Sondando o darwinismo (a “ciência” alternativa)

Por mais que o tempo avance, e por mais que a ciência progrida, a teoria da evolução está literalmente presa aos mitos vitorianos de Darwin. Qualquer fenómeno que se observe pode ser explicado com o clássico “se existe, é porque era bom“. Da parte dos crentes evolucionistas não nos é mostrada qualquer tipo de força natural que seja minimamente capaz de gerar os sistemas e sub-sistemas presentes na biosfera.

Não é que os evolucionistas sejam menos inteligentes que o resto da sociedade; a questão não é uma de inteligência inata mas sim de ignorância voluntária. Os evolucionistas escolhem acreditar em algo manifestamente ridículo apenas e só porque a alternativa (terem que prestar contas a Deus) não lhes agrada.

O exemplo mais recente da incapacidade evolucionista de demonstrar um mecanismo natural com a capacidade de gerar a complexidade da vida é-nos dada pelo militante ateu e ardente evolucionista Ludwig Krippahl.

No postal com o nome O grilo e o seu alarme ultra-sónico, foi mostrada a interdependência entre o sistema sonar dos morcegos e o “alarme” de alguns grilos em relação a esse sonar específico.

Ele [DEUS] construiu o grilo com um detector de morcegos mono-celular conectado ao seu sistema nervoso. O detector é activado pela mesma frequência que o morcego usa para a sua detecção de insectos.

Quando o sistema soa o alarme (e é activado), a célula dispara 500 impulsos por segundo (!) o que causa a que o grilo voe em direcção contrária à fonte da frequência ultra-sónica.

O mais impressionante facto de engenharia biológica àcerca deste detector de morcegos é que ele só funciona se o grilo estiver em pleno vôo – e desde logo, mais vulnerável aos ataques dos morcegos. Quando o insecto está a salvo dos morcegos – a descansar, escondido, a comer ou em higiene pessoal – o sistema de detecção de morcego não dispara nenhum sinal de alarme.

Para qualquer pessoa não ébria com o darWINE, este aparato biológico revela claro sinal de teleologia e design. Mas não para os nossos amigos evolucionistas. Esses, quais adeptos da medicina alternativa, usam outras “regras” de “ciência.

Para já, a origem dum sistema sonar é algo que é melhor explicada como resultado de design inteligente do que como efeito de forças não-inteligentes. O sonar, pela sua própria natureza, envolve uma construção cerebral específica com capacidade de emitir, receber e decifrar os sons e as respostas dos mesmos sons.

(Os submarinos usam um sonar mais pobre do que o que os golfinhos e os morcegos usam, mas ninguém tem dúvidas de que os sonares mecânicos e electrónicos requerem design, plano e inteligência.)

Segundo, o grilo supracitado interage com o sistema sonar do morcego de uma forma específica e bem precisa. O texto diz: “O detector é activado pela mesma frequência que o morcego usa para a sua detecção de insectos“. Isto é muito importante porque um detector que seja activado com qualquer outra frequência seria inútil para este grilo. Tem que ser uma referência própria para o grilo próprio para um morcego próprio.

Dada esta sofisticação, elegância e design, seria de esperar que os evolucionistas evitassem apontar o seu dedo aos criacionistas quando eles usam mais este engenho em suporte da Criação. Mas não o Ludwig. Ele “sabe” muito bem como é que o sonar e o anti-sonar evoluíram. Eis aqui a explicação “científica”:

Há grilos que se escapam e morcegos que comem grilos. Os grilos que são comidos e os morcegos que morrem à fome deixam de se poder reproduzir. Cada grilo e morcego descende de antepassados parecidos consigo que, obviamente, se conseguiram reproduzir. E assim por diante.

E pronto. A explicação “científica” do Ludwig para a origem do sonar e do anti-sonar é “os que não morreram, ficaram vivos e tiveram muitos filhinhos e foram felizes para sempre. E assim por diante.”

É esta “resposta” realmente capaz de explicar a origem dos sistemas mencionados em cima? Está esta resposta num patamar superior a inferência para o design? Claramente que não, mas nunca ficaríamos a saber disso lendo o post do Ludwig.


Incapaz de explicar de forma científica a origem do sistema sonar dos morcegos (e o detector dos grilos), o Ludwig recorre a caricaturas do Cristianismo (como é normal nos blogs evolucionistas). O que interessa reter da “resposta” do Ludwig é o que já todos sabemos: o evolucionismo não tem resposta científica para a origem dos sistemas da biosfera.

Até os evolucionistas serem capazes de apontar para uma força com capacidade de gerar sistemas de informação, nós vamos continuar a qualificar a sua religião darwinista aquilo que ela realmente é: uma “ciência” alternativa construída como forma de se rejeitar a Deus.

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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