Olho Biónico

Então disse eu: Ai de mim, que vou perecendo! porque eu sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios: e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos!
Isaías 6:5

O olho humano é uma maravilha biológica. Charles Darwin, na sua vã tentativa de explicar a origem da diversidade biológica apelando apenas a forças não inteligentes, considerou a vista um dos maiores desafios à sua teoria. Ele disse:
Supôr-se que o olho com todas as suas inimitáveis especificidades para ajustar a focagem em relação a distâncias, admitir quantidades diferentes de luz e para a correcção de aberrações esféricas ou cromáticas, poderia ser formado pela selecção natural, parece, devo confessar, um absurdo de grau elevado.

A citação não pára aqui uma vez que ele “explicou” como a selecção natural poderia formar o olho, mas nós podemos saber o porquê dele ter escrito estas palavras pelo título: “Órgãos com Perfeição e Complexidade Extrema“.

A complexidade e perfeição do olho leva a que, até hoje, tenha sido impossível reproduzir as suas funções artificialmente. Corações artificiais, rins (embora fora do corpo), e ouvidos (implante coclear) estão bastante disseminados em termos de uso médico – mas os olhos não.

Mas isto está à beira de mudar.

Naquilo que é um feito notável, uma equipa de oftalmologistas e engenheiros conseguiu restaurar parcialmente a visão de cegos usando um engenho electrónico que age como um substituto da retina. Os resultados foram reportados no artigo do Professor Eberhart Zrenner, Director do “Institute for Ophthalmic Research” em Tuebingen – Alemanha.

O implante consiste num pequeno painel com a dimensão de 3 x 3.1 mm, contendo uma disposição de 38 x 40 de 1,500 micro-fotodiodos sensíveis à luz. Estes sensores detectam a luz e controlam a saída (“output”) duma corrente eléctrica pulsante. Quanto mais forte fôr a luz, mais forte é a resultante corrente.

Cada sensor possui o seu próprio microeléctrodo e estes são colocados em contacto com as células nervosas da retina (com o nome de “células bipolares”), o primeiro passo do caminho entre o olho e o cérebro.

Os sensores, portanto, imitam a forma como as células foto-receptoras do olho normalmente funcionam, transformando a luz num padrão de impulsos eléctricos.

O implante não é um olho artificial completo. Depende ainda dum globo ocular intacto, duma retina intacta com células bipolares operacionais e um nervo óptico para transportar a informação para o cérebro. Isto significa que esta tecnologia é útil em formas de cegueira causadas pela danificação selectiva das células foto-receptoras.

No entanto, e infelizmente, tal tipo de cegueira é bastante comum. Retinitis pigmentosa é uma doença que causa perda progressiva de visão à medida que as células foto-receptoras se degeneram e eventualmente morrem.

Há várias formas deste tipo de desordem – cada uma delas causada por mutações em genes distintos. Em algumas pessoas, a perda de visão é gradual e elas conseguem vêr durante a maior parte das suas vidas. Em outras pessoas, a mutação rapidamente termina em cegueira total. É estimado que cerca de 400,000 americanos sofram de alguma variação desta doença.

Zrenner e a sua equipa implantaram o engenho em 3 pacientes, todos eles tendo nascido com uma visão normal mas tendo ficado totalmente cegos devido a degeneração da retina. Dois deles sofriam de retinite pigmentosa enquanto que o terceiro possuía uma doença similar.

O procedimento cirúrgico foi, naturalmente, bastante delicado. Envolveu a inserção de um tubo metálico por trás e dentro dum dos olhos do paciente (através do qual o implante foi colocado no sítio).

O chip vem conectado a um cabo que providencia a energia através duma bateria externa. Isto permite também que o paciente controle a sensibilidade dos eléctrodos – essencialmente ajustando a claridade da imagem para compensar as alterações nos níveis de luminosidade. Isto é algo que o olho faz tão naturalmente e sem esforço maior que nós nem nos apercebemos.

Resultados prácticos:

E então o que é que aconteceu? Todos os 3 pacientes readquiriram a visão até um certo nível. O paciente 2, um homem de 44 anos com retinitis pigmentosa, experimentou os benefícios mais dramáticos. Ele começou a perder a sua visão com a idade de 16 anos. O primeiro problema que ele notou foi dificuldade em vêr à noite – um sintoma inicial comum.

Aquando da altura do estudo, ele era virtualmente cego, embora fosse capaz de identificar de que direcção vinha a luminosidade.

Conclusão:

É sempre bom quando a ciência ignora a mitologia darwinista, e produz algo de bom para o conforto do homem.

O olho biónico, embora uma excelente obra de design e engenharia, não se compara com a complexidade, especificidade e brilhantismo dos sistemas de visão existentes na natureza – todos eles bem para além do que qualquer ser humano pode criar.

Será válida a interpretação evolucionistas dos dados, quando as evidências apontam na direcção contrária, para os Braços do Criador? Será lógico aceitar que as nossas cópias sejam o resultado de excelente design, mas o original seja o resultado de forças não inteligente?

Quem tem olhos para vêr, que veja a irracionalidade dos militantes evolucionistas.

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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2 Responses to Olho Biónico

  1. paulo says:

    infelizmente o seu artigo começa com um mentira. Poe que não adiciona o parágrafo seguinte de Darwin falando sobre o olho humano?

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  2. Mats says:

    Qual é a mentira?

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