É o Dilúvio de Noé uma cópia do Épico de Gilgamesh?

Pergunta: Será que a Bíblia copiou a descrição do Dilúvio de registos mitológicos e de lendas?

RESPOSTA: É verdade que o relato do Dilúvio que a Bíblia apresenta partilha de muitas semelhanças óbvias com o Épico de Gilgamesh e com o Épico Babilónico de Atrahasis.

De facto, literalmente centenas de tradições dum dilúvio foram preservadas por todo o mundo, com elas a aparecerem na Europa, na Ásia, em África, na Austrália e no continente Americano (Sul e Norte), e o refisto de Génesis partilha de muitas semelhanças com a maioria delas.

Génesis, Gilgamesh, e descrições mais antigas do DilúvioDas tradições dum dilúvio que chegaram até aos dias de hoje, cerca de 95% descreve um cataclismo global, 88% fala duma família humana favorecida salva do afogamento para o reestabelecimento da raça humana depois do dilúvio, 66% revela a forma como a família foi avisada antecipadamente do cataclismo vindouro, 66% culpa a maldade do ser humano como causa do dilúvio, e 70% regista um barco como o meio através do qual a família escolhida (e os animais) sobreviveram ao dilúvio.

Mais de um terço destas tradições menciona pássaros que foram enviados para fora do barco.

Uma vez que todas as culturas actuais descendem directamente dos sobreviventes do Dilúvio, é perfeitamente lógico que as histórias deste evento traumático sejam, ao mesmo tempo, abundantes e globais – havendo sido passados de geração em geração.

Foi exactamente isso que aconteceu.

Muitas destas tradições são espantosamente consistentes, se levarmos em conta o isolamento relativo das culturas, o tempo que já passou desde o Dilúvio, e a tendência humana de embelezar, exagerar e distorcer as histórias com o passar do tempo.

A descrição Bíblica e o relato Babilónico parecem representar um relato distinto duma tradição em torno do mesmo Dilúvio.

O problema dos anti-Cristãos é que eles partem do pressuposto errado (“Não houve nenhum Dilúvio!”) e que o relato Bíblico nada mais é que uma cópia dum não-evento. No entanto, as evidências sugerem o contrário: houve, de facto, um Dilúvio global catastrófico e a veracidade do relato Bíblico e confirmada pelo imenso número de relatos antigos.

Para além de abundantes evidências históricas, existe uma riqueza de evidências físicas que confirmam que a historicidade do Dilúvio é real, sólida e amplamente confirmada.

Quem questiona o Dilúvio de Noé não o faz por motivos históricos ou científicos mas sim por motivos ideológicos.

Fonte

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"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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32 Responses to É o Dilúvio de Noé uma cópia do Épico de Gilgamesh?

  1. Mats:

    Sabemos, através da ciência, que existiram eras glaciais e recuos e avanços do mar.

    O degelo após as eras glaciais associado à elevação dos níveis do mar criaram certamente dilúvios globais para muitas populações.

    Há imensas evidências de dilúvios globais, para essas populações, ao redor do mundo.

    Certamente a epopeia de gilmanesh ou o Genesis tem fundamentos em fenómenos que marcaram a memória de populações.

    Dizer que foi tal e qual como a epopeia de gilmanesh diz será exagero. Nem as datas nem os pormenores são credíveis.

    Agora inundações e subida dos níveis do mar houve.

    E sabes bem que quem conta um conto aumenta um ponto.

    Na época em que foram escritos seriam credíveis.

    Agora temos dados bastante fiáveis para conhecermos os dilúvios

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    • Mats says:

      Curioso que todas essas “inundações” falem:

      1) Em Deus (ou deuses) a destruir a humanidade devido aos seus pecados
      2) Na escolha de um homem justo e um grupo reduzido de pessoas (e de animais)
      3) A construção de uma arca (ou barco)
      4) A libertação de áves após o Dilúvio
      5) A arca a pousar sobre uma montanha
      6) Sacrifício feito a Deus (ou aos deuses) depois do Dilúvio
      7) A promessa Divina de nunca mais destruir a humanidade

      …e muitas outra semelhanças.

      Que “coincidência incrível” que variados povos de todo o mundo tenham tido todos eles “inundações” com as mesmas características, e tenham todos contado uma história que é essencialmente a mesma em todo o mundo, e durante toda a história da Humanidade.

      Ou será que houve mesmo um Dilúvio e os vários povos da Terra estão a reportar o mesmo evento, mas ao longo de tempo alguns dados tenham sido perdidos ou adulterados?

      Vocês evolucionistas são intelectualmente desonestos. Vocês olham para as semelhanças entre os animais e erradamente dizem que eles têm um parente comum, mas olham para as imensas semelhanças entre os relatos do Dilúvio, e dizem que se está a falar de “inundações distintas”.

      Como diz a minha esposa, “Como é que pode?”

      Sejam coerentes.

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      • “Vocês evolucionistas são intelectualmente desonestos. Vocês olham para as semelhanças entre os animais e erradamente dizem que eles têm um parente comum, mas olham para as imensas semelhanças entre os relatos do Dilúvio, e dizem que se está a falar de “inundações” distintas”

        Perfeito, é exatamente isso, os evolucionistas usam dois pesos e duas medidas, e ao invés de usarem a semelhança dentro da diversidade de espécies como evidencia de um criador em comum, optam pela origem em comum, mesmo sem evidencia cientifica, é pura ideologia.

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      • Delegado Lustosa says:

        Se fosse assim, porque os hebreus e sumerios são os unicos povos do mundo que tem relatos da criação do mundo em 7 etapas ?
        Pq maias, chineses ou egipcios nao contam que o mundo foi criado em 7 dias.
        Ou vc é criacionista da terra antiga ?

        [[Mats escreve: de que forma é que isso está relacionado com o que se está a discutir?]]

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    • Vinicius Monteiro says:

      Se você pesquisar a Linguística, ciência que estuda a língua, fala e linguagem, indica que os idiomas surgiram de alguma região da África, onde como conta a Bíblia, local onde morava Noé e sua família e onde a Torre de Babel ocorreu.
      Outro fato interessante é que quando Jacó estava trabalhando para seu sogro Labão, ele fechou um acordo em que ele ficaria com as ovelhas de cores incomuns, as malhadas. Jacó ingenuamente acreditava que se ele colocasse varas malhadas nos cochos, quando as ovelhas no cio fossem beber água e vissem as varas teriam filhotes malhados, aparentemente deu certo. Porém Jeová apareceu para ele em um sonho e explicou o que ocorreu, que as ovelhas estavam saindo malhadas por causa de seus ancestrais. “Assim tirava Deus o rebanho de vosso pai e o dava a mim. Sucedeu, por fim, num tempo em que o rebanho ficou de cio, que levantei os olhos e tive num sonho uma visão, e eis que os cabritos que saltavam sobre o rebanho eram listrados, salpicados e malhados. O anjo do [verdadeiro] Deus disse-me então num sonho: ‘Jacó!’ a que eu disse: ‘Eis-me aqui.’ E ele continuou: ‘Levanta os olhos, por favor, e vê que todos os cabritos que saltam sobre o rebanho são listrados, salpicados e malhados, pois tenho visto tudo o que Labão te está fazendo. Eu sou o [verdadeiro] Deus de Betel, onde ungiste uma coluna e onde me fizeste um voto. Levanta-te agora, sai desta terra e volta à tua terra natal.’”” – Gênesis 31:9-13 – Este fato Gregor Mendel, pai da genética, foi descobrir somente séculos mais tarde.
      A Bíblia já mencionava que a Terra era redonda e que estava suspensa sobre o nada – Jó 26:7 e Isaías 40:22 – fatos que só foram comprovados cientificamente mais de 3000 anos depois.
      A lei mosaica dava instruções de como se identificar a lepra, inclusive contaminação na própria moradia, e já ensinava a pratica da quarentena. Levítico cap. 13 e 14. A Bíblia já ensinava que se tocassem no cadáver de um animal ou de uma pessoa, eles tinham de se banhar ou lavar suas roupas. – Levítico 11:27, 28; Números 19:13, 19 – Há menos de 200 anos, os médicos descobriram que infectavam muitos pacientes por não lavarem as mãos depois de lidar com cadáveres. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos ainda considera lavar as mãos “o método mais simples e eficaz de evitar a transmissão de doenças”. O que dizer da quarentena de leprosos ou de outros doentes? Recentemente, o Saudi Medical Journal disse: “Nos estágios iniciais de uma epidemia, o isolamento e a quarentena podem ser os últimos, ou os únicos, recursos para controlar doenças infecciosas de modo eficaz.”
      Além de outros fatos científicos e históricos como, por exemplo, o fato do Império Babilônico tornar cativo o povo judeu, cerca de 100 anos do acontecimento, mencionar que Ciro derrotaria Babilônia e que os medos seriam derrotados pelos gregos e que Alexandre o Grande morreria e que seu território seria divido entre quatro generais. Além de ser um dos poucos livros que contam a história de seu povo inclusive com as derrotas deles, o que os livros do mesmo período geralmente omitem.
      Se um livro acerta em tantos detalhes, erraria em outros mesmo que ainda não foi possível comprovar cientificamente? Lembre-se o fato da Terra estar suspensa só foi descoberto em 1650 e o fato da terra ser redonda pelo menos uns 300 anos antes de Aristóteles mencionar isso.

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    • Vinicius Monteiro says:

      Além destes fatos um cataclismo tal como o Dilúvio, que acabou com a existência do inteiro mundo daquele tempo, nunca seria esquecido pelos sobreviventes. Falariam dele a seus filhos e aos filhos de seus filhos. O fato de que não existem apenas poucas, mas talvez centenas de histórias diferentes sobre aquele grande Dilúvio, e que essas histórias se encontram entre as tradições de muitas raças primitivas no mundo todo, é uma prova forte de que todos esses povos tiveram uma origem comum e de que seus antepassados iniciais compartilharam aquele acontecimento, o Dilúvio.

      Esses relatos folclóricos do Dilúvio harmonizam-se com alguns dos principais aspectos do relato bíblico: (1) um lugar de refúgio para uns poucos sobreviventes, (2) também, uma destruição global da vida por meio de água, e (3) a preservação duma semente da humanidade. Os egípcios, os gregos, os chineses, os druidas da Britânia, os polinésios, os esquimós e os groenlandeses, os africanos, os hindus, os índios americanos — todos esses têm suas histórias dum Dilúvio.

      The International Standard Bible Encyclopedia (A Enciclopédia Bíblica Padrão Internacional; Vol. 2, p. 319) declara: “Descobriram-se histórias sobre o dilúvio entre quase todas as nações e tribos. Embora sejam mais comuns no continente asiático e nas ilhas logo ao sul dele, bem como no continente norte-americano, foram encontradas em todos os continentes. O número das histórias conhecidas ascende a cerca de 270 . . .

      A universalidade dos relatos sobre o dilúvio costuma ser tomada como evidência da destruição universal da humanidade por um dilúvio e a dispersão da raça humana a partir de um único lugar, e mesmo de uma única família. Embora as tradições talvez nem sempre se refiram ao mesmo dilúvio, parece que a vasta maioria o faz.

      A asserção de que muitas destas histórias de dilúvio originaram-se dos contatos com missionários não procede, porque a maioria delas foi coletada por antropólogos não interessados em vindicar a Bíblia, e elas estão cheias de elementos fantasiosos e pagãos, evidentemente em resultado da transmissão durante períodos extensos numa sociedade humana pagã. Outrossim, alguns dos relatos antigos foram escritos por pessoas bem opostas à tradição hebraico-cristã.” — Editada por G. Bromiley, 1982.

      Em tempos passados, certos povos primitivos (na Austrália, no Egito, em Fiji, nas Ilhas da Sociedade, no Peru, no México e em outros lugares) preservavam um possível resto dessas tradições sobre o Dilúvio por celebrar em novembro uma ‘Festa dos Antepassados’ ou ‘Festa de Finados’. Esses costumes refletem uma lembrança da destruição causada pelo Dilúvio. Segundo o livro Life and Work at the Great Pyramid (Vida e Obra na Grande Pirâmide), a festividade no México era realizada em 17 de novembro, porque eles “tinham uma tradição de que, naquela época, o mundo fora previamente destruído, e temiam que uma catástrofe similar no fim de um ciclo aniquilasse a raça humana”. (Do Professor C. Piazzi Smyth, Edimburgo, 1867, Vol. II, pp. 390, 391)

      O livro The Worship of the Dead (A Adoração dos Mortos) observa: “Esta festa [de finados] é . . . realizada por todos no próprio dia ou quase no dia em que, segundo o relato mosaico, ocorreu o Dilúvio, a saber, o décimo sétimo dia do segundo mês — o mês quase correspondente ao nosso novembro.” (De J. Garnier, Londres, 1904, p. 4)

      É interessante notar que a Bíblia relata que o Dilúvio começou “no segundo mês, no dia dezessete do mês”. (Gên 7:11) Este “segundo mês” corresponde à última parte de outubro e à primeira parte de novembro de nosso calendário.
      É de interesse notar também que o caractere chinês para “navio” deriva da idéia de “oito pessoas numa embarcação”. Isto tem uma notável semelhança com o relato bíblico a respeito de Noé e sua família, oito pessoas, que sobreviveram ao Dilúvio numa arca. (1Pe 3:20)

      Tais dados confirmam o que a Bíblia fala?

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    • O degelo pós eras glaciais não explica o dilúvio como ele é apresentado, seja na Bíblia ou nas tradições de inúmeras civilizações ao redor do mundo, por um simples motivo: quantos anos foram necessários para a fusão das geleiras e das calotas polares?
      Para os crentes no AGA, que afirmam que jamais na história da Terra houve um aquecimento tão rápido, quantas vezes mais a temperatura teria que subir num intervalo de tempo menor para que o efeito fosse catastrófico num curto período? Digamos em uma década…
      Relembrando que segundo os profetas da seita do aquecimento global antropogênico dos últimos dias nunca o planeta aqueceu tão rápido quanto no século XX, e esta brutal e inédita elevação da temperatura (segundo os sacerdotes do CO2) provocou uma elevação do nível do mar abaixo de 3 mm/ano ou uns 30 cm acumulados em 100 anos.
      Considerando o tempo de vida médio do homem no final da pré-história, somente com uma existência prolongada, como a atribuída aos patriarcas bíblicos, alguém seria capaz de notar que algo estava errado…
      Então com qual das opções você fica:
      A) O aquecimento global natural ocorrido no início do Holoceno foi muito mais rápido que o observado hoje, acima de 5ºC em poucas décadas?
      B) Naquela época indivíduos viveram mais de 200 anos e durante a sua existência foram capazes de identificar o fenômeno?
      C) Num período anterior a escrita, com pessoas que em média não viviam 25 anos, com pouquíssimos ultrapassando os 30, como as comunidades da época observaram essa alteração ambiental, tendo em vista que entre o seu início e a constatação do seu efeito catastrófico pelo menos dez gerações se passaram? Sabendo que do nascimento até a morte do avô, do pai e do filho o seu efeito sem instrumentos de medição não seria notando…

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  2. Bruno says:

    existem razões étnicas para rejeitar o dilúvio. primeiro se noé e sua família geraram os outros povos então seriamos todos mestiços e sendo assim os Japoneses poderiam gerar filhos negros ou loiros o que não se observa a milênios. Por mais mestiço que seja, não sei que grupo poderia, em menos de 3 mil anos, gerar descendentes puramente Negróides, Caucasóides e Mongolóides. Um casal pode até ter características de todas as etnias, mas ele não gera descendentes tão distintos entre si a ponto de aparentarem ser “etnicamente puros”.

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    • Carlos says:

      O ser humano gerou a partir do lobo todos os cachorros hoje vistos, sem mesmo assim algum ter deixado de pertencer à espécie Canis lupus. De um lobo com grande variabilidade genética isto foi possível. Porém não podemos pegar um basset e gerar um bull dog ou até mesmo um lobo selvagem, pois este ser já não tem a variabilidade genética do primeiro(apesar da crença dos evolucionistas, ainda não se observou o aumento de variabilidade genética ao acaso).

      Com isto, o que você disse de um casal com grande variabilidade genética carregando características diversas não poder gerar descendentes “etnicamente puros” não é verdade, pois foi o que o homem fez com os cachorros e outros animais domesticados. Em um século, período em que se pode registrar com uma máquina fotográfica, as mudanças produzidas pela seleção humana nas raças de cachorros são nítidas em diversas destas.

      E não sei o que de bizarro que se enxerga nesta possibilidade, se evolucionistas creem em mitos pagãos de protozoários gerando minhocas que geram seres humanos. Onde nos seres unicelulares estavam os genes que foram selecionados e puderam gerar tão diversas etnias humanas?

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  3. O dilúvio, como descrito em textos antigos, é altamente improvável

    Se não colide com a TE, sabemos que houve extinções em massa no passado, nenhum ramo da ciência actual tem qualquer pálido indício que durante a terceira dinastia egípcia tenha havido uma inundação global.

    Por não haver qualquer evidência em qualquer área da ciência e por haver fortes e fundamentadas razões contrárias consideram-se estas narrativas como mitológicas.

    Claro que em ciência tudo pode mudar. Se um dia existirem sólidas razões a favor das narrativas Hindus, da epopeia de Gilmanesh, das Runas ou do Génesis temos de as aceitar.

    Até lá e porque todas as evidências vão no sentido de serem narrativas míticas consideram-se mitos.

    Até conhecemos fenómenos bem documentados de dilúvios. Subidas do nível do mar e zonas povoadas que foram submersas são bem conhecidas.

    Os YEC tentam demonstrar um dilúvio como o do Génesis, não o da epopeia de Gilmanesh, que por acaso até é mais antiga.

    Não me parece que consigam mais que power points como as hidroplacas.

    Todas as alegações YEC’s sobre o dilúvio são facilmente descartáveis por um aluno médio do ensino secundário.

    Conhecimentos básicos de física são suficientes para descartar uma hipótese como as hidroplacas.

    Conhecimentos rudimentares de ecologia, genética, história ou geologia permitem descartar um dilúvio há 4500 anos.

    Não me parecem por isso muito sólidas.

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    • Mats says:

      Em relação ao Dilúvio:

      Embora as diferenças nem sempre sejam triviais, a essência comum das histórias é muito informativa quando é compilada da seguinte forma:

      Havia uma família favorecida? Em 88% dos casos, sim.
      Foram avisados antecipadamente? Em 66% dos casos, sim.
      É o dilúvio o castigo pela maldade do homem? 66%.
      É a catástrofe nada mais que um dilúvio? 95%
      Foi o dilúvio global? 95%
      É a sobrevivência garantida através dum barco? 70%
      Houve animais salvos? 67%
      Os animais desempenharam algum papel? 73%
      Os sobreviventes aterraram numa montanha? 57%
      Era a geografia local? 82%
      Foi algum pássaro enviado para fora da embarcação? 35%
      Foi o arco-íris mencionado? 7%
      Os sobreviventes ofereceram algum sacrifício? 13%
      Foram salvas especificamente 8 pessoas? 9%

      https://darwinismo.wordpress.com/2012/12/13/porque-e-que-quase-todas-as-culturas-mundiais-possuem-uma-tradicao-em-torno-dum-diluvio-global/

      Explica-nos lá a origem de todas estas semelhanças nas descrições do Dilúvio.

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  4. Dalton says:

    [OFF] Matts, não sei se você viu este artigo, mas recomendo a leitura, é muito interessante:
    http://www.wnd.com/2013/12/phenomenon-throws-twist-into-age-of-earth/

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  5. Mats: em muitas culturas há a crença na comunicação com mortos.
    Isto valida a comunicação com mortos ?

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    • Mats says:

      Mats: em muitas culturas há a crença na comunicação com mortos.
      Isto valida a comunicação com mortos ?

      Comunicar com os “mortos” é uma práctica. Relatar eventos passados é História.

      Volto a dizer, explica lá os pontos comuns entre os relatos antigos dum Dilúvio.

      Havia uma família favorecida? Em 88% dos casos, sim.
      Foram avisados antecipadamente? Em 66% dos casos, sim.
      É o dilúvio o castigo pela maldade do homem? 66%.
      É a catástrofe nada mais que um dilúvio? 95%
      Foi o dilúvio global? 95%
      É a sobrevivência garantida através dum barco? 70%
      Houve animais salvos? 67%
      Os animais desempenharam algum papel? 73%
      Os sobreviventes aterraram numa montanha? 57%
      Era a geografia local? 82%
      Foi algum pássaro enviado para fora da embarcação? 35%
      Foi o arco-íris mencionado? 7%
      Os sobreviventes ofereceram algum sacrifício? 13%
      Foram salvas especificamente 8 pessoas? 9%

      https://darwinismo.wordpress.com/2012/12/13/porque-e-que-quase-todas-as-culturas-mundiais-possuem-uma-tradicao-em-torno-dum-diluvio-global/

      Qual é a tua explicação?

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  6. Azetech says:

    Mats

    Falando em dilúvio, viste o que Hollywood está a produzir?

    Será que eles pelo menos pesquisaram as teorias criacionistas sobre o dilúvio para elaborar tal filme, ou ele simplesmente foi elaborado sob a ignorância dos produtores sobre o assunto?
    Qual é a tua opinião sobre ele?

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    • Mats says:

      Esse filme é uma desvirtuação da Verdade Bíblica, pelo que já li. Seria um milagre Hollywood falar do pecado do homem como causa do Dilúvio que Deus enviou sobre o mundo.

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    • Pelo visto será pior que a aquela série “A Bíblia”

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      • Azetech says:

        LOL.
        Em quesito de história, não me surpreenderia se este filme fosse parecido com o esdrúxulo “Noah’s Ark” de 1999, onde o ator Jon Voight (pai da Angelina Jolie) participava.
        Aquele filme foi tão “non sense”, que desvirtuou totalmente o enredo bíblico.
        Provavelmente o diretor e a equipe responsável nem se deu o trabalho de ler a bíblia antes de produzi-lo.
        Para se ter ideia, ele colocava Noé e LÓ como CONTERRÂNEOS O_o!!

        Terrível, simplesmente terrível.

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    • Ismael says:

      Vamos esperar ver o filme… Pelo que vi pelo clipe do filme, as águas saindo da terra partindo os fundamentos me pareceu que esse filme vai ser muito bom, como os animais chegando a arca. Me parece que eles respeitaram bastante as escrituras.

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      • Azetech says:

        Ismael

        Então irmão, se o filme não se apegar aos conceitos científicos corretos, assim como a história correta (cenário verdadeiro), ele ficará muito fantasioso e irreal (Alimentando a imaginação ateísta sobre o evento).
        Por exemplo, no caso dos animais entrando na arca. Se no filme não ficar claro que os animais que entraram foram Os tipos básicos (Baramins) em sua forma jovem (Filhotes), ele ficará totalmente irreal e distorcido dos fatos.

        Se eles não tiverem os conceitos de origem superior (Onde o código genético dos homens e dos animais eram mais puros), civilização evoluída tecnologicamente (onde já se existia cidades e zigurates bem construídos), clima diferenciado, baixos relevos e depressões no supercontinente, dinossauros etc… ele não ficará fiel ao que a bíblia e a ciência relata.

        Então isso trará um preconceito negativo aos relatos bíblicos sobre um evento REAL pelo qual é comprovado pelas evidências.

        Percebes agora a preocupação?

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      • Ismael says:

        Azetech

        Você tem razão!

        Chegou a ver as galerias de madeira que foram entpcontradas por pesquisadores da Turquia e Hong Kong num lugar de difícil acesso no monte Ararat?

        Aqui está,

        http://blogs.odiario.com/inforgospel/2010/05/01/arca-de-noe/

        Impressionante!

        Abraço!

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      • Azetech says:

        Ismael

        Chegou a ver as galerias de madeira que foram entpcontradas por pesquisadores da Turquia e Hong Kong num lugar de difícil acesso no monte Ararat?

        Ví sim irmão. Esta notícia já foi publicada à algum tempo (2010).
        Eu fiquei muito empolgado de início, porém infelizmente receio ser mais “Hoax” disseminado por caçadores de relíquias.
        Existe uma publicação de um arqueólogo bíblico renomado (Rodrigo Silva), sobre este assunto:
        http://novotempo.com/evidencias/2013/10/02/encontraram-a-arca-de-noe/

        Mas ficamos na expectativa. Se um dia este achado passar pelo crivo dos métodos científicos, então poderemos comemorar mais um artefato histórico (de muitos já encontrados) pelo qual corrobora outro relato bíblico.🙂

        Abraços,
        Diogo.

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      • Vinicius Monteiro says:

        Este filme pelo que passou no trailer pouco vai respeitar a história da Bíblia, na verdade vai “encher de linguiça” para poder dar uma hora e meia de filme. Pouco fala da relação dele com Jeová, pelo que parece vai mostrar mais as dificuldades dele para conseguir construir a arca. Igual no filme a Paixão de Cristo onde se da um grande foco ao sofrimento de Jesus, do que realmente o sacrifício dele significa.

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  7. Azetech:

    Pelo que vi é uma superprodução imperdivel.

    Claro que filmes assim só mesmo no cinema.

    Podem rever-se num grande lcd mas no cinema é outra coisa…

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  8. Marcelo says:

    Pra quem não conhece tanto e se interessa por este assunto, vale uma lida:

    http://considereapossibilidade.wordpress.com/2009/03/05/o-dilvio-de-no-e-o-pico-de-gilgamesh/#comment-1209

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  9. Vitor Silva says:

    Se mo permitirem, deixo esta dica: Dar a palavra aos historiadores e arqueólogos e deixar as nossas pressuposições sobre determinados acontecimentos serem ou não falsos de lado.

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  10. Vítor: o programa é interessante mas não é um trabalho científico. É um show. Trabalho científico precisa de evidências e de muito trabalho.

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    • Vitor Silva says:

      Com essa resposta percebe-se claramente que não viu os vídeos do programa, programa esse que adjectivou de “interessante”… estou baralhado.

      Mas para eu não perder o foco da mensagem, deixo a dica novamente, veja os vídeos.

      (E no meio disto tudo não deixa de ser curioso que acusa de faltar com evidências ao Doutor em Arqueologia Rodrigo Silva que é apresentador de um programa chamado… Evidências. http://www.youtube.com/user/NTEvidencias )

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    • Azetech says:

      Vitor

      O que acontece com a grande parte dos crentes naturalistas (este comentário do João Melo é um exemplo) é que utilizam muito da Falácia da Expulsão do Grupo (Falácia do Escocês)

      O que isso significa?
      É o seguinte, eles definem parâmetros INCORRETOS para se estipular o que é verdadeiro ou não.
      Neste caso, o parâmetro que eles estipulam para determinar se algo é científico ou não baseia-se na premissa:

      “A explicação deverá ser naturalista”

      Isso é uma falácia gritante, visto o que os parâmetros pelos quais definem um estudo científico genuíno não é posicionamento filosófico a priori (Criacionista ou Naturalista) mas sim se os mesmos se enquadram nos métodos científicos (Observação e Experimentação).

      Então, segundo a mentalidade falaciosa de muitos Naturalistas, se um estudo possuir observação e experimentação, porém não estiver embasado na posição filosófica naturalista (sendo portanto criacionista), segundo eles, não é científico.

      Percebe a desonestidade intelectual?

      Nota: Este comportamento é meramente ilusório, visto que as pessoas pelos quais utilizam desta falácia como se fosse um posicionamento real, só estão a se enganar e se estagnar-se a zona de conforto onde eles mesmos se colocaram.

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  11. Rafael Rodrigues says:

    A bíblia diz que o dilúvio foi global. Informa também que APENAS noé e sua descendência se salvaram.
    Como podem existir outros relatos se NINGUÉM exceto eles sobreviveram?

    [[Mats responde: Os vários descendentes de Noé foram criando várias versões do mesmo evento. Essa pergunta não faz sentido nenhum]]

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  12. Ian Vittor says:

    Entendi o que vc quis dizer, mas eu lí em algum lugar que o tal Épico de Gilgamesh é mais antigo que o texto do diluvio de Gênesis, estaria certo?

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Todos os comentários contendo demagogia, insultos, blasfémias, alegações fora do contexto, "deus" em vez de Deus, "bíblia" em vez de "Bíblia", só links e pura idiotice, serão apagados. Se vais comentar, primeiro vê se o que vais dizer tem alguma coisa em comum com o que está a ser discutido. Se não tem (e se não justificares o comentário fora do contexto) então nem te dês ao trabalho.

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