrik says:

    laicidade, desculpem.

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  10. eclypse says:

    Fazer acusações baratas sobre a situação social/económica de um país e associar isso à falta de religião é de uma falta de capacidade intelectual tremenda.

    Ahn?
    Epa, não me referi à situação socio-econômica do país, mas me referi à cultura e à repressão à religião, se ainda não entendeu.

    E ao Fabenrik, deixo dois links interessantes:

    Rejeitado pedido para tirar crucifixos de locais públicos

    Refutação a um texto neo-ateísta contra a cruz

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  11. Mats says:

    Fazer acusações baratas sobre a situação social/económica de um país e associar isso à falta de religião é de uma falta de capacidade intelectual tremenda.

    Voces ateus já tiveram os vossos paraísos ateus (A como se viu no comentário do Eclypse, ainda tem) e eles eram tudo menos tolerantes. No entanto, quando vivem em culturas católicas, querem que os católicos se vergam à vossa vontade.

    E já agora, se um dos vossos filhos fizer como o Abel Xavier?

    Fariamos o mesmo que se ele se convertesse ao ateísmo: amar o pecador, mas não concordar com o seu pecado.

    Fabenrik

    Mas até me admira como foi que não acusaram as sociedades islamicas que se encontram nesse mesmo link de serem miseráveis por causa da religião que praticam.

    Mas essas sociedades são miseráveis por causa da religião que practicam?

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  12. fabenrik says:

    Isso ai que distacou Mats, não foi eu que citei.
    Eclypse verei esses links sim.
    Obrigado

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  13. Mats says:

    Fabenrik,
    Embora seja periférico ao que estamos a discuti, eu de facto acredito que muitos dos problemas que existem nos países islâmicos se devem ao Islão.

    No entanto, não estou a ver a relação entre isso e a (correcta) decisão da juíza.

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  14. fabenrik says:

    Percebo que não vê relação de muita coisa com outras muitas coisas.
    Mas sou otimista e vou te explicar, tendo fé pelo menos no ser humano dotado de capacidade intelectual que é. Tbm é válido e mais educado dizer que não está com vontade de responder, aceito, numa boa. Nem discuto. Só não me faça escrever em vão.
    Vamos lá:
    Temos liberdade sexual, pelo menos no Brasil. Não temos direito de descriminar ninguém devido à escolha sexual. Existem banners e outdoors e propagandas em número muito grande, com cenas de beijos e várias outras cenas de cunho sexual, heterossexual. Correto? Até aí, fui claro, certo?

    Analogamente, temos liberdade religiosa, da mesma forma vemos muito de religião por aí. Certo? Também foi fácil entender essa, não é?

    Incomoda a nós heteros, vermos comercial homossexual, apesar de não ser homofóbico é algo que não é aceito muito bem. Mas os religiosos, aquelas senhoras das morais e bons costumes, que não tem nada para fazer, são os primeiros que querem vetar isso.
    A vontade do ateu foi igual, querendo defender o direito de todos, uma vez que pode achar válido para os cristãos reclamarem, podemos tbm ter um ateu que não tem nada mais para fazer e reclamar de não ficarmos obrigados a ver essa propaganda religiosa descabida. E que é hipocrisia cristã, e da juíza. E que foi falta de um bom advogado. A decisão dela está incorreta, ao meu ver. Estou do lado do ateu. Sabe? Sou ateu e vejo o incomodo que ele sente.
    Aqui no Brasil, muito felizmente, “graças a deus” (rsrs), estão fazendo valer a lei de não poder ficar pregando no trem. Era um saco, pegar o trem com aquela pregação.
    Se não conseguiu entender agora… acho que temos que verificar se não estamos com algum problema, eu para escrever (o meu eu reconheço que não é o melhor do meus dotes, a escrita, mas não tenho problema de ser entendido) e você para entender Mats.

    Fabenrik
    ateu e atoa.

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  15. Mats says:

    Vamos lá:
    Temos liberdade sexual, pelo menos no Brasil. Não temos direito de descriminar ninguém devido à escolha sexual. Existem banners e outdoors e propagandas em número muito grande, com cenas de beijos e várias outras cenas de cunho sexual, heterossexual. Correto? Até aí, fui claro, certo?

    Analogamente, temos liberdade religiosa, da mesma forma vemos muito de religião por aí. Certo? Também foi fácil entender essa, não é?

    Incomoda a nós heteros, vermos comercial homossexual, apesar de não ser homofóbico é algo que não é aceito muito bem.

    Estás a fazer uma má comparação.Uma coisa é a disposição de um crucifixo num lugar público, sem o intuito de evangelizar, e outro é a promoção de uma práctica sexual pouco saudável.
    O catolicismo faz parte da cultura brasileira, e ao tentarem acabar com o mesmo nos lugares públicos (onde nem está a haver pregação) vocês estão a tentar acabar com uma parte muito importante da cultura da maioria dos brasileiros.
    Ora vai para um país muçulmano e diz que te sentes “ofendido” por ver todas as manifestações de islamico em lugares públicos.

    Mas os religiosos, aquelas senhoras das morais e bons costumes, que não tem nada para fazer, são os primeiros que querem vetar isso.

    E com boas razões para isso, uma vez que a normalização do comportamento homossexual não é benéfico para quem está perdido nele, nem para os jovens que estão a tentar solidificar a sua identidade. Mais uma vez tu comparas uma exposição de um simbolo religioso (sem motivos evangelisticos) com a promoção de comportamento homossexual.
    EU não sou contra a liberdade das pessoas poderem escolher os seus comportamentos sexuais, mas sim com a normalização de comportamentos que, de acordo com os dados médicos, sociológicos, psicológicos e mentais, não são benéficos.

    A vontade do ateu foi igual, querendo defender o direito de todos, uma vez que pode achar válido para os cristãos reclamarem, podemos tbm ter um ateu que não tem nada mais para fazer e reclamar de não ficarmos obrigados a ver essa propaganda religiosa descabida.

    Mas não era propaganda.

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  16. fabenrik says:

    São liberdades que estão no mesmo campo, segundo a constituição brasileira, não sei a portuguesa, não posso descriminar ninguém por nenhum dos motivos, sexual ou religioso. É propaganda sim, pois é uma imagem representando a religiosidade, da mesma forma que fosse um símbolo da coca-cola, ora bolas. Parece o mestre dos desejos, tenta mudar o sentido das coisas, seria um ótimo advogado. Está a classificar como pouco saudável e outras coisas a homossexualidade, mas sabes bem que esse conceito não é aceito, até por lei, apesar do pensamento de uma maioria não ser dessa forma. Mas se eu pensasse que uma maioria está certa por pensar de uma forma estaria te apoiando e não criticando.

    fabenrik
    ateu e atoa

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  17. Jose says:

    Tu fez um comentario porco, desnecessário e demonstrasse ignorância pura. Parabens!
    Deves primeiro aprender a diferenciar estado laico (neutro) de estado ateu (sem deus), essa é a base do assunto.
    Teu ataque ao ateismo demonstra um medo q esta alem da tua crença no inatingível e inalcançável. O teatro és tu quem monta. Tenho medo da tua existencia pois podes, assim como varios, sair matando em nome de deus! Da mesma forma que tua crença chama um ateu de pagão e não da margem ao respeito à existencia de outras crenças! Porem estou aqui esperando que tu filtre esse meu comentario, como é de se esperar de uma pessoa como tu q prega a total falta de liberdade em qualquer assunto.

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  18. Clayton Luciano says:

    Se eu fosse o cara ofendido aí do texto, com esta descisão, que deve ser cassada, eu iria lá no fórum pregar uma imagem de Hórus e se ela não deixasse, aí estaria provada que tal Juíza não cumpre o mínimo do requisito da imparcialidade.

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  19. Karina says:

    Desde que me entendo por gente, há pouco mais de 30 anos, SEMPRE os órgãos públicos brasileiros tiveram um crucifixo afixado na parede.

    Como diz Nosço Çábio Líder Lula Molusco, nunca na história desse país alguém se sentiu publicamente ofendido por esses símbolos. Nem mesmo à época da ditadura eu tenho conhecimento de tal “ofensa”.

    Mas, como tudo hoje faz “dodói” nos outros…

    A minha sugestão é: vamos criar órgãos e serviços públicos exclusivos, estabelecendo um apartheid generalizado:

    * apartheid religioso: órgãos públicos, ônibus e escolas exclusivos para católicos, outro para protestantes, outro para ateus, outro para judeus, budistas e por aí vai. E, na hora que um processo envolver mais de um, faz teleconferência.

    * apartheid racial: órgãos públicos, ônibus e escolas exclusivos para brancos, negros, ruivos… Na dúvida, arruma um teste qualquer pra medir a quantidade de melanina presente no sujeito.

    * apartheid sexual: órgãos públicos, ônibus e escolas exclusivos para homens heteros machistas, homens heteros não machistas, homens homo, mulheres hetero não feministas, mulheres hetero feministas, mulheres homo… vixi, vocês entenderam, né?

    Taí uma solução “inédita”, nunca ninguém pensou nisso antes, né?!?!? Até o nome eu gostei: “apartheid”, modernoso, progressista!!

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  20. Karina says:

    Aliás, os ateus são os que mais se incomodam com esse tipo de imagem, e deveriam ser os menos incomodados. Não faz sentido nenhum para vocês a escultura de uma pessoa pregada numa cruz. No máximo, seria uma obra de arte de gosto duvidoso, uma vez que o sofrimento ali retratado pra vocês é inútil e cruel.

    Aliás, li um texto certa vez que, enquanto os anti-teístas querem, nos EUA, mudar o nome do Natal (Christmas) para “Holydays” (feriado) apenas, judeus (que NÃO acreditam em Jesus) e católicos montaram pacificamente, lado a lado na mesma praça, seus símbolos de final de ano… Detalhe: em inglês, feriado vem justamente de “dia santo” (Holyday), vai ver que quando eles se tocarem disso vão mandar chamar de “doing-nothing-day”.

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    • sergio says:

      ahahahhaha Comentário fantástico. Parabéns. Esses militantes ateus são uns comédias mesmo…

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    • Márcio F. says:

      Vão ter que mudar também o calendário que se baseia em AC e DC, exigirão a mudança de vários nomes de estados e municipios que fazem alusão a religião, também exigirão a destruição das igrejas, tendo em vista que o simbolismo cristão os ofende em todo lugar, depois exigirão perseguição policial aos crentes que se reunirem dentro de seus lares pois o fato de pensar em pessoas comungando ainda os irá incomodar… resumindo, já vimos este filme e onde acaba, certíssima a juíza. Não gosta de simbolo cristão vá morar em Cuba.

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  21. Mats says:

    José,

    Tu fez um comentario porco, desnecessário e demonstrasse ignorância pura. Parabens!

    Obrigado!

    Deves primeiro aprender a diferenciar estado laico (neutro) de estado ateu (sem deus), essa é a base do assunto.

    Um estado laico não luta contra a tradição católica do Brasil.

    Teu ataque ao ateismo demonstra um medo q esta alem da tua crença no inatingível e inalcançável.

    O teu ataque à minha pessoa demonstra um medo que está além da tua crença no inatingível e inalcançável.

    Tenho medo da tua existencia pois podes, assim como varios, sair matando em nome de deus!

    Tenho medo da tua existência pois podes, assim como vários, sair matando cristão em nome do “Estado” ! Veja-se Stalin e Mao Tse Tung.

    Da mesma forma que tua crença chama um ateu de pagão e não da margem ao respeito à existencia de outras crenças!

    Eu respeito as pessoas que tem outras crenças, mas respeitar pessoas não implica que se deve respeitar as crenças. Tu respeitas as crenças dos neo-nazis?

    Porem estou aqui esperando que tu filtre esse meu comentario, como é de se esperar de uma pessoa como tu q prega a total falta de liberdade em qualquer assunto.

    Não foste filtrado.

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  22. Adalberto Felipe says:

    Se eu fosse o cara ofendido aí do texto, com esta descisão, que deve ser cassada, eu iria lá no fórum pregar uma imagem de Hórus e se ela não deixasse, aí estaria provada que tal Juíza não cumpre o mínimo do requisito da imparcialidade.

    É lógico que ele não ficou ofendido. Isso é puro mimimi, pois o Brasil sempre teve símbolos assim há tempos e quanto a você pegar a imagem de hórus, ela não iria deixar e alegar a mesma coisa e mesmo se deixasse ninguém iria querer saber e se interessar por um deus ocultista que surgiu no Egito e depois ficou esquecido, dando lugar a outros por lá, que também ficaram esquecidos, ao contrário de Jesus.

    Se bem, Clayton, que infelizmente, imagens e símbolos de hórus ou muito parecido tem muito e são divulgados pela mídia afora, um exemplo é que tem e aos montes nos clipes da Lady esquisita Gaga e os resultados disso tudo não são nada bons. Confira:

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  23. Clayton Luciano says:

    Adalberto Felipe:

    Jesus não ficou esquecido devido a laminas de espada.

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  24. Karina says:

    O Clayton é uma figura (2). Lâminas de espada??? Acho que ele tem assistido muitos filmes xing-ling.

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  25. Clayton Luciano says:

    Karina:

    “O Clayton é uma figura (2). Lâminas de espada??? Acho que ele tem assistido muitos filmes xing-ling.”

    1 – Seu mestre também estava assistindo:

    “Não cuideis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer paz, mas ESPADA (Mateus 10:34)

    2 – Desculpe, eu me enganei, foi com flores que seu pessoal forçou pessoas a subir no palco para serem queimadas e torturadas, como forma de incentivo à comunidade para não se esquecer de seu mestre.

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  26. T. Costa says:

    O texto incorre no mesmo maniqueísmo que pretende criticar, somente com sinais contrários. O fato é que o questionamento e crítica às religiões sempre é encarado como algo que não deve ser exercido dentro de “qualquer forma” pelo caráter “sagrado” da religião; então, qualquer crítica é encarada como desrespeito e, nos últimos tempos, como perseguição religiosa.
    A interpretação histórica de que ideologias políticas são perseguições ateias contra a religião é um erro: o comunismo, p.ex., matou religiosos não em nome do ateísmo, mas do comunismo; diferentemente da religião que matou em nome da religião.
    Ademais, é preciso distinguir certas formas de militância atéia e agnóstica. A meu ver, o que assistimos é um movimento no qual as pessoas estão perdendo o medo de assumir publicamente que são ateias ou agnósticas, movimento que só é possível, paradoxalmente, através da consolidação da liberdade religiosa, pois afinal essa liberdade inclui o direito de não crer e expressar descrença sobre qualquer religião e, não, que quem não acredita deve ficar calado e respeitar o chamado caráter sagrado e intocável da religião – afinal, ninguém tem direito de não se sentir ofendido com a expressão de pensamentos diferentes.
    Por fim, é justamente em função do poder político das religiões no estado – basta dizer que igrejas têm isenção fiscal no Brasil – que a manifestação pública do ateísmo nas suas implicações políticas se torna necessária, pois religiosos já fazem isso em todos os setores do debate público, não como pregação, mas como forma de incorporar suas crenças e valores nas regulações e instituições políticas. Em suma, o que o autor chama de neo-ateísmo somente está fazendo o mesmo que religiões fazem no debate político, inclusive para garantir a liberdade de credo, liberdade que inclui de não-crer e viver não-submetido aos imperativos do rito religioso.

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  27. T. Costa says:

    Da mesma forma que você pode postar no facebook ou expressar por aí: Eu creio em Deus. ( Qualquer um: ganesha, alá, brahma, deus cristão, shiva, zeus, hórus ou odin ).

    Eu posso postar ou expressar: Eu não creio em deus nenhum.

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  28. sergio says:

    Bizarro uma pessoa que vive num pais de base cultural e de tradições cristãs se sentir “ofendido” com referencias a essa cultura e tradição.

    Como uma pessoa que não tem crença pode ficar ofendido com aspectos de alguém que tem? Não faz o menor sentido isso, é apenas pirracinha pra ter o seu desejo atendido. Esses neo ateus são chatos pra caramba, fundamentalistas da não crença, ou da “crença no vazio”, e são mais proselitistas que qualquer congregação religiosa que eu já vi.

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