Biologia Molecular Não Suporta Darwinismo

“E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que, os que quisessem passar daqui para vós, não poderiam, nem tão-pouco os de lá passar para cá.”
Lucas 16:26

Entre os seres vivos e o mais ordenado sistema não-biológico existente – como os cristais ou os flocos de neve – há um abismo tão vasto e tão absoluto que é virtualmente impossível imaginar como unir as extremidades. A biologia molecular tem mostrado que mesmo o mais “simples” sistema orgânico de hoje – as células bacterianas – é extraordinariamente complexo e estruturado.

Embora as mais pequenas células bacterianas sejam incrivelmente pequenas, cada uma delas é de facto uma fábrica em miniatura, contendo milhares de peças de maquinaria molecular, somando no total mais de 100 mil milhões de átomos e sendo bem mais complexas e complicadas que qualquer máquina construída pelo ser humano.

Esta estrutura não tem paralelo no mundo não-vivo.

Para além de mostrar o enorme fosso que há entre os seres vivos e a matéria sem vida, a biologia molecular tem revelado que o design básico dos sistemas celulares é essencialmente o mesmo em todos os seres vivos – desde a bactéria até aos mamíferos. Em todos os organismos as funções do ADN, mADN e das proteínas é idêntico. O significado do código genético é virtualmente idêntico em todas as células. O tamanho, estrutura e o design composicional da maquinaria sintética das proteínas é praticamente o mesmo em todas as células.

Em termos do seu design bioquímico, nenhum sistema vivo pode ser considerado “primitivo” ou “ancestral” em relação a qualquer outro sistema biológico. Para além disso, não há evidência alguma para uma mitológica “sequência evolutiva” nas células existentes no mundo.

Para todos aqueles evolucionistas que esperavam que a biologia molecular pudesse unir a química com a bioquímica, os dados da ciência foram profundamente frustrantes.

Porquê?

A pergunta impõem-se: porque é que a biologia molecular não confirma as diversas e muitas vezes mutuamente exclusivas árvores evolutivas? Porque é que a ciência não consegue mostrar que da não-vida para a vida não há um grande salto informacional?

O falhanço da ciência em confirmar a fé evolutiva deve-se unicamente à inabilidade das forças naturais de gerar o tipo de estrutura e padrões que vêmos no biosfera. Isto acontece porque os evolucionistas erradamente assumem que a questão da origem e diversificação da vida pode ser respondida pela Química e Física quando tal não é possível.

A vida rege-se por uma entidade que não depende da Física e da Química para existir (embora possa depender delas para ser transmitida): informação. É a informação genética – e não a Química – que determina como os átomos se vão comportar nos diversos sistemas biológicos existentes no mundo. É a informação genética – e não a Física – que “diz” aos corpos como reagir quando se ingere carne, peixe ou fruta.

Um homem pode dar ao seu animal de estimação exactamente a mesma comida que ele ingere durante o ano inteiro, mas nenhum deles se vai tornar mais parecido com o outro. Isto acontece porque a informação genética dentro do homem controla a forma como este converte a energia que vem com a comida duma forma, mas a informação genética do animal de estimação resolve as coisas de outra forma; constrói outro tipo de padrão, de acordo com a informação dentro de si.

A inabilidade naturalista de levar em conta a informação como agente activo na biosfera explica a frustração evolutiva em construir sequências funcionais entre a matéria morta e o mais “simples” dos sistemas biológicos.

A resistência dos evolucionistas em aceitar o que a ciência tem mostrado em relação à dependência informacional dos seres vivos deve-se única e exclusivamente com a Fonte dessa informação. Como informação codificada tem sempre uma causa inteligente, a existência de informação em código nos seres vivos leva-nos a inferir cientificamente que os mesmos tem Uma Causa Inteligente.

Como isto é uma evidência poderosa para Deus, os naturalistas violam os princípios científicos e tentam encontrar origens não inteligentes para a informação e codificação dos seres vivos.

É devido a essa fé no naturalismo que os evolucionistas ansiavam poder usar a biologia molecular para de alguma forma mostrar que da química para a bioquímica não há nada de relevante a assinalar. Eles ansiavam poder explicar a origem, diversificação e funcionamento dos sistemas biológicos a partir das mesmas forças que controlam a matéria morta, mas isto é cientificamente impossível.

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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29 Responses to Biologia Molecular Não Suporta Darwinismo

  1. jonas says:

    Mats!

    Assisti ao documentário Americano(Expelled) de Ben Stein que aborda a questão da “ditadura” darwinista e como ela tem feito “vítimas” entre os cientistas que professam alguma simpatia sobre o DI.Recomendo.

    A Informação é o elefante na sala de estar darwinista que incomoda,incomoda muita gente.

    Para refletir deixo uma frase de Exupéry:”PARA VER CLARAMENTE,BASTA MUDAR A DIREÇÃO DO OLHAR.”

    Informação e códigos sempre foram em nossa experiência uniforme e repetida fruto de atividade consciente.A negação é oriunda do desejo de corroborar o Darwinismo.

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  2. ximxenhor says:

    Já pensaram se as palavras “codigo” e “informaçao” são apenas metáforas para que um fenómeno se torne mais inteligivel e vcs estao a a interpretar os dois termos à letra? E depois fazem as ligações abusivas entre a metáfora e linhas de código informático, por exemplo… Mas mesmo que o código genético fosse comparável, por exemplo, ao código que torna possível o Excel. O aleatório estaria excluído? É possível pedir uma lista de números aleatórios ao Excel e quem o pede não pode controlar esses números, caso contrário não seriam aleatórios. Ou seja, o aleatório pode estar presente em algo que foi criado inteligentemente e até com esse fim (ou um dos seus fins). Por outro lado, sabem os programadores que há linhas de código informaticas que ao longo dos tempos se vão criando sem os programadores lhes tivessem dito que surgissem. Em suma, a criação escapou em parte ao controlo dos criadores . Ou seja, admitindo que que deus existe, pode ter acontecido duas coisas que nao sao incompativeis com a evolução: 1) ou criou a vida, a terra, etc e depois o processo deixou de estar sob o seu controlo (mas isso deitaria por terra a sua omnipotência) ou 2) criou ordenando que houvesse evolução através de pequenas alterações aleatórias cumulativas. Há ainda outra hipótese: deus nao existe…

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  3. Icarus says:

    Virei fã do ximxenhor hehehe

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  4. Mats says:

    ximxenhor,

    Já pensaram se as palavras “codigo” e “informaçao” são apenas metáforas para que um fenómeno se torne mais inteligivel e vcs estao a a interpretar os dois termos à letra?

    Já pensaste que as palavras “código” e “informação” tem o significa que sempre teve, e que tu apenas tens problemas com elas porque pensas que Deus não existe?

    Não é por “metaforia” que os cientistas chamam ao ADN código. É porque é mesmo um código que contém informação sobre o desenvolvimento, auto-reparação e reprodução das sistemas biológicos.

    Tu tens problemas com esses termos porque eles claramente apontam em direcção a Deus. Mas olha, os problemas que tu tens com Deus são teus e não nossos. Não podes deturpar a ciência por causa disso.
    Código genético é código. Informação genética é informação.

    Tens que nos dizer como é que este código surgiu.

    Mas mesmo que o código genético fosse comparável, por exemplo, ao código que torna possível o Excel. O aleatório estaria excluído?

    Irrelevante. A existência de código genético não diz nada sobre a exclusão do “aleatório”.

    É possível pedir uma lista de números aleatórios ao Excel e quem o pede não pode controlar esses números, caso contrário não seriam aleatórios.

    Mas é uma pessoas inteligente que pede os números aleatórios. De que forma é que isto é evidência contra o código genético, e contra a posição científica de que TODOS os códigos de informação tem uma causa inteligente?

    Por outro lado, sabem os programadores que há linhas de código informaticas que ao longo dos tempos se vão criando sem os programadores lhes tivessem dito que surgissem.

    Sim, programas que criam outros programas, tal como na vida há sistemas feitos para lidar com novas situações. MAs a questão não são os programas que criam outros programas, mas sim como surgiu o programa original..

    É isso que vocês evolucionistas tem que responder ao mundo.

    Em suma, a criação escapou em parte ao controlo dos criadores . Ou seja, admitindo que que deus existe, pode ter acontecido duas coisas que nao sao incompativeis com a evolução: 1) ou criou a vida, a terra, etc e depois o processo deixou de estar sob o seu controlo (mas isso deitaria por terra a sua omnipotência)

    Portanto, é falso porque Deus nunca deixa de ser Omnipotente.

    ou 2) criou ordenando que houvesse evolução através de pequenas alterações aleatórias cumulativas.

    Mas como não há evidências para a mitologia da teoria da evolução, não temos que nos preocupar com isso.

    Há ainda outra hipótese: deus nao existe…

    Esta é claramente a mais ridícula.

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  5. jonas says:

    ximxenhor!

    Primeiramente confundes uma questão filosófica do falso Dilema Epicurista com evidências cientificas de design e Informação.

    Nossa experiência ordinária e repetida sempre nos diz que a Informação depende de uma atividade consciente e isto é notório em qualquer atividade,quer corriqueira ou de cunho científico.

    A Informação ou” mensagem” pode ser Repetitiva:AB AB AB AB,ou Complexa: ADCWXZ ou Especificada:A VIDA È COMPLEXA.

    A maneira de Informação que os seres vivos usam é a Complexa e Especificada e isto torna a aleatoridade uma inprobabilidade estatística(e muitas outras) em todas a esferas biológicas,quer na origem da vida,nas funções desempenhadas pelos sistemas moleculares(folding das proteínas) e no funcionamento do aparato cognitivo.

    Até Dawkins admite design Inteligente como ciência (veja no Yuo Tube em Expelled) só que como bom ateu joga para a Inteligência Alienígena a “criação”(simplesmente chutar a bola mais longe).

    A especificidade é o tendão de Aquiles darwinista,pois como em uma sentença se alterares as sequencias das letras, degradas a Informação contida nela,isto é pueril

    Este é o “mantra” do ateísmo-darwinismo;SIMPLIFICAÇAO!

    A Vida não é simples e isso a Biologia Molecular tem apreendido,pois segundo as novas”descobertas” é necessário um organismo que tenha no mínimo 400 genes para ter uma complexidade mínima(VIDA)isto para não se falar nas improbabilidades da montagem do ‘Building Bloks”.

    Creio que a Aleatoriedade ou “quebra de ordem” é um ídolo que já está prestes a cair nos meios científicos sérios,ficando a “periferia” a espalhar este “mantra” como que se enganando a si mesmo.

    O que os ateus-darwinistas precisam ver,que toda forma de “criar a vida” ou “criar” aleatóriedades funcionais,envolvem a Inteligência e o designo
    .É um nonsense não admitir designo usando-se o mesmo.

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  6. ximxenhor says:

    Jonas:
    “Nossa experiência ordinária e repetida sempre nos diz que a Informação depende de uma atividade consciente” –> tb se poderia dizer que a nossa experiência ordinária e repetida sempre nos diz que o sol gira em redor da terra…

    “A Informação ou” mensagem” pode ser Repetitiva:AB AB AB AB,ou Complexa: ADCWXZ ou Especificada:A VIDA È COMPLEXA.” –> se incluir aspas em informação concordo. Muitas palavras são polissémicas e na origem dessa polissemia está tb o uso metafórico de uma palavra já existente. A ciência (e o senso-comum- cf Moscovici) faz isso para tornar algo mais inteligível.

    “Creio que a Aleatoriedade ou “quebra de ordem” é um ídolo que já está prestes a cair nos meios científicos sérios,” –> crês, sabes ou queres acreditar? O grande problema dos criacionistas com o evolucionismo , não é a evolução e sim, mas o fato de a teoria ter o aleatório como um processo central. Ora isso é ameaçador para as vossas crenças de um mundo /universo ordeiro, teleológico e que no final dos tempos os justos serão compensados e os injustos castigados. A possibilidade do aleatório faz estremecer este edifício… mas tb penso o seguinte. Se se entem ameaçados com o aleatório, é pq a vossa fé não é muito sólida…

    O aleatório não tem de ser criado, embora o possa ser. É um facto que posso criar um programa para me dar numeros aleatórios, mas tb é verdade que , segundo o que li, mas já há algum tempo e não me lembro onde (quem souber, por favor, compelmente), os programadores por vezes (frequentemente?, nao sei) se deparam com “bocados de programa” (aqui está a metáfora) que parece terem ganhado vida (outra metáfora). Embora o programa resulte de uma atividade inteligente, estes “bocados que se liberam” fugiram ao controlo do criador. Daqui a fazer paralelo com a vida (literalmente falando) vai o tamanho de uma analaogia, mas só o referi pq um dos argumentos do Mats em posts anteriores é fazer a analogia entre código, softawre, inteligencia e codigo genetico, vida e deus…

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  7. ximxenhor says:

    Jonas

    Esqueci-me do seguinte. O aleatório ameaça todos mesmo os ateus/pouco crentes***; é reconfortante acreditar que no fim ha uma ordem que dará justiça, compreendo essa necessidade… o problema é que poderá nao haver nada disso…mas tb pode ser que haja (como vê, nao sou ateu puro e duro). A grande diferença entre nós, penso, é que o jonas vê deus como condição necessária, eu não… apenas admito. Apesar de tb ter necessidade de acreditar em ordem, recuso-me a deixar-me emaranhar nessa necessidade e tento ter a mente aberta a todas as possibilidades.

    ***Bastiaan T. Rutjens, Joop van der Pligt, Frenk van Harreveld (2010).Deus or Darwin: Randomness and belief in theories about the origin of life. Journal of Experimental Social Psychology, 46, 1078–1080.

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  8. ximxenhor says:

    Mats:
    “Já pensaste que as palavras “código” e “informação” tem o significa que sempre teve” – Já e sei que a ciencia faz uso da metáfora.
    “e que tu apenas tens problemas com elas porque pensas que Deus não existe” – nao tenho quaisquer problemas com deus, até quero q ele exista e que puna patifes com o estaline e hitler e compense pessoas como ghandi. O meu único “problema” é apenas com a ideia de que deus é uma causa necessária. Tb poderia perguntar-te: “Já pensaste que as palavras “codigo” e “informaçao” são apenas metáforas para que um fenómeno se torne mais inteligível e tu tens apenas problemas com esta ideia porque necessitas mesmo de acreditar em deus, independentemente de ele existir ou não?”

    “Há ainda outra hipótese: deus nao existe…

    Esta é claramente a mais ridícula.” –> ridícula porquê? Porque necessitas de acreditar que deus existe?

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  9. Mats says:

    ximxenhor,

    “Já pensaste que as palavras “código” e “informação” tem o significa que sempre teve”
    Já e sei que a ciencia faz uso da metáfora.

    Não, não usa, porque se usasse, não trataria o ADN como verdadeira informação.

    “e que tu apenas tens problemas com elas porque pensas que Deus não existe”

    nao tenho quaisquer problemas com deus, até quero q ele exista e que puna patifes com o estaline e hitler e compense pessoas como ghandi. O meu único “problema” é apenas com a ideia de que deus é uma causa necessária.

    Deus é Uma Causa Necessária.

    Tb poderia perguntar-te: “Já pensaste que as palavras “codigo” e “informaçao” são apenas metáforas para que um fenómeno se torne mais inteligível e tu tens apenas problemas com esta ideia porque necessitas mesmo de acreditar em deus, independentemente de ele existir ou não?”

    Já, mas como a forma como lidamos com o ADN é a mesma forma que lidamos com o código morse, ou outro código qualquer, não tenho razão para pensar que o uso da palavra “código” e “informação” quando aplicado à Biologia seja com um propósito “metafórico”.
    O código genético é um verdadeiro código no sentido que usamos em todas as outras áreas da nossa vida..

    “Há ainda outra hipótese: deus nao existe…

    Esta é claramente a mais ridícula.” –> ridícula porquê? Porque necessitas de acreditar que deus existe?

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  10. credulo says:

    Um erro crasso de um completo desinformado em Computaçao: ao afirmar-se que os números gerados no Excel são aleatórios, está-se pressupondo que eles realmente são aleatórios. Esta é uma desinformação completa! Existe uma formula bem complicada por trás deles – mas basta pesquisar por pseudo-random number generator no Google e tchans!

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  11. Fernando Xavier says:

    Desculpem ressuscitar o post…
    Vocês estão enganados. A Biologia Molecular suporta veementemente o Neo-Darwinismo, não o Darwinismo do século XIX. Os livros de biologia molecular falam em evolução. Leiam algo sobre microbiologia e os processos de resistência a antibióticos. Vocês irão aprender que as bactérias evoluem de forma a adquirir a resistência que lhes falta a determinados antibióticos.
    Gostei da iniciativa desde blog, de tentar unir ciência com religião, mas para isso precisarão ler mais sobre ciência, em livros didáticos, não basta ler em livros de autores fajutos…

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    • Miguel says:

      Vocês estão enganados. A Biologia Molecular suporta veementemente o Neo-Darwinismo, não o Darwinismo do século XIX.

      De que forma?

      Os livros de biologia molecular falam em evolução.

      E os livros islâmicos falam de Maomé como “profeta” de Alá. E depois?

      Leiam algo sobre microbiologia e os processos de resistência a antibióticos. Vocês irão aprender que as bactérias evoluem de forma a adquirir a resistência que lhes falta a determinados antibióticos.

      Mas essa “resistência” resulta de PERDA de informação genética, ou de outro processo que, a longo prazo, não serve de apoio ao modelo neo-darwinista.

      Gostei da iniciativa desde blog, de tentar unir ciência com religião

      Essa não é a iniciativa deste blogue.

      mas para isso precisarão ler mais sobre ciência, em livros didáticos, não basta ler em livros de autores fajutos…

      Que livros? Os pró-evolução ou os pró-ciência?

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      • Fernando Xavier says:

        Miguel: De que forma?
        Resposta: Como assim de que forma? Achei que a expressão “suporta veementemente” já respondia a pergunta por si só. Se não, por favor, seja mais claro na sua pergunta.

        Miguel: E os livros islâmicos falam de Maomé como “profeta” de Alá. E depois?
        Resposta: e depois bíblia fala que Jesus ressuscitou. A diferença entre bíblia, o corão e os livros científicos é que o último referencia seus argumentos ao final de cada capítulo. Para um livro referenciar um de estudo científico, cada estudo, precisa: ter uma pergunta definida, ser desenhado por um grupo de pesquisadores, depois passar por um comitê de ética que avalia a importância científica da pergunta do estudo, os benefícios do estudo para a sociedade e a ética por trás deste. Depois os pesquisadores recebem um orçamento para por seu estudo em prática, após meses ou anos fazendo suas observações eles analisam estatisticamente os dados obtidos e estes dados têm de ter no máximo 5% de falso negativo (p=0,05). Após isso o estudo é considerado finalizado e deve ser publicado em uma revista científica. Para isto o estudo deverá ser avaliado por pesquisadores chamados de “revisores”. Eles são pesquisadores proeminentes na área em questão (no nosso caso Biologia Molecular) que são convidados pelas revistas científicas a revisarem um estudo. Eles revisam e quando encontram falhas rejeitam o estudo para publicação ou elaboram um email pedindo aos realizadores do estudo que corrijam os erros ou imperfeições e reenviem o artigo para publicação (este processo, a publicação, é considerado por muitos a parte mais difícil e crítica do desenvolvimento do estudo, pois as revistas científicas são classificadas em grau de importância por número de leitores, e quanto maior este número mais difícil de se publicar nesta revista e.g. Science, Nature, Pain, Cell, entre outras). Após este processo (que pode levar meses ou anos), quando o artigo é publicado para a comunidade científica e ainda assim pode sofrer críticas de outros pesquisadores. Agora, voltando para o livro que estávamos falando… Antes dos autores levarem o livro para publicação eles enviam cópias para outros autores que irão revisar o conteúdo e dar o aval final para a publicação do livro.
        Agora, se você leu e entendeu até aqui… Eu não estou bem certo de como era o processo para se publicar um livro a 2000 anos atrás… Mas estou bem certo de que não era tão burocrático e não passava por tantos revisores assim… Acredito que essa discussão irá continuar por algum tempo, pois a mente fértil de vocês irá pensar em contra-argumentos… Portanto, quando eu citar literatura científica, entendam que toda a informação anterior está implícita.

        Miguel: Mas essa “resistência” resulta de PERDA de informação genética, ou de outro processo que, a longo prazo, não serve de apoio ao modelo neo-darwinista.
        Resposta: O neodarwinismo não é nada mais que a Teoria da Evolução de Darwin por meio da seleção natural embasada nos trabalhos de Gregor Mendel e de conhecimentos de genética populacional. A resistência bacteriada resulta do ganho de informação genética, não da perda. Um exemplo é o Staphylococcus Aureus e outras bacterias resistentes a penicilina que, após os contatos iniciais com o antibiótico, algumas populações passaram a produzir enzimas conhecidas como betalactamases, que quebram a penicilina impedindo que ela destrua a bactéria. Este processo acontece até hoje (leiam sobre as bactérias resistentes a vancomicina, cepas que começaram a aparecer em 2012). Durante a graduação em Ciências Biomédicas, estudamos que a perda de material genético na maior parte dos casos é danosa ao indivíduo, mas em raros casos pode ser também considerada adaptação. De qualquer forma, a perda ou o ganho de material genético apenas são considerados adaptação quando isto confere algum benefício ao indivíduo.

        Miguel: Essa não é a iniciativa deste blogue.
        Resposta: Desculpe minha confusão.

        Miguel: Que livros? Os pró-evolução ou os pró-ciência?
        Resposta: Livros de gradução e pós-graduação. Os livros de que falo não são pró nada, são apenas uma tentativa de encontrar respostas para os fenômenos que nos deparamos no dia-a-dia; são apenas livros de ciência.

        Algumas referências…
        Alberts, Bruce; Bray, Dennis; Lewis, Julian – Biologia Molecular da Célula.
        JOHN M MARTINKO, MICHAEL T MADIGAN, PAUL V DUNLAP, DAVID P CLARK – Microbiologia de Brock

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      • Lucas says:

        Fernando,

        Miguel: De que forma?
        Resposta: Como assim de que forma? Achei que a expressão “suporta veementemente” já respondia a pergunta por si só. Se não, por favor, seja mais claro na sua pergunta.

        De que forma é que a teoria da evolução é veemente suportada pelao Biologia Molecular?

        Miguel: E os livros islâmicos falam de Maomé como “profeta” de Alá. E depois?
        Resposta: e depois bíblia fala que Jesus ressuscitou. A diferença entre bíblia, o corão e os livros científicos é que o último referencia seus argumentos ao final de cada capítulo.

        Evolucionistas a citar evolucionistas não anula o facto disso ser o mesmo que muçulmanos a citar outros muçulmanos.

        Para um livro referenciar um de estudo científico, cada estudo, precisa: ter uma pergunta definida, ser desenhado por um grupo de pesquisadores, depois passar por um comitê de ética que avalia a importância científica da pergunta do estudo, os benefícios do estudo para a sociedade e a ética por trás deste. Depois os pesquisadores recebem um orçamento para por seu estudo em prática, após meses ou anos fazendo suas observações eles analisam estatisticamente os dados obtidos e estes dados têm de ter no máximo 5% de falso negativo (p=0,05). (…) Agora, voltando para o livro que estávamos falando… Antes dos autores levarem o livro para publicação eles enviam cópias para outros autores que irão revisar o conteúdo e dar o aval final para a publicação do livro.

        Evolucionistas a avalizar “trabalho” evolucionista não serve de evidência.

        Agora, se você leu e entendeu até aqui… Eu não estou bem certo de como era o processo para se publicar um livro a 2000 anos atrás…

        Era mais ou menos a mesma usada por Darwin: pensou + escreveu. A propósito, o livro de Darwin passou por quantas revisões de pares?

        Acredito que essa discussão irá continuar por algum tempo, pois a mente fértil de vocês irá pensar em contra-argumentos… Portanto, quando eu citar literatura científica, entendam que toda a informação anterior está implícita.

        Mas eu não estava a falar do processo científico mas da teoria da evolução. Eu queria saber de que forma é que a Biologia Molecular dá qualquer tipo de apoio à tese de que as formas de vida devem a sua diversificação a um processo aleatório. Tens alguma evidência nesse sentido?

        Miguel: Mas essa “resistência” resulta de PERDA de informação genética, ou de outro processo que, a longo prazo, não serve de apoio ao modelo neo-darwinista.
        Resposta: O neodarwinismo não é nada mais que a Teoria da Evolução de Darwin por meio da seleção natural embasada nos trabalhos de Gregor Mendel e de conhecimentos de genética populacional.

        Mas tu pensas mesmo que as pessoas aqui precisam das tuas explicações “científicas”?

        Porque é que cada evolucionista que chega aqui pensa que traz um tipo de informação que nunca havia sido veiculada?

        Amigo, vê se entendes uma coisa simples: Nada do que tu tens para dizer é original. Nós já lemos/ouvimos/vimos os mesmos argumentos em muitas outras bocas/teclados/livros evolucionistas. Portanto, podes parar de dar definições sobre as coisas EXCEPTO onde te for pedido.

        Outra coisa, Gregory Mendel era um criacionista e o seu trabalho foi virtualmente marginalizado pela comunidade evolucionista durante muitos anos. E porquê? Porque o criacionista Mendel demonstrou que as características que os descendentes irão ter já se encontram nos progenitores (nada de novo é criado). Mas para os darwinistas isto não interessava porque eles realmente acreditavam (e algumas ainda acreditam) que o uso das partes de alguma forma modificam o código genjético da forma viva.

        (ISto foi só um à parte para tu saberes que o trabalho genético do criacionista Mendel foi marginalizado pelos evolucionistas, mas agora vocês querem usar a sua autoridade para “confirmar” exactamente o CONTRÁRIO do que Mendel observou).

        A resistência bacteriana resulta do ganho de informação genética, não da perda. Um exemplo é o Staphylococcus Aureus e outras bacterias resistentes a penicilina que, após os contatos iniciais com o antibiótico, algumas populações passaram a produzir enzimas conhecidas como betalactamases, que quebram a penicilina impedindo que ela destrua a bactéria.

        Passaram a produzir essa enzima ou essa enzima já existia no genoma das bactérias, e passou a ser dominante quando as bactérias sem a mesma foram morrendo, deixando vivas só as que a tinham?

        Para além disso, é preciso levar em conta que a β-lactamase é feita por um conjunto de genes nos R-plamidos que podem ser passados de bactéria para bactéria. Portanto, se um grupo de bactéria “ganhou” resistência à penicilina, há (pelo menos) duas explicações não-evolutivas para isso:

        1. A resistência já existia no genoma da bactéria mas as que não tinham, morreram, e as que tinham passaram a ser dominantes:

        2. Houve uma transferência LATERAL de genes de bactéria para bactéria.

        Nenhum destes processos, a longo prazo, pode transformar uma bactéria num comentador de blogues.

        Miguel: Que livros? Os pró-evolução ou os pró-ciência?
        Resposta: Livros de gradução e pós-graduação.

        Pró-evolução ou pró-ciência?

        Os livros de que falo não são pró nada, são apenas uma tentativa de encontrar respostas para os fenômenos que nos deparamos no dia-a-dia; são apenas livros de ciência.

        São contra ou a favor da teoria da evolução?

        Algumas referências…
        Alberts, Bruce; Bray, Dennis; Lewis, Julian – Biologia Molecular da Célula.
        JOHN M MARTINKO, MICHAEL T MADIGAN, PAUL V DUNLAP, DAVID P CLARK – Microbiologia de Brock

        Bruce Alberts é evolucionista e os outros – pelo que vi – também são.

        Ou seja, estás a citar fontes evolucionistas para demonstrar que a teoria da evolução está de acordo com a microbiologia. É isso?

        Repara que eu estou a usar a VOSSA lógica contra ti. Vocês é que rejeitam à priori tudo o que os cientistas criacionistas demonstram PRECISAMENTE por serem criacionistas. Se é assim, eu também posso fazer isso. Agora, se te queres focar nas evidências, eu posso citar cientistas a afirmar que a microbiologia não concorda com a teoria da evolução.

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    • Fernando Chavier

      Os livros de biologia molecular falam em evolução.

      A Biologia EVOLUTIVA , que visa um contexto HISTÓRICO (Não observado ou testado), é quem faz menção a este mito em seus livros, assumindo SEM PROVAS as supostas Mudanças em grande escala INTER-específica (“Macro”-evolução) como um fato.

      Os livros de Biologia MOLECULAR que visa o conhecimento dos mecanismos biológicos HOJE existentes (observado e testado empiricamente) fala de Mudanças em pequena escala INTRA-específica (erroneamente chamada de “micro”-evolução)

      O estudo EMPÍRICO da Biologia Molecular, nem de longe comprova o que o estudo FILOSÓFICO da Biologia Evolutiva anuncia em seus dogmas.

      Tu acusas o autor do blogue (Mats) de não conhecer de ciência (Inclusive sugerindo-o a ler livros sobre o tema), mas ironicamente tu, é quem confundiste as nomenclaturas, tomando uma área acadêmica como se fosse outra.

      Porque não começa a estudar sobre o tema, lendo os livros a respeito, ao invés de apenas indica-los sem conhecer o que neles contêm?

      Isso o pouparia da vergonha pública em anunciar algo EQUIVOCADO como se fosse um fato.

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      • Fernando Xavier says:

        Diogo Morelli: A Biologia EVOLUTIVA , que visa um contexto HISTÓRICO (Não observado ou testado), é quem faz menção a este mito em seus livros, assumindo SEM PROVAS as supostas Mudanças em grande escala INTER-específica (“Macro”-evolução) como um fato.
        Resposta: Leia a resposta que dei ao Miguel.

        Diogo Morelli: Os livros de Biologia MOLECULAR que visa o conhecimento dos mecanismos biológicos HOJE existentes (observado e testado empiricamente) fala de Mudanças em pequena escala INTRA-específica (erroneamente chamada de “micro”-evolução).
        Resposta: Erroneamente chamado de micro-evolução???? O que tu achas que é evolução meu amigo? Uma pessoa ganhar asas após pular de um prédio? Uma célula bacteriana ganhar pernas?
        Só é possível observar a macro-evolução após um longo período… Para isso observamos os fósseis (ou vais dizer que os fósseis são um mito também??). Observa-se a macro-evolução após diversas micro-adaptações.

        Diogo Morelli: O estudo EMPÍRICO da Biologia Molecular, nem de longe comprova o que o estudo FILOSÓFICO da Biologia Evolutiva anuncia em seus dogmas.
        Resposta: EMPÍRICO: significa que foi adquirido a partir de observação e experimentação. FILOSÓFICO: significa que o conhecimento foi adquirido de forma reflexiva, crítica ou especulativa.
        Baseado em seu argumento (errado) de que não existem provas que suportem a Teoria da Evolução, você está apenas dizendo, na frase acima, que a Teoria da Evolução está certa. Ou seja, você precisa organizar suas idéias…

        Diogo Morelli: Tu acusas o autor do blogue (Mats) de não conhecer de ciência (Inclusive sugerindo-o a ler livros sobre o tema), mas ironicamente tu, é quem confundiste as nomenclaturas, tomando uma área acadêmica como se fosse outra.
        Resposta: Amigo… que chato não? Parece que tu te confundiste ao invés de mim. (Para referências leia a resposta que dei ao Miguel… Não vou coppiar e colar nada aqui).

        Diogo Morelli: Porque não começa a estudar sobre o tema, lendo os livros a respeito, ao invés de apenas indica-los sem conhecer o que neles contêm?
        Resposta: Tente me imaginar (caucasiano, de cabelo preto, olhos pretos, uma barba preta volumosa e lábios grandes) rindo muito deste seu comentário.

        Diogo Morelli: Isso o pouparia da vergonha pública em anunciar algo EQUIVOCADO como se fosse um fato.
        Resposta: Tente me imaginar agora, caindo da cadeira e rindo freneticamente.

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      • Lucas says:

        Só é possível observar a macro-evolução após um longo período… Para isso observamos os fósseis (ou vais dizer que os fósseis são um mito também??). Observa-se a macro-evolução após diversas micro-adaptações.

        Esta tese nem é unânime entre os evolucionistas:

        “The central question of the Chicago conference was whether the mechanisms underlying microevolution can be extrapolated to explain the phenomena of macroevolution . . . the answer can be given as a clear, No.” – (Lewin, Science vol. 210, pp. 883-887).

        http://www.icr.org/article/what-difference-between-macroevolution-microevolut/)/

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      • Fernando Xavier

        Leia a resposta que dei ao Miguel.

        Foi sobre a tua “resposta” (que em verdade era mais uma AFIRMAÇÃO) que efetuei a réplica.
        Por uma questão de lógica, se eu não houvesse lido, não teria replicado.

        Erroneamente chamado de micro-evolução???? O que tu achas que é evolução meu amigo? Uma pessoa ganhar asas após pular de um prédio? Uma célula bacteriana ganhar pernas?

        Não há evolução em uma adaptação, mas o CONTRÁRIO, há uma INVOLUÇÃO .
        Qualquer ser vivo que se adapta ao ambiente (via seleção natural), sofre perda informacional por isso.
        Qualquer ser vivo que sobre a mutação, assim como o primeiro caso, sofre também perda informacional (no máximo mantem-se o mesmo).

        Se tu analisar a diferença estrutural e informação contido em uma espécie original e a espécie “adaptada” , perceberá que a adaptada é INFERIOR a original.
        (Pegue como exemplo a Malária selvagem com a Malária adaptada)

        Portanto, meu caro, chamar de micro-EVOLUÇÃO um processo INVOLUTIVO é um erro.

        Ou se utilizaria o termo Micro-INVOLUÇÃO ou simplesmente utilizaria a sua descrição “Mudanças em pequena escala INTRA-específica”

        Só é possível observar a macro-evolução após um longo período…

        Traduzindo, só é possível “observar” a “macro-evolução” pela visto que até o momento a única coisa que observamos é “Mudanças em pequena escala INTRA-específica”, que trazem a INVOLUÇÃO do ser.

        Olha que precisará ter uma cega enorme, visto que as observações, ao contrário do que a doutrina evolucionista prega, caminham em direção contrária.

        : para isso observamos os fósseis (ou vais dizer que os fósseis são um mito também??).

        Fósseis demonstram que houve aparecimento e desaparecimento abrupto de espécies. (explosão cambriana quem o diga)
        A suposta ancestralidade entre eles é mero subjetivismo fundamentado em

        Se eu utilizar os seres vivos hoje presentes, classificando-os dos menos complexos para os mais complexos, em uma fila indiana, chegarei ao mesmo raciocínio de vocês, dizendo que um “evoluiu” do outro.
        A diferença primordial é que ao invés de utilizarem animais vivos, vocês utilizam animais EXTINTOS, e só.
        (Ah, sem contar que também depositam a vossa fé em métodos imprecisos e contraditórios de datação, para manter-se a esta doutrina)

        Baseado em seu argumento (errado) de que não existem provas que suportem a Teoria da Evolução, você está apenas dizendo, na frase acima, que a Teoria da Evolução está certa.

        Meu ponto não foi dizer se a Doutrina evolutiva está certa ou não. Meu ponto foi demonstrar o teu equivoco em tomar uma disciplina FILOSÓFICA que tenta lhe dar com o passado (Biologia Evolutiva) com a disciplina EMPÍRICA, que tenta lhe dar com o conhecimento dos mecanismos presentes (Biologia Molecular)

        Então o teu argumento foi baseado em DUAS FALÁCIAS:
        1º – Homem de Palha: Por criar um cenário diferente do que eu afirmei
        2º – Red Herring: Por tentar desviar o foco do assunto, na qual demonstrava o equivoco de seu raciocínio.

        Tente me imaginar (caucasiano, de cabelo preto, olhos pretos, uma barba preta volumosa e lábios grandes) rindo muito deste seu comentário. (…) Tente me imaginar agora, caindo da cadeira e rindo freneticamente.

        Saiba que muito mais fácil rir de um argumento do que refuta-lo.
        É tão fácil que até mesmo um tolo ignorante é capaz de faze-lo (ao contrário de contra-argumentar ou refutar, onde o mesmo não possui capacidade intelectual para o tal).

        Quer ser tomado como um tolo ignorante?
        Caso sim, continue a rir dos argumentos que não consegues refutar.
        Caso não, deixe esta emoção “chula” de lado e utilize a sua RAZÃO (caso possua), contra-argumentado ou refutando o que não concorda.

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      • Fernando Xavier says:

        Diogo…

        Involução e evolução… Ok… Estás dizendo que a bactéria resistente ao antibiótico é inferior à não resistente? Perfeito, problema resolvido, não precisamos mais nos preocupar com o desenvolvimento de novos antibióticos pois logo as bactérias resistentes deixarão de existir pois são inferiores as não resistentes. Você deveria dar aulas sobre isso… Iria resolver todos os problemas com bactérias.
        Porque afinal, como você disse, se adaptação é involução então ganhar uma enzima capaz de degradar um agente tóxico é uma perda. CLARO!!! FAZ TOOOOODO SENTIDO! ISSO SIM QUE É USAR A RAZÃO… ¬¬

        Meu amigo… Evolução é sobrevivência do melhor adaptado, a partir de características que são mantidas pois permitiram que o ser continuasse vivendo. Vou te falar um exemplo bem prático sobre involução… Quando você estimula seus músculos na academia eles crescem, se você para de ir por alguns meses você perde massa muscular… Você e está involuindo? NÃO! Pense no seu organismo como o Tio Patinhas. Ele apenas gasta com aquilo que é necessário. Se você não continuar indo na academia ou não encontrar uma utilidade para seus músculos, eles irão perder massa.

        Macroevolução não é questão de fé… É questão de que a ciência moderna não tem nem 100 anos ainda e ninguém viveu ou fez um experimento de 100 mil anos para mostrar a veracidade da macroevolução.

        Fala de período cambriano… Por favor, encaixe isso no gênesis…

        Não sou ignorante, apenas acho engraçado quando as crianças tentam falar como os adultos. Quer saber de ciência, sinceramente, me peça uns livros que eu te recomendo.

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      • Fernando Xavier

        Involução e evolução… Ok… Estás dizendo que a bactéria resistente ao antibiótico é inferior à não resistente?

        Desculpe-me, acho que não me fiz claro. Permita-me incrementar meu argumento:

        “Não há evolução em uma adaptação de seres PLURICELULARES de reprodução SEXUADA , mas o CONTRÁRIO, há uma INVOLUÇÃO .”

        Bactéria não se enquadra nestas características.

        Porque afinal, como você disse, se adaptação é involução então ganhar uma enzima capaz de degradar um agente tóxico é uma perda.

        Seres unicelulares principalmente da classe dos procariontes (como o teu exemplo citado), possuem mecanismos adaptativos diferenciados dos seres pluricelulares.
        Porém estas características nem de longe promovem um aumento informacional da classe do ser.
        Como o Mats bem ressaltou:

        Para além disso, é preciso levar em conta que a β-lactamase é feita por um conjunto de genes nos R-plamidos que podem ser passados de bactéria para bactéria. Portanto, se um grupo de bactéria “ganhou” resistência à penicilina, há (pelo menos) duas explicações não-evolutivas para isso:
        1. A resistência já existia no genoma da bactéria mas as que não tinham, morreram, e as que tinham passaram a ser dominantes:
        2. Houve uma transferência LATERAL de genes de bactéria para bactéria.
        Nenhum destes processos, a longo prazo, pode transformar uma bactéria num comentador de blogues.

        Meu amigo… Evolução é sobrevivência do melhor adaptado

        Sobrevivência do melhor adaptado é ADAPTAÇÃO.
        E meio a esta adaptação NÃO HÁ aumento informacional.
        Ou ela permanece a mesma ou ela diminui.

        Macroevolução não é questão de fé… É questão de que a ciência moderna não tem nem 100 anos ainda e ninguém viveu ou fez um experimento de 100 mil anos para mostrar a veracidade da macroevolução.

        Esta tua atestação: “ninguém viveu ou fez um experimento de 100 mil anos (sic) ” é uma declaração de uma dupla.
        Fé que houve um suposto tempo exorbitante no passado e fé que houve um mecanismo (hoje não observado) que transformou “amebas” em seres humanos.

        Fala de período cambriano… Por favor, encaixe isso no gênesis…

        Leia atentamente. Eu não disse PERÍODO cambriano. Eu disse EXPLOSÃO cambriana.
        Fiz referencia ao registo abrupto de fósseis complexos (que segundo a vossa fé não deveria existir) encontrados a uma camada estratigráfica profunda. E só.
        De maneira nenhum referi-me SUPOSTO “relógio” geológico que vocês creem existir, na qual sou cético.

        Não sou ignorante, apenas acho engraçado quando as crianças tentam falar como os adultos. (…) Quer saber de ciência, sinceramente, me peça uns livros que eu te recomendo.

        Este teu comentário desconexo me fez lembrar a frase de um filósofo:

        Os ignorantes pela humildade, conseguirão a sabedoria.
        Já os arrogantes que se acham sábios, morrerão com sua tolice.

        Porque será, não? 🙂

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    • jephsimple says:

      O non sequitur de sempre…

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      • Fernando Xavier says:

        Esse artigo não tem referência nenhuma e a minha resposta é non sequitur?

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      • jephsimple says:

        Esse artigo não tem referência nenhuma e a minha resposta é non sequitur?

        Hã?

        Está parecendo outro non sequitur seu…Sua resposta não tem nada a ver com o ponto.

        Não entendeu que eu afirmei que a TE possui non sequitur, os quais vc novamente veio nos trazer…

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    • jephsimple says:

      Eu vou aguardar a resposta do Azetech…

      Mas ainda continua o non sequitur de sempre…

      A biologia avança e não mudam o disco.

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      • Fernando Xavier says:

        Eu embasei meus argumentos após pedidos… Onde está o teu embasamento? A biologia avança e não mudam o disco? Por favor Sr. Biólogo, me mostre os avanços da biologia que acabam com o Darwinismo… Aí está o teu non sequitur, e ainda, pra piorar, parece estar acompanhado de um argumentum magister dixit.

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      • jephsimple says:

        Não vou me dar o trabalho de “debater” com você, caríssimo Fernando…

        Afinal bastaria eu repetir as palavras do Mats e do Diogo…

        No mais ficarei contente se fornecer evidencias para evolução cega,desgovernada…

        Saiba que os próprios biólogos evolucionistas [não digo todos] confessaram que a tal evolução é muito improvável…

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  12. Fernando Xavier says:

    Lucas… Parei de ler aqui:

    “Mas tu pensas mesmo que as pessoas aqui precisam das tuas explicações “científicas”?

    Porque é que cada evolucionista que chega aqui pensa que traz um tipo de informação que nunca havia sido veiculada?

    Amigo, vê se entendes uma coisa simples: Nada do que tu tens para dizer é original. Nós já lemos/ouvimos/vimos os mesmos argumentos em muitas outras bocas/teclados/livros evolucionistas. Portanto, podes parar de dar definições sobre as coisas EXCEPTO onde te for pedido.”

    Se você pensa assim, não merece nem que eu perca meu tempo tentando te explicar alguma coisa, pois se já tens todas as respostas, porque não está dando palestras ao redor do mundo sobre tuas teorias? Se você sabe tudo e ainda não consegue perceber as falhas do criacionismo, então eu não te respondo mais nada…
    Só quero deixar claro uma coisa. Antes de dizer que o método científico está errado, lembre-se, os remédios que tu tomas quando está doente ou as vacinas que tomas para se prevenir das doenças são todas feitas baseadas no método científico que tanto criticas sem conhecer.

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    • Miguel says:

      Só quero deixar claro uma coisa. Antes de dizer que o método científico está errado, lembre-se, os remédios que tu tomas quando está doente ou as vacinas que tomas para se prevenir das doenças são todas feitas baseadas no método científico que tanto criticas sem conhecer.

      Mostra-me onde foi que eu critiquei o método científico.

      Lembra-te de duas coisas muito importantes:

      1. Criticar a teoria da evolução não é criticar o método científico.
      2. A teoria da evolução é irrelevante para a Medicina:
      -> http://wp.me/pbA1e-1tF
      -> http://wp.me/pbA1e-1GU

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    • Fernando Xavier

      Se você pensa assim, não merece nem que eu perca meu tempo tentando te explicar alguma coisa

      E porque achas que as tuas explicações são dignas de crédito?
      Que diferença faz tu anunciar o poder criativo da “Mãe Natureza Cega” ou um Muçulmano anunciar que Maomé subiu aos céus em seu jumento, se ambos não possuem provas destas alegações?

      Se você sabe tudo e ainda não consegue perceber as falhas do criacionismo

      Que falhas? Poderia citar ao menos UMA ?

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