O insecto que bombardeia o ateísmo

Besouro Bombardeiro 2

Com pouco mais que um centímetro de comprimento, o Besouro Bombardeiro (Brachynus crepitans) pode não ser muito grande, mas as suas capacidades são suficientes para abrir buracos enormes no frágil e oscilante universo evolucionista. Ou melhor, para queimar o universo evolucionista.

Uma análise mais minuciosa ao modesto besouro revela que ele é uma maravilha da natureza, análogo a um tanque de guerra com seis patas. O insecto defende-se misturando químicos que juntos causam uma explosão, expelidos do seu corpo por dois tubos situados na parte posterior do corpo, quais canos duma arma.

O líquido efervescente que é disparado a temperaturas que podem atingir os 100º Celsius é suficiente para afastar a maior parte dos predadores. A potência com que o “disparo” é feito deveria ser suficiente para lançar o pequeno besoura para órbita – senão para o arrebentar por completo. E isto deveria acontecer mal ele disparasse a mistura química.

Besouro BombardeiroMas fotografias feitas com uma câmara lenta revelaram que o engenhoso insecto liberta um conjunto de 1,000 pequenas explosões. Juntas, elas são mais do que suficientes para desencorajar o potencial atacante ao mesmo tempo que deixa o insecto com as patas ainda bem firmes no solo.

Ao mesmo tempo que nos maravilhamos com esta obra-prima da biotecnologia, imediatamente nos apercebemos que de maneira nenhuma este insecto poderia ter evoluído o seu sofisticado mecanismo de defesa através dos imaginários milhões de anos, acrescentando cada parte do aparato de forma gradual e extremamente lenta.

Este tipo de sistema integrado é do tipo “tudo ou nada”; um besouro que arrebentasse com o seu abdómen após o primeiro disparo não estaria vivo para continuar a desenvolver o sistema de fogo. O besouro que não conseguisse disparar só quando o atacante se encontrasse suficientemente perto não estaria vivo para aprimorar a operacionalidade do disparo químico.

Não há forma alguma deste aparato biológico se ter desenvolvido de forma gradual e lenta.

Fonte

* * * * * * *
Em termos científicos, o nome que se dá a um mecanismo que precisa de todas as suas partes para que o sistema opera é “Complexidade Irredutível”.

Este termo, cunhado  pelo bioquímico Michael Behe, aplica-se a imensos sistemas biológicos presentes na Terra. Em algumas destas formas a sua natureza irredutível é mais manifesta do que em outras formas, mas generalizando, a natureza possui imensos exemplos de tais sistemas. Todos os detalhes teriam que estar presentes desde o princípio (isto é, Criação) ou o sistema no seu todo não funcionaria.

Os evolucionistas, sempre um bocado mais atrasados no que toca a ciência, postulam que sistemas como o do Besouro Bombardeiro são o efeito dum mitológico “mecanismo evolutivo” que supostamente operou num passado cientificamente cada vez mais remoto. A noção dum sistema de fogo ser o resultado duma série de tentativas e erros não tem qualquer tipo de suporte científico (embora seja uma tese filosoficamente útil para os ateus).

A resposta comum disponibilizada pelos crentes evolucionistas é a de rejeitar a analogia com uma arma de fogo comum porque “as armas de fogo não se reproduzem”. O que eles estão a tentar (sem sucesso) dizer é que não se pode fazer essa analogia porque uma tem a capacidade de gerar nova vida enquanto que a outra não.

O que o comum evolucionista não entende é que a ausência da reprodução é um problema a menos PARA A EVOLUÇÃO, uma vez que se os evolucionistas trazem para a mesa do debate o tópico da reprodução, eles passam a ter DOIS assuntos para explicar – a origem do sistema de fogo do insecto e a origem da sua capacidade para se reproduzir.

Resumindo, as evidências científicas claramente confirmam a tese de que o Besouro Bombardeiro é obra de Design Inteligente. Só quem rejeita os dados da ciência é que se encontra impossibilitado de fazer esta mesma inferência.

Ó Senhor, quem é como Tu, entre os deuses? Quem é como Tu, glorificado em santidade, terrível em louvores, obrando maravilhas?

Êxodo 15:11

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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30 Responses to O insecto que bombardeia o ateísmo

  1. Douglas says:

    Os ateu pira kkkkkkk

    Não duvido nada aparecer mais um jogando todo o milagre da aparição dessa criatura no “deus” tempo e não dando nenhuma evidência para sua alegações (como sempre e sempre).

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    • BRUNO says:

      mecanismos de defesa são perfeitamente explicados pela evolução, não é atoa que as vacinas melhoraram depois que descobriram como funciona o processo evolutivo.

      [[ Como é que o “processo evolutivo” (seja lá o que isso for) explica a existência do sistema imunitário? ]]

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    • BRUNO says:

      além do mais isto só prova como os organismos se adaptam ao meio ambiente e passam as características favoráveis aos seus descendentes. a experiencia com salmões nos EUA foi um sucesso, eles se adaptaram ao novo ambiente e já não podiam reproduzir com o outro grupo.

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      • Mats says:

        Como é que a adaptação confirma a tese de que as formas de vida são o efeito dum process natural (sem Deus a intervir) ?

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      • BRUNO says:

        não se trata da existência ou não de Deus e sim que os seres se adaptam conforme o ambiente e isto já foi provado no experimento com salmões. quem foi que disse que tem que ser ateu pra aceitar a evolução?

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  2. Saga says:

    Eu gostei que o Bruno veio totalmente por fora do assunto falando de coisas que não tem nada a ver com a postagem. E ainda acha que a refutou.

    Nome da matéria: “O insecto que bombardeia o ATEÍSMO Posted on 12/07/2013 por Mats”

    E diz: “Ao mesmo tempo que nos maravilhamos com esta obra-prima da biotecnologia, imediatamente nos apercebemos que de maneira nenhuma este insecto poderia ter evoluído o seu sofisticado mecanismo de defesa através dos imaginários milhões de anos, acrescentando cada parte do aparato de forma gradual e extremamente lenta. Este tipo de sistema integrado é do tipo “tudo ou nada”; um besouro que arrebentasse com o seu abdómen após o primeiro disparo não estaria vivo para continuar a desenvolver o sistema de fogo [..] a natureza possui imensos exemplos de tais sistemas. Todos os detalhes teriam que estar presentes desde o princípio (isto é, Criação) ou o sistema no seu todo não funcionaria […] A noção dum sistema de fogo ser o resultado duma série de TENTATIVAS E ERROS não tem qualquer tipo de suporte científico (embora seja uma tese filosoficamente útil para os ATEUS) […] Resumindo, as evidências científicas claramente confirmam a tese de que o Besouro Bombardeiro é obra de Design Inteligente”

    Aí vem o Bruno, falar de que? Explicar como o Ateísmo não é bombardeado por esse inseto? Nos mostrar como ele surgiu gradualmente por tentativa e erro? Explicar como ele não é uma projeto inteligente? Não, vem falar de salmões…..

    Sobre o sistema de defesa do besouro ele diz que surgiu por evolução porque sim e pronto, ela explica de alguma forma, não importa como, afinal ela tem explicação pra tudo.

    Aí vem a pergunta: “Mats diz: 13/07/2013 às 00:10 Como é que a adaptação confirma a tese de que as formas de vida são o efeito dum processo […] (sem Deus a intervir) ?”

    Sim, como? “BRUNO diz: 13/07/2013 às 17:42 não se trata da existência ou não de Deus”

    Ora, é o tema da matéria, “O inseto que bombardeia o ateísmo”, se a pessoa não vai nem replicar e nem concordar com a postagem então nem devia comentar nela, pois o tema é este aé.

    Não é se animais ou se salmões tem capacidade de adaptação e se essas características passam pras seus descendentes. É sobre como os intrigados e complexos sistemas biológicos com irredutibilidade conseguem surgir à sorte, através de forças cegas com base de mera tentativa e erro. Primeiro a habilidade tem de surgir, antes de passar algo pros seus descendentes o animal tem de estar vivo para reproduzir, animais mortos não vão reproduzir e suas habilidades morrerão com ele, então a habilidade além de surgir, tem de funcionar para garantir que o animal sobreviva, ele não pode se dar ao luxo de ficar milhões e milhões e milhões de anos com uma habilidade falha e ineficiente lhe atrapalhando…no primeiro tiro, o primeiro besouro com esse novo aparato arrebenta seu próprio abdome e morre, vai passar a habilidade pra qual descendente? Pois é ….

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    • BRUNO says:

      vc não entendeu absolutamente nada do que eu disse. as transformações existem na natureza isto é fato consumado, a experiência do salmões só comprova isto. a evolução fala de como as espécies se modificam com o passar do tempo e a mudança do ambiente e não como surgiu a vida. pelo que eu li do texto ele está falando que não existem adaptações gradativas e isso é uma tremenda mentira as adaptações existem e foram comprovadas no experimento com salmões, pq não poderiam ocorrer com o Besouro Bombardeiro? vcs estão dizendo que este inseto teria que estar presente desde o começo do mundo pq não poderia se adaptar de forma gradual, seguindo este raciocínio vcs não dão nenhuma explicação para o surgimento de novas espécies que aparecem a cada dia e que é até difícil de catalogar de tantas que são. Eu nem ia entrar no assunto de Deus, mas já que comentou Deus surgiu do nada? assim por acaso? este argumento do relojoeiro cego não funciona.

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      • Mats says:

        as transformações existem na natureza isto é fato consumado, a experiência do salmões só comprova isto. a evolução fala de como as espécies se modificam com o passar do tempo e a mudança do ambiente e não como surgiu a vida.

        Já se sabia antes de Darwin que modificações ocorrem na natureza. De que forma é que isso confirma que um peixe evolui para um pescador ou um réptil para um pássaro?

        A origem da vida faz parte da teoria da evolução- Vocês só evitam esse tópico porque não têm (nem vão ter) alguma resposta para isso.

        pelo que eu li do texto ele está falando que não existem adaptações gradativas

        Onde é que diz isso? Cita lá o post, se faz favor.

        as adaptações existem e foram comprovadas no experimento com salmões, pq não poderiam ocorrer com o Besouro Bombardeiro?

        Tu é que tens que mostrar como/se isso aconteceu. Dizer que uma coisa é possível não quer dizer que tenha realmente acontecido.

        vcs estão dizendo que este inseto teria que estar presente desde o começo do mundo pq não poderia se adaptar de forma gradual,

        Qual das partes do insecto poderia estar ausente e o sistema como um todo continuar a funcionar? O que foi que apareceu primeiro, e esperou pelas outras partes?

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  3. Carlos says:

    Neste caso o sistema poderia já ter se desenvolvido assim, a borrifadas. Mas o problema reaparece ao pensar que o besouro deve armazenar os reagentes um separado do outros em diferentes compartimentos.

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  4. BRUNO says:

    falando da complexidade irredutível:
    Partes isoladas da maquinaria molecular do flagelo das bactérias funcionam isoladamente tendo outras funções, ou funções debilitadas.
    A irredutibilidade de um sistema pode ser alterada quando uma de suas partes for removida, o que demonstra que um sistema não pode ter evoluído pela adição de partes prontas, mas talvez pela deleção de trechos, adição de múltiplas partes, por exemplo, a duplicação de grande parte ou da totalidade de um sistema ou ainda a exaptação deles (mudanças de funções).
    Esses mecanismos já são evidenciados em literatura cientifica e respaldados por mutações genéticas, incluindo a deleção e duplicação genética que são relativamente comuns.

    agora te respondendo: Já se sabia antes de Darwin que modificações ocorrem na natureza. De que forma é que isso confirma que um peixe evolui para um pescador ou um réptil para um pássaro?

    R: não confirma mas é uma evidência,

    A origem da vida faz parte da teoria da evolução- Vocês só evitam esse tópico porque não têm (nem vão ter) alguma resposta para isso.

    R: O big bang é que trata deste assunto. dizer que Deus fez é uma admissão de ignorância disfarçada de explicação.

    Onde é que diz isso? Cita lá o post, se faz favor.

    R: “Ao mesmo tempo que nos maravilhamos com esta obra-prima da biotecnologia, imediatamente nos apercebemos que de maneira nenhuma este insecto poderia ter evoluído o seu sofisticado mecanismo de defesa através dos imaginários milhões de anos, acrescentando cada parte do aparato de forma gradual e extremamente lenta”

    Qual das partes do insecto poderia estar ausente e o sistema como um todo continuar a funcionar? O que foi que apareceu primeiro, e esperou pelas outras partes?

    R: deste inseto eu não sei responder, pq isto já é assunto pra um especialista, mas como já falei da complexidade irredutível, funciona da mesma maneira.

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    • Mats says:

      falando da complexidade irredutível:
      Partes isoladas da maquinaria molecular do flagelo das bactérias funcionam isoladamente tendo outras funções, ou funções debilitadas.

      MAs não como flagelo, e esse é o ponto. Como é que ym sistema que precisa de todas as partes presente evoluiu gradualmente?

      Nenhum deles explica como um sistema com componentes inter-depedentes é o efeito dum processo aleatório.

      Esses mecanismos já são evidenciados em literatura cientifica e respaldados por mutações genéticas, incluindo a deleção e duplicação genética que são relativamente comuns.

      agora te respondendo: Já se sabia antes de Darwin que modificações ocorrem na natureza. De que forma é que isso confirma que um peixe evolui para um pescador ou um réptil para um pássaro?

      R: não confirma mas é uma evidência,

      De que forma isso é uma evidência para a tese de que peixes evoluíram para pescadores, e répteis para pássaros?

      A origem da vida faz parte da teoria da evolução- Vocês só evitam esse tópico porque não têm (nem vão ter) alguma resposta para isso.

      R: O big bang é que trata deste assunto. dizer que Deus fez é uma admissão de ignorância disfarçada de explicação.

      Dizer “não faz parte da teoria da evolução” é admissão de ignorância disfarçada de conhecimento científico. A origem da vida, e o seu falhanço, faz parte da teoria da evolução. É por isso que TODOS os livros evolutivos falam na origem da vida. Ou estou errado?

      Onde é que diz isso? Cita lá o post, se faz favor.

      R: “Ao mesmo tempo que nos maravilhamos com esta obra-prima da biotecnologia, imediatamente nos apercebemos que de maneira nenhuma este insecto poderia ter evoluído o seu sofisticado mecanismo de defesa através dos imaginários milhões de anos, acrescentando cada parte do aparato de forma gradual e extremamente lenta”

      Tu disseste:

      “pelo que eu li do texto ele está falando que não existem adaptações gradativas ”

      Eu respondi:

      “Onde é que diz isso? Cita lá o post, se faz favor.”

      Onde é que eu disse que não existem adaptações gradativas? O texto diz que as adapatações graduais (que existem) são insuficientes para gerar um sistema como o do besouro.

      Ou tu não entendeste o que eu disse, ou estás a mentir. Qual das duas?

      Qual das partes do insecto poderia estar ausente e o sistema como um todo continuar a funcionar? O que foi que apareceu primeiro, e esperou pelas outras partes?

      R: deste inseto eu não sei responder,

      Nem tu, nem ninguém. Nenhum evolucionista é capaz de demonstrar como um sistema assim pdoe ser o efeito de forças aleatórias.

      pq isto já é assunto pra um especialista, mas como já falei da complexidade irredutível, funciona da mesma maneira.

      Só que as “explicações” dos evolunistas não explicam nada porque não dizem como é uqe ESTE sistema se pode gerar como efeito de forças não-inteligentes.

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  5. BRUNO says:

    olá Mats. achei uma explicação melhor para a complexidade irredutível.

    Mas é hora de reverter a eficiência dessa ratoeira, e mostrar que ela pode ser inimiga também de seus proponentes, pois se é dito que uma ratoeira é um sistema irredutívelmente complexo, que só faz sentido quando existindo em conjunto, estamos dizendo também que cada módulo deste sistema só pode servir para a função completa da ratoeira. Estamos dizendo que molas, sensores e “guilhotinas” só servem para construir ratoeiras e nada mais, o que evidentemente é uma tolice.

    Se removermos o mecanismo que esmaga a vítima, o aparelho deixa de ser uma Ratoeira, mas continua sendo um sensor. Existem milhares de aplicações para um sensor que não sejam disparar golpes fulminantes. Se removermos um sensor, deixamos de ter uma armadilha, mas temos muitos outros usos para dispositivos de tensão pressionadores.

    Muito antes de alguém inventar uma ratoeira, já havia alavancas e molas, e aparelhos semelhantes com outras funções. Se nos deixarmos cair na “Ratoeira de Behe”, teremos que admitir que esses dispositivos só servem para construir tais armadilhas, e que só surgiram após o a primeira ratoeira ser imaginada.

    Além disso esse argumento ataca a Evolução, que prega a construção passo a passo da complexidade orgânica, o que por si só também já gera outro problema, pois mesmo uma ratoeira não é construída instantaneamente e completamente pronta num passe de mágica, ela precisa ser montada peça por peça.

    Mesmo que a Ratoeira não tenha uma relação precisa com organismos naturais, é fácil construir uma analogia que esvazia o teor do argumento.

    Antes de ser uma Ratoeira, o dispositivo poderia ser um mero sensor que avisasse que um rato, ou outro animal está presente, para que se tome outra providência, ao mesmo tempo que a “guilhotina” poderia ter funções como segurar ou cortar objetos. Então alguém teve a idéia de unir tais dispositivos.

    Analogamente um organismo natural pode ter uma função e depois, com o surgimento de outro elemento, mediante variação genética, assumir uma função diferente. Portanto se reduzirmos o dispositivo complexo ele pode deixar de ter sua função inicial, mas pode assumir outra.

    Por tudo isso, a analogia da Ratoeira representa com perfeição o argumento da Complexidade Irredutível, ela parece eficiente, mas é uma armadilha sofismática, que pode ser usada tanto a favor quanto contra seus proponentes.

    Em suma, a proposta da Complexidade Irredutível embora razoável, não passa de uma especulação filosófica, sem qualquer força para abalar a Teoria da Evolução, mesmo que se demonstrasse infalível. Porém como espero ter demonstrado, o feitiço pode virar contra o feiticeiro, e o argumentista prender seu próprio dedo na ratoeira.

    confesso que o texto não é meu, mas tudo bem rsrs. abraços.

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    • Mats says:

      Se removermos o mecanismo que esmaga a vítima, o aparelho deixa de ser uma Ratoeira, mas continua sendo um sensor.

      Exacto. Agora diz lá como é que a “ratoeira” evoluiu se a remoção duma das partes faz com que ela deixa de existir.

      (Estou a usar o termo “ratoeira” para exemplo dum sistema irredutível)

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      • BRUNO says:

        uma parte se combinando com a outra, vc pode pegar uma mola de um lugar que não seja uma ratoeira, um sensor que não seja de uma ratoeira e o mecanismo que esmaga a vitima de uma coisa que não seja uma ratoeira. e a roteira vai se formar, ora pq estas partes só serviriam para fazer a ratoeira, elas podem formar outras coisas esta é a ideia da seleção natural as características vantajosas passam de um ser para o outro, admito q não sou especialista no assunto não sei explicar tão bem como acontece, mas eu ainda prefiro entender como as coisas funcionam do que inventar um Deus para explicar como elas funcionam, eu nem mesmo me importo se a evolução é ou não verdadeira, mas ainda é o que tem de melhor. em breve vou colocar umas coisas que antes eram consideradas como “god did it” e hj não são mais agora estou sem tempo. abraços.

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      • Mats says:

        uma parte se combinando com a outra, vc pode pegar uma mola de um lugar que não seja uma ratoeira, um sensor que não seja de uma ratoeira e o mecanismo que esmaga a vitima de uma coisa que não seja uma ratoeira. e a roteira vai se formar

        E essas partes auto-juntarem-se a elas mesmas ao mesmo tempo? Ou foi gradualmente? Se foi gradualmente, então o sistema não funcionava. Se essas partes faziam outra coisa, então elas não estavam a fazer nada que fosse relevante para a ratoeira.

        admito q não sou especialista no assunto não sei explicar tão bem como acontece

        Nem tu nem nenhum evolucionista sabe. Mas eles dizem-te que sabem para tu pensares que eles têm alguma resposta.

        mas eu ainda prefiro entender como as coisas funcionam do que inventar um Deus para explicar como elas funcionam

        Ninguém inventa Deus explicar como as coisas funcionam. Mais uma mnentira dessas e nunca mais comentas neste blogue.

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  6. Érick says:

    Esse é um argumento da incredulidade pessoal, aliado a uma descrição imprecisa de como o mecanismo do besouro funciona. Tudo seria respondido se o argumentados pelo menos fosse olhar nas evidências. De fato, o caminho evolucionário que leva ao besouro bombardeiro não é difícil de decifrar (Isaak 1977).

    Uma seqüência plausível, apesar de abreviada, pode ser:

    1) Insetos produzem quinonos para proteger sua pele. Quinonos os tornam desagradáveis para predadores, então insetos evoluem para produzirem mais e mais deles como defesa química, incluindo hidroquinonos.

    2) Os predadores desenvolvem resistência aos quinonos, o que faz os besouros adquirirem ainda mais quinonos, num círculo vicioso que é chamado de co-evolução.

    3) Os insetos evoluem depressões para armazenamento e músculos para ejetá-los na superfície quando são ameaçados. A depressão se torna um reservatório com glândulas secretoras fornecendo hidroquinono nela. Essa configuração existe em muitos besouros, incluindo parentes do besouro bombardeiro (Forsyth 1970).

    4) Peróxido de hidrogênio é misturado com os hydroquinonos. Cataleses e peroxidases aparecem junto com a saída do reservatório, assegurando que mais quinonos apareçam no produto expelido.

    5) Mais cataleses e peroxidases são produzidas, gerando oxigênio e produzindo uma pequena descarga, como no besouro bombardeiro Metrius contractus (Eisner et al. 2000).

    6) À medida que a passagem de saída se torna uma sólida passagem, ainda mais catalases e peroxidades são produzidas, gradualmente se tornado os besouros bombardeiros de hoje.

    Todos esses passos podem ser quebrados em passos ainda menores, sendo sempre, lentamente, mais vantajosos. Vários estados intermediários são viáveis, porque eles existem
    em outras espécies conhecidas.

    Assim sabemos que a evolução funciona. Insetos incríveis como o besouro bombardeiro não apresentam desafio, pois ele pode tranqüilamente ser explicado por uma série lenta e gradual de aprimoramentos, até o besouro atual.

    Na verdade, olhando mais a fundo, os besouros bombardeiros na verdade indicam que não houve design nenhum:

    · Com design, podemos esperar que formas similares tenham sido criadas para propósitos similares, e formas diferentes para propósitos diferentes. Mas não é o que vemos na natureza. O que vemos abundantemente são formas diferentes para mesmas funções, algo que podemos esperar de algo que evolua espontaneamente. Diferentes grupos de besouros bombardeiros usam mecanismos extremamente diferentes para realizar a mesma função do seu spray (Eisner 1958; Eisner and Aneshansley 1982);

    · Algumas formas não possuem função. Alguns besouros bombardeiros possuem asas vestigiais que não servem para voar (Erwin 1970, 46,55,91,114-115,119);

    · Se o besouro bombardeiro tem um propósito, então a morte é parte integral dele, já que os besouros são predadores (alguns, como larvas, são parasitas, devorando gradualmente as pupas de outros besouros [Erwin 1967]), e seu spray serve de defesa contra predadores também. Muitos criacionistas alegam que a morte não fazia parte do plano de Deus.

    Texto retirado do site http://www.ceticismo.net

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    • Mats says:

      Antes de mais, cuidado com as respostas demasiado longas.

      Segundo, esta é a tua crença no que toca a evolução do besouro bombardeiro? Tu acreditas que FOI ISTO que aconteceu?

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      • Se religiosos tomassem conta do planeta, a Ciência que levou ao entendimento e estudo desta criatura nem existiria, tornando-a desnecessária como argumento, filosofos, estudiosos, ”Bruxas”, alquimistas ( quimicos) e diversos estudiosos massacrados e queimados, por não aceitar a papagaiada imposta pelo livro que voces idolatram.
        Agora vai la ler mais sobre ciência pra tentar refutar ela mesma, pq usando a biblia é que não vão conseguir nada mesmo.

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      • Miguel says:

        Foram os leitores da Bíblia que fundaram a ciência que tu erradamente queres usar contra esses mesmos leitores da Bíblia. Incrível como os ateus são tão historicamente ignorantes:

        1. O Cristianismo causou a “Idade das Trevas”? http://wp.me/pbA1e-2UN

        2. Os Filósofos de Deus e o mito da “Idade das Trevas” http://wp.me/pbA1e-31X

        3. Hipatia e a ignorância histórica dos militantes ateus http://wp.me/pbA1e-2Hk

        4. A ciência durante a Idade Média http://wp.me/pbA1e-2Ur

        ———————————————————————-

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    • Érick says:

      As evidencias e os estudos sobre o animal indicam que foi isto que ocorreu. O besouro, o olho humano, o sistema imunológico e outros exemplos de suposta “complexidade irredutível” não são argumentos válidos para refutar a seleção natural darwiniana.

      Veja a seguinte analogia: Supondo que eu seja a seleção natural e vou construir um castelo de cartas de baralho. Ao longo do processo, irei selecionando as cartas que não estão danificadas ou amassadas e,empilhando uma a uma, construindo meu castelo. Ao final, temos um belo e complexo castelo de cartas. Um criacionista dirá que o castelo é irredutivelmente complexo e não pode ter sido construido gradualmente, pois ao retirarmos uma carta o conjunto se desmancha. Percebeu a falha do argumento? Não significa que só porque determinada peça da estrutura foi retirada e ela não funciona mais que ela não pode ter evoluído gradualmente, ela apenas tornou-se necessária ao longo do processo evolutivo.

      Peço desculpas pelas respostas longas.

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      • Mats says:

        Que tipo de evidências tens tu de que foi isso que aconteceu? Tens algum fóssil transicional a demonstrar as etapas da evolução do besouro?

        Lembra-te duma coisa: só porque vocês conseguem IMAGINAR como algo PODE ter ocorrido, não significa que OCORREU assim.

        MOstra aí os dados que revelam as etapas intermédias da suposta evolução do besouro.

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      • jephsimple says:

        Erick,
        Vc costuma se declarar um cético???

        __________________________________________________________________

        Parece que vc não sabe realmente o que significa complexidade irredutivel .

        Trata-se de um determinado objeto, evento que possui FINALIDADES ESPECÍFICAS … a ratoeira é uma analogia EXTREMAMENTE GENEROSA do Behe… ele não quis com esse argumento refutar o neo darwinismo … tenho que rir [hahahahaha] … A analogia de Behe era sobre I.C. … Oras, designers [incluindo os outros animais,vegetais,bactérias…] causam complexidade irredutível, pois possuem um PROPÓSITO ESPECÍFICO … e existe um caminho específico para se chegar a ratoeira … extremamente simples do ponto de vista da matéria/energia e seu funcionamento.

        Entendemos uma ratoeira por suas peças e por sua função.

        Se conseguirmos fazer outras coisas com as peças de uma simples ratoeira, mesmo que com as peças isoladas, é irrelevante, isso não prova a redutibilidade da ratoeira, pois tirando qqr peça da ratoeira , ela perde sua função de ratoeira.

        O mesmo acontece com inúmeros sistemas biológicos… o olho por exemplo, tem função específica, se num passado ele supostamente não era um olho, então ele não tinha a função de um olho … agora como chegamos a um olho ? Considerando sua função? Seria possivel que evolução cega “criasse” um olho funcional? Se sim, como descrever este processo cego? Ele seria falseável, ou a única hipótese para o surgimento do olho é a evolução cega???.

        O neo darwinismo tem um problema sério com a falsificação de sua posição… isso tem sido EVIDÊNTE!

        Enfim , Behe , de forma sábia força os neo darwinistas a refutarem o design inteligente . Eles estão queimando seus neurônios com a finalidade de refutar a complexidade irredutivel … e se vcs estão tentando falsificar o D.I, que compreende, como uma de suas características complexidade irredutível (I.C) … por favor continuem ajudando o D.I.

        Como poderiamos criticar o neo darwinismo por se declarar um fato fato,fato irrefutável fato, se nossa posição não fosse passível de uma falsificação ???

        Se vcs demonstrarem que é possivel , através de eventos cegos , função específica passar a existir … então D.I estárá falsificado!

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    • 1977? Os criacionistas estão cerca de 36 anos atrasados. Ups…

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    • BRUNO says:

      Nossa, genial pena que eles nunca vão acreditar nisto, mas tb não importa cada um no seu quadrado.

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    • Douglas says:

      Erick, preste atenção, quase todo seu texto foi basicamente que os insetos produzem quinonos para proteger sua pele e que os predadores desenvolvem resistência aos quinonos, SIM os predadores adquirem resistência contra substâncias tóxicas contra eles, isso também ocorre com insetos que são alvos de pesticidas feitos pelo ser humano, mas essas resistências não farão com que o inseto vira algo diferente ou CRIE novas estruturas.

      Na parte do seu texto que pensei que você iria explicar como surgiu os compartilhamentos do besouro bombardeiro você escreveu:
      “3 – Os insetos evoluem DEPRESSÕES para armazenamento e músculos para ejetá-los na superfície quando são ameaçados. A depressão se torna um reservatório com glândulas secretoras fornecendo hidroquinono nela”.

      Mas peraí você é cego? Por acaso viu a foto de como são os compartilhamentos distintos do besouro bombardeiro?
      Não existe UM compartilhamento do besouro, existem mais de 3 compartilhamentos distintos, um para o hidroquinono. um para o peróxido de hidrogênio, e outro para haver a combinação química entre os dois químicos e haver a explosão.
      O seu verdadeiro desafio é explicar como houve a criação de dois compartimentos com substâncias químicas que NÃO EXISTEM no exterior do besouro (o do peróxido de hidrogênio e o compartimento exclusivo para a mistura dos dois químicos e que possui uma saída com músculos voluntários para expelir o gás no predador e impedir com que o inseto vire pedaços).

      Outra coisa, sua explicação para explicar o surgimento de estrutura que armazenas os hidroquinonos é extremamente falha, para não dizer engraçada.
      Você percebeu o que escreveu? Você escreveu que depressões na pele do animal fizeram com que novos órgãos que armazenam substâncias tóxicas surgissem dentro do animal. HAHAHAHAHAHAHAHA
      Como que um buraco na pele, que é algo LETAL para a sobrevivência do inseto, pode ir “afundando” para dentro do besouro e formar um novo órgão com músculos DIFERENTES DO EXTERIOR DO ANIMAL? (Na verdade no exterior do inseto, nem são músculos, é um esqueleto de quitina protetor para o inseto. Isso somente piora a sua explicação imaginativa no campo da realidade)

      Você também não criou nenhuma hipótese de onde o peróxido de hidrogênio veio e PORQUE ele estaria ali (o peróxido de hidrogênio e o hidroquinono se combinados causam uma “explosão”, porque o inseto colocaria uma substância que é reativa com outra substância que existe dentro dele e se ver indo aos pedaços?)
      “4) Peróxido de hidrogênio é misturado com os hydroquinonos. Cataleses e peroxidases aparecem junto com a saída do reservatório, assegurando que mais quinonos apareçam no produto expelido.”
      De onde apareceu a estrutura do peróxido de hidrogênio, de onde apareceu o peróxido de hidrogênio e porque essa substância estaria ali, sendo que sem o terceiro compartilhamento, feito por MÚSCULOS VOLUNTÁRIOS (não feitos por quinonos) ele seria explodido aos pedaços?
      Tenha em mente que o inseto e a natureza não possuem Antevidência do que irá acontecer, então o segundo e terceiro compartilhamento não eram para estar ali visto que não são do mesmo material do exterior do inseto e também não são derivados do material do exterior do inseto.

      Eu vou te explicar como esse sistema surgiu pelo texto do Mats:
      “Este tipo de sistema integrado é do tipo “tudo ou nada”; um besouro que arrebentasse com o seu abdómen após o primeiro disparo não estaria vivo para continuar a desenvolver o sistema de fogo.”

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    • Buiú says:

      Não acredito no que esse Érick escreveu aqui e foi tomado a sério: “Os insetos evoluem depressões para armazenamento e músculos para ejetá-los na superfície quando são ameaçados.”. Quer dizer então que os órgão internos do inseto são feitos pelo mesmo material duro de quitina que compõe a parte externa do besouro?
      Igual o Douglas escreveu,
      “Sua explicação para explicar o surgimento de estrutura que armazenas o hidroquinono é extremamente falha, para não dizer engraçada.
      Como que um buraco na pele, que é algo LETAL para a sobrevivência do inseto, pode ir “afundando” para dentro do besouro e formar um novo órgão com músculos DIFERENTES DO EXTERIOR DO ANIMAL? (Na verdade no exterior do inseto, nem são músculos, é um esqueleto de quitina protetor para o inseto. Isso somente piora a sua explicação imaginativa no campo da realidade)”.

      As teorias mirabolantes dos evolucionistas pra explicar a origem de certas estruturas nos animais chegam a serem melhores que ficção científica.

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  7. Dalton says:

    A resposta é a clássica, de sempre… os órgãos,durante a evolução, desempenharam algum papel diferente que por algum motivo se tornou inútil ao animal quando o sistema se armou como um todo.
    Aí, perguntamos, explicite a evolução do órgão. Daí os caras inventam um monte. Olha, pode ter sido isso, pode ter sido aquilo, se tiver ocorrido dessa forma então acarreteria nessa função, etc, etc, etc, mesma resposta que deram ao Behe.
    Aí dizemos: Legal teu brainstorm, mas prova aí que foi assim que ocorreu.
    Aí a conversa geralmente desanda pra um ad-hominem…

    Eles querem usar uma teoria “plausível” como uma “de facto” e ainda querem tirar uma com a nossa cara… ¬¬

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  8. dvilllar says:

    Nihil

    “Se religiosos tomassem conta do planeta, a Ciência que levou ao entendimento e estudo desta criatura nem existiria”

    Os “religiosos” já tomaram conta do planeta, que passou muito bem.

    Não são os cientistas que afirmam estar o planeta a beira do esgotamento, justamente quando a “ciência” está no comando?

    “Agora vai la ler mais sobre ciência pra tentar refutar ela mesma, pq usando a biblia é que não vão conseguir nada mesmo.”

    A Bíblia não é um livro científico e a ciência não é monopólio dos ateus.

    Aqui no Brasil, graças a Deus, a maioria é Cristã.

    Se as pessoas têm um “instinto natural” para a religião, deve ser culpa da evolução, não é? Não se revolte tanto com o “resultado” daquilo que você defende, Nihil.

    E sobre o Besouro Bombadeiro, o que a evolução diz ? Quantos mutações foram necessárias para chegar-se ao inseto bomba? Ou vai continuar sendo apenas uma crença, sem base científica?

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  9. Isaac Santos says:

    O evolucionismo não existe, pois todos os seres vivos, sem exceção, são ,perfeitos, o que ocorre apenas é uma seleção natural adaptativa, promovendo uma sobrevivência do mais apto, mas nada de mudança muito acentuada; nada de criar pernas, asas, olhos, pulmão, nariz, bico, pena, cérebro, etc.

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