Evolucionistas tardios em reconhecer a co-existência entre humanos e mamíferos gigantes

Os mamíferos gigantes divagaram pela América do Norte durante a Idade de Gelo, mas será que os seres humanos estavam presentes por essa altura? Um local em Vero Beach (Flórida – EUA) contém fósseis de mamutes, mastodonte, preguiças gigantes e de seres humanos. Isto constitui um problema para a linha temporal evolutiva uma vez que segundo reza o mito a história contada durante gerações por arqueólogos evolucionistas, não era suposto os seres humanos estarem presentes por lá nessa altura.

Quando foram descobertos no princípio do século 29, os pesquisadores insistiram que os restos humanos de Vero Beach haviam sido empurrados para o local muito depois dos mamíferos gigantes terem fossilizado.

Mas os novos resultados, tal como acontece com outras reavaliações de áreas antigas, revelam que os fósseis foram feitos sensivelmente na mesma altura e que os seres humanos viveram e morreram na América do Norte muito antes do que se pensava.

O que é que causou a que os pesquisadores demorassem tanto tempo?

Os motivos que levaram a que se demorasse tanto tempo a investigar as evidências são as mesmas que causam a que as evidências fósseis de humanos e dinossauros sejam tão raras.

Arqueólogos da Universidade da Flórida analisaram os elementos nos variados ossos do local em Vero Beach, confirmando que eles estão estatisticamente de acordo (Torrent, D. New UF study shows early North Americans lived with extinct giant beasts. University of Florida News. Posted on news.ufl.edu May 3, 2012.).

Esta linha de evidências mostra que eles (os humanos e os grandes mamíferos) foram enterrados ao mesmo tempo o que contradiz o dogma de que, por esta altura, os humanos não haviam ainda chegado à América do Norte.

Supostamente, os americanos mais antigos foram os povos Clóvis, que deixaram cachos de ferramentas nas grutas do Novo México que os pesquisadores descobriram no início e a meio do século 20. No entanto, estas novas evidências de povos pré-clovianos estão a forçar uma revisão histórica em larga escala.

A Nature recentemente reviu algumas das evidências pré-clovianas que incluem:

  • 1) esterco fossilizado duma gruta em Orégão
  • 2) restos dum acampamento no Chile

e

  • 4)locais no Tennessee e na Flórida, onde as evidências pré-clovianas de caça ao mamute foram descobertas nas décadas 1980 e 1990(Curry, A. 2012. Coming to America. Nature. 485(7396): 30-32.).

E agora, as evidências encontradas em Vero Beach aumentam a “lenta avalanche de descobertas(Curry, A. 2012. Coming to America. Nature. 485(7396): 30-32.).

Na verdade, como algumas destas evidências pré-clovianas foram descobertas há décadas atrás, as evidências em si não foram assim tão lentas mas sim a vontade de investigar e reportá-las é que foi.

Será que houve algum outro factor para além dos dados arqueológicos a desempenhar algum papel na supressão das evidências em favor dos povos pré-clovianos?

A aderência a uma narrativa particular aparentemente tem mais peso do que as evidências que contradizem a narrativa. Por exemplo, uma das narrativas mais antigas mantida a ferro e fogo por parte dos arqueólogos evolucionistas afirma que os antigos migraram da Ásia para a América através da ponte terrestre de Bering durante a Idade do Gelo.

Recentemente, no entanto, alguns atrevem-se a sugerir que os antigos viajaram de barco através da costa, numa hipótese conhecida como “migração costeira (“coastal migration”). Outras vozes ainda mais raras afirmam que eles (os antigos) flutuaram através do Atlântico até chegarem a América.

Porque é que estas alternativas demoraram tanto tempo a serem lançadas? O arqueólogo Jon Erlandson (University of Oregon ) disse o seguinte à Nature,

Quando preparava a minha dissertação foi-me dito para não escrever em torno da migração costeira . O meu conselheiro disse que isso arruinaria a minha carreira.

(Curry, A. 2012. Coming to America. Nature. 485(7396): 30-32.)

Se uma carreira profissional pode ser arruinada apenas por desafiar a teoria oficial em torno da migração norte-americana, o que é que aconteceria ao cientista que questionasse a noção de que os humanos não co-existiram com os dinossauros, e apelasse a uma avaliação mais científica das evidências?

Certamente que durante muitos anos a aderência dogmática à narrativa primeiro-os-Clóvis suprimiu a interpretação mais frontal das evidências em favor dos povos pré-clovianos.

Semelhantemente, o dogma em torno da alegada evolução humana causou a que muitos pesquisadores fizessem uma má identificação dos ossos de pés humanos encontrados no continente africano ao assumirem que eram pés de algum macaco extinto (Thomas, B. Human Foot Bone Misidentified as Lucy’s).

Só Deus sabe o tipo de fósseis humanos que foram já desenterrados em camadas geológicas mais “antigas” mas mal identificas apenas e só por não se ajustarem na mitológica narrativa evolucionista.

Fonte

* * * * * * *

Como já se sabe, a “liberdade” que os evolucionistas dizem existir no mundo da “ciência” evolutiva não existe. Os cientistas não são de maneira nenhum livres para levantar críticas científicas à teoria da evolução sem, como resultado, sofrerem algum tipo de censura ou críticas por parte dos mutaween evolutivos.


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Salmo 139:14 - Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras
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10 Responses to Evolucionistas tardios em reconhecer a co-existência entre humanos e mamíferos gigantes

  1. Carlo says:

    Entretanto, essas novas descobertas não derrubam a teoria da evolução e que eu saiba a ciência não nega a existência de Deus.

    Porém, concordo que é um problema quando pessoas nesses círculos tentam impor suas ideologias somente para contestar a religião. Qualquer ideologia imposta provavelmente causará esse tipo de problema.

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    • Mats says:

      Carlo,

      Entretanto, essas novas descobertas não derrubam a teoria da evolução

      Não derrubam porque, dito de forma directa, a teoria da evolução não pode ser cientificamente falsificada.

      e que eu saiba a ciência não nega a existência de Deus.

      Nem poderia visto que a ciência só é possível porque o Criador existe.

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  2. Com certeza eles viveram juntos e também foram extintos durante o Dilúvio!
    Assim como os anjos criaram abominações como Nephilims,gigantes de Genesis 6 que dominaram a Terra ,essas criaturas devem ser trabalho deles também.Nephilims nem são discutidos por esses cientistas que são pagos para mudar a visão do mundo fazendo que todos não creiam na Bíblia! Todos esses foram destruídos pelo próprio Deus no dilúvio,não há milhoes de anos…bem mais recente que isso! A ciencia usada por lucifer e seus ajudantes para cegar os humanos quanto a verdade do evangelho funciona!
    No livro de Enoch está descrito que esses anjos (filhos de Deus) misturaram a semente de humanos e animais,criando assim aberrações!
    Essas são criaturas que hoje são vistas como lendas na mitologia grega!

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  3. Se há alguma coisa que esta notícia contradiz é o criacionismo bíblico e nada mais (é só ver as datações que são muito superiores aos famosos 6000 anos da idade da Terra). De facto, o artigo publicado no Journal of Vertebrate Paleontology (http://news.discovery.com/human/early-man-florida-120509.html) limita-se a acrescentar mais um local onde, há mais de 10 000 anos, seres humanos e a já extinta mega-fauna partilharam o mesmo espaço. Não consigo entender a fixação com a biologia. Na verdade, a biologia evolutiva apenas entra em contradição com partes do livro do Génesis, mas se formos para a arqueologia bíblica a história é bem diferente. Contradiz quase tudo, especialmente as partes mais antigas, mas aparentemente vocês têm andado esquecidos disso.

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    • Mats says:

      Pedro,

      Se há alguma coisa que esta notícia contradiz é o criacionismo bíblico e nada mais (é só ver as datações que são muito superiores aos famosos 6000 anos da idade da Terra).

      Estás a usar como evidência contra o criacionismo exactamente o processo que está a ser posto em causa com o texto (a vossa interpretação da geologia). “Brilhante”. Manda vir mais dessa porque o povo gosta.

      De facto, o artigo publicado no Journal of Vertebrate Paleontology (http://news.discovery.com/human/early-man-florida-120509.html) limita-se a acrescentar mais um local onde, há mais de 10 000 anos, seres humanos e a já extinta mega-fauna partilharam o mesmo espaço.

      Uh, mas vocês evolucionistas, usando a vossa espantosa análise geológica, acreditavam que não tinha havido co-existência entre os tais mamíferos e os seres humanos.

      Não consigo entender a fixação com a biologia.

      Com a biologia ou com a teoria da evolução? Não consegues entender a fixação dum blogue com o nome de “Darwinismo” dirigida ao . . . uh . . darwinismo?
      Mais uma resposta brilhante. Continua.

      Na verdade, a biologia evolutiva apenas entra em contradição com partes do livro do Génesis,

      E com a ciência.

      mas se formos para a arqueologia bíblica a história é bem diferente. Contradiz quase tudo, especialmente as partes mais antigas, mas aparentemente vocês têm andado esquecidos disso.

      Deus seja louvado. Tu acreditas mesmo que a arqueologia contradiz “quase tudo” na Bíblia, especialmente “as partes mais antigas”?
      Onde é que tu recolheste esta “informação”, Pedro? Na Universidade Richard Dawkins?

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  4. Nunca ninguém disse que os grandes mamíferos não coabitassem com seres humanos. Aparecem artefatos feitos de dentes de mamute. Até há quem pense que fomos nós que ajudamos a sua extinção. O que não se sabia é que na América já havia populações humanas nessa época.

    E os grandes mamíferos não são nem de perto nem de longe, excepto nos Flintsones, contemporâneos de dinossáurios.

    Parabéns aos criacionistas pela Coreia do Sul. A Evolução passa a ser apenas estudada nas Universidades saindo do curriculum do secundário.

    É uma grande vitória porque os alunos que não seguirem estudos universitários não irão saber da evolução.

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  5. Lucas, sou Wesley do blog wesmo, você me pediu para entrar em contato com voce mas não me deixou email para tal. wesleyarts@facebook,com

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  6. jephsimple says:

    Parabens pra Coreia do Sul …apenas os ateístas,materialistas e naturalistas sul coreanos vão continuar com seu dogma …afinal qm quiser ser físico,matemático,químico,geneticista e etc não precisa dar crédito a essa teoria cheia de paleofantasias,imaginações férteis …deixe essa teoria com os ateus ,naturalistas e materialistas …e que o restante decida por si mesmo … Parabéns a Coréia do Sul …que na verdade não está convencida dos exemplos de evolução apresentado nos livros didáticos escolares,aquele velho 171 epistêmico neo darwinistas que a TE é um fato tanto quanto a lei da gravidade.

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  7. Renato says:

    Muitos não entenderam que o cerne deste texto não é sobre a T.E. ser certa ou errada, é sobre uma tendência ruim dos evolucionistas de se recusarem a perceber fatos que contrariem sua teoria.o peso dessa atitude é tão grande que muitos cientistas podem sentir-se constrangidos a não publicar resultados que contrariem os dogmas.

    Então, pelo que entendi, é um artigo sobre o ambiente da academia.

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